O autor compara a avaliação de escolas a um espelho, onde a compreensão da imagem refletida influencia as decisões tomadas. Ele argumenta que a avaliação deve ter como objetivo melhorar a prática educativa, considerando o contexto e dando voz a todos os envolvidos. Além disso, defende que a iniciativa da avaliação deve partir da comunidade escolar com apoio externo, e que o processo colegial produz resultados mais imparciais.