09 aula armazenagem iii

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09 aula armazenagem iii

  1. 1. AULA 11 ARMAZENAGEM III
  2. 2. Nos revela o desenho operacional do armazém;  Permite identificarmos e implementarmos oportunidades que não estejam tão claras; Fornece informações importantes que permitam justificar novos investimentos; Gera o envolvimento direto e indireto de pessoas, seja no fornecimento de dados, na verificação e racionalização de dados ou na ajuda na interpretação dos resultados;  Permite a tomada de decisões objetivas baseadas em dados reais e representativos da operação. Por que conhecer o perfil operacional do armazém?
  3. 3. Passo 1 Data NF Emissão Cod. Cliente Razão Social Cidade UF Valor NF Cod. Item Descrição item Qtde Valor Unit Faturamento • Obtenha um arquivo contendo os dados das notas fiscais emitidas nos últimos 12 meses. 16507 2/10/2003 445428 THIERS ATACADO DE FER.CUT LTDA SAO PAULO SP $ 466,88 307498 MARTELO CARP 8001-D24OZBELL 8 $ 58,36 $ 466,88 16508 2/10/2003 416138 JAQUISON GONCALVES DE ARAUJO GUANAMBI BA $ 2.369,70 100730 ENXADAO DC L 2,5 5 $ 62,62 $ 313,10 16508 2/10/2003 416138 JAQUISON GONCALVES DE ARAUJO GUANAMBI BA $ 2.369,70 101614 ENXADA DC G 1,5 c/6 60 $ 29,93 $ 1.795,80 16508 2/10/2003 416138 JAQUISON GONCALVES DE ARAUJO GUANAMBI BA $ 2.369,70 101874 ENXADAO JC L 3.0 c/6 8 $ 32,60 $ 260,80 16509 2/10/2003 451818 SUP E AGROP PANISSI LTDA PLANALTO RS $ 1.036,47 207125 ANCINHO VIAT 12 35 $ 7,53 $ 263,55 16509 2/10/2003 451818 SUP E AGROP PANISSI LTDA PLANALTO RS $ 1.036,47 230208 FOICE VIAT ROCADEIRA 19 $ 40,68 $ 772,92 16518 2/10/2003 451 CASAS DA AGUA MATS CONSTR LTDA SAO JOSE SC $ 1.183,72 200355 PA VIAT AJ.QUAD.SC (380-1.65) 40 $ 19,87 $ 794,80 16518 2/10/2003 451 CASAS DA AGUA MATS CONSTR LTDA SAO JOSE SC $ 1.183,72 200362 PA VIAT CORT.BICO SC(385-1.65) 6 $ 17,96 $ 107,76 16518 2/10/2003 451 CASAS DA AGUA MATS CONSTR LTDA SAO JOSE SC $ 1.183,72 200614 CAVADEIRA ARTIC VIAT C/C R 18 $ 15,62 $ 281,16 16517 2/10/2003 107026 HERCILIA CORDEIRO MENDES - ME FORTALEZA CE $ 2.533,12 200485 PA VIAT QUAD3 CCY M (350-1.65) 44 $ 39,58 $ 1.741,52 16517 2/10/2003 107026 HERCILIA CORDEIRO MENDES - ME FORTALEZA CE $ 2.533,12 200423 PA VIAT BICO3 CCY M (360-1.65) 20 $ 39,58 $ 791,60 16516 2/10/2003 100463 CARDAO COM DE IMPORTACAO LTDA RIO DE JANEIRO RJ $ 424,20 253696 ENXADAO VIAT L 2,5 cx6 20 $ 21,21 $ 424,20 16535 3/10/2003 451672 LUIZA AKEMI TAKAGI ROSARIO OESTE MT $ 918,75 101614 ENXADA DC G 1,5 c/6 3 $ 32,53 $ 97,59 16535 3/10/2003 451672 LUIZA AKEMI TAKAGI ROSARIO OESTE MT $ 918,75 101645 ENXADA DC G 2,0 c/6 3 $ 35,43 $ 106,29 16535 3/10/2003 451672 LUIZA AKEMI TAKAGI ROSARIO OESTE MT $ 918,75 101652 ENXADA DC G 2,5 c/6 3 $ 36,18 $ 108,54 16535 3/10/2003 451672 LUIZA AKEMI TAKAGI ROSARIO OESTE MT $ 918,75 100945 MACHADO DC 3,5 S/CABO 1 $ 155,10 $ 155,10 16535 3/10/2003 451672 LUIZA AKEMI TAKAGI ROSARIO OESTE MT $ 918,75 253696 ENXADAO VIAT L 2,5 cx6 1 $ 23,27 $ 23,27 16535 3/10/2003 451672 LUIZA AKEMI TAKAGI ROSARIO OESTE MT $ 918,75 230208 FOICE VIAT ROCADEIRA 2 $ 42,93 $ 85,86 16535 3/10/2003 451672 LUIZA AKEMI TAKAGI ROSARIO OESTE MT $ 918,75 230277 FOICE VIAT TRIANGULO MINEIRO 2 $ 53,04 $ 106,08 16535 3/10/2003 451672 LUIZA AKEMI TAKAGI ROSARIO OESTE MT $ 918,75 306958 SERROTE PROFESSI. BELLOTA 24 2 $ 68,63 $ 137,26 16535 3/10/2003 451672 LUIZA AKEMI TAKAGI ROSARIO OESTE MT $ 918,75 307467 MARTELO CARP 8001-A12OZBELL 2 $ 49,38 $ 98,76 16548 6/10/2003 13205 VINEZER FORN DE SERV LTDA BOA VISTA RR $ 1.482,76 200614 CAVADEIRA ARTIC VIAT C/C R 50 $ 15,31 $ 765,50 16548 6/10/2003 13205 VINEZER FORN DE SERV LTDA BOA VISTA RR $ 1.482,76 307191 TRENA BELLOTA 5 M 4 $ 55,12 $ 220,48 16548 6/10/2003 13205 VINEZER FORN DE SERV LTDA BOA VISTA RR $ 1.482,76 307207 TRENA BELLOTA 8 M 4 $ 94,56 $ 378,24 16548 6/10/2003 13205 VINEZER FORN DE SERV LTDA BOA VISTA RR $ 1.482,76 306958 SERROTE PROFESSI. BELLOTA 24 1 $ 67,26 $ 67,26 16548 6/10/2003 13205 VINEZER FORN DE SERV LTDA BOA VISTA RR $ 1.482,76 307375 VASSOURA PLASTICA C/CABO 2 $ 25,64 $ 51,28 16549 6/10/2003 401028 SERTAO COML EQUIPAMENTOS LTDA CAMPO GRANDE MS $ 1.732,44 200423 PA VIAT BICO3 CCY M (360-1.65) 2 $ 39,58 $ 79,16 16549 6/10/2003 401028 SERTAO COML EQUIPAMENTOS LTDA CAMPO GRANDE MS $ 1.732,44 101614 ENXADA DC G 1,5 c/6 4 $ 32,53 $ 130,12 16549 6/10/2003 401028 SERTAO COML EQUIPAMENTOS LTDA CAMPO GRANDE MS $ 1.732,44 101645 ENXADA DC G 2,0 c/6 4 $ 35,43 $ 141,72 16549 6/10/2003 401028 SERTAO COML EQUIPAMENTOS LTDA CAMPO GRANDE MS $ 1.732,44 101652 ENXADA DC G 2,5 c/6 8 $ 36,18 $ 289,44
  4. 4. Passo 1 • Dados Básicos: • Número da NF • Data de Emissão • Código do Item • Descrição do Item • Quantidade Vendida • Unidade de Venda • Valor Unitário • Valor Total • Código do Cliente • Descrição do Cliente • Cidade / UF • Tipo de Frete (CIF ou FOB) • Valor do Frete
  5. 5. Passo 1 • Muito provavelmente, essa base de dados será fornecida na extensão .txt.
  6. 6. Passo 1 • No Windows Explorer, sobre o arquivo contendo os dados históricos, clique no botão direito do mouse. No menu, utilize a opção “Abrir com…” e selecione o software desejado. Se necessário use a opção “Escolher programa…”. • Tente, a princípio, abrir o arquivo através do Microsoft Excel.
  7. 7. Passo 1 • O Excel apresenta uma limitação de 65.536 linhas, e no caso de arquivos extensos, não poderá ser utilizado. Nesse caso, recorreremos ao Microsoft Access. • No caso da impossibilidade de uso do Excel, a seguinte mensagem será gerada pelo sistema:
  8. 8. Passo 1 • Utilizando o Excel, uma planilha não formatada será gerada. • Para agrupar os dados em suas devidas colunas, posicione o cursor na célula A1 e utilize a opção Dados >> Texto para Colunas. O assistente para a conversão de textos em colunas se abrirá, com 3 passos para a adequação da planilha.
  9. 9. Passo 1 • Para iniciar o processo de formatação, escolha o tipo de campo que mais se adeque ao arquivo disponibilizado. • Se os campos estiverem separados por um determinado caracter (; , #) utilize a opção “Delimitado”; caso contrário, use a opção “Largura Fixa” na qual você mesmo definirá os campos.
  10. 10. Passo 1 Siga calmamente às instruções do “Assistente para Conversão de Texto em Colunas”. Ao final você terá todos os dados organizados em colunas. Crie uma linha para digitar os nomes dos campos, como “Número NF”, “Data de Emissão”, “Código do Item”, etc.
  11. 11. Passo 1 • Na hipótese de não utilizarmos o Excel, volte ao Windows Explorer e selecione desta vez a opção de “Abrir com…” o Microsoft Access.
  12. 12. Passo 1 • Automaticamente, o Access nos levará à tela de Tabelas, na qual solicitará a formatação dos dados, a exemplo do que foi feito no Excel, através do “Assistente de Vinculação de Texto”.
  13. 13. Passo 1 • Tendo a tabela pronta, utilize o menu Consultas para criar as planilhas desejadas, que posteriormente poderão ser copiadaspara o Excel.
  14. 14. Passo 1 • Layout básico da consulta:
  15. 15. Passo 1 • Com a consulta preparada, você poderá copiá-la para o Microsoft Excel, aonde poderá utilizar os recursos da Tabela Dinâmica.
  16. 16. Passo 2 • Outro exemplo:
  17. 17. Passo 3 • Obtenha a posição de estoques atual. COD. DESCRIÇÃO DISPONÍ VEL 500011 PA BICO FURKA S/C 55018 1200 253542 ENXADA VIAT L 2,0 cx6 3456 308174 MACHADO BELLOTA 8130-500 7865 103137 PICARETA TP PTA/PTA 2234 230222 FOICE VIAT CATARINA (E) 1234 307641 PA 5584 ESCARRAMAN MAP BELLOTA 987 101300 PICARETA TP ALVIAO 4LBS 998 230109 CAVADEIRA VIAT R NR 10 12346 101607 ENXADA DC E 3,0 c/6 10098 304725 PA FORJADA (5601 MA) 222
  18. 18. Passo 4 • Através da função PROCV no Excel, estabeleça um link através do código dos item, entre as vendas em quantidade e os dados de kg e m³ existentes na planilha de embalagens primárias e secundárias. • Detalhe: a tabela de embalagens primárias e secundárias devem esta ordenada pelos códigos dos materiais, em ordem crescente. • Ao final você terá as vendas em R$, unidades, kg e m³.
  19. 19. Passo 4 Função PROCV
  20. 20. Passo 5 • Em Excel, através de Dados >> Relatório de Tabela e Gráficos Dinâmicos, elabore as consultas para a análise do perfil operacional do armazém. • Em Microsoft Access, utilize o menu de Consultas. • Análises: • Curva ABC Volume (em kg, unidades e m³) • Curva ABC Valor • Itens por NF • Valor NF • Peso / Volume por NF • Quantidade de NFs/dia • Venda Diária • Distribuição da Venda por Decêndio • Último dia do mês • Unidades de Manuseio
  21. 21. Passo 5 Curva ABC CodItem Descrição do Item Valor % Total ABC Valor 1 26600101 VETRIDERM CLOREXIDINE R$ 7.166.786,73 15,06% A 2 14855601 BOVIGAM VS R$ 3.726.320,23 7,83% A 3 99349300 BAYMEC PROLONG.(INJ. 500ML-NAC.) R$ 2.172.352,23 4,56% A 4 99304190 DRONTAL PLUS 10KG (BLISTER 4 CPRS) R$ 1.585.856,73 3,33% A 5 14856300 OXITETRACICLINA L. A. BAYER. (50 ML) R$ 1.558.016,54 3,27% A 6 99302001 DRONTAL PLUS 35KG (BLISTER 2CPR) R$ 1.327.511,09 2,79% A 7 20172305 BAYTRIL. SOLUCAO. 10% 1L R$ 1.260.216,14 2,65% A 8 14855600 BOVIGAM L. R$ 1.251.130,12 2,63% A 9 20906603 BAYCOX. 1L R$ 1.138.362,00 2,39% A 10 28222000 BAYMEC PROLONG INJETAVEL 1% 500ML R$ 880.099,69 1,85% A 11 99349313 BAYMEC PROLONG.(INJ. 50ML) R$ 829.829,85 1,74% A 12 17065801 CALFON. 200 ML R$ 747.725,84 1,57% A 13 99329219 CATOSAL B12 100ML R$ 716.685,28 1,51% A 14 24666222 DRONTAL PUPPY. 20 ML R$ 712.533,11 1,50% A 15 99338241 ABAMECTINA 1% BAYER (1000 ML) R$ 665.220,13 1,40% A 16 99304191 DRONTAL PLUS 10KG (BLISTER 2 CPRS) R$ 572.954,54 1,20% A 17 99329008 CALFON FUERTE 100ML R$ 570.554,03 1,20% A 18 99347860 DRONTAL PLUS SABOR CARNE R$ 568.816,93 1,20% A 19 20173100 CATOSAL B12 100 ML R$ 559.213,08 1,18% A 20 99310612 BAYCOX PIG DOSER (100ML) R$ 548.693,28 1,15% A 21 7206001 ROMPUN (10ML) R$ 475.228,87 1,00% B 22 99329230 CATOSAL B12 10% 250ML (CR) R$ 469.715,64 0,99% B 23 99329231 CATOSAL B12 50ML R$ 424.666,20 0,89% B 24 27921801 BAYTRIL. INJETAVEL. 10 %. 10 ML. ( 2X2 R$ 417.746,15 0,88% B 25 14857100 BACTROSINA. ( 20 ML) R$ 380.403,99 0,80% B 26 99309194 DRONTAL PS PERROS GRDS.1 CPRS COL/VENEZ R$ 355.124,08 0,75% B 27 14873313 PULFIM GATOS R$ 350.997,83 0,74% B
  22. 22. Passo 5 Itenspor NF Contar de CÓDITEM NF Total 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 Média de Itens/NF: 21 Total de NFs: 5 NFs com um único item: 8 6 1 a 3 itens 5 4 a 6 itens 4 7 ou mais itens 2 8 11 3 3 4 1 2 1 1 1 6 4 1 1 1 2 2 2 2,35 6.904 3.699 5.686 842 376 53,6% do total 82,4% 12,2% 5,4%
  23. 23. Passo 5 Valor NF Soma de VALOR TOTAL NF Total 428.523,09 130.419,24 62.661,00 27.720,64 75.209,40 149.667,04 5.642,64 37.563,24 16.664,16 15.696,00 2.480,40 435,36 254,88 471,60 764,64 210,72 80,40 1.642,08 782,16 220,20 235,92 80,64 1.064,40 1.066,60 288,48 1 R$ 2 R$ 3 R$ 4 R$ 5 R$ 6 R$ 7 R$ 8 R$ 9 R$ 10 R$ 11 R$ 12 R$ 13 R$ 14 R$ 15 R$ 16 R$ 17 R$ 18 R$ 19 R$ 20 R$ 21 R$ 22 R$ 23 R$ 24 R$ 25 R$ Valor Médio: Mediana: Primeiro Quartil: Terceiro Quartil: Mínimo: Máximo: R$ 6.892,93 R$ 1.004,52 R$ 362,88 R$ 3.138,51 R$ 13,29 R$ 3.440.208,95
  24. 24. Passo 5 NFspor dia Total de dias com faturamento: Média de NFs/dia: Dias com uma única NF emitida: Mediana Primeiro Quartil: Terceiro Quartil: Máximo de NFs emitidas em um único dia: 146 48 20 42 6 72 190 Contar de NF Emissão Total 16/12/2004 1 6/1/2005 1 11/1/2005 1 13/1/2005 9 14/1/2005 1 19/1/2005 1 20/1/2005 4 21/1/2005 1 25/1/2005 1 27/1/2005 1 28/1/2005 4 30/1/2005 1 31/1/2005 1 2/2/2005 1 4/2/2005 1 10/2/2005 4 11/2/2005 1 14/2/2005 4 15/2/2005 4 16/2/2005 1 17/2/2005 6 18/2/2005 2 22/2/2005 36 23/2/2005 109 24/2/2005 93 25/2/2005 55 26/2/2005 79
  25. 25. Passo 5 Sazonalidade de Vendas Representatividade das Vendas no Último dia Útil do Mês 31% 19% 29% 18% 26% 25% 24% 25% 27% 18% 27% 18% 24% 20% 25% 30% 35% 15% 10% 5% 0% jul/01 ago/01 set/01 out/01 nov/01 dez/01 jan/02 fev/02 mar/02 abr/02 mai/02 jun/02 Média Soma de VALOR TOTAL EMISSÃO Total 16/12/2004 R$ 37.666,23 6/1/2005 R$ 417,78 11/1/2005 R$ 427.421,78 13/1/2005 R$ 428.847,20 14/1/2005 R$ 24,85 19/1/2005 R$ 1.430,40 20/1/2005 R$ 27.352,68 21/1/2005 R$ 65.638,68 25/1/2005 R$ 238,56 27/1/2005 R$ 170,40 28/1/2005 R$ 62.010,74 30/1/2005 R$ 235,92 31/1/2005 R$ 27.208,96 2/2/2005 R$ 16.277,20 4/2/2005 R$ 7.410,00 10/2/2005 R$ 517.665,90 11/2/2005 R$ 70.495,15 14/2/2005 R$ 222.776,19 15/2/2005 R$ 130.395,88 16/2/2005 R$ 109.252,98 17/2/2005 R$ 3.598.128,41 18/2/2005 R$ 704.315,49 22/2/2005 R$ 27.588,40 23/2/2005 R$ 125.274,58 24/2/2005 R$ 141.171,67 25/2/2005 R$ 103.015,20 Média diária de faturamento: R$ 327.938,75 Mediana: R$ 194.564,99 Primeiro Quartil: R$ 70.495,15 Terceiro Quartil: R$ 411.776,80 Mínimo: R$ 24,85 Máximo: R$ 3.696.912,52 Decêndio 1 R$ 12.525.007,00 26% Decêndio 2 R$ 17.775.808,00 37% Decêndio 3 R$ 17.250.303,00 36% R$ 47.551.118,00
  26. 26. Passo 5 Sazonalidade de Vendas • Uma determinada empresa apresentou o seguinte comportamento de vendas: 52% das vendas no último trimestre Neste caso, em específico, valerá a pena realizar uma análise completa para os períodos de ALTA e de BAIXA para verificar a ocorrência de mudança no perfil operacional. Mês Venda % Total jan/05 R$ 5.485.745,07 3,4% fev/05 R$ 6.743.925,19 4,2% mar/05 R$ 6.343.841,12 3,9% abr/05 R$ 6.490.454,48 4,0% mai/05 R$ 9.409.585,80 5,8% jun/05 R$ 10.329.747,13 6,4% jul/05 R$ 8.504.081,08 5,3% ago/05 R$ 9.939.011,67 6,2% set/05 R$ 13.423.908,17 8,3% out/05 R$ 18.163.582,92 11,3% nov/05 R$ 41.968.949,92 26,1% dez/05 R$ 24.172.864,75 15,0% Total R$ 160.975.697,30 100%
  27. 27. Passo 5 Faixa kg Peso /Volume da NF 48,5% 9,8% 41,7% De 501 kg a 1.000 kg Até 500 kg Mais de 1.000 kg
  28. 28. Passo 5 Unidades de Manuseio Revelam a necessidade de dispormos de áreas específicas para o picking de páletes e caixas 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Páletes Parciais Páletes Cheios Misto 50% 30% 20%
  29. 29. Passo 6 72,4% 15,3%12,3%11,8% 44,9%43,3% 80,0% 70,0% 60,0% 50,0% 40,0% 30,0% 20,0% 10,0% 0,0% Itens A Itens B Itens C % Vendas % Estoques • Elabore o perfil do estoque.
  30. 30. Passo 6 Se possível, obtenha a distribuição do inventário em unidades de manuseio; essa informação, embora incomum, permitirá definir as melhores formas de estocagem. 193 6411 1496 972 702 564 483 183 72 18 25 10 8 0 1000 2000 6000 5000 4000 3000 7000 0 0,1 0,25 0,5 1 2 5 10 15 20 30 50 51 Páletes por SKU NúmerodeSKUs
  31. 31. Passo 7 • PRONTO! Agora você dispõe de diversas informações para decidir sobre: • Layout operacional • Forma de estocagem • Equipamentos de movimentação • Sistemas de picking • Quadro operacional • Turnos em operação • Etc...
  32. 32. Especificação Geral de Armazéns
  33. 33. Aponte os erros de projeto de instalações físicas existentes no armazém abaixo…
  34. 34. Construção de Armazéns • O investimento necessário para a construção de um armazém dentro de uma solução tradicional de movimentação e armazenagem pode ser dividido da seguinte forma: • 60% para a construção do edifício • 40% para o custo das instalações de estocagem e movimentação de materiais. • Quando se tratar de armazéns muito mecanizados a proporção pode ser calculada em 50% para cada uma das partes mencionadas. • O investimento médio necessário para a construção de um armazém padrão classe mundial gira em torno de R$ 600,00/m², sem considerar investimento na aquisição do terreno e nos equipamentos e infra-estrutura. Ao todo serão gastos cerca de R$ 1.000,00 / m². • Alguns exemplos: • CD Timelog (SP): 5.000 m² a.c., R$ 3.000.000,00 • CD Rodasul/AGV (RS): 12.000 m² a.c., R$ 6.000.000,00
  35. 35. Aluguel de Armazéns • O aluguel de armazéns tem se tornado uma opção bastante viável para as empresas em função da atuação de grandes construtoras e investidores especializados em logística. • O aluguel de um armazém padrão classe mundial em uma região nobre de São Paulo custa em torno de R$ 10,00/m² a R$ 12,00/m², mais condomínio de R$ 1,50 a R$ 2,00/m². • Armazéns fora da especificação padrão e em regiões menos valorizadas, custam entre R$ 4,00 a R$ 8,00/m².
  36. 36. Proporção IDEAL entre comprimento e largura é de 1,5 para 1,0 modulares, com poucas ou nenhuma coluna (vãos de pelo menos 30 metros)  pé direito entre 10 m e 12 m  piso com capacidade para 06 a 08 tonf/m², nivelados a laser  docas elevadas, equipadas com niveladores de docas embutidos, para recebimento e expedição  área disponível para expansão  dispositivos de segurança Características Físicas dos Novos Armazéns
  37. 37. Formato do Armazém 80 m 80 m 66 m 97 m Para um armazém de 6.400 m², qual seria a opção mais viável, uma construção no formato de um quadrado ou retangular, respeitando a relação 1,5 : 1,0? Opção I Opção II docas docas
  38. 38. Formato do Armazém 80 m 97 m RESPOSTA: as diferenças são mínimas, mas a opção II é melhor, por permitir a construção de um maior número de docas e uma menor distância de deslocamento (e conseqüentemente tempo) entre as docas de recebimento e expedição e o interior do armazém. 48,5 m33 m 66 m80 m 40 m 40 m Até 22 docas (22% a mais) 58,7 m Até 18 docas 56,6 m
  39. 39. Formato do Armazém O que NÃO pode é isto... 66 m 97 m
  40. 40. Exercício Uma empresa deseja construir um armazém de 3.750 m². respeitando a relação de 1,5: 1,0 (comprimento e largura), quais serão as dimensões do armazém? C L3.750 m²
  41. 41. Exercício - RESPOSTA Uma empresa deseja construir um armazém de 3.750 m². respeitando a relação de 1,5: 1,0 (comprimento e largura), quais serão as dimensões do armazém? C = 75 m L = 50 m3.750 m² C = 1,5 x L C x L = 3.750 1,5 x L x L = 3.750 1,5 x L² = 3.750 L² = 3.750 / 1,5 L² = 2.500 L = 50 metros
  42. 42. O piso é o elemento mais crítico na construção de um armazém. Piso industrial monolítico (formado de uma só pedra), com adição de microsília, fibras de nylon e silicatos que proporcionam alta resistência à abrasão e impermeabilidade.  Alta resistência, com capacidade para, no mínimo, 6 tonf/m².  Nivelamento a laser.  Nas pistas para empilhadeiras, proteções adicionais são colocadas como lábios poliméricos ou juntas metálicas especiais.  Menor número de juntas. Acabamento anti-derrapante. Características Físicas dos Novos Armazéns - Pisos
  43. 43. Características Físicas dos Novos Armazéns - Pisos
  44. 44.  Bom sistemas de iluminação natural podem permitir operar por até 10 horas/dia sem a utilização de energia elétrica, dependendo obviamente na região geográfica e da estação do ano. Características Físicas dos Novos Armazéns – Sistema de Iluminação
  45. 45. Telhas metálicas (simples ou térmicas): não armazenam calor, assim que a radiação solar termina (período das 6 hrs as 18 hrs) e a temperatura externa diminui até se igualar a temperatura interna do galpão (estimado em 2 horas após o pôr do sol), se inicia o processo inverso, o resfriamento do interior do edifício. Este período de resfriamento é no mínimo de 10 horas diárias. Lajes de concreto, paredes de alvenaria, e telhas de cimento- amianto: são excelentes armazenadoras de calor, com capacidade de armazenamento diretamente proporcional a espessura. Medidas de temperatura em telhas de cimento-amianto dão picos de 60 °C no verão. Características Físicas dos Novos Armazéns – Coberturas
  46. 46. Características Físicas dos Novos Armazéns – Coberturas Tabela Fluxo Médio de Calor, watt por m² de cobertura Telha de cimento amianto 197 W/m² Laje de concreto prémoldado 173 W/m² Telha de alumínio 108 W/m² Telha de aço galvanizado 108 W/m² Telha de aço pré-pintado 108 W/m² Telha de aço pré-pintado branco 81 W/m² Telha termo-acústica sanduíche 15 a 24 W/m²
  47. 47. está ultrapassado, poiso conceito de estocagem horizontal tornou-se inviável economicamente. na prática, construir um edifício de 10 metros de altura custa menos do dobro por m² do que um de 5 metros de altura. é uma tendência natural utilizar edifícios cada vez mais altos, aproveitando a disponibilidade dos equipamentos de movimentação existentes. Altura do Armazém  o custo do edifício é, dentro de certos limites, diretamente proporcional à superfície coberta, mas menos proporcional ao volume.
  48. 48. Área do Terreno • No mínimo deve ter o dobro da área a ser construída. Exemplo: para um armazém de 12.000 m², um terreno de pelo menos 24.000 m². • Especialistas recomendam o dimensionamento de um armazém para um horizonte mínimo de 5 anos. • Pelos armazéns recentemente construídos, dentro de padrões de alta qualidade e de modernos conceitos de lay-out, observa-se que o terreno é de 3 a 5 vezes superior à área construída. Exemplos: • CD Mesquita Logística: 34.500 m² de área total construída, em um terreno de 105.000 m² (3,04 vezes) • CD Ponto Frio em SP: 35.000 m² de área total construída, em um terreno de 140.000 m² (4,0 vezes) • CD Ouro e Prata no RS: 13.100 m² de área total construída, em um terreno de 70.000 m² (5,34 vezes)
  49. 49. Cuidado com a Escolha do Terreno Um bom projeto de armazém começa pela escolha adequada do local de construção. Ao definir a escolha do local do seu novo armazém, avalie criteriosamente o terreno escolhido. Evite ao máximo a construção de armazéns em terrenos arenosos, de alta porosidade e em áreas pantanosas. Também deve ser avaliada a construção sobre terrenos rochosos. O alto custo poderá tornar inviável o investimento!
  50. 50. Posicionamento do Armazém no Terreno  Numa nova construção, aonde posicionar o armazém no terreno disponível ? vialocal portaria Rodovia Rodovia
  51. 51. Posicionamento do Armazém no Terreno
  52. 52. Posicionamento do Armazém no Terreno evite posicionar o armazém no centro do terreno escolha a lateral mais próxima da Portaria para iniciar a construção do armazém  reserve áreas para circulação interna e pátios  reserve áreas para a ampliação de utilidades  tenha cuidado para manter a proporção entre comprimento e largura nas expansões futuras  projete a expansão em pelo menos duas direções  Design for tomorrow, but buy for today...
  53. 53. Área do Terreno Novo CD das Casas Bahia, em São Bernardo do Campo (SP) com 203.000 m² Para onde crescer?
  54. 54. Perfil Médio de umArmazém • 30% a 40% da área coberta é “perdida” com corredores. • 25% a 40% da área coberta é destinada a estocagem. • Área para recebimento, separação e expedição: 15% a 30% da área operacional coberta. • 2% a 4% da área total coberta destinada a escritórios e áreas não operacionais (refeitórios, vestiários, banheiros, etc) • Área para estacionamento de caminhões: 10% a 20% da área coberta. • O pátio para manobra dos veículos e as vias de circulação interna tem, em geral, área correspondente a 20% a 30% a área coberta.
  55. 55. Áreas não-operacionais • Refeitório: mínimo de 1,2 m² por pessoa. • Vestiário: mínimo de 1,5 m² por usuário simultâneo. • Escritórios: • Sala de chefia: 10 m² • Salas coletivas: mínimo de 5 m² por funcionário • Sala de reuniões (6 pessoas): 14 m² • Sala de espera (recepção): 1,5 m² por pessoa sentada • Sanitários: 1m² para cada 20 funcionários em atividade. • Ambulatórios (OMS): • 100 a 300 empregados 35 m2 • 301 a 500 empregados 60 m2 • acima 501 empregados 60 m2
  56. 56. Relação de Fornecedores Construção Armazéns • Walter Torre –www.waltertorre.com.br • SGO Construções –www.sgo.com.br • Marson Star–www.marson.com.br • Lax SistsConstrutivos –www.lax.ind.br • Toda –www.toda.com.br • GlobalRES Brasil –www.globalresbrasil.com
  57. 57. Relação de Fornecedores Pisos Industriais • NSBrasil –www.nsbrasil.com.br • PollyEpox –www.pollyepox.com.br • Concreflat–www.concreflat.com.br • Pisomania –www.pisomania.com.br • Miaki – www.miaki.com.br • ESP–www.esp-pisos.com.br • Nível Zero –www.nivelzero.com.br • Pisoepox –www.pisoepox.com.br • Repox –www.repox.com.br
  58. 58. Relação de Fornecedores Sinalização de Armazéns • Emplaca –www.emplaca.com.br • Maxplac –www.maxplac.com.br • Seton –www.seton.com.br
  59. 59. Lay-Out de Armazéns
  60. 60. Objetivos do Lay-Out do Armazém • Assegurar a utilização máxima do espaço • Propiciar a mais eficiente movimentação de materiais • Propiciar a estocagem mais econômica, em relação às despesas de equipamento, espaço e mão-de-obra • Permitir flexibilidade máxima para satisfazer as necessidades de mudança de estocagem e movimentação • Fazer do armazém um modelo de boa organização • Garantir a segurança do pessoal e dos ativos operacionais • Minimizar riscos de avarias e perdas nos materiais
  61. 61. Desafios ao Elaborar o Layout do Armazém Bom fluxo de materiais (do recebimento à expedição) Eficiente utilização do espaço de estocagem e dos equipamentos de movimentação Baixos custos operacionais
  62. 62. Desafios ao Elaborar o Layout do Armazém
  63. 63. Categorias de Problemasde Layout • Pequenas modificações do layout existente • Readaptação do layout no âmbito do mesmo prédio • Estudo de ampliações ou utilização de novos locais • Projeto de um novo armazém
  64. 64. Layout de umArmazém demanda prevista comoAdote uma premissa Apure o perfil do pedido Converta unidades / caixas em necessidade de espaço cúbico  Preveja espaço para a expansão do armazém Avalie a necessidade de corredores para diferentes opções de equipamentos de movimentação e sistemas de estocagem. Aproveite ao máximo a altura do armazém
  65. 65. Layout de umArmazém Preveja espaço para o recebimento e expedição, inclusive áreas de stage-in / stage-out  Reserve espaço para a operação de separação de pedidos Considere o espaço para a estocagem dos produtos / materiais Estime espaço para os escritórios e áreas secundárias como pátio Considere áreas externas, áreas para estacionamento, para manobras, etc.
  66. 66. Fluxos em forma de “U” são os mais utilizados. Nesse caso os produtos entram pelo recebimento, passam pela estocagem nos fundos do depósito e então dirigem-se à expedição que está localizada adjacente ao recebimento do mesmo lado do prédio. EXPEDIÇÃO RECEBIMENTO ESTOCAGEM DE ALTA DENSIDADE (BLOCADOS) ESTOCAGEM EM PORTA PÁLETES SEPARAÇÃO MONTAGEM DO PEDIDO Fluxo em “U”
  67. 67. Fluxos em forma de “U” trazem grandes vantagens em relação a outros tipos de projeto: •excelente utilização de recursos da doca (equipamentos, funcionários, etc) devido ao fato de que os processo de recebimento e expedição podem compartilhar as portas das docas. •facilitação de cross-docking, pois as docas de recebimento e expedição são adjacentes umas às outras. •otimização de empilhadeiras pois as viagens de estocagem e retirada são facilmente combinadas e as localizações de estocagem mais perto das docas são as localizações naturais dos itens de maior giro. Fluxo em “U”
  68. 68. RECEBIMENTO Operações com o fluxo atravessando o CD se prestam a operações que são somente instalações de cross-docking ou operações nas quais os períodos de pico de recebimento e expedição coincidem. EXPEDIÇÃO Fluxo em “I” ÁREA DE PRÉ-EMBARQUE ÁREA DE MONTAGEM ÁREA DE ESPERA TEMPORÁRIA INSPEÇÃO DE RECEBIMENTO
  69. 69. Recebimento E xpedição Estocagem Seleção de Pedidos Fluxo Modular Operações com o fluxo modular são apropriadas para operações em larga escala nas quais os processos individuais são tão grandes que eles são dignos de áreas dedicadas, especialmente projetadas.
  70. 70. Imposto pelo desenho do prédio. Recebimento ExpediçãoEstocagem Fluxo em “L”
  71. 71. Avaliação do Layout SIM =3 pontos EM TERMOS=1 ponto NÃO =nenhum ponto Acima de 25 pontos:Parabéns, seu layout é excelente! Entre 15 e 24 pontos:Faça uma melhoria no seu layout. Abaixo de 15 pontos:Seu layout é, provalvmente, a causa de muitos problemas na sua empresa. Realize um estudo de layout o maisrápido possível! QUESTÃO SIM EM TERMOS NÃO 1 O layout foi concebido a partir de um Plano Diretor? 2 Houve um estudo prévio de localização do armazém? 3 O layout contemplou áreas não operacionais, como escritórios, vesti- ários, refeitório, ambulatório, etc? 4 O layout previu futuras expansões? 5 A proporção entre comprimento e largura (1,5:1,0) foi respeitada? 6 O projeto desenvolvido permitiu um bom aproveitamento do terreno disponível? 7 As áreas para recebimento, putaway , estocagem, picking e expedi - ção foram adequadamente dimensionadas? 8 O piso foi projetado com uma capacidade de carga suficiente para o aproveitamento máximo da altura do armazém para estocagem? 9 O layout prevê a mudança do perfil da operação ou a inclusão de novos processos? 10 A movimentação de materiais foi otimizada com o layout proposto? 11 O layout existente tem colaborado para que a sua empresa alcance alta performance nos indicadores de desempenho medidos? 12 O layout proporciona um ambiente de trabalho seguro?
  72. 72. Áreas Externas
  73. 73. Portaria É o ponto de contato do armazém com o mundo externo. Uma ou mais portarias? Vantagens de uma única portaria: centralização do controle de entradas e saídas do pessoal e de visitantes, bem como dos veículos facilidade de controle de pessoas indesejáveis, bem como dos roubos de dentro ou de fora diminuição do efetivo de porteiros e guardas Inconvenientes: congestionamento nas horas de entrada e saída dos colaboradores confusão entre veículos e pessoas de diversas categorias Em geral prevalece o princípio da economia máxima, levando à adoção de uma única portaria.
  74. 74. Portaria • É conveniente que a Portaria, em geral isolada do prédio principal, tenha uma área de espera para visitantes e as adequadas acomodações higiênicas. • A Portaria não deve ser coberta por uma laje que se projeta acima da passagem dos veículos, pois esta marquise impossibilitará o trânsito de caminhões altos. • Para uma maior visibilidade, recomenda-se que a portaria tenha uma grande área envidraçada, com vidro temperado. • A balança de pesagem deve ser colocada perto da Portaria, de maneira a ser operada pelo porteiro ou por algum colaborador alocado fisicamente na Portaria.
  75. 75. Estacionamento de Caminhões • Corresponde à área para espera para descarga. Eventualmente pode ser utilizada por caminhoneiros para descanso, pequenas manutenções, checagens, etc. • Recomenda-se que esteja localizada internamente ao armazém e relativamente distante das áreas de movimentação e armazenagem dos materiais. Se possível, deve existir uma infra-estrutura mínima adequada para a alimentação, higienização, lazer e descanso dos motoristas e ajudantes. • Estando localizada dentro do armazém evita o desenvolvimento de um comércio informal na região ao redor, bem como reduz a possibilidade de o motorista no envolvimento e troca de informações com a comunidade local. • O dimensionamento da área destinada para o estacionamento de caminhões dependerá basicamente do fluxo de veículos, do regime operacional do armazém (turnos) e da curva de sazonalidade de vendas.
  76. 76. Pátio para Manobras • A necessidade de espaço para a circulação de veículos tem uma relação direta com o padrão de fluxo de tráfego para dentro da doca. • A direção na qual os veículos se movimentam no armazém causa um impacto significativo na eficiência da localização da doca e nas necessidades de espaço daquela atividade. • Os caminhões devem entrar na doca de recebimento ou expedição no sentido anti-horário, de modo a permitir que entrem de ré na doca no sentido horário. • A profundidade do pátio de manobra variará de 12 m a 20 m, dependendo do comprimento do caminhão. • Vias de uma direção devem ter 3,7 m de largura; as de duas direções devem ter 7,3 m de largura.
  77. 77. Pátio para Manobras Doca Doca x x + 6,1 m CERTO ERRADO
  78. 78. Pátio para Manobras O fluxo invertido, além de exigir maior tempo para manobras, aumenta o risco de acidentes
  79. 79. Áreas para Recebimento e Expedição
  80. 80. Área para Recebimento • O dimensionamento da área de recebimento depende: • Fluxo de abastecimento • Tipos de veículos recebidos para descarga • Unitização da carga / Tipos de embalagens • Equipamentos de movimentação utilizados • Produtividade da operação de descarregamento • Turnos em operação • Número de SKUs
  81. 81. Área para Expedição • O dimensionamento da área de expedição depende: • Curva de sazonalidade das vendas • Alternativas para atendimento dos picos de venda • Sistema de carregamento • Produtividade da operação de carregamento • Turnos em operação • Perfil do veículo carregado • Quantidade de SKUs
  82. 82. Tabela de Análise de Expedição e Recebimento Código do Item Descrição do Item Unitização de Cargas Tamanho da Remessa Frequência da Remessa Transportador Movimentação de Materiais Tipo Capacidade Tamanho Peso Modo Especif. Método Tempo
  83. 83. Tabela de Análise de Expedição e Recebimento EXEMPLO: código do item: 1023487 Bentonita Sod. Ativa Não paletizado (PBR) 01 big bag por pálete Altura (h) de 160 cm Peso: 1.200 kg Remessa de 26 big bags por entrega 02 entregas por dia Veículo carreta, tipo graneleira Descarregado com empilhadeira equipada com lança; paletização na descarga 2:00 minutos por pálete Código do Item Descrição do Item Unitização de Cargas Tamanho da Remessa Frequência da Remessa Transportador Movimentação de Materiais Tipo Capacidade Tamanho Peso Modo Especif. Método Tempo
  84. 84. Áreas para Recebimento e Expedição • Infelizmente, as áreas mais negligenciadas em um armazém são as áreas de recebimento e expedição. • Essa negligência se manifesta tipicamente na falta de uma definição apropriada nas necessidades de espaço. • Operações de recebimento e expedição devem ser desenhadas e dimensionadas para as estimativas de média e “pico”. • Considere, em seu desenho, cenários para os próximos 5 anos.
  85. 85. FIM

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