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social e a ativação de redes de conhecimento
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Afinal de contas, o que é uma ontologia?
• De início, há muitas definições, várias linhas de pensamento,
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E por qual razão alguém deveria desenvolver uma ontologia?
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• Compartilhar uma compreensão comum da estru...
Como é a pesquisa de métodos e processos sobre
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Base Scopus (www.scopus.com) – descritor “Ontology Development”
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Quais as tarefas para desenvolver uma
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• os conceitos que serão modelados
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Abordagens para a construção de ontologias
• Inspiração:
• Explícita o ponto de vista de um indivíduo sobre um domínio
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Quais são os passos para construção de uma
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• Que domínio a o...
Pré-requisitos para a construção colaborativa
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• Integração, representação e armazenamento das discussões, an...
Papéis e funções
• Especialistas de domínio
• Pessoas com conhecimento sobre as diferentes áreas e especificidades da cult...
Ferramentas para construção colaborativa
Protegé
Referências
• Holsapple, Clyde W. A collaborative approach to ontology design.
Communications of the ACM, 2002.
• Kalbasi,...
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Processos colaborativos de produção de ontologias - I Fórum Nacional de Sistemas de Informação - Ministério da Cultura

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Processos colaborativos para a produção coletiva de ontologias

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Processos colaborativos de produção de ontologias - I Fórum Nacional de Sistemas de Informação - Ministério da Cultura

  1. 1. Construção colaborativa de ontologias: processos de participação social e a ativação de redes de conhecimento I Fórum Nacional de Sistemas de Informação Ministério da Cultura João Pessoa, Outubro de 2015 Profa. Eliany Alvarenga y.alvarenga@gmail.com Prof. Dalton Martins dmartins@gmail.com Laboratório de Políticas Públicas Participativas Universidade Federal de Goiás www.l3p.fic.ufg.br
  2. 2. Afinal de contas, o que é uma ontologia? • De início, há muitas definições, várias linhas de pensamento, tendências pela filosofia, pela computação... • Para nós, vale a ideia de que: • É um conjunto de explícitas especificações formais de termos de um domínio e a relação entre eles. • A ontologia define um vocabulário comum para as pessoas interessadas em compartilhar informação do domínio
  3. 3. E por qual razão alguém deveria desenvolver uma ontologia? • Algumas razões: • Compartilhar uma compreensão comum da estrutura da informação de um domínio entre pessoas e agentes de software • Para permitir o reuso de conhecimento sobre um domínio, diminuindo redundância de esforços e otimizando trabalho • Para tornar explícito algumas premissas, crenças e visões que definem como uma comunidade de pessoas entende um domínio • Para separar o conhecimento de um domínio de seu conhecimento operacional • Para analisar um domínio do conhecimento
  4. 4. Como é a pesquisa de métodos e processos sobre o desenvolvimento de ontologias ao redor do mundo?
  5. 5. Base Scopus (www.scopus.com) – descritor “Ontology Development” 241 documentos em 15 anos de pesquisas Ontology development collaborative – 26 documentos
  6. 6. Ontology Development
  7. 7. Ontology Development
  8. 8. Ontology Development
  9. 9. Ontology Development
  10. 10. Quais as tarefas para desenvolver uma ontologia • Definir as classes da ontologia • os conceitos que serão modelados • Organizar as relações entre as classes • com quem elas se relacionam e como ocorre esta relação • Definir os atributos de cada classe e os valores permitidos para cada um deles • Representa os parâmetros de cada conceito e que são as variáveis que utilizamos para definir características desses conceitos • Preencher os valore dos atributos para cada instância da classe • É o que permite visualizar os casos específicos de implementação de cada conceito
  11. 11. Abordagens para a construção de ontologias • Inspiração: • Explícita o ponto de vista de um indivíduo sobre um domínio • Indutiva: • Usa casos específicos dentro de um domínio para induzir generalidade • Dedutiva: • Usa casos genéricos para deduzir como devem ser os casos específicos • Síntese: • Sintetiza ontologias já existentes que mapeiam características parciais de um domínio • Colaborativa: • Conta com a colaboração de múltiplos indivíduos e seus potencialmente diferentes pontos de vista. Normalmente, parte de alguma ontologia mínima para gerar as primeiras discussões.
  12. 12. Quais são os passos para construção de uma ontologia? • 1. Determinar o domínio e o escopo da ontologia: • Que domínio a ontologia deve cobrir? Para quê queremos construir essa ontologia? Que tipos de questões as informações fornecidas pela ontologia devem responder? Quem vai utilizar e manter a ontologia? • 2. Considerar a reutilização de ontologias já existentes • Há muitas ontologias que já modelam pedaços de um domínio e deveriam ser reutilizadas para manter o máximo de compatibilidade com outros domínios. • 3. Listar os termos candidatos e que são potencialmente importantes para a ontologia • 4. Definir classes e suas relações • Processo de cima para baixo: começa com a definição dos conceitos mais gerais e vai especificando • Processo de baixo para cima: começa com a definição de casos mais específicos e vai generalizando • Processo intermediário: mistura os dois processos acima. • 5. Definir os atributos das classes • 6. Definir os valores permitidos para os atributos das classes • 7. Criar instâncias específicas das classes: definir casos de aplicação
  13. 13. Pré-requisitos para a construção colaborativa de ontologias • Integração, representação e armazenamento das discussões, anotações e mudanças na ontologia; • Uma forma simples de expressar a ontologia para seus participantes: visualizações e sínteses; • Edição contínua; • Lançamento e arquivamento periódico de versões da ontologia; • Determinação de algum tipo de conselho/arbitragem quando conflitos e desacordos aparecerem; • Suporte para avaliação de inconsistências sintáticas e semânticas; • Proveniência da informação: quem colaborou em quê; • Escalabilidade no número de participantes; • Segurança na manutenção e hospedagem dos dados; • Robustez; • Metodologias para a construção de consenso; • Controle de usuários e níveis de permissão; • Suporte a modelagem dinâmica de fluxos de trabalho; • Suporte a trabalho síncrono e assíncrono.
  14. 14. Papéis e funções • Especialistas de domínio • Pessoas com conhecimento sobre as diferentes áreas e especificidades da cultura que serão contempladas • Ontologistas • Pessoas com conhecimento teórico e metodológico sobre construção de ontologias • Curadores • Pessoas com reputação para acompanhar as contribuições, sugestões, filtrar e implementar nas novas versões da ontologia. • Foco em processos emergentes • Participantes • Pessoas interessadas em contribuir com sugestões, revisões, comentários, críticas e diferentes níveis de participação. • Foco em processos emergentes • Administradores • Mantenedores da ontologia, dos sistemas de informação e das versões.
  15. 15. Ferramentas para construção colaborativa
  16. 16. Protegé
  17. 17. Referências • Holsapple, Clyde W. A collaborative approach to ontology design. Communications of the ACM, 2002. • Kalbasi, Reza et al. Collaborative ontology development for the geosciences. Transaction in GIS. 2013. • Noy, Natalya F., McGuinness, Deborah L. Ontology Development 101: a guide to creating your first ontology. Protegé Group. Stanford. • Base Scopus – www.scopus.com

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