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Professora Jordana Érica
Você se descabela quando pensa em estudar a Língua Portuguesa?
Se acha incapaz de aprender?
Aprender Língua Portuguesa pode parecer difícil, mas não é, afinal, é a língua que você fala.
Há diferentes gramáticas
Alguns exemplos: Gramática normativa Gramática internalizada
[...] qualquer falante de português possui um conhecimento implícito e altamente elaborado da Língua, muito embora não seja capaz de explicitar esse conhecimento.
A gramática normativa trata apenas da modalidade padrão da língua, mas não podemos esquecer que a linguagem é influenciada por muitos fatores.
Modalidade: 1. Escrita e falada  Variações linguísticas 1. Variantes regionais 2. Variantes sociais ( norma culta e norma popular) 3. Variantes de época
Modalidade escrita e modalidade falada FALA  - não há tanta preocupação com a norma padrão; - uso de gestos, expressão corporal e facial.  ESCRITA – preocupação com a norma padrão.
Variantes regionais
Minas gerais
ceará
Variante social
Norma popular, coloquial ou informal Sou fio das mata, canto da mão grossa, Trabáio na roça, de inverno e de estio. A minha chupana é tapada de barro, Só fumo cigarro de paia de mío. Sou poeta das brenha, não faço o papé De argun menestré, ou errante cantô Que veve vagando, com sua viola, Cantando, pachola, à percura de amô. Não tenho sabença, pois nunca estudei, Apenas eu sei o meu nome assiná. Meu pai, coitadinho! Vivia sem cobre, E o fio do pobre não pode estudá. Meu verso rastero, singelo e sem graça, Não entra na praça, no rico salão, Meu verso só entra no campo e na roça Nas pobre paioça, da serra ao sertão. (...) (Patativa do Assaré)
 
 
Norma culta, padrão ou formal “  A paz e a guerra são dados que aparentemente sempre se verificam na experiência histórica. No entanto nós estamos diante de uma situação inédita em que, ....”
Variante de época
Variantes de época Antigamente "Antigamente, as moças chamavam-se mademoiselles e eram todas mimosas e muito prendadas. Não faziam anos: completavam primaveras, em geral dezoito. Os janotas, mesmo sendo rapagões, faziam-lhes pé-de-alferes, arrastando a asa, mas ficavam longos meses debaixo do balaio.“ Carlos Drommond de Andrade
Variantes de época - E aí, cara? Vamos no cinema? - Sei lá, Marcos. Tô deprê... - Eu também tava, cara. Mas já  tô melhor. E lá fomos nós. O ônibus atrasou, e nós pagamos o maior mico, porque, quando chegamos, o filme já tinha começado. Teve até um mané que perguntou se a gente tinha chegado pra próxima seção. Saímos de lá, comentando: - Que filme massa! - Maneiro mesmo! Mas já era tarde, e nem deu pra contar os últimos babados pro Zeca. Afinal, segunda-feira é dia de trampo e eu detesto queimar o filme com o patrão. Não vejo a hora de chegar o final de semana de novo para eu agitar um pouco mais.
 
Uma questão polêmica
Existe erro? Até que ponto se deve ensinar a modalidade coloquial da língua na escola? Por causa do livro “Por uma vida melhor” criou-se uma polêmica em torno dessas questões.
 
Não há certo ou errado no uso da língua, o que há na verdade é uma forma adequada ou inadequada de usar a linguagem num determinado contexto.
Casos: 1. Um advogado num tribunal do júri: - É evidente que a testemunha está faltando com a verdade. 2. Um advogado conversando com um colega: - Tá na cara que a testemunha tá enrolando.
Cabe ao professor desenvolver nos alunos a competência linguística necessária para que ele saiba utilizar a linguagem adequada às diversas situações de comunicação.
 
Todas as variedades constituem sistemas linguísticos perfeitamente adequados para a expressão comunicativa e cognitiva dos falantes.  O preconceito linguístico é uma forma de discriminação que deve ser enfaticamente combatida.
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  • 2. Você se descabela quando pensa em estudar a Língua Portuguesa?
  • 3. Se acha incapaz de aprender?
  • 4. Aprender Língua Portuguesa pode parecer difícil, mas não é, afinal, é a língua que você fala.
  • 6. Alguns exemplos: Gramática normativa Gramática internalizada
  • 7. [...] qualquer falante de português possui um conhecimento implícito e altamente elaborado da Língua, muito embora não seja capaz de explicitar esse conhecimento.
  • 8. A gramática normativa trata apenas da modalidade padrão da língua, mas não podemos esquecer que a linguagem é influenciada por muitos fatores.
  • 9. Modalidade: 1. Escrita e falada Variações linguísticas 1. Variantes regionais 2. Variantes sociais ( norma culta e norma popular) 3. Variantes de época
  • 10. Modalidade escrita e modalidade falada FALA - não há tanta preocupação com a norma padrão; - uso de gestos, expressão corporal e facial. ESCRITA – preocupação com a norma padrão.
  • 15. Norma popular, coloquial ou informal Sou fio das mata, canto da mão grossa, Trabáio na roça, de inverno e de estio. A minha chupana é tapada de barro, Só fumo cigarro de paia de mío. Sou poeta das brenha, não faço o papé De argun menestré, ou errante cantô Que veve vagando, com sua viola, Cantando, pachola, à percura de amô. Não tenho sabença, pois nunca estudei, Apenas eu sei o meu nome assiná. Meu pai, coitadinho! Vivia sem cobre, E o fio do pobre não pode estudá. Meu verso rastero, singelo e sem graça, Não entra na praça, no rico salão, Meu verso só entra no campo e na roça Nas pobre paioça, da serra ao sertão. (...) (Patativa do Assaré)
  • 16.  
  • 17.  
  • 18. Norma culta, padrão ou formal “ A paz e a guerra são dados que aparentemente sempre se verificam na experiência histórica. No entanto nós estamos diante de uma situação inédita em que, ....”
  • 20. Variantes de época Antigamente "Antigamente, as moças chamavam-se mademoiselles e eram todas mimosas e muito prendadas. Não faziam anos: completavam primaveras, em geral dezoito. Os janotas, mesmo sendo rapagões, faziam-lhes pé-de-alferes, arrastando a asa, mas ficavam longos meses debaixo do balaio.“ Carlos Drommond de Andrade
  • 21. Variantes de época - E aí, cara? Vamos no cinema? - Sei lá, Marcos. Tô deprê... - Eu também tava, cara. Mas já tô melhor. E lá fomos nós. O ônibus atrasou, e nós pagamos o maior mico, porque, quando chegamos, o filme já tinha começado. Teve até um mané que perguntou se a gente tinha chegado pra próxima seção. Saímos de lá, comentando: - Que filme massa! - Maneiro mesmo! Mas já era tarde, e nem deu pra contar os últimos babados pro Zeca. Afinal, segunda-feira é dia de trampo e eu detesto queimar o filme com o patrão. Não vejo a hora de chegar o final de semana de novo para eu agitar um pouco mais.
  • 22.  
  • 24. Existe erro? Até que ponto se deve ensinar a modalidade coloquial da língua na escola? Por causa do livro “Por uma vida melhor” criou-se uma polêmica em torno dessas questões.
  • 25.  
  • 26. Não há certo ou errado no uso da língua, o que há na verdade é uma forma adequada ou inadequada de usar a linguagem num determinado contexto.
  • 27. Casos: 1. Um advogado num tribunal do júri: - É evidente que a testemunha está faltando com a verdade. 2. Um advogado conversando com um colega: - Tá na cara que a testemunha tá enrolando.
  • 28. Cabe ao professor desenvolver nos alunos a competência linguística necessária para que ele saiba utilizar a linguagem adequada às diversas situações de comunicação.
  • 29.  
  • 30. Todas as variedades constituem sistemas linguísticos perfeitamente adequados para a expressão comunicativa e cognitiva dos falantes. O preconceito linguístico é uma forma de discriminação que deve ser enfaticamente combatida.
  • 32.  
  • 33.  
  • 34.  
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