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Semiologia das arritmias

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Aula de Arritmias Cardíacas no Curso de Semiologia da Disciplina de Clínica Médica I da UNILUS

Publicada em: Saúde e medicina
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Semiologia das arritmias

  1. 1. Semiologia das arritmias cardíacas CM – Propedêutica Unilus - 2020 Romeu Zugaiar Buchala Liger
  2. 2. • Ritmo (do grego rhuthmós – movimento regular) designa aquilo que flui, que se move, movimento regulado. O ritmo está inserido em muitas coisas na nossa existência.
  3. 3. • O ritmo cardíaco normal é representado pela sequência das contrações atriais e ventriculares, que se fazem de maneira regular com intervalos sensivelmente marcados • Frequência cardíaca (FC) – Adultos: normal entre 60-100 bpm • Alterações do ritmo: – Anamnese – Auscuta – Ictus Cordis – Exame do pulso – Eletrocardiograma (ECG)
  4. 4. • Formação e Condução do estímulo elétrico
  5. 5. • Células: – Células P (Pacemaker) • Nós sinoatrial e atrioventricular, nos feixes internodais e no tronco do feixe de His – Células de transição • Histologia próxima de céls. P e fibras musculares contráteis • Células condutoras • Nós sinoatrial e atrioventricular, mais numerosas que as céls. P – Células de Purkinje • Nós sinoatrial e atrioventricular, nos feixes internodais e no tronco do feixe de His e em seus ramos • Ponto de união entre céls. de transição e fibras musculares contráteis • Rápida condução do estímulo
  6. 6. • Propriedades do sistema excito-condutor: – Cronotropismo (automaticidade) • Céls. P • Automatismo tanto maior quanto “mais altas” se situarem no sistema; supressão das céls. P “mais baixas” • Normal: – Nó sinoatrial= 60-100 bpm – Junção AV= 40-50 bpm – Porção His-Purkinje= < 40 bpm – Batmotropismo (excitabilidade) – Dromotropismo (conditibilidade) – Inotropismo (contratilidade) • Manutenção do ritmo normal: – Automatismo (Cronotropismo; Batmotropismo) – Condução (Dromotropismo)
  7. 7. • Ritmo cardíaco normal
  8. 8. • A origem da onda P – O Nó Sino Atrial inicia o impulso elétrico que se difunde sob a forma de onda, estimulando ambos átrios
  9. 9. – O impulso elétrico se difunde nos átrios e produz a onda P no ECG
  10. 10. • A origem do complexo QRS – O impulso alcança o nódulo AV, onde há uma pausa de 1/10 de segundo, permitindo que o sangue entre nos ventrículos
  11. 11. – Terminada a pausa de 1/10 de segundo, o Nódulo AV é estimulado, iniciando-se um impulso elétrico que desce pelo feixe AV (feixe de HIS), e para seus ramos
  12. 12. – O complexo QRS representa o impulso elétrico que caminha no Nódulo AV para as fibras de Purkinje e para as células miocárdicas
  13. 13. – As fibras de Purkinje transmitem o impulso elétrico para as células miocárdicas, produzindo contração simultânea dos ventrículos
  14. 14. • A origem da onda T – A onda T representa a repolarização dos ventrículos, que podem ser novamente estimulados
  15. 15. • O ciclo cardíaco é representado pela onda P, pelo complexo QRS e pela onda T – Esse ciclo se repete continuamente
  16. 16. • Ciclo cardíaco
  17. 17. • Manifestações clínicas – Alterações do ritmo: • Anamnese • Auscuta • Exame do pulso • Ictus cordis • Eletrocardiograma (ECG) – Palpitalção (taquicardia; FA; extra-sístoles) – Desdobramento de bulhas (bloqueio de ramo) – Distúrbios hemodinâmicos • Débito Cardíaco= Volume Sistólico x Frequência Cardíaca – Mecanismos compesatórios – FC < 40 bpm ou > 160 bpm -> perda da compensação
  18. 18. • Manifestações clínicas – Défice de pulso • FC x frequência de pulso
  19. 19. • Manifestações clínicas – Arritmia sinusal respiratória • Dos Santos, Fabiana Silva Arritmia Sinusal Respiratória durante anestesia sob ventilação mecânica/ Fabiana Silva dos Santos. – Rio de Janeiro: UFRJ/COPPE, 2010.
  20. 20. • Manifestações clínicas – Taquicardias
  21. 21. • Manifestações clínicas – Bradicardias • Síndrome de Stokes-Adams: insuficiência circulatória cerebral
  22. 22. Classificação • Perturbação na formação dos estímulos • Perturbação na condução dos estímulos • Miogênicas • Neurogênicas
  23. 23. • Ritmo variável • Batimentos suplementares e Pausas • Taquicardias – Rítmicas – Arrítmicas – Paroxismo • Bradicardias e Bloqueios Classificação
  24. 24. • Ritmo variável – Arritmia Sinusal
  25. 25. • Ritmo variável – Marca-passo Migratório
  26. 26. • Ritmo variável – Fibrilação Atrial (FA)
  27. 27. • Batimentos suplementares e Pausas – Extra-Sístoles
  28. 28. • Batimentos suplementares e Pausas – Batimentos de Escape
  29. 29. • Batimentos suplementares e Pausas – Parada Sinusal
  30. 30. • Taquicardias – Frequência Cardíaca (FC) > 90-100 bpm – Rítmicas -> intervalos regulares – Arrítmicas -> intervalos irregulares – Paroxismo -> início súbito e término repentino
  31. 31. • Taquicardias – Taquicardia Sinusal • Normalmente FC < 150 bpm (adulto) • Estímulos adrenérgicos aumentam a FC; Estímulo vagal diminui FC • Condições fisiológicas (esforço; emoção) • Condições patológicas (febre; hipertireoidismo; anemia; insf. cardíaca; etc)
  32. 32. • Taquicardias – Paroxismo
  33. 33. • Taquicardias – Taquicardia Atrial Paroxística
  34. 34. • Taquicardias – Taquicardia Nodal Paroxística
  35. 35. • Taquicardias – Taquicardia Supraventricular
  36. 36. • Taquicardias – Taquicardia Ventricular Paroxística
  37. 37. • Taquicardias – Flutter Atrial
  38. 38. • Taquicardias – Fibrilação Atrial
  39. 39. • “pulsus irregulares perpetus”
  40. 40. • Taquicardias – Fibrilação Ventricular
  41. 41. • Bradicardias e Bloqueios – Bradicardia sinusal
  42. 42. • Bradicardias e Bloqueios – Bloqueio SA
  43. 43. • Bradicardias e Bloqueios – Bloqueio AV
  44. 44. • Bradicardias e Bloqueios – Bloqueio AV 1º grau
  45. 45. • Bradicardias e Bloqueios – Bloqueio AV 2º grau
  46. 46. • Bradicardias e Bloqueios – Bloqueio AV 2º grau Mobitz I
  47. 47. • Bradicardias e Bloqueios – Bloqueio AV 2º grau Mobitz II
  48. 48. • Bradicardias e Bloqueios – Bloqueio AV 3º grau – Completo ou Total
  49. 49. • Bradicardias e Bloqueios – Bloqueio de Ramo
  50. 50. • Referências
  51. 51. • Obrigado!!

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