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EPIDEMIOLOGIA
SOBRE POVO CONHECIMENTO
| LAST, 1995 - ESTUDO DA DISTRIBUIÇÃO E DOS DETERMINANTES DE ESTADOS OU EVENTOS
RELACIONADOS À SAÚDE EM DETERMINADAS POPULAÇÕES E A APLICAÇÃO DESTE ESTUDO NO
CONTROLE DE PROBLEMAS DE SAÚDE.
| LILIENFELD, 1994 - ESTUDO DOS PADRÕES DE OCORRÊNCIAS DE DOENÇAS NAS POPULAÇÕES
HUMANAS E DOS FATORES QUE INFLUENCIAM ESTES PADRÕES.
| ROUQUAYROL, 1994 - É A CIÊNCIA QUE ESTUDA O PROCESSO SAÚDE-DOENÇA EM
COLETIVIDADES HUMANAS, ANALISANDO A DISTRIBUIÇÃO E OS FATORES DETERMINANTES DAS
ENFERMIDADES, DANOS À SAÚDE E EVENTOS ASSOCIADOS À SAÚDE COLETIVA, PROPONDO MEDIDAS
ESPECÍFICAS DE PREVENÇÃO, CONTROLE, OU ERRADICAÇÃO DE DOENÇAS, E FORNECENDO
INDICADORES QUE SIRVAM DE SUPORTE AO PLANEJAMENTO, ADMINISTRAÇÃO E AVALIAÇÃO DAS
AÇÕES DE SAÚDE.
DEFINIÇÕES
| FORATTINI, 1992 - É O RAMO DO ESTUDO CIENTÍFICO QUE TEM POR OBJETO OS EVENTOS
CONCERNENTES À SAÚDE E À QUALIDADE DE VIDA NA COMUNIDADE ANTRÓPICA, EM SEUS ASPECTOS
CAUSAIS, CONDIÇÕES DETERMINANTES E DE DISTRIBUIÇÃO, OBJETIVANDO APLICAR OS
CONHECIMENTOS AUFERIDOS PARA A SOLUÇÃO DOS PROBLEMAS A ELA RELACIONADOS
| MACMAHON & PUGH, 1970 - A EPIDEMIOLOGIA É O ESTUDO DA DISTRIBUIÇÃO E DOS
DETERMINANTES DA FREQÜÊNCIA DE DOENÇAS NO HOMEM
| PEREIRA, 1995 - RAMO DAS CIÊNCIAS DA SAÚDE QUE ESTUDA, NA POPULAÇÃO, A OCORRÊNCIA, A
DISTRIBUIÇÃO E OS FATORES DETERMINANTES DOS EVENTOS RELACIONADOS COM A SAÚDE
DEFINIÇÕES
“A IDENTIFICAÇÃO DO PADRÃO DE OCORRÊNCIA DE DOENÇAS NAS POPULAÇÕES HUMANAS
E DOS FATORES QUE INFLUENCIAM (DETERMINAM, CONDICIONAM) TEM SIDO
REITERADAMENTE DEFINIDA COMO O OBJETO DE ESTUDO DA EPIDEMIOLOGIA.”
ALMEIDA FILHO, 1992
|CLÍNICA ABORDA A DOENÇA EM NÍVEL INDIVIDUAL
|A EPIDEMIOLOGIA ABORDA O PROCESSO SAÚDE-DOENÇA EM GRUPOS DE PESSOAS
| VARIA DE PEQUENOS GRUPOS ATÉ POPULAÇÕES INTEIRAS
INTRODUÇÃO
POR ALGUM TEMPO PREVALECEU A IDÉIA DE QUE A EPIDEMIOLOGIA RESTRINGIA-SE AO ESTUDO DE EPIDEMIAS
DE DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS
HOJE, É RECONHECIDO QUE A EPIDEMIOLOGIA TRATA DE QUALQUER EVENTO RELACIONADO À SAÚDE (OU
DOENÇA) DA POPULAÇÃO.
INTRODUÇÃO
|DESCRIÇÃO DAS CONDIÇÕES DE SAÚDE DA POPULAÇÃO
|INVESTIGAÇÃO DOS FATORES DETERMINANTES DE DOENÇAS
|AVALIAÇÃO DO IMPACTO DAS AÇÕES PARA ALTERAR A SITUAÇÃO DE SAÚDE
|AVALIAÇÃO DA UTILIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE
PARTE DO CONHECIMENTO DOS FATORES QUE A DETERMINAM E PROVEM, SUBSÍDIOS PARA A
PREVENÇÃO DAS DOENÇAS.
INTRODUÇÃO
SAÚDE E DOENÇA
DOENÇAS OU EVENTOS NÃO OCORREM AO ACASO
|SAÚDE E DOENÇA COMO UM PROCESSO BINÁRIO, OU SEJA, PRESENÇA/AUSÊNCIA, É UMA
FORMA SIMPLISTA PARA ALGO BEM MAIS COMPLEXO
|O QUE SE ENCONTRA USUALMENTE, NA CLÍNICA DIÁRIA, É UM PROCESSO EVOLUTIVO ENTRE
SAÚDE E DOENÇA QUE, DEPENDENDO DE CADA PACIENTE, PODERÁ SEGUIR CURSOS DIVERSOS
SAÚDE E DOENÇA
EVOLUÇÃO AGUDA E FATAL
|EX.10% DOS PORTADORES DE TROMBOSE VENOSA PROFUNDA APRESENTAM UM EPISÓDIO DE
TROMBOEMBOLISMO PULMONAR, E QUE 10% DESSES VÃO AO ÓBITO (MOSER, 1990)
EVOLUÇÃO AGUDA, CLINICAMENTE EVIDENTE, COM RECUPERAÇÃO
|EX. PACIENTE JOVEM, HÍGIDO, COM QUADRO VIRAL DE VIAS AÉREAS SUPERIORES, INICIA COM
FEBRE, TOSSE PRODUTIVA COM EXPECTORAÇÃO PURULENTA, DOR VENTILATÓRIA DEPENDENTE E
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|APÓS O DIAGNÓSTICO DE PNEUMONIA PNEUMOCÓCICA E TRATAMENTO COM BETA-
LACTÂMICOS, O PACIENTE REPETE A RADIOGRAFIA E NÃO SE OBSERVA SEQÜELA ALGUMA DO
PROCESSO INFLAMATÓRIO-INFECCIOSO
SAÚDE E DOENÇA
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EVOLUÇÃO CRÔNICA PROGRESSIVA COM ÓBITO EM LONGO OU CURTO PRAZO
|EX. FIBROSE PULMONAR IDIOPÁTICA QUE GERALMENTE EVOLUINDO PARA O ÓBITO POR INSUFICIÊNCIA
RESPIRATÓRIA E HIPOXEMIA SEVERA. SOBREVIDA MÉDIA, APÓS O SURGIMENTO DOS PRIMEIROS
SINTOMAS, INFERIOR A CINCO ANOS
|EX. VÍCIO DO TABAGISMO.
EVOLUÇÃO CRÔNICA COM PERÍODOS ASSINTOMÁTICOS E EXACERBAÇÕES
|EX. A ASMA BRÔNQUICA É UM DOS EXEMPLOS CLÁSSICOS, COM PERÍODOS DE EXACERBAÇÃO E
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SAÚDE E DOENÇA
HISTÓRIA NATURAL DAS DOENÇAS
|FASE INICIAL OU DE SUSCEPTIBILIDADE
|FASE PATOLÓGICA PRÉ-CLÍNICA
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SAÚDE E DOENÇA
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| AINDA NÃO HÁ DOENÇA, MAS, SIM, CONDIÇÕES QUE A FAVOREÇAM. DEPENDENDO DA
EXISTÊNCIA DE FATORES DE RISCO OU DE PROTEÇÃO, ALGUNS INDIVÍDUOS ESTARÃO MAIS OU
MENOS PROPENSOS A DETERMINADAS DOENÇAS DO QUE OUTROS.
CRIANÇAS QUE CONVIVEM COM MÃES FUMANTES ESTÃO EM MAIOR RISCO DE HOSPITALIZAÇÕES POR IRA
NO PRIMEIRO ANO DE VIDA, DO QUE FILHOS DE MÃES NÃO-FUMANTES
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|A DOENÇA NÃO É EVIDENTE, MAS JÁ HÁ ALTERAÇÕES PATOLÓGICAS,
SAÚDE E DOENÇA
COMO ACONTECE NO MOVIMENTO CILIAR DA ÁRVORE BRÔNQUICA REDUZIDO PELO FUMO E
CONTRIBUINDO, POSTERIORMENTE, PARA O APARECIMENTO DA DPOC
FASE CLÍNICA
|CORRESPONDE AO PERÍODO DA DOENÇA COM SINTOMAS.
DPOC, A FASE CLÍNICA VARIA DESDE OS PRIMEIROS SINAIS DA BRONQUITE CRÔNICA . COMO AUMENTO DE
TOSSE E EXPECTORAÇÃO . ATÉ O QUADRO DE COR PULMONALE CRÔNICO, NA FASE FINAL DA DOENÇA.
SAÚDE E DOENÇA
FASE DE INCAPACIDADE RESIDUAL
DPOC, EVOLUIU PARA A INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA DEVIDO À HIPOXEMIA E PASSARÁ A
APRESENTAR SEVERA LIMITAÇÃO FUNCIONAL
SAÚDE E DOENÇA
PREVENÇÃO
AÇÕES PRIMÁRIAS
DIRIGEM-SE À PREVENÇÃO DAS DOENÇAS
OU MANUTENÇÃO DA SAÚDE.
AÇÕES SECUNDÁRIAS
APÓS A INSTALAÇÃO DO PERÍODO CLÍNICO OU
PATOLÓGICO DAS DOENÇAS, VISAM A FAZÊ-LO
REGREDIR (CURA), OU IMPEDIR A PROGRESSÃO PARA
O ÓBITO, OU EVITAR O SURGIMENTO DE SEQÜELAS
AÇÕES TERCIÁRIAS
PROCURA MINIMIZAR OS DANOS JÁ OCORRIDOS COM
A DOENÇA.
PREVENÇÃO
CAUSALIDADE EM EPIDEMIOLOGIA
|A TEORIA DA MULTICAUSALIDADE OU MULTIFATORIALIDADE TEM HOJE SEU PAPEL DEFINIDO
NA GÊNESE DAS DOENÇAS, EM SUBSTITUIÇÃO À TEORIA DA UNICAUSALIDADE QUE VIGOROU
POR MUITOS ANOS
|A MAIORIA DAS DOENÇAS ADVÉM DE UMA COMBINAÇÃO DE FATORES QUE INTERAGEM ENTRE
SI E ACABAM DESEMPENHANDO IMPORTANTE PAPEL NA DETERMINAÇÃO DAS MESMAS
CAUSALIDADE EM EPIDEMIOLOGIA
|NEM TODO FUMANTE DESENVOLVE CÂNCER DE PULMÃO
|OUTRAS CAUSAS CONTRIBUINDO PARA O APARECIMENTO DESSA DOENÇA.
|DESCENDENTES DE PRIMEIRO GRAU DE FUMANTES COM CÂNCER DE PULMÃO TIVERAM 2A3 VEZES MAIOR
CHANCE DE TEREM A DOENÇA
|INDICA QUE HÁ UMA SUSCETIBILIDADE FAMILIAR AUMENTADA PARA O CÂNCER DE PULMÃO
CAUSALIDADE EM EPIDEMIOLOGIA
DETERMINANTES DISTAIS
FATORES A DISTÂNCIA QUE, ATRAVÉS DE SUA ATUAÇÃO EM OUTROS FATORES, PODEM CONTRIBUIR PARA O
APARECIMENTO DA DOENÇA
DETERMINANTES INTERMEDIÁRIOS
PODEM SOFRER TANTO A INFLUÊNCIA DOS DETERMINANTES DISTAIS COMO ESTAR AGINDO EM FATORES
PRÓXIMOS À DOENÇA
DETERMINANTES PROXIMAIS
FATORES QUE ESTÃO PRÓXIMOS À DOENÇA .
CAUSALIDADE EM EPIDEMIOLOGIA
CAUSALIDADE EM EPIDEMIOLOGIA
Fatores
Biológicos
Fatores
Hereditários
Fatores Sócio-
econômicos
Fatores
Nutricionais
Instrução de
Higiene
S. mutans
Sacarose
C
Á
R
I
E
CRITÉRIOS DE CAUSALIDADE DE HILL
SOMENTE OS ESTUDOS EXPERIMENTAIS ESTABELECEM DEFINITIVAMENTE A CAUSALIDADE
|FORÇA DA ASSOCIAÇÃO E MAGNITUDE: DIETA X CÁRIE
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|SEQÜÊNCIA CRONOLÓGICA (OU TEMPORALIDADE): A CAUSA PRECEDE O EFEITO?
|EFEITO DOSE-RESPOSTA: O AUMENTO DA EXPOSIÇÃO CAUSA UM AUMENTO DO EFEITO?
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|COERÊNCIA: OS ACHADOS DEVEM SER COERENTES COM AS TENDÊNCIAS TEMPORAIS, PADRÕES
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|ANALOGIA: O OBSERVADO É ANÁLOGO AO QUE SE SABE SOBRE OUTRA DOENÇA OU EXPOSIÇÃO.
EX. IMUNOSSUPRESSÃO
A PERGUNTA-CHAVE:
OS ACHADOS ENCONTRADOS INDICAM CAUSALIDADE OU APENAS ASSOCIAÇÃO?
CAUSALIDADE EM EPIDEMIOLOGIA
MUITOS DELES MEDEM DOENÇAS, MORTES, GRAVIDADE DE DOENÇAS, O QUE DENOTA
SER MAIS FÁCIL, ÀS VEZES, MEDIR DOENÇA DO QUE MEDIR SAÚDE
INDICADORES DE SAÚDE
A PREVALÊNCIA MEDE O NÚMERO TOTAL DE CASOS, EPISÓDIOS OU EVENTOS EXISTENTES EM UM DETERMINADO
PONTO NO TEMPO
RELAÇÃO ENTRE O NÚMERO DE CASOS EXISTENTES DE UMA DETERMINADA DOENÇA E O NÚMERO DE PESSOAS NA
POPULAÇÃO, EM UM DETERMINADO PERÍODO
EX. 1.053 CRIANÇAS DA ZONA URBANA DE MARINGÁ, EM 1991, DETECTARAM-SE 135 CASOS DE BRONQUITE
CRÔNICA, PORTANTO, A PREVALÊNCIA DE BRONQUITE CRÔNICA, SEGUINDO A EQUAÇÃO ABAIXO, FOI DE
12,8%
PREVALÊNCIA
INCIDÊNCIA MEDE O NÚMERO DE CASOS NOVOS DE UMA DOENÇA, EPISÓDIOS OU EVENTOS NA POPULAÇÃO DENTRO
DE UM PERÍODO DEFINIDO DE TEMPO (DIA, SEMANA, MÊS, ANO)
É UM DOS MELHORES INDICADORES PARA AVALIAR SE UMA CONDIÇÃO ESTÁ DIMINUINDO, AUMENTANDO OU
PERMANECENDO ESTÁVEL, POIS INDICA O NÚMERO DE PESSOAS DA POPULAÇÃO QUE PASSOU DE UM ESTADO DE NÃO-
DOENTE PARA DOENTE.
INCIDÊNCIA
PREVALÊNCIA MEDE O NÚMERO DE DOENTES
NO PERÍODO E POPULAÇÃO ESTUDADA
INCIDÊNCIAPREVALÊNCIA
INCIDÊNCIA MEDE O NÚMERO DE NOVOS DOENTES
NA MESMA ÁREA, PERÍODO E POPULAÇÃO
• REFERE-SE AO COMPORTAMENTO DAS DOENÇAS NUMA POPULAÇÃO EXPOSTA AO
ADOECIMENTO; SEUS ÍNDICES PERMITEM CONHECER QUE DOENÇAS EXISTEM
HABITUALMENTE.
MORBIDADE
• A QUANTIDADE DE CASOS TAMBÉM PERMITE ESTIMAR SUA IMPORTÂNCIA PARA AQUELA
POPULAÇÃO
• SURTO: É O AUMENTO REPENTINO DO NÚMERO DE CASOS, DENTRO DE LIMITES RESTRITOS.
• ENDEMIA: É A OCORRÊNCIA DE CERTO NUMERO DE CASSO CONTROLADOS EM DETERMINADA
REGIÃO
• EPIDEMIA: É A AUMENTO DO NUMERO DE CASOS DE DETERMINADA DOENÇA MUITO ACIMA
DO ESPERADO E NÃO DELIMITADA A UMA REGIÃO.
• PANDEMIA: COMPREENDE UM NÚMERO DE CASOS DE DOENÇAS ACIMA DO ESPERADO, SEM
RESPEITAR LIMITES ENTRE PAÍSES OU CONTINENTES. EX: AIDS E TUBERCULOSE.
MORBIDADE
• NÚMERO DE ÓBITOS (ASSIM COMO O NÚMERO DE NASCIMENTOS) É UMA IMPORTANTE
FONTE PARA AVALIAR AS CONDIÇÕES DE SAÚDE DA POPULAÇÃO
• REFERE-SE AO COMPORTAMENTO DAS DOENÇAS NUMA POPULAÇÃO EXPOSTA AO
ADOECIMENTO; SEUS ÍNDICES PERMITEM CONHECER QUE DOENÇAS EXISTEM
HABITUALMENTE.
MORTALIDADE
| COEFICIENTE DE MORTALIDADE GERAL
| COEFICIENTE DE MORTALIDADE INFANTIL
| COEFICIENTE DE MORTALIDADE NEONATAL PRECOCE
| COEFICIENTE DE MORTALIDADE NEONATAL TARDIA
| COEFICIENTE DE MORTALIDADE PERINATAL
| COEFICIENTE DE MORTALIDADE MATERNA
| COEFICIENTE DE MORTALIDADE ESPECÍFICO POR DOENÇA
MORTALIDADE
REFERE-SE À INCIDÊNCIA DE MORTES ENTRE PORTADORES DE UMA DETERMINADA DOENÇA, EM UM
CERTO PERÍODO DE TEMPO, DIVIDIDA PELA POPULAÇÃO DE DOENTES.
GRIPE A X GRIPE CONVENCIONAL
LETALIDADE
TIPOLOGIA DOS ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS
DESCRITIVOS ANALÍTICOS
OBSERVACIONAISEXPERIMENTAIS
TRANSVERSAL COORTE CASO-CONTROLE ECOLÓGICO
TIPOLOGIA DOS ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS
| DESCRITIVOS
OS ESTUDOS DESCRITIVOS GERALMENTE SE LIMITAM AO REGISTRO DA FREQÜÊNCIA DE
EVENTOS OU AGRAVOS PATOLÓGICOS OBSERVANDO SUA VARIAÇÃO NO TEMPO E ESPAÇO
| ANALÍTICOS
ENQUANTO QUE, OS ESTUDOS ANALÍTICOS TÊM COMO OBJETIVO EXPLICAR AS CARACTERÍSTICAS
DESSA FREQÜÊNCIA OU ASSOCIAÇÕES ENTRE ESTAS E OUTROS FATORES OBSERVADOS
EPIDEMIOLOGIA
|INTERVENÇÃO (EXPERIMENTAL)
ESTUDOS DE GERALMENTE SÃO ASSOCIADOS À EPIDEMIOLOGIA CLÍNICA, DESTINADOS À AVALIAÇÃO
DE DA EFICÁCIA DE MEDICAMENTOS, VACINAS, EXAMES E PROCEDIMENTOS MÉDICO - TERAPÊUTICOS
|OBSERVACIONAL (NÃO-EXPERIMENTAL)
GRANDE MAIORIA DOS ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS REFEREM-SE À PESQUISA DE SITUAÇÕES QUE
OCORREM NATURALMENTE, A EXEMPLO NASCIMENTOS E ÓBITOS
EPIDEMIOLOGIA
|EXAMINA AS PESSOAS EM UM DETERMINADO MOMENTO, FORNECENDO DADOS DE PREVALÊNCIA
|DOENÇAS COMUNS E DE DURAÇÃO RELATIVAMENTE LONGA
|ENVOLVE UM GRUPO DE PESSOAS EXPOSTAS E NÃO EXPOSTAS A DETERMINADOS FATORES DE RISCO, SENDO
QUE ALGUMAS DESSAS APRESENTARÃO O DESFECHO A SER ESTUDADO E OUTRAS NÃO.
|PREVALÊNCIA DA DOENÇA DEVERÁ SER MAIOR ENTRE OS EXPOSTOS DO QUE ENTRE OS NÃO-EXPOSTOS, SE
FOR VERDADE QUE AQUELE FATOR DE RISCO CAUSA A DOENÇA
ESTUDO TRANSVERSAL (CROSS- SECTIONAL)
VANTAGENS
|RAPIDEZ
|BAIXO CUSTO
|IDENTIFICAÇÃO DE CASOS
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|EPISÓDIOS DE DOENÇA COM LONGA DURAÇÃO
ESTÃO SOBRE-REPRESENTADOS E DOENÇAS COM
DURAÇÃO CURTA ESTÃO SUB-REPRESENTADAS
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FOR MUITO BAIXA, O NÚMERO DE PESSOAS A SER
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|ESTUDO EM QUE UM GRUPO DE PESSOAS COM ALGUMA COISA EM COMUM (NASCIMENTO, EXPOSIÇÃO A UM
AGENTE, TRABALHADORES DE UMA INDÚSTRIA ETC.) É ACOMPANHADO AO LONGO DE UM PERÍODO DE TEMPO PARA
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ESTUDO DE COORTE
O PRINCÍPIO LÓGICO DO ESTUDO DE COORTE É A IDENTIFICAÇÃO DE PESSOAS SADIAS, A CLASSIFICAÇÃO DAS
MESMAS EM EXPOSTAS E NÃO-EXPOSTAS AO FATOR DE RISCO E O ACOMPANHAMENTO DESTES DOIS GRUPOS POR UM
PERÍODO DE TEMPO SUFICIENTEMENTE LONGO PARA QUE HAJA O APARECIMENTO DA DOENÇA
ESTUDO DE COORTE
|COORTE PROSPECTIVA
ANÁLISE DO ESTUDO SERÁ A COMPARAÇÃO DA INCIDÊNCIA DA DOENÇA EM ESTUDO ENTRE OS INDIVÍDUOS
EXPOSTOS E ENTRE OS NÃO-EXPOSTOS
|COORTE HISTÓRICA OU RETROSPECTIVA
É QUANDO A EXPOSIÇÃO É MEDIDA ATRAVÉS DE INFORMAÇÕES COLHIDAS DO PASSADO E O DESFECHO É
MEDIDO DAQUELE MOMENTO EM DIANTE
ESTUDO DE COORTE
VANTAGENS
|ESTUDOS DE COORTE SÃO EXCELENTES PARA
AVALIAR VÁRIAS EXPOSIÇÕES E DOENÇAS AO
MESMO TEMPO
|INDICADOS PARA DOENÇAS FREQÜENTES E
DOENÇAS QUE LEVAM À SELEÇÃO DOS MAIS
SAUDÁVEIS
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|ESTUDOS CAROS E DEMORADOS, AS PERDAS
DE ACOMPANHAMENTO PODEM DISTORCER O
ESTUDO
|NÃO SERVEM PARA DOENÇAS RARAS E AS
ASSOCIAÇÕES PODEM SER AFETADAS POR
VARIÁVEIS DE CONFUSÃO
ESTUDO DE COORTE
ESTUDO CASO E CONTROLE
|O ESTUDO DE CASO E CONTROLE PARTE DO DESFECHO (DO EFEITO OU DA DOENÇA) PARA CHEGAR À EXPOSIÇÃO
|O GRUPO, TANTO DE CASOS QUANTO DE CONTROLES, NÃO PRECISA SER NECESSARIAMENTE REPRESENTATIVO DA
POPULAÇÃO EM GERAL
|ATENDAM AOS CRITÉRIOS DE ELEGIBILIDADE PREVIAMENTE ESTABELECIDOS PELO PESQUISADOR
ESTUDO CASO E CONTROLE
DEFINIÇÃO DOS CASOS
|A DEFINIÇÃO DOS CASOS OU EVENTOS NECESSITA DE CRITÉRIOS OBJETIVOS
|SE O PROJETO PRETENDE ESTUDAR CÂNCER DE PULMÃO, É PRECISO QUE OS CASOS SEJAM
CONFIRMADOS ATRAVÉS DE LAUDOS ANATOMOPATOLÓGICOS, E NÃO CASOS POSSÍVEIS OU
PROVÁVEIS
ESTUDO CASO E CONTROLE
FONTES DE BASE POPULACIONAL CHANCE VIÉS DE SELEÇÃO É MENOR, POIS TEORICAMENTE TODOS OS
CASOS PODEM SER INCLUÍDOS NO ESTUDO.
|REGISTROS DE MORTALIDADE.
|REGISTROS DE MORBIDADE . EXEMPLO: REGISTROS DE DOENÇAS INFECCIOSAS ETC..
FONTES LIGADAS A SERVIÇOS MÉDICOS HOSPITAIS INCLUIR TODOS OS HOSPITAIS DO LOCAL.
| CENTROS DE SAÚDE.
CRITÉRIOS DE INCLUSÃO E EXCLUSÃO
OS MESMOS CRITÉRIOS DE INCLUSÃO E EXCLUSÃO PARA OS CASOS DEVEM SER APLICADOS AOS CONTROLES
ESTUDO CASO E CONTROLE
DEFINIÇÃO DOS CONTROLES
|O PRINCÍPIO BÁSICO PARA A ESCOLHA DOS CONTROLES É QUE A PROBABILIDADE DE INCLUIR UM CONTROLE NÃO
PODE ESTAR ASSOCIADA COM O FATOR DE RISCO EM ESTUDO (A EXPOSIÇÃO), PARA NÃO OCORRER VIÉS DE SELEÇÃO
ESTUDO CASO E CONTROLE
FONTES DOS CONTROLES
CONTROLES HOSPITALARES (OU DE SERVIÇOS DE SAÚDE)
|PESSOAS HOSPITALIZADAS NOS MESMOS HOSPITAIS DOS CASOS, MAS COM OUTROS DIAGNÓSTICOS
CONTROLES COMUNITÁRIOS OU POPULACIONAIS:
|AS PESSOAS SÃO SELECIONADAS DA MESMA COMUNIDADE DE ONDE SE ORIGINARAM OS CASOS, DE
FORMA ALEATÓRIA
ESTUDO CASO E CONTROLE
VANTAGENS
|ESTATISTICAMENTE EFICIENTES
|PERMITEM TESTAR HIPÓTESES
|PODEM SER RÁPIDOS E BARATOS
|ESTUDAREM DOENÇAS RARAS E COMUNS
|SE FOREM DE BASE POPULACIONAL PERMITIREM
DESCREVER A INCIDÊNCIA E CARACTERÍSTICAS
DA DOENÇA
A LÓGICA DO ESTUDO DE CASO-CONTROLE ESTABELECE QUE SE O FATOR DE RISCO CAUSA
A DOENÇA EM ESTUDO, O ODDS (QUOCIENTE) DE EXPOSIÇÃO ENTRE OS CASOS SERÁ MAIOR DO QUE ENTRE OS
CONTROLES.
ESTUDO CASO E CONTROLE
ESTUDOS ECOLÓGICOS: A UNIDADE DE OBSERVAÇÃO É UM GRUPO DE PESSOAS, E NÃO O INDIVÍDUO, COMO
NOS OUTROS TIPOS DE ESTUDOS
|ESSES GRUPOS PODEM SER TURMAS DE ALUNOS EM ESCOLAS, FÁBRICAS, CIDADES, PAÍSES ETC.
|O PRINCÍPIO DO ESTUDO É O DE QUE, NAS POPULAÇÕES ONDE A EXPOSIÇÃO É MAIS FREQÜENTE, A
INCIDÊNCIA DAS DOENÇAS OU A MORTALIDADE SERÃO MAIORES.
ESTUDOS ECOLÓGICOS
“A APLICAÇÃO AO PLANEJAMENTO DE SERVIÇOS DE SAÚDE TEM SIDO O MAIOR USO DA
EPIDEMIOLOGIA EM FUNÇÃO DESSA APLICAÇÃO TEM-SE DESENVOLVIDA A LEGISLAÇÃO E
ESTRATÉGIA DA VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA.”
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  • 3. | LAST, 1995 - ESTUDO DA DISTRIBUIÇÃO E DOS DETERMINANTES DE ESTADOS OU EVENTOS RELACIONADOS À SAÚDE EM DETERMINADAS POPULAÇÕES E A APLICAÇÃO DESTE ESTUDO NO CONTROLE DE PROBLEMAS DE SAÚDE. | LILIENFELD, 1994 - ESTUDO DOS PADRÕES DE OCORRÊNCIAS DE DOENÇAS NAS POPULAÇÕES HUMANAS E DOS FATORES QUE INFLUENCIAM ESTES PADRÕES. | ROUQUAYROL, 1994 - É A CIÊNCIA QUE ESTUDA O PROCESSO SAÚDE-DOENÇA EM COLETIVIDADES HUMANAS, ANALISANDO A DISTRIBUIÇÃO E OS FATORES DETERMINANTES DAS ENFERMIDADES, DANOS À SAÚDE E EVENTOS ASSOCIADOS À SAÚDE COLETIVA, PROPONDO MEDIDAS ESPECÍFICAS DE PREVENÇÃO, CONTROLE, OU ERRADICAÇÃO DE DOENÇAS, E FORNECENDO INDICADORES QUE SIRVAM DE SUPORTE AO PLANEJAMENTO, ADMINISTRAÇÃO E AVALIAÇÃO DAS AÇÕES DE SAÚDE. DEFINIÇÕES
  • 4. | FORATTINI, 1992 - É O RAMO DO ESTUDO CIENTÍFICO QUE TEM POR OBJETO OS EVENTOS CONCERNENTES À SAÚDE E À QUALIDADE DE VIDA NA COMUNIDADE ANTRÓPICA, EM SEUS ASPECTOS CAUSAIS, CONDIÇÕES DETERMINANTES E DE DISTRIBUIÇÃO, OBJETIVANDO APLICAR OS CONHECIMENTOS AUFERIDOS PARA A SOLUÇÃO DOS PROBLEMAS A ELA RELACIONADOS | MACMAHON & PUGH, 1970 - A EPIDEMIOLOGIA É O ESTUDO DA DISTRIBUIÇÃO E DOS DETERMINANTES DA FREQÜÊNCIA DE DOENÇAS NO HOMEM | PEREIRA, 1995 - RAMO DAS CIÊNCIAS DA SAÚDE QUE ESTUDA, NA POPULAÇÃO, A OCORRÊNCIA, A DISTRIBUIÇÃO E OS FATORES DETERMINANTES DOS EVENTOS RELACIONADOS COM A SAÚDE DEFINIÇÕES
  • 5.
  • 6. “A IDENTIFICAÇÃO DO PADRÃO DE OCORRÊNCIA DE DOENÇAS NAS POPULAÇÕES HUMANAS E DOS FATORES QUE INFLUENCIAM (DETERMINAM, CONDICIONAM) TEM SIDO REITERADAMENTE DEFINIDA COMO O OBJETO DE ESTUDO DA EPIDEMIOLOGIA.” ALMEIDA FILHO, 1992
  • 7. |CLÍNICA ABORDA A DOENÇA EM NÍVEL INDIVIDUAL |A EPIDEMIOLOGIA ABORDA O PROCESSO SAÚDE-DOENÇA EM GRUPOS DE PESSOAS | VARIA DE PEQUENOS GRUPOS ATÉ POPULAÇÕES INTEIRAS INTRODUÇÃO
  • 8. POR ALGUM TEMPO PREVALECEU A IDÉIA DE QUE A EPIDEMIOLOGIA RESTRINGIA-SE AO ESTUDO DE EPIDEMIAS DE DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS HOJE, É RECONHECIDO QUE A EPIDEMIOLOGIA TRATA DE QUALQUER EVENTO RELACIONADO À SAÚDE (OU DOENÇA) DA POPULAÇÃO. INTRODUÇÃO
  • 9. |DESCRIÇÃO DAS CONDIÇÕES DE SAÚDE DA POPULAÇÃO |INVESTIGAÇÃO DOS FATORES DETERMINANTES DE DOENÇAS |AVALIAÇÃO DO IMPACTO DAS AÇÕES PARA ALTERAR A SITUAÇÃO DE SAÚDE |AVALIAÇÃO DA UTILIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE PARTE DO CONHECIMENTO DOS FATORES QUE A DETERMINAM E PROVEM, SUBSÍDIOS PARA A PREVENÇÃO DAS DOENÇAS. INTRODUÇÃO
  • 11. DOENÇAS OU EVENTOS NÃO OCORREM AO ACASO
  • 12. |SAÚDE E DOENÇA COMO UM PROCESSO BINÁRIO, OU SEJA, PRESENÇA/AUSÊNCIA, É UMA FORMA SIMPLISTA PARA ALGO BEM MAIS COMPLEXO |O QUE SE ENCONTRA USUALMENTE, NA CLÍNICA DIÁRIA, É UM PROCESSO EVOLUTIVO ENTRE SAÚDE E DOENÇA QUE, DEPENDENDO DE CADA PACIENTE, PODERÁ SEGUIR CURSOS DIVERSOS SAÚDE E DOENÇA
  • 13. EVOLUÇÃO AGUDA E FATAL |EX.10% DOS PORTADORES DE TROMBOSE VENOSA PROFUNDA APRESENTAM UM EPISÓDIO DE TROMBOEMBOLISMO PULMONAR, E QUE 10% DESSES VÃO AO ÓBITO (MOSER, 1990) EVOLUÇÃO AGUDA, CLINICAMENTE EVIDENTE, COM RECUPERAÇÃO |EX. PACIENTE JOVEM, HÍGIDO, COM QUADRO VIRAL DE VIAS AÉREAS SUPERIORES, INICIA COM FEBRE, TOSSE PRODUTIVA COM EXPECTORAÇÃO PURULENTA, DOR VENTILATÓRIA DEPENDENTE E CONSOLIDAÇÃO NA RADIOGRAFIA DE TÓRAX |APÓS O DIAGNÓSTICO DE PNEUMONIA PNEUMOCÓCICA E TRATAMENTO COM BETA- LACTÂMICOS, O PACIENTE REPETE A RADIOGRAFIA E NÃO SE OBSERVA SEQÜELA ALGUMA DO PROCESSO INFLAMATÓRIO-INFECCIOSO SAÚDE E DOENÇA
  • 14. EVOLUÇÃO SUB-CLÍNICA | EX. HPV - EVOLUÇÃO SEM SINTOMAS EVOLUÇÃO CRÔNICA PROGRESSIVA COM ÓBITO EM LONGO OU CURTO PRAZO |EX. FIBROSE PULMONAR IDIOPÁTICA QUE GERALMENTE EVOLUINDO PARA O ÓBITO POR INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA E HIPOXEMIA SEVERA. SOBREVIDA MÉDIA, APÓS O SURGIMENTO DOS PRIMEIROS SINTOMAS, INFERIOR A CINCO ANOS |EX. VÍCIO DO TABAGISMO. EVOLUÇÃO CRÔNICA COM PERÍODOS ASSINTOMÁTICOS E EXACERBAÇÕES |EX. A ASMA BRÔNQUICA É UM DOS EXEMPLOS CLÁSSICOS, COM PERÍODOS DE EXACERBAÇÃO E PERÍODOS ASSINTOMÁTICOS. SAÚDE E DOENÇA
  • 16. |FASE INICIAL OU DE SUSCEPTIBILIDADE |FASE PATOLÓGICA PRÉ-CLÍNICA |FASE CLÍNICA |FASE DE INCAPACIDADE RESIDUAL SAÚDE E DOENÇA
  • 17. FASE INICIAL | AINDA NÃO HÁ DOENÇA, MAS, SIM, CONDIÇÕES QUE A FAVOREÇAM. DEPENDENDO DA EXISTÊNCIA DE FATORES DE RISCO OU DE PROTEÇÃO, ALGUNS INDIVÍDUOS ESTARÃO MAIS OU MENOS PROPENSOS A DETERMINADAS DOENÇAS DO QUE OUTROS. CRIANÇAS QUE CONVIVEM COM MÃES FUMANTES ESTÃO EM MAIOR RISCO DE HOSPITALIZAÇÕES POR IRA NO PRIMEIRO ANO DE VIDA, DO QUE FILHOS DE MÃES NÃO-FUMANTES SAÚDE E DOENÇA
  • 18. FASE PATOLÓGICA PRÉ-CLÍNICA |A DOENÇA NÃO É EVIDENTE, MAS JÁ HÁ ALTERAÇÕES PATOLÓGICAS, SAÚDE E DOENÇA COMO ACONTECE NO MOVIMENTO CILIAR DA ÁRVORE BRÔNQUICA REDUZIDO PELO FUMO E CONTRIBUINDO, POSTERIORMENTE, PARA O APARECIMENTO DA DPOC
  • 19. FASE CLÍNICA |CORRESPONDE AO PERÍODO DA DOENÇA COM SINTOMAS. DPOC, A FASE CLÍNICA VARIA DESDE OS PRIMEIROS SINAIS DA BRONQUITE CRÔNICA . COMO AUMENTO DE TOSSE E EXPECTORAÇÃO . ATÉ O QUADRO DE COR PULMONALE CRÔNICO, NA FASE FINAL DA DOENÇA. SAÚDE E DOENÇA
  • 20. FASE DE INCAPACIDADE RESIDUAL DPOC, EVOLUIU PARA A INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA DEVIDO À HIPOXEMIA E PASSARÁ A APRESENTAR SEVERA LIMITAÇÃO FUNCIONAL SAÚDE E DOENÇA
  • 22. AÇÕES PRIMÁRIAS DIRIGEM-SE À PREVENÇÃO DAS DOENÇAS OU MANUTENÇÃO DA SAÚDE. AÇÕES SECUNDÁRIAS APÓS A INSTALAÇÃO DO PERÍODO CLÍNICO OU PATOLÓGICO DAS DOENÇAS, VISAM A FAZÊ-LO REGREDIR (CURA), OU IMPEDIR A PROGRESSÃO PARA O ÓBITO, OU EVITAR O SURGIMENTO DE SEQÜELAS AÇÕES TERCIÁRIAS PROCURA MINIMIZAR OS DANOS JÁ OCORRIDOS COM A DOENÇA. PREVENÇÃO
  • 24. |A TEORIA DA MULTICAUSALIDADE OU MULTIFATORIALIDADE TEM HOJE SEU PAPEL DEFINIDO NA GÊNESE DAS DOENÇAS, EM SUBSTITUIÇÃO À TEORIA DA UNICAUSALIDADE QUE VIGOROU POR MUITOS ANOS |A MAIORIA DAS DOENÇAS ADVÉM DE UMA COMBINAÇÃO DE FATORES QUE INTERAGEM ENTRE SI E ACABAM DESEMPENHANDO IMPORTANTE PAPEL NA DETERMINAÇÃO DAS MESMAS CAUSALIDADE EM EPIDEMIOLOGIA
  • 25. |NEM TODO FUMANTE DESENVOLVE CÂNCER DE PULMÃO |OUTRAS CAUSAS CONTRIBUINDO PARA O APARECIMENTO DESSA DOENÇA. |DESCENDENTES DE PRIMEIRO GRAU DE FUMANTES COM CÂNCER DE PULMÃO TIVERAM 2A3 VEZES MAIOR CHANCE DE TEREM A DOENÇA |INDICA QUE HÁ UMA SUSCETIBILIDADE FAMILIAR AUMENTADA PARA O CÂNCER DE PULMÃO CAUSALIDADE EM EPIDEMIOLOGIA
  • 26. DETERMINANTES DISTAIS FATORES A DISTÂNCIA QUE, ATRAVÉS DE SUA ATUAÇÃO EM OUTROS FATORES, PODEM CONTRIBUIR PARA O APARECIMENTO DA DOENÇA DETERMINANTES INTERMEDIÁRIOS PODEM SOFRER TANTO A INFLUÊNCIA DOS DETERMINANTES DISTAIS COMO ESTAR AGINDO EM FATORES PRÓXIMOS À DOENÇA DETERMINANTES PROXIMAIS FATORES QUE ESTÃO PRÓXIMOS À DOENÇA . CAUSALIDADE EM EPIDEMIOLOGIA
  • 27. CAUSALIDADE EM EPIDEMIOLOGIA Fatores Biológicos Fatores Hereditários Fatores Sócio- econômicos Fatores Nutricionais Instrução de Higiene S. mutans Sacarose C Á R I E
  • 28. CRITÉRIOS DE CAUSALIDADE DE HILL SOMENTE OS ESTUDOS EXPERIMENTAIS ESTABELECEM DEFINITIVAMENTE A CAUSALIDADE |FORÇA DA ASSOCIAÇÃO E MAGNITUDE: DIETA X CÁRIE |CONSISTÊNCIA DA ASSOCIAÇÃO: TABAGISMO X CÂNCER BUCAL |ESPECIFICIDADE |SEQÜÊNCIA CRONOLÓGICA (OU TEMPORALIDADE): A CAUSA PRECEDE O EFEITO? |EFEITO DOSE-RESPOSTA: O AUMENTO DA EXPOSIÇÃO CAUSA UM AUMENTO DO EFEITO?
  • 29. |PLAUSIBILIDADE BIOLÓGICA: EX. DOENÇAS GENÉTICAS ( XX - XY) |COERÊNCIA: OS ACHADOS DEVEM SER COERENTES COM AS TENDÊNCIAS TEMPORAIS, PADRÕES GEOGRÁFICOS, DISTRIBUIÇÃO POR SEXO, ESTUDOS EM ANIMAIS ETC. |EVIDÊNCIAS EXPERIMENTAIS: MUDANÇAS NA EXPOSIÇÃO RESULTAM EM MUDANÇAS NA INCIDÊNCIA DE DOENÇA. EX.PLACA BACTERIANA X GENGIVITE |ANALOGIA: O OBSERVADO É ANÁLOGO AO QUE SE SABE SOBRE OUTRA DOENÇA OU EXPOSIÇÃO. EX. IMUNOSSUPRESSÃO
  • 30. A PERGUNTA-CHAVE: OS ACHADOS ENCONTRADOS INDICAM CAUSALIDADE OU APENAS ASSOCIAÇÃO? CAUSALIDADE EM EPIDEMIOLOGIA
  • 31. MUITOS DELES MEDEM DOENÇAS, MORTES, GRAVIDADE DE DOENÇAS, O QUE DENOTA SER MAIS FÁCIL, ÀS VEZES, MEDIR DOENÇA DO QUE MEDIR SAÚDE INDICADORES DE SAÚDE
  • 32. A PREVALÊNCIA MEDE O NÚMERO TOTAL DE CASOS, EPISÓDIOS OU EVENTOS EXISTENTES EM UM DETERMINADO PONTO NO TEMPO RELAÇÃO ENTRE O NÚMERO DE CASOS EXISTENTES DE UMA DETERMINADA DOENÇA E O NÚMERO DE PESSOAS NA POPULAÇÃO, EM UM DETERMINADO PERÍODO EX. 1.053 CRIANÇAS DA ZONA URBANA DE MARINGÁ, EM 1991, DETECTARAM-SE 135 CASOS DE BRONQUITE CRÔNICA, PORTANTO, A PREVALÊNCIA DE BRONQUITE CRÔNICA, SEGUINDO A EQUAÇÃO ABAIXO, FOI DE 12,8% PREVALÊNCIA
  • 33. INCIDÊNCIA MEDE O NÚMERO DE CASOS NOVOS DE UMA DOENÇA, EPISÓDIOS OU EVENTOS NA POPULAÇÃO DENTRO DE UM PERÍODO DEFINIDO DE TEMPO (DIA, SEMANA, MÊS, ANO) É UM DOS MELHORES INDICADORES PARA AVALIAR SE UMA CONDIÇÃO ESTÁ DIMINUINDO, AUMENTANDO OU PERMANECENDO ESTÁVEL, POIS INDICA O NÚMERO DE PESSOAS DA POPULAÇÃO QUE PASSOU DE UM ESTADO DE NÃO- DOENTE PARA DOENTE. INCIDÊNCIA
  • 34. PREVALÊNCIA MEDE O NÚMERO DE DOENTES NO PERÍODO E POPULAÇÃO ESTUDADA INCIDÊNCIAPREVALÊNCIA INCIDÊNCIA MEDE O NÚMERO DE NOVOS DOENTES NA MESMA ÁREA, PERÍODO E POPULAÇÃO
  • 35. • REFERE-SE AO COMPORTAMENTO DAS DOENÇAS NUMA POPULAÇÃO EXPOSTA AO ADOECIMENTO; SEUS ÍNDICES PERMITEM CONHECER QUE DOENÇAS EXISTEM HABITUALMENTE. MORBIDADE
  • 36. • A QUANTIDADE DE CASOS TAMBÉM PERMITE ESTIMAR SUA IMPORTÂNCIA PARA AQUELA POPULAÇÃO • SURTO: É O AUMENTO REPENTINO DO NÚMERO DE CASOS, DENTRO DE LIMITES RESTRITOS. • ENDEMIA: É A OCORRÊNCIA DE CERTO NUMERO DE CASSO CONTROLADOS EM DETERMINADA REGIÃO • EPIDEMIA: É A AUMENTO DO NUMERO DE CASOS DE DETERMINADA DOENÇA MUITO ACIMA DO ESPERADO E NÃO DELIMITADA A UMA REGIÃO. • PANDEMIA: COMPREENDE UM NÚMERO DE CASOS DE DOENÇAS ACIMA DO ESPERADO, SEM RESPEITAR LIMITES ENTRE PAÍSES OU CONTINENTES. EX: AIDS E TUBERCULOSE. MORBIDADE
  • 37. • NÚMERO DE ÓBITOS (ASSIM COMO O NÚMERO DE NASCIMENTOS) É UMA IMPORTANTE FONTE PARA AVALIAR AS CONDIÇÕES DE SAÚDE DA POPULAÇÃO • REFERE-SE AO COMPORTAMENTO DAS DOENÇAS NUMA POPULAÇÃO EXPOSTA AO ADOECIMENTO; SEUS ÍNDICES PERMITEM CONHECER QUE DOENÇAS EXISTEM HABITUALMENTE. MORTALIDADE
  • 38. | COEFICIENTE DE MORTALIDADE GERAL | COEFICIENTE DE MORTALIDADE INFANTIL | COEFICIENTE DE MORTALIDADE NEONATAL PRECOCE | COEFICIENTE DE MORTALIDADE NEONATAL TARDIA | COEFICIENTE DE MORTALIDADE PERINATAL | COEFICIENTE DE MORTALIDADE MATERNA | COEFICIENTE DE MORTALIDADE ESPECÍFICO POR DOENÇA MORTALIDADE
  • 39. REFERE-SE À INCIDÊNCIA DE MORTES ENTRE PORTADORES DE UMA DETERMINADA DOENÇA, EM UM CERTO PERÍODO DE TEMPO, DIVIDIDA PELA POPULAÇÃO DE DOENTES. GRIPE A X GRIPE CONVENCIONAL LETALIDADE
  • 40. TIPOLOGIA DOS ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS
  • 41. DESCRITIVOS ANALÍTICOS OBSERVACIONAISEXPERIMENTAIS TRANSVERSAL COORTE CASO-CONTROLE ECOLÓGICO TIPOLOGIA DOS ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS
  • 42. | DESCRITIVOS OS ESTUDOS DESCRITIVOS GERALMENTE SE LIMITAM AO REGISTRO DA FREQÜÊNCIA DE EVENTOS OU AGRAVOS PATOLÓGICOS OBSERVANDO SUA VARIAÇÃO NO TEMPO E ESPAÇO | ANALÍTICOS ENQUANTO QUE, OS ESTUDOS ANALÍTICOS TÊM COMO OBJETIVO EXPLICAR AS CARACTERÍSTICAS DESSA FREQÜÊNCIA OU ASSOCIAÇÕES ENTRE ESTAS E OUTROS FATORES OBSERVADOS EPIDEMIOLOGIA
  • 43. |INTERVENÇÃO (EXPERIMENTAL) ESTUDOS DE GERALMENTE SÃO ASSOCIADOS À EPIDEMIOLOGIA CLÍNICA, DESTINADOS À AVALIAÇÃO DE DA EFICÁCIA DE MEDICAMENTOS, VACINAS, EXAMES E PROCEDIMENTOS MÉDICO - TERAPÊUTICOS |OBSERVACIONAL (NÃO-EXPERIMENTAL) GRANDE MAIORIA DOS ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS REFEREM-SE À PESQUISA DE SITUAÇÕES QUE OCORREM NATURALMENTE, A EXEMPLO NASCIMENTOS E ÓBITOS EPIDEMIOLOGIA
  • 44. |EXAMINA AS PESSOAS EM UM DETERMINADO MOMENTO, FORNECENDO DADOS DE PREVALÊNCIA |DOENÇAS COMUNS E DE DURAÇÃO RELATIVAMENTE LONGA |ENVOLVE UM GRUPO DE PESSOAS EXPOSTAS E NÃO EXPOSTAS A DETERMINADOS FATORES DE RISCO, SENDO QUE ALGUMAS DESSAS APRESENTARÃO O DESFECHO A SER ESTUDADO E OUTRAS NÃO. |PREVALÊNCIA DA DOENÇA DEVERÁ SER MAIOR ENTRE OS EXPOSTOS DO QUE ENTRE OS NÃO-EXPOSTOS, SE FOR VERDADE QUE AQUELE FATOR DE RISCO CAUSA A DOENÇA ESTUDO TRANSVERSAL (CROSS- SECTIONAL)
  • 45. VANTAGENS |RAPIDEZ |BAIXO CUSTO |IDENTIFICAÇÃO DE CASOS |DETECÇÃO DE GRUPOS DE RISCO DESVANTAGENS |EPISÓDIOS DE DOENÇA COM LONGA DURAÇÃO ESTÃO SOBRE-REPRESENTADOS E DOENÇAS COM DURAÇÃO CURTA ESTÃO SUB-REPRESENTADAS |SE A PREVALÊNCIA DA DOENÇA A SER AVALIADA FOR MUITO BAIXA, O NÚMERO DE PESSOAS A SER ESTUDADO PRECISARÁ SER GRANDE ESTUDO TRANSVERSAL (CROSS- SECTIONAL)
  • 46. |ESTUDO EM QUE UM GRUPO DE PESSOAS COM ALGUMA COISA EM COMUM (NASCIMENTO, EXPOSIÇÃO A UM AGENTE, TRABALHADORES DE UMA INDÚSTRIA ETC.) É ACOMPANHADO AO LONGO DE UM PERÍODO DE TEMPO PARA OBSERVAR-SE A OCORRÊNCIA DE UM DESFECHO |UMA COORTE DE NASCIMENTOS PODE SER UM GRUPO DE PESSOAS QUE NASCERAM NO MESMO ANO, E, A PARTIR DAÍ SÃO ACOMPANHADAS POR UM PERÍODO PARA AVALIAR-SE UM DESFECHO COMO A MORTALIDADE INFANTIL, AS HOSPITALIZAÇÕES NO PRIMEIRO ANO DE VIDA, A DURAÇÃO DA AMAMENTAÇÃO OU OUTRO DESFECHO QUALQUER ESTUDO DE COORTE
  • 47. O PRINCÍPIO LÓGICO DO ESTUDO DE COORTE É A IDENTIFICAÇÃO DE PESSOAS SADIAS, A CLASSIFICAÇÃO DAS MESMAS EM EXPOSTAS E NÃO-EXPOSTAS AO FATOR DE RISCO E O ACOMPANHAMENTO DESTES DOIS GRUPOS POR UM PERÍODO DE TEMPO SUFICIENTEMENTE LONGO PARA QUE HAJA O APARECIMENTO DA DOENÇA ESTUDO DE COORTE
  • 48. |COORTE PROSPECTIVA ANÁLISE DO ESTUDO SERÁ A COMPARAÇÃO DA INCIDÊNCIA DA DOENÇA EM ESTUDO ENTRE OS INDIVÍDUOS EXPOSTOS E ENTRE OS NÃO-EXPOSTOS |COORTE HISTÓRICA OU RETROSPECTIVA É QUANDO A EXPOSIÇÃO É MEDIDA ATRAVÉS DE INFORMAÇÕES COLHIDAS DO PASSADO E O DESFECHO É MEDIDO DAQUELE MOMENTO EM DIANTE ESTUDO DE COORTE
  • 49. VANTAGENS |ESTUDOS DE COORTE SÃO EXCELENTES PARA AVALIAR VÁRIAS EXPOSIÇÕES E DOENÇAS AO MESMO TEMPO |INDICADOS PARA DOENÇAS FREQÜENTES E DOENÇAS QUE LEVAM À SELEÇÃO DOS MAIS SAUDÁVEIS DESVANTAGENS |ESTUDOS CAROS E DEMORADOS, AS PERDAS DE ACOMPANHAMENTO PODEM DISTORCER O ESTUDO |NÃO SERVEM PARA DOENÇAS RARAS E AS ASSOCIAÇÕES PODEM SER AFETADAS POR VARIÁVEIS DE CONFUSÃO ESTUDO DE COORTE
  • 50. ESTUDO CASO E CONTROLE
  • 51. |O ESTUDO DE CASO E CONTROLE PARTE DO DESFECHO (DO EFEITO OU DA DOENÇA) PARA CHEGAR À EXPOSIÇÃO |O GRUPO, TANTO DE CASOS QUANTO DE CONTROLES, NÃO PRECISA SER NECESSARIAMENTE REPRESENTATIVO DA POPULAÇÃO EM GERAL |ATENDAM AOS CRITÉRIOS DE ELEGIBILIDADE PREVIAMENTE ESTABELECIDOS PELO PESQUISADOR ESTUDO CASO E CONTROLE
  • 52. DEFINIÇÃO DOS CASOS |A DEFINIÇÃO DOS CASOS OU EVENTOS NECESSITA DE CRITÉRIOS OBJETIVOS |SE O PROJETO PRETENDE ESTUDAR CÂNCER DE PULMÃO, É PRECISO QUE OS CASOS SEJAM CONFIRMADOS ATRAVÉS DE LAUDOS ANATOMOPATOLÓGICOS, E NÃO CASOS POSSÍVEIS OU PROVÁVEIS ESTUDO CASO E CONTROLE
  • 53. FONTES DE BASE POPULACIONAL CHANCE VIÉS DE SELEÇÃO É MENOR, POIS TEORICAMENTE TODOS OS CASOS PODEM SER INCLUÍDOS NO ESTUDO. |REGISTROS DE MORTALIDADE. |REGISTROS DE MORBIDADE . EXEMPLO: REGISTROS DE DOENÇAS INFECCIOSAS ETC.. FONTES LIGADAS A SERVIÇOS MÉDICOS HOSPITAIS INCLUIR TODOS OS HOSPITAIS DO LOCAL. | CENTROS DE SAÚDE. CRITÉRIOS DE INCLUSÃO E EXCLUSÃO OS MESMOS CRITÉRIOS DE INCLUSÃO E EXCLUSÃO PARA OS CASOS DEVEM SER APLICADOS AOS CONTROLES ESTUDO CASO E CONTROLE
  • 54. DEFINIÇÃO DOS CONTROLES |O PRINCÍPIO BÁSICO PARA A ESCOLHA DOS CONTROLES É QUE A PROBABILIDADE DE INCLUIR UM CONTROLE NÃO PODE ESTAR ASSOCIADA COM O FATOR DE RISCO EM ESTUDO (A EXPOSIÇÃO), PARA NÃO OCORRER VIÉS DE SELEÇÃO ESTUDO CASO E CONTROLE
  • 55. FONTES DOS CONTROLES CONTROLES HOSPITALARES (OU DE SERVIÇOS DE SAÚDE) |PESSOAS HOSPITALIZADAS NOS MESMOS HOSPITAIS DOS CASOS, MAS COM OUTROS DIAGNÓSTICOS CONTROLES COMUNITÁRIOS OU POPULACIONAIS: |AS PESSOAS SÃO SELECIONADAS DA MESMA COMUNIDADE DE ONDE SE ORIGINARAM OS CASOS, DE FORMA ALEATÓRIA ESTUDO CASO E CONTROLE
  • 56. VANTAGENS |ESTATISTICAMENTE EFICIENTES |PERMITEM TESTAR HIPÓTESES |PODEM SER RÁPIDOS E BARATOS |ESTUDAREM DOENÇAS RARAS E COMUNS |SE FOREM DE BASE POPULACIONAL PERMITIREM DESCREVER A INCIDÊNCIA E CARACTERÍSTICAS DA DOENÇA A LÓGICA DO ESTUDO DE CASO-CONTROLE ESTABELECE QUE SE O FATOR DE RISCO CAUSA A DOENÇA EM ESTUDO, O ODDS (QUOCIENTE) DE EXPOSIÇÃO ENTRE OS CASOS SERÁ MAIOR DO QUE ENTRE OS CONTROLES. ESTUDO CASO E CONTROLE
  • 57. ESTUDOS ECOLÓGICOS: A UNIDADE DE OBSERVAÇÃO É UM GRUPO DE PESSOAS, E NÃO O INDIVÍDUO, COMO NOS OUTROS TIPOS DE ESTUDOS |ESSES GRUPOS PODEM SER TURMAS DE ALUNOS EM ESCOLAS, FÁBRICAS, CIDADES, PAÍSES ETC. |O PRINCÍPIO DO ESTUDO É O DE QUE, NAS POPULAÇÕES ONDE A EXPOSIÇÃO É MAIS FREQÜENTE, A INCIDÊNCIA DAS DOENÇAS OU A MORTALIDADE SERÃO MAIORES. ESTUDOS ECOLÓGICOS
  • 58. “A APLICAÇÃO AO PLANEJAMENTO DE SERVIÇOS DE SAÚDE TEM SIDO O MAIOR USO DA EPIDEMIOLOGIA EM FUNÇÃO DESSA APLICAÇÃO TEM-SE DESENVOLVIDA A LEGISLAÇÃO E ESTRATÉGIA DA VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA.” DATASUS SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÕES DE SAÚDE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA