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Métodos Comportamentais

Sarah Karenina
Sarah Karenina
Sarah KareninaConsultora Organizacional em Desenvolve RH

Métodos Comportamentais

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Métodos Comportamentais II
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Métodos Comportamentais

  • 1. Métodos Comportamentais II Reduzindo a ansiedade e rompendo padrões de evitação
  • 2. Análise comportamental dos transtornos de ansiedade Pensamentos Automáticos Pacientes com transtornos de ansiedade normalmente relatam experiências subjetivas intensas de medo acompanhadas de sintomas físicos de excitação psíquica, quando expostas a um estímulo ameaçador. Emoções intensas
  • 3. Análise comportamental dos transtornos de ansiedade As respostas emocionais e fisiológicas aos estímulos temidos normalmente são tão aversivas que aqueles que a sofrem farão tudo o que for necessário para evitar passar por essas situações novamente.
  • 4. Análise comportamental dos transtornos de ansiedade Como a evitação é recompensada pelo alívio emocional, é mais provável que o comportamento evitativo ocorra novamente quando a pessoa for confrontada com as mesmas circunstâncias ou circunstâncias semelhantes.
  • 5. Análise comportamental dos transtornos de ansiedade Aspectos chaves da contribuição da teoria da aprendizagem ao modelo de TCC para transtorno de ansiedade são: 1. Um estímulo inicial (não-condicionado) provoca uma resposta (não-condicionado) de medo tornando um estímulo generalizado. 2. Padrão de evitação aos estímulos temidos o que irá reforçar a crença do paciente que ele não é capaz de enfrentar o objeto ou situação temida. 3. O padrão de evitação deve ser rompido para que o paciente consiga superar a ansiedade
  • 6. Análise comportamental dos transtornos de ansiedade Os pensamentos automáticos de pessoas com ansiedade caracterizam –se pelo raciocínio ilógico. (maximização dos riscos, previsões catastróficas.) O estímulo original do medo que desencadeou o padrão de estímulos condicionados e evitação não pode ser identificado em muitos transtornos de ansiedade. Na teoria da aprendizagem, esse processo só é chamado de desempareamento do estímulo-resposta. A evitação reduz o medo evocado pelo EC no curto prazo, mas não desfaz a conexão entre o EC e a RC. Para romper essa conexão a evitação deve ser substituída por um comportamento mais adaptativo.
  • 7. Rompendo a conexão Estímulo - Resposta A inibição recíproca é definida como um processo de redução de excitação emocional ao ajudar o paciente a vivenciar uma emoção positiva ou saudável que se contraponha a resposta disfórica. (Ex. Medo de altura- exposição a altura) Descatastrofização: 1. Avaliar sistematicamente a probabilidade de um resultado catastrófico; 2. Desenvolver um plano para reduzir a probabilidade de tal evento ocorrer; 3. Criar uma estratégia para enfrentar a catástrofe caso esta ocorra.
  • 8. Intervenções Comportamentais  A sequência de intervenções comportamentais é semelhante no tratamento de diversos transtornos de ansiedade. Avaliar sintomas Gatilhos de ansiedade Estratégias Definir alvo específicos Ensinar habilidades ao paciente Exposição sistemática a situação
  • 9. Avaliação dos sintomas, “gatilhos” e estratégias de enfrentamento  É importante delinear claramente ao avaliar o transtorno de ansiedade: 1. Os eventos (ou memória de eventos) que servem como gatilhos para resposta de ansiedade. 2. Pensamentos automáticos, erros cognitivos e esquemas subjacentes, reações exageradas; 3. Respostas emocionais e fisiológicas; 4. Comportamentos habituais, como sintomas de pânicos ou evitação.
  • 10. Avaliação dos sintomas, “gatilhos” e estratégias de enfrentamento A principal forma de avaliação é uma entrevista minuciosa voltada para a identificação dos sintomas chaves, dos gatilhos de ansiedade e das cognições e comportamentos mais importantes. O uso de escalas e o registro de pensamentos automáticos são bastantes úteis na avaliação.
  • 11. Avaliação dos sintomas, “gatilhos” e estratégias de enfrentamento Ao planejar intervenções para sintomas de ansiedade é preciso levar em consideração as contingências ambientais.
  • 12. Identificação de alvos para intervenção Às vezes os pacientes preferem começar atacando seu problema mais desafiador por este ser vitalmente Importante para eles ou por que pressões do meio estarão exercendo alguma pressão. Se em seu julgamento, O paciente precisará de mais alguma experiência antes de conseguir abordar de maneira eficaz a situação, Você pode dividir o problema global em partes menores.
  • 13. Treinamento de Habilidades Básicas • Várias habilidades da TCC podem ajudar os pacientes com transtornos de ansiedade a se envolverem com sucesso em intervenções baseadas na exposição. 1. Treinamento de relaxamento: o objetivo do relaxamento é ajudar os pacientes a aprenderem a atingir uma resposta de relaxamento – um estado de calma física e mental
  • 14. Treinamento de Habilidades Básicas 2. Parada de pensamento: Seu objetivo é interromper o processo de pensar negativamente e substituir por pensamentos mais positivos ou adaptativos. • Reconheça que está ativo em um processo de pensamento disfuncional; • Dê um autocomando para interromper o pensamento; • Evoque uma imagem visual para reforçar o comando; • Mude a cena do sinal pare para uma cena agradável ou relaxante
  • 15. Treinamento de Habilidades Básicas 3. Distração A geração de imagens mentais também podem ser aplicadas para incrementar outras intervenções comportamentais. Ao utilizar imagens mentais procure a ajudar o paciente a gerar várias cenas positivas e calmante que ele possa usar para relaxar, e pelo menos temporariamente amenizar a ansiedade.
  • 16. Treinamento de Habilidades Básicas 4. Descatastrofização • Faça uma estimativa da probabilidade de ocorrer; • Avalie as evidências (temores ou fatos); • Revise a lista e evidências e peça para o paciente refazer as estimativas de probabilidade; • Avalie a percepção do controle; • Criar um plano de ação; • Criar um plano caso a catástrofe ocorra; • Reavalie a percepção da probabilidade do resultado catastrófico; • Faça uma análise com o paciente
  • 17. Treinamento de Habilidades Básicas 5. Retreinamento da respiração  Geralmente utilizado no transtorno de pânico, devido a hiperventilação.  Essa técnica é útil para amenizar o teores catastróficos em relação a resultados possíveis, explicando o que acontece fisiologicamente quando uma pessoa hiperventila.
  • 18. Exposição • A exposição a estímulos provocadores de ansiedade é o passo final do rompimento da conexão entre estímuloresposta nos transtornos.  Exposição no imaginário: é solicitado ao paciente para entrar na cena e imaginar sua possível reação. • Formular gatilhos ambientais; • Utilizar reestruturação cognitiva, relaxamento, parada de pensamento, ou outro métodos para diminuir a ansiedade • Apresentar as imagens de maneira hierárquica; • Orientar os pacientes na forma de lidar com a ansiedade; • Repetir a exposição até que a ansiedade se
  • 19. Exposição • Exposição In vivo: consiste na confrontação com o estímulo que suscita o medo. • Envolver o paciente em uma exposição hierárquica.
  • 20. Recompensas O reforço positivo aumenta as chances de que o comportamento recompensado ocorra novamente.
  • 21. Referências BASCO, Monica; WRIGHT, Jesse; THASE, Michael. Aprendendo a Terapia Cognitivo-comportamental: Um Guia Ilustrado. Ed: Artmed, 1º ed. 2008
  • 22. “Nenhuma técnica psicológica funcionará se o amor não Sarah Karenina funcionar!” Psicóloga CRP 15/3785 MBA em Gestão Estratégicas de Pessoas