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Mudando regras e atitudes em Forma 
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Examinando as vantagens e 
desvantagens das Crenças
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Afim de decidir que estratégias usar para modificar 
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Modificando as Crenças 
1. Questionamento Socrático 
2. Experimentos comportamentais 
3. Continuum cognitivo 
4. Role-Play...
Modificando as Crenças
Nenhuma técnica psicológica funcionará, se o amor não 
funcionar! 
Sarah Karenina 
Psicóloga – CRP 15/3785
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Identificando e mudando as crenças intermediárias - TCC

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Publicada em

Capítulo 10 do Livro "Terapia Cognitiva - Teoria e Prática"
de Judith Beck

Publicada em: Educação

Identificando e mudando as crenças intermediárias - TCC

  1. 1. As crenças são ideias ou entendimento mais profundos frequentemente desarticulados que os pacientes têm sobre si mesmos, os outros e seus mundos pessoais que dão lugar apensamentos automáticos específicos. Essas ideias não são, em geral, expressadas antes da terapia, mas podem facilmente ser extraídas do paciente e testadas.
  2. 2. • A crenças podem ser classificadas em crenças intermediárias (compostas por regras, atitudes, e suposições) e crenças centrais (ideias absolutistas, rígidas e globais sobre si próprio e o outro). • As crenças intermediárias, embora não seja tão facilmente modificáveis quanto os pensamentos automático, são ainda mais maleáveis do que as crenças centrais.
  3. 3. Conceituação Cognitiva Geralmente, o terapeuta e o paciente começam trabalhando os pensamentos automáticos antes de abordarem as crenças. No entanto, desde o início o terapeuta começa formulando uma conceituação que conecta logicamente os pensamentos automáticos as crenças de nível mais profundo.
  4. 4. Conceituação Cognitiva O terapeuta deve começar preenchendo um Diagrama de conceituação cognitiva assim que tiver reunido dados sobre os pensamentos automáticos, emoções, comportamentos e/ou crenças típicas do paciente. Este diagrama retrata, entre outras coisas, o relacionamento entre as crenças centrais, intermediárias e os pensamentos automáticos atuais.
  5. 5. Conceituação Cognitiva Inicialmente, o terapeuta pode ter dados para preencher apenas uma parte do diagrama, deixando em branco os outros espaços ou preenchendo os itens que ele concluiu com um ponto de interrogação para indicar seu estado experimental. Ele verifica com o paciente itens que faltam ou que serão deduzidos em sessões futuras. O terapeuta em algum momento compartilha com o paciente o diagrama.
  6. 6. Conceituação Cognitiva O terapeuta anota três situações típica nas quais o paciente se tornou aflito. Assim, para cada situação, a emoção subsequente do paciente e o comportamento relevante(se houver). Se não houve a pergunta diretamente ao paciente pelo significado do pensamento, é levantado hipóteses com a interrogação, ou se realiza a técnica da flecha descendente.
  7. 7. Conceituação Cognitiva Para preencher a parte superior do diagrama, o terapeuta pergunta a si mesmo(e ao paciente): • Como a crença central se originou e foi mantida? • Que eventos da vida(principalmente na infância) o paciente experimentou que poderiam estar relacionados ao desenvolvimento e manutenção da crença? Dados relevantes da infância: Conflitos contínuos ou periódicos com pai, mãe, professores, divórcio, doença, morte significativa, auso sexual, físico...
  8. 8. Conceituação Cognitiva Para completar as estratégias compensatórias, o terapeuta se pergunta: • Que estratégias comportamentais o paciente desenvolveu para enfrentar a aflitiva crença central? Observe que as amplas suposições do paciente com frequência ligam as estratégias compensatórias à crença central: “Se eu (me engajo na estratégia compensatória), então (minha crença central pode não tornar-se verdadeira). No entanto, se eu (não me engajo na minha estratégia compensatória), então (minha crença pode se tornar verdadeira).
  9. 9. Conceituação Cognitiva As estratégias compensatórias são comportamentos normais nos quais todo, às vezes, engajam-se. A dificuldade dos pacientes em estado de aflição reside no excesso dessas estratégias às custas de estratégias mais funcionais.
  10. 10. Conceituação Cognitiva O diagrama deve ser continuamente reavaliado e refinado, à medida que dados são colhidos. O terapeuta de início pode apresentar a metade inferior do quadro, deixando a parte superior para um momento que o terapeuta julgar que o paciente se beneficiará mais.
  11. 11. Identificando as Crenças Intermediárias 1. Reconhecendo quando uma crença é expressa com um pensamento automático 2. Organizando a primeira parte de uma suposição 3. Obtendo diretamente uma regra ou atitude 4. Usando a técnica da flecha descendente 5. Examinando os pensamentos automáticos do paciente e procurando temas comuns 6. Revisando um questionário de crença preenchido pelo paciente
  12. 12. Decidindo quanto a modificar uma crença Tendo identificado uma crença, o terapeuta determina se a crença intermediária é central ou mais periférica e, geralmente, a fim de conduzir a terapia tão eficientemente quanto possível, ele se focaliza nas crenças intermediárias mais importantes.
  13. 13. Decidindo quanto a modificar uma crença
  14. 14. Decidindo quanto a modificar uma crença • Geralmente, o terapeuta se abstém de modificações da crença até que o paciente tenha aprendido as ferramentas par identificar e modificar seus pensamentos automáticos e tenha obtido algum alívio de sintomas. • Nessa atividade de modificação de crenças com alguns pacientes é relativamente fácil e com outros mas difíceis.
  15. 15. Educando os pacientes sobre as crenças É necessário enfatizar aos pacientes que as crenças não são inatas e sim aprendidas, podendo, então, ser revisada.
  16. 16. Mudando regras e atitudes em Forma de Suposições
  17. 17. Examinando as vantagens e desvantagens das Crenças
  18. 18. Formulando uma nova Crença Afim de decidir que estratégias usar para modificar uma determinada crença, o terapeuta formula claramente para si, qual seria uma crença mais adaptativa. (Que crença seria mais funcional para o paciente?)
  19. 19. Modificando as Crenças 1. Questionamento Socrático 2. Experimentos comportamentais 3. Continuum cognitivo 4. Role-Plays racional-emocional 5. Usar outros como um ponto de referência 6. Dramatizar o “como se” 7. Auto-revelação
  20. 20. Modificando as Crenças
  21. 21. Nenhuma técnica psicológica funcionará, se o amor não funcionar! Sarah Karenina Psicóloga – CRP 15/3785

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