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Pedro Príncipe – Universidade do M...
www.openaire.eu www.sdum.uminho.pt 
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9 TENDÊNCIAS & RECOMENDAÇÕES 
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3. INTEROPERABILIDADE 
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Encontrar formas de 
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COMUNICAR VALOR 
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DADOS CIENTÍFICOS 
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3. Atuais 
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5. Processáveis por máquina 
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http://www.dados.gov.pt http://data.gov.uk 
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MÉTRICAS ALTERNATIVAS 
O ambiente digital da 
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MÉTRICAS TRADICIONAIS VS ALTERNATIVAS 
IMPACTO 
CIENTÍFICO 
ACADÉMICO 
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Contagem de citações 
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MÉTRICAS ALTERNATIVAS 
• Alternativas ao uso exclusivo das citações. 
• As Altmetrics devem ser entendidas como 
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ALTMETRICS: INDICADORES E FERRAMENTAS
INTEROPERABILIDADE 
Ter como premissa a 
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conceção e 
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INTEROPERABILIDADE 
 Interoperabilidade: capacidade de trabalhar, comunicar e 
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Os nossos repositórios podem ser tesouros… 
Mas não devem ser ilhas do tesouro… 
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Entender a Preservação digital para o ciclo de vida da informação 
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LITERACIA DA INFORMAÇÃO 
Bibliotecas como espaços 
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LITERACIA DA INFORMAÇÃO 
 Novos modelos de trabalho: 
 Personalização: Ensino centrado no estudante, Orientação para o d...
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PAPEL ATIVO NAS LITERACIAS 
Desempenhar papel ativo e central 
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Assumir uma atitude 
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Comunicação realizada no Encontro Regional da BAD Açores - Ponta Delgada, 28 de novembro de 2014

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Tendências nas Bibliotecas, infraestruturas de informação e comunicação científica e académica: reafirmar desafios e recriar papéis.

  1. 1. TENDÊNCIAS NAS BIBLIOTECAS, INFRAESTRUTURAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA Pedro Príncipe – Universidade do Minho Ponta Delgada, 28 de novembro de 2014
  2. 2. www.openaire.eu www.sdum.uminho.pt http://openaccess.sdum.uminho.pt
  3. 3. CONTEXTO & FOCO DA APRESENTAÇÃO BIBLIOTECAS DE ENSINO SUPERIOR SISTEMAS DE INFORMAÇÃO COMUNICAÇÃO E ACESSO À INFORMAÇÃO ENSINO, APRENDIZAGEM E INVESTIGAÇÃO PUBLICAÇÃO CIENTÍFICA DADOS DE E PARA A INVESTIGAÇÃO
  4. 4. 9 ILHAS NOS AÇORES 9 TENDÊNCIAS & RECOMENDAÇÕES 1. COMUNICAR VALOR 2. OPEN ACCESS 3. INTEROPERABILIDADE 4. GESTÃO DE DADOS CIENTÍFICOS 5. DADOS ABERTOS 6. PRESERVAÇÃO DIGITAL 7. MÉTRICAS ALTERNATIVAS 8. LITERACIA DA INFORMAÇÃO 9. PIONEIRISMO TECNOLÓGICO
  5. 5. COMUNICAR VALOR Encontrar formas de comunicar o nosso valor de forma clara, desenvolvendo ferramentas que permitam evidenciar os benefícios que trazemos para toda as comunidades.
  6. 6. COMUNICAR VALOR • Cenário de crise económica global afeta também as Bibliotecas e Serviços de Informação. • Assistimos à diminuição de recursos financeiros. • Obrigados a fazer mais com menos. • Investir no engenho, criatividade e trabalho em rede. • Estabelecer parcerias e trabalhar na fronteira. • Integrar o espaço pessoal de informação e aprendizagem. • Ocupar um lugar relevante nos fluxos de informação institucionais. • Recursos humanos habilitados e exigir recursos e valorização.
  7. 7. REFORÇANDO… DUAS IDEIAS A RETER REFORÇO NOS CANAIS DE COMUNICAÇÃO Redundância na comunicação: informar, colaborar... conversar… nas redes sociais e outros canais. Estar onde o utilizador está! Ser útil onde o utilizador está e aí criar serviços de valor acrescentado. Fazer o público tropeçar na informação… VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL Aposta forte na formação contínua. As Instituições devem proporcionar aos seus profissionais as condições necessárias para enfrentarem os desafios das novas tecnologias. Recurso à criatividade e flexibilidade na gestão de pessoal. Papel relevante do associativismo profissional.
  8. 8. OPEN ACCESS
  9. 9. OPEN ACCESS • Forte aumento de políticas de acesso aberto por parte de agências de financiamento, governos etc. • Nº crescente de políticas institucionais (de universidades e outras organizações de investigação) • Acesso Aberto para: • Promover a eficiência e o progresso da investigação e da ciência. • Aumentar a visibilidade, o acesso, a utilização e o impacto dos resultados de investigação. • Melhorar a monitorização, avaliação e gestão da atividade científica.
  10. 10. REFORÇANDO… DUAS IDEIAS A RETER SUPORTE ÀS POLÍTICAS DE ACESSO ABERTO DOS FINANCIADORES Necessário preparar o suporte para a divulgação e implementação das politicas de Acesso Aberto no quadro nacional e europeu: FCT e da Comissão Europeia (Horizonte 2020). Recomendações da CE para o Acesso à Informação: “As políticas em prol do acesso aberto aos resultados da investigação científica devem ser aplicadas a toda a investigação que receba fundos públicos”. PROMOVER A UTILIZAÇÃO DAS INFRAESTRUTURAS DE AA OpenAIRE – wwwpopenaire.eu Infraestrutura de Acesso Aberto para a Investigação na Europa. RCAAP – www.rcaap.pt Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal. REPOSITÓRIOS INSTITUCIONAIS Repositórios institucionais.
  11. 11. DADOS CIENTÍFICOS Um dos papéis emergentes das bibliotecas/arquivos no âmbito do apoio à investigação reside na gestão e curadoria de dados científicos, bem como na sua partilha e disseminação.
  12. 12. DADOS CIENTÍFICOS 1. Serviços de suporte: apoio aos planos de gestão de dados, consultoria e guias de informação em licenças e direitos. Apoiar no ciclo de vida dos dados oferecendo serviços (ou mediando) para o armazenamento. 2. Infraestrutura & normalização: Assegurar/disponibilizar um catálogo institucional de dados ou um repositório de dados. Colaborar com outras unidades com vista a dinamizar a interoperabilidade em infraestruturas de acesso a dados. Promover a citação de dados. 3. Políticas & práticas por disciplinas: Participar ativamente no desenvolvimento da política institucional. Incentivar e adotar políticas de dados abertos. 4. Competências & recursos humanos: desenvolver as competências profissionais para a gestão de dados científicos (Data Librarian).
  13. 13. REFORÇANDO… DUAS IDEIAS A RETER PLANOS DE GESTÃO DE DADOS Apoiar o desenvolvimento de planos de gestão de dados. Informação sobre ferramentas disponíveis para elaborar planos. Os planos são hoje obrigatórios ou aconselhados no âmbito de projetos com financiamento (H2020 ou FCT). COMPETÊNCIAS DE DATA LIBRARIAN Desenvolver as competências profissionais para a gestão de dados científicos. Colaborar com investigadores, grupos de investigação, outras unidades de projetos com vista ao conhecimento das necessidades e dinamizar infraestruturas de acesso a dados.
  14. 14. OPEN DATA Bibliotecas e arquivos envolvidas no apoio ao desenvolvimento dos Dados Governamentais Abertos, como elementos essenciais da transparência para uma sociedade mais forte, bem informada e inovadora.
  15. 15. OPEN DATA GOV 1. Completos 2. Primários 3. Atuais 4. Acessíveis 5. Processáveis por máquina 6. Acesso não discriminatório 7. Formatos não proprietários 8. Livres de licenças
  16. 16. http://www.dados.gov.pt http://data.gov.uk https://okfn.org http://data.gov.au
  17. 17. MÉTRICAS ALTERNATIVAS O ambiente digital da comunicação científica e académica em expansão impulsiona mudanças nos critérios para medir o impacto e visibilidade dos resultados da investigação e produção académica.
  18. 18. MÉTRICAS TRADICIONAIS VS ALTERNATIVAS IMPACTO CIENTÍFICO ACADÉMICO Journal Impact Factor Contagem de citações IMPACTO SOCIAL Contagem de downloads e visualizações, menções e referências nas redes sociais, blogues, gestores de bibliografia Métricas tradicionais Altmetrics
  19. 19. MÉTRICAS ALTERNATIVAS • Alternativas ao uso exclusivo das citações. • As Altmetrics devem ser entendidas como complementares às métricas tradicionais. • Desencorajamento do uso dos fatores de impacto das revistas como indicadores da qualidade das revistas, artigos ou autores. • Encorajamento de métricas alternativas de impacto e qualidade que sejam menos simplistas, mais confiáveis e abertas para uso e reutilização. • Vantagens: tempo real, abrange diversidade de resultados, tem em conta outras/novas audiências.
  20. 20. ALTMETRICS: INDICADORES E FERRAMENTAS
  21. 21. INTEROPERABILIDADE Ter como premissa a interoperabilidade na conceção e desenvolvimento dos sistemas para a gestão da informação, tendo como pilares fundamentais os metadados, as normas e diretrizes, os protocolos e os processos de validação.
  22. 22. INTEROPERABILIDADE  Interoperabilidade: capacidade de trabalhar, comunicar e de interagir entre diversos sistemas. Capacidade de transferir informação, metadados e objetos digitais, entre sistemas num formato utilizável.  Cada repositório individualmente é muito valioso para a sua instituição ou comunidade.  Mas cada repositório individualmente tem um valor muito limitado para a ciência e a investigação. • Necessidade de integração com outros sistemas institucionais. • Maximizar as possibilidades de agregação por outras infraestruturas.
  23. 23. Os nossos repositórios podem ser tesouros… Mas não devem ser ilhas do tesouro… Referência à apresentação de Eloy Rodrigues (SDUM) na ConfOA 2013, São Paulo
  24. 24. REFORÇANDO… DUAS IDEIAS A RETER POTENCIAL DE INTERCONEXÃO O real valor dos repositórios está no seu potencial de se interconectarem e de criar uma rede de repositórios, uma rede que pode oferecer acesso unificado aos resultados de investigação e ser (re)usada por máquinas e pessoas. (COAR Current State of Open Access Repository Interoperability (October 2012) INICIATIVAS DE INTEROPERABILIDADE Metadata Harvesting OA Repository Interoperability Repository Networks Usage Statistics Cross-System Content Transfer Author Managing Compound Objects Identification Persistent Identifiers
  25. 25. PRESERVAÇÃO DIGITAL A gestão e preservação de documentos digitais constituem-se como uma preocupação crescente e torna-se necessária a utilização/criação de standards e políticas claras ligadas à preservação digital.
  26. 26. Digital Curation Centre Um visão integrada:
  27. 27. PRESERVAÇÃO DIGITAL Entender a Preservação digital para o ciclo de vida da informação e documentação. Curadoria de dados é a atividade de gestão e utilização de dados desde o momento da sua criação para garantir o seu armazenamento, a sua pesquisa e respetiva reutilização. “the active management and appraisal of data over the lifecycle of scholarly and scientific interest” Digital Curation Centre
  28. 28. LITERACIA DA INFORMAÇÃO Bibliotecas como espaços de literacia para a promoção e utilização da informação e de novos recursos tecnológicos.
  29. 29. LITERACIA DA INFORMAÇÃO  Novos modelos de trabalho:  Personalização: Ensino centrado no estudante, Orientação para o desenvolvimento de competências, Transferibilidade de créditos  e-Learning: Blended-learning; Ensino a Distância  Flexibilidade: Espaço, Tempo  Multiplicação das fontes de informação, das oportunidades de comunicação, dos recursos de suporte à aprendizagem, dos espaços, dos tempos e dos recursos de aprendizagem.  Tendência atuais: Crescente articulação entre modalidades de ensino/aprendizagem presenciais e não presenciais + OER/Recursos Educacionais Abertos + MOOC - Massive Open Online Courses  A tendência para a educação não formal, online e ao longo da vida, vêm questionar todo o modelo educativo formal e colocam desafios fundamentais às bibliotecas na área do apoio à aprendizagem.
  30. 30. REFORÇANDO… DUAS IDEIAS A RETER PAPEL ATIVO NAS LITERACIAS Desempenhar papel ativo e central nas literacias: informação, digital, media… ENFOQUE NA FUNCIONALIDADE Promoção e utilização de novos recursos com enfoque na funcionalidade e não na tecnologia.
  31. 31. PIONEIRISMO TECNOLÓGICO Assumir uma atitude institucional de pioneirismo tecnológico focado na funcionalidade e não na tecnologia, procurando ir ao encontro das necessidades dos públicos e confiar nos utilizadores
  32. 32. PIONEIRISMO TECNOLÓGICO  Postura de early adopter com um duplo papel:  incorporador das tecnologias nos seus sistemas e serviços,  formador dos seus públicos na utilização dos novos recursos tecnológicos. (“Technology will be in a constant state of beta”)  Correr riscos, não ter receio de errar e rejeitar a “cultura do perfeito”.
  33. 33. OBRIGADO! facebook.com/pedroprincipe twitter.com/pedroprincipe youtube.com/user/pedroprincipe slideshare.com/pedroprincipe pedroprincipe@sdum.uminho.pt

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