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como também continua sendo um dos maiores
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HISTÓRICO E FILOSÓFICO
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ONTOLÓGICO DA EXISTÊNCIA HUM...
O pensador Sören Aabye Kierkegaard nasceu em
Copenhague, capital da Dinamarca, a 5 de maio de
1813. Filósofo, teólogo, poe...
As suas ideias são expressões de sua existência

Família – infância e juventude

Paixão por Regina Olsen
Sentimento religi...
As suas ideias são expressões de sua existência

Uso de pseudônimos
- um período de grande crise política e militar devido
a consequentes guerras napoleônicas

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- Seu pensamento baseia-se em sua cultura romântica, religiosa
e influenciada pela filosofia alemã e nos complexos
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existencialismo, Kierkegaard refuta a
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abstrato, não consegue compreender a
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ameaça do nada, portanto, possibilidade como
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O INDIVÍDUO
A verdade subjetiva
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como
POSSIBILIDADE
- O existir do homem é possibilidade, ou seja, o
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A EXISTÊNCIA
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O desespero e a angústia
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desespero, na qualidade de problemas
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O conceito da angústia
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O conceito da angústia
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O conceito da angústia

O homem vê entre ele e o mundo um
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O conceito da angústia

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O conceito da angústia

-Somente em virtude da fé ela
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HUMANO
- O desespero pertence ao eu, consiste no viver da

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HUMANO
Doença para a morte

- é uma doença até a morte porque o
desesperado deseja a morte do eu, uma
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O DESESPERO
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Doença para a morte

- O homem em desespero tem o costume de se
considerar vítima de circunstâncias
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HUMANO
Doença para a morte

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O ABSOLUTO

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A EXISTÊNCIA HUMANA E A SUA
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REFERÊNCIAS
BLANC, Charles Le. Kierkegaard. São Paulo: Estação Liberdade, 2003.

FARANGO, France. Compreender Kierkegaard....
BLIBLIOGRAFIAS CONSULTADAS
ABBAGNANO, Nicola. História da filosofia. Tradução de Antonio Ramos Rosa. Lisboa: Editorial
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A angústia e o desespero como fundamento ontológico

  1. 1. A busca pelo sentido da vida sempre foi como também continua sendo um dos maiores anseios da humanidade pelo fato de que o existir é algo grandioso demais para não dar valor. Existir é um fator importantíssimo para o conhecimento de nós mesmos e de tudo que nos cerca, pois nos impulsiona para uma maior compreensão da realidade em que vivemos. É, sobretudo, a partir dessas afirmações que me propus a aprofundar o existencialismo de Kierkegaard.
  2. 2. 1 - KIERKEGAARD: VIDA, CONTEXTO HISTÓRICO E FILOSÓFICO 2 - ANGÚSTIA E DESESPERO COMO ELEMENTO ONTOLÓGICO DA EXISTÊNCIA HUMANA 3 - A FÉ E A LIBERDADE * 3.1 A fé como remédio – o salto para liberdade. * 3.2 A existência humana na relação com o absoluto
  3. 3. O pensador Sören Aabye Kierkegaard nasceu em Copenhague, capital da Dinamarca, a 5 de maio de 1813. Filósofo, teólogo, poeta e crítico impiedoso da religiosidade institucional, além do mais, considerado o pensador de maior destaque da corrente existencialista contemporânea pela sua opção radical e pela defesa do valor da existência humana enquanto indivíduo. As suas ideias são expressões de sua existência.
  4. 4. As suas ideias são expressões de sua existência Família – infância e juventude Paixão por Regina Olsen Sentimento religioso
  5. 5. As suas ideias são expressões de sua existência Uso de pseudônimos
  6. 6. - um período de grande crise política e militar devido a consequentes guerras napoleônicas - época da política liberal que aboliu o trabalho obrigatório do camponês para os nobres “seus senhores”; abolição da monarquia absolutista - A Igreja era como uma instituição estatal
  7. 7. - Seu pensamento baseia-se em sua cultura romântica, religiosa e influenciada pela filosofia alemã e nos complexos sentimentais profundos - filosofia alemã como fonte importante de seu pensamento. -A filosofia de Kierkegaard se edifica no confronto com o pensamento especulativo de Hegel, que busca a essência do real na verdade absoluta do pensamento. - Contra a dialética abstrata dos conceitos racionais - vivemos concretamente a angústia de existirmos na possibilidade de ser
  8. 8. - Considerado o precursor do existencialismo, Kierkegaard refuta a universalidade lógica da verdade conceitual para fundar o seu pensamento na existência singular e intransferível do homem. - Ele dirige sua crítica ao sistema hegeliano por partir do conceito da existência do indivíduo
  9. 9. - A filosofia hegeliana, de caráter abstrato, não consegue compreender a existência do ser humano, a sua angústia e o seu desespero. Como pensador cristão, Kierkegaard defendeu o conhecimento da fé contra a supremacia da razão.
  10. 10. - Para ele, ser homem, existir, é ter que viver a angústia de ser na necessária contingência de cada instante; e de tal modo que ninguém pode outorgar ou assumir a possibilidade do outro, tendo assim que se responsabilizar pela tarefa de sua existência.
  11. 11. - Opondo-se a ideia sistemática, Kierkegaard procurou destacar as condições específicas da existência humana e incorporá-las às reflexões filosóficas. -Em suas obras procurou analisar os problemas da relação existencial do homem
  12. 12. -Para ele, a existência é possibilidade como ameaça do nada, portanto, possibilidade como angústia; - O homem precisa vir a ser o que ele é; - a verdade ocorre na decisão do instante, como uma tarefa da liberdade de existir.
  13. 13. O INDIVÍDUO E A EXISTÊNCIA COMO POSSIBILIDADE - Seu pensamento é essencialmente religioso: é a defesa da existência do indivíduo, existência que só se torna autêntica diante da transcendência de Deus. Chegar a ser um indivíduo, é o mesmo que chegar a ser cristão em espírito e em verdade. Ser cristão é defrontar-se sozinho com Deus e realizar, assim, a plenitude individual.
  14. 14. O INDIVÍDUO - O homem singular não tem existência conceitual; é, portanto, uma existência que corresponde à realidade singular, corresponde ao indivíduo - uma filosofia
  15. 15. O INDIVÍDUO A verdade subjetiva -A verdade deve tornar-se existencial no ato de o indivíduo viver aquilo em que acredita, na realização dos seus objetivos mais profundos. O indivíduo é energia viva, ativa, autodeterminante, que surge a partir de situações concretas de opção, situações enraizadas nos momentos em que o homem focaliza todas as suas potencialidades numa opção que ressoará por toda sua vida. Essa opção que torna o simples indivíduo em um indivíduo existencial constitui a tarefa suprema do ser humano, pois trata de uma missão dirigida a cada homem e
  16. 16. A EXISTÊNCIA como POSSIBILIDADE - O existir do homem é possibilidade, ou seja, o que o homem pode fazer e realizar na experiência concreta e vivida. -Para o homem, existir é encontrar-se sempre confrontando com as possibilidades. - Na relação consigo mesmo, ele sente o peso das possibilidades da existência, percebendo-se assim, diante da infinitude das possibilidades e dos seus próprios limites
  17. 17. A EXISTÊNCIA como POSSIBILIDADE -É peculiar do indivíduo a existência cujo modo de ser é a possibilidade. E na possibilidade tudo é possível, ela é ameaça do nada, e disso brota a condição fundamental da existência humana: a angústia, como puro sentimento do possível, isto é, do futuro, daquilo que pode acontecer e que pode ser muito mais terrível do que a realidade.
  18. 18. O desespero e a angústia -o desespero e a angústia são questões relevantes que Kierkegaard trata em sua filosofia, justamente por serem problemas reais do ser humano. Fazem parte da condição do indivíduo e da sua relação com a própria existência.
  19. 19. -Podemos dizer que a angústia e o desespero, na qualidade de problemas existenciais, guardam entre si uma relação muito estreita. Os dois estão intimamente ligados, na medida em que ambos estão embasados na própria complexidade da trama da existência pessoal de cada indivíduo.
  20. 20. O conceito da angústia - é um sentimento que ao contrário do medo não tem objeto preciso.
  21. 21. O conceito da angústia -Para Kierkegaard, a angústia é um estado que manifesta a relação do indivíduo com o mundo, uma relação determinada pela liberdade.
  22. 22. O conceito da angústia
  23. 23. O conceito da angústia A angústia em Kierkegaard precede o pecado e está ligada à possibilidade e à liberdade. É vertigem diante do que não é, mas poderá ser pelo uso de uma liberdade que não se experimentou e que não se conhece; é desejo do que se teme, temor do que se deseja.
  24. 24. O conceito da angústia Angústia objetiva Angústia subjetiva
  25. 25. O conceito da angústia Angústia subjetiva E na experiência da angústia subjetiva, o indivíduo pode superá-la quando a Salvação é tida como uma realidade, e isto será possível pela fé no Deus que tudo é possível.
  26. 26. O conceito da angústia O homem vê entre ele e o mundo um vácuo que o faz perder todo sentimento de segurança. Só na mediada em que for capaz de sofrer a prova desse abandono e dar o salto pela fé será existencialmente livre.
  27. 27. O conceito da angústia - Ela é a possibilidade da liberdade, e é preciso ser educado por ela para ser livre mediante a infinitude que lhe é própria. A angústia se vence somente com a fé. Ela é uma aventura que todo homem deve correr se não quer perder-se.
  28. 28. O conceito da angústia -Somente em virtude da fé ela possui um valor educativo. A angústia vem do fato de que Deus deixa o homem livre, à sua imagem, para operar, por seus atos concretos, as escolhas em que se projeta a fim de construir-se, de edificar-se.
  29. 29. O DESESPERO HUMANO - O desespero pertence ao eu, consiste no viver da morte pelo eu. É inerente à personalidade do homem, à relação consigo próprio e à possibilidade desta relação. O indivíduo pode saber que está no desespero sem saber a causa de tal situação. Mas se houver uma clareza completa, isto é, se o indivíduo tiver plena consciência da motivação total, então o desespero desaparecerá na medida em que se torna consciente de tal realidade.
  30. 30. O DESESPERO HUMANO Doença para a morte - é uma doença até a morte porque o desesperado deseja a morte do eu, uma modificação, transformação da relação do eu com ele mesmo. - é a culpa do homem que não sabe aceitar a si mesmo em sua profundidade: é um eterno morrer sem, no entanto morrer, uma autodestruição impotente.
  31. 31. O DESESPERO HUMANO Doença para a morte - O homem em desespero tem o costume de se considerar vítima de circunstâncias externas, mas quando reconhece que o problema é interior a reação é de curar-se de si mesmo. Eis o ponto de sua grandeza e de sua miséria, pois o desespero tem como raiz, no
  32. 32. O DESESPERO HUMANO Doença para a morte - O eu que não se torna ele próprio permanece desesperado; enquanto não consegue tornar-se ele próprio, o eu não é ele próprio, portanto não ser ele próprio é o próprio desespero.
  33. 33. O DESESPERO HUMANO Doença para a morte - O desespero ensina que é impossível vencer o desespero, que ele é de fato a doença até a morte do eu. Mas a impossibilidade de vencer o desespero só é uma impossibilidade para aquele que não acredita em Deus, para aquele que não tem fé – se a Salvação é impossível para o homem, a Deus tudo continua sendo possível. Assim o único remédio para o desespero é a fé, porque ter fé é acreditar que para Deus tudo é possível.
  34. 34. A FÉ E A LIBERDADE - A existência é o modo de ser do indivíduo, como é também o reino da liberdade: o homem é o que escolhe ser, é aquilo que se torna. Segundo Kierkegaard, é exatamente a vida de fé que constitui a forma verdadeiramente autêntica da existência finita, vista como o encontro do indivíduo com a singularidade de Deus.
  35. 35. A FÉ COMO REMÉDIO - O SALTO PARA LIBERDADE -Para Kierkegaard, o caminho que leva o cristão defrontar-se sozinho com Deus e realizar, assim a plenitude individual está nas etapas da existência. - os estádios estético, ético e religioso
  36. 36. A FÉ COMO REMÉDIO - O SALTO PARA LIBERDADE - o salto que leva ao estádio religioso leva o indivíduo a reconhecer que só poderá conseguir auto-realizar-se relacionando com o Absoluto. É o fato da fé ser conseguida após o salto no escuro.
  37. 37. A FÉ COMO REMÉDIO - O SALTO PARA LIBERDADE -Passar pela porta que se abre para a transcendência do Absoluto faz-nos penetrar no eterno. Provoca o desprendimento e o salto, graças aos quais o homem ultrapassa os seus limites, enchese da sua verdade e existe verdadeiramente e plenamente.
  38. 38. A EXISTÊNCIA HUMANA E A SUA RELAÇÃO COM O ABSOLUTO -O paradoxo da condição humana, caracterizada pela sede absoluta de verdade e pelo pecado, inerente a nossa natureza, é um escândalo em si, escândalo do qual o cristianismo pretende ser a expressão: Cristo sofre e morre como homem, mas fala como Deus.
  39. 39. A EXISTÊNCIA HUMANA E A SUA RELAÇÃO COM O ABSOLUTO -O escândalo realiza-se igualmente na situação do homem que pede a Deus para enviar-lhe a fé, enquanto esta prece é ela própria um dom de Deus.
  40. 40. A EXISTÊNCIA HUMANA E A SUA RELAÇÃO COM O ABSOLUTO -Para ele, não existimos para filosofar, mas filosofamos para existir, pois a certeza só pode derivar da prova da vida e da ação, porque não é a razão pura, mas o próprio existente, e justamente enquanto existente, que crê e assume a verdade. A autêntica existência é aquela que está disponível para o amor de Deus, a existência daquele que não crê mais em si mesmo, mas somente em Deus.
  41. 41. REFERÊNCIAS BLANC, Charles Le. Kierkegaard. São Paulo: Estação Liberdade, 2003. FARANGO, France. Compreender Kierkegaard. Tradução de Ephraim F. Alves. Petrópolis: Vozes, 2006. GILES, Thomas Ransom. História do existencialismo e da fenomenologia. São Paulo: Editora Pedagógica e Universitária, 1975. v.I-II GIORDANI, Mário Curtis. Iniciação ao existencialismo. Petrópolis: Vozes, 1997. KIERKEGAARD, Sören. O conceito de angústia. Tradução de João Lopes Alves. Editorial Presença, [s.d.]. ______. O desespero humano. Tradução de Carlos Grifo, Maria J. Marinho, Adolfo Casais Monteiro São Paulo: Abril Cultural, 1979. (Os pensadores) ______. Diário de um sedutor. Tradução de Carlos Grifo, Maria J. Marinho, Adolfo Casais Monteiro São Paulo: Abril Cultural, 1979. (Os pensadores) JOLIVET, Régis. As doutrinas existencialistas: de Kierkegaard a Sartre. Porto: Livraria Tavares Martins, 1961. v.8. MONDIN, Battista. Curso de filosofia: os filósofos do Ocidente. São Paulo: Paulinas, 1985. PAULA, Marcio Gimenes de. Indivíduo e comunidade na filosofia de Kierkegaard. São Paulo: Paulus, 2009. REALE, Giovanni; Antiseri, Dario. História da filosofia: do romantismo ao empiriocritismo. Tradução de Ivo Storniolo. São Paulo: Paulus, 2005. v. 5. SCIACCA, Michele Federico. História da Filosofia. Tradução de Luis Washington Vita. São Paulo: Mestre Jou, 1968.
  42. 42. BLIBLIOGRAFIAS CONSULTADAS ABBAGNANO, Nicola. História da filosofia. Tradução de Antonio Ramos Rosa. Lisboa: Editorial Presença, 1976. v.8 COTRIM, Gilberto. Fundamentos da filosofia: história e grandes temas. São Paulo: Saraiva, 2002. KIERKEGAARD, Sören. Temor e tremor. Tradução de Carlos Grifo, Maria J. Marinho, Adolfo Casais Monteiro São Paulo: Abril Cultural, 1979. (Os pensadores) ______. Ponto de vista explicativo da minha obra como escritor. Tradução de João Gama. Lisboa: Edições 70, 1986. (Textos filosóficos) MORA, José Ferrater. Dicionário de filosofia. São Paulo: Edições Loyola, 2001. (Tomo III) NOGARE, Pedro Dalle. Humanismos e anti-humanismos: introdução à antropologia filosófica. 9. ed. Petrópolis: Vozes, 1985. OS FILÓSOFOS. Clássicos da filosofia: de Kant a Popper. Rossano Pecoraro (org.). Petrópolis: Vozes; PUCRio, 2008.v. II. REICHMANN, Ernani. Kierkegaard. Curitiba: JR, 1972. ROVIGHI, Sofia Vanni. História da Filosofia Contemporânea: do século XIX à neoescolástica. 3. ed. São Paulo: Loyola, 2004.

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