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Da organização do grupo de pesquisadores
à Rede de Pesquisa Brasil:
perspectivas da Plataforma Clínica Global OMS
Fernando Anschau
Coordenador do Projeto no sistema CEP/CONEP
Coordenador do Setor de Pesquisa do GHC
Professor da PUCRS, UFRGS e do Mestrado em ATS do GHC
A Rede de “parceiros em” Pesquisa
• Uma Rede 🡪 aborda educação, inovação aberta, compartilhamento de
conhecimentos e soluções, análises conjuntas, critérios de governança,
aspectos éticos, assistenciais e de gestão.
• Grupo de pesquisadores 🡪 surgimento de um espaço novo,
potencializado pelas tecnologias de informação, com possibilidade de
reuniões síncronas com grupos de todas as regiões do país e de
convidados do exterior.
• Compartilhamento de diferentes áreas do conhecimento entre diversas
profissões da saúde, de comunicação, de administração, gestão e
informação, com articulação entre as mesmas e a formação de redes
cooperativas.
>60 Instituições
>200 pesquisadores
A Rede de “parceiros em” Pesquisa
A busca de dados e os marcos éticos e legais
Pesquisa multicêntrica OMS 🡪 para
desenvolver no Brasil 🡪
encaminhamentos junto ao Sistema
CEP/CONEP 🡪 tramitação por meio da
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processo e acompanhar as demandas
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A governança dos dados
• Determina que as instituições envolvidas
compreendam os aspectos da pesquisa, os
pontos de segurança da informação, e que
completem o processo de envio de dados
ao repositório central de forma clara, sem
ambiguidades e garantindo ações éticas.
Responsáveis ​​por traduzir a estratégia, integrar
todas as partes e traçar objetivos .
Atividades sempre em conformidade com as
normas e regras de segurança de dados.
Gerenciar o projeto, incluindo a definição dos
processos de trabalho, cronograma,
engajamento e comunicação da equipe,
qualidade e acompanhamento dos resultados.
De acordo com os aspectos da LGPD, foram
definidos três níveis de governança/acesso:
Adotamos neste grupo de pesquisa uma posição de comunicação aberta e interações entre os vários atores que
passaram a compor essa diversificada teia de relações sociais e de aprendizado.
Organicidade
O compartilhamento de saberes
foi uma opção de gestão para este grupo,
onde tratamos o saber se deslocando em
direção às pessoas.
A inovação em diferentes contextos:
Uso de inteligência artificial para mineração
de dados, uso de modelos matemáticos para
interpretações de variáveis e uso de
ambientes virtuais para armazenamento e
compartilhamento de informações.
IA
inteligência artificial
inteligência analógica
inteligência analítica
inteligência agregadora
inteligência ambiental
inteligência associativa e disruptiva
inteligência assistencial
inteligência avaliativa
O funcionamento da rede
● As redes têm vantagens extraordinárias como
ferramentas de organização, devido a sua inerente
adaptabilidade e flexibilidade; características
criativas para sobreviver e prosperar em um
ambiente de rápidas mudanças.
● Esta é uma razão pela qual a rede aqui disposta
vem se articulando e se mantendo, para além da
clássica organização vertical e centralizada.
● Adotamos a tomada de decisão descentralizada e
de comunicação horizontal que proporciona para
todos os integrantes da rede uma estrutura de
maior flexibilidade gerencial e de comunicação
aberta, mesmo mantendo as diretrizes da
OPAS/OMS.
Agregamos outros grupos de pesquisa e instituições universitárias públicas e privadas a este
grupo com manutenção do foco na pesquisa covid-19, Pós-covid e Mpox.
Os dados
Extração de dados
Banco de dados
Plataforma Global
Heterogeneidade das instituições
Dados estruturados e não estruturados
Regionalismos
Necessidade de interface de programação automatizada
Coletar, anonimizar e compartilhar informações
Armazenamento seguro baseado em nuvem
Software específico que opera com base em algoritmo
utilizando Redes Neurais Profundas (Deep Learning)
Extrair informações das evoluções clínicas e incorporar
dados aos formulários específicos da pesquisa.
Desenho de estudo
observacional
retrospectivo
Desenho de estudo
observacional
prospectivo
Os próximos passos da Rede Colaborativa 🡪
dependerão do novo objeto norteador
As perspectivas da Plataforma
Clínica Global OMS:
• Manutenção da estratégia e do grupo de pesquisa
• Identificação de novos parceiros
• Identificação de novas fontes de financiamento
• Novos objetivos 🡪 outras entidades nosológicas
• Desafios para tornar o uso dos dados:
• Formas de navegação clínica de pacientes em tempo real
• Possibilitar uso de dados financeiros para avaliação de
custos e auxílio à gestão em saúde
• Auxílio à criação de políticas públicas de saúde
Perspectivas
Obrigado!
fernando.anschau@pucrs.br
fernando.anschau@ufrgs.br
fernando.anschau@saude.gov.br
afernando@ghc.com.br

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Da organização do grupo de pesquisadores à Rede de Pesquisa Brasil: perspectivas da Plataforma Clínica Global OMS

  • 1. Da organização do grupo de pesquisadores à Rede de Pesquisa Brasil: perspectivas da Plataforma Clínica Global OMS Fernando Anschau Coordenador do Projeto no sistema CEP/CONEP Coordenador do Setor de Pesquisa do GHC Professor da PUCRS, UFRGS e do Mestrado em ATS do GHC
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  • 7. A Rede de “parceiros em” Pesquisa • Uma Rede 🡪 aborda educação, inovação aberta, compartilhamento de conhecimentos e soluções, análises conjuntas, critérios de governança, aspectos éticos, assistenciais e de gestão. • Grupo de pesquisadores 🡪 surgimento de um espaço novo, potencializado pelas tecnologias de informação, com possibilidade de reuniões síncronas com grupos de todas as regiões do país e de convidados do exterior. • Compartilhamento de diferentes áreas do conhecimento entre diversas profissões da saúde, de comunicação, de administração, gestão e informação, com articulação entre as mesmas e a formação de redes cooperativas.
  • 8. >60 Instituições >200 pesquisadores A Rede de “parceiros em” Pesquisa
  • 9. A busca de dados e os marcos éticos e legais Pesquisa multicêntrica OMS 🡪 para desenvolver no Brasil 🡪 encaminhamentos junto ao Sistema CEP/CONEP 🡪 tramitação por meio da Plataforma Brasil 🡪 requer um centro coordenador para dar início ao processo e acompanhar as demandas dele derivadas. Existe um arcabouço regimental estruturado e normatizado para o uso de dados de saúde para fins de pesquisa. Publicação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPP, Lei Nº 13.709, de 14 de agosto de 2018). Adequação do projeto inicial e aprovação do projeto de pesquisa (CEP/CONEP).
  • 10. A governança dos dados • Determina que as instituições envolvidas compreendam os aspectos da pesquisa, os pontos de segurança da informação, e que completem o processo de envio de dados ao repositório central de forma clara, sem ambiguidades e garantindo ações éticas. Responsáveis ​​por traduzir a estratégia, integrar todas as partes e traçar objetivos . Atividades sempre em conformidade com as normas e regras de segurança de dados. Gerenciar o projeto, incluindo a definição dos processos de trabalho, cronograma, engajamento e comunicação da equipe, qualidade e acompanhamento dos resultados. De acordo com os aspectos da LGPD, foram definidos três níveis de governança/acesso: Adotamos neste grupo de pesquisa uma posição de comunicação aberta e interações entre os vários atores que passaram a compor essa diversificada teia de relações sociais e de aprendizado.
  • 11. Organicidade O compartilhamento de saberes foi uma opção de gestão para este grupo, onde tratamos o saber se deslocando em direção às pessoas. A inovação em diferentes contextos: Uso de inteligência artificial para mineração de dados, uso de modelos matemáticos para interpretações de variáveis e uso de ambientes virtuais para armazenamento e compartilhamento de informações. IA inteligência artificial inteligência analógica inteligência analítica inteligência agregadora inteligência ambiental inteligência associativa e disruptiva inteligência assistencial inteligência avaliativa
  • 12. O funcionamento da rede ● As redes têm vantagens extraordinárias como ferramentas de organização, devido a sua inerente adaptabilidade e flexibilidade; características criativas para sobreviver e prosperar em um ambiente de rápidas mudanças. ● Esta é uma razão pela qual a rede aqui disposta vem se articulando e se mantendo, para além da clássica organização vertical e centralizada. ● Adotamos a tomada de decisão descentralizada e de comunicação horizontal que proporciona para todos os integrantes da rede uma estrutura de maior flexibilidade gerencial e de comunicação aberta, mesmo mantendo as diretrizes da OPAS/OMS. Agregamos outros grupos de pesquisa e instituições universitárias públicas e privadas a este grupo com manutenção do foco na pesquisa covid-19, Pós-covid e Mpox.
  • 13. Os dados Extração de dados Banco de dados Plataforma Global Heterogeneidade das instituições Dados estruturados e não estruturados Regionalismos Necessidade de interface de programação automatizada Coletar, anonimizar e compartilhar informações Armazenamento seguro baseado em nuvem Software específico que opera com base em algoritmo utilizando Redes Neurais Profundas (Deep Learning) Extrair informações das evoluções clínicas e incorporar dados aos formulários específicos da pesquisa. Desenho de estudo observacional retrospectivo Desenho de estudo observacional prospectivo
  • 14. Os próximos passos da Rede Colaborativa 🡪 dependerão do novo objeto norteador As perspectivas da Plataforma Clínica Global OMS: • Manutenção da estratégia e do grupo de pesquisa • Identificação de novos parceiros • Identificação de novas fontes de financiamento • Novos objetivos 🡪 outras entidades nosológicas • Desafios para tornar o uso dos dados: • Formas de navegação clínica de pacientes em tempo real • Possibilitar uso de dados financeiros para avaliação de custos e auxílio à gestão em saúde • Auxílio à criação de políticas públicas de saúde Perspectivas