10 OrientaçãO Para A ElaboraçãO Do Pra

18.123 visualizações

Publicada em

0 comentários
3 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
18.123
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2.026
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
459
Comentários
0
Gostaram
3
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

10 OrientaçãO Para A ElaboraçãO Do Pra

  1. 1. 10 Orientação para a Elaboração do PRA Cursos EFA Secundário 2008
  2. 2. Contexto <ul><li>«Os Cursos EFA de nível secundário e de nível 3 de qualificação profissional integram uma área de portefólio reflexivo de aprendizagens, destinada a desenvolver nos adultos processos reflexivos e de aquisição de saberes e de competências. Esta área tem um carácter transversal à componente de formação de base e à componente de formação tecnológica (sempre que se trate de um curso de dupla certificação).» </li></ul>
  3. 3. Introdução <ul><li>«No desenho curricular do Curso EFA-NS, existe a Área de Portefólio Reflexivo de Aprendizagens (Área de PRA), cuja finalidade será desenvolver o PRA (iniciado ou não em sede de RVC), com base nas competências que o adulto vai adquirindo em contexto formativo.» </li></ul>
  4. 4. Função do Portefólio <ul><li>«O desenvolvimento da área de PRA dá continuidade ou início à construção do PRA, devendo ser, conforme referido anteriormente, o reflexo do processo e do produto das aprendizagens realizadas e das competências que se forem produzindo/desenvolvendo. Daqui decorre que o Mediador deverá solicitar a participação dos formadores do Curso, sempre que isso seja fundamental para o trabalho de reconhecimento das competências que se vão consolidando no plano de formação, encarado, assim, de uma forma global e integrada.» </li></ul>
  5. 5. PRA e a Avaliação <ul><li>«Esta área assume uma função central no sistema de avaliação dos Cursos EFANS, ao revelar a consolidação das aprendizagens que se vão fazendo no Curso de um modo geral: é a partir do trabalho nela desenvolvido que se avaliam as aprendizagens efectuadas, quer na Formação de Base quer na Formação Tecnológica.» </li></ul>
  6. 6. Definições Legais <ul><li>«O desenvolvimento da área de PRA deve ter uma regularidade quinzenal, quando realizada em regime laboral e uma regularidade mensal, quando realizada em regime pós -laboral.» </li></ul><ul><li>Horas previstas para a Área de PRA: </li></ul><ul><li>Percurso Tipo A: 50 horas. </li></ul><ul><li>Percurso Tipo B: 25 horas. </li></ul><ul><li>Percurso Tipo C: 15 horas. </li></ul>
  7. 7. 10 Orientações <ul><li>Com esta apresentação pretendemos criar 10 linhas básicas de orientação, no sentido abrangente e geral, que possam ser adequadas a diferentes contextos pelos mediadores e formadores para a construção do Portefólio dos formandos dos cursos EFA de nível Secundário. </li></ul>
  8. 8. 1.ª Orientação <ul><li>O trabalho organizativo e formativo num Curso EFA deve ser planeado previamente em equipa. O trabalho da equipa de mediador e formadores é fundamental para o sucesso do curso. Há que preparar actividades gerais e transversais, assim como, coordenar as intervenções do mediador em datas previstas ao longo do curso com objectivos concretos. O mediador tem que “negociar” com os formadores quais os registos, processo de organização do Portefólio e documentos a incluir neste de forma a promover uma delegação de competências ao nível da organização primária do Portefólio que pode ser realizada nas três àreas de formação (STC, CLC e CP). </li></ul>
  9. 9. 2.ª Orientação <ul><li>Será importante que o mediador faça uma leitura e descodificação do referencial de competências-chave em conjunto com os formadores. Quer trocando orientações para a acção, quer na planificação dos tempos de formação em articulação com os momentos de análise de competências registadas no Portefólio. Para esse efeito são extremamente úteis reuniões periodicamente definidas, sendo de registar a utilidade de uma reunião semanal com a duração máxima de 45 minutos para “pontos de situação” ao longo das 50 horas de cada UC. Estas reuniões têm funções de planificação (ao início das 50 horas de uma UC) e de avaliação no final das actividades de formação (no final de cada UC). </li></ul>
  10. 10. 3.ª Orientação <ul><li>Os formandos devem fazer-se acompanhar do seu Portefólio sempre que estiverem em formação ou, em alternativa, este estar em local seguro e reservado mas com acesso do mediador, formadores e dos formandos por forma a tornar este mesmo Portefólio numa espécie de “caderno diário” para o registo de competências a evidenciar por via das actividades realizadas em contexto de formação. Caso o Portefólio seja digital deve o acesso do mediador e formadores ser também assegurado com o mesmo objectivo. </li></ul>
  11. 11. 4.ª Orientação <ul><li>O Portefólio Reflexivo de Aprendizagens é um documento vivo. Este deve reflectir as versões iniciais e finais das actividades desenvolvidas, assim como, integrar reflexões em torno do desenvolvimento das temáticas/competências a explorar. Um dos factores mais positivos do PRA num curso EFA é a potencialidade que este instrumento tem de ser uma auto-análise da evolução conseguida de forma comparativa entre o momento inicial e o momento final. </li></ul>
  12. 12. 5.ª Orientação <ul><li>Cabe aos formadores uma primeira organização com os formandos dos materiais a incluir no Portefólio. A limitação das horas destacadas ao trabalho do mediador não permite que este inicie e desenvolva todo o trabalho na sua área. Devem assim ser preparados, em termos organizativos, os princípios gerais de organização desses materiais a incluir no PRA. </li></ul>
  13. 13. 6.ª Orientação <ul><li>O Portefólio Reflexivo de Aprendizagem é um instrumento pessoal do formando. Deve ser explorada a criatividade e respeitada a individualidade na construção do mesmo. Devem evitar-se modelos standartizados para a construção do Portefólio. </li></ul>
  14. 14. 7.ª Orientação <ul><li>O Portefólio é um recurso fundamental para a Avaliação. Deve existir neste recurso momentos de monitorização do trabalho realizado tal como, por parte do mediador e formadores, informações sobre o desenvolvimento da evidência das competências demonstradas ao longo do processo de formação. </li></ul>
  15. 15. 8.ª Orientação <ul><li>A construção do Portefólio dos formandos deve ser articulada com um processo de negociação entre os objectivos da formação a ministrar em áreas de competência em que o adulto não revela conhecimentos, capacidades e aptidões e as competências que demonstra pela aprendizagem ao longo da vida. </li></ul>
  16. 16. 9.ª Orientação <ul><li>O PRA do formando de um Curso EFA não deve ser exclusivamente centrado na sua história de vida. Deve conter registos de momentos onde pode, o formando, pelo relato/demonstração de competências indicar evidencias de acordo com o referencial de competências-chave mas deve também e principalmente destacar pela integração das actividades realizadas em contexto de formação, a evolução da sua aprendizagem e valorização das suas competências demonstradas em contexto da formação realizada no Curso EFA. </li></ul>
  17. 17. 10.ª Orientação <ul><li>A elaboração do Portefólio deve centrar-se nas competências que o formando demonstra ou desenvolve em contexto das actividades realizadas na formação e deve evidenciar, também, as competências em contexto dessa mesma formação. O portefólio pode e deve ser um espelho do Curso EFA, nas interacções neste existentes, entre formandos e entre formandos e formadores/mediador. </li></ul>
  18. 18. Conclusão <ul><li>O modelo do PRA de um Curso EFA não é o mesmo que o PRA de um processo RVCC, embora, tenha deste, algumas linhas de estruturação. Assim, para além das competências evidenciadas, o PRA de um curso EFA deve ajudar o formando e a equipa a analisar com clareza e capacidade prospectiva, a evolução do formando na sua própria construção e desenvolvimento de competências. </li></ul>
  19. 19. FIM

×