LUANA FARIAS SALES
COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR
INSTITUTO DE ENGENHARIA NUCLEAR
lsales@ien.gov.br
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como preservar e promover a disseminação da
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PARA A PESQUISA
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Geram conteúdos na Web
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PROMOVE AS INOVAÇÕES
NECESSÁRIAS:
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MUDANÇAS NO MODELO DE COMUNICAÇÃO
CIENTÍFICA
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COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA
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MIGRAÇÃO DO IMPRESSO PARA O DIGITAL
OBRAS DE REFERÊNCIA/ PERIÓDICOS / LIVROS
GRANDE OFERTA DE INFORMAÇÃO LIVRE E DE QUALID...
REALIDADE VIRTUAL
GAMES
SIMULAÇÕES
ARTES PERFORMÁTICAS
OBJETOS MUSEOLÓGICOS
WEBSITE/MULTIMÍDIA
DOCUMENTOS ARQUIVISTICOS
RE...
PUBLICAÇÕES AMPLIADAS
OBJETOS COMPOSTOS
OBJETOS SOBREPOSTOS
OBJETOS DISTRIBUÍDOS
A CIÊNCIA INTERESSA A TODA SOCIEDADE
A evolução das tecnologias digitais também afeta
diretamente a relação entre pessoas,...
Para onde vamos?
O que vamos oferecer?
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PESQUISA...(CONVERGÊNCIA DAS MÍ...
O QUE A BIBILIOTECA PODE OFERECER
INTEGRAÇÃO DE MÍDIAS
SERVIÇOS QUE CONSIDEREM O SEU PERFIL
CURADORIA DIGITAL DE DADOS DE ...
UMA BIBLIOTECA PARA CADA USUÁRIO 3
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AS FERRAMENTAS, OS
RECURSOS INFORMACIONAIS E
A EXPERTISE DA BIBLIOTECA
PRECISAM ESTAR AONDE
USUÁRIO ESTÁ.
UM CONJUNTO DE FERRAMENTAS
PARA RECUPERAR, AGREGAR, CRIAR E
COMPARTILHAR INFORMAÇÃO
Ergonomia
Usabilidade
Arquitetura de i...
LINKING: PORQUE OS PRODUTOS DE PESQUISA PRECISAM ESTAR AGREGADOS
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OS USUÁRIOS CHEGANDO À BIBLIOTECA PELO
GOOGLE E PELOS AMBIENTES VIRTUAIS
REPOSITÓRIOS TEMÁTICOS
REPOSITÓRIOS DE DADOS
REPOSITÓRIO INSTITUCIONAL
REPOSITÓRIO CONFIÁVEL
WIKIS
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SUPORTE AOS NOVOS CONCEITOS DE PUBLICAÇÃO
2
SUPORTE AOS NOVOS CONCEITOS DE PUBLICAÇÃO
A Biblioteca sempre teve um papel de
curadora de informação
Desenvolvimento de coleções digitais
Metadados: semântica e co...
REUSADOS
PARA NOVAS
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REUSO DOS DADOS DE PESQUISA
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Podcast de palestras, vídeos e outros
materiais de uso na comunidade científica e
para o ensino.
A Biblioteca como curador...
VARIEDADES DE TIPOS DE ESPAÇOS E AMBIENTES DE TRABALHO QUE POSSAM
ACOMODAR USOS DISTINTOS
LUGAR DE ESTUDO
AMBIENTES TECNOL...
APLICAÇÕES AUTOMATIZADAS SOBRE
OS ESTOQUES INFORMACIONAIS
RECRIAR OS SERVIÇOS TRADICIONAIS NOS AMBIENTES VIRTUAIS (E NÃO S...
[A BIBLIOTECA COMO UM LUGAR MAIS
PARECIDO COM A INSTITUIÇÃO]
A BIBLIOTECA COMO LABORATÓRIO: A
NECESSIDADE DE EXPERIMENTAÇÃ...
PARCERIA NOS PROCESSOS DE INOVAÇÃO
A inovação é altamente dependente de troca e
de compartilhamento de informações
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GESTÃO DE INFORMAÇÃO PARA A PESQUISA
GESTÃO DE INFORMAÇÃO PARA A PESQUISA
Integração com os RIs,
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O que queremos?
A biblioteca científica em um novo patamar!!!
RESPONSÁVEL PELA MEMÓRIA
CIENTÍFICA
PARTICIPAÇÃO DIRETA NO
DESENVOLVIMENTO D...
A BIBLIOTECA DE PESQUISA PRECISA SE RENOVAR
FACE AO ATUAL PARADIGMA DA GERAÇÃO DE
CONHECIMENTO (E-SCIENCE) E AS MUDANÇAS
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BIBLIOTECONOMIA MAIS SOFISTICADA, MAIS PRECISA
E MAIS ABRANGENTE, DIALOGANDO MAIS
PROXIMAMENTE COM OS PESQUISADORES
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Para saber mais!!
SAYÃO, L.F; SALES, L.F. Há futuro para as bibliotecas de
pesquisa no ambiente de eScience? Informação &
...
Obrigada!!
Biblioteca do IEN e a Gestão do Conhecimento
Preservação do Conhecimento
Plataforma Carpe dIEN
Projeto Memória do IEN
Comp...
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Palestra sobre "o novo papel das bibliotecas científicas" ministrada por Luana Sales - bibliotecária-chefe do Instituto de Engenharia Nuclear da CNEN (IEN/CNEN) - no II Seminário temático da Rede de Bibliotecas das Unidades de Pesquisa do MCTI (2º SBRP), em 23 de outubro de 2015, na Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN).

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Há futuro para as bibliotecas de pesquisa?

  1. 1. LUANA FARIAS SALES COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR INSTITUTO DE ENGENHARIA NUCLEAR lsales@ien.gov.br
  2. 2. expandindo o conceito de O Espaço da Biblioteca no Mundo Digital - ICBA - Salvador LUIS FERNANDO SAYÃO COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR CENTRO DE INFORMAÇÕES NUCLEARES lsayao@cnen.gov.br LUANA FARIAS SALES COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR INSTITUTO DE ENGENHARIA NUCLEAR lsales@ien.gov.br
  3. 3. Aonde estamos ? ? O que mudou Quem somos Para onde vamos ? ?
  4. 4. O que é a Biblioteca de Pesquisa? Bibliotecas especializadas que reúnem coleções de materiais em uma ou mais disciplinas com a finalidade de apoiar a pesquisa científica e acadêmica, seja oferecendo o acesso às suas coleções permanentes próprias ou viabilizando o acesso às fontes externas de todos os tipos de materiais necessários para o desenvolvimento da pesquisa científica.
  5. 5.  Apoiar e incentivar a pesquisa científica bem como preservar e promover a disseminação da produção intelectual de seus pesquisadores Mas... Mudou a tecnologia Mudou a informação Mudou o usuário MISSÃO TRADICIONAL DAS BIBLIOTECAS CIENTÍFICAS
  6. 6. A BIBLIOTECA SEMPRE SE APROPRIOU DAS MAIS AVANÇADAS TECNOLOGIAS DISPONÍVEIS A biblioteca evolui NO RITMO das TECNOLOGIAS IMPRENSA MICROFILME COMPUTAÇÃO WEB APLICATIVOS IOS O que mudou? Tecnologias inovadoras redefinem as bibliotecas
  7. 7. O digital não é o antagônico do impresso, como o rolo de papiro não é o antagônico do livro. O que mudou? Mudança no SUPORTE papel mídias digitais
  8. 8. IMPACTO DA TECNOLOGIA NOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO PARA A PESQUISA OS DOCUMENTOS SE TORNAM ELETRÔNICOS Documentos em papel  documentos digitais  documentos ampliados AS BASES DE DADOS MUDAM DE PATAMAR bases de dados referenciais  bases de dados em texto completo DESINTERMEDIAÇÃO – O TRIÂNGULO AMOROSO – USUÁRIO /INTERMEDIÁRIO/ SISTEMA DE INFORMAÇÃO O usuário opera diretamente os sistemas SISTEMAS DE INFORMAÇÃO INTEGRADOS Sistemas isolados  sistemas interoperáveis NOVOS CONCEITOS DE UNIDADES DE INFORMAÇÃO Bibliotecas digitais – repositórios institucionais e temáticos – repositórios de dados – centros de curadoria
  9. 9. O que mudou? 1º PARADIGMA Ciência empírica ou experimental, cuja forma de execução estava pautada na descrição de fenômenos naturais 2º PARADIGMA Ciência teórica, que por meio do uso de modelos e generalizações, formulava leis e equações de grande abrangência 3º PARADIGMA Simulação via computadores. Grande geração de dados digitais 4º PARADIGMA Exploração e reuso de dados; unificação de teorias, experimentos, metodologias, ferramentas e dados de pesquisa.
  10. 10. GLOBALIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS DIGITAIS A GERAÇÃO DE CONHECIMENTO NÃO ESTÁ CONCENTRADA SOMENTE NAS UNIVERSIDADES E INSTITUTOS DE PESQUISA O CONHECIMENTO CIENTÍFICO GERADO DE FORMA COLABORATIVA, DISTRIBUÍDA E INTERDISCIPLINAR NOVOS SUPORTES PARA REGISTRO DO CONHECIMENTO A EMERGENCIA DA E-SCIENCE , O 4º PARADIGMA CIENTÍFICO: GERAÇÃO E USO INTENSO DE DADOS CIENTÍFICOS DIGITAIS O que mudou?
  11. 11. Quem são os usuários? ESTUDANTES Geram conteúdos na Web Blogs, wiks, podcast, videocast Formam comunidades Redes sociais, mundos virtuais Interagem, colaboram, compartilham Msg instantânea, foruns web Consomem informações Busca, anotação, taggueamento É preciso considerar que, com a Web, diversos outros tipos de usuários podem se interessar pelas informações das Bibliotecas de Pesquisa
  12. 12. A biblioteca não é mais a primeira ou a única fonte de informação Usam mecanismos de busca genéricos como sua primeira ferramenta de descoberta Desintermediação: querem buscar a informação do seu jeito e no seu tempo. Muitos usuários não conheceram o mundo sem internet – geração nascida digital, A biblioteca menos como um lugar e mais como um conjunto de ferramentas para a descoberta, criação e compartilhamento de informação Acesso fácil e personalização O espaço físico da biblioteca para estudo e reuniões presenciais, celebrações e eventos. O que mudou?
  13. 13. MAIOR FAMILIARIDADE COM O USO Do FERRAMENTAL TENCONOLÓGICO, INCLUINDO AS TICs; VELOCIDADE NA COMUNICAÇÃO - PUBLICAM DIRETAMENTE NA REDE CONFIAM NOS DADOS PRODUZIDOS POR OUTROS PESQUISADORES PRODUZEM E CONSOMEM ENORME QUANTIDADE DE DADOS EM FORMATO DIGITAL PERDIDOS EM UMA TORRENTE DE DADOS ! O que mudou?
  14. 14. As bibliotecas se movem lentamente, os PESQUISADORES NÃO! PROMOVE AS INOVAÇÕES NECESSÁRIAS: PROTOCOLO OAI-PMH, COLABORATÓRIOS, REPOSITÓRIOS MOVIMENTO DE LIVRE ACESSO “Em 1984, Berners-Lee voltou ao CERN e se deparou com problemas de apresentação de informações: cientistas em volta do mundo precisavam compartilhar dados, utilizando plataformas e logiciários diferentes. Ele redigiu uma proposta em março de 1989 para um grande banco de dados com hiperligações”
  15. 15. ACESSO LIVRE Novos Concorrentes para a Biblioteca: A Biblioteca deixa de ter exclusividade no fornecimento de informações de qualidade “O surgimento de novos serviços e padrões movidos pela necessidade dos pesquisadores tornou possível para os editores comerciais entrassem na era digital e criassem uma nova economia baseada em licença e download pago de artigos, tornando os periódicos eletrônicos um fenômeno central Disponibilidade de informações livres e de qualidade na web Quebra do monopólio dos editores científicos Pesquisadores querem publicar diretamente na rede – visibilidade O que mudou
  16. 16. 001100011100011010100010110001011101001011001010011111010100100010100001110001001010001000101 ACESSO LIVRE AOS DADOS DE PESQUISA A Declaração de Berlin sobre o Acesso Aberto ao Conhecimento em Ciências e Humanidades, publicada em 2003, amplia o escopo do que se entende por acesso livre ao definir que as... Contribuições de acesso livre incluem resultados de pesquisas científicas originais, dados não processados e metadados, fontes originais, representações digitais de materiais pictóricos e gráficos e materiais acadêmicos multimídia
  17. 17. MUDANÇAS NO MODELO DE COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA 001100011100011010100010110001011101001011001010011111010100100010100001110001001010001000101 Modelo da Comunicação Científica tradicional alterado pelo Acesso Aberto (RODRIGUES, 2008)
  18. 18. COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA 001100011100011010100010110001011101001011001010011111010100100010100001110001001010001000101 ATIVIDADE DE PESQUISA GERA CONHECIMENTO NA FORMA DE: REPOSITÓRIOS TEMÁTICOS/INSTITUCIONAIS MEMÓRIA CIENTÍFICA ACESSO E DISSEMINAÇÃO PRESERVAÇÃO REPOSITÓRIOS DE DADOS CURADORIA ACESSO REUSO PUBLICAÇÕES AMPLIADAS VÍNCULO ENTRE DADOS E PUBLICAÇÕES DADOS PUBLICAÇÕES RELACIONAMENTOS VERSOES LINHAGEM MANIFESTAÇÕES CITAÇÕES BIBLIOGRAFICA SEMANTICA ESTRUTURA FIDEDIGNIDADE INTEGRIDADE PROVENIENCIA AUTENTICIDADE FIXIDADE SEMANTICA ESTRUTURA DEPENDENCIAS TÉCNICAS IDENTIFICAÇÃO PERSISTENTE DIREITOS AUTORAIS DESCRIÇÃO DIREITOS METADADOS
  19. 19. MIGRAÇÃO DO IMPRESSO PARA O DIGITAL OBRAS DE REFERÊNCIA/ PERIÓDICOS / LIVROS GRANDE OFERTA DE INFORMAÇÃO LIVRE E DE QUALIDADE FORMA DE ENTREGA COPYRIGHT ___ Creative Commons NOVOS CONCEITOS DE PUBLICAÇÃO! Publicação Composta / sobreposta / semântica / ampliada O que mudou?
  20. 20. REALIDADE VIRTUAL GAMES SIMULAÇÕES ARTES PERFORMÁTICAS OBJETOS MUSEOLÓGICOS WEBSITE/MULTIMÍDIA DOCUMENTOS ARQUIVISTICOS REVISTAS ELETRÔNICAS TEXTOS PUROS DADOS NUMÉRICOS NÍVEISDEABSTRAÇÃO OBRAS EXPERIMENTAIS E INTERATIVAS APRESENTAÇÕES SENSORIAIS DOCUMENTOS DADOS
  21. 21. PUBLICAÇÕES AMPLIADAS OBJETOS COMPOSTOS OBJETOS SOBREPOSTOS OBJETOS DISTRIBUÍDOS
  22. 22. A CIÊNCIA INTERESSA A TODA SOCIEDADE A evolução das tecnologias digitais também afeta diretamente a relação entre pessoas, empresas, governo e o conhecimento científico. O Conhecimento passa a ser percebido como insumo para diversos empreendimentos e um fator de progresso. A necessidade de comprovação do que é feito com a verba pública A biblioteca de pesquisa precisa lidar com o desafio de criar diálogos entre diversas disciplinas (interdisciplinaridade) e diversos setores da sociedade (governo como o interlocutor chave para as atividades de pesquisa) Necessidade de expansão do acesso ao sistema de pesquisa
  23. 23. Para onde vamos? O que vamos oferecer? ou
  24. 24. SERVIÇOS AGREGADORES DE RECURSOS INFORMACIONAIS: FONTES IMPRESSAS, VIDEO, IMAGEM, DADOS DE PESQUISA...(CONVERGÊNCIA DAS MÍDIAS) SISTEMAS DE INFORMAÇÕES INTEGRADOS EM INTERFACES ÚNICAS (INTEROPERABILIDADE) SERVIÇOS PERSONALISADOS A BIBLIOTECA NA PORTA DA GELADEIRA ESPAÇO PARA PUBLICAÇÃO, VISIBILIDADE ACADÊMICA ESPAÇO DE COOLABORAÇÃO (REDES SOCIAIS ACADÊMICAS) AUXÍLIO NA GESTÃO DE DADOS DE PESQUISA ESPAÇO DE CONVIVÊNCIA RESOLVER O QUE ELE NÃO CONSEGUE TER CONFIANÇA NOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO OPERAR DIRETAMENTE OS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO O QUE OS USUÁRIOS QUEREM DAS BIBLIOTECAS CIENTÍFICAS ?
  25. 25. O QUE A BIBILIOTECA PODE OFERECER INTEGRAÇÃO DE MÍDIAS SERVIÇOS QUE CONSIDEREM O SEU PERFIL CURADORIA DIGITAL DE DADOS DE PESQUISA AMBIENTES VIRTUAIS QUE INTEGREM RECURSOS INTERNOS E EXTERNOS, INTEROPERABILIDADE / INTERFACE AGREGADORA A BIBLIOTECAS EM TODOS OS GADGETS (CELULAR, TABLETS E NA PORTA DA GELADEIRA) GESTÃO DOS DIVERSOS REPOSITÓRIOS: DADOS, EPRINTS, DINAMIZAÇÃO DOS TRABALHOS COLABORATIVOS (COLABORATÓRIOS) ESPAÇO FÍSICO COMO EXTENSÃO DO ESPAÇO VIRTUAL The Future of Libraries. How interactive is your library of the future? What will it look like? What services will it provide? In a more networked and Googled world with instant information, downloads and immediate gratification, how will library services be structured to meet expectations? As we celebrate the successes of the past, it is fitting that we look forward and see where libraries might be heading in the future… A panel of Library Directors will look into their crystal balls and describe library services in the years to come.
  26. 26. UMA BIBLIOTECA PARA CADA USUÁRIO 3
  27. 27. 1
  28. 28. AS FERRAMENTAS, OS RECURSOS INFORMACIONAIS E A EXPERTISE DA BIBLIOTECA PRECISAM ESTAR AONDE USUÁRIO ESTÁ.
  29. 29. UM CONJUNTO DE FERRAMENTAS PARA RECUPERAR, AGREGAR, CRIAR E COMPARTILHAR INFORMAÇÃO Ergonomia Usabilidade Arquitetura de informação Taxonomia Web semântica PONTO DE ENTRADA E PERMANÊNCIA NA WEB
  30. 30. LINKING: PORQUE OS PRODUTOS DE PESQUISA PRECISAM ESTAR AGREGADOS 4
  31. 31. OS USUÁRIOS CHEGANDO À BIBLIOTECA PELO GOOGLE E PELOS AMBIENTES VIRTUAIS
  32. 32. REPOSITÓRIOS TEMÁTICOS REPOSITÓRIOS DE DADOS REPOSITÓRIO INSTITUCIONAL REPOSITÓRIO CONFIÁVEL WIKIS EDITORAÇÃO DE PERIÓDICOS SISTEMAS DE APOIO AO ENSINO Políticas de submissão Políticas de acesso Padrões Copyright Metadados Interoperabilidade Preservação Armazenamento Seguro
  33. 33. SUPORTE AOS NOVOS CONCEITOS DE PUBLICAÇÃO 2
  34. 34. SUPORTE AOS NOVOS CONCEITOS DE PUBLICAÇÃO
  35. 35. A Biblioteca sempre teve um papel de curadora de informação Desenvolvimento de coleções digitais Metadados: semântica e contexto Integridade e autenticidade
  36. 36. REUSADOS PARA NOVAS PESQUISAS ! REUSO DOS DADOS DE PESQUISA
  37. 37. 001100011100011010100010110001011101001011001010011111010100100010100001110001001010001000101 MANTER PRESERVAR ADICIONAR VALOR REDUZIR AS AMEAÇAS RISCO DE OBSOLESCÊNCIA OTIMIZAR O COMPARTILHAMENTO REDUZIR A DUPLICAÇÃO DE ESFORÇOS TORNAR OS DADOS DISPONÍVEIS PARA FUTURAS PESQUISA CURADORIA DIGITAL Repositórios digitais confiáveis Podemos preservar objetos simples por décadas, mas precisamos aprender a preserva- los por séculos.
  38. 38. Podcast de palestras, vídeos e outros materiais de uso na comunidade científica e para o ensino. A Biblioteca como curadora de materiais que são cada vez mais importantes, especialmente para disseminação de resultados de pesquisas para uma maior audiência.
  39. 39. VARIEDADES DE TIPOS DE ESPAÇOS E AMBIENTES DE TRABALHO QUE POSSAM ACOMODAR USOS DISTINTOS LUGAR DE ESTUDO AMBIENTES TECNOLÓGICOS AVANÇADOS DIÁLOGOS PRESENCIAIS E REMOTOS 5
  40. 40. APLICAÇÕES AUTOMATIZADAS SOBRE OS ESTOQUES INFORMACIONAIS RECRIAR OS SERVIÇOS TRADICIONAIS NOS AMBIENTES VIRTUAIS (E NÃO SÓ REPRODUZI-LOS) E FORMULAR SERVIÇOS INOVADORES Simplesmente traduzir os serviços/ atividades da biblioteca em formas eletrônicas ou digitalizadas não é exatamente o que os usuários – de agora e do futuro – esperam das bibliotecas.
  41. 41. [A BIBLIOTECA COMO UM LUGAR MAIS PARECIDO COM A INSTITUIÇÃO] A BIBLIOTECA COMO LABORATÓRIO: A NECESSIDADE DE EXPERIMENTAÇÃO E INOVAÇÃO
  42. 42. PARCERIA NOS PROCESSOS DE INOVAÇÃO A inovação é altamente dependente de troca e de compartilhamento de informações Apoiar os processos de inovação é um importante desafio para os sistemas de informação e de conhecimento e, sendo assim, uma função ou tarefa que deve ser assumida pelas bibliotecas de pesquisa A inovação é um motor essencial no avanço da economia do conhecimento As instituições investem em pesquisa com a finalidade de obter inovação
  43. 43. GESTÃO DE INFORMAÇÃO PARA A PESQUISA
  44. 44. GESTÃO DE INFORMAÇÃO PARA A PESQUISA Integração com os RIs, RDs
  45. 45. O que queremos?
  46. 46. A biblioteca científica em um novo patamar!!! RESPONSÁVEL PELA MEMÓRIA CIENTÍFICA PARTICIPAÇÃO DIRETA NO DESENVOLVIMENTO DAS PESQUISAS ATIVIDADE-FIM GESTORA DE C T & I Responsável por uma CIBERINFRAESTRUTU RA de apoio ao novo AMBIENTE DE PESQUISA
  47. 47. A BIBLIOTECA DE PESQUISA PRECISA SE RENOVAR FACE AO ATUAL PARADIGMA DA GERAÇÃO DE CONHECIMENTO (E-SCIENCE) E AS MUDANÇAS TECNOLOGICAS A TECNOLOGIA ESTÁ DO LADO DAS BIBLIOTECAS COMPREENDER ESSA FORMA DE FAZER CIÊNCIA RECRIAR OS SERVIÇOS TRADICIONAIS NOS AMBIENTES VIRTUAIS (E NÃO SÓ REPRODUZI-LOS) E FORMULAR SERVIÇOS INOVADORES
  48. 48. BIBLIOTECONOMIA MAIS SOFISTICADA, MAIS PRECISA E MAIS ABRANGENTE, DIALOGANDO MAIS PROXIMAMENTE COM OS PESQUISADORES Necessidade de padrões muito bem estabelecidos (manuais, políticas, etc) A FORMAÇÃO DO BIBLIOTECÁRIO DEVERÁ LEVAR EM CONTA AS FORMAS DE GERAÇÃO DE CONHECIMENTO EMERGENTE Conhecimento profundo de novas tecnologias (hardware e software) Domínio de teorias que possibilitem a resolução de problemas relacionados à Organização do Conhecimento Diálogo preciso com os usuários presentes virtualmente a partir de instrumentos criados para TRATAMENTO E RECUPERAÇÃO DE INFORMAÇÃO (ontologias, taxonomias, metadados) Mudança no foco Biblioteca Informação/Conhecimento
  49. 49. Para saber mais!! SAYÃO, L.F; SALES, L.F. Há futuro para as bibliotecas de pesquisa no ambiente de eScience? Informação & Tecnologia, v.2, n.1, 2015. SAYÃO, L.F; SALES, L.F. Ciberinfraestrutura de informação para a pesquisa: uma proposta de arquitetura para integração de repositórios e sistemas CRIS. Informação & Sociedade, v.25,n.3, 2015
  50. 50. Obrigada!!
  51. 51. Biblioteca do IEN e a Gestão do Conhecimento Preservação do Conhecimento Plataforma Carpe dIEN Projeto Memória do IEN Compartilhamento e Colaboração WikiIEN Disseminação Revistas.IEN Pareceria com a Coordenação de Inovação / NIT-IEN Progress Report Parceria com pesquisadores Pesquisa em Gestão do Conhecimento Nuclear Parceria com a Pós-graduação Oferta de treinamento em métodos e técnicas de pesquisa (2016) Plataforma para apoio ao Ensino (2016)

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