SlideShare uma empresa Scribd logo
Validando o MVP
dia 1
Franco Gomes dos Santos
AGENDA
Identificação de Personas
• Especificação do Propósito
da Empresa
• Identificar Valor
• Identificar como o problema
auxiliará os usuários
• Proposta de Valor
• Mapa de Empatia
40min
Definição de Cenários
• Definição como e quando a
solução é ofertada
• Storyboard,
• Fluxo de Atividades
50min
Identidade Visual Fernanda Talk 30min
Técnica de Coleta • Tipos de Coletas de Dados • Brainstorm, Focal, etc... 30min
Técnica de Análise • Definição dos Requisitos • Devo /Posso? 50min
Definições de Informações • Arquitetura da Informação • Princípios da Arquitetura da
Informação
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Definições de Atividades • WorkFlow 30min
Metas de Usabilidade x Metas
de UX
• O que é usabilidade
• O que é UX
• Quais são suas metas
• Normas
• Recomendações
30min
Princípios de Design
• Princípios de Design
• Ergonomia
• Tipos de Interação
• Protótipos
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120min
1
2
Tópico Atividade Técnica Duração
Por que?
Requisitos Não funcionais:
“....Desempenho, usabilidade, confiabilidade,
segurança, disponibilidade, manutenibilidade e
tecnologias envolvidas...”
Restrições a Requisitos Funcionais
Clientes não precisam explicita-los, pois são características
de um Software com de qualidade
Ian Sommerville(2007)
Por que?
Etapa mais difícil e crítica:
“o levantamento das necessidades dos usuários”
Fornece Elementos BASE para o projeto de
desenvolvimento de aplicaçãoRoger Pressman(2005)
Por que?
Don Norman (2008)
3 NÍVEIS DO APELO DE DESING DE NORMAN3 NÍVEIS DO APELO DE DESING DE NORMAN
Por que?
Fonte: Meetup - Kwaba 19/abr/17
Por que?
Fonte: Meetup - Kwaba 19/abr/17
project_sw.jpg
The Elements of User Experience
JESSE JAMES GARRET,2004
Antes de tudo
Planejamento
• Por que estamos fazendo isto?Por que estamos fazendo isto?
• Para quem estamos fazendo?Para quem estamos fazendo?
• Qual o valor que estamos entregando?Qual o valor que estamos entregando?
• Como podemos medir o sucesso/entrega do valor?Como podemos medir o sucesso/entrega do valor?
• O que realmente podemos fazer?O que realmente podemos fazer?
Antes de tudo
Vale a pena fazer?
O que nos estamos criando?
Qual valor isto oferece??
Antes de tudo
Quem são?
O que eles pensam?
O que eles esperam?
Pq estas coisas tem valor para eles?
Quais são as expectativas de
Quem consome nossa solução?
CLIENTES
IDENFICAÇÃO DE PERSONAS
Xtensio.com
IDENFICAÇÃO DE PERSONAS
IDENFICAÇÃO DE PERSONAS
1. Recolha de dados. Na primeira etapa, você coleciona tanta informação e conhecimento sobre seus usuários quanto possível. Os
dados podem vir de muitas fontes diferentes, mesmo de conhecimento pré-existente na organização. Um bom ponto de partida é a
pesquisa do usuário para obter informações sobre seus usuários.
2. Hipótese. Com base nos dados coletados na primeira etapa, você cria um rascunho geral dos vários tipos de usuários, incluindo em
que maneiras os usuários diferem um do outro.
3. Descrição dos cenários. Você cria cenários que descrevem soluções; Possíveis situações que podem desencadear o uso do produto.
Os cenários serão usados para melhor imaginar a interação do usuário com o produto. A história sobre como o personagem usará o​​
produto é o objetivo final das pessoas.
4. Descrição das pessoas. Preparação de uma breve descrição do usuário típico, atendendo às necessidades, motivações, aspirações e
valores dos usuários. É muito importante que você adicione à narração um dos cenários criados no passo anterior. O objetivo final
nesta fase é gerar uma narração que cria um vínculo empático entre a pessoa imaginada e o leitor.
5. Seleção de 3-6 pessoas. O número ideal de pessoas é limitado (muitos e você começará a perder a conta de quem é quem). Nesta
fase, escolha 3-6 descrições que são as mais representativas de seus usuários típicos. Selecionar um número limitado de pessoas
permite que você fique mais focado durante o projeto do produto.
6. Disseminação de pessoas. É importante que pessoas definidas durante o processo sejam compartilhadas com toda a equipe do
projeto para fornecer uma compreensão compartilhada de seus usuários / clientes
IDENFICAÇÃO DE PERSONAS
IDENFICAÇÃO DE PERSONAS
Definção de cenários
Story
boards
https://www.storyboardthat.com/pt/storyboard-criador
Definção de cenários
Definção de cenários
Talk Fernanda
Requisitos
• “...Estabelecerrequisitos também não implica simplesmente
escreveruma lista de desejos das características
pretendidas…”(JenniferPreece, Design de Interação - p222)
ATIVIDADES DEREQUISITOS <> ATIVIDADES DEDESIGN
(…) Alguns requisitos + Alguns Designs (…)
Requisitos
O que os usuários dizem /pedem
O que precisam de verdade
O que eles não sabem que precisam
“pessoas não querem uma broca
De ¼ de polegada, eles querem um buraco de ¼ de polegada”
Ted Lovett, Professor de Marketing - Harvard
O QUE???
Identificação de necessidades
(Usuário+Trabalho+Contexto de Trabalho)
Base sadia para se pensaro Design
• Atividades de Estabelecimento
de Requisitos
COMO???
COLETA DE
DADOS
INTERPRETAÇÃO/ANÁLISE
EXPRESSÃO DOS
REQUISITOS
complexidade
+
retrabalho
+
reanálise
• Requisitos Funcionais
• Requisitos de Dados
• Requisitos Ambientais ou Contexto
de uso
- Físico
- Social
- Organizacional
- Técnicos
TiposdeRequisitos
• Requisitos do Usuário
• Especialistas
• Não especialistas
• Requisitos de Usabilidade
• Metas de usabilidade
Dados sobre:
-Tarefas que os usuários utilizam
-Objetivos associados
-Contexto
-Razões das coisas serem como são
ColetadeDados
- Questionários
- Entrevistas
- Grupos de Estudos
específicos e workshops
- Joint Application
Development(Wood e Silver,
1995)
- Observação natural
- Estudo de documentação
- Entrevistas
- Grupos de foco
- Questionários
- Brainstorm de necessidades e
desejo dos usuários
- Classificação de Cartões
- Estudo de Campo
- Investigação Contextual
Técnicas
X
• Estruturada
• Não estruturada
• Semi-estruturada
• Perguntas Abertas /Fechadas
Entrevistas
Você gosta … ?
(SIM) (NÃO)
O QUEVOCÊMAIS GOSTA?
QUANDO O SISTEMA NÃO TROUXEO RESULTADO ESPERADO…?
Fragmentarperguntas longas.
“O que vc acha da estrutura de menus e submenus e da terminologia
utilizada comparado a de outros sites semelhantes?”
Entrevistas
Análises INTEREINTRAPARTICIPANTE
Entrevistas
Triangular resultados
• Semelhante a Entrevistas
• Formulários de preenchimento rápido
• Perguntas Fechadas
• Aumenta a consistencia dos dados
• Podem serpersonalizados porgrupos (gerentes,
presidentes…)
Questionários
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• Faixa de Valores
• Escala Lickert
• Diferenciais semânticos
• Perguntas Abertas
Questionários
Opção A Opção A
Idade: 10 a 20 / 21 a 30 / 31 a 40
NeutroConcordo
Completamente
Discordo
Completamente
Concordo
em parte
Discordo
em parte
Frio Quente
Rápido Devagar1- Você pressiona qual bot...?
• Obterinformações em contextos de pouca informação
• Orientada ao contexto social, o que pode não sernotada em outras
técnicas
• Conflitos de terminologia, expectativas, problemas, desafios,
frustrações, atitudes, preferências, aversões
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GruposdeFoco
● As tarefas que os usuários realizam e como eles as realizam
● Preferências e aversões
● Terminologías, procedimentos normatizados
● Resultados desejados para novos produtos ou funcionalidades
Atividades práticas - Exposição de Protótipos
GruposdeFoco
Fornece informações sobre os tipos de conteúdo e características que os
usuários querem e desejam em um produto.
(Courage e Baxter, 2005).
Resultado:
Lista priorizada de necessidades e desejos dos usuários.
Brainstorming
• 8 a 12 usuários
• Perfil semelhante
• 1 hora
• Início: Pergunta Sumarizada ( Anseios, Desejos,
Necessidades)
Brainstorming
Levantamento de Informações <> Tarefas <> Carcterísticas
Investigação de sugestões semelhantes (palavras /compreensões
erradas)
Equipe: Participantes + Moderador+ Secretário
Papel e Lápis para todos
Tabulação e voto de prioridade
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Brainstorming
• Guiarprojetos de arquitetura da informação
• Esquemas de classificações de gerenciamento
• Categorias potências
• Identificarpassos e sub-passos de um processo
Além das estruturas de navegação e classificações, ajuda a entenderas
pessoas para as quais estamos projetando um produto(SPENCER
2009).
CardSorting
Fonte: Card Sorting - testbirds.com
CardSorting
LorenLoren
LorenLoren
LorenLoren
LorenLoren
ABERTA FECHADA
● Definição dos Objetivos
● Seleção do Tipo de Classificação
● Seleção do Conteúdo
● Condução
● Analise e Resultados
○ Algoritmos de Agrupamento ou Aglomeração
■ Clustering , Hierarchical clusterAnalysis, Multidimensional Scaling (MDS)
○ Organizados portópicos, cronología, geografía, tarefas etc. (SPENCER, 2009)
CardSorting
●Entrevistas no ambiente do usuários finais
●Entender o comportamento natural do usuário no
contexto do seu próprio ambiente
EstudodeCampo
● Identificarnovas funcionalidades (potencias)
● Desafiarou verificarsuposições que as partes interessadas tenham
sobre os usuários, tarefas e ambientes
● Identificaruma falta de correspondência entre a forma como usuários
trabalha e pensa … como as ferramentas e procedimentos lhes
obrigam a trabalhar
● Inventario e Hierarquia de tarefas
● Elaborarpersonas a partirde observação de usuarios reais
EstudodeCampo
● Anotações, registros
● Imagens, vídeos, ilustrações, tabelas, formulários
● Evitarrelatos de processos rasos, mostrardetalhes e nuances é muito
importante
● Cuidarque, pessoas sendo observadas podem serportarde forma
diferente da real e costumeira
EstudodeCampo
• Serve para revelartodos os aspectos da prática do
trabalho
• Parte da hipótese de que, quando boa parte do trabalho
nao pode serarticulada adequadamente poraqueles
praticam, e necessário que “VEJAMOS” o trabalho
InvestigaçãoContextual
●Obterdados sobre a estrutura de trabalho
●Tornarexplicíto o conhecimento tácito e não articulado
●Conhecerdetalhes que se tornaram habituais e invisiveis
InvestigaçãoContextual
Modelo
MESTRE-APRENDIZ
Principios:
Contexto /Parceria /Interpretação /Foco
Gerarsignificado para:
Aspectos de trabalho, pessoas, e contexto de trabalho
InvestigaçãoContextual
• Entrevista Convecional
Apresentação + Transição
• Entrevista Contextual
Observação ( gravação, anotações) Entrevistado discursa o tempo sobre o que
está fazendo.
“Entrevistadorcurioso e até mesmo
intrometido”
InvestigaçãoContextual
NUNCA PAREIPARA
PENSARNISTO
USER
Porfim,
• Sumarização dos dados
• Identificarestrategias utilizadas pordiversos usuarios
• Designers então desenham estratégias para responder
as necessidades dos usuários
InvestigaçãoContextual
- Cenários
- Caso de uso
- Caso de uso
Essenciais
- Análise de
Tarefas
InterpretaçãodosDadoseAnalise
Fonte: PREECE, Jeniffer; Design Instrucional
Análise dos requisitos
Problema / Oportunidade
O cliente precisa de lista
aniversário no
calendário
Tela que exiba o calendário
Incluindo os aniversariantes
da sua lista de contato em
suas respectivas datas
Análise dos requisitos
Importância / Viabilidade
Podemos ou Devemos
Análise dos requisitos
Problema/Oportunidade
Importância / Viabilidade
IGONORAR
CONSIDERAR
INCLUA OU MORRA
Análise dos requisitos
Oportunidade Importância Viabilidade
Listar aniversários no calendário 5 4
Imprimir relatório de aniversário 2 3
Notificar aniversário por email 3 2
Importar aniversários do Facebook 3 5
PONTO MÉDIO (1,2,3,4,5) = 3
PONTO MÉDIO X NUMÉRO DE OPORTUNIDADES = Pontos Disponíveis 3x4 =12
13 14
Análise dos requisitosProblema/Oportunidade
Importância / Viabilidade
IGONORAR
CONSIDERAR
INCLUA OU
MORRA
Problema Oportunidade Viabilidade
Listar aniversários no
calendário
5 4
Imprimir relatório de
aniversário
2 3
Notificar aniversário por
e-mail
3 2
Importar aniversários do
Facebook
3 5
5
4
3
2
1
1 2 3 4 5
Revisão
• Está claro qual é a minha proposta de valor?
• Consegui identificar e definir de 3 a 5 personas para me
auxiliar? Quem ? Onde ? Como? Pq?
• Consegui identificar como vou aliviar a dor do cliente?
• Consegui definir tarefas e informações chaves ?
• Consegui conciliar os anseios do clientes com a minha
oferta de solução? Custo Benefício!
Revisão
• Identifiquei requisitos para o sistema?
• Mensurei e escolhi o que vale / e o que não vale ser
feito?
• Formalizei e registrei interação com alguns clientes?
• Documentei?
• Documentei?
• TODOS NA EQUIPE FALAM A MESMA LINGUA? TODOS
ENTENDERAM TUDO DA MESMA FORMA QUE EU
ENTENDO?
Franco Gomes dos Santos
falecom@kwaba.com.br
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Oficina protótipos dia 1

  • 1. Validando o MVP dia 1 Franco Gomes dos Santos
  • 2. AGENDA Identificação de Personas • Especificação do Propósito da Empresa • Identificar Valor • Identificar como o problema auxiliará os usuários • Proposta de Valor • Mapa de Empatia 40min Definição de Cenários • Definição como e quando a solução é ofertada • Storyboard, • Fluxo de Atividades 50min Identidade Visual Fernanda Talk 30min Técnica de Coleta • Tipos de Coletas de Dados • Brainstorm, Focal, etc... 30min Técnica de Análise • Definição dos Requisitos • Devo /Posso? 50min Definições de Informações • Arquitetura da Informação • Princípios da Arquitetura da Informação 60 min Definições de Atividades • WorkFlow 30min Metas de Usabilidade x Metas de UX • O que é usabilidade • O que é UX • Quais são suas metas • Normas • Recomendações 30min Princípios de Design • Princípios de Design • Ergonomia • Tipos de Interação • Protótipos • Sketchs 120min 1 2 Tópico Atividade Técnica Duração
  • 3. Por que? Requisitos Não funcionais: “....Desempenho, usabilidade, confiabilidade, segurança, disponibilidade, manutenibilidade e tecnologias envolvidas...” Restrições a Requisitos Funcionais Clientes não precisam explicita-los, pois são características de um Software com de qualidade Ian Sommerville(2007)
  • 4. Por que? Etapa mais difícil e crítica: “o levantamento das necessidades dos usuários” Fornece Elementos BASE para o projeto de desenvolvimento de aplicaçãoRoger Pressman(2005)
  • 5. Por que? Don Norman (2008) 3 NÍVEIS DO APELO DE DESING DE NORMAN3 NÍVEIS DO APELO DE DESING DE NORMAN
  • 6. Por que? Fonte: Meetup - Kwaba 19/abr/17
  • 7. Por que? Fonte: Meetup - Kwaba 19/abr/17
  • 9. The Elements of User Experience JESSE JAMES GARRET,2004
  • 10. Antes de tudo Planejamento • Por que estamos fazendo isto?Por que estamos fazendo isto? • Para quem estamos fazendo?Para quem estamos fazendo? • Qual o valor que estamos entregando?Qual o valor que estamos entregando? • Como podemos medir o sucesso/entrega do valor?Como podemos medir o sucesso/entrega do valor? • O que realmente podemos fazer?O que realmente podemos fazer?
  • 11. Antes de tudo Vale a pena fazer? O que nos estamos criando? Qual valor isto oferece??
  • 12. Antes de tudo Quem são? O que eles pensam? O que eles esperam? Pq estas coisas tem valor para eles? Quais são as expectativas de Quem consome nossa solução? CLIENTES
  • 15. IDENFICAÇÃO DE PERSONAS 1. Recolha de dados. Na primeira etapa, você coleciona tanta informação e conhecimento sobre seus usuários quanto possível. Os dados podem vir de muitas fontes diferentes, mesmo de conhecimento pré-existente na organização. Um bom ponto de partida é a pesquisa do usuário para obter informações sobre seus usuários. 2. Hipótese. Com base nos dados coletados na primeira etapa, você cria um rascunho geral dos vários tipos de usuários, incluindo em que maneiras os usuários diferem um do outro. 3. Descrição dos cenários. Você cria cenários que descrevem soluções; Possíveis situações que podem desencadear o uso do produto. Os cenários serão usados para melhor imaginar a interação do usuário com o produto. A história sobre como o personagem usará o​​ produto é o objetivo final das pessoas. 4. Descrição das pessoas. Preparação de uma breve descrição do usuário típico, atendendo às necessidades, motivações, aspirações e valores dos usuários. É muito importante que você adicione à narração um dos cenários criados no passo anterior. O objetivo final nesta fase é gerar uma narração que cria um vínculo empático entre a pessoa imaginada e o leitor. 5. Seleção de 3-6 pessoas. O número ideal de pessoas é limitado (muitos e você começará a perder a conta de quem é quem). Nesta fase, escolha 3-6 descrições que são as mais representativas de seus usuários típicos. Selecionar um número limitado de pessoas permite que você fique mais focado durante o projeto do produto. 6. Disseminação de pessoas. É importante que pessoas definidas durante o processo sejam compartilhadas com toda a equipe do projeto para fornecer uma compreensão compartilhada de seus usuários / clientes
  • 22. Requisitos • “...Estabelecerrequisitos também não implica simplesmente escreveruma lista de desejos das características pretendidas…”(JenniferPreece, Design de Interação - p222) ATIVIDADES DEREQUISITOS <> ATIVIDADES DEDESIGN (…) Alguns requisitos + Alguns Designs (…)
  • 23. Requisitos O que os usuários dizem /pedem O que precisam de verdade O que eles não sabem que precisam “pessoas não querem uma broca De ¼ de polegada, eles querem um buraco de ¼ de polegada” Ted Lovett, Professor de Marketing - Harvard
  • 24. O QUE??? Identificação de necessidades (Usuário+Trabalho+Contexto de Trabalho) Base sadia para se pensaro Design • Atividades de Estabelecimento de Requisitos
  • 26. • Requisitos Funcionais • Requisitos de Dados • Requisitos Ambientais ou Contexto de uso - Físico - Social - Organizacional - Técnicos TiposdeRequisitos • Requisitos do Usuário • Especialistas • Não especialistas • Requisitos de Usabilidade • Metas de usabilidade
  • 27. Dados sobre: -Tarefas que os usuários utilizam -Objetivos associados -Contexto -Razões das coisas serem como são ColetadeDados
  • 28. - Questionários - Entrevistas - Grupos de Estudos específicos e workshops - Joint Application Development(Wood e Silver, 1995) - Observação natural - Estudo de documentação - Entrevistas - Grupos de foco - Questionários - Brainstorm de necessidades e desejo dos usuários - Classificação de Cartões - Estudo de Campo - Investigação Contextual Técnicas X
  • 29. • Estruturada • Não estruturada • Semi-estruturada • Perguntas Abertas /Fechadas Entrevistas
  • 30. Você gosta … ? (SIM) (NÃO) O QUEVOCÊMAIS GOSTA? QUANDO O SISTEMA NÃO TROUXEO RESULTADO ESPERADO…? Fragmentarperguntas longas. “O que vc acha da estrutura de menus e submenus e da terminologia utilizada comparado a de outros sites semelhantes?” Entrevistas
  • 32. • Semelhante a Entrevistas • Formulários de preenchimento rápido • Perguntas Fechadas • Aumenta a consistencia dos dados • Podem serpersonalizados porgrupos (gerentes, presidentes…) Questionários
  • 33. • Multiplaescolha • Faixa de Valores • Escala Lickert • Diferenciais semânticos • Perguntas Abertas Questionários Opção A Opção A Idade: 10 a 20 / 21 a 30 / 31 a 40 NeutroConcordo Completamente Discordo Completamente Concordo em parte Discordo em parte Frio Quente Rápido Devagar1- Você pressiona qual bot...?
  • 34. • Obterinformações em contextos de pouca informação • Orientada ao contexto social, o que pode não sernotada em outras técnicas • Conflitos de terminologia, expectativas, problemas, desafios, frustrações, atitudes, preferências, aversões • Não sugerirdiscussões de valores morais, políticos GruposdeFoco
  • 35. ● As tarefas que os usuários realizam e como eles as realizam ● Preferências e aversões ● Terminologías, procedimentos normatizados ● Resultados desejados para novos produtos ou funcionalidades Atividades práticas - Exposição de Protótipos GruposdeFoco
  • 36. Fornece informações sobre os tipos de conteúdo e características que os usuários querem e desejam em um produto. (Courage e Baxter, 2005). Resultado: Lista priorizada de necessidades e desejos dos usuários. Brainstorming
  • 37. • 8 a 12 usuários • Perfil semelhante • 1 hora • Início: Pergunta Sumarizada ( Anseios, Desejos, Necessidades) Brainstorming
  • 38. Levantamento de Informações <> Tarefas <> Carcterísticas Investigação de sugestões semelhantes (palavras /compreensões erradas) Equipe: Participantes + Moderador+ Secretário Papel e Lápis para todos Tabulação e voto de prioridade Diagrama de Afinidade ( Agrupamento Categorização + Prioridade ) Brainstorming
  • 39. • Guiarprojetos de arquitetura da informação • Esquemas de classificações de gerenciamento • Categorias potências • Identificarpassos e sub-passos de um processo Além das estruturas de navegação e classificações, ajuda a entenderas pessoas para as quais estamos projetando um produto(SPENCER 2009). CardSorting
  • 40. Fonte: Card Sorting - testbirds.com CardSorting LorenLoren LorenLoren LorenLoren LorenLoren ABERTA FECHADA
  • 41. ● Definição dos Objetivos ● Seleção do Tipo de Classificação ● Seleção do Conteúdo ● Condução ● Analise e Resultados ○ Algoritmos de Agrupamento ou Aglomeração ■ Clustering , Hierarchical clusterAnalysis, Multidimensional Scaling (MDS) ○ Organizados portópicos, cronología, geografía, tarefas etc. (SPENCER, 2009) CardSorting
  • 42. ●Entrevistas no ambiente do usuários finais ●Entender o comportamento natural do usuário no contexto do seu próprio ambiente EstudodeCampo
  • 43. ● Identificarnovas funcionalidades (potencias) ● Desafiarou verificarsuposições que as partes interessadas tenham sobre os usuários, tarefas e ambientes ● Identificaruma falta de correspondência entre a forma como usuários trabalha e pensa … como as ferramentas e procedimentos lhes obrigam a trabalhar ● Inventario e Hierarquia de tarefas ● Elaborarpersonas a partirde observação de usuarios reais EstudodeCampo
  • 44. ● Anotações, registros ● Imagens, vídeos, ilustrações, tabelas, formulários ● Evitarrelatos de processos rasos, mostrardetalhes e nuances é muito importante ● Cuidarque, pessoas sendo observadas podem serportarde forma diferente da real e costumeira EstudodeCampo
  • 45. • Serve para revelartodos os aspectos da prática do trabalho • Parte da hipótese de que, quando boa parte do trabalho nao pode serarticulada adequadamente poraqueles praticam, e necessário que “VEJAMOS” o trabalho InvestigaçãoContextual
  • 46. ●Obterdados sobre a estrutura de trabalho ●Tornarexplicíto o conhecimento tácito e não articulado ●Conhecerdetalhes que se tornaram habituais e invisiveis InvestigaçãoContextual Modelo MESTRE-APRENDIZ
  • 47. Principios: Contexto /Parceria /Interpretação /Foco Gerarsignificado para: Aspectos de trabalho, pessoas, e contexto de trabalho InvestigaçãoContextual
  • 48. • Entrevista Convecional Apresentação + Transição • Entrevista Contextual Observação ( gravação, anotações) Entrevistado discursa o tempo sobre o que está fazendo. “Entrevistadorcurioso e até mesmo intrometido” InvestigaçãoContextual NUNCA PAREIPARA PENSARNISTO USER
  • 49. Porfim, • Sumarização dos dados • Identificarestrategias utilizadas pordiversos usuarios • Designers então desenham estratégias para responder as necessidades dos usuários InvestigaçãoContextual
  • 50. - Cenários - Caso de uso - Caso de uso Essenciais - Análise de Tarefas InterpretaçãodosDadoseAnalise Fonte: PREECE, Jeniffer; Design Instrucional
  • 51. Análise dos requisitos Problema / Oportunidade O cliente precisa de lista aniversário no calendário Tela que exiba o calendário Incluindo os aniversariantes da sua lista de contato em suas respectivas datas
  • 52. Análise dos requisitos Importância / Viabilidade Podemos ou Devemos
  • 53. Análise dos requisitos Problema/Oportunidade Importância / Viabilidade IGONORAR CONSIDERAR INCLUA OU MORRA
  • 54. Análise dos requisitos Oportunidade Importância Viabilidade Listar aniversários no calendário 5 4 Imprimir relatório de aniversário 2 3 Notificar aniversário por email 3 2 Importar aniversários do Facebook 3 5 PONTO MÉDIO (1,2,3,4,5) = 3 PONTO MÉDIO X NUMÉRO DE OPORTUNIDADES = Pontos Disponíveis 3x4 =12 13 14
  • 55. Análise dos requisitosProblema/Oportunidade Importância / Viabilidade IGONORAR CONSIDERAR INCLUA OU MORRA Problema Oportunidade Viabilidade Listar aniversários no calendário 5 4 Imprimir relatório de aniversário 2 3 Notificar aniversário por e-mail 3 2 Importar aniversários do Facebook 3 5 5 4 3 2 1 1 2 3 4 5
  • 56. Revisão • Está claro qual é a minha proposta de valor? • Consegui identificar e definir de 3 a 5 personas para me auxiliar? Quem ? Onde ? Como? Pq? • Consegui identificar como vou aliviar a dor do cliente? • Consegui definir tarefas e informações chaves ? • Consegui conciliar os anseios do clientes com a minha oferta de solução? Custo Benefício!
  • 57. Revisão • Identifiquei requisitos para o sistema? • Mensurei e escolhi o que vale / e o que não vale ser feito? • Formalizei e registrei interação com alguns clientes? • Documentei? • Documentei? • TODOS NA EQUIPE FALAM A MESMA LINGUA? TODOS ENTENDERAM TUDO DA MESMA FORMA QUE EU ENTENDO?
  • 58. Franco Gomes dos Santos falecom@kwaba.com.br 4799111-7188 kwaba.com.br OBRIGADO!!!

Notas do Editor

  1. Jennifer Preece, Design de Interação - p222
  2. Jennifer Preece, Design de Interação - p222
  3. Jennifer Preece, Design de Interação - p222
  4. Jennifer Preece, Design de Interação - p222