A FORMAÇÃO COMPLEMENTAR UMA ESTRATÉGIA OU UMA SOLUÇÃO? RVCC 2008
DEFINIÇÕES <ul><li>Duas definições: </li></ul><ul><li>«Se, após a conclusão do eixo do reconhecimento (i.e. balanço de com...
ENQUADRAMENTO <ul><li>A visão estratégica da inclusão de formação complementar a realizar no enquadramento das actividades...
A FORMAÇÃO COMPLEMENTAR <ul><li>Neste momento, decorrem ainda processo de RVC que se iniciaram com uma equipa técnico-peda...
A FORMAÇÃO COMPLEMENTAR COMO ALICERCE <ul><li>Esta visão estratégica, embora vá contra a lógica de organização da formação...
A FORMAÇÃO COMPLEMENTAR COMO RECURSO <ul><li>A opção estratégica de realizar (até) 50 horas de formação num contexto de mo...
A FORMAÇÃO COMPLEMENTAR COMO SOLUÇÃO <ul><li>Por último, podemos entender estrategicamente a formação complementar como úl...
O PPQ E A FORMAÇÃO COMPLEMENTAR <ul><li>O ponto de partida, caso o processo seja estruturado e estrategicamente pensado pa...
CONCLUSÕES <ul><li>A formação complementar é uma estratégia a definir pela equipa tendo em conta o percurso definido para ...
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A FormaçãO Complementar

  1. 1. A FORMAÇÃO COMPLEMENTAR UMA ESTRATÉGIA OU UMA SOLUÇÃO? RVCC 2008
  2. 2. DEFINIÇÕES <ul><li>Duas definições: </li></ul><ul><li>«Se, após a conclusão do eixo do reconhecimento (i.e. balanço de competências), um candidato não evidenciar todas as competências necessárias à certificação, de acordo com o Referencial de Competências-Chave de Educação e Formação de Adultos, relativo ao nível de qualificação que pretende obter, serão desenvolvidas sessões de formação complementar, de carácter residual. » ANQ </li></ul><ul><li>«Quando, no decurso do processo de reconhecimento e validação de competências, for identificada a necessidade de realização de acções de formação até cinquenta horas, inclusive, podem as mesmas ser realizadas nos Centros Novas Oportunidades, designando-se por formações complementares e assumindo carácter residual e tendo como referencial o Catálogo Nacional de Qualificações.» Portaria n.º 370/2008 </li></ul>
  3. 3. ENQUADRAMENTO <ul><li>A visão estratégica da inclusão de formação complementar a realizar no enquadramento das actividades desenvolvidas no âmbito do processo de reconhecimento, validação e certificação de competências pode ser visto de duas formas: ou como uma estratégia de apoio ao adulto ou como uma forma de promover a aquisição ou mobilização de competências que, em contexto de actividades de RVC não foram conseguidas demonstrar. A tendências natural, pela introdução da figura do Técnico Superior é pender para a segunda forma em detrimento da primeira. </li></ul>
  4. 4. A FORMAÇÃO COMPLEMENTAR <ul><li>Neste momento, decorrem ainda processo de RVC que se iniciaram com uma equipa técnico-pedagógica onde a função de diagnóstico e de trabalho de RVC se confundia numa só pessoa – O profissional RVC. Com a separação das funções cabe ao Técnico Superior desenhar um Plano Pessoal de Qualificação e, potencialmente, neste desenhar algumas linhas estratégicas para a inclusão no percurso do adulto em processo RVC a realização de (até) 50 horas de formação complementar. Sempre que esta estratégia estiver prevista inicialmente (pode acontecer facilmente com as TIC ou LE) há concretos ganhos de eficiência no decurso do processo. Quando tal não acontece podemos definir três estratégias. </li></ul>
  5. 5. A FORMAÇÃO COMPLEMENTAR COMO ALICERCE <ul><li>Esta visão estratégica, embora vá contra a lógica de organização da formação formal, pode resultar se for planeada por toda a equipa. A realização de (até) 50 horas de formação distribuídas ao longo do tempo de integração do adulto no processo RVC, complementarmente, às sessão de reconhecimento (com o/a profissional RVC) e as actividades de apoio (suplementares) com formadores, assim como, com o trabalho autónomo pode, se definida com objectivos claros e estratégias bem delineadas, trazer ganhos de qualidade final para o trabalho realizado pelo adulto ao longo do processo. Deve, nesta estratégia, ter o adulto conhecimento concreto do objectivo final da formação, assim como, das actividades nesta desenvolvidas que devem estar directamente relacionadas com o seu percursos e os seus registos para conclusão do processo RVC. Esta solução permite uma estratégia de formação apoiada para as áreas de competências-chave. </li></ul>
  6. 6. A FORMAÇÃO COMPLEMENTAR COMO RECURSO <ul><li>A opção estratégica de realizar (até) 50 horas de formação num contexto de mobilização de competências para a aquisição de novas competências deve ser pensada pela equipa como medida para colmatar uma lacuna numa determinada área concreta. Por exemplo, ausência ou necessidade de aperfeiçoamento no domínio das TIC. Estratégicamente planeada para esta unidade, visto ser ministrada a formação pela equipa de formadores do processo RVC, deve ter em conta os objectivos globais, assim como, os objectivos específicos para cada um dos adultos. Esta pode ser uma mais-valia para o desenvolvimento de soluções à medida dos adultos num contexto de formação geral. </li></ul>
  7. 7. A FORMAÇÃO COMPLEMENTAR COMO SOLUÇÃO <ul><li>Por último, podemos entender estrategicamente a formação complementar como última estratégia para a mobilização de competências a desenvolver. Aqui, utilizando os referenciais de formação do Catálogo Nacional de Qualificações, a equipa pode usar a formação complementar como registo para evidência de competências a registar/creditar. A estratégia da formação é pensada como meio de atingir um fim concreto, sendo que se destaca a função de trabalho para a conclusão de registo de competências para creditação no processo RVCC (através do PRA). </li></ul>
  8. 8. O PPQ E A FORMAÇÃO COMPLEMENTAR <ul><li>O ponto de partida, caso o processo seja estruturado e estrategicamente pensado para a qualificação deve ser sempre este: </li></ul><ul><li>«O plano pessoal de qualificação contém a proposta do percurso a realizar pelo adulto para o desenvolvimento de competências e a obtenção de um determinado nível de escolaridade e de qualificação e é definido pela equipa do Centro Novas Oportunidades, em articulação com cada adulto, no final das etapas de diagnóstico e encaminhamento ou das etapas de reconhecimento, validação e certificação de competências.» Portaria 230/2008 </li></ul>
  9. 9. CONCLUSÕES <ul><li>A formação complementar é uma estratégia a definir pela equipa tendo em conta o percurso definido para o adulto em processo RVC. </li></ul><ul><li>A formação complementar é uma estratégia muito válida para apoio ao adulto. </li></ul><ul><li>A formação complementar deve ser vista como uma potencialidade inicial e não como um recurso de “correcção” do percurso. </li></ul>
  10. 10. FIM

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