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Aplicações complementares
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Leonardo Lopes da Cunha
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complementares na cultura
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v4
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compostos de defesa
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para manutenção da atividade dos nódulos
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do nitrato, responsáveis pela transformação do N
atmosférico em amônio ( forma assimilável pela
planta)
V8
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são atacadas por patógenos, aumentando a resistência
natural das plantas
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deficientes em boro podem apresentar grãos leves,
bem como maior queda de florada e formação de
sementes
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de deficiência ocorrem nas folhas novas, que
permanecem alongadas, deformadas e com as
margens cloróticas voltadas para baixo
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formação de proteínas.
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da auxina ( hormônio importante na formação do
floema)
V12  Define comprimento da espiga, as folhas
devem estar inteiras
R3  Define peso do grão, neste momento as folhas
do baixeiro começam a perder e as folhas acima da
espiga devem estar com o máximo de sanidade e sem
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Aplicações Complementares na cultura do Milho

  • 1. Aplicações complementares na cultura do milho Leonardo Lopes da Cunha
  • 2. Por que fazer aplicações complementares na cultura do milho?
  • 3. Fenologia A contagem da folha correta é quando está perfeitamente visível a ligação bainha/colar, quando as folhas estão sendo emitidas não é possível ver sua bainha Fonte: Pioneer
  • 5. Por que aplicar bioregulador em plantas? Promoção de adequado equilíbrio hormonal ao longo do ciclo; Plantas mais ramificadas e tolerantes a estresses; Explorar máximo potencial genético das plantas; Maior aproveitamento da água e nutrientes do solo.
  • 6. Maior número e peso de grãos; Melhor aproveitamento de fertilizantes; Maior produtividade das plantas; Plantas mais eficientes;
  • 7. Como é que a semente germina Fonte: Adilson Leite
  • 8. Germinação = emergência? Temperatura 10,5º C  germinação 15 dias 15,5º C  germinação 4 dias 18º a 20º C  germinação 3 dias Emergência 6 a 10 dias em condições normais.
  • 9. Por que usar inoculante em gramíneas? Exigem alta demanda de N; Tecnologia eficaz e de baixo custo; Fixa N durante todo o ciclo da cultura; Cuidados na aplicação.
  • 10. Uso de enraizadores no TS não dispensa uma boa regulagem 0,45 entre linhas 2,7 plantas/metro 0,45 entre linhas 3,5 plantas/metro
  • 11. v4 Definição do potencial produtivo; Início de desenvolvimento das raízes adventícias; Falta d’água pode causar perdas de 36 sc/há Reservas de amido no colmo são consumidos no momento do stress hídrico Não pode haver matocompetição
  • 12. Fatores que interferem na disponibilidade de nutrientes a planta PH do solo Teor do nutriente no solo Fonte do nutriente Relação entre o nutriente no solo pH da rizosfera Matéria orgânica Cultivo intensivo Aeração do solo
  • 13. Por que fazer adubação foliar? Melhor aproveitamento dos nutrientes pelas plantas Maior resistência a doenças Aumentos em produtividade Micronutrientes estão relacionados a síntese de compostos de defesa
  • 14. CoMo das gramíneas Melhora o aproveitamento de N pelas plantas Maior resitência a doenças Maior produtividade e rentabilidade Zn: síntese de AA, processos de respiração e fotossíntese
  • 15. Co: participa da síntese da vitamina B12, essencial para manutenção da atividade dos nódulos Mo: constituinte das enzimas nitrogenase e redutase do nitrato, responsáveis pela transformação do N atmosférico em amônio ( forma assimilável pela planta)
  • 16. V8 Definição do número de fileiras de espigas; 16 a 24 fileiras; Divisão dos ovários; Destruição das folhas superiores causa redução de 10 a 20 % de produtividade;
  • 17. Substâncias de defesa Ex: Fosfito Incrementa a síntese de substâncias de defesa ( fitoalexinas) que são produzidas quando as plantas são atacadas por patógenos, aumentando a resistência natural das plantas Facilita a ação dos fungicidas.
  • 18. Aplicação de micronutrientes B : Favorece a translocação de açúcares, plantas deficientes em boro podem apresentar grãos leves, bem como maior queda de florada e formação de sementes Cu: Participa do processo de fotossíntese, os sintomas de deficiência ocorrem nas folhas novas, que permanecem alongadas, deformadas e com as margens cloróticas voltadas para baixo
  • 19. Mo: Melhora o aproveitamento de N e favorece a formação de proteínas. Zn: Participa da fotossíntese, formação de proteína e da auxina ( hormônio importante na formação do floema)
  • 20. V12  Define comprimento da espiga, as folhas devem estar inteiras R3  Define peso do grão, neste momento as folhas do baixeiro começam a perder e as folhas acima da espiga devem estar com o máximo de sanidade e sem ataque de pragas pois elas serão as responsáveis por encher o grão.
  • 21. Fecundação no bico da espiga  Água: grão branco na extremidade;  Boro: grão tipo cortiça;  Fósforo: bico do grão torto parecendo um gancho;  Nitrogênio: espiga garrafinha, com o bico achatado;  Zinco: idem N
  • 22. Exigência de água 3 a 4 mm/dia até a 5º folha; 4 a 5 mm/ dia da 6º a 10º folha; 5 a 7 mm/ dia do pendoamento ao florescimento; 5 a 6 mm/ dia frutificação; Consumo total: 400 a 600 mm/ ciclo
  • 23. Armazenamento de água no solo Situação 1: solos com capacidade de armazenar 2 mm/cm de água no solo ( Ohio – EUA), a planta resiste a 13 dias sem chuva no período de florescimento. Situação 2: Solos com capacidade de armazenar 0,8 mm/ cm de água no solo ( Sorriso - MT ), a planta resiste a 5 dias sem chuvas no período de florescimento.
  • 25. Obrigado! Leonardo Lopes da Cunha leonardolopes_6@hotmail.com (62) 8108-5242

Notas do Editor

  1. Giberilina: nenhuma semente germina sem giberilina, ela se dispersa pela semente oque leva para a camada de aleurona, onde tem bastante proteína, estas células são induzidas a sintetizar alfa-amilase, proteases e hidrolases, oque transforma o amido e outras moléculas como proteínas, em açúcares e aminoácidos.  O uso de giberilina para acelerar a germinação com o uso simultâneo de Zinco e Molibdênio protege sementes de menor vigor híbrido, aumentando o estande;