Testes de Usabilidade / Marcello Cardoso




                      Perguntando a especialistas
             As 10 Heurísticas de Nielsen

                                        Teste e Qualidade de Software
                                        Teste de Usabilidade
                                        Marcello de Campos Cardoso | www.mcardoso.com.br | mcardoso@gmail.com

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                                                     Plano de curso
     1ª       Apresentação da disciplina e introdução à Testes de Usabilidade                   -
     2ª       Metas e princípios de design - Avaliação estratégica                           10pts

     3ª       Perguntando aos usuários: Questionários e entrevistas                          15pts

     4ª       Perguntando a especialistas: As 10 heurísticas de Nielsen                      15pts

     5ª       Avaliando tarefas do sistema com Percurso Cognitivo (PC)                       15pts

     6ª       Método de Inspeção Semiótica (MIS)                                             15pts

     7ª       Observando a experiência: Testes de usabilidade (roteiro)                      15pts

     8ª       Observando a experiência: Testes de usabilidade (aplicação)                    15pts




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                      Análise Heurística
                      as 10 heurísticas de Jakob Nielsen


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                                  Ciclo de vida do produto
                      Story
        rking         mapping               Análise Heurística
    chma
 Ben




                                       to
              jam isa
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                                                     o
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                                 lvim




                                               lida
         pla pes




                               vo
                            sen




                                             va
                          de


Etnograf                       Prototipação
          ia
  digital
                         Personas
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                                    Onde aplicar?
          definição do backlog
                                   Reunião diária



                                                                   Produto
               Backlog do       Backlog do                      potencialmente
                produto           sprint                         “entregável”




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                      Análise Heurística
                      as 10 heurísticas de Jakob Nielsen


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                      Análise Heurística
                      as 10 heurísticas de Jakob Nielsen


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    Definição
    “Análise Heurística (Nielsen and Molich, 1990; Nielsen 1994) é um método
    de engenharia de usabilidade para encontrar os erros de usabilidade em
    uma interface para que sejam corrigidos em um processo de
    desenvolvimento iterativo.


    Envolve um pequeno grupo de avaliadores para examinar a
    interface e avaliá-la de acordo com princípios de usabilidade
    reconhecidos (as heurísticas).” - Nielsen



     Molich, R., and Nielsen, J. (1990). Improving a human-computer dialogue, Communications of the ACM 33, 3 (March).
     Nielsen, J., and Molich, R. (1990). Heuristic evaluation of user interfaces, Proc. ACM CHI'90 Conf.
     Nielsen, J. (1994a). Enhancing the explanatory power of usability heuristics. Proc. ACM CHI'94 Conf.
     Nielsen, J. (1994b). Heuristic evaluation. In Nielsen, J., and Mack, R.L. (Eds.), Usability Inspection Methods, John Wiley & Sons, New York, NY.




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                     =
         Heurísticas ~ Metas de usabilidade
        Metas são princípios generalistas que norteiam o desenvolvimento
        Heurísticas são diretrizes técnicas para a avaliação de interfaces


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                                     J akob Nielsen
                                                                       lsen se
                                            cam po da usabilidade, Nie
                      O principal nome no                                    ágeis desde
                                              em me   todologias baratas e
                      popularizou por focar
                      os anos 90.
                                                                          s para
                                              ar pe squisas quantitativa
                       É conhecido por realiz
                                                   ertas.
                       fund amentar suas descob
                                                                                   urística.
                                             nhecida e difu  ndida é a análise he
                       Sua prática mais co




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    Origem                (1990)
    As heurísticas originais surgiram da análise de   249 problemas, identificados a
    partir de avaliações realizadas por especialistas em 11   projetos.

       ✓ 4 avaliados durante a fase inicial do ciclo de vida

       ✓ 7 avaliados em uma fase avançada;




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       Como fazer?
       1º passo: Briefing
              • Os avaliadores discutem os critérios da avaliação como tarefas por exemplo
       2º passo: Avaliação (cerca de 2h)
              • Independente
              • Double check - 1 para fluxo e tarefas e outro para interface e elementos
       3º passo: Reunião de resultados e relatório
              • Discutir problemas
              • Priorizá-los
              • Elaborar recomendações e soluções



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       Como fazer?
       1º passo: Briefing
              • Os avaliadores discutem os critérios da avaliação como tarefas por exemplo
       2º passo: Avaliação (cerca de 2h)
              • Independente
              • Double check - 1 para fluxo e tarefas e outro para interface e elementos
       3º passo: Reunião de resultados e relatório
              • Discutir problemas
              • Priorizá-los
              • Elaborar recomendações e soluções



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       Como fazer?
       1º passo: Briefing
              • Os avaliadores discutem os critérios da avaliação como tarefas por exemplo
       2º passo: Avaliação (cerca de 2h)
              • Independente
              • Double check - 1 para fluxo e tarefas e outro para interface e elementos
       3º passo: Reunião de resultados e relatório
              • Discutir problemas
              • Priorizá-los
              • Elaborar recomendações e soluções



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                                   1




                             2




                      3
                             3




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     Análise Heurística
                           vs
                      Testes com usuários

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       Diferenças
        Análise Heurística - preditiva
        Baseada na experiência/expectativas do especialista




                                                                 Testes com usuários - empírica
                                                              Baseada na observação do comportamento



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    Semelhanças
     São técnicas analíticas, não gerativas (ideação) como Story Mapping ou Card Sorting.




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       10 Heurísticas de Jakob Nielsen
       1. Visibilidade do status do sistema (feedback)
       2. Compatibilidade do sistema com o mundo real (affordance)
       3. Controle do usuário e liberdade
       4. Consistência e padrões
       5. Prevenção de erros
       6. Reconhecer em vez de relembrar
       7. Flexibilidade e eficiência no uso
       8. Estética e design minimalista
       9. Ajudar os usuários a reconhecer, diagnosticar e corrigir erros
       10. Ajuda e documentação



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        1. Visibilidade do status do sistema (feedback)
                 O sistema deve informar continuamente e apropriadamente ao
                   usuário sobre o que ele está fazendo, em tempo razoável.




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        1. Visibilidade do status do sistema (feedback)




         Vou fazer um café...



       Mais fácil de entender.

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        1. Visibilidade do status do sistema (feedback)




                       LOG deixa tudo mais claro.




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        1. Visibilidade do status do sistema (feedback)




                                                                !
                                                        th e fly
                                                 On




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        1. Visibilidade do status do sistema (feedback)




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        2. Compatibilidade do sistema com o mundo real
                  A terminologia e os elementos de interface devem ser baseados
                 na linguagem do usuário, não do sistema. As informações devem
                       ser organizadas conforme o modelo mental do usuário.




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        2. Compatibilidade do sistema com o mundo real




                                                      What?




Friday, March 2, 12
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        2. Compatibilidade do sistema com o mundo real


                                                         What?

  Cool!!



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        2. Compatibilidade do sistema com o mundo real




                                                      What?



Friday, March 2, 12
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        2. Compatibilidade do sistema com o mundo real


                                      Cadê a busca?




Friday, March 2, 12
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        2. Compatibilidade do sistema com o mundo real




                                     What?
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        2. Compatibilidade do sistema com o mundo real




                                                      What?
Friday, March 2, 12
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        2. Compatibilidade do sistema com o mundo real




                                             What?
Friday, March 2, 12       sequência de uso
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        2. Compatibilidade do sistema com o mundo real




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                3. Controle do usuário e liberdade
                 O usuário controla o sistema. Ele pode, por exemplo, abortar uma
                  tarefa ou desfazer uma operação e retornar ao estado anterior.




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                      3. Controle do usuário e liberdade




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                      3. Controle do usuário e liberdade




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                      3. Controle do usuário e liberdade




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                      3. Controle do usuário e liberdade




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                      3. Controle do usuário e liberdade




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                      3. Controle do usuário e liberdade




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                      4. Consistência e padrões
               Um comando, ação ou elemento de interface deve ter sempre o mesmo
                                      efeito e aparência.
             A mesma operação deve ser apresentada na mesma localização e deve ser
             formatada/apresentada da mesma maneira para facilitar o reconhecimento.




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                      4. Consistência e padrões




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                      4. Consistência e padrões




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                      4. Consistência e padrões




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                           5. Prevenção de erros
                                   Evitar situações de erro.
             Conhecer as situações que mais provocam erros e modificar a interface
                               para que estes erros não ocorram




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                      5. Prevenção de erros




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                      5. Prevenção de erros




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                      5. Prevenção de erros




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                      5. Prevenção de erros




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                      5. Prevenção de erros




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                      5. Prevenção de erros




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                      6. Reconhecer em vez de relembrar
             O sistema deve mostrar os elementos de diálogo e permitir que o usuário
            faça suas escolhas, sem a necessidade de lembrar um comando específico.




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                      6. Reconhecer em vez de relembrar




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                      6. Reconhecer em vez de relembrar




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                      6. Reconhecer em vez de relembrar




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                      6. Reconhecer em vez de relembrar




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                      6. Reconhecer em vez de relembrar




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                      7. Flexibilidade e eficiência no uso
             Para usuários experientes executarem as operações mais rapidamente.
             Abreviações, teclas de função, duplo clique no mouse, função de volta
                                    em sistemas hipertexto.
              Atalhos também servem para recuperar informações que estão numa
               profundidade na árvore navegacional a partir da interface principal.




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                      7. Flexibilidade e eficiência no uso




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                      7. Flexibilidade e eficiência no uso




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                      7. Flexibilidade e eficiência no uso




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Testes de Usabilidade / Marcello Cardoso



                      7. Flexibilidade e eficiência no uso




Friday, March 2, 12        sequência de uso
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                      8. Estética e design minimalista
             Deve-se apresentar exatamente a informação que o usuário precisa no
                              momento, nem mais nem menos.
            A seqüência da interação e o acesso aos objetos e operações devem ser
               compatíveis com o modo pelo qual o usuário realiza suas tarefas.




Friday, March 2, 12
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                      8. Estética e design minimalista




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                      8. Estética e design minimalista




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                      8. Estética e design minimalista




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    9. Ajudar a reconhecer, diagnosticar e corrigir erros
                                  Linguagem clara e sem códigos.
                      Devem ajudar o usuário a entender e resolver o problema.
                              Não devem culpar ou intimidar o usuário.




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      9. Ajudar a reconhecer, diagnosticar e corrigir erros




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      9. Ajudar a reconhecer, diagnosticar e corrigir erros




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      9. Ajudar a reconhecer, diagnosticar e corrigir erros




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                           10. Ajuda e documentação
                O ideal é que um software seja tão fácil de usar (intuitivo) que não
                               necessite de ajuda ou documentação.
                 Se for necessária a ajuda deve estar facilmente acessível on-line.




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                      10. Ajuda e documentação




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                      10. Ajuda e documentação




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                      10. Ajuda e documentação




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                      10. Ajuda e documentação




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                      10. Ajuda e documentação




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                      10. Ajuda e documentação




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       Vantagens
       1. Avaliação de Usabilidade de barata, não precisa de laboratórios ou equipamento

       2. Ágil: Um dia ou menos para aplicar

       3. Pode ser aplicada em qualquer estágio do projeto, incluindo protótipos precoces.

       4. Treinamento simples: Pode ser ensinada em poucas horas (para especialistas)




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       Considerações: número de avaliadores
       Alguns problemas apenas são descobertos por perfis diferentes de avaliadores.




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       Considerações: número de avaliadores
       5 avaliadores encontramos quase 75% dos problemas de usabilidade.
       3 avaliadores fornecem quase 65% de descobertas
       1 avaliador descobre em média 35%




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       Considerações: número de avaliadores
             O número excessivo de avaliadores traz pouco retorno de investimento.




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       Considerações: número de avaliadores
       A avaliação solo é conhecida como Expert review, Expert crit ou
       Discount evaluation.
       É uma prática comum de mercado.




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       Considerações: experiência do avaliador
       A qualidade da avaliação depende da compreensão correta das Heurísticas
       Aplicá-las exercita as boas práticas de usabilidade, para o desenvolvedor




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          Heurísticas para websites (Nielsen, 1999)
        H igh-quality content (conteúdo de alta qualidade)
        O ften updated (freqüentemente atualizado)
        M inimal download time (tempo mínimo de download)
        E ase of use (facilidade de uso)
        R elevante to user’s needs (relevante para as necessidades dos usuários)
        U nique to the online médium (somente para o meio online)
        N etcentric corporate culture (cultura corporativa centrada na rede)




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          Métricas RA na direção automotiva
        1. O sistema deve sinalizar os diversos obstáculos no caminho aumentando
           seu contraste (buracos, quebra-molas, transeuntes, etc.);

        2. Sinais de trânsito e informações complementares devem ser identificados e
           exibidos em destaque na área à direita do pára-brisa. O objetivo é oferecer
           subsídios para o motorista sem comprometer sua atenção primária.

        3. A linguagem deve ser universal e de fácil compreensão.

        4. O sistema deve ser configurável. Usuários com capacidades cognitivas
           diferentes devem possuir ferramentas para configurá-lo à sua maneira.




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       Heurísticas emocionais para jogos
       (Eva de Lera e Muriel Garreta-Domingo)

        1. Franzir a sobrancelha - Concentração, antipatia ou falta de clareza
        2. Levantar as sobrancelhas - Insegurança, incredulidade, surpresa ou exasperação
        3. Desviar o olhar - Desapontamento, fracasso, culpa, vergonha ou submissão
        4. Sorrir - Satisfação ou alegria
        5. Apertar os lábios - Frustração, confusão, ansiedade, nervosismo ou preocupações
        6. Mover a boca - Desorientação ou insegurança
        7. Expressar-se verbalmente (tosses, suspiros, bocejos e etc.) - Frustração ou decepção
        8. Tocar o rosto com as mãos - Confusão, incerteza ou cansaço
        9. Reclinar-se para trás - Rejeição
        10. Inclinar o corpo para frente - Depressão, frustração ou atenção




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                                    TO DO                              DONE



                        ts)
         Exercício (15p                                  avaliar
                                              m a para
                                     ou siste
                    er   um site
          1) Escolh                     valiação
                     ir esc o p o da a
           2) Defin                                planilha
                                       ente com
                           dividualm
            3)  Avaliar in                  resultad
                                                     os
                          para    discutir                  ppt para
               ) Reunir                          ados em
             4                         de result
                       r  relatório
              5) Gera                    ue vem
                         ar s  ábado q
               apresent




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Testes de Usabilidade / Marcello Cardoso




                               igad o!
                      o br
                        Este arquivo contém a apresentação realizada por Marcello de
                        Campos Cardoso, em Março de 2012, para a disciplina Teste de
                        Usabilidade ministrada no curso de especialização Teste e
                        Qualidade de software, no Centro Universitário UNA.




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Una - Testes de usabilidade - aula 04

  • 1.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso Perguntando a especialistas As 10 Heurísticas de Nielsen Teste e Qualidade de Software Teste de Usabilidade Marcello de Campos Cardoso | www.mcardoso.com.br | mcardoso@gmail.com Friday, March 2, 12
  • 2.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso Plano de curso 1ª Apresentação da disciplina e introdução à Testes de Usabilidade - 2ª Metas e princípios de design - Avaliação estratégica 10pts 3ª Perguntando aos usuários: Questionários e entrevistas 15pts 4ª Perguntando a especialistas: As 10 heurísticas de Nielsen 15pts 5ª Avaliando tarefas do sistema com Percurso Cognitivo (PC) 15pts 6ª Método de Inspeção Semiótica (MIS) 15pts 7ª Observando a experiência: Testes de usabilidade (roteiro) 15pts 8ª Observando a experiência: Testes de usabilidade (aplicação) 15pts Friday, March 2, 12
  • 3.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso Análise Heurística as 10 heurísticas de Jakob Nielsen Friday, March 2, 12
  • 4.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso Ciclo de vida do produto Story rking mapping Análise Heurística chma Ben to jam isa to en o ne qu çã en lvim lida pla pes vo sen va de Etnograf Prototipação ia digital Personas Friday, March 2, 12
  • 5.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso Onde aplicar? definição do backlog Reunião diária Produto Backlog do Backlog do potencialmente produto sprint “entregável” Friday, March 2, 12
  • 6.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso Análise Heurística as 10 heurísticas de Jakob Nielsen Friday, March 2, 12
  • 7.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso Análise Heurística as 10 heurísticas de Jakob Nielsen Friday, March 2, 12
  • 8.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso Definição “Análise Heurística (Nielsen and Molich, 1990; Nielsen 1994) é um método de engenharia de usabilidade para encontrar os erros de usabilidade em uma interface para que sejam corrigidos em um processo de desenvolvimento iterativo. Envolve um pequeno grupo de avaliadores para examinar a interface e avaliá-la de acordo com princípios de usabilidade reconhecidos (as heurísticas).” - Nielsen Molich, R., and Nielsen, J. (1990). Improving a human-computer dialogue, Communications of the ACM 33, 3 (March). Nielsen, J., and Molich, R. (1990). Heuristic evaluation of user interfaces, Proc. ACM CHI'90 Conf. Nielsen, J. (1994a). Enhancing the explanatory power of usability heuristics. Proc. ACM CHI'94 Conf. Nielsen, J. (1994b). Heuristic evaluation. In Nielsen, J., and Mack, R.L. (Eds.), Usability Inspection Methods, John Wiley & Sons, New York, NY. Friday, March 2, 12
  • 9.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso = Heurísticas ~ Metas de usabilidade Metas são princípios generalistas que norteiam o desenvolvimento Heurísticas são diretrizes técnicas para a avaliação de interfaces Friday, March 2, 12
  • 10.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso J akob Nielsen lsen se cam po da usabilidade, Nie O principal nome no ágeis desde em me todologias baratas e popularizou por focar os anos 90. s para ar pe squisas quantitativa É conhecido por realiz ertas. fund amentar suas descob urística. nhecida e difu ndida é a análise he Sua prática mais co Friday, March 2, 12
  • 11.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso Origem (1990) As heurísticas originais surgiram da análise de 249 problemas, identificados a partir de avaliações realizadas por especialistas em 11 projetos. ✓ 4 avaliados durante a fase inicial do ciclo de vida ✓ 7 avaliados em uma fase avançada; Friday, March 2, 12
  • 12.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso Como fazer? 1º passo: Briefing • Os avaliadores discutem os critérios da avaliação como tarefas por exemplo 2º passo: Avaliação (cerca de 2h) • Independente • Double check - 1 para fluxo e tarefas e outro para interface e elementos 3º passo: Reunião de resultados e relatório • Discutir problemas • Priorizá-los • Elaborar recomendações e soluções Friday, March 2, 12
  • 13.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso Como fazer? 1º passo: Briefing • Os avaliadores discutem os critérios da avaliação como tarefas por exemplo 2º passo: Avaliação (cerca de 2h) • Independente • Double check - 1 para fluxo e tarefas e outro para interface e elementos 3º passo: Reunião de resultados e relatório • Discutir problemas • Priorizá-los • Elaborar recomendações e soluções Friday, March 2, 12
  • 14.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso Como fazer? 1º passo: Briefing • Os avaliadores discutem os critérios da avaliação como tarefas por exemplo 2º passo: Avaliação (cerca de 2h) • Independente • Double check - 1 para fluxo e tarefas e outro para interface e elementos 3º passo: Reunião de resultados e relatório • Discutir problemas • Priorizá-los • Elaborar recomendações e soluções Friday, March 2, 12
  • 15.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso Friday, March 2, 12
  • 16.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 1 2 3 3 Friday, March 2, 12
  • 17.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso Friday, March 2, 12
  • 18.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso Análise Heurística vs Testes com usuários Friday, March 2, 12
  • 19.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso Diferenças Análise Heurística - preditiva Baseada na experiência/expectativas do especialista Testes com usuários - empírica Baseada na observação do comportamento Friday, March 2, 12
  • 20.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso Semelhanças São técnicas analíticas, não gerativas (ideação) como Story Mapping ou Card Sorting. Friday, March 2, 12
  • 21.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 10 Heurísticas de Jakob Nielsen 1. Visibilidade do status do sistema (feedback) 2. Compatibilidade do sistema com o mundo real (affordance) 3. Controle do usuário e liberdade 4. Consistência e padrões 5. Prevenção de erros 6. Reconhecer em vez de relembrar 7. Flexibilidade e eficiência no uso 8. Estética e design minimalista 9. Ajudar os usuários a reconhecer, diagnosticar e corrigir erros 10. Ajuda e documentação Friday, March 2, 12
  • 22.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 1. Visibilidade do status do sistema (feedback) O sistema deve informar continuamente e apropriadamente ao usuário sobre o que ele está fazendo, em tempo razoável. Friday, March 2, 12
  • 23.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 1. Visibilidade do status do sistema (feedback) Vou fazer um café... Mais fácil de entender. Friday, March 2, 12
  • 24.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 1. Visibilidade do status do sistema (feedback) LOG deixa tudo mais claro. Friday, March 2, 12
  • 25.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 1. Visibilidade do status do sistema (feedback) ! th e fly On Friday, March 2, 12
  • 26.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 1. Visibilidade do status do sistema (feedback) Friday, March 2, 12
  • 27.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 2. Compatibilidade do sistema com o mundo real A terminologia e os elementos de interface devem ser baseados na linguagem do usuário, não do sistema. As informações devem ser organizadas conforme o modelo mental do usuário. Friday, March 2, 12
  • 28.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 2. Compatibilidade do sistema com o mundo real What? Friday, March 2, 12
  • 29.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 2. Compatibilidade do sistema com o mundo real What? Cool!! Friday, March 2, 12
  • 30.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 2. Compatibilidade do sistema com o mundo real What? Friday, March 2, 12
  • 31.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 2. Compatibilidade do sistema com o mundo real Cadê a busca? Friday, March 2, 12
  • 32.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 2. Compatibilidade do sistema com o mundo real What? Friday, March 2, 12
  • 33.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 2. Compatibilidade do sistema com o mundo real What? Friday, March 2, 12
  • 34.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 2. Compatibilidade do sistema com o mundo real What? Friday, March 2, 12 sequência de uso
  • 35.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 2. Compatibilidade do sistema com o mundo real Friday, March 2, 12
  • 36.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 3. Controle do usuário e liberdade O usuário controla o sistema. Ele pode, por exemplo, abortar uma tarefa ou desfazer uma operação e retornar ao estado anterior. Friday, March 2, 12
  • 37.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 3. Controle do usuário e liberdade Friday, March 2, 12
  • 38.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 3. Controle do usuário e liberdade Friday, March 2, 12
  • 39.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 3. Controle do usuário e liberdade Friday, March 2, 12
  • 40.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 3. Controle do usuário e liberdade Friday, March 2, 12
  • 41.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 3. Controle do usuário e liberdade Friday, March 2, 12
  • 42.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 3. Controle do usuário e liberdade Friday, March 2, 12
  • 43.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 4. Consistência e padrões Um comando, ação ou elemento de interface deve ter sempre o mesmo efeito e aparência. A mesma operação deve ser apresentada na mesma localização e deve ser formatada/apresentada da mesma maneira para facilitar o reconhecimento. Friday, March 2, 12
  • 44.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 4. Consistência e padrões Friday, March 2, 12
  • 45.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 4. Consistência e padrões Friday, March 2, 12
  • 46.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 4. Consistência e padrões Friday, March 2, 12
  • 47.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 5. Prevenção de erros Evitar situações de erro. Conhecer as situações que mais provocam erros e modificar a interface para que estes erros não ocorram Friday, March 2, 12
  • 48.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 5. Prevenção de erros Friday, March 2, 12
  • 49.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 5. Prevenção de erros Friday, March 2, 12
  • 50.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 5. Prevenção de erros Friday, March 2, 12
  • 51.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 5. Prevenção de erros Friday, March 2, 12
  • 52.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 5. Prevenção de erros Friday, March 2, 12
  • 53.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 5. Prevenção de erros Friday, March 2, 12
  • 54.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 6. Reconhecer em vez de relembrar O sistema deve mostrar os elementos de diálogo e permitir que o usuário faça suas escolhas, sem a necessidade de lembrar um comando específico. Friday, March 2, 12
  • 55.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 6. Reconhecer em vez de relembrar Friday, March 2, 12
  • 56.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 6. Reconhecer em vez de relembrar Friday, March 2, 12
  • 57.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 6. Reconhecer em vez de relembrar Friday, March 2, 12
  • 58.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 6. Reconhecer em vez de relembrar Friday, March 2, 12
  • 59.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 6. Reconhecer em vez de relembrar Friday, March 2, 12
  • 60.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 7. Flexibilidade e eficiência no uso Para usuários experientes executarem as operações mais rapidamente. Abreviações, teclas de função, duplo clique no mouse, função de volta em sistemas hipertexto. Atalhos também servem para recuperar informações que estão numa profundidade na árvore navegacional a partir da interface principal. Friday, March 2, 12
  • 61.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 7. Flexibilidade e eficiência no uso Friday, March 2, 12
  • 62.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 7. Flexibilidade e eficiência no uso Friday, March 2, 12
  • 63.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 7. Flexibilidade e eficiência no uso Friday, March 2, 12
  • 64.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 7. Flexibilidade e eficiência no uso Friday, March 2, 12 sequência de uso
  • 65.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 8. Estética e design minimalista Deve-se apresentar exatamente a informação que o usuário precisa no momento, nem mais nem menos. A seqüência da interação e o acesso aos objetos e operações devem ser compatíveis com o modo pelo qual o usuário realiza suas tarefas. Friday, March 2, 12
  • 66.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 8. Estética e design minimalista Friday, March 2, 12
  • 67.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 8. Estética e design minimalista Friday, March 2, 12
  • 68.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 8. Estética e design minimalista Friday, March 2, 12
  • 69.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 9. Ajudar a reconhecer, diagnosticar e corrigir erros Linguagem clara e sem códigos. Devem ajudar o usuário a entender e resolver o problema. Não devem culpar ou intimidar o usuário. Friday, March 2, 12
  • 70.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 9. Ajudar a reconhecer, diagnosticar e corrigir erros Friday, March 2, 12
  • 71.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 9. Ajudar a reconhecer, diagnosticar e corrigir erros Friday, March 2, 12
  • 72.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 9. Ajudar a reconhecer, diagnosticar e corrigir erros Friday, March 2, 12
  • 73.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 10. Ajuda e documentação O ideal é que um software seja tão fácil de usar (intuitivo) que não necessite de ajuda ou documentação. Se for necessária a ajuda deve estar facilmente acessível on-line. Friday, March 2, 12
  • 74.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 10. Ajuda e documentação Friday, March 2, 12
  • 75.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 10. Ajuda e documentação Friday, March 2, 12
  • 76.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 10. Ajuda e documentação Friday, March 2, 12
  • 77.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 10. Ajuda e documentação Friday, March 2, 12
  • 78.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 10. Ajuda e documentação Friday, March 2, 12
  • 79.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso 10. Ajuda e documentação Friday, March 2, 12
  • 80.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso Vantagens 1. Avaliação de Usabilidade de barata, não precisa de laboratórios ou equipamento 2. Ágil: Um dia ou menos para aplicar 3. Pode ser aplicada em qualquer estágio do projeto, incluindo protótipos precoces. 4. Treinamento simples: Pode ser ensinada em poucas horas (para especialistas) Friday, March 2, 12
  • 81.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso Considerações: número de avaliadores Alguns problemas apenas são descobertos por perfis diferentes de avaliadores. Friday, March 2, 12
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    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso Considerações: número de avaliadores 5 avaliadores encontramos quase 75% dos problemas de usabilidade. 3 avaliadores fornecem quase 65% de descobertas 1 avaliador descobre em média 35% Friday, March 2, 12
  • 83.
    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso Considerações: número de avaliadores O número excessivo de avaliadores traz pouco retorno de investimento. Friday, March 2, 12
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    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso Considerações: número de avaliadores A avaliação solo é conhecida como Expert review, Expert crit ou Discount evaluation. É uma prática comum de mercado. Friday, March 2, 12
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    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso Considerações: experiência do avaliador A qualidade da avaliação depende da compreensão correta das Heurísticas Aplicá-las exercita as boas práticas de usabilidade, para o desenvolvedor Friday, March 2, 12
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    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso Heurísticas para websites (Nielsen, 1999) H igh-quality content (conteúdo de alta qualidade) O ften updated (freqüentemente atualizado) M inimal download time (tempo mínimo de download) E ase of use (facilidade de uso) R elevante to user’s needs (relevante para as necessidades dos usuários) U nique to the online médium (somente para o meio online) N etcentric corporate culture (cultura corporativa centrada na rede) Friday, March 2, 12
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    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso Métricas RA na direção automotiva 1. O sistema deve sinalizar os diversos obstáculos no caminho aumentando seu contraste (buracos, quebra-molas, transeuntes, etc.); 2. Sinais de trânsito e informações complementares devem ser identificados e exibidos em destaque na área à direita do pára-brisa. O objetivo é oferecer subsídios para o motorista sem comprometer sua atenção primária. 3. A linguagem deve ser universal e de fácil compreensão. 4. O sistema deve ser configurável. Usuários com capacidades cognitivas diferentes devem possuir ferramentas para configurá-lo à sua maneira. Friday, March 2, 12
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    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso Heurísticas emocionais para jogos (Eva de Lera e Muriel Garreta-Domingo) 1. Franzir a sobrancelha - Concentração, antipatia ou falta de clareza 2. Levantar as sobrancelhas - Insegurança, incredulidade, surpresa ou exasperação 3. Desviar o olhar - Desapontamento, fracasso, culpa, vergonha ou submissão 4. Sorrir - Satisfação ou alegria 5. Apertar os lábios - Frustração, confusão, ansiedade, nervosismo ou preocupações 6. Mover a boca - Desorientação ou insegurança 7. Expressar-se verbalmente (tosses, suspiros, bocejos e etc.) - Frustração ou decepção 8. Tocar o rosto com as mãos - Confusão, incerteza ou cansaço 9. Reclinar-se para trás - Rejeição 10. Inclinar o corpo para frente - Depressão, frustração ou atenção Friday, March 2, 12
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    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso TO DO DONE ts) Exercício (15p avaliar m a para ou siste er um site 1) Escolh valiação ir esc o p o da a 2) Defin planilha ente com dividualm 3) Avaliar in resultad os para discutir ppt para ) Reunir ados em 4 de result r relatório 5) Gera ue vem ar s ábado q apresent Friday, March 2, 12
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    Testes de Usabilidade/ Marcello Cardoso igad o! o br Este arquivo contém a apresentação realizada por Marcello de Campos Cardoso, em Março de 2012, para a disciplina Teste de Usabilidade ministrada no curso de especialização Teste e Qualidade de software, no Centro Universitário UNA. Friday, March 2, 12