O documento discute as implicações éticas do mapeamento do genoma humano, como a possibilidade de manipulação genética e clonagem. A Igreja Católica defende que toda vida humana possui dignidade inerente, e que intervenções devem respeitar a integridade da pessoa. O documento também reflete sobre como a tecnologia genética pode ser usada de forma responsável ou não para o bem da humanidade.