Romantismo: 1836 – 1881
A Nova Estética Burguesa;
A futilidade e a hipocrisia da
 vida burguesa, colocada à
 prova;
Romantismo: 1774
• Origem: Suspiros Poéticos e
  Saudades, de Gonçalves de
  Magalhães;
             O Filho do Pescador, de
  Teixeira e Sousa.
Contexto Histórico:
• Era Napoleônica;
• Vinda da Família Real;
• A Independência;
• Urbanização do Rio de Janeiro e
  São Paulo;
• O Império.
Características:
• Sentimentalismo;
• Pessimismo;
• Evasão/ Fuga (
  tempo, lugar, religião, loucura, morte; );
• Saudosismo;
• Idealização (
  mulher, amor, índio, natureza );
• Indianismo;
• Nativismo/Nacionalismo/ Patriotismo;
Características:
• Subjetivismo;
• Egocentrismo;
• Linguagem Artificial/ Esteriotipada/
  Europeizada;
• “Cor Local”( a 3ª geração )
• Ao Gosto Burguês( afirmação dos
  valores e hábitos burgueses;
• ‘Medievalismo’.
Autores: Poesia
I – Geração: Introdutória; Afirmadora;
  Indianista; Nativista; Nacionalista;
  Patriótica; dos Gonçalves.
a. Gonçalves de Magalhães( Introdutor ).
Obra: Suspiros Poéticos e Saudades(
  saudosismo )Confederação dos Tamoios(
  indianista – severas críticas contrárias ).
Autores: Poesia
b. Gonçalves Dias. ( Grande nome da 1ª Geração )
- Características: Saudosismo; Nativismo; Lirismo
   Amoroso; Indianismo.
Obra: Primeiros Cantos( Canção do Exílio ); Segundos
   Cantos; Terceiros Cantos; Últimos Cantos;
   Meditações( abolicionista ); I- Juca Pirama(
   Indianista ); Sextilhas de Frei Antão( medievalismo –
   religiosidade ); Canto da Piega( Indianista ); Canto
   do Guerreiro( indianista )Os Timbiras( indianista –
   Inacabada ).
Canção do exílio – Gonçalves Dias
   Minha terra tem            Onde canta o Sabiá.
palmeiras,                       Minha terra tem primores,
Onde canta o Sabiá;           Que tais não encontro eu cá;
As aves, que aqui gorjeiam,   Em cismar –sozinho, à noite–
Não gorjeiam como lá.         Mais prazer eu encontro lá;
   Nosso céu tem mais         Minha terra tem palmeiras,
estrelas,                     Onde canta o Sabiá.
Nossas várzeas têm mais          Não permita Deus que eu
flores,                       morra,
Nossos bosques têm mais       Sem que eu volte para lá;
vida,                         Sem que disfrute os primores
Nossa vida mais amores.       Que não encontro por cá;
   Em cismar, sozinho, à      Sem qu'inda aviste as
noite,                        palmeiras,
Mais prazer eu encontro lá;   Onde canta o Sabiá.
Minha terra tem palmeiras,
I – Juca Pirama – Gonçalves Dias
“Meu canto de morte,     Meu canto de morte,
Guerreiros, ouvi:        Guerreiros, ouvi.
Sou filho das selvas,    Já vi cruas brigas,
Nas selvas cresci;       De tribos imigas,
Guerreiros, descendo     E as duras fadigas
Da tribo tupi.           Da guerra provei;
Da tribo pujante,        Nas ondas mendaces
Que agora anda errante   Senti pelas faces
Por fado inconstante,    Os silvos fugaces
Guerreiros, nasci;       Dos ventos que amei.”
Sou bravo, sou forte,
Sou filho do Norte;
Autores: Poesia
II – Geração: Byroniana; Epicureia; Epicurista;
   Hedonista; Ultrarromântica; Mal-do-Século;
   Pessimista; Egocêntrica.
c. Álvares de Azevedo.
- Características: Pessimismo; Egocentrismo; forte
   lirismo.
Obra: Lira dos Vinte Anos; Noite na Taverna; O
   Poema do Frade; Macário.
d. Casimiro de Abreu.
- Características: Saudosismo.
Obra: As Primaveras.
Oito Anos – Casimiro de Abreu
“Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!” ( ... )
Autores: Poesia
e. Fagundes Varela.
- Características: inspirações; pessimismo; angústia;
   dor.
Obra: Poesias Completas;( Cântico do Calvário – Elegia
   ); Vozes da América; Noturnos.
f. Junqueira Freire.
- Características: Saudosismo; Confusão; Dualidade.
Obra: Inspirações do Claustro; Contradições Poéticas.
Autores: Poesia
III – Geração: Condoeira; Hugoniana;
   Abolicionista; Libertária; Transitória.
g. Castro Alves( O Poeta dos Escravos ).
- Características: Amor dual; Eloquência;
   Crítica Social; Lirismo Apológico;
Obra: Escravos( Navio Negreiro ); Gonzaga
   ou A Revolução de Minas( Peça de
   Teatro ); Espumas Flutuantes( Lirismo
   Amoroso ); Cachoeira de Paulo Afonso(
   temáticas variadas ).
Navio Negreiro – Canto IV
 Era um sonho dantesco... o     espantadas,
tombadilho                      No turbilhão de espectros
Que das luzernas avermelha      arrastadas,
o brilho.                       Em ânsia e mágoa vãs!
Em sangue a se banhar.            E ri-se a orquestra irônica,
Tinir de ferros... estalar de   estridente...
açoite...                       E da ronda fantástica a
Legiões de homens negros        serpente
como a noite,                   Faz doudas espirais ...
Horrendos a dançar...           Se o velho arqueja, se no
  Negras mulheres,              chão resvala,
suspendendo às tetas            Ouvem-se gritos... o chicote
Magras crianças, cujas bocas    estala.
pretas                          E voam mais e mais...
Rega o sangue das mães:
Outras moças, mas nuas e
Navio Negreiro – Canto IV
 Presa nos elos de uma só     Diz do fumo entre os
cadeia,                       densos nevoeiros:
A multidão faminta            "Vibrai rijo o chicote,
cambaleia,                    marinheiros!
E chora e dança ali!          Fazei-os mais dançar!..."
Um de raiva delira, outro        E ri-se a orquestra
enlouquece,                   irônica, estridente. . .
Outro, que martírios          E da ronda fantástica a
embrutece,                    serpente
Cantando, geme e ri!          Faz doudas espirais...
  No entanto o capitão        Qual um sonho dantesco as
manda a manobra,              sombras voam!...
E após fitando o céu que se   Gritos, ais, maldições,
desdobra,                     preces ressoam!
Tão puro sobre o mar,          E ri-se Satanás!...
O Índio – Caetano Veloso
                                                      Um índio preservado
Um índio descerá                                      Em pleno corpo físico
De uma estrela colorida e brilhante                   Em todo sólido todo
De uma estrala que virá                               Gás e todo líquido
Numa velocidade estonteante                           Em átomos palavras cor em gesto em cheiro em sombra
E pousará no coração do hemisfério sul na América num      em luz em som magnífico
     claro instante                                   Num ponto eqüidistante
                                                      Entre o atlântico e o pacifico
Depois de exterminada a última nação indígena         Do objeto sim resplandecente
E o espírito dos pássaros                             Descerá o índio
Das fontes de água límpida                            E as coisas que eu sei que ele dirá fará não sei dizer assim
Mais avançado que a mais avançada das mais avançadas       de um modo explícito
     tecnologias
                                                      E aquilo que nesse momento se revelará aos povos
Virá                                                  Surpreenderá a todos não por ser exótico
Impávido que nem muhammad ali                         Mas pelo fato de poder Ter sempre estado oculto quando
Virá que eu vi                                             terá sido o óbvio.
Apaixonadamente como peri
Virá que eu vi
Tranqüilo e infalível como Bruce Lee
Virá que eu vi
O aché do afoché filhos de ghandi
Virá
Os Folhetins
• Prosa Histórica: José de Alencar (O Guarani; As Minas
  de Prata; A guerra dos Mascates), Bernardo Guimarães
  (Lendas e romances; histórias e tradições da província
  de Minas Gerais) e Franklin Távora (O Matuto;
  Lourenço; O Cabeleira).
• Prosa Indianista:Iracema.
• Prosa Urbana: José de Alencar (Senhora ; Lucíola;
  Diva), Joaquim Manuel de Macedo (A Moreninha; O
  Moço Loiro; A Luneta Mágica) e Manuel Antônio de
  Almeida (Memórias de um sargento de milícias).
• Prosa Regionalista: José de Alencar( O Tronco do Ipê);
  José de Alencar, Taunay (Inocência).
Autores: Prosa
a. Joaquim Manuel de Macedo.
Características: Linguagem burguesa e artificial; um
    modelo do folhetim romântico.
Obra: A Moreninha; O Moço Loiro, A Luneta Mágica –
  Um Passeio pela Cidade do Rio de Janeiro; Os Dois
  Amores.
b. José de Alencar – Cearense
• Tríade Indianista – Ubirajara; Iracema; O Guarani
• Tríade Feminina – Diva; Lucíola; Senhora.
Obra: Iracema( Martim – Moacir ); O Guarani( Ceci –
  Peri ); Senhora( Aurélia Camargo – Fernando Seixas );
  Lucíola( Lúcia – Paulo ); O Gaúcho; A Guerra dos
  Mascates; O Sertanejo; Cinco Minutos.
A Moreninha – Joaquim Manuel de Macedo
“- Então tuas primas são gentis?... perguntou Leopoldo
a Filipe. - A mais velha, respondeu este, tem dezessete
anos, chama-se Joana, tem cabelos negros, belos olhos
da mesma cor, e é pálida. - Hein?... exclamou
Augusto, pondo-se de um pulo duas braças longe do
canapé onde estava deitado, então ela é pálida?... - A
mais moça tem um ano de menos: loura, de olhos
azuis, faces cor-de-rosa... seio de alabastro... dentes... -
Como se chama? - Joaquina. - Ai, meus pecados!... disse
Augusto. - Vejam como Augusto já está enternecido... -
Mas, Filipe, tu já me disseste que tinhas uma irmã. -
Sim, é uma moreninha de quatorze anos. - Moreninha?
diabo!... exclamou outra vez Augusto, dando novo
pulo.”
Iracema – José de Alencar
“ Do antro profundo saiu um medonho
 gemido, que parecia arrancado das
 entranhas do rochedo. Irapuã não
 tremeu, nem enfiou de susto; mas
 sentiu estremecer a luz nos olhos, e a
 voz nos lábios. – O senhor do trovão é
 por ti; o senhor da guerra será por
 Irapuã: disse o chefe. O torvo guerreiro
 deixou a cabana (...)”.
Lucíola – José de Alencar
"Ainda quando soubesse que morreria nos
seus braços... Que morte mais doce podia
eu desejar!" "... desejava que fosse possível
morrermos assim um no outro... uma só
vida extinguindo-se num só corpo!". E
assim se fez. Morreu ao lado do ser amado,
dizendo-lhe: "vou te amar enfim por toda a
eternidade. (...) Recebe-me... Paulo!"
Autores: Prosa
c. Bernardo Guimarães.
• Obra: O Seminarista(Fuga pela loucura, religião e
   morte – Eugênio e Margarida – celibatário
   clerical ); A Escrava Isaura( Isaura; Leôncio ; Álvaro
   – crítica à escravidão – visão idealizada ); O Índio
   Afonso; O Garimpeiro.
d. Visconde de Taunay.
Obra: Inocência( Cirino – Regionalista – Fuga pela
   loucura e morte ); A Retirada de Lacuna.
Inocência – Visconde de Taunay
"-- Esta obrigação de casar as mulheres é o
diacho! E depois, as histórias! Hi, meu Deus,
mulheres numa casa é coisa de meter
medo... São redomas de vidro que tudo pode
quebrar (...) O Manecão que se agüente,
quando a tiver por sua... Com gente de saia
não há que fiar... Cruz! botam famílias
inteiras a perder, enquanto o demo esfrega
um olho."
O Guarani
“Quando a cavalgada chegou à margem da clareira, aí se passava uma cena curiosa.
Em pé, no meio do espaço que formava a grande abóbora das árvores, encostado a um
   velho tronco decepado pelo raio, via-se um índio na flor da idade.
Uma simples túnica de algodão, a que os indígenas chamavam aimará, apertada à
   cintura por uma faixa de penas escarlates, caia-lhe dos ombros até ao meio da
   perna, e desenhava o talhe delgado e esbelto como um junco selvagem.
Sobre a alvura diáfana do algodão, a sua pele, cor de cobre, brilhava como reflexos
   dourados, os cabelos pretos cortados rentes, a tez lisa, os olhos grandes com os
   cantos exteriores erguidos para a fronte, a pupila negra, móbil cintilante, a boca
   forte, mas bem modelada e guarnecida de dentes alvos, davam ao rosto um pouco
   oval a beleza inculta da graça, da força e da inteligência.
Tinha a cabeça cingida por uma fita de couro, à qual se prendiam do lado esquerdo
   duas plumas matizadas, que descrevendo uma longa espiral, vinham roçar com as
   pontas negras o pescoço flexível.
Era de alta estatura; tinha as mãos delicadas; a perna ágil e nervosa, ornada com uma
   axorca de frutos amarelos, apoiava-se sobre um pé pequeno, mas firme no andar e
   veloz na corrida”.
O Seminarista – Bernardo Guimarães
     “A menina, sentada sobre a relva, despencava
um molho de flores silvestres de que estava
fabricando um ramalhetde.
      O sol, que já não se via no céu, tocava com
uma luz de ouro os topes abaulados dos altos
espigões; uma aragem quase imperceptível mal
rumorejava pelas abas do capão e esvoaçava por
aquelas baixadas cheias de sombra.
       - Vamos, Eugênio. São horas... vamos apartar
os bezerros e tocar as vacas para a outra banda.
       Dizendo isto, a menina levanta-se da
relva, e, atirando para trás dos ombros os negros e
compridos cabelos, sacudiu do regaço uma nuvem
de flores despencadas.”
Escrava Isaura – Bernardo Guimarães
    “A tez é como o marfim do teclado, alva que não
deslumbra, embaçada por uma nuança delicada,
que não sabereis dizer se é leve palidez ou cor-de-
rosa desmaiada. (…)
    Na fronte calma e lisa como o mármore polido, a
luz do ocaso esbatia um róseo e suave reflexo; di-la-
íeis misteriosa lâmpada de alabastro guardando no
seio diáfano o fogo celeste da inspiração. Lembrava,
ligeiramente, Malvina ”
Autores: Prosa
e. Manuel Antônio de Almeida
Obra: Memórias de um Sargento de Milícias(
   Leonardinho; Maria Horlaiça; Luizinha;Major
   vIdigal – obra fora do estilo; pitoresca;
   engraçaça; o nosso primeiro Anti-Herói –
   Histórica ) ; Dois Amores( poesia ).
f. Franklin Távora.( cearense )
Obra: O Cabeleira( Regionalista – relato
   histórico – José Gomes; Joaquim Gomes;
   Joana Gomes; Luizinha; ); Os Índios do
   Jaguaribe( regionalista – Vale do Jaguaribe );
   A Casa de Palha.
• Marque a alternativa incorreta sobre a poesia
  do Romantismo:
  – Em obras como Escravos de Castro Alves, a Terceira
    Geração se mostra voltada para as questões sociais
    no Brasil.
  – A Geração Byroniana mostra uma profunda
    preocupação com a temática indianista, pois os
    autores desta Geração tinham uma necessidade de
    reescrever a história do Brasil.
  – A Geração que se inspira nas obras do escritor
    francês Vitor Hugo, foi a Terceira Geração.
  – A Segunda Geração também recebe o nome de
    Geração Epicurista ou Epicuréia.
Realismo/ Naturalismo: 1881 -
            1882
• Origem: “Memórias Póstumas de Brás
  Cubas”, de Machado de Assis e “O
  Mulato”, de Aluísio de Azevedo.
Contexto Histórico:
• Revolução Industrial;
• Idéias Revolucionárias( Positivismo;
  Evolucionismo; Darwinismo; Marxismo;
  Psicanálise.
• Libertação dos Escravos.
Características:
•   Antropocentrismo;
•   Razão;
•   Preocupação com a realidade objetiva;
•   Linguagem clara e direta;
•   Análise Psicológica;
•   Romance de tese;
•   Gosto pela patologia;
•   Determinismo.
Autores:
• Machado de Assis.
Obra: Dom Casmurro; Quincas Borba;
  Memorial de Aires; Esaú e Jacó; O Alienista;
  A Cartomante; A Missa do Galo; Banco de
  Escola; Ocidentais.
• Aluísio de Azevedo.
Obra: O Cortiço; Casa de Pensão.
• Raul Pompéia.
Obra; O Ateneu( Sergio;Ema;
  Aristarco ).
• Inglês de Sousa.
Obra: O Missionário( Antônio de
  Moraes e Clarinha ).
• Adolfo Caminha.
Obra: O Bom Crioulo( Aleijo; Amaro;
  Carolina ); A Normalista( João da
  Mata; Maria do Carmo ).
• Oliveira Paiva.
Obra: Dona Guidinha do Poço( Dona
  Margarida; Secundino ).
• Antônio Sales.
Obra: Aves de Arribação( Alípio; Florzinha;
  Bilinha ).
• Júlio Ribeiro.
Obra: A Carne( Lenita; Manuel ).
• Domingos Olímpico.
 Obra: Luzia-Homem( Luzia; Crapiúna )
Memórias Póstumas de Brás Cubas –
       Machado de Assis
“Esta é a grande vantagem da
 morte, que, se não deixa boca
 para rir, também não deixa
 olhos para chorar...”
O Bom Crioulo – Adolfo Caminha
“ Macas de lona suspensas em varais de ferro,
 umas sobre as outras, encardidas como panos de
 cozinha, oscilavam à luz moribunda e macilenta
 das lanternas. Imagine-se o porão do navio
 mercante carregado de miséria. No intervalo das
 peças, na meia escuridão dos recôncavos moviam-
 se corpos seminus. Respirava-se um odor
 nauseabundo de cárcere, um cheiro acre de suor
 humano diluído em urina e alcatrão. Negros, de
 boca     aberta,    roncavam      profundamente,
 contorcendo-se na inconsciência do sono.”
• Leia atentamente:
   – “ A segunda Revolução Industrial, o cientificismo, o
     progresso tecnológico, o socialismo utópico, a filosofia
     positivista de Auguste Comte, o evolucionismo formam o
     contexto sócio-político-econômico-filosófico-cientifíco em
     que se desenvolveu a estética realista.”
   – “ O escritor realista acercar-se dos objetos e das pessoas de
     um modo pessoal, apoiando-se na intuição e nos
     sentimentos.”
   –“      Os      maiores      representantes      da     estética
     Realista/Naturalista no Brasil foram: Machado de
     Assis, Aluísio de Azevedo.”
        Verificamos que em relação ao
   Realismo/Naturalismo está ( ão ) correta ( s ):
a. Apenas I e II.
b. Apenas I e III.
c. Apenas II.
d. Apenas II e III.
• Assinale a alternativa incorreta sobre a prosa
  naturalista:
   a. O estilo caracteriza-se por um descritivismo
  intenso, capaz de refletir a visualização pictórica
  do ambiente.
   b. Os tipos são muito bem delimitados, física e
  moralmente,         compondo           verdadeiras
  representações caricaturais.
   c. Tem como objetivo maior aprofundar a
  dimensão psicológica das personagens.
   d. O comportamento das personagens e sua
  movimentação no espaço determinam-lhe a
  condição humana.
   e. As personagens se submetem às leis da
  natureza.
Romantismo e realismo

Romantismo e realismo

  • 1.
    Romantismo: 1836 –1881 A Nova Estética Burguesa; A futilidade e a hipocrisia da vida burguesa, colocada à prova;
  • 2.
    Romantismo: 1774 • Origem:Suspiros Poéticos e Saudades, de Gonçalves de Magalhães; O Filho do Pescador, de Teixeira e Sousa.
  • 3.
    Contexto Histórico: • EraNapoleônica; • Vinda da Família Real; • A Independência; • Urbanização do Rio de Janeiro e São Paulo; • O Império.
  • 4.
    Características: • Sentimentalismo; • Pessimismo; •Evasão/ Fuga ( tempo, lugar, religião, loucura, morte; ); • Saudosismo; • Idealização ( mulher, amor, índio, natureza ); • Indianismo; • Nativismo/Nacionalismo/ Patriotismo;
  • 5.
    Características: • Subjetivismo; • Egocentrismo; •Linguagem Artificial/ Esteriotipada/ Europeizada; • “Cor Local”( a 3ª geração ) • Ao Gosto Burguês( afirmação dos valores e hábitos burgueses; • ‘Medievalismo’.
  • 6.
    Autores: Poesia I –Geração: Introdutória; Afirmadora; Indianista; Nativista; Nacionalista; Patriótica; dos Gonçalves. a. Gonçalves de Magalhães( Introdutor ). Obra: Suspiros Poéticos e Saudades( saudosismo )Confederação dos Tamoios( indianista – severas críticas contrárias ).
  • 7.
    Autores: Poesia b. GonçalvesDias. ( Grande nome da 1ª Geração ) - Características: Saudosismo; Nativismo; Lirismo Amoroso; Indianismo. Obra: Primeiros Cantos( Canção do Exílio ); Segundos Cantos; Terceiros Cantos; Últimos Cantos; Meditações( abolicionista ); I- Juca Pirama( Indianista ); Sextilhas de Frei Antão( medievalismo – religiosidade ); Canto da Piega( Indianista ); Canto do Guerreiro( indianista )Os Timbiras( indianista – Inacabada ).
  • 8.
    Canção do exílio– Gonçalves Dias Minha terra tem Onde canta o Sabiá. palmeiras, Minha terra tem primores, Onde canta o Sabiá; Que tais não encontro eu cá; As aves, que aqui gorjeiam, Em cismar –sozinho, à noite– Não gorjeiam como lá. Mais prazer eu encontro lá; Nosso céu tem mais Minha terra tem palmeiras, estrelas, Onde canta o Sabiá. Nossas várzeas têm mais Não permita Deus que eu flores, morra, Nossos bosques têm mais Sem que eu volte para lá; vida, Sem que disfrute os primores Nossa vida mais amores. Que não encontro por cá; Em cismar, sozinho, à Sem qu'inda aviste as noite, palmeiras, Mais prazer eu encontro lá; Onde canta o Sabiá. Minha terra tem palmeiras,
  • 9.
    I – JucaPirama – Gonçalves Dias “Meu canto de morte, Meu canto de morte, Guerreiros, ouvi: Guerreiros, ouvi. Sou filho das selvas, Já vi cruas brigas, Nas selvas cresci; De tribos imigas, Guerreiros, descendo E as duras fadigas Da tribo tupi. Da guerra provei; Da tribo pujante, Nas ondas mendaces Que agora anda errante Senti pelas faces Por fado inconstante, Os silvos fugaces Guerreiros, nasci; Dos ventos que amei.” Sou bravo, sou forte, Sou filho do Norte;
  • 10.
    Autores: Poesia II –Geração: Byroniana; Epicureia; Epicurista; Hedonista; Ultrarromântica; Mal-do-Século; Pessimista; Egocêntrica. c. Álvares de Azevedo. - Características: Pessimismo; Egocentrismo; forte lirismo. Obra: Lira dos Vinte Anos; Noite na Taverna; O Poema do Frade; Macário. d. Casimiro de Abreu. - Características: Saudosismo. Obra: As Primaveras.
  • 11.
    Oito Anos –Casimiro de Abreu “Oh! que saudades que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida Que os anos não trazem mais! Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras À sombra das bananeiras, Debaixo dos laranjais!” ( ... )
  • 12.
    Autores: Poesia e. FagundesVarela. - Características: inspirações; pessimismo; angústia; dor. Obra: Poesias Completas;( Cântico do Calvário – Elegia ); Vozes da América; Noturnos. f. Junqueira Freire. - Características: Saudosismo; Confusão; Dualidade. Obra: Inspirações do Claustro; Contradições Poéticas.
  • 13.
    Autores: Poesia III –Geração: Condoeira; Hugoniana; Abolicionista; Libertária; Transitória. g. Castro Alves( O Poeta dos Escravos ). - Características: Amor dual; Eloquência; Crítica Social; Lirismo Apológico; Obra: Escravos( Navio Negreiro ); Gonzaga ou A Revolução de Minas( Peça de Teatro ); Espumas Flutuantes( Lirismo Amoroso ); Cachoeira de Paulo Afonso( temáticas variadas ).
  • 14.
    Navio Negreiro –Canto IV Era um sonho dantesco... o espantadas, tombadilho No turbilhão de espectros Que das luzernas avermelha arrastadas, o brilho. Em ânsia e mágoa vãs! Em sangue a se banhar. E ri-se a orquestra irônica, Tinir de ferros... estalar de estridente... açoite... E da ronda fantástica a Legiões de homens negros serpente como a noite, Faz doudas espirais ... Horrendos a dançar... Se o velho arqueja, se no Negras mulheres, chão resvala, suspendendo às tetas Ouvem-se gritos... o chicote Magras crianças, cujas bocas estala. pretas E voam mais e mais... Rega o sangue das mães: Outras moças, mas nuas e
  • 15.
    Navio Negreiro –Canto IV Presa nos elos de uma só Diz do fumo entre os cadeia, densos nevoeiros: A multidão faminta "Vibrai rijo o chicote, cambaleia, marinheiros! E chora e dança ali! Fazei-os mais dançar!..." Um de raiva delira, outro E ri-se a orquestra enlouquece, irônica, estridente. . . Outro, que martírios E da ronda fantástica a embrutece, serpente Cantando, geme e ri! Faz doudas espirais... No entanto o capitão Qual um sonho dantesco as manda a manobra, sombras voam!... E após fitando o céu que se Gritos, ais, maldições, desdobra, preces ressoam! Tão puro sobre o mar, E ri-se Satanás!...
  • 16.
    O Índio –Caetano Veloso Um índio preservado Um índio descerá Em pleno corpo físico De uma estrela colorida e brilhante Em todo sólido todo De uma estrala que virá Gás e todo líquido Numa velocidade estonteante Em átomos palavras cor em gesto em cheiro em sombra E pousará no coração do hemisfério sul na América num em luz em som magnífico claro instante Num ponto eqüidistante Entre o atlântico e o pacifico Depois de exterminada a última nação indígena Do objeto sim resplandecente E o espírito dos pássaros Descerá o índio Das fontes de água límpida E as coisas que eu sei que ele dirá fará não sei dizer assim Mais avançado que a mais avançada das mais avançadas de um modo explícito tecnologias E aquilo que nesse momento se revelará aos povos Virá Surpreenderá a todos não por ser exótico Impávido que nem muhammad ali Mas pelo fato de poder Ter sempre estado oculto quando Virá que eu vi terá sido o óbvio. Apaixonadamente como peri Virá que eu vi Tranqüilo e infalível como Bruce Lee Virá que eu vi O aché do afoché filhos de ghandi Virá
  • 17.
    Os Folhetins • ProsaHistórica: José de Alencar (O Guarani; As Minas de Prata; A guerra dos Mascates), Bernardo Guimarães (Lendas e romances; histórias e tradições da província de Minas Gerais) e Franklin Távora (O Matuto; Lourenço; O Cabeleira). • Prosa Indianista:Iracema. • Prosa Urbana: José de Alencar (Senhora ; Lucíola; Diva), Joaquim Manuel de Macedo (A Moreninha; O Moço Loiro; A Luneta Mágica) e Manuel Antônio de Almeida (Memórias de um sargento de milícias). • Prosa Regionalista: José de Alencar( O Tronco do Ipê); José de Alencar, Taunay (Inocência).
  • 18.
    Autores: Prosa a. JoaquimManuel de Macedo. Características: Linguagem burguesa e artificial; um modelo do folhetim romântico. Obra: A Moreninha; O Moço Loiro, A Luneta Mágica – Um Passeio pela Cidade do Rio de Janeiro; Os Dois Amores. b. José de Alencar – Cearense • Tríade Indianista – Ubirajara; Iracema; O Guarani • Tríade Feminina – Diva; Lucíola; Senhora. Obra: Iracema( Martim – Moacir ); O Guarani( Ceci – Peri ); Senhora( Aurélia Camargo – Fernando Seixas ); Lucíola( Lúcia – Paulo ); O Gaúcho; A Guerra dos Mascates; O Sertanejo; Cinco Minutos.
  • 19.
    A Moreninha –Joaquim Manuel de Macedo “- Então tuas primas são gentis?... perguntou Leopoldo a Filipe. - A mais velha, respondeu este, tem dezessete anos, chama-se Joana, tem cabelos negros, belos olhos da mesma cor, e é pálida. - Hein?... exclamou Augusto, pondo-se de um pulo duas braças longe do canapé onde estava deitado, então ela é pálida?... - A mais moça tem um ano de menos: loura, de olhos azuis, faces cor-de-rosa... seio de alabastro... dentes... - Como se chama? - Joaquina. - Ai, meus pecados!... disse Augusto. - Vejam como Augusto já está enternecido... - Mas, Filipe, tu já me disseste que tinhas uma irmã. - Sim, é uma moreninha de quatorze anos. - Moreninha? diabo!... exclamou outra vez Augusto, dando novo pulo.”
  • 20.
    Iracema – Joséde Alencar “ Do antro profundo saiu um medonho gemido, que parecia arrancado das entranhas do rochedo. Irapuã não tremeu, nem enfiou de susto; mas sentiu estremecer a luz nos olhos, e a voz nos lábios. – O senhor do trovão é por ti; o senhor da guerra será por Irapuã: disse o chefe. O torvo guerreiro deixou a cabana (...)”.
  • 21.
    Lucíola – Joséde Alencar "Ainda quando soubesse que morreria nos seus braços... Que morte mais doce podia eu desejar!" "... desejava que fosse possível morrermos assim um no outro... uma só vida extinguindo-se num só corpo!". E assim se fez. Morreu ao lado do ser amado, dizendo-lhe: "vou te amar enfim por toda a eternidade. (...) Recebe-me... Paulo!"
  • 22.
    Autores: Prosa c. BernardoGuimarães. • Obra: O Seminarista(Fuga pela loucura, religião e morte – Eugênio e Margarida – celibatário clerical ); A Escrava Isaura( Isaura; Leôncio ; Álvaro – crítica à escravidão – visão idealizada ); O Índio Afonso; O Garimpeiro. d. Visconde de Taunay. Obra: Inocência( Cirino – Regionalista – Fuga pela loucura e morte ); A Retirada de Lacuna.
  • 23.
    Inocência – Viscondede Taunay "-- Esta obrigação de casar as mulheres é o diacho! E depois, as histórias! Hi, meu Deus, mulheres numa casa é coisa de meter medo... São redomas de vidro que tudo pode quebrar (...) O Manecão que se agüente, quando a tiver por sua... Com gente de saia não há que fiar... Cruz! botam famílias inteiras a perder, enquanto o demo esfrega um olho."
  • 24.
    O Guarani “Quando acavalgada chegou à margem da clareira, aí se passava uma cena curiosa. Em pé, no meio do espaço que formava a grande abóbora das árvores, encostado a um velho tronco decepado pelo raio, via-se um índio na flor da idade. Uma simples túnica de algodão, a que os indígenas chamavam aimará, apertada à cintura por uma faixa de penas escarlates, caia-lhe dos ombros até ao meio da perna, e desenhava o talhe delgado e esbelto como um junco selvagem. Sobre a alvura diáfana do algodão, a sua pele, cor de cobre, brilhava como reflexos dourados, os cabelos pretos cortados rentes, a tez lisa, os olhos grandes com os cantos exteriores erguidos para a fronte, a pupila negra, móbil cintilante, a boca forte, mas bem modelada e guarnecida de dentes alvos, davam ao rosto um pouco oval a beleza inculta da graça, da força e da inteligência. Tinha a cabeça cingida por uma fita de couro, à qual se prendiam do lado esquerdo duas plumas matizadas, que descrevendo uma longa espiral, vinham roçar com as pontas negras o pescoço flexível. Era de alta estatura; tinha as mãos delicadas; a perna ágil e nervosa, ornada com uma axorca de frutos amarelos, apoiava-se sobre um pé pequeno, mas firme no andar e veloz na corrida”.
  • 25.
    O Seminarista –Bernardo Guimarães “A menina, sentada sobre a relva, despencava um molho de flores silvestres de que estava fabricando um ramalhetde. O sol, que já não se via no céu, tocava com uma luz de ouro os topes abaulados dos altos espigões; uma aragem quase imperceptível mal rumorejava pelas abas do capão e esvoaçava por aquelas baixadas cheias de sombra. - Vamos, Eugênio. São horas... vamos apartar os bezerros e tocar as vacas para a outra banda. Dizendo isto, a menina levanta-se da relva, e, atirando para trás dos ombros os negros e compridos cabelos, sacudiu do regaço uma nuvem de flores despencadas.”
  • 26.
    Escrava Isaura –Bernardo Guimarães “A tez é como o marfim do teclado, alva que não deslumbra, embaçada por uma nuança delicada, que não sabereis dizer se é leve palidez ou cor-de- rosa desmaiada. (…) Na fronte calma e lisa como o mármore polido, a luz do ocaso esbatia um róseo e suave reflexo; di-la- íeis misteriosa lâmpada de alabastro guardando no seio diáfano o fogo celeste da inspiração. Lembrava, ligeiramente, Malvina ”
  • 27.
    Autores: Prosa e. ManuelAntônio de Almeida Obra: Memórias de um Sargento de Milícias( Leonardinho; Maria Horlaiça; Luizinha;Major vIdigal – obra fora do estilo; pitoresca; engraçaça; o nosso primeiro Anti-Herói – Histórica ) ; Dois Amores( poesia ). f. Franklin Távora.( cearense ) Obra: O Cabeleira( Regionalista – relato histórico – José Gomes; Joaquim Gomes; Joana Gomes; Luizinha; ); Os Índios do Jaguaribe( regionalista – Vale do Jaguaribe ); A Casa de Palha.
  • 29.
    • Marque aalternativa incorreta sobre a poesia do Romantismo: – Em obras como Escravos de Castro Alves, a Terceira Geração se mostra voltada para as questões sociais no Brasil. – A Geração Byroniana mostra uma profunda preocupação com a temática indianista, pois os autores desta Geração tinham uma necessidade de reescrever a história do Brasil. – A Geração que se inspira nas obras do escritor francês Vitor Hugo, foi a Terceira Geração. – A Segunda Geração também recebe o nome de Geração Epicurista ou Epicuréia.
  • 30.
    Realismo/ Naturalismo: 1881- 1882 • Origem: “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis e “O Mulato”, de Aluísio de Azevedo.
  • 31.
    Contexto Histórico: • RevoluçãoIndustrial; • Idéias Revolucionárias( Positivismo; Evolucionismo; Darwinismo; Marxismo; Psicanálise. • Libertação dos Escravos.
  • 32.
    Características: • Antropocentrismo; • Razão; • Preocupação com a realidade objetiva; • Linguagem clara e direta; • Análise Psicológica; • Romance de tese; • Gosto pela patologia; • Determinismo.
  • 33.
    Autores: • Machado deAssis. Obra: Dom Casmurro; Quincas Borba; Memorial de Aires; Esaú e Jacó; O Alienista; A Cartomante; A Missa do Galo; Banco de Escola; Ocidentais. • Aluísio de Azevedo. Obra: O Cortiço; Casa de Pensão.
  • 34.
    • Raul Pompéia. Obra;O Ateneu( Sergio;Ema; Aristarco ). • Inglês de Sousa. Obra: O Missionário( Antônio de Moraes e Clarinha ). • Adolfo Caminha. Obra: O Bom Crioulo( Aleijo; Amaro; Carolina ); A Normalista( João da Mata; Maria do Carmo ).
  • 35.
    • Oliveira Paiva. Obra:Dona Guidinha do Poço( Dona Margarida; Secundino ). • Antônio Sales. Obra: Aves de Arribação( Alípio; Florzinha; Bilinha ). • Júlio Ribeiro. Obra: A Carne( Lenita; Manuel ). • Domingos Olímpico. Obra: Luzia-Homem( Luzia; Crapiúna )
  • 36.
    Memórias Póstumas deBrás Cubas – Machado de Assis “Esta é a grande vantagem da morte, que, se não deixa boca para rir, também não deixa olhos para chorar...”
  • 37.
    O Bom Crioulo– Adolfo Caminha “ Macas de lona suspensas em varais de ferro, umas sobre as outras, encardidas como panos de cozinha, oscilavam à luz moribunda e macilenta das lanternas. Imagine-se o porão do navio mercante carregado de miséria. No intervalo das peças, na meia escuridão dos recôncavos moviam- se corpos seminus. Respirava-se um odor nauseabundo de cárcere, um cheiro acre de suor humano diluído em urina e alcatrão. Negros, de boca aberta, roncavam profundamente, contorcendo-se na inconsciência do sono.”
  • 38.
    • Leia atentamente: – “ A segunda Revolução Industrial, o cientificismo, o progresso tecnológico, o socialismo utópico, a filosofia positivista de Auguste Comte, o evolucionismo formam o contexto sócio-político-econômico-filosófico-cientifíco em que se desenvolveu a estética realista.” – “ O escritor realista acercar-se dos objetos e das pessoas de um modo pessoal, apoiando-se na intuição e nos sentimentos.” –“ Os maiores representantes da estética Realista/Naturalista no Brasil foram: Machado de Assis, Aluísio de Azevedo.” Verificamos que em relação ao Realismo/Naturalismo está ( ão ) correta ( s ): a. Apenas I e II. b. Apenas I e III. c. Apenas II. d. Apenas II e III.
  • 39.
    • Assinale aalternativa incorreta sobre a prosa naturalista: a. O estilo caracteriza-se por um descritivismo intenso, capaz de refletir a visualização pictórica do ambiente. b. Os tipos são muito bem delimitados, física e moralmente, compondo verdadeiras representações caricaturais. c. Tem como objetivo maior aprofundar a dimensão psicológica das personagens. d. O comportamento das personagens e sua movimentação no espaço determinam-lhe a condição humana. e. As personagens se submetem às leis da natureza.