LLivroivro TTerceiroerceiro
Das Leis Morais
Capítulo IV
Da Lei de Reprodução
““E Deus os abençoou e lhes disse: SedeE Deus os abençoou e lhes disse: Sede
fecundos, multiplicai-vos, enchei a terrafecu...
Definição
“Reprodução - dá-se este nome à série de
processos pelos quais os seres vivos transmi-
tem a vida a novos indivíduos e ass...
Na reprodução assexuada é uma célula ou
um aglomerado celular que se destaca do
indivíduo produtor, tornando-se independen...
Na reprodução sexuada a célula (esperma
tozoide) se destaca de um ser vivo e junta-
se a uma outra célula (óvulo). Os óvul...
a) População do globo
Tendo em vista que a população do globo é
sempre crescente, poder-se-ia pensar que,
num certo momento no futuro, ela torna...
O economista britânico Thomas Robert Mal-
thus (1766-1834), considerado o pai da de-
mografia, desenvolveu sua teoria para...
Malthus observou que o crescimento popula-
cional, entre 1650 e 1850, dobrou decorren-
te do aumento da produção de alimen...
Preocupado com o crescimento populacional
acelerado, Malthus publica em 1798 uma sé-
rie de ideias alertando a importância...
A solução defendida por Malthus foi:
a) a sujeição moral de retardar o casa-
mento;
b) a prática da castidade antes do cas...
b) Sucessão e aperfeiçoamento
das raças
Quando da Codificação Espírita, a Ciência con
siderava que a humanidade se constituía de
quatro raças: amarela (Ásia), neg...
“Certamente, não está no
meu pensamento, nem nos
meus princípios, desprezar
ninguém, e menos ainda
de rebaixar o nasciment...
Os Espíritos Superiores, envolvidos no pro-
cesso da Codificação Espírita, também consi-
deravam que as raças “pertencem t...
Raça: 1. O conjunto dos ascendentes e
descendentes duma família, tribo ou povo,
com origens comuns; 2. O conjunto de
indiv...
Raça: 1. O conjunto dos ascendentes e
descendentes duma família, tribo ou povo,
com origens comuns; 2. O conjunto de
indiv...
O aperfeiçoamento dos corpos, como conse-
quência natural do progresso evolutivo, tanto
físico quanto moral, a que os home...
E pela miscigenação dos povos (etnias, ou
qualquer nome que se queira dar), acabará,
provavelmente, produzindo, ao longo d...
c) Obstáculos à reprodução
Obstáculos à reprodução
- os naturais
- os provocados pela ação do homem
Sabemos que inúmeros homens e mulheres
têm, na infertilidade, um impedimento natu-
ral quanto à reprodução; sem generaliza...
Mas será justo que um casal
coloque obstáculo à
reprodução ou será que o
“crescei e multiplicai-vos”
deve ser aplicado ao ...
“Deus concedeu ao homem, sobre todos os
seres vivos, um poder de que ele deve usar
para o bem, mas não abusar. Pode, pois,...
Pessoalmente, acreditamos que os elevados
compromissos, que nós pais temos perante os
filhos, não nos permitem, hoje em di...
Pessoalmente, acreditamos que os elevados
compromissos, que nós pais temos perante os
filhos, não nos permitem, hoje em di...
O que jamais se deve fazer é…
“[…] obstar à reprodução, para satisfação da
sensualidade […], isso prova a predominân-
cia ...
d) Casamento
“A palavra casamento vem do latim medieval
(casamentu) e significa ato solene – festejos
formalizados por leis e costumes ...
“A união livre dos sexos pertence ao estado
de natureza. O casamento constitui um dos
primeiros atos de progresso nas soci...
“Mas, na união dos sexos, a par da lei divina
material, comum a todos os seres vivos, há
outra lei divina imutável como to...
“[…] Casamento é compromisso e compro-
misso gera, evidentemente, responsabilida-
de.
Pelo reencontro de almas, que se end...
“No capítulo das afeições terrenas, o casar ou
não casar está fora da vontade dos seres hu-
manos?
O matrimônio na Terra é...
As principais funções do casamento são:As principais funções do casamento são:
Formação do lar:
Através do casamento haver...
As principais funções do casamento são:As principais funções do casamento são:
Permuta afetiva:
A instituição do casamento...
As principais funções do casamento são:As principais funções do casamento são:
Aprimoramento sexual:
O casamento é um dos ...
“Martins Peralva [Estudando a Mediunidade] apre-
senta uma divisão didática dos diferentes tipos de
casamento em 5 tipos d...
“Martins Peralva [Estudando a Mediunidade] apre-
senta uma divisão didática dos diferentes tipos de
casamento em 5 tipos d...
“Martins Peralva [Estudando a Mediunidade] apre-
senta uma divisão didática dos diferentes tipos de
casamento em 5 tipos d...
Provacionais: São uniões entre almas mutuamen-
te comprometidas, que estão juntas para pacifica-
rem as consciências ante ...
Provacionais: São uniões entre almas mutuamen-
te comprometidas, que estão juntas para pacifica-
rem as consciências ante ...
Provacionais: São uniões entre almas mutuamen-
te comprometidas, que estão juntas para pacifica-
rem as consciências ante ...
e) Divórcio
“[…] Nas condições ordinárias do casamento,
a lei de amor é tida em consideração? De mo
do nenhum. Não se leva em conta a ...
“Nem a lei civil, porém, nem os compromis-
sos que ela faz se contraiam podem suprir a
lei de amor, se esta não preside à ...
“Se a união das pessoas pelos laços do casa-
mento é precedida por interesses materiais,
pelo furor das paixões ou pelo jo...
“A satisfação pura e simples dos instintos, no
matrimônio, leva os cônjuges […] a uma sa-
turação recíproca e a um isolaci...
“O divórcio é lei humana que tem por objeto
separar legalmente o que já, de fato, está
separado. Não é contrário à lei de ...
“Partindo do princípio de que não existem
uniões conjugais ao acaso, o divórcio, a
rigor, não deve ser facilitado entre as...
“Quanto ao divórcio, somos de parecer que não
deva ser facilitado ou estimulado entre os ho-
mens, porque não existem na T...
f) Celibato
“[…] O casamento, isto é, a união permanen-
te de dois seres […] é um progresso na mar-
ca da Humanidade.” (KARDEC, LE, q....
O celibato voluntário representa um estado
de perfeição meritório aos olhos de Deus?
“Não, e os que assim vivem, por egoís...
“[…] Mas, se o celibato, em si mesmo, não é
um estado meritório, outro tanto não se dá
quando constitui, pela renúncia às ...
g) Programação familiar
“É preciso se reconheça que o lar não é um
estabelecimento destinado a reproduzir seres
humanos em série, mas sim um santu...
“01 - Como deve ser o planejamento da fa-
mília? R.: – Planejamento familiar é o núme-
ro de filhos de cada um dos grupos ...
“O homem pode e deve programar a família
que deseja e lhe convém ter: número de
filhos, período propício para a maternidad...
“Os filhos, porém, não são realizações fortui-
tas, decorrentes de circunstâncias secundá-
rias, na vida. Procedem de comp...
h) Poligamia e Monogamia
Poligamia: 1 união conjugal de uma pessoa
com várias outras; 2 soc costume socialmen-
te aceito em certas sociedades que p...
“Qual das duas, a poligamia ou a monoga-
mia, é mais conforme à lei da Natureza?
A poligamia é lei humana cuja abolição ma...
“Se a poligamia fosse conforme à lei da Na-
tureza, deveria tornar-se universal, o que
seria materialmente impossível, con...
“Apesar de, nos dias atuais, existirem povos
que ainda adotam a poligamia, como as popu
lações muçulmanas do Norte da Áfri...
i) O aborto
“Reconhece-se duas formas de aborto: o
aborto espontâneo e o provocado. O aborto
espontâneo é aquele que se verifica contr...
“Em Missionários da Luz, o diretor Apuleio
denomina-o de aborto inconsciente, onde a
destruição do feto não se efetivará a...
“[…] Uma mãe, ou qualquer outra pessoa,
cometerá crime sempre que tirar a vida de
uma criança antes do nascimento, pois es...
“Admitimos seja suficiente uma breve medi-
tação em torno do aborto delituoso, para re-
conhecermos nele um dos grandes fo...
Referências bibliográficas:
ALMEIDA, J. R. e MARQUES, S. F. Família: frente e verso. Porto Alegre:
Francisco Spinelli, 200...
http://gecasadocaminhosv.blogspot.com.br
http://www.espiritismo.net/familia/planejamento/textos/planejamento_familiar.html...
Mulher grávida:
http://image.shutterstock.com/display_pic_with_logo/625411/104630531/sto
ck-vector-pregnant-naked-woman-si...
Site:
www.paulosnetos.net
E-mail:
paulosnetos@gmail.com
Versão 5
Da Lei de Reprodução
Da Lei de Reprodução
Da Lei de Reprodução
Da Lei de Reprodução
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Da Lei de Reprodução

1.966 visualizações

Publicada em

Das leis morais, constante de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec
Versão 5.

  • Seja o primeiro a comentar

Da Lei de Reprodução

  1. 1. LLivroivro TTerceiroerceiro Das Leis Morais Capítulo IV Da Lei de Reprodução
  2. 2. ““E Deus os abençoou e lhes disse: SedeE Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terrafecundos, multiplicai-vos, enchei a terra […].”[…].” (Gênesis 1,28)
  3. 3. Definição
  4. 4. “Reprodução - dá-se este nome à série de processos pelos quais os seres vivos transmi- tem a vida a novos indivíduos e asseguram a continuação das espécies. A reprodução dos seres vivos se faz através de outro preexis- tente. Pode ser assexuada ou agâmica e se- xuada ou singâmica. ==>
  5. 5. Na reprodução assexuada é uma célula ou um aglomerado celular que se destaca do indivíduo produtor, tornando-se independen- te, para dar início a um novo ser semelhante ao primeiro. ==>
  6. 6. Na reprodução sexuada a célula (esperma tozoide) se destaca de um ser vivo e junta- se a uma outra célula (óvulo). Os óvulos for- mam-se no organismo feminino e os esper- matozoides no organismo masculino. Quando os dois órgãos existem no mesmo indivíduo diz-se que ele é hermafrodita; estando em indivíduos separados a espécie é unissexua- da, como se dá com a espécie humana e os animais superiores.” (Enciclopédia Didática de Infor- mação e Pesquisa Educacional, citada por Sérgio Biagi Gre- gório)
  7. 7. a) População do globo
  8. 8. Tendo em vista que a população do globo é sempre crescente, poder-se-ia pensar que, num certo momento no futuro, ela tornar-se- ia excessiva na Terra; porém, como “Deus a isso provê e mantém sempre o equilíbrio” (LE, q. 687) tal situação não se realizará. Ademais é bom não nos esquecermos de que absolutamente nada escapa ao controle do Criador, uma vez que “todos os cabelos de vossas cabeças estão contados” (Mt 10,30).
  9. 9. O economista britânico Thomas Robert Mal- thus (1766-1834), considerado o pai da de- mografia, desenvolveu sua teoria para o con- trole do aumento populacional, conhecida co- mo malthusianismo. Demografia: ciência que investiga as populações hu- manas (em aspectos como natalidade, produção econô- mica, migração, distribuição étnica etc.) sob uma pers- pectiva quantitativa. (HOUAISS)
  10. 10. Malthus observou que o crescimento popula- cional, entre 1650 e 1850, dobrou decorren- te do aumento da produção de alimentos, das melhorias das condições de vida nas ci- dades, do aperfeiçoamento do combate as doenças, das melhorias no saneamento bási- co, e os benefícios obtidos com a Revolução Industrial, fizeram com que a taxa de morta- lidade declinasse, ampliando assim o cresci- mento natural. Em razão disso concluiu que: alimentos ==> progressão aritmética; população ==> progressão geométrica.
  11. 11. Preocupado com o crescimento populacional acelerado, Malthus publica em 1798 uma sé- rie de ideias alertando a importância do con- trole da natalidade, afirmando que o bem es- tar populacional estaria intimamente relacio- nado com crescimento demográfico do plane- ta. Malthus alertava que o crescimento desor denado acarretaria na falta de recursos ali- mentícios para a população gerando, como consequência, a fome, que inevitavelmente seria uma realidade caso não houvesse um controle imediato da natalidade.
  12. 12. A solução defendida por Malthus foi: a) a sujeição moral de retardar o casa- mento; b) a prática da castidade antes do casa- mento, e c) ter somente o número de filhos que se pudesse sustentar.
  13. 13. b) Sucessão e aperfeiçoamento das raças
  14. 14. Quando da Codificação Espírita, a Ciência con siderava que a humanidade se constituía de quatro raças: amarela (Ásia), negra (África), branca (Europa) e vermelha (América). (KAR- DEC, A Gênese) Hoje, definiu-se que a raça humana é uma só; porém, constituída de etnias diferentes. Kardec, ao tratar do aperfeiçoamento das ra- ças, mesmo inserido no contexto científico de sua época, jamais advogou qualquer tipo de discriminação racial. Quando ele contava com apenas 24 anos de idade disse: ==>
  15. 15. “Certamente, não está no meu pensamento, nem nos meus princípios, desprezar ninguém, e menos ainda de rebaixar o nascimento de quem quer que seja, pois nenhuma classe tem o privilégio exclusivo de dar à sociedade homens esti- máveis; […].” (INCONTRI e GRZYBOWSK, Kardec Educador – Textos pedagógicos, p. 66)(300 páginas)
  16. 16. Os Espíritos Superiores, envolvidos no pro- cesso da Codificação Espírita, também consi- deravam que as raças “pertencem todas à grande família humana, qualquer que tenha sido o tronco primitivo de cada uma […].” (KARDEC, LE, q. 690)
  17. 17. Raça: 1. O conjunto dos ascendentes e descendentes duma família, tribo ou povo, com origens comuns; 2. O conjunto de indivíduos cujas características corporais são semelhantes e transmitidas por hereditarie- dade, embora possam variar dum indivíduo para outro; […]. (AURÉLIO) Etnia: Antrop. População ou grupo social que apresenta homogeneidade cultural, comparti-lhando história e origem comuns. (AURÉLIO)
  18. 18. Raça: 1. O conjunto dos ascendentes e descendentes duma família, tribo ou povo, com origens comuns; 2. O conjunto de indivíduos cujas características corporais são semelhantes e transmitidas por hereditarie- dade, embora possam variar dum indivíduo para outro; […]. (AURÉLIO) Etnia: Antrop. População ou grupo social que apresenta homogeneidade cultural, comparti-lhando história e origem comuns. (AURÉLIO)
  19. 19. O aperfeiçoamento dos corpos, como conse- quência natural do progresso evolutivo, tanto físico quanto moral, a que os homens estão sujeitos, é algo inevitável.
  20. 20. E pela miscigenação dos povos (etnias, ou qualquer nome que se queira dar), acabará, provavelmente, produzindo, ao longo dos tempos, um novo biótipo compatível com o seu estágio evolutivo.
  21. 21. c) Obstáculos à reprodução
  22. 22. Obstáculos à reprodução - os naturais - os provocados pela ação do homem
  23. 23. Sabemos que inúmeros homens e mulheres têm, na infertilidade, um impedimento natu- ral quanto à reprodução; sem generalizar, muitos deles são Espíritos que se comprome- teram sobremaneira perante a justiça divina.
  24. 24. Mas será justo que um casal coloque obstáculo à reprodução ou será que o “crescei e multiplicai-vos” deve ser aplicado ao pé da letra?
  25. 25. “Deus concedeu ao homem, sobre todos os seres vivos, um poder de que ele deve usar para o bem, mas não abusar. Pode, pois, re- gular a reprodução de acordo com as neces- sidades, mas não deve entravá-la desneces- sariamente.” (LE, 693-a)
  26. 26. Pessoalmente, acreditamos que os elevados compromissos, que nós pais temos perante os filhos, não nos permitem, hoje em dia, ter mui tos filhos. Antigamente era comum encontrar- se casal com 10, 12, 15 e até mais filhos.
  27. 27. Pessoalmente, acreditamos que os elevados compromissos, que nós pais temos perante os filhos, não nos permitem, hoje em dia, ter mui tos filhos. Antigamente era comum encontrar- se casal com 10, 12, 15 e até mais filhos. Será que teríamos condições de dar vida dig- na a uma prole desse tamanho? É em razão disso que, na atualidade, muitos casais elabo- ram uma programação familiar estabelecendo quantos filhos irão ter.
  28. 28. O que jamais se deve fazer é… “[…] obstar à reprodução, para satisfação da sensualidade […], isso prova a predominân- cia do corpo sobre a alma e quanto o homem é material.” (KARDEC, LE, q. 694 - miscelânea)
  29. 29. d) Casamento
  30. 30. “A palavra casamento vem do latim medieval (casamentu) e significa ato solene – festejos formalizados por leis e costumes – de união entre duas pessoas de sexos diferentes atra- vés da legitimação religiosa e/ou civil.” (JERRI ALMEIDA e SILVANO MARQUES, Família: frente e verso)
  31. 31. “A união livre dos sexos pertence ao estado de natureza. O casamento constitui um dos primeiros atos de progresso nas sociedades humanas, porque estabelece a solidariedade fraterna e se encontra entre todos os povos, embora em condições diversas. A abolição do casamento seria, pois, regredir à infância da Humanidade e colocaria o homem abaixo mesmo de certos animais que lhe dão o exemplo de uniões constantes.” (KARDEC, LE, q. 696)
  32. 32. “Mas, na união dos sexos, a par da lei divina material, comum a todos os seres vivos, há outra lei divina imutável como todas as leis de Deus, exclusivamente moral: a lei de amor. Quis Deus que os seres se unissem não só pelos laços da carne, mas também pelos da alma, a fim de que a afeição mútua dos esposos se lhes transmitisse aos filhos e que fossem dois, e não um somente, a amá- los, a cuidar deles e a fazê-los progredir. […].” (KARDEC, ESE, cap. XXII)
  33. 33. “[…] Casamento é compromisso e compro- misso gera, evidentemente, responsabilida- de. Pelo reencontro de almas, que se endivida- ram entre si, casamento é, sobretudo, en- sejo de reabilitação e progresso. […].” (MAR- TINS PERALVA, O pensamento de Emmanuel)
  34. 34. “No capítulo das afeições terrenas, o casar ou não casar está fora da vontade dos seres hu- manos? O matrimônio na Terra é sempre uma resultan te de determinadas resoluções tomadas na vi- da do Infinito, antes da reencarnação dos Espí ritos, seja por orientação dos mentores mais elevados […], ou em consequência de compro- missos livremente assumidos pelas almas, an- tes de suas novas experiências no mundo; ra- zão pela qual os consórcios humanos estão pre vistos na existência dos indivíduos, no quadro escuro das provas expiatórias ou no acervo de valores das missões que regeneram e santifi- cam.” (EMMANUEL, O Consolador, q. 179)
  35. 35. As principais funções do casamento são:As principais funções do casamento são: Formação do lar: Através do casamento haverá a formação do grupo familiar, permitindo que novos Espíri- tos mergulhem nos fluidos do planeta, para avançarem em sua fieira evolutiva. A poliga- mia permitiria a reprodução, mas sem estru- tura do lar, indispensável ao crescimento es- piritual da criatura. ==>
  36. 36. As principais funções do casamento são:As principais funções do casamento são: Permuta afetiva: A instituição do casamento vai tornar harmô- nica e sadia a relação entre os casais, permi-tindo a troca de valores energéticos, através da permuta de vibrações simpáticas. ==>
  37. 37. As principais funções do casamento são:As principais funções do casamento são: Aprimoramento sexual: O casamento é um dos elementos mais efe- tivos no burilamento do instinto sexual. Com o passar dos anos, haverá um natural arre-fecimento do interesse sexual entre os côn-juges, e eles estarão aprendendo a se ali-mentarem do afeto do parceiro através de métodos mais espiritualizados. Aprende, igualmente, o casal a conduzir a sua energia erótica para outras atividades, sublimando a sua função hedonista. (IDE, Curso Básico de Espiri-tismo)
  38. 38. “Martins Peralva [Estudando a Mediunidade] apre- senta uma divisão didática dos diferentes tipos de casamento em 5 tipos distintos:
  39. 39. “Martins Peralva [Estudando a Mediunidade] apre- senta uma divisão didática dos diferentes tipos de casamento em 5 tipos distintos: Afins: São aqueles formados por parceiros simpáticos, afins, onde há uma verdadeira afeição da alma. Geralmente, eles sobrevivem à morte do corpo e mantém-se em encarnações diversas. Pouco comuns na Terra.
  40. 40. “Martins Peralva [Estudando a Mediunidade] apre- senta uma divisão didática dos diferentes tipos de casamento em 5 tipos distintos: Afins: São aqueles formados por parceiros simpáticos, afins, onde há uma verdadeira afeição da alma. Geralmente, eles sobrevivem à morte do corpo e mantém-se em encarnações diversas. Pouco comuns na Terra. Transcendentais: São casamentos afins entre almas enobrecidas, que juntas, vão dedicar-se a obras de grande valor para a Humanidade.
  41. 41. Provacionais: São uniões entre almas mutuamen- te comprometidas, que estão juntas para pacifica- rem as consciências ante erros graves perpetrados no passado e simultaneamente desenvolverem os valores da paciência, da tolerância e da resignação. São os mais comuns. Sacrificiais: São aqueles que se caracterizam por uma grande diferença evolutiva entre os cônjuges. Um Espírito de mais alta envergadura que aceita o consórcio com outro menos adiantado para ajudá-lo em seu progresso espiritual. Acidentais: São os casamentos que não foram pro gramados no mundo espiritual. Obedecem apenas à afeição física, sem raízes na afetividade sincera. (Apostila-IDE, Juiz de Fora)
  42. 42. Provacionais: São uniões entre almas mutuamen- te comprometidas, que estão juntas para pacifica- rem as consciências ante erros graves perpetrados no passado e simultaneamente desenvolverem os valores da paciência, da tolerância e da resignação. São os mais comuns. Sacrificiais: São aqueles que se caracterizam por uma grande diferença evolutiva entre os cônjuges. Um Espírito de mais alta envergadura que aceita o consórcio com outro menos adiantado para ajudá-lo em seu progresso espiritual. Acidentais: São os casamentos que não foram pro gramados no mundo espiritual. Obedecem apenas à afeição física, sem raízes na afetividade sincera. (IDE, Curso Básico de Espiritismo)
  43. 43. Provacionais: São uniões entre almas mutuamen- te comprometidas, que estão juntas para pacifica- rem as consciências ante erros graves perpetrados no passado e simultaneamente desenvolverem os valores da paciência, da tolerância e da resignação. São os mais comuns. Sacrificiais: São aqueles que se caracterizam por uma grande diferença evolutiva entre os cônjuges. Um Espírito de mais alta envergadura que aceita o consórcio com outro menos adiantado para ajudá-lo em seu progresso espiritual. Acidentais: São os casamentos que não foram pro gramados no mundo espiritual. Obedecem apenas à afeição física, sem raízes na afetividade sincera. (IDE, Curso Básico de Espiritismo)
  44. 44. e) Divórcio
  45. 45. “[…] Nas condições ordinárias do casamento, a lei de amor é tida em consideração? De mo do nenhum. Não se leva em conta a afeição de dois seres que, por sentimentos recípro- cos, se atraem um para o outro, visto que, as mais das vezes, essa afeição é rompida. O de que se cogita, não é da satisfação do co- ração e sim da do orgulho, da vaidade, da cupidez, numa palavra: de todos os interes- ses materiais. […].” (KARDEC, ESE, cap. XXII)
  46. 46. “Nem a lei civil, porém, nem os compromis- sos que ela faz se contraiam podem suprir a lei de amor, se esta não preside à união, re- sultando, frequentemente, separarem-se por si mesmos os que à força se uniram. […] Daí as uniões infelizes […] que se evitariam se, ao estabelecerem-se as condições do matri- mônio, se não abstraísse da única que o san- ciona aos olhos de Deus: a lei de amor. […].” (KARDEC, ESE, cap. XXII)
  47. 47. “Se a união das pessoas pelos laços do casa- mento é precedida por interesses materiais, pelo furor das paixões ou pelo jogo das con- veniências, é uma realidade destinada ao fra-casso, visto que a lei de amor não foi cogita-da. Tais ligações, com o passar do tempo, após as ilusões dos primeiros momentos, permi- tirão que entre os consortes se estabeleçam antipatias mútuas que, com o desgaste natu- ral, cristalizar-se-ão em relações inamisto- sas.” (FRANCISCO DE MONTE ALVERNE. Florilégios Espiri- tuais)
  48. 48. “A satisfação pura e simples dos instintos, no matrimônio, leva os cônjuges […] a uma sa- turação recíproca e a um isolacionismo, que logo deterioram o relacionamento conjugal, fazendo que o matrimônio decline e degrade. Indispensável construir uma consciência res- ponsável por meio da educação moral, do- méstica e social das criaturas, para que o ma trimônio mereça pelo menos um pouco mais de respeito, antes de se assumir o compro- misso, que logo, por leviandade, se dissolve- rá.” (FRANCISCO DE MONTE ALVERNE, Florilégios Espiri- tuais)
  49. 49. “O divórcio é lei humana que tem por objeto separar legalmente o que já, de fato, está separado. Não é contrário à lei de Deus, pois que apenas reforma o que os homens hão feito e só é aplicável nos casos em que não se levou em conta a lei divina. […].” (KARDEC, ESE, Cap. XXII)
  50. 50. “Partindo do princípio de que não existem uniões conjugais ao acaso, o divórcio, a rigor, não deve ser facilitado entre as criaturas. É aí, nos laços matrimoniais definidos nas leis do mundo, que se operam burilamentos e reconciliações endereçadas a precisa subli- mação da alma.” (EMMANUEL, Vida e Sexo)
  51. 51. “Quanto ao divórcio, somos de parecer que não deva ser facilitado ou estimulado entre os ho- mens, porque não existem na Terra uniões con- jugais, legalizadas ou não, sem vínculos graves no princípio da responsabilidade assumida em comum. Mal saídos do regime poligâmico, os homens e as mulheres sofrem-lhe ainda as sugestões ani- malizantes e, por isso mesmo, nas primeiras di- ficuldades da tarefa a que foram chamados, cos tumam desertar-se dos postos de serviço em que a vida os situa, alegando imaginárias incom patibilidades e supostos embaraços, quase sem- pre atribuíveis ao desregrado narcisismo de que são portadores.” (ANDRÉ LUIZ, Evolução em dois mun- dos)
  52. 52. f) Celibato
  53. 53. “[…] O casamento, isto é, a união permanen- te de dois seres […] é um progresso na mar- ca da Humanidade.” (KARDEC, LE, q. 695) Portanto, levando-se em conta a Natureza, o que se espera é que o indivíduo se case e não que se conserve no celibato. Celibato: O estado de uma pessoa que se mantém solteira. (AURÉLIO)
  54. 54. O celibato voluntário representa um estado de perfeição meritório aos olhos de Deus? “Não, e os que assim vivem, por egoísmo, de sagradam a Deus e enganam o mundo.” (KAR- DEC, LE, q. 698)
  55. 55. “[…] Mas, se o celibato, em si mesmo, não é um estado meritório, outro tanto não se dá quando constitui, pela renúncia às alegrias da família, um sacrifício praticado em prol da Humanidade. Todo sacrifício pessoal, tendo em vista o bem e sem qualquer ideia egoísta, eleva o homem acima de sua condição mate- rial.” (KARDEC, LE, q. 699)
  56. 56. g) Programação familiar
  57. 57. “É preciso se reconheça que o lar não é um estabelecimento destinado a reproduzir seres humanos em série, mas sim um santuário- escola onde os pais devem pontificar como plasmadores de nobres caracteres, incutindo nos filhos, a par do amor a Deus, uma vivên- cia sadia, pautada nos princípios da Moral e da Justiça, de modo que se tornem elemen- tos úteis a si mesmos, à família e à socieda- de.” (RODOLFO CALLIGARIS, As Leis Morais)
  58. 58. “01 - Como deve ser o planejamento da fa- mília? R.: – Planejamento familiar é o núme- ro de filhos de cada um dos grupos familiares que constituem uma comunidade humana, controle feito através de métodos naturais (tabelinha, ovulação e temperatura), méto- dos artificias (preservativo, espermicidas, dia fragma, pílula anticoncepcional, bem como a laqueadura de trompa e a vasectomia). A fa- mília deve ser programada, a fim de que constitua e se multiplique com equilíbrio, vi- vência proveitosa e salutar experiência cole- tiva. […].” (GILMAR ALVES BARBOSA, Planejamento Fa- miliar)
  59. 59. “O homem pode e deve programar a família que deseja e lhe convém ter: número de filhos, período propício para a maternidade, nunca, porém, se eximirá aos imperiosos resgates a que faz jus, tendo em vista o seu próprio passado. Melhor usar o anticonceptivo do que abor- tar...” (JOANNA DE ÂNGELIS, S.O.S. Família)
  60. 60. “Os filhos, porém, não são realizações fortui- tas, decorrentes de circunstâncias secundá- rias, na vida. Procedem de compromissos aceitos antes da reencarnação pelos futuros progenitores, de modo a edificarem a família de que necessitam para a própria evolução. É-lhes lícito adiar a recepção de Espíritos que lhes são vinculados, impossibilitando mesmo que se reencarnem por seu intermédio.” (JOANNA DE ÂNGELIS, S.O.S. Família)
  61. 61. h) Poligamia e Monogamia
  62. 62. Poligamia: 1 união conjugal de uma pessoa com várias outras; 2 soc costume socialmen- te aceito em certas sociedades que permite esse tipo de união. (HOUAISS) Monogamia: 1 regime ou costume em que é imposto ao homem ou à mulher ter apenas um cônjuge, enquanto se mantiver vigente o seu casamento. (HOUAISS)
  63. 63. “Qual das duas, a poligamia ou a monoga- mia, é mais conforme à lei da Natureza? A poligamia é lei humana cuja abolição mar- ca um progresso social. O casamento, segun- do as vistas de Deus, deve fundar-se na afei- ção dos seres que se unem. Na poligamia não há afeição real, há apenas sensualida- de.” (KARDEC, LE, q. 701)
  64. 64. “Se a poligamia fosse conforme à lei da Na- tureza, deveria tornar-se universal, o que seria materialmente impossível, consideran- do-se a igualdade numérica dos sexos. A po- ligamia deve ser considerada como um uso ou legislação particular apropriada a certos costumes, e que o aperfeiçoamento social faz que desapareça pouco a pouco.” (KARDEC, LE, q. 701)
  65. 65. “Apesar de, nos dias atuais, existirem povos que ainda adotam a poligamia, como as popu lações muçulmanas do Norte da África e gran de parte dos asiáticos, a tendência, por força do progresso moral, é a total abolição dessa prática.” (FEB, ESDE – Programa III)
  66. 66. i) O aborto
  67. 67. “Reconhece-se duas formas de aborto: o aborto espontâneo e o provocado. O aborto espontâneo é aquele que se verifica contra a vontade dos pais, dependente de enfermida- des maternas ou fetais. O aborto provocado ou criminoso, como o próprio nome indica, se deve a uma ação física ou primária provoca-da pelos pais, ou por outrem, com o objetivo de destruir o feto intrauterino. Há uma forma de aborto espontâneo que, na realidade, ante a Lei Divina, apresenta-se co- mo criminoso.” (IDE, Curso Básico de Espiritismo)
  68. 68. “Em Missionários da Luz, o diretor Apuleio denomina-o de aborto inconsciente, onde a destruição do feto não se efetivará através de ações físicas ou químicas, mas em conse- quência de descargas mentais deletérias da mãe, ou de situações de extremo conflito no lar, pondo dificuldades magnéticas ao desen- volvimento da gestação.” (IDE, Curso Básico de Es- piritismo)
  69. 69. “[…] Uma mãe, ou qualquer outra pessoa, cometerá crime sempre que tirar a vida de uma criança antes do nascimento, pois está impedindo uma alma de suportar as provas de que serviria de instrumento o corpo que estava se formando.” (KARDEC, LE, q. 358) “O aborto somente não será um crime nos casos em que o nascimento da criança colo- car em perigo a vida da mãe, aí “É preferível sacrificar o ser que ainda não existe a sacrifi- car o que já existe.” (KARDEC, LE, q. 359)
  70. 70. “Admitimos seja suficiente uma breve medi- tação em torno do aborto delituoso, para re- conhecermos nele um dos grandes fornece- dores das moléstias de etiologia obscura e das obsessões catalogáveis na patologia da mente, ocupando vastos departamentos de hospitais e prisões.” (EMMANUEL, Vida e Sexo) Etiologia: estudo das causas das doenças. (HOUAISS) Patologia: qualquer desvio anatômico e/ou fisiológico, em relação à normalidade, que constitua uma doença ou caracterize determinada doença. (HOUAISS)
  71. 71. Referências bibliográficas: ALMEIDA, J. R. e MARQUES, S. F. Família: frente e verso. Porto Alegre: Francisco Spinelli, 2009. CALLIGARIS, R. As leis morais. Rio de Janeiro: FEB, 1989. FEB. ESDE – Programa III – Leis Morais. Rio de Janeiro: FEB, s/d. FRANCO, D. P. Florilégios Espirituais. Araras-SP: IDE, 1981. FRANCO, D. P. S.O.S. Família. Salvador: LEAL, 2000. INCONTRI, D. e GRZYBOWSKI, P. Kardec Educador - Textos pedagógicos. Bragança Paulista, SP: Comenius, 2005. KARDEC, A. A Gênese. Rio de Janeiro: FEB, 2007e. KARDEC, A. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Rio de Janeiro: FEB, 1982. KARDEC, A. O Livro dos Espíritos. Rio de Janeiro: FEB, 2006. XAVIER, F. C. Evolução em dois mundos. Rio de Janeiro: FEB, 1987. XAVIER, F. C. Missionários da Luz. Rio de Janeiro: FEB, 1986 XAVIER, F. C. Nos domínios da mediunidade. Rio de Janeiro: FEB, 1987. XAVIER, F. C. O Consolador. Rio de Janeiro: FEB, 1986. XAVIER, F. C. Vida e Sexo. Rio de Janeiro: FEB, 2010. PERALVA, M. O pensamento de Emmanuel. Rio de Janeiro: FEB, 1987. IDE. Apostila Curso Básico de Espiritismo, Juiz de Fora, MG: IDE, 2009.
  72. 72. http://gecasadocaminhosv.blogspot.com.br http://www.espiritismo.net/familia/planejamento/textos/planejamento_familiar.html http://cespjoaobatista.com.br http://pt.wikipedia.org/wiki/Thomas_Malthus http://www.radioboanova.com.br http://www.domthome.com.br http://www.refletireamar.com.br Imagens Cegonha: http://sindmetalgo.com.br/wp- content/uploads/Fotolia_16680533_Subscription_XXL.jpg População: http://thoth3126.com.br/wp-content/uploads/2015/01/popula %C3%A7ao-mundial-cresce-crescimento.jpg Homídeo e criança: https://heidinnevropa.files.wordpress.com/2016/04/girl-with- neanderthal-representation.jpg?w=670 Raça e etnia: http://www.significados.com.br/raca/ Evolução: https://www.nexojornal.com.br/incoming/imagens/SAPIENS_NEXO.jpg/BINARY/S APIENS_NEXO.jpg Novo tipo: http://imgsapp.em.com.br/app/noticia_127983242361/2014/03/27/512316/2014 0327130155556248a.jpg Muitos filhos: http://1.bp.blogspot.com/_mIreKW2R0ZY/Si6cN- qpYKI/AAAAAAAAIhQ/74M20oAaa_k/s800/Crian%C3%A7as.jpg e http://1.bp.blogspot.com/-ijvdjyIjmZA/TuKgkYVLEII/AAAAAAAADRs/I-- _3i_uuc0/s1600/foto+antiga+-+depois.jpg Obstáculos: http://images.slideplayer.com.br/11/3326739/slides/slide_19.jpg
  73. 73. Mulher grávida: http://image.shutterstock.com/display_pic_with_logo/625411/104630531/sto ck-vector-pregnant-naked-woman-silhouette-illustration-104630531.jpg O 3 Franciscos: http://www.igreja-catolica.com/celibato/celibato.jpg, http://3.bp.blogspot.com/- 4K5uQvtjg14/T499HYQFSGI/AAAAAAAACBs/O8KdVriG_lM/s1600/Chico+Xavie r.jpg e http://info.abril.com.br/images/materias/2013/09/thumbs/thumb- 66048090951-papa-francisco-resized.jpg Casamento: http://www.unidosnafe.com.br/wp- content/uploads/2012/06/Noivinhos.jpg Poligamia: http://4.bp.blogspot.com/- Exg8BfJTy6U/TdsKmfx7_XI/AAAAAAAAAW8/ZE9HAPlm010/s1600/polygamy.g if Monogamia: http://sol.sapo.pt/photos/boogie4/images/1097787/259x335.aspx Planejamento familiar: http://lh3.ggpht.com/- VeeFAMNwHkA/TyMe1MEP2BI/AAAAAAAABh8/NieLy8EX28E/ScreenShot001% 25255B1%25255D.jpg Aborto, não: http://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/11/Capa- Droga.jpg Papa Francisco: http://pastoralfamiliardivinaluz.blogspot.com.br/
  74. 74. Site: www.paulosnetos.net E-mail: paulosnetos@gmail.com Versão 5

×