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Outros Transtornos de Ansiedade TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) Transtorno de Pânico Tricotilomania Agorafobia ...
Conceito Ansiedade: Boa ou Ruim? Fatores gerais comuns: pensamentosintrusivos, incertezas, não aceitação da ameaça, rumi...
Epidemiologia Nos últimos anos teve crescimento grande em pesquisas, mas ainda é umdos transtornos menos pesquisados. Pr...
Critérios DiagnósticosDSM-IV-TR (DSM-V) e CID 10 (CID 11)a) Ansiedade e preocupação excessiva (pelo menos 6 meses) em dive...
 Sintomas geralmente não remitem espontaneamentecom o passar do tempo. Prejuízos no trabalho e em aproveitar momentos de...
Fatores Biológicos “Diferenças genéticas, neurofisiológicas e detemperamento vão favorecer uma vulnerabilidadecognitivas ...
Tratamento Intolerância a incerteza é o fator central da TAG. Crenças negativas sobre incertezas levam uma pessoa ainter...
Intolerância à incerteza Maior preditor dos níveis de preocupações em amostrasclínicas. Avaliar todos os fatores futuros...
Preocupação As obsessões são definidas comoideias, pensamentos, impulsos, ou imagens persistentes quesão vivenciados como...
Crenças [disfuncionais] sobre a Preocupação “preocupando-me evito surpresas desagradáveis” “a preocupação ajuda a encont...
Orientação disfuncional para problemas Estudos apontam que pessoas com TAG tem boahabilidade de solucionar problemas, por...
Evitação cognitiva Refere-se a estratégias utilizadas por uma pessoa para seafastar de estímulos cognitivos e emocionais ...
Avaliação psicológica Entrevista deve focar nas preocupações do paciente paratentar estabelecer um diagnóstico preciso. ...
Tratamento Cognitivo-Comportamental Cognitivo X Comportamental? Método mais eficaz de tratamento (melhora clínica global...
 Foco nos esquemas mal-adaptativos relacionados a ameaçageral (crenças sobre probabilidade e consequências); vulnerabili...
 Aprender a monitorar suas preocupações no dia-a-dia (registrodiário), classificação e propostas de solução. Definir pro...
Obrigado!Rafael Pavanicontato@rafaelpavani.com.brCRP|05 41.239 - IS|08 321Clínica: [43] 3027-1255Londrina
Transtorno de Ansiedade Generalizada - Disciplina: Psicologia Cognitivo-Comportamental
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Transtorno de Ansiedade Generalizada - Disciplina: Psicologia Cognitivo-Comportamental

  1. 1. RAFAEL PAVANIP S I C Ó L O G O C O G N I T I V O - C O M P O R TA M E N TA LM E M B R O D A F E D E R A Ç Ã O B R A S I L E I R A D E T E R A P I A S C O G N I T I VA STranstorno de AnsiedadeGeneralizada
  2. 2. Outros Transtornos de Ansiedade TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) Transtorno de Pânico Tricotilomania Agorafobia Oniomania (Compra Compulsiva) Fobia Social TEPT (Transtorno de Stress Pós Trauma) Outros…
  3. 3. Conceito Ansiedade: Boa ou Ruim? Fatores gerais comuns: pensamentosintrusivos, incertezas, não aceitação da ameaça, ruminações. Situação intensa e desconfortável que compromete aqualidade de vida do indivíduo. Patológicos quando geramsofrimento e comprometimento funcional significativos. Preocupações excessivas e difíceis de controlar relacionadasàs diversas situações do dia-a-dia.
  4. 4. Epidemiologia Nos últimos anos teve crescimento grande em pesquisas, mas ainda é umdos transtornos menos pesquisados. Prevalência de 3% a 5% da população (variando de 4% a 7% ao longo davida). Ocorre mais em mulheres do que em homens – proporção de 2:1. Início na adolescência e no início da vida adulta. Eventos estressores podem contribuir para o início do transtorno. Menor satisfação com a vida em família, atividades diárias e bem estar emgeral (comparado ao grupo controle).
  5. 5. Critérios DiagnósticosDSM-IV-TR (DSM-V) e CID 10 (CID 11)a) Ansiedade e preocupação excessiva (pelo menos 6 meses) em diversos eventos ouatividadesb) O indivíduo considera difícil controlar a preocupaçãoc) 03 ou mais dos seguintes sintomas *(apenas 01 é exigido para crianças)1.inquietação ou sensação de estar com os nervos a flor da pele2. cansaço3. dificuldade em concentrar-se ou sensações de “branco” na mente4. irritabilidade5. tensão muscular6. transtorno do sono (dificuldade em conciliar ou manter o sono, ou sonoinsatisfatório e inquieto)d) não se confunde com transtorno do eixo Ie) sofrimento significativo ou prejuízo no funcionamento social ou ocupacional ouem outra áreas importantes da vida do indivíduof) não se deve a efeitos fisiológicos diretos de substâncias ou condição médicageral, nem por Transtorno de Humor (p.ex)
  6. 6.  Sintomas geralmente não remitem espontaneamentecom o passar do tempo. Prejuízos no trabalho e em aproveitar momentos de lazerdevido a preocupações – prejuízo no desempenhoprofissional e nas relações interpessoais.
  7. 7. Fatores Biológicos “Diferenças genéticas, neurofisiológicas e detemperamento vão favorecer uma vulnerabilidadecognitivas que predispõe o indivíduo a aumentar oureduzir a inclinação de resposta ansiosa a uma ameaça ouadversidade da vida” (Clark e Beck, 2010). Hereditariedade 30% a 40% (estudos com gêmeosunivitelinos criados separadamente, independentementede fatores ambientais).
  8. 8. Tratamento Intolerância a incerteza é o fator central da TAG. Crenças negativas sobre incertezas levam uma pessoa ainterpretar situações ambíguas de uma maneiradistorcida, com uma conotação ameaçadora.
  9. 9. Intolerância à incerteza Maior preditor dos níveis de preocupações em amostrasclínicas. Avaliar todos os fatores futuros: “e se...?” (vai que...!).
  10. 10. Preocupação As obsessões são definidas comoideias, pensamentos, impulsos, ou imagens persistentes quesão vivenciados como intrusivos e inadequados e causamacentuada ansiedade ou sofrimento. (ruminação depressiva é orientada para o passado, já a TAG éorientada para o futuro). Tipo I: eventos internos ou externos não cognitivos (saúde dafamília, segurança própria, perder o emprego, etc). Tipo II: avaliação negativa sobre a preocupação –preocupação com a preocupação.
  11. 11. Crenças [disfuncionais] sobre a Preocupação “preocupando-me evito surpresas desagradáveis” “a preocupação ajuda a encontrar soluções para os problemas” “preocupando-me evito que coisas ruins aconteçam” “a preocupação é um sinal de que uma pessoa é responsável ecuidadosa” Tais crenças são reforçadas negativamente pela não ocorrência, namaioria das vezes, do evento temido (gerando: Orientaçãodisfuncional para problemas e Evitação Cognitiva).
  12. 12. Orientação disfuncional para problemas Estudos apontam que pessoas com TAG tem boahabilidade de solucionar problemas, porém umaorientação disfuncional para o mesmo.
  13. 13. Evitação cognitiva Refere-se a estratégias utilizadas por uma pessoa para seafastar de estímulos cognitivos e emocionais aversivos. A não exposição impede a habituação aos estímulos aversivose eles permanecem. Por estarem menos expostas, ficam menos capazes deperceber flutuações emocionais ao longo do dia. Costumam evitar medos profundos, traumaspassados, problemas de relacionamentos interpessoais nainfância ou na vida atual.
  14. 14. Avaliação psicológica Entrevista deve focar nas preocupações do paciente paratentar estabelecer um diagnóstico preciso. Os sintomas da TAG são também sintomas de outros TAs. Atenção à frequência, ao excesso e a falta de controle.
  15. 15. Tratamento Cognitivo-Comportamental Cognitivo X Comportamental? Método mais eficaz de tratamento (melhora clínica global – manutençãodos ganhos). Eficiente na redução dos sintomas clínicos e na recuperaçãoneuroendócrina. Terapia estruturada, diretiva, breve, de tempo limitado, focada na relaçãoentre pensamentos disfuncionais, sentimentos e comportamentos;estrutura e princípios da intervenção psicoterápica. Psicoeducação do modelo cognitivo e do transtorno.
  16. 16.  Foco nos esquemas mal-adaptativos relacionados a ameaçageral (crenças sobre probabilidade e consequências); vulnerabilidade pessoal (desamparo, inadequação e falta derecursos pessoais); intolerância a incertezas (crenças sobre frequência econsequência) e metacognição (efeitos positivos e negativos da preocupação eseu controle).
  17. 17.  Aprender a monitorar suas preocupações no dia-a-dia (registrodiário), classificação e propostas de solução. Definir problemas; reformular objetivos; resolução e soluçõesalternativas (analise de prós e contras) – implementar e avaliarefetividade. Resoluções imaginárias para problemas hipotéticos. Analise de custo-benefício (em manter pensamento oucomportamento). Treino de relaxamento muscular e respiração diafragmal profunda.
  18. 18. Obrigado!Rafael Pavanicontato@rafaelpavani.com.brCRP|05 41.239 - IS|08 321Clínica: [43] 3027-1255Londrina

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