O cortiço
O retrato do século XIX por Aluíso de
Azevedo
• Personagens:
• João Romão: Português ambicioso, vulgar,sem classe, e
pseudo burgues, que tenta exibir sua fortuna
frenéticamente depois que seu oponente (Miranda)
recebe o título de barão, mas tudo que João faz é
extremamente vulgar, desqualificado e de mau gosto ,
uma vez que tenta camuflar as origens, fazendo
melhorias na estalagem.Consciente que nunca será um
aristocrata por titulo e linhagem, por ter nascido da
baixa classe tenta a todo custo passar a imagem de
burgues esclarecido.
Bertoleza
• Escrava cafuza fugida, uma mulher muito
trabalhadora que ajuda João Romão (seu
amante) sem descanço, como nos velhos
tempos de escrava, ajudando e muito a
enriquecer.
Miranda
• Comerciante também Português, e rival de
João Romão, que travam disputas por terras, e
quando é enobrecido com o titulo de Barão,
causa ainda mais inveja em João Romão.
Jerônimo
• Representando os trabalhadores, é português
e muito disciplinado.
Capoeira Firmo
• Mulato que cai nas garras da mulata Rita
Baiana
Rita Baiana
• Mulata atrevida e ousada e é quem agita o
cortiço com seus pagodes. Representa o
estereótipo da mulher brasileira
Arraia-Miúda
• Representa os trabalhadores da baixa classe e
moradores do cortiço , tais como: lavadeiras,
caxeiros, entre outros.
Enredo
• Gira entorno de um cortiço comandado por João Romão no qual vive
moradores com diferentes aspirações, alguns com mais ambição e outros
com menos, e paralelamente, acontece a típica rivalidade social do século
XIX entre Miranda e João Romão, que além de terras, disputam status
social, com João Romão se descatacando pelo empenho em enriquecer e
depois do enobrecimento de Miranda, em reconhecimeno social. Com
final trágico, porém tipicamente comum na época para um homem
enriquecido sem linhagem, João Romão aspira contrair nupcias com a
filha do agora senhor Barão Miranda, porém para isso o obstáculo
chamado Bertoleza, é tirado do caminho depois de uma ameaça de
Romão que termina no suicídio de Bertoleza. A história termina
destacando a capacidade do ambiente influenciar o ser humano, o que ia
de acordo com o movimento ao qual a obra literária pertence: o
Naturalismo. A realidade na obra é exposta de forma natural
demonstrando as diferente esferas brasilerias do seculo XIX, e sua
intimadades, sendo o próprio cortiço o verdadeiro protagonista deste
romance.

Apresentacao1

  • 3.
    O cortiço O retratodo século XIX por Aluíso de Azevedo
  • 4.
    • Personagens: • JoãoRomão: Português ambicioso, vulgar,sem classe, e pseudo burgues, que tenta exibir sua fortuna frenéticamente depois que seu oponente (Miranda) recebe o título de barão, mas tudo que João faz é extremamente vulgar, desqualificado e de mau gosto , uma vez que tenta camuflar as origens, fazendo melhorias na estalagem.Consciente que nunca será um aristocrata por titulo e linhagem, por ter nascido da baixa classe tenta a todo custo passar a imagem de burgues esclarecido.
  • 5.
    Bertoleza • Escrava cafuzafugida, uma mulher muito trabalhadora que ajuda João Romão (seu amante) sem descanço, como nos velhos tempos de escrava, ajudando e muito a enriquecer.
  • 6.
    Miranda • Comerciante tambémPortuguês, e rival de João Romão, que travam disputas por terras, e quando é enobrecido com o titulo de Barão, causa ainda mais inveja em João Romão.
  • 7.
    Jerônimo • Representando ostrabalhadores, é português e muito disciplinado.
  • 8.
    Capoeira Firmo • Mulatoque cai nas garras da mulata Rita Baiana
  • 9.
    Rita Baiana • Mulataatrevida e ousada e é quem agita o cortiço com seus pagodes. Representa o estereótipo da mulher brasileira
  • 10.
    Arraia-Miúda • Representa ostrabalhadores da baixa classe e moradores do cortiço , tais como: lavadeiras, caxeiros, entre outros.
  • 11.
    Enredo • Gira entornode um cortiço comandado por João Romão no qual vive moradores com diferentes aspirações, alguns com mais ambição e outros com menos, e paralelamente, acontece a típica rivalidade social do século XIX entre Miranda e João Romão, que além de terras, disputam status social, com João Romão se descatacando pelo empenho em enriquecer e depois do enobrecimento de Miranda, em reconhecimeno social. Com final trágico, porém tipicamente comum na época para um homem enriquecido sem linhagem, João Romão aspira contrair nupcias com a filha do agora senhor Barão Miranda, porém para isso o obstáculo chamado Bertoleza, é tirado do caminho depois de uma ameaça de Romão que termina no suicídio de Bertoleza. A história termina destacando a capacidade do ambiente influenciar o ser humano, o que ia de acordo com o movimento ao qual a obra literária pertence: o Naturalismo. A realidade na obra é exposta de forma natural demonstrando as diferente esferas brasilerias do seculo XIX, e sua intimadades, sendo o próprio cortiço o verdadeiro protagonista deste romance.