Sistemas de informação Open Source: reflexões críticas e casos de uso

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Contributo para o debate nas "Jornadas BAD sobre Sistemas de Informação Open Source - partilha de experiências", organizadas pela delegação Norte da BAD, no Porto, 11 de setembro de 2015.

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Sistemas de informação Open Source: reflexões críticas e casos de uso

  1. 1. Sistemas de informação Open Source REFLEXÕES CRÍTICAS & CASOS DE USO PEDRO PRÍNCIPE – www.pedroprincipe.pt
  2. 2. Sistemas de informação Open Source: reflexões críticas & casos de uso TÓPICOS 1. Enquadramento aos sistemas Open Source 2. Algumas considerações e reflexões críticas 3. Casos de uso, exemplos e boas práticas PARTILHA DE EXPERIÊNCIAS E VISÕES…
  3. 3. Olhar atento Partilha de experiências, opiniões e visões…
  4. 4. Um Olhar atento
  5. 5. Enquadramento SISTEMAS OPEN SOURCE 1
  6. 6. Software Open Source VALORES  Liberdade,  Transparência  Colaboração  Inovação PRINCÍPIOS  Source Code  Derived Works  Free Redistribution  Distribution of License  Integrity of The Author's Source Code  License Must Not Restrict Other Software  No Discrimination Against Persons or Groups  No Discrimination Against Fields of Endeavor
  7. 7. Olhando para Bibliotecas e Arquivos Algumas reflexões sobre a introdução do Software livre e/ou Open Source.
  8. 8. Algumas considerações E REFLEXÕES CRÍTICAS 2
  9. 9. Necessidade de mudança na Biblioteca ou Arquivo… UMA DINÂMICA DE MUDANÇA… Insatisfação com os programas e plataformas existentes, Existem alternativas no software de Open Source que permitem melhorar o que existe, Confirmação que a mudança é desejada pelos agentes envolvidos e há capacidade de a gerir. A INCERTEZA DA MUDANÇA Risco e incerteza podem ser diminuídos com planeamento, Envolver os agentes, desenvolvendo de uma visão comum sobre o que alcançar, Adotar procedimentos transparentes, Gestão de projeto (planear os recursos) e controlo de qualidade.
  10. 10. Considerações e reflexões críticas (1/5) Gestão de projetos! Planeamento, planeamento, Planeamento… Com flexibilidade e agilidade. Monitorização de processo. Controlo da qualidade.
  11. 11. Considerações e reflexões críticas (2/5) Não inventar a roda! Procurar soluções nos nossos parceiros. Benchmarking. Ouvir colegas em conferências, telefonar a “colegas conselheiros, referência…”. E depois partilhar a experiência.
  12. 12. Considerações e reflexões críticas (3/5) Ler os sinais dos tempos! Acompanhar as iniciativas relevantes da área, Nacional e internacional. Ver o que se faz lá fora!
  13. 13. Considerações e reflexões críticas (4/5) Projeto participado! Criar dinâmicas de participação ativa no processo, Envolver colaboradores, Auscultar.
  14. 14. Considerações e reflexões críticas (5/5) Formação! Não só depois, mas durante & depois…
  15. 15. Considerações e reflexões críticas (só + 1) + INTEROPERABILIDADE Capacidade de trabalhar, comunicar e de interagir entre diversos sistemas. Capacidade de transferir informação, metadados e objetos digitais, entre sistemas num formato utilizável.
  16. 16. Considerações e reflexões críticas (só + outra) Mudança significativa na filosofia das empresas sobre o desenvolvimento de software livre e de código aberto. Empresas com participação pública significativa no mercado de código aberto • IBM, Oracle, Google. • Empresas nacionais… • E players nacionais no domínio das Bibliotecas e Arquivos Tb em Portugal?
  17. 17. Considerações e reflexões críticas (só + 1) O custos! Livre = Gratuito? Necessário conhecer os “custos escondidos”.
  18. 18. Considerações e reflexões críticas (+ 2) Assumir uma atitude institucional de pioneirismo tecnológico focado na funcionalidade e não na tecnologia. Ir ao encontro das necessidades dos públicos e confiar nos utilizadores
  19. 19. Considerações e reflexões críticas (só + 1, mesmo) Postura de early adopter Duplo papel: - incorporador das tecnologias nos seus sistemas e serviços, - formador dos seus públicos na utilização dos novos recursos tecnológicos.
  20. 20. Considerações e reflexões críticas (última) Correr riscos, não ter receio de errar rejeitar a “cultura do perfeito”
  21. 21. Casos de uso OU BOAS PRÁTICAS 3
  22. 22. Uma implantação de sucesso em Portugal!  Uma instituição pioneira na utilização  UMinho  Um projeto de âmbito nacional em expansão  RCAAP  A Experiência foi sendo partilhada e melhorada  Conferências nacionais (Open Access, BAD)  know-how aperfeiçoou-se e generalizou-se  Gestores de repositórios e empresas de suporte  Estabeleceu-se comunidade nacional  Partilhou-se internacionalmente (Open Repositories Conf.)
  23. 23. Contributo da comunidade portuguesa  Os principais atores nacionais também contribuíram… Addons, patchs para diferentes versões do software Alguns bastantes relevantes internacionalmente:  Request a copy  OAIextendend  UMinho stats  OpenAIRE Authority Control  …
  24. 24. Contributo da comunidade portuguesa
  25. 25. Contributo relevante da comunidade PT
  26. 26. Implantação em expansão em Portugal  Comunidade de utilizadores em expansão  Aumento do número de novas revistas académicas e científicas  Revistas que se transformam em projetos online com recurso ao OJS  Projetos editoriais relevantes em crescimento  De diferentes dimensões e impacto  Progressiva implantação de infraestruturas para alojamento de revistas  Âmbito Institucional, Associativo e Nacional  Processos de partilha a know-how começam a ganhar relevância  Constrói-se comunidade e promovem-se iniciativas de formação
  27. 27. Implantação em expansão em Portugal
  28. 28. Serviço de Alojamento de Revistas Científicas
  29. 29. Revistas Portuguesas OJS no RCAAP
  30. 30. Projetos e iniciativas relevantes em OJS
  31. 31. Tivemos aqui… “o direito de uso, cópia, estudo, mudança e melhoria“
  32. 32. Existem mais em afirmação e desenvolvimento… e vão falar deles HOJE!!! Mas gostaria também de testemunhar um contexto organizacional…
  33. 33. A nossa associação profissional…
  34. 34. www.bad.pt FACEBOOK TWITTER VÍDEO WEB CONFERENCE JORNAL ONLINE BLOGUES FÓRUNS ELEARNING WEBINAR FLICKR PUBLICAÇÕESEm desenvolvimento na BAD. Com sucessos e insucessos, ao ritmo possível da organização, das pessoas que a constituem e dirigem. Suportada ‘essencialmente’ em software livre/open source
  35. 35. www.bad.pt/noticia
  36. 36. www.bad.pt/publicacoes
  37. 37. www.bad.pt/publicacoes 212 452 120
  38. 38. Cadernos BAD www.bad.pt/publicacoes/index.php/cadernos
  39. 39. www.bad.pt/12congresso
  40. 40. www.bad.pt/11encontroarquivos
  41. 41. www.bad.pt/2encontrobes
  42. 42. www.bad.pt/elearning
  43. 43. www.bad.pt/diretorio
  44. 44. www.bad.pt O novo site em desenvolvimento… Opções e atrasos que resultam de ajustamentos vários, limitações do contexto organizacional, mas sempre assente em custos reduzidos e software open source. MUITO FOI ENTRETANTO FEITO NO ONLINE DA BAD
  45. 45. Analisar o que temos… o contexto! A organização, as pessoas, as condições técnicas e financeiras… As forças e as fraquezas… as idiossincrasias…
  46. 46. E construir recursos capazes de servir o público, Melhorando a organização, os processos internos e externos, o desempenho, a visibilidade e impacto…
  47. 47. PARABÉNS PELA INICIATIVA & BOA JORNADA  www.pedroprincipe.pt

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