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COMO MELHORAR A COMUNICAÇÃO
ENTRE OS PAIS PARA TERAPIA
COGNITIVA COMPORTAMENTAL
INFANTIL: DIAGNÓSTICO DE
PROBLEMAS, ORIENT...
Marcelo da Rocha Carvalho
Psicólogo Clínico e Terapeuta Comportamental Infantil pela
Universidade Católica de Santos (SP)
...
Indicação para a aula,
aplicativo para baixar: para os
apressados!
Download da aula e materiais extras: não
precisa anotar, só prestrar atenção e
participar perguntando!
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Modificação do Comportamento
 “O ponto de vista da relação na modificação do
comportamento implica também em que nenhuma
...
Além da sociedade disciplinar
 “A sociedade disciplinar de Foucault, feita de hospitais,
asilos, presídios, quartéis e fá...
Byung-Chul Han
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sociedade de academias de fitness, prédios de
escritórios...
Ainda as diferenças: síntese
 A sociedade disciplinar ainda está dominada pelo não.
Sua negatividade gera loucos e delinq...
#SQN
Veja São Paulo, maio de
2014.
Autores contemporâneos:
filosofia e sociologia
Frank
Furedi
Gilles
Lipovetsky
Luc Ferry
Byung-
Chuk Han
Teodore
Dalrymple
Ideias dos autores
Paranóia
Parental
A Era do Vazio
Da Leveza*
Nunca amamos
tanto nossos
filhos
Sociedade do
Cansaço
Podre...
Comportamento vicário
 “As crianças nunca foram muito boas em ouvir os
mais velhos, mas nunca falharam em imitá-los”.
Jam...
Quais são as técnicas
comportamentais e
cognitivas?
Modelo Cognitivo
Comportamental
Sintomas
Fisiológicos
Experiência
Subjetiva
Respostas
Comportamentais
Avaliação
Cognitiva ...
Modelo Cognitivo Comportamental
Sintomas
Fisiológicos
Experiência
Subjetiva
Respostas
Comportamentais
Avaliação
Cognitiva ...
Fases da TCC
infantil
 Análise funcional abrangente
dos comportamentos
problemas.
 Orientação aos pais sobre
controle co...
Terapia Comportamental e
Cognitiva
 Há efeitos adversos na psicoterapia?
 Efeitos colaterais?
 Há contraindicação?
 Se...
Psicoterapia Focalizada na Criança
em seu Inter-relacionamento com o
Meio.
 Informações sobre psicologia experimental e
c...
Paciente identificado
 Não deixa de ser uma “terapia familiar”.
 Definição generalista: “a criança não tem problema,
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Como iniciar o trabalho com a
criança
 Entrevista com os pais.
 Levantamento de hipóteses iniciais.
 Operacionalização ...
Entrevista inicial com a
criança
1. especificação do motivo que veio à consulta (o
que os pais lhe disseram) e qual a quei...
O Processo terapêutico, como sugere Wolberg (1967)
pode ser dividido em três fases operacionais:
1. Fase inicial:
 estrut...
Tipos de Atividades
1. Atividades que favorecem o levantamento de
dados sobre as contingências ambientais, as
quais aprese...
“O organismo é o palco das interações”.
Skinner, 1989
Atenção e psicoterapia
Técnicas
 Aspectos científicos e Psicologia Experimental:
 Linha de base.
 Linha de base múltipla.
 Revisão da linha d...
Técnicas
 Aspectos científicos e Psicologia Experimental e
Terapia Comportamental:
 Reforçamento positivo.
 Reforçament...
Os pais sabem como é um
desenvolvimento dito “normal”?
 Como explicar para eles?
 Será que o que sabem é adequado?
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Técnicas
 Aspectos científicos e Psicologia Experimental e
Terapia Comportamental:
 Modelagem = reforço diferencial + ap...
Análise funcional das expectativas
educacionais dos pais
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Técnicas
 Aspectos científicos e Psicologia Experimental e
Terapia Comportamental:
 Reforçadores generalizados.
 Reforç...
Zen budismo, um pouco de
filosofia...
Os três jarros de saquê.
Lembrete
 As grandes dificuldades ou impasses com as crianças
que atendemos são geralmente com seus cuidadores:
desde a d...
Modelos de relação terapêutica
Riba & Balon, 2005
Técnicas
 Aspectos científicos e Psicologia Experimental e
Terapia Comportamental:
 Fading out.
 Pais como terapeutas.
...
O Medo é um mau conselheiro
 Do que os pais são reféns?
 Quais são seus medos ao mudar de comportamento
com a criança?
...
Risco de Recaídas
Técnicas adequadas as fases dos
processos de mudança
Inventários e testes como linha de
base para comparação de
resultados
 BDI, BAI, Crenças Irracionais de Ellis, ISSL
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A psicoterapia infantil como forma
dos pais procurarem ajuda
 Que problemas seus interferem na modificação do
quadro?
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Técnicas
 Aspectos científicos e Psicologia Experimental e
Terapia Comportamental:
 Relaxamento muscular progressivo.
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Os pais enquanto cientistas do
comportamento
 Não há resposta imediata para tudo.
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Técnicas
 Aspectos científicos e Psicologia Experimental e Terapia
Comportamental:
 Prática negativa.
 Habituação (ou a...
Problemas Atuais
 Aumento dos Transtornos Psicológicos?
 Sedentarismo
 Obesidade
 Isolamento social
 Violência: domés...
Técnicas
 Aspectos científicos da Terapia Comportamental e
Cognitiva:
 Treino de inoculação do estresse.
 Ensaio compor...
Ser um bom pai
 Uma exigência atual.
 É possível nos dias de hoje atender essa demanda?
 Ser um bom pais é dar tudo que...
Técnicas
 Aspectos científicos da Terapia Comportamental e
Cognitiva:
 Registro de pensamentos disfuncionais.
 Desperso...
Técnicas
 Aspectos científicos da Terapia Comportamental e
Cognitiva:
 Checklist.
 Reestruturação de esquemas disfuncio...
É possível educar sem
frustar?
 Freud e a ferida narcísica da existência.
 O que há de prático para fazer?
 Por que rej...
Buscar variação de repertório
 No paciente.
 Em suas atividades.
 Em seus pais.
 Nas díades da família.
 Com amigos.
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Linha da Vida e Análise de
Queixas
 Variar a Lista de Queixas: pais, escola, pessoas que
tem contato com o paciente, etc....
Técnicas
 Aspectos científicos da Terapia Comportamental e
Cognitiva:
 Auto-instrução positiva.
 Treino auto-instrucion...
Técnicas
 Técnica de “como se”.
 Reatribuição.
 Modelos de enfrentamento: contracontrole.
 Exposição interoceptiva.
Os problemas ditos
“novos”não só são para
crianças e adolescentes…
Ortorexia
 Fixação em alimentação saudável, com mais de três horas ao dia
de dedicação em torno da sua dieta.
 Definição...
Ortorexia
 Inicia-se com o desejo de melhorar a saúde, tratar uma
enfermidade ou perder peso, mas, finalmente, a dieta pa...
Ortorexia
 Presença de traços de personalidade fóbicos e obsessivos.
 Atinge indivíduos de personalidade meticulosa, ord...
Ortorexia
 O comportamento alimentar ortoréxico se torna o único
possível, gerando uma sensação de superioridade e
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Ortorexia
 Sensação de solidão e de insatisfação com a própria
condição.
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Manejo
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04 Pilares do Controle do Stress
Atividade
Física
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Cultura de um versus a do
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do início ...
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Terapia Infantil ou do
Adolescente
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Frank Furedi
Byung-Chul Han
Luc Ferry
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Theodore Dalrymple
Obrigado!
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COMO MELHORAR A COMUNICAÇÃO ENTRE OS PAIS PARA TERAPIA COGNITIVA COMPORTAMENTAL INFANTIL: DIAGNÓSTICO DE PROBLEMAS, ORIENTAÇÃO E MUDANÇAS AMBIENTAIS EM FAVOR DA CRIANÇA.

O curso ocorreu no CONCRIAD V, em novembro de 20016, na cidade de Campinas (SP), procurando orientar os participantes em como alinhar a terapia comportamental infantil com a orientação dos pais e cuidadores ao longo do tratamento.

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COMO MELHORAR A COMUNICAÇÃO ENTRE OS PAIS PARA TERAPIA COGNITIVA COMPORTAMENTAL INFANTIL: DIAGNÓSTICO DE PROBLEMAS, ORIENTAÇÃO E MUDANÇAS AMBIENTAIS EM FAVOR DA CRIANÇA.

  1. 1. COMO MELHORAR A COMUNICAÇÃO ENTRE OS PAIS PARA TERAPIA COGNITIVA COMPORTAMENTAL INFANTIL: DIAGNÓSTICO DE PROBLEMAS, ORIENTAÇÃO E MUDANÇAS AMBIENTAIS EM FAVOR DA CRIANÇA. Marcelo da Rocha Carvalho
  2. 2. Marcelo da Rocha Carvalho Psicólogo Clínico e Terapeuta Comportamental Infantil pela Universidade Católica de Santos (SP) Psicoterapeuta Comportamental e Cognitivo, Especialista pela USP Professor Convidado e Supervisor Clínico da Pós-Graduação em Terapia Comportamental e Cognitiva pela FMUSP/AMBAN/HC Especialista em Terapia Racional Emotiva Comportamental pelo Albert Ellis Institute e Universidade de Flores MBA Qualidade Vida e Promoção da Saúde pela Universidade São Camilo/ABRAMGE/ABQV marcelodarocha@globo.com
  3. 3. Indicação para a aula, aplicativo para baixar: para os apressados!
  4. 4. Download da aula e materiais extras: não precisa anotar, só prestrar atenção e participar perguntando! http://migre.me/voLIg
  5. 5. Modificação do Comportamento  “O ponto de vista da relação na modificação do comportamento implica também em que nenhuma modificação significativa permanente no comportamento social pode ser obtida, a não ser que uma relação social seja firmemente estabelecida.” Albert Bandura
  6. 6. Além da sociedade disciplinar  “A sociedade disciplinar de Foucault, feita de hospitais, asilos, presídios, quartéis e fábricas, não é mais a sociedade de hoje”.
  7. 7. Byung-Chul Han  “Em seu lugar, há muito tempo, entrou uma outra sociedade de academias de fitness, prédios de escritórios, bancos, aeroportos, shopping centers e laboratórios de genética. A sociedade do século XXI não é mais a sociedade disciplinar, mas uma sociedade de desempenho. Também seus habitantes não chamam mais “sujeitos da obediência”, mas sujeitos do desempenho e produção. São empresários de si mesmos”. In: SOCIEDADE DO CANSAÇO.
  8. 8. Ainda as diferenças: síntese  A sociedade disciplinar ainda está dominada pelo não. Sua negatividade gera loucos e delinquentes. A sociedade do desempenho, ao contrário, produz depressivos e fracassados.  A positividade do poder é bem mais eficiente que a negatividade do dever.  Os adoecimentos psíquicos da sociedade de desempenho são precisamente as manifestações patológicas dessa liberdade paradoxal.
  9. 9. #SQN
  10. 10. Veja São Paulo, maio de 2014.
  11. 11. Autores contemporâneos: filosofia e sociologia Frank Furedi Gilles Lipovetsky Luc Ferry Byung- Chuk Han Teodore Dalrymple
  12. 12. Ideias dos autores Paranóia Parental A Era do Vazio Da Leveza* Nunca amamos tanto nossos filhos Sociedade do Cansaço Podres de Mimados
  13. 13. Comportamento vicário  “As crianças nunca foram muito boas em ouvir os mais velhos, mas nunca falharam em imitá-los”. James Baldwin  O centro do foco da TCC infantil é a promoção do comportamento social.  Não há diferença entre o que sustenta o comportamento adequado e inadequado.
  14. 14. Quais são as técnicas comportamentais e cognitivas?
  15. 15. Modelo Cognitivo Comportamental Sintomas Fisiológicos Experiência Subjetiva Respostas Comportamentais Avaliação Cognitiva Mal Adaptada Crenças Mal Adaptadas Processos de Atenção Gatilho
  16. 16. Modelo Cognitivo Comportamental Sintomas Fisiológicos Experiência Subjetiva Respostas Comportamentais Avaliação Cognitiva Mal Adaptada Crenças Mal Adaptadas Processos de Atenção Gatilho Modificação da Situação Meditação, Relaxamento, Respiração Profunda Modificação da Atenção Psicoeducação e Reestruturação Cognitiva Modificação Comportamental Ativação Comportamental Exposição Aceitação Relaxamento e Respiração Profunda Diminuição da Reatividade
  17. 17. Fases da TCC infantil  Análise funcional abrangente dos comportamentos problemas.  Orientação aos pais sobre controle comportamental: observar como aderem as orientações.  Controle ambiental. # Sessões Função Anamnese 06 Linha de base Psicodiagnóstico 04 Aproximação sucessiva e avalição sobre as inferências dos pais Terapia propriamente dita 20 Sessões semanais com a criança e orientação dos pais a cada 15 dias
  18. 18. Terapia Comportamental e Cognitiva  Há efeitos adversos na psicoterapia?  Efeitos colaterais?  Há contraindicação?  Serve para todos e tudo – panaceia?  Como indicar o trabalho conjunto com a psicofarmacoterapia?  Há prós? Há contras?
  19. 19. Psicoterapia Focalizada na Criança em seu Inter-relacionamento com o Meio.  Informações sobre psicologia experimental e comportamentalismo.  Controle ambiental.  Medir o estágios de mudança dos pais – não perder o foco, que estes são agentes essenciais.  Treino de assertividade para os pais.  Mudança cognitiva dos pais e estimulo a criança para forma mais adequadas de perceber o mundo: capacitá-la de estratégias para o enfrentamento.  Avaliar o stress infantil.  Estimular o comportamento verbal e emocional da criança.  Passo inicial para o enfoques em TCC mais modernos, sedimentando ganhos comportamentais e cognitivos.
  20. 20. Paciente identificado  Não deixa de ser uma “terapia familiar”.  Definição generalista: “a criança não tem problema, mas sim o seu meio”.  Modelos de pais eficientes, presentes e focados na paternidade tem levado ao estresse dos mesmos.  Equilíbrio dos papéis na família.  Sair do modelo: “arrume meu filho e devolva funcionando” para “como chegamos a este ponto?”.
  21. 21. Como iniciar o trabalho com a criança  Entrevista com os pais.  Levantamento de hipóteses iniciais.  Operacionalização dos termos.  Levantamento dos antecedentes e consequentes.  Levantamento dos comportamentos adequados.
  22. 22. Entrevista inicial com a criança 1. especificação do motivo que veio à consulta (o que os pais lhe disseram) e qual a queixa da criança. 2. informações sobre o sigilo; 3. informações sobre o que é psicoterapia; 4. explicações sobre o atendimento quinzenal do grupo familiar, ressaltando que cada um pode e deve mudar um pouco e não somente a criança eleita para o atendimento.
  23. 23. O Processo terapêutico, como sugere Wolberg (1967) pode ser dividido em três fases operacionais: 1. Fase inicial:  estruturação da terapia, diagnóstico funcional e planejamento terapêutico. 2. Fase intermediaria:  implementação do plano terapêutico. 3. Fase terminal:  avaliação, término da terapia e acompanhamento. Sistematização do processo
  24. 24. Tipos de Atividades 1. Atividades que favorecem o levantamento de dados sobre as contingências ambientais, as quais apresentam maior probabilidade de exercer controle sobre os comportamentos adequados e inadequados da criança e colaborar com sua manutenção; 2. Atividades que favorecem a aplicação de procedimentos e intervenções pelo terapeuta, para produzir mudanças de comportamentais na criança e em alguns membros de sua comunidade; 3. Atividades que favorecem a avaliação.
  25. 25. “O organismo é o palco das interações”. Skinner, 1989
  26. 26. Atenção e psicoterapia
  27. 27. Técnicas  Aspectos científicos e Psicologia Experimental:  Linha de base.  Linha de base múltipla.  Revisão da linha de base.  Seguimento.  Registro comportamental
  28. 28. Técnicas  Aspectos científicos e Psicologia Experimental e Terapia Comportamental:  Reforçamento positivo.  Reforçamento Negativo.  Extinção.  Reforçamento contínuo.  Reforçamento intermitente (variável temporal ou número de respostas).  Resistência a extinção.
  29. 29. Os pais sabem como é um desenvolvimento dito “normal”?  Como explicar para eles?  Será que o que sabem é adequado?  Comparações com a sua infância, mas será que foi assim mesmo? E o viés da memória?  As pessoas a sua volta o influenciam em ver problemas? Há tramas?  As situações não podem ser diferente?  Como “esvaziar” este tipo de ansiedade?
  30. 30. Técnicas  Aspectos científicos e Psicologia Experimental e Terapia Comportamental:  Modelagem = reforço diferencial + aproximação sucessiva.  Reforço diferencial.  Privação(ambiente de restrição).  Saciação(inverso da provação).  Reforço condicionado(pareamento de resposta).
  31. 31. Análise funcional das expectativas educacionais dos pais  O vocês esperam oferecer para seu filho? Como? De onde vocês tiraram que isto é importante para ele? Vocês acreditam que ele se adapte bem a estas iniciativas? Você tiveram isso? Como foi com vocês? Vocês acreditam que outras pessoas do seu meio busquem oferecer isto? Como ficam questões particulares de seu filho que poderão ser descobertas ao longo de seu desenvolvimento? Como perceber que isto pode não ser apropriado? Etc..
  32. 32. Técnicas  Aspectos científicos e Psicologia Experimental e Terapia Comportamental:  Reforçadores generalizados.  Reforçamento simbólico.  Economia de fichas.  Discriminação.
  33. 33. Zen budismo, um pouco de filosofia... Os três jarros de saquê.
  34. 34. Lembrete  As grandes dificuldades ou impasses com as crianças que atendemos são geralmente com seus cuidadores: desde a dificuldade de impor limites (fraqueza) como questões morais e/ou religiosas.  Por isso, quanto mais perguntarmos, melhor saberemos com quem estamos lidando e que problema existem na relação interpessoal com a criança.
  35. 35. Modelos de relação terapêutica Riba & Balon, 2005
  36. 36. Técnicas  Aspectos científicos e Psicologia Experimental e Terapia Comportamental:  Fading out.  Pais como terapeutas.  Autocontrole.  Contrato de contingências.  Controle aversivo.  Punição.  Time out.
  37. 37. O Medo é um mau conselheiro  Do que os pais são reféns?  Quais são seus medos ao mudar de comportamento com a criança?  O que esperam da rede que atende a criança?  Quais são suas preocupações escolares?  Quais são suas preocupações para o futuro?
  38. 38. Risco de Recaídas Técnicas adequadas as fases dos processos de mudança
  39. 39. Inventários e testes como linha de base para comparação de resultados  BDI, BAI, Crenças Irracionais de Ellis, ISSL (Inventário de Sintomas de Stress Lipp (Casa do Psicólogo), Inventário de Young (versão longa), Assertividade, IHS (Inventário de Habilidade Sociais – Casal Del Prette/Casa do Psicólogo), Escala do Sono, Inventário do Medo (Wolpe).
  40. 40. A psicoterapia infantil como forma dos pais procurarem ajuda  Que problemas seus interferem na modificação do quadro?  o que seus comportamentos estimulam no repertório inadequado da criança?  Que crítica seus filhos fazem aos seus comportamentos?  Num mundo ideal, o que poderia ser feito diferente para ter qualidade de vida em família?
  41. 41. Técnicas  Aspectos científicos e Psicologia Experimental e Terapia Comportamental:  Relaxamento muscular progressivo.  Relaxamento aplicado.  Resistência a frustração.  Treinamento assertivo.  Modelação.  Desempenho de papéis ou dramatização.  Sensibilização encoberta.  Inundação.
  42. 42. Os pais enquanto cientistas do comportamento  Não há resposta imediata para tudo.  Não sabendo o que fazer apenas não reforce.  Observar é tudo!  “As palavras são de prata e o silêncio é de ouro.”  Seu objetivo é melhorar seu filho e as trocas com o ambiente.
  43. 43. Técnicas  Aspectos científicos e Psicologia Experimental e Terapia Comportamental:  Prática negativa.  Habituação (ou adaptação).  Supressão de resposta (ansiedade).  THS.
  44. 44. Problemas Atuais  Aumento dos Transtornos Psicológicos?  Sedentarismo  Obesidade  Isolamento social  Violência: doméstica, bullying, cyber-bullying, etc.  Uso da internet  Alguém lembra mais algum? Faltou algum?
  45. 45. Técnicas  Aspectos científicos da Terapia Comportamental e Cognitiva:  Treino de inoculação do estresse.  Ensaio comportamental.  Intenção paradoxal.  Prevenção de respostas.  Inversão de hábito.  Parada de pensamento.  Imaginação emotiva.  TREC.
  46. 46. Ser um bom pai  Uma exigência atual.  É possível nos dias de hoje atender essa demanda?  Ser um bom pais é dar tudo que a criança quer e precisa?  Baixa tolerância a frustração: a era dos mimados e dos ressentidos.  Quem são os mimados?  Quem são os ressentidos?
  47. 47. Técnicas  Aspectos científicos da Terapia Comportamental e Cognitiva:  Registro de pensamentos disfuncionais.  Despersonalização.  Redução da dissonância cognitiva  Contestação.  Técnicas cognitivas para crises.  Manejo de sabotagens.  Introdução de perspectiva histórica.
  48. 48. Técnicas  Aspectos científicos da Terapia Comportamental e Cognitiva:  Checklist.  Reestruturação de esquemas disfuncionais subjacentes.  Extinção de encobertos.  Reestruturação cognitiva operante.  Inundação cognitiva.  Decatastrofização.  Redução ao absurdo.
  49. 49. É possível educar sem frustar?  Freud e a ferida narcísica da existência.  O que há de prático para fazer?  Por que rejeitamos as ideias ou princípios comportamentais?  Terapia cognitiva.
  50. 50. Buscar variação de repertório  No paciente.  Em suas atividades.  Em seus pais.  Nas díades da família.  Com amigos.  Em atividades esportivas.  Atividades de lazer.  Buscar experimentações.
  51. 51. Linha da Vida e Análise de Queixas  Variar a Lista de Queixas: pais, escola, pessoas que tem contato com o paciente, etc..  Linha da Vida dos pais e introdução da presença do filho.  Linha da Vida comum dos pais sobre o filho e surgimento dos problemas.  Avaliação dos pais: estresse, depressão, ansiedade, assertividade, fobias, etc..
  52. 52. Técnicas  Aspectos científicos da Terapia Comportamental e Cognitiva:  Auto-instrução positiva.  Treino auto-instrucional.  Treinamento de projeção do futuro.  Gráficos e registros.  Concentração ou distração.  Raciocínio sequencial/correlacional/analógico.  Análise de erros lógicos.  Reatribuição.
  53. 53. Técnicas  Técnica de “como se”.  Reatribuição.  Modelos de enfrentamento: contracontrole.  Exposição interoceptiva.
  54. 54. Os problemas ditos “novos”não só são para crianças e adolescentes…
  55. 55. Ortorexia  Fixação em alimentação saudável, com mais de três horas ao dia de dedicação em torno da sua dieta.  Definição bastante rígida do que é saudável, mas que varia de acordo com as crenças nutricionais individuais. Em geral, aditivos intencionais (p.ex.: corantes, conservantes) ou não (p.ex.: herbicidas, pesticidas), ingredientes geneticamente modificados, gorduras, sal e açúcares são vistos como elementos prejudiciais à saúde. A forma de preparo e os utensílios utilizados também são parte do ritual obsessivo.  Sensação de segurança, conforto e tranquilidade vinculada à alimentação orgânica, ecológica, funcional ou com certificado de salubridade.  A tônica dominante é o desejo de prevenir ou eliminar sintomas físicos (reais ou exagerados) ou de ser puro e natural, mesmo que à custa da perda de prazer na alimentação.
  56. 56. Ortorexia  Inicia-se com o desejo de melhorar a saúde, tratar uma enfermidade ou perder peso, mas, finalmente, a dieta passa a ocupar lugar central na vida, requerendo grande autocontrole para manter hábitos alimentares radicalmente diferentes daqueles típicos da sua cultura.  Sensação de solidão e de insatisfação com a própria condição.  Tentativas insistentes de esclarecer outros acerca da “alimentação saudável”.  Quando a aquisição da pureza dietética apresenta fundamentação religiosa, pode ocorrer a busca por compensações espirituais.
  57. 57. Ortorexia  Presença de traços de personalidade fóbicos e obsessivos.  Atinge indivíduos de personalidade meticulosa, ordenada, exigentes consigo mesmos e com os demais (perfeccionistas), com exagerada necessidade de autocuidado e de proteção.  Lapsos são acompanhados de sentimento de culpa.  É preferível jejuar a comer o que se considera impuro ou perigoso à saúde.  O que comer passa a dominar o cotidiano da pessoa (desde o planejamento, aquisição, preparo e consumo dos alimentos considerados saudáveis).
  58. 58. Ortorexia  O comportamento alimentar ortoréxico se torna o único possível, gerando uma sensação de superioridade e desprezo sobre outros hábitos alimentares e estilos de vida, considerados insalubres.  O cotidiano se torna extremamente limitado devido ao padrão restritivo de alimentação, gerando uma diminuição da qualidade de vida, conforme aumenta a “qualidade” da alimentação. Assim, a ortorexia nervosa envolve uma situação paradoxal e incoerente: é preciso manter-se saudável, mesmo que o preço seja pago com a própria saúde.  Isolamento social decorrente do distanciamento do padrão alimentar comum à sociedade a que o indivíduo pertence.
  59. 59. Ortorexia  Sensação de solidão e de insatisfação com a própria condição.  Tentativas insistentes de esclarecer outros acerca da “alimentação saudável”.  Quando a aquisição da pureza dietética apresenta fundamentação religiosa, pode ocorrer a busca por compensações espirituais.
  60. 60. Manejo Social do Comporta mento Cognições Assertividade Análise Funcional Controle Ambiental
  61. 61. Níveis do Estresse Alerta Resistência Quase- Exaustão Exaustão Adoecimento Emocional e/ou Físico. O Adoecimento físico obedece a história genética do indivíduo em questão: vulnerabilidades. Sintomas sempre físicos no inicio do estresse, mas com a cronicidade do estresse, há o aumento dos sintomas emocionais: ansiedade e depressão se destacam – desamparo aprendido. (Seligman, Martin) Modelo da Stress: Lipp, M.N.
  62. 62. 04 Pilares do Controle do Stress Atividade Física Alimentação Equilibrada Relaxamento Modificação dos Pensamentos
  63. 63. Pais  Como lidam uns com os outros na família: papéis?  Quais os esquemas mal-adaptado dos pais? Há esquemas precoces que interferem na lógica da relação saudável?  Quais são suas ideias sobre a infância, o enfrentamento de dificuldades e precisar de um profissional?  Como são suas comparações frente ao grupo que participam?  Como é o papel dos avós ou ajudantes do cotidiano?
  64. 64. Cultura de um versus a do outro (Laing)  Como explicar?  Há como diminuir o conflito?  Como isto interfere na educação dos filhos?
  65. 65. Deborah Tannen: assimetrias  Mulheres: intimidade/interdependência. (conexão) - simetria  Homens: independência/liberdade. (status) – principal fonte de assimetria.  Desentendimentos por estilos diferentes que geram viés cognitivos que prejudicam a solução do problema: impotência por mais um problema e perda do foco (sobre a criança).
  66. 66. Modelo Cognitivo de Beck  “De acordo com Beck, as pressuposições centrais sobre o si mesmo e o mundo, formadas do início da infância, permanecem inconscientes devido aos mesmos mecanismos normais, não patológicos, através dos quais outros hábitos de pensamento e comportamento tornam-se automáticos”.
  67. 67. Modelo Cognitivo de Beck  “Ele treinou os pacientes a aumentar a percepção de seu fluxo de consciência” contínuo, expondo os pensamentos automáticos rígidos que precediam suas respostas emocionais características. Beck, então, ensinou aos pacientes procedimentos para utilizar a razão a fim de combater esses“pensamentos automáticos” disfuncionais. Ele defendeu um diálogo ativo com os pacientes, em vez da escuta passiva, por meio do qual ele treinava os pacientes a desenvolver argumentos empíricos, baseados na realidade, para combater as distorções em seu pensamento”.
  68. 68. Modelo Cognitivo de Beck  “As emoções são vistas como informativas, na medida em que elas refletem a natureza das tentativas dos pacientes de construir significado a partir de suas experiências. Da mesma forma, a resistência é vista como uma forma de autoproteção em certos pontos da terapia, nos quais o terapeuta ameaça os processos básicos de organização dos pacientes”.
  69. 69. Terapia Infantil ou do Adolescente  Um forma das relações na família atingirem qualidade.  Promoção da Qualidade de Vida.  Melhoras das trocas interpessoais e expressão emocional.
  70. 70. Adaptação as Metáforas frente a clínica Sharp, um foco “Multimodal” novo (1999) Metáfora do Reforço Metáfora do Déficits das Habilidades Sociais Metáfora do Desamparo Aprendido Metáfora da Distorção Cognitiva Metáfora do Auto- Manejo Metáfora da Modelagem Social Avaliação Comportamental e Cognitiva
  71. 71. Frank Furedi
  72. 72. Byung-Chul Han
  73. 73. Luc Ferry
  74. 74. Gilles Lipovetsky
  75. 75. Theodore Dalrymple
  76. 76. Obrigado!

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  • alessandrabraga1420

    Nov. 9, 2016
  • lianerabelo

    Feb. 21, 2017
  • JerusaRodrigues2

    Mar. 10, 2017
  • ThaisCosta77

    Apr. 7, 2017
  • CamillaSgp

    Nov. 25, 2017
  • PriscillaSousa7

    Mar. 18, 2018
  • paulahamude

    Apr. 3, 2018
  • anajennings

    Oct. 23, 2018
  • AlmeriaVenncio

    Mar. 5, 2019
  • NadineHelena

    Apr. 9, 2019
  • DouglasMetran

    Aug. 16, 2019
  • julianasalles19

    Oct. 30, 2019
  • JosiNascimento8

    Feb. 12, 2020
  • helenafaria13

    Apr. 7, 2020
  • Carolinaf21

    May. 27, 2020
  • SusanSoto1

    Jun. 19, 2020
  • MarcosAraujo138

    Aug. 7, 2020
  • carinaluciano

    Sep. 23, 2020
  • nartosface

    Nov. 1, 2020
  • MnicaFernandes52

    Nov. 12, 2020

O curso ocorreu no CONCRIAD V, em novembro de 20016, na cidade de Campinas (SP), procurando orientar os participantes em como alinhar a terapia comportamental infantil com a orientação dos pais e cuidadores ao longo do tratamento.

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