Diretoria de Ensino Região de Bragança Paulista


  ORIENTAÇÃO TÉCNICA PARA PROFESSORES
              COORDENADORES
   Avaliação da Aprendizagem em Processo
                 13/06/2012


     Língua Portuguesa
        ensino Médio

                         PCNP de Língua Portuguesa - Dalmacia
Narradores de Javé – parte 1-10 YOUT
CHICO BENTO
EM O CAUSO DA MELANCIA
       YOUTUBE
LOBISOMEM E O CORONEL – VERSÃO OF

                 YOUTUBE




         animação produzida pela dupla
    Elvis Figueiredo e Ítalo Cajueiro em 2002
Questionamentos

1- Como vocês caracterizam as
 personagens do ponto de vista
 econômico?

2- E do ponto de vista regional/geográfico?

3- Existe, então, uma correlação entre
 identidade cultural e variação linguística?
VARIAÇÃO LINGUÍSTICA
• No Brasil, considerando sua extensão
  física, é possível pensarmos em todos os
  brasileiros utilizando a Língua da mesma
  maneira?



       PRECONCEITO LINGUÍSTICO
              YOUTUBE
Existe uma variedade melhor do que a

 outra? Como devemos tratar a variedade

 linguística: enquanto formas diferentes

 de realização da língua ou como correto

 e não correto?
• O Brasil é composto por diversidade linguística e
  pluralidade cultural.
• A língua é dinâmica.Ela sofre transformações.
  Existem diferentes variações que ocorrem em função
  das pessoas que usam a língua, entre elas estão:
  Variação Histórica - transformações ao longo do
  tempo – Você - antes vosmecê
• Variação Regional - de acordo com a cultura de uma
  determinada região - abóbora, que é como jerimum.
  O dialeto caipira.
• Variação Social - pertencente a um grupo específico
  de pessoas: gírias, a linguagem coloquial, a
  linguagem formal - utilizada pelas pessoas de maior
  prestígio social.
Norma-padrão – Ao contrário das normas urbanas de prestígio,
que são variantes linguísticas desenvolvidas e atestadas no interior
de uma comunidade, a norma-padrão é um ideal de conduta
linguística artificialmente construída, à semelhança das regras de
etiqueta. Essencialmente conservadora, é baseada na escrita e
inspirada em ideologias puristas, propondo-se como padrão
linguístico em situações formais de esferas públicas.


Normas urbanas de prestígio – Essa expressão vem sendo
  utilizada para (re) definir, com mais rigor sociolinguístico, a
  noção de “norma culta”. Assim, a expressão normas urbanas de
  prestígio designa os falares urbanos que, numa determinada
  comunidade linguística, desfrutam de maior prestígio político,
  social e cultural, graças a sua vinculação histórica com a escrita,
  a tradição literária, o Estado, a Escola, as Igrejas e a Imprensa.
FALAR DIFERENTE NÃO É
    FALAR ERRADO.
       João Ribeiro, 1921
• PRONOMINAIS

  Dê-me um cigarro
  Diz a gramática
  Do professor e do aluno
  E do mulato sabido
  Mas o bom negro e o bom branco
  Da Nação Brasileira
  Dizem todos os dias
  Deixa disso camarada
  Me dá um cigarro.
• Oswald de Andrade
Habilidade trabalhada

• H29- Justificar a presença em um texto,
 de marcas de variação linguística, no que
   diz respeito aos fatores geográficos,
  históricos, sociológicos ou técnicos, do
  ponto de vista da fonética, do léxico, da
      morfologia ou da sintaxe. (GIII)
  Reflexão sobre o uso da língua falada e
                    escrita
Em “Agora tá tudo diferente:” , a
  palavra destacada é um exemplo de
  linguagem
(A) ensinada na escola.
(B) estudada nas gramáticas.
(C) encontrada nos livros técnicos.
(D) empregada com colegas.
• Justifica-se o uso da expressão placas
  tectônicas em razão de que
A) o autor quis esclarecer o nome científico do
  fenômeno geológico explicado no segmento
  anterior.
B) o autor quis informar a origem grega do
  termo que ele usaria no segmento posterior.
C) o autor quis esclarecer que apenas na Grécia
  usa-se esse nome científico.
D) o autor quis diferenciar as placas tectônicas
  dos blocos de rocha sólida.
Bibliografia
NOLL, Volker. O português brasileiro:formação e contrastes/Volker
Noll; traduzido do alemão por Mario Eduardo Viaro. – São
Paulo:Globo, 2008.

RANGEL, Egon; GARCIA, Ana Luiza M.; MORI DE ANGELIS,
Cristiane. Sequência didática: aprendendo por meio de resenhas.
Curso online da Comunidade Virtual das Olimpíadas de Língua
Portuguesa Escrevendo o futuro, MEC?CENPEC, 2011.
http://www.escrevendo.cenpec.org.br

Sites
http://www.youtube.com/watch?v=VkywM4GNvjs&feature=fvw
http://www.youtube.com/watch?v=XKqWOJwe6cQ&feature=&p=607E32571
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/buscarAulas.
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=27231
http://www.youtube.com/watch?v=6afuJb7CUq0

Apresentaçao variação linguística

  • 1.
    Diretoria de EnsinoRegião de Bragança Paulista ORIENTAÇÃO TÉCNICA PARA PROFESSORES COORDENADORES Avaliação da Aprendizagem em Processo 13/06/2012 Língua Portuguesa ensino Médio PCNP de Língua Portuguesa - Dalmacia
  • 2.
    Narradores de Javé– parte 1-10 YOUT
  • 3.
    CHICO BENTO EM OCAUSO DA MELANCIA YOUTUBE
  • 4.
    LOBISOMEM E OCORONEL – VERSÃO OF YOUTUBE animação produzida pela dupla Elvis Figueiredo e Ítalo Cajueiro em 2002
  • 5.
    Questionamentos 1- Como vocêscaracterizam as personagens do ponto de vista econômico? 2- E do ponto de vista regional/geográfico? 3- Existe, então, uma correlação entre identidade cultural e variação linguística?
  • 6.
  • 7.
    • No Brasil,considerando sua extensão física, é possível pensarmos em todos os brasileiros utilizando a Língua da mesma maneira? PRECONCEITO LINGUÍSTICO YOUTUBE
  • 8.
    Existe uma variedademelhor do que a outra? Como devemos tratar a variedade linguística: enquanto formas diferentes de realização da língua ou como correto e não correto?
  • 9.
    • O Brasilé composto por diversidade linguística e pluralidade cultural. • A língua é dinâmica.Ela sofre transformações. Existem diferentes variações que ocorrem em função das pessoas que usam a língua, entre elas estão: Variação Histórica - transformações ao longo do tempo – Você - antes vosmecê • Variação Regional - de acordo com a cultura de uma determinada região - abóbora, que é como jerimum. O dialeto caipira. • Variação Social - pertencente a um grupo específico de pessoas: gírias, a linguagem coloquial, a linguagem formal - utilizada pelas pessoas de maior prestígio social.
  • 10.
    Norma-padrão – Aocontrário das normas urbanas de prestígio, que são variantes linguísticas desenvolvidas e atestadas no interior de uma comunidade, a norma-padrão é um ideal de conduta linguística artificialmente construída, à semelhança das regras de etiqueta. Essencialmente conservadora, é baseada na escrita e inspirada em ideologias puristas, propondo-se como padrão linguístico em situações formais de esferas públicas. Normas urbanas de prestígio – Essa expressão vem sendo utilizada para (re) definir, com mais rigor sociolinguístico, a noção de “norma culta”. Assim, a expressão normas urbanas de prestígio designa os falares urbanos que, numa determinada comunidade linguística, desfrutam de maior prestígio político, social e cultural, graças a sua vinculação histórica com a escrita, a tradição literária, o Estado, a Escola, as Igrejas e a Imprensa.
  • 11.
    FALAR DIFERENTE NÃOÉ FALAR ERRADO. João Ribeiro, 1921
  • 12.
    • PRONOMINAIS Dê-me um cigarro Diz a gramática Do professor e do aluno E do mulato sabido Mas o bom negro e o bom branco Da Nação Brasileira Dizem todos os dias Deixa disso camarada Me dá um cigarro. • Oswald de Andrade
  • 13.
    Habilidade trabalhada • H29-Justificar a presença em um texto, de marcas de variação linguística, no que diz respeito aos fatores geográficos, históricos, sociológicos ou técnicos, do ponto de vista da fonética, do léxico, da morfologia ou da sintaxe. (GIII) Reflexão sobre o uso da língua falada e escrita
  • 15.
    Em “Agora tátudo diferente:” , a palavra destacada é um exemplo de linguagem (A) ensinada na escola. (B) estudada nas gramáticas. (C) encontrada nos livros técnicos. (D) empregada com colegas.
  • 17.
    • Justifica-se ouso da expressão placas tectônicas em razão de que A) o autor quis esclarecer o nome científico do fenômeno geológico explicado no segmento anterior. B) o autor quis informar a origem grega do termo que ele usaria no segmento posterior. C) o autor quis esclarecer que apenas na Grécia usa-se esse nome científico. D) o autor quis diferenciar as placas tectônicas dos blocos de rocha sólida.
  • 18.
    Bibliografia NOLL, Volker. Oportuguês brasileiro:formação e contrastes/Volker Noll; traduzido do alemão por Mario Eduardo Viaro. – São Paulo:Globo, 2008. RANGEL, Egon; GARCIA, Ana Luiza M.; MORI DE ANGELIS, Cristiane. Sequência didática: aprendendo por meio de resenhas. Curso online da Comunidade Virtual das Olimpíadas de Língua Portuguesa Escrevendo o futuro, MEC?CENPEC, 2011. http://www.escrevendo.cenpec.org.br Sites http://www.youtube.com/watch?v=VkywM4GNvjs&feature=fvw http://www.youtube.com/watch?v=XKqWOJwe6cQ&feature=&p=607E32571 http://portaldoprofessor.mec.gov.br/buscarAulas. http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=27231 http://www.youtube.com/watch?v=6afuJb7CUq0