Marcello de Campos Cardoso - www.mcardoso.com.br | www.latitude14.com.br | 
Arquitetura da 
Informação 
Marcello de Campos Cardoso 
www.mcardoso.com.br | www.latitude14.com.br 
mcardoso@latitude14.com.br 
#1
Marcello de Campos Cardoso - www.mcardoso.com.br | www.latitude14.com.br | 
Arquitetura da Informação 
cuidando da encontrabilidade do sistema
Marcello de Campos Cardoso - www.mcardoso.com.br | www.latitude14.com.br | 
Existem muitos caminhos, 
desafios e benefícios em um sistema
Marcello de Campos Cardoso - www.mcardoso.com.br | www.latitude14.com.br | 
Como pensam os usuários? (pacman) 
Que caminho percorrem? (maze) 
Quais os desafios? (ghosts)
Marcello de Campos Cardoso - www.mcardoso.com.br | www.latitude14.com.br | 
Problema 
Arquitetos não vivem na casa que projetam, e não estão prontos para 
entenderem as necessidades de longo tempo. 
Senso comum é uma boa ferramenta para sistemas simples, 
mas navegação intuível ocorre melhor quando projetada.
Marcello de Campos Cardoso - www.mcardoso.com.br | www.latitude14.com.br | 
3 perguntas do explorador 
Estou no lugar certo? 
Aqui tem o que procuro? 
Como acesso esse conteúdo?
Para entender encontrabilidade em um sistema 
É bom entender primeiro o que é 
Engenharia Cognitiva
Engenharia cognitiva 
Formalizada por Donald 
Norman em 1986, é uma 
abordagem que reúne 
conhecimentos mistos de 
ciência cognitiva, psicologia 
cognitiva e fatores humanos 
ao design de interfaces.
Engenharia cognitiva - conceitos básicos 
O designer cria um modelo de design, um modelo mental de como o sistema 
deve e comportar, baseado nos seu modelo de usuário e tarefa. 
Modelo de design implementado = Imagem do sistema 
O usuário real interage com a imagem do sistema e cria seu modelo mental da aplicação.
Engenharia cognitiva - conceitos básicos 
A tarefa do designer é desenvolver o modelo de design de um sistema 
que se aproxime do modelo mental da aplicação do usuário real. 
A solução é que o designer entenda o usuário. Para isso Norman propõe a teoria da ação.
O designer deve realizar as melhores escolhas para isso. deve 
escolher os padrões de interação, elementos e feedbacks mais 
adequados.
Para AVALIAR se uma interface cumpre melhor este papel, 
pode usar algumas técnicas de 
INSPEÇÃO DE USABILIDADE.
Mas para projetar uma interface adequada, deve planejar a 
ARQUITET URA DA INFORMAÇÃO.
Arquitetura da Informação 
é o design estrutural de ambientes de informação compartilhada, abrangendo 
aspectos de organizar e etiquetar conteúdos e funcionalidades para apoiar a 
encontrabilidade e usabilidade destes ambientes.
São aspectos importantes da AI 
1. O levantamento do inventário de conteúdos e funcionalidades 
aderentes ao comportamento do usuário em um contexto de uso; 
2.A organização, categorização e priorização dos itens de inventário 
3.A definição de metadados, narrativas, casos de uso, estruturas de 
navegação (menus, filtros, ordenações) e busca.
Escolhas de AI podem ser 
redundantes e inconsistentes 
com padrões exatos, desde que 
reflitam o modelo mental do 
usuário.
Segundo Louis Rosenfeld and Peter Morville, 
Arquitetura da informação é: 
1) O design estrutural para 
ambientes de informação 
compartilhada 
Redesign must die
Segundo Louis Rosenfeld and Peter Morville, 
Arquitetura da informação é: 
2) A combinação de organização, labeling, busca e navegação para sistemas 
digitais
Segundo Louis Rosenfeld and Peter Morville, 
Arquitetura da informação é: 
3) A arte ou ciência de modelar 
produtos informacionais e 
experiências para apoiar usabilidade 
e encontrabilidade
Segundo Louis Rosenfeld and Peter Morville, 
Arquitetura da informação é: 
4) Uma disciplina emergente e comunidade de práticas focadas em 
trazer princípios de design e arquitetura para o cenário digital
Pessoas 
Cont exto 
Conteúdo
Arquitetura da 
Informação 
Engenharia de 
Software Design Gráfico 
Sociologia e 
Antropologia 
Ciência da 
informação 
Engenharia 
cognitiva 
Ciência da 
computação 
Psicologia 
organizacional Educação
Diagramas por Peter Morville http://prezi.com/aafmvya6bk7t/understanding-information-architecture/
Diagramas por Peter Morville http://prezi.com/aafmvya6bk7t/understanding-information-architecture/
cliente ≠ usuário ≠ designer 
diferentes objetivos, experiências e modelos-mentais
informação ≠ dados 
Não modelamos bancos de dados, modelamos informações. 
AI é para o frontend, não o backend. 
Dados são fatos e figuras.
Arquitetura da Informação 
Estruturar, organizar e etiquetar. 
Determinar os níveis corretos de granularidade para 
os átomos de informação e como relacioná-los
O conteúdo possui várias categorias possíveis. 
Altura? 
Formato? 
Peso? 
Cor?
Como organizar filmes? . 
locadora de DVDs e cafeteria Cinecittà / foto: tatianacaju@gmail.com
. Diretor 
locadora de DVDs e cafeteria Cinecittà / foto: tatianacaju@gmail.com
perfil do público: aficcionados 
locadora de DVDs e cafeteria Cinecittà / foto: tatianacaju@gmail.com
perfil do público: geral 
locadora de DVDs e cafeteria Cinecittà / foto: tatianacaju@gmail.com
Que critérios para organizar roupas?
Vamos vazer um inventário de conteúdo
casacos 
ca m is a s 
sociais 
chapéus 
ro u p a de cama 
trecos 
vestidos 
bolsas 
blazersblusas 
banho 
cu e ca s meias 
gravatas 
trecos 
malha be r m u d a 
sapatos 
ca lcin ha s 
sut iãs 
pijamas 
meias 
malhas 
shorts 
perfumes 
firula
Gavetas-menus
Gavetas-menus 
submenus submenus submenus
e numa loja, tem diferença?
localização dos produtos nas prateleiras 
refletem comportamento de compra
organizar sua gaveta de meias... 
...depende dos perfis de uso.
cauda longa.
categorizar vs ordenar
categorizar vs ordenar
Processo de AI
1. Colha informações sobre os usuários
Pesquisa é minerar dados 
e colher informações. 
‣ Avaliação do SAC, feedback, 
‣ Indicadores públicos (Scarface) 
‣ Benchmarking (direto e indireto) 
‣ Etnografia online, 
‣ Entrevistas, 
‣ Questionários, 
‣ Focus group 
‣ Análise métrica, 
‣ etc...
2. Crie personas, defina a focal, e crie cenários 
pala levantar suas user stories e requisitos 
(conteúdos e funcionalidades)
No Globo Repórter desta noite você vai ver… 
USUÁRIOS: 
Quem são? 
O que gostam e desgostam? 
Quais suas limitações? (restrito) 
E suas taras (aficcionado)?
3. Defina os metadados de seu conteúdo
plataforma para bandas independentes página da banda 
thumbnail 
integrantes 
nome 
instrumentos 
avatar 
email 
nascimento 
sobre (texto) 
atalhos 
facebook 
twitter 
orkut 
skype 
Se é produtor 
Se é administrador da página do artista 
agenda 
Título 
descrição 
entrada 
paga preço 
gratuita 
1kg de alimento 
não divulgado 
data 
hora 
nome da casa de show 
estado 
cidade 
endereco 
outras bandas 
flyer 
páginas 
release 
etc 
título
4. Documente a arquitetura com fluxos, 
protótipos e colha feedback
Abrir a pastinha do desktop

Arquitetura da Informação

  • 1.
    Marcello de CamposCardoso - www.mcardoso.com.br | www.latitude14.com.br | Arquitetura da Informação Marcello de Campos Cardoso www.mcardoso.com.br | www.latitude14.com.br mcardoso@latitude14.com.br #1
  • 2.
    Marcello de CamposCardoso - www.mcardoso.com.br | www.latitude14.com.br | Arquitetura da Informação cuidando da encontrabilidade do sistema
  • 3.
    Marcello de CamposCardoso - www.mcardoso.com.br | www.latitude14.com.br | Existem muitos caminhos, desafios e benefícios em um sistema
  • 4.
    Marcello de CamposCardoso - www.mcardoso.com.br | www.latitude14.com.br | Como pensam os usuários? (pacman) Que caminho percorrem? (maze) Quais os desafios? (ghosts)
  • 5.
    Marcello de CamposCardoso - www.mcardoso.com.br | www.latitude14.com.br | Problema Arquitetos não vivem na casa que projetam, e não estão prontos para entenderem as necessidades de longo tempo. Senso comum é uma boa ferramenta para sistemas simples, mas navegação intuível ocorre melhor quando projetada.
  • 6.
    Marcello de CamposCardoso - www.mcardoso.com.br | www.latitude14.com.br | 3 perguntas do explorador Estou no lugar certo? Aqui tem o que procuro? Como acesso esse conteúdo?
  • 7.
    Para entender encontrabilidadeem um sistema É bom entender primeiro o que é Engenharia Cognitiva
  • 8.
    Engenharia cognitiva Formalizadapor Donald Norman em 1986, é uma abordagem que reúne conhecimentos mistos de ciência cognitiva, psicologia cognitiva e fatores humanos ao design de interfaces.
  • 9.
    Engenharia cognitiva -conceitos básicos O designer cria um modelo de design, um modelo mental de como o sistema deve e comportar, baseado nos seu modelo de usuário e tarefa. Modelo de design implementado = Imagem do sistema O usuário real interage com a imagem do sistema e cria seu modelo mental da aplicação.
  • 11.
    Engenharia cognitiva -conceitos básicos A tarefa do designer é desenvolver o modelo de design de um sistema que se aproxime do modelo mental da aplicação do usuário real. A solução é que o designer entenda o usuário. Para isso Norman propõe a teoria da ação.
  • 13.
    O designer deverealizar as melhores escolhas para isso. deve escolher os padrões de interação, elementos e feedbacks mais adequados.
  • 14.
    Para AVALIAR seuma interface cumpre melhor este papel, pode usar algumas técnicas de INSPEÇÃO DE USABILIDADE.
  • 15.
    Mas para projetaruma interface adequada, deve planejar a ARQUITET URA DA INFORMAÇÃO.
  • 16.
    Arquitetura da Informação é o design estrutural de ambientes de informação compartilhada, abrangendo aspectos de organizar e etiquetar conteúdos e funcionalidades para apoiar a encontrabilidade e usabilidade destes ambientes.
  • 17.
    São aspectos importantesda AI 1. O levantamento do inventário de conteúdos e funcionalidades aderentes ao comportamento do usuário em um contexto de uso; 2.A organização, categorização e priorização dos itens de inventário 3.A definição de metadados, narrativas, casos de uso, estruturas de navegação (menus, filtros, ordenações) e busca.
  • 18.
    Escolhas de AIpodem ser redundantes e inconsistentes com padrões exatos, desde que reflitam o modelo mental do usuário.
  • 19.
    Segundo Louis Rosenfeldand Peter Morville, Arquitetura da informação é: 1) O design estrutural para ambientes de informação compartilhada Redesign must die
  • 20.
    Segundo Louis Rosenfeldand Peter Morville, Arquitetura da informação é: 2) A combinação de organização, labeling, busca e navegação para sistemas digitais
  • 21.
    Segundo Louis Rosenfeldand Peter Morville, Arquitetura da informação é: 3) A arte ou ciência de modelar produtos informacionais e experiências para apoiar usabilidade e encontrabilidade
  • 22.
    Segundo Louis Rosenfeldand Peter Morville, Arquitetura da informação é: 4) Uma disciplina emergente e comunidade de práticas focadas em trazer princípios de design e arquitetura para o cenário digital
  • 23.
  • 24.
    Arquitetura da Informação Engenharia de Software Design Gráfico Sociologia e Antropologia Ciência da informação Engenharia cognitiva Ciência da computação Psicologia organizacional Educação
  • 27.
    Diagramas por PeterMorville http://prezi.com/aafmvya6bk7t/understanding-information-architecture/
  • 28.
    Diagramas por PeterMorville http://prezi.com/aafmvya6bk7t/understanding-information-architecture/
  • 29.
    cliente ≠ usuário≠ designer diferentes objetivos, experiências e modelos-mentais
  • 30.
    informação ≠ dados Não modelamos bancos de dados, modelamos informações. AI é para o frontend, não o backend. Dados são fatos e figuras.
  • 31.
    Arquitetura da Informação Estruturar, organizar e etiquetar. Determinar os níveis corretos de granularidade para os átomos de informação e como relacioná-los
  • 32.
    O conteúdo possuivárias categorias possíveis. Altura? Formato? Peso? Cor?
  • 33.
    Como organizar filmes?. locadora de DVDs e cafeteria Cinecittà / foto: tatianacaju@gmail.com
  • 34.
    . Diretor locadorade DVDs e cafeteria Cinecittà / foto: tatianacaju@gmail.com
  • 35.
    perfil do público:aficcionados locadora de DVDs e cafeteria Cinecittà / foto: tatianacaju@gmail.com
  • 36.
    perfil do público:geral locadora de DVDs e cafeteria Cinecittà / foto: tatianacaju@gmail.com
  • 37.
    Que critérios paraorganizar roupas?
  • 38.
    Vamos vazer uminventário de conteúdo
  • 39.
    casacos ca mis a s sociais chapéus ro u p a de cama trecos vestidos bolsas blazersblusas banho cu e ca s meias gravatas trecos malha be r m u d a sapatos ca lcin ha s sut iãs pijamas meias malhas shorts perfumes firula
  • 40.
  • 41.
  • 42.
    e numa loja,tem diferença?
  • 43.
    localização dos produtosnas prateleiras refletem comportamento de compra
  • 44.
    organizar sua gavetade meias... ...depende dos perfis de uso.
  • 45.
  • 46.
  • 47.
  • 48.
  • 49.
    1. Colha informaçõessobre os usuários
  • 50.
    Pesquisa é minerardados e colher informações. ‣ Avaliação do SAC, feedback, ‣ Indicadores públicos (Scarface) ‣ Benchmarking (direto e indireto) ‣ Etnografia online, ‣ Entrevistas, ‣ Questionários, ‣ Focus group ‣ Análise métrica, ‣ etc...
  • 51.
    2. Crie personas,defina a focal, e crie cenários pala levantar suas user stories e requisitos (conteúdos e funcionalidades)
  • 52.
    No Globo Repórterdesta noite você vai ver… USUÁRIOS: Quem são? O que gostam e desgostam? Quais suas limitações? (restrito) E suas taras (aficcionado)?
  • 53.
    3. Defina osmetadados de seu conteúdo
  • 55.
    plataforma para bandasindependentes página da banda thumbnail integrantes nome instrumentos avatar email nascimento sobre (texto) atalhos facebook twitter orkut skype Se é produtor Se é administrador da página do artista agenda Título descrição entrada paga preço gratuita 1kg de alimento não divulgado data hora nome da casa de show estado cidade endereco outras bandas flyer páginas release etc título
  • 56.
    4. Documente aarquitetura com fluxos, protótipos e colha feedback
  • 57.
    Abrir a pastinhado desktop