QUINHENTISMO<br />
LITERATURA DE INFORMAÇÃO<br />Crônicas de viagem e cartas<br />LITERATURA JESUÍTICA<br />A arte como catequese<br />
  A literatura de Informação<br />
A carta de Pêro Vaz de Caminha<br />Tratado de Terra do Brasil, de Pêro de Magalhães Gândavo.<br />Tratado Descritivo do B...
Objetivo  Fazer um levantamento da “Terra Nova”, de sua  fauna, de sua flora, de sua gente.<br />Literatura descritiva se...
O IMAGINÁRIO EUROPEU<br />
EDENIZAÇÃO E DEMONIZAÇÃO<br />
A ESQUADRA DE PEDRO ÁLVARES CABRAL<br />
Momento Histórico.<br />Auge do Renascimento<br />Mercantilismo<br />
A Carta de Caminha<br />
A Carta de Caminha<br />   A feição deles é serem pardos, um tanto avermelhados, de bons rostos e bons narizes, bem feitos...
A Carta de Caminha<br />     Pardos, nus, sem coisa alguma que lhes cobrisse suas vergonhas. Traziam arcos nas mãos, e sua...
	E um deles lhe arremessou um sombreiro de penas de ave, compridas, com uma copazinha de penas vermelhas e pardas, como de...
Os cabelos deles são corredios. E andavam tosquiados, de tosquia alta antes do que sobre-pente, de boa grandeza, rapados t...
Ali andavam entre eles três ou quatro moças, bem novinhas e gentis, com cabelos muito pretos e compridos pelas costas; e s...
	Posto que o capitão-mor desta vossa frota, e assim os outros capitães escrevam a Vossa Alteza a nova do achamento dessa v...
TubiTupyLenine<br />Eu sou feito de restos de estrelasComo o corvo, o carvalho e o carvãoAs sementes nasceram das cinzasDe...
A literatura jesuítica<br />
A PRIMEIRA MISSA- Vitor Meireles<br />
A PRIMEIRA MISSA -Portinari<br />
F<br />Sem    é<br />Sem      ei<br />Sem     ei<br />L<br />R <br />
SUA OBRA:<br />Cartas<br />Sermões<br />Uma gramática da língua tupi<br />Doze textos teatrais<br />Poemas em latim<br />J...
PREOCUPAÇÃO DIDÁTICA E MORALIZANTE<br />ADAPTAÇÃO ÀS NECESSIDADES PRÁTICAS DA VIDA NO BRASIL COLONIAL<br />JOSÉ DE ANCHIET...
A FIGURA DO DIABO É ASSOCIADA A ALGUM CHEFE OU SACERDOTE INDÍGENA CONTRÁRIO AOS PORTUGUESES.<br />A LÍNGUA E A RELIGIOSIDA...
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Quinhentismo no brasil

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Aula do professor André Guerra sobre Quinhentismo

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Quinhentismo no brasil

  1. 1. QUINHENTISMO<br />
  2. 2. LITERATURA DE INFORMAÇÃO<br />Crônicas de viagem e cartas<br />LITERATURA JESUÍTICA<br />A arte como catequese<br />
  3. 3. A literatura de Informação<br />
  4. 4. A carta de Pêro Vaz de Caminha<br />Tratado de Terra do Brasil, de Pêro de Magalhães Gândavo.<br />Tratado Descritivo do Brasil, de Gabriel Soares de Souza.<br />A História do Brasil de Frei Vicente do Salvador.<br />
  5. 5. Objetivo  Fazer um levantamento da “Terra Nova”, de sua fauna, de sua flora, de sua gente.<br />Literatura descritiva sem grande valor literário (valor histórico, documental)<br />Textos repletos de fantasias e moldados pela visão medieval.<br />
  6. 6. O IMAGINÁRIO EUROPEU<br />
  7. 7. EDENIZAÇÃO E DEMONIZAÇÃO<br />
  8. 8. A ESQUADRA DE PEDRO ÁLVARES CABRAL<br />
  9. 9. Momento Histórico.<br />Auge do Renascimento<br />Mercantilismo<br />
  10. 10.
  11. 11.
  12. 12. A Carta de Caminha<br />
  13. 13. A Carta de Caminha<br /> A feição deles é serem pardos, um tanto avermelhados, de bons rostos e bons narizes, bem feitos. Andam nus, sem cobertura alguma. Nem fazem mais caso de encobrir ou deixar de encobrir suas vergonhas do que de mostrar a cara. (...)<br />
  14. 14. A Carta de Caminha<br /> Pardos, nus, sem coisa alguma que lhes cobrisse suas vergonhas. Traziam arcos nas mãos, e suas setas. Vinham todos rijamente em direção ao batel. E Nicolau Coelho lhes fez sinal que pousassem os arcos. E eles os depuseram. Mas não pôde deles haver fala nem entendimento que aproveitasse, por o mar quebrar na costa. Somente arremessou-lhe um barrete vermelho e uma carapuça de linho que levava na cabeça, e um sombreiro preto. <br />
  15. 15. E um deles lhe arremessou um sombreiro de penas de ave, compridas, com uma copazinha de penas vermelhas e pardas, como de papagaio. E outro lhe deu um ramal grande de continhas brancas, miúdas que querem parecer de aljôfar, as quais peças creio que o Capitão manda a Vossa Alteza. E com isto se volveu às naus por ser tarde e não poder haver deles mais fala, por causa do mar. <br />
  16. 16. Os cabelos deles são corredios. E andavam tosquiados, de tosquia alta antes do que sobre-pente, de boa grandeza, rapados todavia por cima das orelhas. (...)<br />Trazem todos as testas, de fonte a fonte, tintas de tintura preta, que parece uma fita preta da largura de dois dedos. <br />
  17. 17. Ali andavam entre eles três ou quatro moças, bem novinhas e gentis, com cabelos muito pretos e compridos pelas costas; e suas vergonhas, tão altas e tão cerradinhas e tão limpas das cabeleiras que, de as nós muito bem olharmos, não se envergonhavam. <br />
  18. 18. Posto que o capitão-mor desta vossa frota, e assim os outros capitães escrevam a Vossa Alteza a nova do achamento dessa vossa terra nova(...) não deixarei também de dar minha conta disso(...) o melhor que eu puder<br /> Tome Vossa Alteza, porém, minha ignorância por boa vontade, e creia bem por certo que , para alindar nem para afear, não porei aqui mais do que aquilo que vi e me pareceu<br />
  19. 19. TubiTupyLenine<br />Eu sou feito de restos de estrelasComo o corvo, o carvalho e o carvãoAs sementes nasceram das cinzasDe uma delas depois da explosãoSou o índio da estrela veloz e brilhanteO que é forte como o jabutiO de antes de agora em dianteE o distante galáxias daqui<br />Canibal tropical, qual o pauQue dá nome à nação, renasciNatural, analógico e digitalLibertado astronauta tupiEu sou feito do resto de estrelasDaquelas primeiras, depois da explosão,Sou semente nascendo das cinzasSou o corvo, o carvalho, o carvão<br />O meu nome é TupyGaykuruMeu nome é PeriDe CeciEu sou neto de CaramuruSou Galdino, Juruna e Raoni<br />E no Cosmos de onde eu vimCom a imagem do caosMe projeto futuro sem fimPelo espaço num tour sideralMinhas roupas estampam em coresA beleza do caos atualAs misérias e mil esplendoresDo planeta de Neanderthal<br />
  20. 20. A literatura jesuítica<br />
  21. 21. A PRIMEIRA MISSA- Vitor Meireles<br />
  22. 22. A PRIMEIRA MISSA -Portinari<br />
  23. 23. F<br />Sem é<br />Sem ei<br />Sem ei<br />L<br />R <br />
  24. 24. SUA OBRA:<br />Cartas<br />Sermões<br />Uma gramática da língua tupi<br />Doze textos teatrais<br />Poemas em latim<br />JOSÉ DE ANCHIETA – (1534-1597)<br />
  25. 25. PREOCUPAÇÃO DIDÁTICA E MORALIZANTE<br />ADAPTAÇÃO ÀS NECESSIDADES PRÁTICAS DA VIDA NO BRASIL COLONIAL<br />JOSÉ DE ANCHIETA<br />
  26. 26. A FIGURA DO DIABO É ASSOCIADA A ALGUM CHEFE OU SACERDOTE INDÍGENA CONTRÁRIO AOS PORTUGUESES.<br />A LÍNGUA E A RELIGIOSIDADE TUPI SÃO EXPLORADAS<br />CARACTERÍSTICAS<br />

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