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A Base Nacional Comum Curricular e as
práticas pedagógicas.
Conceitos e práticas pedagógicas da
BNCC.
INTRODUÇÃO
É imprescindível a educação para nosso convívio em sociedade, e para que esse convívio seja bem
estruturado os planos educacionais tornam-se indispensáveis, afinal é por meio deles em que são
moldados os nossos cidadãos.
Nós futuro pedagogos, temos a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) como base de ensino-
aprendizagem junto com o Plano Nacional de Educação (PNE) onde temos nossas metas.
Devido às suas atribuições no processo de ensino e de aprendizagem, a escola tem sido vista como
uma instituição capaz de formar indivíduos competentes, hábeis, com valores científicos, morais,
culturais, capazes de contribuir para o desenvolvimento da sociedade. Não obstante, para que a escola
logre este objetivo, deve ser capaz de contribuir para que esses conhecimentos possam desenvolver a
comunidade em que se insere. Para isso, é importante torná-los críticos e autocríticos em relação ao
que acontece ao redor.
CONHECIMENTO
A discussão sobre o significado do conhecimento é muitas vezes compreendida em múltiplas
vertentes. Entre as palavras mais recorrentes no campo dos estudos do currículo e na
formulação de políticas curriculares, o conhecimento e o saber ocupam lugar de destaque
(VEIGA-NETO e NOGUEIRA, 2010, p. 67). Dale (2010, p. 01) argumenta que o momento em
que o conhecimento é usado para proteger ou enaltecer interesses setoriais deixa de ser
realmente útil, destacando que o oposto de “conhecimento realmente útil” não é “conhecimento
realmente inútil”, e sim “conhecimento realmente perigoso”.
Problematiza também o autor quando destaca a necessidade de identificar o acesso a
determinado tipo de conhecimento e como essa distribuição é feita, dado que, para ser
realmente útil, o conhecimento deve ser partilhado e acessível a todos, como um verdadeiro
bem público, em vez de ser controlado por interesses políticos e comerciais.
PENSAMENTO CIENTÍFICO.
O Pensamento científico é uma forma de conhecimento que
não dá lugar a subjetividade, à fantasia, aos preconceitos,
enfim, a tudo que não pode ser demonstrado. Nesse sentido,
todo raciocínio científico é baseado na objetividade na
racionalidade e na sistematicidade.
O pensamento científico esta muito presente na vida cotidiana
e nos permite fazer perguntas baseada na razão, o que nos leva
a buscar a verdade. Em outras palavras, uma pessoa com
mentalidade cientifica quer saber o porquê dos
acontecimentos.
PENSAMENTO CRÍTICOS.
O pensamento crítico envolve um juízo intencional, no sentido de refletir sobre em
que se deve crer ou de como reagir a um exame minucioso, a uma vivência, a uma
manifestação oral ou textual, e até mesmo a proposições alheias. Ele também está
ligado à definição do conteúdo e do valor do objeto da observação.
É bom frisar que o pensamento crítico não tem a intenção de transmitir uma visão
pessimista do contexto nem apresentar uma tendência a achar imperfeições e erros.
Também não pretende modificar a mentalidade dos indivíduos ou ocupar o lugar
reservado à afetividade e aos sentimentos.
PENSAMENTO CRIATIVO.
O conceito pensamento criativo é também conhecido por outras denominações, tais como
pensamento lateral, pensamento incomum ou design thinking em inglês.
Independentemente do termo usado, seu objetivo é encontrar soluções alternativas diante
de novos problemas ou desafios.
O pensamento criativo é a capacidade de criar novas ideias com determinado valor. Isso
não significa que a criatividade consiste em pensar de maneira diferente, uma vez que
fabricar portas hexagonais é algo diferente do habitual, mas não deixa de ser uma
proposta criativa porque proporciona nenhum valor (não resolve uma necessidade
portanto, é inútil).
REPERTORIO CULTURAL.
A Base nacional Comum Curricular (BNCC) coloca o repertorio cultural como uma
das competências que devem ser desenvolvidas em sala de aula. De acordo com ela,
isso significa valorizar e participar das diversas manifestações artísticas e culturais,
sejam elas do contexto local ou mundial, também vivenciar práticas relacionadas
arte e cultura.
O objetivo principal é permitir que os estudantes aprendam e entendam e
reconheçam a importância das diferentes manifestações artísticas e culturais. Além
disso, eles precisam aprendera ser participativos, capazes de expressar e atuar por
meio das artes.
COMUNICAÇÃO.
Educação e comunicação são áreas com conceitos diferentes, mas que se encontram e se
complementam quando o objetivo maior se trata da formação humana de forma ampla,
envolvendo o aprendizado mais técnico até os valores para o exercício dos direitos e deveres
cidadãos.
A Comunicação, enquanto fato social, é um dos elementos que constituem o processo
educacional. A Educação só se será efetiva enquanto um ato comunicativo.
A Comunicação, enquanto conjunto de procedimentos para a conexão entre as pessoas,
trata-se de um eixo transversal na prática educacional entre professores e alunos.
O diálogo entre a Educação e a Comunicação se torna necessário por mostrar-se mais
adequado no atendimento às necessidades de educadores e educandos (SOARES, 2010).
CULTURA DIGITAL.
A relevância de ter uma cultura digital na educação tornou-se ainda mais evidente durante a pandemia do novo
coronavírus. As escolas que já haviam incorporado a tecnologia educacional às suas práticas pedagógicas
tiveram menos dificuldades para se adaptarem ao contexto de isolamento social, por exemplo.
Embora esse assunto já estivesse sendo discutido por diretores de escolas e professores antes da crise, não
havia tanta urgência para criar uma cultura digital. Em alguns colégios, certas práticas já haviam sido
implementadas; porém, na maioria deles, de maneira insuficiente.
Os educadores já haviam notado a sua importância, considerando as necessidades que surgem à medida que a
nossa sociedade evolui e a sua obrigatoriedade na BNCC (Base Nacional Comum Curricular) também.
Entretanto, essa era uma ideia a ser implementada em um futuro não tão próximo, ou seja, não estava entre as
prioridades.
Para entender por que o seu colégio precisa construir uma cultura digital, descubra a seguir o que é, quais são
os seus benefícios para os alunos e a escola, como implementá-la, quais ferramentas utilizar para isso e como
integrá-la à grade curricular.
TRABALHO E PROJETO DE VIDA.
Trabalhar o projeto de vida na escola é ajudar a criança e o jovem a
desenvolver seu autoconhecimento e planos para o futuro. Assim a
escola cumpre um de seus papéis na formação de pessoas, colocando
ainda o jovem como protagonista de sua própria jornada.
A questão “Quem eu quero ser?” não deve ser confundida com a sua
forma prática e simplista de resposta, que leva em conta apenas a parte
profissional. Trata-se de um planejamento para o futuro, que inclui seus
interesses, sonhos e objetivos. Através deles, é importante entender o
papel que se exerce no mundo e designar estratégias para executar o
planejamento.
ARGUMENTAÇÃO.
Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular,
negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e
promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo
responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em
relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta. Aqui o destaque é para a
capacidade de construir argumentos, conclusões ou opiniões de maneira qualificada
e de debater com respeito às colocações dos outros. Ela inclui a consciência e a
valorização da ética, dos direitos humanos e da sustentabilidade social e ambiental
como referências essenciais no aprendizado dessa competência para orientar o
posicionamento dos estudantes.
AUTOCONHECIMENTO E AUTOCUIDADO.
Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional,
compreendendo-se na diversidade humana e reconhecendo suas
emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com
elas. A competência trata do aprendizado que crianças e jovens
devem adquirir a respeito de si mesmos, sendo capazes de identificar
seus pontos fortes e fragilidades, lidar com suas emoções e manter a
saúde física e o equilíbrio emocional.
EMPATIA E COOPERAÇÃO.
Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a
cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e
aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade
de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e
potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza.
Empatia e cooperação Aborda o desenvolvimento social da criança e
do jovem, propondo posturas e atitudes que devem ter em relação ao
outro. Fala da necessidade de compreender, de ser solidário, de
dialogar e de colaborar com todos, respeitando a diversidade social,
econômica, política e cultural.
RESPONSABILIDADE E CIDADANIA.
Cidadania pressupunha, portanto, todas as implicações decorrentes de uma vida em
sociedade, ampliando assim o seu conceito que passa a englobar um conjunto de
valores sociais que determinam os direitos e deveres de um cidadão.
A educação Infantil apresenta elevado valor, uma vez que durante esse período da vida
é formada a personalidade da criança, determinando fatores que influenciarão no
adulto em que se tornará. Contudo, ainda não há considerável reconhecimento e
valorização dessa etapa de ensino; tornando-se necessária a divulgação de seus
benefícios e sua significativa colaboração na melhoria da qualidade de vida e na
construção da cidadania.
CONCLUSÃO
Em síntese, embora, por um lado, possa ser reconhecido e deva ser
valorizado o esforço e os trabalhos já realizados, cabe apontar, por outro
lado, a enorme responsabilidade no estabelecimento dessa base comum,
evitando medidas precipitadas.
Esperamos que o processo de construção tenha continuidade através da
elaboração de novas propostas que contemplem os aportes das
discussões até essa fase, de forma a dar prosseguimento a novas
discussões e ao necessário diálogo antes de sua completa definição.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Argumentação está entre as competências gerais da
BNCC (novaescola.org.br)
Cultura digital: qual a importância e como ela pode ser
trabalhada na escola - Blog da Eleva
(elevaplataforma.com.br)
Dale (2010, p. 01).
http://conceito.de/pensamento-critico+
SOARES, (2010)
VEIGA-NETO e NOGUEIRA (2010, p. 67).

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A base nacional comum curricular e as práticas pedagógicas. conceitos e práticas pedagógicas da bncc.

  • 1. A Base Nacional Comum Curricular e as práticas pedagógicas. Conceitos e práticas pedagógicas da BNCC.
  • 2. INTRODUÇÃO É imprescindível a educação para nosso convívio em sociedade, e para que esse convívio seja bem estruturado os planos educacionais tornam-se indispensáveis, afinal é por meio deles em que são moldados os nossos cidadãos. Nós futuro pedagogos, temos a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) como base de ensino- aprendizagem junto com o Plano Nacional de Educação (PNE) onde temos nossas metas. Devido às suas atribuições no processo de ensino e de aprendizagem, a escola tem sido vista como uma instituição capaz de formar indivíduos competentes, hábeis, com valores científicos, morais, culturais, capazes de contribuir para o desenvolvimento da sociedade. Não obstante, para que a escola logre este objetivo, deve ser capaz de contribuir para que esses conhecimentos possam desenvolver a comunidade em que se insere. Para isso, é importante torná-los críticos e autocríticos em relação ao que acontece ao redor.
  • 3. CONHECIMENTO A discussão sobre o significado do conhecimento é muitas vezes compreendida em múltiplas vertentes. Entre as palavras mais recorrentes no campo dos estudos do currículo e na formulação de políticas curriculares, o conhecimento e o saber ocupam lugar de destaque (VEIGA-NETO e NOGUEIRA, 2010, p. 67). Dale (2010, p. 01) argumenta que o momento em que o conhecimento é usado para proteger ou enaltecer interesses setoriais deixa de ser realmente útil, destacando que o oposto de “conhecimento realmente útil” não é “conhecimento realmente inútil”, e sim “conhecimento realmente perigoso”. Problematiza também o autor quando destaca a necessidade de identificar o acesso a determinado tipo de conhecimento e como essa distribuição é feita, dado que, para ser realmente útil, o conhecimento deve ser partilhado e acessível a todos, como um verdadeiro bem público, em vez de ser controlado por interesses políticos e comerciais.
  • 4. PENSAMENTO CIENTÍFICO. O Pensamento científico é uma forma de conhecimento que não dá lugar a subjetividade, à fantasia, aos preconceitos, enfim, a tudo que não pode ser demonstrado. Nesse sentido, todo raciocínio científico é baseado na objetividade na racionalidade e na sistematicidade. O pensamento científico esta muito presente na vida cotidiana e nos permite fazer perguntas baseada na razão, o que nos leva a buscar a verdade. Em outras palavras, uma pessoa com mentalidade cientifica quer saber o porquê dos acontecimentos.
  • 5. PENSAMENTO CRÍTICOS. O pensamento crítico envolve um juízo intencional, no sentido de refletir sobre em que se deve crer ou de como reagir a um exame minucioso, a uma vivência, a uma manifestação oral ou textual, e até mesmo a proposições alheias. Ele também está ligado à definição do conteúdo e do valor do objeto da observação. É bom frisar que o pensamento crítico não tem a intenção de transmitir uma visão pessimista do contexto nem apresentar uma tendência a achar imperfeições e erros. Também não pretende modificar a mentalidade dos indivíduos ou ocupar o lugar reservado à afetividade e aos sentimentos.
  • 6. PENSAMENTO CRIATIVO. O conceito pensamento criativo é também conhecido por outras denominações, tais como pensamento lateral, pensamento incomum ou design thinking em inglês. Independentemente do termo usado, seu objetivo é encontrar soluções alternativas diante de novos problemas ou desafios. O pensamento criativo é a capacidade de criar novas ideias com determinado valor. Isso não significa que a criatividade consiste em pensar de maneira diferente, uma vez que fabricar portas hexagonais é algo diferente do habitual, mas não deixa de ser uma proposta criativa porque proporciona nenhum valor (não resolve uma necessidade portanto, é inútil).
  • 7. REPERTORIO CULTURAL. A Base nacional Comum Curricular (BNCC) coloca o repertorio cultural como uma das competências que devem ser desenvolvidas em sala de aula. De acordo com ela, isso significa valorizar e participar das diversas manifestações artísticas e culturais, sejam elas do contexto local ou mundial, também vivenciar práticas relacionadas arte e cultura. O objetivo principal é permitir que os estudantes aprendam e entendam e reconheçam a importância das diferentes manifestações artísticas e culturais. Além disso, eles precisam aprendera ser participativos, capazes de expressar e atuar por meio das artes.
  • 8. COMUNICAÇÃO. Educação e comunicação são áreas com conceitos diferentes, mas que se encontram e se complementam quando o objetivo maior se trata da formação humana de forma ampla, envolvendo o aprendizado mais técnico até os valores para o exercício dos direitos e deveres cidadãos. A Comunicação, enquanto fato social, é um dos elementos que constituem o processo educacional. A Educação só se será efetiva enquanto um ato comunicativo. A Comunicação, enquanto conjunto de procedimentos para a conexão entre as pessoas, trata-se de um eixo transversal na prática educacional entre professores e alunos. O diálogo entre a Educação e a Comunicação se torna necessário por mostrar-se mais adequado no atendimento às necessidades de educadores e educandos (SOARES, 2010).
  • 9. CULTURA DIGITAL. A relevância de ter uma cultura digital na educação tornou-se ainda mais evidente durante a pandemia do novo coronavírus. As escolas que já haviam incorporado a tecnologia educacional às suas práticas pedagógicas tiveram menos dificuldades para se adaptarem ao contexto de isolamento social, por exemplo. Embora esse assunto já estivesse sendo discutido por diretores de escolas e professores antes da crise, não havia tanta urgência para criar uma cultura digital. Em alguns colégios, certas práticas já haviam sido implementadas; porém, na maioria deles, de maneira insuficiente. Os educadores já haviam notado a sua importância, considerando as necessidades que surgem à medida que a nossa sociedade evolui e a sua obrigatoriedade na BNCC (Base Nacional Comum Curricular) também. Entretanto, essa era uma ideia a ser implementada em um futuro não tão próximo, ou seja, não estava entre as prioridades. Para entender por que o seu colégio precisa construir uma cultura digital, descubra a seguir o que é, quais são os seus benefícios para os alunos e a escola, como implementá-la, quais ferramentas utilizar para isso e como integrá-la à grade curricular.
  • 10. TRABALHO E PROJETO DE VIDA. Trabalhar o projeto de vida na escola é ajudar a criança e o jovem a desenvolver seu autoconhecimento e planos para o futuro. Assim a escola cumpre um de seus papéis na formação de pessoas, colocando ainda o jovem como protagonista de sua própria jornada. A questão “Quem eu quero ser?” não deve ser confundida com a sua forma prática e simplista de resposta, que leva em conta apenas a parte profissional. Trata-se de um planejamento para o futuro, que inclui seus interesses, sonhos e objetivos. Através deles, é importante entender o papel que se exerce no mundo e designar estratégias para executar o planejamento.
  • 11. ARGUMENTAÇÃO. Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta. Aqui o destaque é para a capacidade de construir argumentos, conclusões ou opiniões de maneira qualificada e de debater com respeito às colocações dos outros. Ela inclui a consciência e a valorização da ética, dos direitos humanos e da sustentabilidade social e ambiental como referências essenciais no aprendizado dessa competência para orientar o posicionamento dos estudantes.
  • 12. AUTOCONHECIMENTO E AUTOCUIDADO. Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, compreendendo-se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas. A competência trata do aprendizado que crianças e jovens devem adquirir a respeito de si mesmos, sendo capazes de identificar seus pontos fortes e fragilidades, lidar com suas emoções e manter a saúde física e o equilíbrio emocional.
  • 13. EMPATIA E COOPERAÇÃO. Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza. Empatia e cooperação Aborda o desenvolvimento social da criança e do jovem, propondo posturas e atitudes que devem ter em relação ao outro. Fala da necessidade de compreender, de ser solidário, de dialogar e de colaborar com todos, respeitando a diversidade social, econômica, política e cultural.
  • 14. RESPONSABILIDADE E CIDADANIA. Cidadania pressupunha, portanto, todas as implicações decorrentes de uma vida em sociedade, ampliando assim o seu conceito que passa a englobar um conjunto de valores sociais que determinam os direitos e deveres de um cidadão. A educação Infantil apresenta elevado valor, uma vez que durante esse período da vida é formada a personalidade da criança, determinando fatores que influenciarão no adulto em que se tornará. Contudo, ainda não há considerável reconhecimento e valorização dessa etapa de ensino; tornando-se necessária a divulgação de seus benefícios e sua significativa colaboração na melhoria da qualidade de vida e na construção da cidadania.
  • 15. CONCLUSÃO Em síntese, embora, por um lado, possa ser reconhecido e deva ser valorizado o esforço e os trabalhos já realizados, cabe apontar, por outro lado, a enorme responsabilidade no estabelecimento dessa base comum, evitando medidas precipitadas. Esperamos que o processo de construção tenha continuidade através da elaboração de novas propostas que contemplem os aportes das discussões até essa fase, de forma a dar prosseguimento a novas discussões e ao necessário diálogo antes de sua completa definição.
  • 16. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Argumentação está entre as competências gerais da BNCC (novaescola.org.br) Cultura digital: qual a importância e como ela pode ser trabalhada na escola - Blog da Eleva (elevaplataforma.com.br) Dale (2010, p. 01). http://conceito.de/pensamento-critico+ SOARES, (2010) VEIGA-NETO e NOGUEIRA (2010, p. 67).