O cortiço – Aluísio Azevedo
Personagens, enredo e características da obra
João Romão – Esperto,
miserável,
inescrupuloso (
chegando, muita vezes
a margear a
desumanidade),
ganancioso,
empreendedor,
enganador e invejoso. É
o dono do cortiço no
qual se ambiente o
livro. É “ marido” de
Bertoleza.
Bertoleza –
Trabalhadora,
submissa,
sonhava com a
liberdade por
meio de uma
carta de
alforria.
Jerônimo – nostálgico, forte,
trabalhador, dedicado e honesto. É
casado com Piedade, mas sucumbe à
malemolência de Rita Baiana.
Piedade – submissa, honesta e
trabalhadora. Era esposa de Jerônimo, e,
assim como Bertoleza, se assemelha nos
aspectos psicológicos.
Firmo – gastador, vadio, galanteador,
charlatão e presunçoso. Amigo de Rita
Baiana, é descrito como “ um mulato
pachola, delgado de corpo e ágil como
um cabrito.
Rita Baiana – malemolente,
sensual, alegre e assanhada. É
objeto desejo da maioria dos
homens do cortiço.
Pombinha – amiga, inteligente e
pura. Representa o extremo
oposto de Rita Baiana, om sua
beleza imaculada.
Léonice – prostituindo – se ,
independe dos homens. “...com as
suas roupas exageradas e
barulhentas de cocote à francesa,
levantava rumor quando lá ia e
punha expressões de assombro
em todas as caras.
Miranda –
invejoso,
ganancioso , rico,
esperto,
oportunista, não
era feliz no
casamento ,
entretanto,
continuou casado
pois dependia do
dote de sua
esposa, D. Estela.
D. Estela –
adultera e
presunçosa.
“...senhora
pretensiosa e
com fumaças de
nobreza...”
Zulmira – vivia para satisfazer a
vontade do pai. “... Pálida,
magrinha, com pequeninas
manchas roxas nas mucosas do
nariz, das pálpebras e dos lábios
(..) olhos grandes, negros, vivos e
maliciosos.
Henrique – estimando de Dona Estela.
Botelho – antipático e parasita.
“... Muito macilento, com uns
óculos redondos que lhe
aumentavam o tamanho da pupila
e davam – lhe à cara uma
expressão de abutre.
O cortiço conta principalmente duas historias: a de João Romão e
Miranda, dois comerciantes, o primeiro, o avarento dono do cortiço,
que vivia com uma escrava a qual ele mente liberdade. Isto faz com
que ele se refine e mais tarde tente devolver Bertoleza, a escrava , a
seu antigo dono. A outra história é a de Jerônimo e Rita Baiana, o
primeiro, um trabalhador português que é seduzido pela Baiana e vai
se abrasileirando. Acaba por abandonando a mulher, para de pagar a
escola da filha e matar o ex – amante de Rita Baiana.
Nas casas do cortiço, figuras das mais variadas caracterizações
podem ver vistas e apreciadas: entre eles o negro Alexandre, a
lavanderia Machona, a moça Pombinha, Jerônimo e piedade ,e
sensual Rita Baiana , que desfilava toda a sua sensualidade dançando
nas festas. Num desses encontros feitos de músicas e gritos, Jerônimo
se encanta com a dança de Rita Baiana, o que provoca ciúmes em
Firmo, amante da moça. Há uma violenta briga, e firmo fere o jovem
português com uma navalha, fugindo logo depois. Jerônimo vai parar
num hospital.
Características da obra
A obra é narrada em terceira pessoa, com narrador
onisciente ( que tem conhecimento de tudo), como propunha
o moimento naturalista. O narrador tem poder total na
estrutura do romance: entra no personagens, faz
julgamentos e tenta comprovar, como se fosse um cientista,
as influências do meio, da raça e do momento histórico.

Trabalho de portugues - O CORTIÇO

  • 1.
    O cortiço –Aluísio Azevedo Personagens, enredo e características da obra
  • 3.
    João Romão –Esperto, miserável, inescrupuloso ( chegando, muita vezes a margear a desumanidade), ganancioso, empreendedor, enganador e invejoso. É o dono do cortiço no qual se ambiente o livro. É “ marido” de Bertoleza.
  • 4.
    Bertoleza – Trabalhadora, submissa, sonhava coma liberdade por meio de uma carta de alforria.
  • 5.
    Jerônimo – nostálgico,forte, trabalhador, dedicado e honesto. É casado com Piedade, mas sucumbe à malemolência de Rita Baiana.
  • 6.
    Piedade – submissa,honesta e trabalhadora. Era esposa de Jerônimo, e, assim como Bertoleza, se assemelha nos aspectos psicológicos.
  • 7.
    Firmo – gastador,vadio, galanteador, charlatão e presunçoso. Amigo de Rita Baiana, é descrito como “ um mulato pachola, delgado de corpo e ágil como um cabrito.
  • 8.
    Rita Baiana –malemolente, sensual, alegre e assanhada. É objeto desejo da maioria dos homens do cortiço.
  • 9.
    Pombinha – amiga,inteligente e pura. Representa o extremo oposto de Rita Baiana, om sua beleza imaculada.
  • 10.
    Léonice – prostituindo– se , independe dos homens. “...com as suas roupas exageradas e barulhentas de cocote à francesa, levantava rumor quando lá ia e punha expressões de assombro em todas as caras.
  • 11.
    Miranda – invejoso, ganancioso ,rico, esperto, oportunista, não era feliz no casamento , entretanto, continuou casado pois dependia do dote de sua esposa, D. Estela.
  • 12.
    D. Estela – adulterae presunçosa. “...senhora pretensiosa e com fumaças de nobreza...”
  • 13.
    Zulmira – viviapara satisfazer a vontade do pai. “... Pálida, magrinha, com pequeninas manchas roxas nas mucosas do nariz, das pálpebras e dos lábios (..) olhos grandes, negros, vivos e maliciosos.
  • 14.
    Henrique – estimandode Dona Estela.
  • 15.
    Botelho – antipáticoe parasita. “... Muito macilento, com uns óculos redondos que lhe aumentavam o tamanho da pupila e davam – lhe à cara uma expressão de abutre.
  • 17.
    O cortiço contaprincipalmente duas historias: a de João Romão e Miranda, dois comerciantes, o primeiro, o avarento dono do cortiço, que vivia com uma escrava a qual ele mente liberdade. Isto faz com que ele se refine e mais tarde tente devolver Bertoleza, a escrava , a seu antigo dono. A outra história é a de Jerônimo e Rita Baiana, o primeiro, um trabalhador português que é seduzido pela Baiana e vai se abrasileirando. Acaba por abandonando a mulher, para de pagar a escola da filha e matar o ex – amante de Rita Baiana. Nas casas do cortiço, figuras das mais variadas caracterizações podem ver vistas e apreciadas: entre eles o negro Alexandre, a lavanderia Machona, a moça Pombinha, Jerônimo e piedade ,e sensual Rita Baiana , que desfilava toda a sua sensualidade dançando nas festas. Num desses encontros feitos de músicas e gritos, Jerônimo se encanta com a dança de Rita Baiana, o que provoca ciúmes em Firmo, amante da moça. Há uma violenta briga, e firmo fere o jovem português com uma navalha, fugindo logo depois. Jerônimo vai parar num hospital.
  • 18.
  • 19.
    A obra énarrada em terceira pessoa, com narrador onisciente ( que tem conhecimento de tudo), como propunha o moimento naturalista. O narrador tem poder total na estrutura do romance: entra no personagens, faz julgamentos e tenta comprovar, como se fosse um cientista, as influências do meio, da raça e do momento histórico.