Influência dos espíritos em nossas vidas 1,5h

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Visão espírita sobre o assunto. - Versão 18.

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Influência dos espíritos em nossas vidas 1,5h

  1. 1. ““[…] é comum terdes ao vosso lado[…] é comum terdes ao vosso lado uma multidão de Espíritos que vosuma multidão de Espíritos que vos observam.”observam.” (Resposta à q. 457a, O Livro dos Espíritos)
  2. 2. Hebreus 12,1-2: “Eis por que também nós, tendo uma tal nuvem de teste- munhas que nos rodei- am, devemos nos livrar de todo obstáculo e pe- cado que nos seduz, e correr resolutamente a carreira que nos é pro- posta. Tenhamos bem diante dos olhos o exem- plo de Jesus, o autor e o aperfeiçoador da nossa fé […].” (Novo Testamento, Loyola)
  3. 3. 459. “Influem os espíritos em nossos pensa- mentos e em nossos atos?”
  4. 4. “Muito mais do que imaginais. Influem a tal ponto, que, de ordinário, são eles que vos dirigem.” (O Livro dos Espíritos) 459. “Influem os espíritos em nossos pensa- mentos e em nossos atos?” De ordinário: na maioria das ve- zes; habitualmente, geralmente. (HOUAISS)
  5. 5. “A sua substância simples e imaterial subtrai- os às nossas vistas; permanecem ao nosso lado sem que os vejamos, interessam-nos a alma sem que nos firam o ouvido. Acreditando obedecer aos nossos pensamentos, estamos no entanto, e muitas vezes, debaixo da sua funesta influência. […] e atacam-nos ordinaria- mente pelo lado mais fraco.” (*) (KARDEC. O Céu e o Inferno, cap. IX, “Os demônios”, tópico “Os demônios segundo a Igreja”, item 16) (*) Citação extraída da pastoral de Monsenhor Gousset, cardeal- arcebispo de Reims, França, quaresma de 1865.
  6. 6. “Os Espíritos, que formam a população invisí- vel do nosso globo, onde eles já viveram e onde continuam a imiscuir-se na nossa vida, estão naturalmente identificados com os nos- sos hábitos, cuja lembrança conservam na erraticidade. […].” (KARDEC, A Gênese, cap. XVI, item 16) Imiscuir-se: intromete-ser. (AURÉLIO)
  7. 7. “A Terra é o centro, isto é, a sede de grande número de esferas espirituais que a rodeiam de maneira concêntrica. Não posso precisar número dessas esferas, porque elas se alon- gam até um limite que a minha compreen- são, por enquanto, não pode alcançar. Quanto mais evoluído o ser, mais elevada se-rá a sua habitação, até alcançar o ponto em que essas esferas se interpenetram com as de outros mundos mais perfeitos, seguindo os espíritos nessa escala ascendente do pro-gresso, sob todos os seus aspectos. […].” (CHICO XAVIER, Cartas de uma Morta, por Maria João de Deus, p. 66)
  8. 8. “Seria errado pensar que é necessário ser médium para atrair os seres do mundo invi- sível. Eles povoam o espaço, estão constan- temente ao nosso redor, nos acompanham, nos veem e observam, intrometem-se nas nossas reuniões, procuram-nos ou evitam- nos, conforme os atrairmos ou repelirmos.” (KARDEC, O Livro dos Médiuns, cap. XXI, item 232) “Essa influência é permanente e os que não se preocupam com os Espíritos, ou nem mes mo creem na sua existência, estão expostos a ela como os outros, e até mais do que os outros, por não disporem de meios de defe- sa.” (KARDEC, O Livro dos Médiuns, cap. XXIII, item 244).
  9. 9. “Seria errado pensar que é necessário ser médium para atrair os seres do mundo invi- sível. Eles povoam o espaço, estão constan- temente ao nosso redor, nos acompanham, nos veem e observam, intrometem-se nas nossas reuniões, procuram-nos ou evitam- nos, conforme os atrairmos ou repelirmos.” (KARDEC, O Livro dos Médiuns, cap. XXI, item 232) “Essa influência é permanente e os que não se preocupam com os Espíritos, ou nem mes mo creem na sua existência, estão expostos a ela como os outros, e até mais do que os outros, por não disporem de meios de defe- sa.” (KARDEC, O Livro dos Médiuns, cap. XXIII, item 244)
  10. 10. “A mediunidade é uma faculdade multíplice, e que apresenta uma variedade infinita de nuan- ças em seus meios e em seus efeitos. Quem está apto para receber ou transmitir as comu- nicações dos Espíritos é, por isso mesmo, mé- dium, qualquer que seja o modo empregado ou o grau de desenvolvimento da faculdade, desde a simples influência oculta até a produ- ção dos mais insólitos fenômenos. Todavia, em seu uso ordinário, essa palavra tem uma acep- ção mais restrita, e se diz, geralmente, de pessoas dotadas de um poder mediúnico muito grande, seja para produzir efeitos físicos, seja para transmitir o pensamento dos Espíritos pela escrita ou pela palavra.” (KARDEC, Revista Espírita 1858)
  11. 11. Então, segundo Kardec, temos que: a) No sentido amplo: todos nós somos mé- diuns, pois é uma faculdade humana; b) No sentido restrito: apenas as pessoas nas quais essa faculdade se manifesta de forma ostensiva. Kardec, reafirma: “Todo o mundo, dissemos, é mais ou me-nos médium; mas convencionou-se dar es-se nome àqueles nos quais as manifesta-ções são patentes, e, por assim dizer, facul- tativas.” (KARDEC, Revista Espírita 1859)
  12. 12. “[…] pode-se dizer que todos são médiuns, pois não há quem não tenha os seus Espíri- tos protetores e familiares, que tudo fazem para transmitir bons pensamentos aos seus protegidos. […].” (KARDEC, O Livro dos Médiuns, cap. XV, item 182)
  13. 13. “Recebemos a inspiração dos Espíritos que nos influenciam para o bem ou para o mal. […] Aplica-se a todas as circunstâncias da vida, nas resoluções que devemos tomar. […].” (KARDEC, O Livro dos Médiuns, cap. XV, item 182)
  14. 14. A influenciação espiritual seA influenciação espiritual se estabelece por afinidade e sintonia.estabelece por afinidade e sintonia.
  15. 15. “[…] para se comunicar, o Espírito desencar- nado se identifica com o Espírito do médium, esta identificação não se pode verificar, senão havendo, entre um e outro, simpatia e, se assim é lícito dizer-se, afinidade. A alma exer- ce sobre o Espírito livre uma espécie de atra- ção, ou de repulsão, conforme o grau da se- melhança existente entre eles. Ora, os bons têm afinidade com os bons e os maus com os maus, donde se segue que as qualidades morais do médium exercem influência capital sobre a natureza dos Espíritos que por ele se comunicam.” (KARDEC, O Livro dos Médiuns, cap. XX, item 227) Identificar-se: 1. Tomar o caráter de; 2 Compenetrar-se do que outrem sente ou pensa; 3. Afazer-se, ajustar-se. (AURÉLIO)
  16. 16. “Afinidade é uma lei de atração de energias que se assemelham ou que se relacionam e, na aplicação que damos ao vocábulo nos es- tudos espíritas, tem a mesma significação de gostos ou preferências, de tendências e pra- zeres que se atraem mutualmente pela se- melhança de suas vibrações mentais.” (ROQUE JACINTO, Desenvolvimento Mediúnico) Afinidade: 1. Relação, semelhança, analogia; 2. Semelhança entre duas ou mais espécies. 3. Conformidade, identidade, igualdade; 4. Tendência combinatória. 5. Coincidência de gostos ou de sentimen- tos. (AURÉLIO)
  17. 17. “A sintonia, como o próprio nome diz, é a identificação. Estamos sempre acompanha- dos daqueles que nos são afins. A emissão de uma onda encontra ressonância num campo vibratório equivalente. Aí temos a sin- tonia, como numa rádio que emite uma onda e é captada por um receptor na mesma faixa vibracional. […].” (DIVALDO P. FRANCO, Diretrizes de Segu- rança) Sintonia: 1. Eletrôn. Condição de um circuito cuja frequência de os- cilação é igual à de um outro circuito ou à de um campo oscilante externo. 2. Fig. Acordo mútuo; harmonia, reciprocidade. (AURÉLIO) Ressonância: Fis. Transferência de energia de um sistema oscilan-te para outro quando a frequência do primeiro coincide com uma das frequências próprias do segundo. (AURÉLIO)
  18. 18. “A diferença dos estados se complica com a va riedade das impressões. Sob a influência dos sentimentos que os animam, desde a calma do estudo às tempestades da paixão, as almas e os cérebros vibram em graus diversos, obede- cendo a velocidades diferentes; a harmonia não se pode estabelecer entre eles senão quan do se igualam suas ondas vibratórias, como acontece com os diapasões idênticos ou com as placas telefônicas. Um cérebro de lentas e débeis excitações não se pode harmonizar com outros cujos átomos são animados de um mo- vimento vertiginoso.” (LÉON DENIS, No Invisível) Diapasão: Pequeno instrumento que dá uma nota constante e serve para afinação de instrumentos musicais. (MICHAELIS)
  19. 19. 484. Os Espíritos se afeiçoam de preferência a certas pessoas? “Os bons Espíritos simpatizam com os ho- mens de bem, ou suscetíveis de se melhora- rem. Os Espíritos inferiores com os homens viciosos, ou que podem tornar-se tais. Daí suas afeições, como consequência da confor- midade dos sentimentos.” (KARDEC, O Livro dos Espíritos)
  20. 20. Influência Espiritual (pelos efeitos) Classificação:
  21. 21. Influência Espiritual (pelos efeitos) Influência Espiritual Positiva Classificação:
  22. 22. Influência Espiritual (pelos efeitos) Influência Espiritual Positiva Influência Espiritual Negativa Classificação:
  23. 23. Influência Espiritual (pelos efeitos) Influência Espiritual Positiva Espíritos superiores: os bons e os propensos ao bem. Influência Espiritual Negativa Classificação:
  24. 24. Influência Espiritual (pelos efeitos) Influência Espiritual Positiva Espíritos superiores: os bons e os propensos ao bem. Influência Espiritual Negativa Espíritos inferiores: os malfazejos e ignorantes do bem. Classificação:
  25. 25. Nessa categoria inclui-se as influências oriundas de Espíritos bons, dos pro- pensos ao bem e de todos aqueles que querem, de alguma sorte, nos ajudar em nosso progresso espi- ritual. Como exemplo, po- demos citar os nossos pa- rentes desencarnados e o nosso anjo da guarda, cuja missão é amparar- nos em nossa jornada evolutiva. Influência Espiritual Positiva
  26. 26. “Quaisquer que sejam a inferioridade e per- versidade dos Espíritos, Deus jamais os aban dona. Todos têm seu anjo de guarda (guia) que por eles vela, na persuasão de suscitar- lhes bons pensamentos, desejos de progredir e, bem assim, de espreitar-lhes os movimen- tos da alma, como que se esforçam por repa- rar em uma nova existência o mal que prati- caram. Contudo, essa interferência do guia faz-se quase sempre ocultamente e de modo a não haver pressão, pois que o Espírito deve progredir por impulso da própria vontade, nunca por qualquer sujeição.” (KARDEC, O Céu e o Inferno, cap. VII, tópico Código penal da vida futura, 20º)
  27. 27. 489. Há Espíritos que se liguem particular- mente a um indivíduo para protegê-lo? “Há o irmão espiritual, o que chamais o bom Espírito ou o bom gênio.” 490. Que se deve entender por anjo de guarda ou anjo guardião? “O Espírito protetor, pertencente a uma or- dem elevada.”
  28. 28. 489. Há Espíritos que se liguem particular- mente a um indivíduo para protegê-lo? “Há o irmão espiritual, o que chamais o bom Espírito ou o bom gênio.” 490. Que se deve entender por anjo de guarda ou anjo guardião? “O Espírito protetor, pertencente a uma or- dem elevada.”
  29. 29. 491. Qual a missão do Espírito protetor? “A de um pai com relação aos filhos; a de guiar o seu protegido pela senda do bem, auxiliá-lo com seus conselhos, consolá-lo nas suas aflições, levantar-lhe o ânimo nas pro- vas da vida.” “O Espírito protetor, anjo de guarda, ou bom gênio é o que tem por missão acompanhar o homem na vida e ajudá-lo a progredir. É sempre de natureza superior, com relação ao protegido.” (KARDEC, O Livro dos Espíritos, comentário à q. 514).
  30. 30. 491. Qual a missão do Espírito protetor? “A de um pai com relação aos filhos; a de guiar o seu protegido pela senda do bem, auxiliá-lo com seus conselhos, consolá-lo nas suas aflições, levantar-lhe o ânimo nas pro- vas da vida.” “O Espírito protetor, anjo de guarda, ou bom gênio é o que tem por missão acompanhar o homem na vida e ajudá-lo a progredir. É sempre de natureza superior, com relação ao protegido.” (KARDEC, O Livro dos Espíritos, comentário à q. 514)
  31. 31. Em 09 de abril de 1856, em reunião ocorrida na casa do Sr. Baudin, novamente, manifes- ta-se o Espírito de Verdade, de suas respos- tas a Kardec, destacamos: “P. – Dissestes que serás para mim um guia, que me ajudará e protegerá. Compreendo essa proteção e o seu objetivo, dentro de certa ordem de coisas; mas, poderias dizer- me se essa proteção também alcança as coisas materiais da vida? R. – Nesse mundo, a vida material é muito de ter-se em conta; não te ajudar a viver seria não te amar.” (Obras Póstumas, 2006, p. 307)
  32. 32. Influência Espiritual Negativa Classificação:
  33. 33. Influência Espiritual Negativa Natural Classificação:
  34. 34. Influência Espiritual Negativa Natural Obsessão Classificação:
  35. 35. Influência Espiritual Negativa Natural Espíritos ignorantes de sua situação no mundo espiritual agindo sobre o encarnado sem intenção de prejudicá-lo. Obsessão Classificação:
  36. 36. Influência Espiritual Negativa Natural Espíritos ignorantes de sua situação no mundo espiritual agindo sobre o encarnado sem intenção de prejudicá-lo. Obsessão Espíritos inferiores atuando deliberadamente sobre outro Espírito - encarnado ou não - querendo prejudicá- lo de alguma forma. Classificação:
  37. 37. Natural Muitos Espíritos, por ainda não estarem plena- mente conscientes de sua situação no mundo espiritual, inclusive alguns até se julgam entre os vivos, acabam influenciando os encarnados ainda que não tenham interesse específico em prejudicá-los. Ao se aproximarem dos que se encontram presos à matéria sentem um certo alívio, como se dividissem com eles suas dores e sofrimentos, daí passam a acompanhá-los. Particularmente julgamos que alguns lugares favorecem esse tipo de sintonia, como aqueles nos quais ocorrem mortes ou nos que se lida com pessoas mortas, tais como: hospitais, fu- nerárias, velórios, cemitérios, etc.
  38. 38. Obsessão
  39. 39. Definição: “Chama-se obsessão à ação persistente que um Espírito mau exerce sobre um indivíduo. Apresenta caracteres muito diferentes, que vão desde a simples influência moral, sem perceptíveis sinais exteriores, até a perturba- ção completa do organismo e das faculdades mentais. […].” (KARDEC, A Gênese, cap. XIV, item 40)
  40. 40. “A influência espiritual só é qualificada como obsessão quando se observa uma perturba- ção constante. Se a influência verificada é apenas esporádica, ela não se caracterizará como uma obsessão. Somente os Espíritos maus e imperfeitos provocam obsessões, in- terferindo na vontade do indivíduo, fazendo com que ele tenha ações contrárias ao seu desejo natural.” (GEBM, A obsessão)
  41. 41. Na opinião de Manuel Philomeno de Miranda (Espírito): “A obsessão, sob qualquer modalidade que se apresente, é enfermidade de longo curso, exigindo terapia especializada, de segura apli cação e de resultados que não se fazem sen- tir apressadamente.” (DIVALDO P. FRANCO, Nos bastidores da obsessão).
  42. 42. “A influência maléfica de um Espírito obses- sor pode afetar a vida mental de uma pes- soa, alterando suas emoções e raciocínios, chegando até mesmo a atingir seu corpo físi- co.” (GEBM, A obsessão)
  43. 43. “Como Deus, que é bom, permite que os maus Espíritos nos venham induzir ao mal ou fazer-nos sofrer? Para nos experimentar. Por que permite que o homem mau aconselhe os outros a pratica- rem um crime? O caso é idêntico. Além dis- so, os Espíritos maus não podem fazer o mal que desejam, sobretudo se a nós chamamos os bons.” (LÉON DENIS, Catecismo Espírita)
  44. 44. 55 Sabemos ser de longa data os casos em que se vê ocorrência de influência espiritual ne- gativa, inclusive na Bíblia encontramos o seu registro. Vejamos, p. ex., um caso em que a pessoa diante de um processo obsessivo era, certa- mente, tida como louca, pela razão de ter sido afetada a sua vida mental:
  45. 45. Lucas 8,26-31; “Jesus e os discípulos desembarca- ram na região dos gerasenos, que está diante da Galileia. Ao descer à terra, um homem da cidade foi ao encontro de Jesus. Era possuído por demônios, e há muito tempo ele não se vestia, nem morava em casa, mas nos túmulos. Vendo Jesus, o homem começou a gritar, caiu aos pés dele, e falou com voz forte: 'Que há entre mim e ti, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Eu te peço, não me atormentes!' O homem falou assim, porque Jesus tinha mandado que o espírito mau saísse dele. De fato, muitas vezes o espírito tinha tomado posse dele. Para protegê-lo, o prendiam com correntes e algemas; ele, porém, arrebentava as correntes, e o demônio o levava para lugares desertos. Então Jesus lhe perguntou: 'Qual é o seu nome?' Ele respondeu: 'Meu nome é Legião.' Pois muitos demônios tinham entrado nele. Os demônios pediam que Jesus não os mandasse para o abismo.”
  46. 46. Lucas 8,26-31; “Jesus e os discípulos desembarca- ram na região dos gerasenos, que está diante da Galileia. Ao descer à terra, um homem da cidade foi ao encontro de Jesus. Era possuído por demônios, e há muito tempo ele não se vestia, nem morava em casa, mas nos túmulos. Vendo Jesus, o homem começou a gritar, caiu aos pés dele, e falou com voz forte: 'Que há entre mim e ti, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Eu te peço, não me atormentes!' O homem falou assim, porque Jesus tinha mandado que o espírito mau saísse dele. De fato, muitas vezes o espírito tinha tomado posse dele. Para protegê-lo, o prendiam com correntes e algemas; ele, porém, arrebentava as correntes, e o demônio o levava para lugares desertos. Então Jesus lhe perguntou: 'Qual é o seu nome?' Ele respondeu: 'Meu nome é Legião.' Pois muitos demônios tinham entrado nele. Os demônios pediam que Jesus não os mandasse para o abismo.”
  47. 47. Bíblia Mensagem de Deus: Novo Testamento. S/d. São Paulo: Loyola, 1984.
  48. 48. “POSSESSÃO DEMONÍACA: […] Josefo (De Belo Jud. VII 6,3) pensava que os demônios eram os espíritos dos homens maus, que depois da morte voltavam a este mundo, e essa ideia era comum entre os antigos, incluindo os gregos. Também foi ideia de alguns dos pais da Igreja, como Justino (cerca de 150 d.C.) e de Atenágoras. Tertuliano foi o primeiro a mudar de ideia na Igreja, aceitan- do que os demônios são anjos caídos, e não espí- ritos humanos. Finalmente, Crisóstomo (407 d.C.) rejeitou a ideia de que os demônios são espíritos humanos, e a Igreja aceitou que os demônios são outros espíritos, talvez pertencentes à ordem dos anjos. […].” (CHAMPLIN e BENTES, Enciclopédia de Bíblia, teologia e filosofia. Vol. 5, p. 343) Flávio Josefo (37-103 d.C.); Tertuliano (ca 160–ca 220 d.C.).
  49. 49. Os anjos o que, de fato, seriam eles?
  50. 50. Atos 12,1-15: “[…] o rei Herodes […] mandou matar à espada Tiago, irmão de João. […] de- cidiu prender também Pedro. […] os guardas vigiavam a porta da prisão. De repente, apare- ceu o anjo do Senhor, […] tocou o ombro de Pedro, o acordou, e lhe disse: 'Levante-se de- pressa'. […] Pedro […] foi para a casa de Maria, mãe de João, […], onde muitos se ha- viam reunido […] Bateu à porta, e uma empre- gada, chamada Rosa, […] reconheceu a voz de Pedro, mas sua alegria foi tanta que, em vez de abrir a porta, entrou correndo para contar que Pedro estava ali, junto à porta. Os presen- tes disseram: 'Você está ficando louca!' Mas ela insistia. Eles disseram: 'Então deve ser o seu anjo!'.”
  51. 51. No domingo de madrugada, algumas mulhe- res visitam o túmulo onde sepultaram o corpo de Jesus; chegando ao local: Lucas 24,1-4: “[…] não encontraram o corpo do Senhor Jesus, e ficaram sem saber o que estava acontecendo. Nisso, dois homens, com roupas brilhantes, pararam perto delas.” João 20,11-12: “Maria tinha ficado fora, cho- rando junto ao túmulo. […] inclinou-se e olhou para dentro do túmulo. Viu então dois anjos vestidos de branco, sentados onde o corpo de Jesus tinha sido colocado, […].”
  52. 52. Tobias 12,15-22: “'Eu sou Rafael, um dos sete anjos que estão sempre prontos para entrar na presença do Senhor glorioso'. […].” Daniel 9,20-21: “[…] eu ainda estava fazen- do a minha súplica, quando Gabriel, o ho- mem que eu tinha visto no começo da visão, veio voando rápido para perto de mim. […].” Lucas 1,18-19: “Então Zacarias perguntou ao anjo: 'Como vou saber se isso é verdade? Sou velho, e minha mulher é de idade avan- çada.' O anjo respondeu: 'Eu sou Gabriel. Estou sempre na presença de Deus, e ele me mandou dar esta boa notícia para você.'”
  53. 53. Mateus 18,10: “Cuidado para não desprezar nenhum desses pequeninos, pois eu digo a vocês: os anjos deles no céu estão sempre na presença do meu Pai que está no céu.” Lucas 20,34-36: “Jesus lhes respondeu: 'Os filhos deste mundo casam-se e dão-se em casamento; mas os que forem julgados dig- nos de ter parte no outro mundo e na ressur- reição dos mortos, não tomam nem mulher nem marido; como também não podem mor- rer: são semelhantes aos anjos e são filhos de Deus, sendo filhos da ressurreição.” (ver também Mateus 22,29-30; Marcos 12,24-25)
  54. 54. Motivos pelos quais um Espírito envolve um encarnado nas teias da obsessão
  55. 55. Em O Livro dos Médiuns, Kardec relaciona os seguinte motivos que acabam por desen- cadear uma obsessão: •vingança que um Espírito leva a efeito pro- curando fazer justiça pelas próprias mãos.  desejo de fazer o mal, pois, como sofre, o obsessor procura estender a terceiros o seu padecimento, sentindo um certo prazer em humilhar o obsidiado.
  56. 56.  sentimento de inveja de vez que o malfei- tor não consegue ficar indiferente à pros- peridade de um dado encarnado, então pas- sa a hostilizar a vítima, valendo-se de um momento de fraqueza desta última.  invigilância do encarnado, que por seus atos, por suas palavras, sobretudo por seus pensamentos frívolos, como que atrai enti- dades sofredoras para gozar satisfações sensoriais menos dignas tal como vinham fazendo quando na carne. O sensual procu- ra o sensual, depois da morte. O alcoólatra não perde o seu vício. O bandido permane- ce bandido.
  57. 57.  obsessão decorrente da eclosão das facul- dades mediúnicas e o médium, por razões pessoais, se nega a aceitar o fato que se impõe. Não educando o seu mediunismo, não sabendo como controlá-lo, como canali- zá-lo para o bem comum, acaba, o médium inexperiente, nas malhas das influências ne- gativas de entidades malfazejas.
  58. 58.  obsessão decorrente do mau emprego das faculdades supranormais da parte daqueles médiuns que, por falta de orientação dou- trinária, fazem de seus recursos medianei- ros simples fonte de renda, um meio de vida, ou um modo qualquer de auferir ou- tros proveitos pessoais na comunidade, com isso abrindo as portas de seu psiquismo à penetração de entidades trevosas e infeli- zes. (CELSO MARTINS, Obsessão e seu tratamento espírita)
  59. 59. Causas que abrem “as portas” para a obsessão
  60. 60. • “A obsessão só se instala na mente do pa- ciente quando o obsessor encontra fraque- zas morais que possam ser exploradas. São pontos fracos que, naturalmente, todos nós temos, pela imperfeição que nos caracte- riza. Deste modo, conclui-se que todos es- tamos sujeitos à obsessão.” • “Basicamente, a obsessão tem quatro cau- sas: - as morais; - as relativas ao passado; - as contaminações; e - as anímicas.” ==>
  61. 61. a) As causas morais •As obsessões de causas morais são aque-las provocadas pela má conduta do indiví-duo na vida cotidiana. Ao andarmos de mal com a vida e com as pessoas, estaremos sintonizando nossos pensamentos com os Espíritos inferiores e atraindo-os para perto de nós. Desse intercâmbio de influências poderá nascer uma obsessão. ==>
  62. 62. a) As causas morais •Vícios mundanos, como o cigarro, a bebida em excesso, o cultivo do orgulho, do ego- ísmo, da maledicência, da violência, da avareza, da sensualidade doentia e da lu- xúria poderão ligar-nos a entidades espiri- tuais infelizes que, mesmo desencarnadas, não se desapegaram dos prazeres mate- riais. Esses Espíritos ligam-se aos “vivos” para satisfazerem seus desejos primitivos, tratando as pessoas como se fossem a extensão de seus interesses no plano ma- terial. ==>
  63. 63. b) As causas relativas ao passado •As obsessões relativas ao passado são aque las provenientes do processo de evolução a que todos os Espíritos estão sujeitos. Nas suas experiências reencarnatórias, por ig- norância ou livre-arbítrio, uma entidade po- de cometer faltas graves em prejuízo do próximo. Se a desavença entre eles gerar ódio, o desentendimento poderá perdurar por encarnações a fio, despontando nos de- safetos, brigas, desejos de vingança e per- seguição. Casos assim podem dar origem a processos obsessivos tenazes. ==>
  64. 64. b) As causas relativas ao passado Desencarnados, malfeitor e vítima continu- am a alimentar os sentimentos de rancor de um para com o outro. Se um encarna, o ou- tro pode persegui-lo, atormentando-o e vi- ce-versa.
  65. 65. c) As contaminações •As contaminações obsessivas geralmente acontecem quando uma pessoa frequenta ou simplesmente passa por ambientes onde predomina a influência de Espíritos inferio- res. Seitas estranhas, onde o ritualismo e o misticismo se fazem presentes; terreiros primitivos, onde se pratica a baixa magia; benzedeiras e mesmo centros espíritas mal orientados são focos onde podem aparecer contaminações obsessivas. Espíritos atrasa- dos, ligados ao lugar onde a pessoa fre- quentou ou visitou, envolvem-se na sua vi- da mental, prejudicando-a. ==>
  66. 66. c) As contaminações Ocorrem também situações em que as irra- diações magnéticas vindas desses ambien- tes, causam-lhe transtornos fluídicos. A gra vidade dos casos estará na razão direta da sintonia que os Espíritos inferiores estabele cerem com os pacientes.
  67. 67. d) Causa anímica ou auto-obsessão •As obsessões anímicas são causadas por uma influência mórbida residente na mente do próprio paciente. Por causa de vícios de comportamento, ele cultiva de forma doen- tia pensamentos que causam desequilíbrio em sua área emocional. •Muitas tendências auto-obsessivas são pro- venientes de experiências infelizes ligadas às vidas passadas do enfermo. Angústia, depressão, mania de perseguição ou carên- cias inexplicadas podem fazer parte de pro- cessos auto-obsessivos. ==>
  68. 68. d) Causa anímica ou auto-obsessão O auto-obsediado costuma fechar-se em seus pensamentos negativos e não encontra forças para sair dessa situação constrange- dora. Esse posicionamento mental atrai Es- píritos doentios que, sintonizados na mesma faixa psíquica, agravam sua doença espiri- tual. (GEBM, A obsessão)
  69. 69. Haverá alguma fórmula infalível que possamos usar para não sofrer obsessão de Espíritos maus?
  70. 70. Sim, e é fácil:
  71. 71. Sim, e é fácil: APROXIME-SE DOS BONS.
  72. 72. Sim, e é fácil: APROXIME-SE DOS BONS.
  73. 73. “O melhor meio de expulsar os maus Espíritos consiste em atrair os bons.” (O Livro dos Médiuns) Sim, e é fácil: APROXIME-SE DOS BONS.
  74. 74. “[...] Se não sabemos ou não queremos ori- entar nossas aspirações, nossas vibrações fluídicas, na direção dos seres superiores, e captar sua assistência, ficamos à mercê das influências más que nos rodeiam, as quais, em muitos casos, têm conduzido o […] im- prudente às mais cruéis decepções.” (LÉON DENIS, No Invisível)
  75. 75. “Os Espíritos maus somente procuram os lu- gares onde encontrem possibilidades de dar expansão à sua perversidade. Para os afas- tar, não basta pedir-lhes, nem mesmo orde- nar-lhes que se vão; é preciso que o homem elimine de si o que os atrai. Os Espíritos maus farejam as chagas da alma, como as moscas farejam as chagas do corpo. Assim como limpais o corpo, para evitar a contami- nação pelos vermes, também deveis limpar a alma de suas impurezas, para evitar os Espí- ritos maus. […].” (KARDEC, ESE, cap. XXVIII, item 16).
  76. 76. Situações obsessivas a) encarnado para encarnado “Na obsessão telepática ficam configuradas as ocorrências mais comuns de influência negativa entre encarnados”. Exemplo: uma pessoa que domina a outra, quer pela situação de força, quer por conhecimento, etc. b) encarnado para desencarnado Normalmente ocorre quando perdemos algum parente com o qual tivemos elevada estima. Fi- camos a todo o momento “lembrando” dele, sem deixar com que ele, no mundo espiritual, possa continuar sua vida como Espírito desen- carnado.
  77. 77. c) desencarnado para encarnado São os casos mais comuns, onde um Espírito, por motivo de vingança ou por um outro moti- vo, persegue de maneira insistente o encarna- do, procurando prejudicá-lo de alguma forma. d) desencarnado para desencarnado O fato de passarmos para o plano espiritual não nos coloca em situação diferente da que tínhamos quando vivos, assim, por exemplo, duas pessoas que mantiveram relações de ódio continuam, no outro plano, alimentando esse sentimento em verdadeira guerra com o seu inimigo.
  78. 78. e) auto-obsessão “O encarnado pode, assim, ser perseguido por si mesmo, devido às suas próprias criações mentais”. Exemplo: ciúme exagerado, mania de doença, mania de estar sendo perseguido, remorso por algo que tenha feito no passado. f) Obsessão recíproca São situações de perseguição em que dois Espíritos nutrem ódio um pelo outro ou são escravos das mesmas paixões. Alguns casos podem ser classificados como verdadeira sim- biose, onde um se alimenta dos desequilíbrios do outro. Pode acontecer entre encarnados e desencarnados.
  79. 79. Tratamento da obsessão Kardec: “[...] não há nenhum procedimento ma-terial, sobretudo nenhuma fórmula, nenhuma palavra sacramental que tenha o poder de afas-tar os Espíritos obsessores.” “As imperfeições morais do obsidiado, frequen- temente, são um obstáculo à sua libertação.” “Tendo em vista que todos os dramas obscuros da obsessão decorrem da mente enferma, é preciso que o obsediado renda-se ao bem, com isso, conseguirá a modificação do tônus mental do adversário, que se verá arrastado à própria renovação pelos seus exemplos de compreensão e renúncia, humildade e fé.”
  80. 80. André Luiz: “toda obsessão tem alicerces na reciprocidade.” “A obsessão, como todas as enfermidades, po- de ser curada através de tratamentos especia- lizados. Para se tratar essa enfermidade espi- ritual, são necessários alguns procedimentos terapêuticos”:
  81. 81. Tratamento da obsessão 1 – Quanto ao encarnado a) Conscientização Deve-se conscientizar o paciente da situação de enfermo em que se encontra, para que, com sua força de vontade, possa ajudar-se na cura. Nenhum tratamento surtirá efeito se não contar com a vontade de quem precisa dele.
  82. 82. b) Reeducação É preciso orientar o assistido sobre a neces- sidade de melhoria de sua conduta na vida diária. Que se esforce para evitar os vícios mais grosseiros e que procure controlar suas más tendências. Sem essa mudança de pos- tura e de visão, dificilmente ficará livre das más influências, que predispõem aos proces- sos obsessivos. Importante lembrar que os bons exemplos vindos de quem ministra a instrução é uma das grandes armas na luta contra a obsessão. “… a renovação moral dos pacientes é condi- ção fundamental para a melhoria efetiva des- sa patologia da alma”.
  83. 83. c) Evangelização Enfatizar sempre ao enfermo a necessidade de observar os ensinos morais do Evangelho de Jesus, roteiro seguro para libertação dos males do Espírito. Orientar a necessidade da frequência regular à casa espírita, até que sua enfermidade seja curada ou esteja sob controle. Estimular o hábito da prece, o mais poderoso auxílio no tratamento de obseda- dos.
  84. 84. d) Fluidoterapia Submeter o paciente portador da obsessão a um tratamento fluídico-energético, através do passe espírita. São momentos em que as energias perdidas pela ação da enfermidade espiritual, poderão ser repostas e o obsedia- do, ficando livre dos fluidos malsãos de que estava impregnado, poderá pensar e tomar decisões com maior liberdade. e) Água fluidificada De grande importância no reequilíbrio do ser, considerando que nela são introduzidos flui- dos benéficos que prestarão sua contribui- ção.
  85. 85. f) Reequilíbrio familiar Sempre que possível, a equipe responsável pelo tratamento do enfermo deverá orientar moralmente sua família que, em muitos ca- sos, está envolvida direta ou indiretamente na problemática obsessiva. Além disso, o apoio e a compreensão dos familiares no processo de cura desta grave enfermidade espiritual é fundamental.
  86. 86. g) Tratamento médico Nos casos em que o processo obsessivo apre sentar-se com grave comprometimento psí- quico, o paciente deverá receber assistência de um profissional habilitado, que lhe despen derá os cuidados necessários. É importante enfatizar que não podemos in- terferir nas prescrições médicas, tampouco suspender medicamentos por conta própria.
  87. 87. 2 – Quanto ao desencarnado a) Intercâmbio espiritual Orientar moralmente o Espírito obsessor nas reuniões mediúnicas, evocando-o em médi- uns preparados para esta tarefa, aconselhan- do-o a seguir outro caminho que não o da vingança, da mentira ou dos prazeres inferio- res. Este trabalho de esclarecimento deve ser feito por pessoas com experiência e co- nhecimento da ciência espírita, a fim de atin- gir os resultados esperados.
  88. 88. b) Ascendência moral Para se conseguir bons resultados nas tare- fas de desobsessão, é preciso que a equipe de atendimento tenha ascendência moral so- bre o Espírito obsessor e isso só é possível cultivando uma vida moral sadia. O falar sem exemplificação transforma-se em letra mor- ta. Jesus expulsava os maus Espíritos apenas com o uso de sua autoridade moral. Disse que poderíamos fazer o mesmo.
  89. 89. Reuniões Mediúnicas Objetivo: esclarecer e orientar os Espíritos
  90. 90. Reuniões Mediúnicas Objetivo: esclarecer e orientar os Espíritos Médiuns
  91. 91. Reuniões Mediúnicas Objetivo: esclarecer e orientar os Espíritos Espíritos a serem ajudados
  92. 92. Reuniões Mediúnicas Objetivo: esclarecer e orientar os Espíritos Equipe Espiritual
  93. 93. Reuniões Mediúnicas Objetivo: esclarecer e orientar os Espíritos
  94. 94. Reuniões Mediúnicas Objetivo: esclarecer e orientar os Espíritos Médium psicofonia Esclarecedor Espírito em sintonia
  95. 95. Reuniões Mediúnicas Objetivo: esclarecer e orientar os Espíritos Tela
  96. 96. Referência bibliográfica: A Gênese, Allan Kardec, IDE, 4ª ed., 1993. A Obsessão, GEBM – Grupo Espírita Bezerra de Menezes, in site Portal do Espírito: http://www.espirito.org.br/portal/doutrina/espiritismo-para-iniciantes- 8.html Cartas de uma morta. Francisco Cândido Xavier. São Paulo: Lake, 1981. Catecismo Espírita, Léon Denis, FEB, 4ª ed. s/d, arquivo PDF. Enciclopédia de Bíblia, teologia e filosofia. Vol. 5. CHAMPLIN, R. N. e BENTES, J. São Paulo: Candeia, 1995e. Desenvolvimento Mediúnico. Roque Jacinto, Lua no Lar, 1989. Diretrizes de Segurança. Divaldo P. Franco e J. Raul Teixeira, Editora Frater, 1990. No Invisível, Léon Denis, FEB, 12ª ed. 1987. Nos bastidores da obsessão, Divaldo P. Franco, FEB, 4ª ed. 1987. Obras Póstumas, Allan Kardec, FEB, 39ª ed. 2006. Obsessão e seu tratamento espírita, Celso Martins, Edicel, 4ª ed., 1987. O Céu e o Inferno, Allan Kardec, FEB, 60ª ed., 2007. O Livro dos Espíritos, Allan Kardec, FEB, 90ª ed., 2007. O Livro dos Médiuns, Allan Kardec, IDE, 27ª ed., 1993. O Livro dos Méidiuns, Allan Kardec, LAKE, 2006. Revista Espírita 1858. Allan Kardec, IDE, 2001. Revista Espírita 1859. Allan Kardec, IDE, 1993.
  97. 97. Imagens: •Capa: http://i1.ytimg.com/vi/oyuDnGvjLu8/maxresdefault.jpg •Controlados: http://muqui.files.wordpress.com/2009/02/livre-arbitrio.jpg •Esferas Espirituais: http://slideplayer.com.br/slide/339993/ •Não sou médium (adaptada); http://cs622318.vk.me/v622318374/1f19f/FDzJd8vEZNM.jpg •Nuvem testemunhas: http://1.bp.blogspot.com/_87F3Ot6Hxjs/TI_qU0aQUwI/AAAAAAAABO8/cciRf21k 3eE/s1600/Obsessores.jpg •Ano bom e anjo mau: http://ice0fern.files.wordpress.com/2012/10/kut5_6d4_u4jge.jpg?w=640 •Emissores/receptores: http://3.bp.blogspot.com/_pzk9qAJMHdU/SwHiHXoqnDI/AAAAAAAAAFg/0mu0bb S_BD0/s400/sintonia.jpg, •Sintonia: http://3.bp.blogspot.com/- kARSDGS19MA/UEy40_eEtkI/AAAAAAAAAI4/OgPmZJfkm94/s1600/Sintonia+do +pensamento.PNG •Anjo da guarda: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/1e/Bernhard_Plockhorst_- _Schutzengel.jpg
  98. 98. •Padre Pio e anjo da guarda: http://blog.cancaonova.com/amigosdoceu/2013/09/23/hoje-e-dia-de-padre-pio/ •Anjo da Guarda e acidente: http://photos-b.ak.fbcdn.net/hphotos-ak- xap1/v/t1.0-0/s240x240/1922439_682826555117049_1097623980_n.jpg? oh=d2633a51c204168fa71d4431fd817df4&oe=545EF8D6&__gda__=141600732 7_d4ebb67dd9573f7b65c585dd94abe355  Obsessão: http://4.bp.blogspot.com/_rzoESswzLGY/TT68Arh0d_I/AAAAAAAAATA/u5xYqeo0 zOQ/s1600/obsessao_e.jpg  Imperfeições morais: http://www.seratlanta.com/obsessao.html  Obsessão e alcoolismo: www.luzdoespiritismo.com •Reunião Mediúnica: http://almaeespirito.zip.net/images/COOPERADORESESPIRITUAIS.JPG
  99. 99. Site: www.paulosnetos.net e-mail: paulosnetos@gmail.com Versão 18

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