14ª aula da obsessão - classificação - coem

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Classificação da Obsessão

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14ª aula da obsessão - classificação - coem

  1. 1. DA OBSESSÃO - CLASSIFICAÇÃO COEM - 14a AULA TEÓRICA
  2. 2. O Livro dos Espíritos  Perg 459 – Influem os espíritos em nossos pensamentos e em nossos atos?  Resp.: “Muito mais do que imaginais, influem a tal ponto que, de ordinário, são eles que vos dirigem”.
  3. 3.  "Entre os escolhos que apresenta a prática do Espiritismo, cumpre se coloque na primeira linha a obsessão, isto é, o domínio que alguns Espíritos logram adquirir sobre certas pessoas. Nunca é praticada senão pelos Espíritos inferiores, que procuram dominar.  Os bons Espíritos nenhum constrangimento infligem. Aconselham, combatem a influência dos maus e, se os encarnados não os ouvem retiram-se. Os maus, ao contrário, se agarram àqueles de quem podem fazer suas presas. Se chegam a dominar algum, identificam-se com o espírito deste e o conduzem como se fora verdadeira criança".  "A obsessão apresenta caracteres diversos, que é preciso distinguir e que resultam do grau de constrangimento e da natureza dos efeitos que produz.  A palavra obsessão é, de certo modo, um termo genérico, pela qual se designa esta espécie de fenômeno, cujas principais variedades são: a obsessão simples, a fascinação e a subjugação". (O Livro dos Médiuns, cap. XXIII - 237).
  4. 4. GRAUS DA OBSESSÃO GRAUS DA OBSESSÃO Obsessão simples: Fascinação: Subjugação O livro dos Médiuns, XXIII/237-241 Anjo da guarda – amigo espiritual
  5. 5. GRAUS DA OBSESSÃO  Obsessão simples: ação inoportuna e desagradável, em que um Espírito se agarra à pessoa com tenacidade, causando mal estar generalizado.
  6. 6.  Fascinação: é uma ilusão produzida pela diretamente na mente do obsidiado (idéias fixas, imagens hipnotizantes, mágoas, fantasias etc.). Nessa situação, o obsessor é ardiloso e hipócrita, simulando falsa virtude.
  7. 7.  Subjugação: é uma constrição, moral ou física, que paralisa a vontade do que a sofre e o faz agir a seu mau grado. O livro dos Médiuns, XXIII/237-241
  8. 8. POSSESSÃO  Em "O Livro dos Médiuns" que veio a lume no ano de 1861, Allan Kardec esclarece:  "Dava-se outrora o nome de possessão ao império exercido por maus Espíritos, quando a influência deles ia até à anulação das faculdades da vítima. A possessão seria, para nós, sinônimo da subjugação.  Por dois motivos deixamos de adotar esse termo: primeiro, porque implica a crença de seres criados para o mal e perpetuamente voltados ao mal, quando só existem seres mais ou menos imperfeitos, suscetíveis de se melhorarem; segundo, porque implica igualmente a idéia de apoderamento de um corpo por um Espírito estranho, de uma espécie de coabitação, quando existe apenas constrangimento.  A palavra subjugação exprime perfeitamente a idéia. Assim, para nós não há possessos, no sentido vulgar do termo, há somente obsidiados, subjugados e fascinados".
  9. 9. IDENTIFICAÇÃO DE FLUIDOS PERCEPÇÃO E ANÁLISE COEM – 14ª AULA PRÁTICA
  10. 10.  Estamos mergulhados em uma atmosfera fluídica da qual absorvemos automaticamente energias que metabolizamos dando-lhes características particulares. Assim é que cada um de nós vive na atmosfera psíquica que cria e recebe na proporção exata do que tenha semeado.  Todavia, é preciso salientar que não vivemos isolados, e sim que agimos e reagimos uns sobre os outros. Essa ação, porém, se subordina à lei de afinidade segundo a qual os semelhantes se atraem e os contrários se repudiam.  No fenômeno mediúnico, durante o transe, ocorre uma exteriorização mais ou menos acentuada do perispírito do médium, ampliando lhe as percepções que se acham atenuadas em face do menor campo vibratório, característico do corpo físico.  O médium, nesse estado, tem uma percepção mais acurada e sente, em todo o seu corpo, uma sensação de maior vibratilidade, conseguindo entrar em contato com os Espíritos pela associação das correntes fluídicas, identificar-lhes a intenção, sentir-lhes o "peso específico", sabendo que este tanto maior será quanto mais grosseiros e desagradáveis forem os fluidos.
  11. 11.  Os fluidos projetados de uma pessoa combinam-se com os de outras e com os dos Espíritos presentes, formando assim o ambiente fluídico local, que pode ser percebido pelo médium que está com seus sentidos mais aguçados.  A prática ensina aos médiuns como devem diferenciar os vários tipos de Espíritos, segundo os fluidos que lhes são particulares. De forma geral são as seguintes sensações que diferenciam os bons e elevados dos maus e atrasados: os bons irradiam em torno de si fluidos leves, agradáveis, suaves, calmos e harmônicos e o médium tem uma sensação de bem estar geral e euforia espiritual podendo, então, se entrar na faixa mental do Espírito perceber-lhe as idéias, intenções e sentimentos.  Os maus irradiam em torno de si fluidos pesados, desagradáveis, fortes, violentos, desarmônicos e o médium tem uma sensação de mal estar geral, ansiedade, desassossego, nervosismo, cabeça, pálpebras chumbadas, bocejos frequentes e arrepios.  O médium em desenvolvimento, após a concentração e a prece, ficará em atitude passiva, relaxando física e psiquicamente, procurando se colocar em condições de perceber o ambiente espiritual e o de alguma entidade que porventura dele se aproxima, analisando os efeitos dessa influência, a ela se associando ou rechaçando.
  12. 12.  BIBLIOGRAFIA:  A.K. - O Livro dos Médiuns, 2a. parte, cap. XXIII  - A Gênese, cap. XIV, itens 45/46/47.  Emmanuel, Seara dos Médiuns, pág. 205 - Imã. Contato: mediunidade.coem@bol.com.br

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