Plano Formacao Complementar

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Plano Formacao Complementar

  1. 1. Como construir um Plano de Formação Complementar 5 Passos e um Modelo RVCC 2009
  2. 2. O Ponto de Partida… <ul><li>«Caso se conclua que o portefólio do candidato não reúne evidências das Competências-Chave contempladas no Referencial, propõe-se a (re)construção do mesmo. O candidato poderá, desta forma, ser encaminhado para sessões de formação complementar, ser acompanhado em percursos de autoformação, ou enveredar por outras modalidades que o conduzam a adquirir e evidenciar as competências necessárias à validação.» </li></ul><ul><li>Fonte: Guia de Operacionalização </li></ul>
  3. 3. Avaliação do Contexto <ul><li>Cabe à equipa técnico-pedagógica a definição da utilidade e pertinência da formação complementar no percurso de RVC para o adulto. Mas a definição do plano individual de formação complementar começa pela definição do seguinte enquadramento: </li></ul><ul><li>O desenvolvimento da formação complementar para os processos de RVCC pode organizar-se da seguinte forma: </li></ul><ul><li>- formação no âmbito de uma unidade de competência (núcleo gerador), corresponde a 50 horas/adulto  </li></ul><ul><li>ou </li></ul><ul><li>- formação para o desenvolvimento de diferentes competências, nas áreas previstas no Referencial de Competências-Chave sendo, deste modo, as 50 horas distribuídas pelas diferentes competências. </li></ul>
  4. 4. Desenhar o Plano <ul><li>Deverá, após esta tomada de decisão, ser criado o plano individual de formação complementar . Este instrumento pode ser fundamental para: </li></ul><ul><li>A definição dos objectivos para desenvolvimento de competências. </li></ul><ul><li>A articulação entre as áreas de competência. </li></ul><ul><li>A articulação dos objectivos de desenvolvimento/desocultação de competências e o registo em PRA. </li></ul><ul><li>O desenvolvimento de estratégias de auto-formação pelo adulto. </li></ul>
  5. 5. Desenhar o Plano (Cont.) <ul><li>Para além dos pontos anteriores este plano deve ter em conta os seguintes momentos: </li></ul><ul><li>Caracterizar: recolher informação das diferentes áreas de competência; do diagnóstico de competências do adulto; dos objectivos finais da formação. </li></ul><ul><li>Informar: potenciar a participação do adulto na construção do plano de formação tendo em conta os seus objectivos e história de vida, assim como, objectivos pós-processo. </li></ul><ul><li>Experimentar: facilitar a opção de experimentação de aprendizagens por mobilização de competências, assim como, na criação de um desenho de percurso de formação complementar que potencie ajustes no decurso dessa mesma formação por orientação para novos objectivos ou alteração de estratégias para maiores ganhos de eficiência no desenvolvimento de competências. </li></ul>
  6. 6. Os 5 Passos… <ul><li>Os passos que se apresentam nestes slides têm como objectivo ajudar a construir um plano individual de formação complementar por parte da equipa técnico-pedagógica. Seguem uma lógica de diferenciação individual potenciando, no entanto, um trabalho e sessões de grupo. Servem essencialmente para orientação estratégica do trabalho para valorização de competências dos adultos em processo RVC. </li></ul>
  7. 7. 1.º Passo: Identificação <ul><li>Em qualquer estratégia de formação o primeiro passo é sempre o de Identificação das Necessidades Individuais de Formação . Assim, devem ser identificados: </li></ul><ul><li>Competências a mobilizar, desocultar e/ou desenvolver. </li></ul><ul><li>Duração da formação complementar. </li></ul><ul><li>Objectivos de articulação com o PRA. </li></ul><ul><li>Contributos das Áreas de Competência a integrar. </li></ul><ul><li>Contributos da História de Vida a ter em conta. </li></ul><ul><li>Perfil do adulto em relação à formação. </li></ul>
  8. 8. 2.º Passo: Acções para Objectivos <ul><li>O número máximo de 50 horas de formação implica que o desenho da formação complementar seja estrutura em função de objectivos muito concretos. A escolha de metodologias, estratégias e metas concretas em funções dos objectivos traçados é fundamental. As acções de intervenção por áreas de competência ou em articulação estratégica são essencialmente definidas neste passo. É aqui pensada a forma como serão abordados os processos, assim como, os saberes a mobilizar pelo adulto e pela equipa. </li></ul>
  9. 9. 3.º Passo: Gestão do Tempo <ul><li>A definição do tempo de formação é fundamental para a organização da formação. Nesta fase deve a equipa negociar entre si a distribuição das horas pelas áreas (caso exista esta intervenção de várias áreas de competência) ou articular as competências em função do(s) referencial(ais) com o tempo disponível e o perfil do adulto. </li></ul>
  10. 10. 4.º Passo: Desenho do Plano <ul><li>Após o desenvolvimento dos passos anteriores a equipa regista num modelo de plano individual de formação complementar o percurso de formação a realizar. Este deve ser apresentado e discutido com o adulto. Após uma primeira abordagem inicial ao adulto, esta é a fase de consolidação do processo de formação para uma apropriação do adulto dos objectivos que são traçados para o seu percurso. Se bem “negociados” os objectivos podem ser excelentes momentos de consolidação do trabalho com o adulto e muito motivadores para o início de uma consciencialização da importância da formação ao longo da vida e de “desbloqueio” do próprio processo de RVC em muitos casos. </li></ul>
  11. 11. 5.º Passo: Implementação e Controlo <ul><li>O plano individual de formação complementar deve conter instrumentos e mecanismos de avaliação formativa e de orientação metodológica que permitam a sua avaliação em implementação e após esta, de forma a poderem existir ajustes em termos de competências a desenvolver/mobilizar ou ao nível das metodologias a implementar. Deve conter também mecanismos de avaliação de implementação e utilidade pós realização da formação. Muitas vezes, estes instrumentos estão ligados à articulação (ou não) com a demonstração de competências no PRA. </li></ul>
  12. 12. Conclusões <ul><li>A apresentação que aqui publicamos é uma base de trabalho para a criação de um instrumento de trabalho para as equipas. Ele é essencialmente um instrumento para a equipa, embora tenha um valor estrutural para o adulto pela sua validade na orientação do percurso de formação do mesmo. A criação de planos individuais de formação complementar não é obrigatória e tem como objectivos a qualidade final do trabalho realizado pelas equipas dos Centros Novas Oportunidades, com destaque, para o trabalho dos formadores que ministram esta formação. </li></ul>
  13. 13. FIM

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