FILOSOFIA Escola de Atenas - Rafael Sanzio. 1511 Platão
OBRAS DE RAFAEL DE SÂNZIO Platão
Platão
AS ORIGENS DA FILOSOFIA Período Homérico (séculos XII a VIII a. C.)  Período Clássico  séculos V a IV a.C  Helenismo séculos IV a II a.C
a A procissão do cavalo de Tróia.1760.Giovanni D. Tiepolo PERÍODO HOMÉRICO
Aquiles mata heitor – Peter Paul Rubens, 1615  ILÍADA
a Helena e Páris, pintura de Jacques-Louis David, 1788  ILÍADA
ODISSEIA John_William_Waterhouse_-_Ulysses_and_the_Sirens_(1891)
ODISSEIA Penélope e os Pretendentes -  John William Waterhouse, 1912
O PENSAMENTO MÍTICO Teogonia Cosmogonia Cosmologia O mito Função do mito Ruptura,  mito e filosofia Fé e razão
O PAPEL DO TEATRO GREGO
PRÉ-SOCRÁTICOS FILÓSOFOS DA NATUREZA Anaximandro  de Mileto Pitágoras  de Samos Parmênides Heráclito
RODA VIVA  –  Chico Buarque Tem dias que a gente se sente Como quem partiu ou morreu A gente estancou de repente Ou foi o mundo então que cresceu A gente quer ter voz ativa No nosso destino mandar Mais eis que chega a roda-viva E carrega o destino pra lá Roda mundo, roda-gigante Roda-moinho, roda- pião O tempo rodou num instante Nas voltas do meu coração A gente vai contra a corrente Até não poder resistir Na volta do barco é que sente O quanto deixou de cumprir Faz tempo que a gente cultiva A mais linda roseira que há  Mas eis que chega a roda-viva E carrega a roseira pra lá  Roda mundo, roda-gigante... A roda da saia, a mulata Não quer mais rodar, não senhor Não posso fazer serenata A roda de samba acabou A gente toma a iniciativa Viola na rua, a cantar Mas eis que chega a roda-viva E carrega a viola pra lá  Roda mundo, roda-gigante... O samba, a viola, a roseira Um dia a fogueira queimou Foi tudo ilusão passageira Que a brisa primeira levou No peito a saudade cativa Faz força pro tempo parar Mas eis que chega a roda-viva E carrega a saudade pra lá  Roda mundo, roda-gigante...
FILÓSOFOS DA NATUREZA Parmênides Heráclito O problema da  mudança e da  multiplicidade Thales  de Mileto A Physis Heráclito e  Parmênides
ESCOLAS PRÉ-SOCRÁTICAS
COMO UMA ONDA  –  Lulu Santos Nada do que foi será De novo do jeito  que já foi um dia Tudo passa Tudo sempre passará A vida vem em ondas Como um mar Num indo e vindo infinito Tudo que se vê não é Igual ao que a gente Viu há um segundo Tudo muda o tempo todo No mundo Não adianta fugir Nem mentir Pra si mesmo agora Há tanta vida lá fora Aqui dentro sempre Como uma onda no mar Como uma onda no mar Como uma onda no mar Nada do que foi será De novo do jeito Que já foi um dia Tudo passa Tudo sempre passará A vida vem em ondas Como um mar Num indo e vindo infinito Tudo que se vê não é Igual ao que a gente Viu há um segundo Tudo muda o tempo todo No mundo Não adianta fugir Nem mentir pra si mesmo Agora, há tanta vida lá fora Aqui dentro, sempre Como uma onda no mar Como uma onda no mar Como uma onda no mar Como uma onda no mar Como uma onda no mar
PERÍODO CLÁSSICO a PLATÃO ARISTÓTELES SÓCRATES
A polis como  criação humana. A ágora e a democracia. A esfera pública  da polis grega. A ESFERA PÚBLICA
- A questão  da consciência. Paidéia O teatro grego  e a tragédia. PAIDÉIA
- A relação entre ética e política. Sócrates, Platão e Aristóteles. A invasão da Grécia pela  Macedônia. A invasão da Grécia pelo Império Romano. PERÍODO CLÁSSICO
HELENISMO Invasão da Grécia  por Alexandre,  o Grande,  rei da Macedônia. O século IV a.C. marca uma reviravolta na história ocidental, que culmina com o fim da Grécia Clássica a partir da invasão de Alexandre, o Grande, tentando unificar sob seu poder,  todo o mundo civilizado.  Nesse momento, a cultura oriental dos povos da Macedônia se mescla à cultura dos gregos,  numa profusão de religiões, crenças, línguas e filosofias, em direção a um  ponto de encontro entre o Oriente e o Ocidente  anunciando o surgimento de uma nova visão de mundo e de uma nova cultura.
IMPÉRIO DE ALEXANDRE
HELENISMO Uma “comunidade internacional”  em  pleno  século  IV a.C. Surgiu uma comunidade internacional, na qual a cultura e a língua gregas desempenhavam papel preponderante. Este período durou cerca de trezentos anos e é chamado de helenismo.  Por helenismo entendemos a cultura predominantemente grega vigente nos três grandes reinos helênicos, a Macedônia, a Síria e o Egito.
MUNDO HELÊNICO
HELENISMO Invasão do reino  de Alexandre pelo Império Romano. A morte de Alexandre, no ano 323 a.C,  na Babilônia, gera dificuldades no governo de um império tão extenso e complexo, com culturas tão diversas.  As disputas pelo poder aliadas a essas dificuldades levam à divisão do império em quatro reinos, até o ano 148 a.C, quando os territórios da Grécia e da Macedônia são anexados pelo Império Romano.
IMPÉRIO ROMANO
Ora, quem duvida e, se admira julga ignorar: por isso, também quem ama os mitos é, de certa maneira, filósofo, porque o mito resulta do maravilhoso. Porque, se foi para fugir à ignorância que filosofaram, claro está que procuraram a ciência pelo desejo de conhecer, e não em vista de qualquer utilidade.  ARISTÓTELES.  Metafísica. Livro I. Capítulo 2.

Antiguidade clássica

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    FILOSOFIA Escola deAtenas - Rafael Sanzio. 1511 Platão
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    OBRAS DE RAFAELDE SÂNZIO Platão
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    AS ORIGENS DAFILOSOFIA Período Homérico (séculos XII a VIII a. C.) Período Clássico séculos V a IV a.C Helenismo séculos IV a II a.C
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    a A procissãodo cavalo de Tróia.1760.Giovanni D. Tiepolo PERÍODO HOMÉRICO
  • 6.
    Aquiles mata heitor– Peter Paul Rubens, 1615 ILÍADA
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    a Helena ePáris, pintura de Jacques-Louis David, 1788 ILÍADA
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    ODISSEIA Penélope eos Pretendentes - John William Waterhouse, 1912
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    O PENSAMENTO MÍTICOTeogonia Cosmogonia Cosmologia O mito Função do mito Ruptura, mito e filosofia Fé e razão
  • 11.
    O PAPEL DOTEATRO GREGO
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    PRÉ-SOCRÁTICOS FILÓSOFOS DANATUREZA Anaximandro de Mileto Pitágoras de Samos Parmênides Heráclito
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    RODA VIVA – Chico Buarque Tem dias que a gente se sente Como quem partiu ou morreu A gente estancou de repente Ou foi o mundo então que cresceu A gente quer ter voz ativa No nosso destino mandar Mais eis que chega a roda-viva E carrega o destino pra lá Roda mundo, roda-gigante Roda-moinho, roda- pião O tempo rodou num instante Nas voltas do meu coração A gente vai contra a corrente Até não poder resistir Na volta do barco é que sente O quanto deixou de cumprir Faz tempo que a gente cultiva A mais linda roseira que há Mas eis que chega a roda-viva E carrega a roseira pra lá Roda mundo, roda-gigante... A roda da saia, a mulata Não quer mais rodar, não senhor Não posso fazer serenata A roda de samba acabou A gente toma a iniciativa Viola na rua, a cantar Mas eis que chega a roda-viva E carrega a viola pra lá Roda mundo, roda-gigante... O samba, a viola, a roseira Um dia a fogueira queimou Foi tudo ilusão passageira Que a brisa primeira levou No peito a saudade cativa Faz força pro tempo parar Mas eis que chega a roda-viva E carrega a saudade pra lá Roda mundo, roda-gigante...
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    FILÓSOFOS DA NATUREZAParmênides Heráclito O problema da mudança e da multiplicidade Thales de Mileto A Physis Heráclito e Parmênides
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    COMO UMA ONDA – Lulu Santos Nada do que foi será De novo do jeito que já foi um dia Tudo passa Tudo sempre passará A vida vem em ondas Como um mar Num indo e vindo infinito Tudo que se vê não é Igual ao que a gente Viu há um segundo Tudo muda o tempo todo No mundo Não adianta fugir Nem mentir Pra si mesmo agora Há tanta vida lá fora Aqui dentro sempre Como uma onda no mar Como uma onda no mar Como uma onda no mar Nada do que foi será De novo do jeito Que já foi um dia Tudo passa Tudo sempre passará A vida vem em ondas Como um mar Num indo e vindo infinito Tudo que se vê não é Igual ao que a gente Viu há um segundo Tudo muda o tempo todo No mundo Não adianta fugir Nem mentir pra si mesmo Agora, há tanta vida lá fora Aqui dentro, sempre Como uma onda no mar Como uma onda no mar Como uma onda no mar Como uma onda no mar Como uma onda no mar
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    PERÍODO CLÁSSICO aPLATÃO ARISTÓTELES SÓCRATES
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    A polis como criação humana. A ágora e a democracia. A esfera pública da polis grega. A ESFERA PÚBLICA
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    - A questão da consciência. Paidéia O teatro grego e a tragédia. PAIDÉIA
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    - A relaçãoentre ética e política. Sócrates, Platão e Aristóteles. A invasão da Grécia pela Macedônia. A invasão da Grécia pelo Império Romano. PERÍODO CLÁSSICO
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    HELENISMO Invasão daGrécia por Alexandre, o Grande, rei da Macedônia. O século IV a.C. marca uma reviravolta na história ocidental, que culmina com o fim da Grécia Clássica a partir da invasão de Alexandre, o Grande, tentando unificar sob seu poder, todo o mundo civilizado. Nesse momento, a cultura oriental dos povos da Macedônia se mescla à cultura dos gregos, numa profusão de religiões, crenças, línguas e filosofias, em direção a um ponto de encontro entre o Oriente e o Ocidente anunciando o surgimento de uma nova visão de mundo e de uma nova cultura.
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    HELENISMO Uma “comunidadeinternacional” em pleno século IV a.C. Surgiu uma comunidade internacional, na qual a cultura e a língua gregas desempenhavam papel preponderante. Este período durou cerca de trezentos anos e é chamado de helenismo. Por helenismo entendemos a cultura predominantemente grega vigente nos três grandes reinos helênicos, a Macedônia, a Síria e o Egito.
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    HELENISMO Invasão doreino de Alexandre pelo Império Romano. A morte de Alexandre, no ano 323 a.C, na Babilônia, gera dificuldades no governo de um império tão extenso e complexo, com culturas tão diversas. As disputas pelo poder aliadas a essas dificuldades levam à divisão do império em quatro reinos, até o ano 148 a.C, quando os territórios da Grécia e da Macedônia são anexados pelo Império Romano.
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    Ora, quem duvidae, se admira julga ignorar: por isso, também quem ama os mitos é, de certa maneira, filósofo, porque o mito resulta do maravilhoso. Porque, se foi para fugir à ignorância que filosofaram, claro está que procuraram a ciência pelo desejo de conhecer, e não em vista de qualquer utilidade. ARISTÓTELES. Metafísica. Livro I. Capítulo 2.

Notas do Editor

  • #13 Pitágoras de Samos
  • #14 Pitágoras de Samos
  • #15 Pitágoras de Samos
  • #16 Pitágoras de Samos
  • #17 Pitágoras de Samos