ApresentaçãO Para DéCimo Ano, Aula 13 14

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ApresentaçãO Para DéCimo Ano, Aula 13 14

  1. 4. <ul><li>hóstia </li></ul><ul><li>ateu / ateia </li></ul>
  2. 5. <ul><li>Passa a tentar resolver as perguntas 6 a 12 da p. 17 . </li></ul>
  3. 6. <ul><li>2, tantas me vejo : vejo-me tão multiplicada </li></ul><ul><li>7, elos : laços </li></ul><ul><li>8, alças : presilhas </li></ul><ul><li>8, enredos : teias </li></ul><ul><li>18, precedo : antecipo </li></ul><ul><li>23, esmoreço : desanimo </li></ul><ul><li>33, veio : vaso sanguíneo </li></ul>
  4. 7. <ul><li>34, isento : independente </li></ul><ul><li>35, afeito à : habituado à </li></ul><ul><li>46, una : indivisível </li></ul><ul><li>48, padeço : peno </li></ul><ul><li>50, o meu alento : o meu ânimo </li></ul><ul><li>55, o meu apego a : a minha dedicação a </li></ul><ul><li>57, acerbo : amargo </li></ul>
  5. 8. <ul><li>57: intento : desígnio </li></ul><ul><li>58, do seu concerto com : da sua aliança à </li></ul><ul><li>61, aceito : aceite </li></ul><ul><li>62, desterro : exílio </li></ul>
  6. 9. <ul><li>Em todo o poema, salvo erro meu, há uma única situação de característica linguística exclusiva do português do Brasil (nota que os casos de ausência de artigo antes de possessivo — «meu sonho» por «o meu sonho» — poderiam acontecer nas poesia de poetas portugueses). Esse caso é, na linha 61 , o de aceito . </li></ul>
  7. 10. <ul><li>Ao dizer que tinha «biografia a mais» (l. 4), o autor referia-se a </li></ul><ul><li>a) ser o relato da sua vida demasiado extenso. </li></ul><ul><li>b) ter passado por muitas situações e experiências de vida. </li></ul><ul><li>c) ter sido biografado por vários estudiosos. </li></ul><ul><li>d) quem não gosta de ler biografias. </li></ul>
  8. 11. <ul><li>A frase de Gide citada nas ll. 5-7 é recordada, porque a partir dela se pode assumir um problema dos auto-retratos: </li></ul><ul><li>a) as pessoas tendem a aproximar-se das características que para si mesmas idealizam. </li></ul><ul><li>b) as pessoas descrevem-se sempre de modo parcial, porque são «juízes em causa própria». </li></ul><ul><li>c) qualquer auto-retrato é incorrecto. </li></ul><ul><li>d) o que importa na vida é o que julgamos que somos (não o que somos mesmo). </li></ul>
  9. 12. <ul><li>A altivez e o narcisismo que alguns lhe atribuem </li></ul><ul><li>a) são efectivas. </li></ul><ul><li>b) são apenas aparentes (resultam da sua timidez e da reserva). </li></ul><ul><li>c) são, em parte, meramente aparentes (resultado de como os outros interpretam a sua timidez), mas também reais (consequência de o escritor não ser hipócrita e ter o orgulho como «património genético»). </li></ul><ul><li>d) são heranças familiares (com efeito, Manuel Alegre segue nesse comportamento um» tique de família: «levantar a cabeça, </li></ul>
  10. 13. <ul><li>O que o narrador descreve como «obsessão da morte» (l. 13) significa </li></ul><ul><li>a) a noção de que tudo é passageiro; que só a literatura pode representar a eternidade. </li></ul><ul><li>b) o medo de desaparecer; a clara noção de que nem pela literatura se continuará a viver. </li></ul><ul><li>c) a consciência da efemeridade de tudo; a crença de que só a poesia pode sobreviver. </li></ul><ul><li>d) que ele não acredita na «eternidade» (nem na vida; nem pela literatura). </li></ul>
  11. 14. <ul><li>Para Manuel Alegre, a poesia </li></ul><ul><li>a) é a vida. </li></ul><ul><li>b) segue a vida. </li></ul><ul><li>c) é independente da vida. </li></ul><ul><li>d) é uma especial vivência da vida. </li></ul>
  12. 15. <ul><li>O autor gosta de </li></ul><ul><li>a) música, porque esta gerou a poesia. </li></ul><ul><li>b) poesia, porque a música dela depende. </li></ul><ul><li>c) poesia, porque gosta, por exemplo, de flamenco, de Mozart, de fado. </li></ul><ul><li>d) poesia; ao contrário, não gosta de flamenco, de Mozart ou de fado. </li></ul>
  13. 16. <ul><li>O autor de Marânus é </li></ul><ul><li>a) Wolfgang Amadeus Mozart. </li></ul><ul><li>b) Teixeira de Pascoaes. </li></ul><ul><li>c) Federico García Lorca. </li></ul><ul><li>d) Francisco Canaro. </li></ul>
  14. 17. <ul><li>Pelo último parágrafo, percebemos a importância que têm para o autor </li></ul><ul><li>a) a caça, a pesca, os livros. </li></ul><ul><li>b) a caca, a caspa, os litros. </li></ul><ul><li>c) a caça, a pesca, a escrita, alguma literatura e a música. </li></ul><ul><li>d) a escrita e a leitura. </li></ul>
  15. 18. <ul><li>A propósito da p. 25 do manual (com auto-retrato de Rembrandt), ver aqui [ http:// www.youtube.com /watch?v=go0feRWIz90 ] filme com os múltiplos retratos que de si mesmo fez o pintor ao longo de toda a vida. </li></ul>
  16. 19. <ul><li>hóstia </li></ul><ul><li>ateu / ateia </li></ul>
  17. 20. <ul><li>Passa a tentar resolver as perguntas 6 a 12 da p. 17 . </li></ul>
  18. 21. <ul><li>Pronome pessoal : </li></ul><ul><li>me, mim, eu, ele, lhe </li></ul><ul><li>Determinante possessivo : minha, meu, minhas, meus </li></ul><ul><li>Determinante demonstrativo : </li></ul><ul><li>esse </li></ul>
  19. 22. <ul><li>encadear = ‘pôr em cadeia’ </li></ul><ul><li>encandear = ‘ofuscar pela direcção da luz, cegar’ (cfr. candeia) </li></ul>
  20. 23. <ul><li>confesso — presente do indicativo ; </li></ul><ul><li>esperava — pretérito imperfeito do indicativo ; </li></ul><ul><li>acontecesse — pretérito imperfeito do conjuntivo . </li></ul>
  21. 24. <ul><li>Eu encadeei o meu texto e o teu (e ficámos como um belo texto Cláudio Ramos) </li></ul><ul><li>Eu encandeei um mamute com os faróis da bicicleta de Vanessa Fernandes. </li></ul>
  22. 25. <ul><li>Havia anos que o homem aguardava alguém que lhe dissesse a senha. </li></ul><ul><li>Há muito tempo que não leio Os Lusíadas. </li></ul><ul><li>Comenta-se que Camões teve vários amores na corte. </li></ul><ul><li>Os jovens lêem pouco, mas vêem vários programas televisivos. </li></ul><ul><li>Tu fizeste o teste sem dificuldade. </li></ul>
  23. 26. <ul><li>A expressão sublinhada desempenha a função sintáctica de vocativo . </li></ul>
  24. 27. <ul><li>No/mar/tan/ta/tor/men/ta e/tan/to/dano, </li></ul><ul><li>Tan/tas/ve/zes/a/mor/te a/per/ce/bida! </li></ul><ul><li>versos decassilábicos </li></ul>
  25. 28. <ul><li>«arma» é hiperónimo de «revólver», «espingarda», «espada», «coprólito» </li></ul><ul><li>«barco» é hipónimo de «meio de transporte». </li></ul>
  26. 29. <ul><li>Todos os nautas queriam conhecer a Índia, embora (eles) não conhecessem a rota. </li></ul><ul><li>A viagem era tão longa que os mantimentos não chegaram para todos os marinheiros. </li></ul>
  27. 31. <ul><li>TPC </li></ul><ul><li>Ir a www.esjgf.com , na zona amarela, clicar em Moodle II – Educom / em Entrar [escrever nome de utilizador e palavra-chave (se for necessário, abrir conta) e entrar] / </li></ul>
  28. 32. <ul><li>em Grupos de disciplinas , ir a 10.º ano e clicar em Português (Luís Prista), turmas 1, 2, 4, 5, 6 — para se inscreverem na disciplina ser-lhes-á pedida a chave [escrevem: Prista ] / uma vez na disciplina, clicam em Testes, Ficha 1: Conjugação de verbos / e fazem o teste (no final é preciso clicar em enviar tudo ). </li></ul>
  29. 33. <ul><li>Microfilme não poderá ter mais de 3 minutos ou de 100 MB . </li></ul><ul><li>Se houver música e esta estiver sujeita a direitos de autor, não deverá cada trecho de uma composição exceder 20 segundos . </li></ul>

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