O documento discute a saúde mental na atenção básica, destacando que cerca de 25% dos adultos e 53% das pessoas que procuram unidades básicas de saúde sofrem de sofrimento mental comum. A atenção primária deve dar atenção qualificada aos pacientes, entendendo seu contexto de vida e oferecendo terapia comunitária e apoio da equipe de saúde para casos leves a moderados.