Plano Nacional de Avaliação da Dor na UCI
Todos nós sabemos o que é aDor…  …mas ao tentar mensurá-la  percebemos que interiorizámos o  seu significado de uma forma ...
“A dor é uma experiência sensorial e emocionaldesagradável, associada a uma lesão tecidular, realou potencial, ou que pode...
Joint Commission on Accreditation          of Health-care Organizations’s (JCAHO’s)          Normas para a avaliação e ges...
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“Os doentes críticos estãoparticularmente vulneráveis à dor.”“A dor não é considerada umaprioridade.”“A dor tem sido ident...
“A dor em doentes críticos é comum.”“Existe um grande desafio em analisar eavaliar a dor.”
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1 década em Portugal     3 décadas no MundoAvaliação da dor em UCI
“Esforços devem ser feitos para melhorar a avaliaçãoe o tratamento da dor em doentes críticos erepresenta uma oportunidade...
Princípios da Avaliação da Dor“Dor é o que a pessoa que experimenta diz que ée existe sempre que a pessoa diz que existe” ...
Procedimento de Avaliação de Dor     Auto-Avaliação        • O paciente faz a Auto-Avaliação da dorCausas Potenciais de Do...
Auto-Avaliação                   “Esforços devem ser feitos                   para obter a auto-avaliação da              ...
Auto-Avaliação                          Pode ser prejudicada por:Causas Potencias    de Dor                   Alterações d...
Auto-Avaliação                          Pode ser prejudicada por:Causas Potencias    de Dor                   Incapacidade...
Auto-Avaliação                   “Mesmo o paciente com capacidade                   cognitiva diminuída pode relatar aCaus...
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Auto-Avaliação                   “Não se pode adoptar escalas de dorCausas Potencias    de Dor                   concebida...
Auto-Avaliação                        Escalas                      EscalasCausas Potencias                   Multidimensio...
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Auto-Avaliação                   Indicadores ComportamentaisCausas Potencias    de Dor                      – Expressão Fa...
Auto-Avaliação                   Behavioral Pain Scale (BPS)                                            Payen et al., 2001...
Behavioral Pain Scale (BPS) Auto-Avaliação                                   Payen et al., 2001Causas Potencias    de Dor ...
Auto-Avaliação                                         Escala de Comportamentos                                         In...
Plano Nacionalde Avaliação da Dor na UCI
Viseu, 19 de Abril de 2010
ProblemáticaAusência de uniformização de ferramentasavaliação da intensidade da Dor do doenteinternado nas Unidades de Cui...
Objectivo Geral     Designar uma escala comportamental, das    duas indicadas, como instrumento de medida,    para a avali...
Objectivos Específicos• Promover o desenvolvimento de competências  na área da avaliação da dor em doentes críticos;• Aval...
1ª Intervenção
Sociedade Portuguesa de Cuidados Intensivos lança projectos pioneiro de avaliação                                         ...
Plataforma de Formação• Estruturar                    Enf. Ref.      • Formação em  formação      • Formar             ser...
ANTES DO PROCEDIMENTO                                                    DURANTE MOBILIZAÇÃO/C. POSTURAL OU               ...
População AlvoDoentes internados em Unidade de CuidadosIntensivos, aderentes ao estudo, que cumpramtodos os critérios de i...
CRITÉRIOS DE INCLUSÃO•Estar submetido a ventilação mecânica;•Incapacidade para comunicar, de formaverbal e/ou motora.
CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO•Doentes com capacidade para efectuar auto-avaliaçãoda dor;• Ventilação espontânea;•Tetraplegia;•Trat...
“AVALIAR”Intervenção simples e de baixo custoJ Am Med.2001;284:2578-85
AVALIAÇÃO DA DOR“BEHAVIORAL PAIN SCALE”                 Payen et al, 2001
BEHAVIORAL PAIN SCALE                                                      (Payen et al, 2001)                            ...
ESCALA COMPORTAMENTAL DE DOR         Adaptada da Behavioral Pain Scale de Payen et al 2001OBJECTIVO Avaliar comportamento...
ESCALA COMPORTAMENTAL DE DORPONTUAÇÃO : Selecção de um item de cada indicador, ao qual corresponderáuma cotação entre 1 (...
BEHAVIORAL PAIN SCALE                   Payen et al , 2001, p. 2258-2263
Payen et al , 2001, p. 2258-2263
OBJECTIVO: Score <4           Oscilação da Pontuação                               Score total     ausência da dor =      ...
ESCALA DE COMPORTAMENTOS INDICADORES DE DOR                   ESCID
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Contempla os seguintes itenscomportamentais:        - Musculatura facial;        - Tranquilidade;        - Tónus muscular;...
Nacho Latorre modifica esta escala substituindo o itemVOCALIZAÇÕES por ADAPTAÇÃO Á VENTILAÇÃOMECÂNICA, passando-se a chama...
ESCALA DE COMPORTAMENTOS INDICADORES DE DOR (ESCID)                                     Nacho Latorre Marco, 2011
Musculatura facial:INTERPRETAÇÃO DA      ESCID        0 pontos – “Relaxada”                    - o doente apresenta expres...
INTERPRETAÇÃO DA      ESCID:       Tranquilidade:                   2 pontos – “ Movimentos frequentes, incluindo cabeça  ...
INTERPRETAÇÃO DA                   Adaptação à ventilação mecânica:      ESCID:                   0 pontos – “Tolera a ven...
Procedimento• A avaliação da dor deverá ser realizada todos os  turnos (MTN);• A avaliação da dor deve ser realizada por u...
Agradecemos                a atenção!  Em nome de todos osEnfermeiros do GAD-SPCI
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  1. 1. Plano Nacional de Avaliação da Dor na UCI
  2. 2. Todos nós sabemos o que é aDor… …mas ao tentar mensurá-la percebemos que interiorizámos o seu significado de uma forma intuitiva, isto porque…. … a dor é sempre uma experiência subjectiva.
  3. 3. “A dor é uma experiência sensorial e emocionaldesagradável, associada a uma lesão tecidular, realou potencial, ou que pode ser descrita de acordocom as manifestações próprias de tal lesão.”
  4. 4. Joint Commission on Accreditation of Health-care Organizations’s (JCAHO’s) Normas para a avaliação e gestão da dor“os pacientes críticos têm o direito à analgesia adequada e àgestão da sua dor” (grau de recomendação C)“a avaliação da dor e a resposta à terapêutica deve serrealizada regularmente através de uma escala adequada àpopulação de doentes e sistematicamente documentada” (grau de recomendação C)
  5. 5. Joint Commission on Accreditation of Health-care Organizations’s (JCAHO’s) Normas para a avaliação e gestão da dor“O nível de dor relatada pelo paciente deve ser considerado o“gold standard” para a avaliação da dor e resposta àanalgesia. O uso da EVN é recomendada para avaliar a dor” (grau de recomendação B)“A dor em pacientes que não podem comunicar, deve seravaliada por meio subjectivo da observação decomportamentos e indicadores fisiológicos” (grau de recomendação B)
  6. 6. “Os doentes críticos estãoparticularmente vulneráveis à dor.”“A dor não é considerada umaprioridade.”“A dor tem sido identificada com umfactor que agrava a condição clínica dodoente.”“A eficaz gestão só pode ser alcançadacom uma avaliação precisa da dor.”
  7. 7. “A dor em doentes críticos é comum.”“Existe um grande desafio em analisar eavaliar a dor.”
  8. 8. AVALIAÇÃO DA DOR EM UCI Complexa Desafio UniversalMed Intensiva 2006;30(8)101:1470-6 Crit Care Med 2002 vol.30 nº1 120-135 Difícil em doentes que não comunicam Dimensions of Critical Care Nursing vol 22 nº6
  9. 9. 1 década em Portugal 3 décadas no MundoAvaliação da dor em UCI
  10. 10. “Esforços devem ser feitos para melhorar a avaliaçãoe o tratamento da dor em doentes críticos erepresenta uma oportunidade de melhoria naqualidade de cuidados”
  11. 11. Princípios da Avaliação da Dor“Dor é o que a pessoa que experimenta diz que ée existe sempre que a pessoa diz que existe” IASP“A dor deve ser avaliada, monitorizada, controladae aliviada” DGS, 2003“A avaliação deve ser registada para facilitar acomunicação entre os profissionais” Gordon et al, 2005“A dor é uma experiência subjectiva” E.P.A, 2003
  12. 12. Procedimento de Avaliação de Dor Auto-Avaliação • O paciente faz a Auto-Avaliação da dorCausas Potenciais de Dor • Procurar Causas Potenciais de dor Observação • Observar comportamentos Comportamental Observação da Família • A família identifica comportamentos Titulação Analgésica • Avaliação analgésica • Reavaliação • Reavaliar sistematicamente
  13. 13. Auto-Avaliação “Esforços devem ser feitos para obter a auto-avaliação da dor de todos os doentes”Causas Potencias de Dor McCaffery & Pasero, 1999 ObservaçãoComportamental “A melhor forma de avaliar aObservação da dor é perguntar ao doente” Família N Engl J Med. 1994; 330: 592-6 Am J Crit Care. 2002; 11:41-29 Titulação Analgésica GOLD STANDARD Reavaliação
  14. 14. Auto-Avaliação Pode ser prejudicada por:Causas Potencias de Dor Alterações da percepção dolorosa do doente: ObservaçãoComportamental –Idade –Perturbações cognitivasObservação da Família –Experiências dolorosas Titulação –Delírio Analgésica –Estado emotivo Reavaliação
  15. 15. Auto-Avaliação Pode ser prejudicada por:Causas Potencias de Dor Incapacidade de comunicação Observação –Nível de consciênciaComportamentalObservação da Família –Estado de sedação –Presença de tubo endotraqueal Titulação Analgésica –Bloqueadores neuromusculares Reavaliação
  16. 16. Auto-Avaliação “Mesmo o paciente com capacidade cognitiva diminuída pode relatar aCausas Potencias de Dor sua dor” Chest 2009;135;1069-1074 Observação Tentar pelo menosComportamentalObservação da Família Titulação Analgésica SIM NÃO Reavaliação
  17. 17. Auto-Avaliação PatologiaCausas Potencias de Dor Observação Procedimentos InfecçõesComportamental de Imobilidade OcultasObservação da Enfermagem Família Titulação Analgésica Procedimentos invasivos Reavaliação
  18. 18. Auto-Avaliação Procedimentos de Enfermagem – ReabilitaçãoCausas Potencias – Tratamento de feridas de Dor – Aspiração de secreções endotraqueais ObservaçãoComportamental – PosicionamentoObservação da Família “OS MAIS DOLOROSOS” Titulação Analgésica (Jacob & Puntillo,1999; Puntillo et al.,2001, 2004; Simons et al.,2003; Stanik-Hutt et al., 2001; Reavaliação Foster et al., 2003; Gordon et al., 2004)
  19. 19. Auto-Avaliação EnfermeirosCausas Potencias de Dor “ “Os Enfermeiros estão presentes Observação em quase todos osComportamental procedimentos dolorosos, portanto são os profissionaisObservação da indicados para avaliar e Família monitorizar a dor do doente crítico” Titulação IASP Analgésica Reavaliação
  20. 20. Auto-Avaliação Neonatologia e crianças noCausas Potencias de Dor Demência pré-verbal Observação Comportamental Doentes Adultos Entubados e/ou Observação da Família Inconscientes Titulação Analgésica Reavaliação Populações do Não-Verbal American Society for Management Nursing, 2006
  21. 21. Auto-Avaliação “Não se pode adoptar escalas de dorCausas Potencias de Dor concebidas para neonatologia ou doentes com demência pois estes instrumentos, expressamente Observação Comportamental desenhados para estas populações, não mostram fiabilidade nem Observação da validade quando se aplicam em Família adultos que não comunicam” Titulação Crit Care Med.2006;30:119-41 Analgésica Reavaliação
  22. 22. Auto-Avaliação Escalas EscalasCausas Potencias Multidimensionais Unidimensionais de Dor Observação Indicadores Indicadores Comportamental Fisiológicos Comportamentais Observação da Família Indicadores Comportamentais Titulação Analgésica The Journal of Pain. 2008;9;2:2-10 Reavaliação
  23. 23. Auto-Avaliação Indicadores FisiológicosCausas Potencias de Dor “Tradicionais indicadores de dor” Intensive and Critical Care Nursing. 2006;22:32-9 Observação Comportamental – Frequência cardíaca – Pressão arterial Observação da Família – Frequência respiratória Titulação (Jacob & Puntillo,1999; Puntillo et al.,2001, 2004; Analgésica Simons et al.,2003; Foster et al., 2003; Gordon et al., 2004 ;Céline Gélinas, 2008) Reavaliação
  24. 24. Auto-Avaliação Indicadores ComportamentaisCausas Potencias de Dor – Expressão Facial – Presença de movimentos ou Observação Comportamental posturas antiálgicas – Aumento do tónus muscular Observação da – Adptação ventilatória Família Titulação (Jacob & Puntillo,1999; Puntillo et al.,2001, 2004; Analgésica Simons et al.,2003; Stanik-Hutt et al., 2001; Foster et al., 2003; Gordon et al., 2004) Reavaliação
  25. 25. Auto-Avaliação Behavioral Pain Scale (BPS) Payen et al., 2001Causas Potencias de Dor Observação Critical Care Pain Observation Tool Comportamental (CPOT) Gélinas et al, 2003 Observação da Família Escala de Comportamentos Titulação Indicadores de Dor (ESCID) Analgésica Nacho Latorre Marco, 2011 Reavaliação
  26. 26. Behavioral Pain Scale (BPS) Auto-Avaliação Payen et al., 2001Causas Potencias de Dor Observação Comportamental Observação da Família Titulação Analgésica Reavaliação
  27. 27. Auto-Avaliação Escala de Comportamentos Indicadores de Dor (ESCID) Nacho Latorre Marco, 2011Causas Potencias ESCID de Dor 0 1 2 Pont. Parcial Em tensão, testa Testa franzida Musculatura Facial Relaxada franzida e ou facies habitualmente e/ou Observação de dor dentes cerrados Comportamental Tranquilo, relaxado, Movimentos ocasionais de Movimentos frequentes, incluindo Tranquilidade movimentos inquietude e/ou cabeça ou normais posição extremidades Aumentado. Flexão Tónus Muscular Normal Rígido de mãos e/ou pés Observação da Família Adaptação à VM Tosse, mas tolera (descartar outras Tolera VM Luta com Ventilador VM causas) Tranquiliza-se ao Confortável Difícil de confortar ao Titulação Conforto toque e/ou a voz. e/ou tranquilo toque e à voz Fácil de distrair Analgésica PONTUAÇÃO TOTAL __/10 0: Sem Dor 1-3: Dor ligeira. 4-6:Dor Moderada »6: Dor Intensa Contemplar outras causas Reavaliação
  28. 28. Plano Nacionalde Avaliação da Dor na UCI
  29. 29. Viseu, 19 de Abril de 2010
  30. 30. ProblemáticaAusência de uniformização de ferramentasavaliação da intensidade da Dor do doenteinternado nas Unidades de CuidadosIntensivos Portuguesas.
  31. 31. Objectivo Geral Designar uma escala comportamental, das duas indicadas, como instrumento de medida, para a avaliar a dor em doentes críticos, que não comunicam, sedados e submetidos à ventilação mecânica, a adoptar pelas UCI´s Portuguesas..
  32. 32. Objectivos Específicos• Promover o desenvolvimento de competências na área da avaliação da dor em doentes críticos;• Avaliar as propriedades, como instrumento de medida, de duas escalas de avaliação da dor em doentes críticos, que não comunicam e submetidos à ventilação mecânica.• Conhecer a opinião dos enfermeiros participantes no PNAD, sobre a aplicabilidade das escalas propostas.
  33. 33. 1ª Intervenção
  34. 34. Sociedade Portuguesa de Cuidados Intensivos lança projectos pioneiro de avaliação da dor … Semana Europeia da Dor, que se assinalou entre 11 e 15 de Outubro, serviu para a Sociedade Portugue … as unidades de cuidados intensivos do país vão passar a usar duas escalas para avaliação da dor, se … para avaliar a dor do doente – que após a formação conseguirão disseminar aos restantes elementos d …http://www.ordemenfermeiros.pt/comunicacao/Paginas/SociedadePortuguesaCuidados Intensivos.aspx 20-10-2010 - 28KB Divulgação Oficial do Projecto Semana Europeia da Dor
  35. 35. Plataforma de Formação• Estruturar Enf. Ref. • Formação em formação • Formar serviço a toda a inicial Enfermeiros de equipa de Referência Enfermagem GAD ENFº
  36. 36. ANTES DO PROCEDIMENTO DURANTE MOBILIZAÇÃO/C. POSTURAL OU APÓS PERIODO DE RECUPERAÇÃO (5-10 MINUTOS ANTES) DEPOIS DA ASPIRAÇÃO DE SECREÇÕES (15 MIN. DEPOIS DO PROCEDIMENTO) EVA EVA EVA Sem dor Pior dor imaginável Sem dor Pior dor imaginável Sem dor Pior dor imaginável _____________________________________________________________ _____________________________________________________________ _____________________________________________________________ 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 EVN EVN EVN Escala Comportamental da Dor Escala Comportamental da Dor Escala Comportamental da Dor Relaxada 1 Relaxada 1 Relaxada 1 Ligeiramente contraída(ex.sobrancelhas arqueadas) 2 Ligeiramente contraída(ex.sobrancelhas arqueadas) 2 Ligeiramente contraída(ex.sobrancelhas arqueadas) 2 Expressão Facial Expressão Facial Expressão Facial Contracção Franca(ex.pálpebras cerradas) 3 Contracção Franca(ex.pálpebras cerradas) 3 Contracção Franca(ex.pálpebras cerradas) 3 Fácies com sinal de dor 4 Fácies com sinal de dor 4 Fácies com sinal de dor 4 Sem movimento 1 Sem movimento 1 Sem movimento 1 Tónus dos Membros Ligeira Flexão 2 Tónus dos Membros Ligeira Flexão 2 Tónus dos Membros Ligeira Flexão 2 Superiores Membros em flexão e punhos cerrados 3 Superiores Membros em flexão e punhos cerrados 3 Superiores Membros em flexão e punhos cerrados 3 Membros retraídos 4 Membros retraídos 4 Membros retraídos 4 Adaptado 1 Adaptado 1 Adaptado 1 Reacção esporádica ao ventilador 2 Reacção esporádica ao ventilador 2 Reacção esporádica ao ventilador 2 Adaptação à Ventilação Adaptação à Ventilação Adaptação à Ventilação Luta contra o ventilador 3 Luta contra o ventilador 3 Luta contra o ventilador 3 Impossível de ventilar 4 Impossível de ventilar 4 Impossível de ventilar 4 Ausência de dor = 3 pontos Dor Intensa = 12 pontos Ausência de dor = 3 pontos Dor intensa= 12 pontos Ausência de dor = 3 pontos Dor Intensa = 12 pontos ESCID ESCID ESCID Pontuação Pontuação Pontuação 0 1 2 parcial 0 1 2 parcial 0 1 2 parcial Testa Testa Testa Musculatura Em tensão, testa franzida Musculatura Em tensão, testa franzida Musculatura Em tensão, testa franzida Relaxada Relaxada Relaxada facial franzida e/ou habitualmente facial franzida e/ou habitualmente facial franzida e/ou habitualmente fácies de dor e/ou dentes fácies de dor e/ou dentes fácies de dor e/ou dentes cerrados cerrados cerrados Movimentos Movimentos Movimentos Movimentos Movimentos Movimentos Tranquilo, Tranquilo, Tranquilo, ocasionais frequentes, ocasionais frequentes, ocasionais frequentes, Tranquilidade relaxado, Tranquilidade relaxado, Tranquilidade relaxado, de inquietude incluindo de inquietude incluindo de inquietude incluindo movimentos movimentos movimentos e/ou mudança cabeça e/ou e/ou mudança cabeça e/ou e/ou mudança cabeça e/ou normais normais normais de posição extremidades de posição extremidades de posição extremidades Aumentado. Aumentado. Aumentado. Tónus muscular Normal Flexão dosdedos Rígido Tónus muscular Normal Flexão dosdedos Rígido Tónus muscular Normal Flexão dosdedos Rígido das mãos e/ou das mãos e/ou das mãos e/ou pés pés pés Tosse, Tosse, Tosse, Adaptação à VM Luta com o Adaptação à VM Luta com o Adaptação à VM Luta com o Tolera V.M. mas tolera Tolera V.M. mas tolera Tolera V.M. mas tolera (Descartar outras ventilador (Descartar outras ventilador (Descartar otras ventilador V.M. V.M. V.M. causas) causas) causas) Confortável Tranquiliza-se Difícil de Confortável Tranquiliza-se Difícil de Confortável Tranquiliza-se Difícil de Conforto e/ou tranquilo ao toque e/ou confortar, ao Conforto e/ou tranquilo ao toque e/ou confortar, ao Conforto e/ou tranquilo ao toque e/ou confortar, ao à voz. Fácil de toque e à voz à voz. Fácil de toque e à voz à voz. Fácil de toque e à voz distrair distrair distrair PONTUAÇÃO TOTAL /10 PONTUAÇÃO TOTAL /10 PONTUAÇÃO TOTAL /10 1-3: Dor ligeira. 1-3: Dor ligeira. 1-3: Dor ligeira. 4-6: Dor 4-6: Dor 4-6: Dor 0: Sem dor Contemplar outras >6: dor intensa 0: Sem dor Contemplar outras >6: dor intensa 0: Sem dor Contemplar outras >6: Dor Intensa moderada moderada moderada causas causas causasAss.Enf.____________________________________ Ass.Enf.____________________________________ Ass.Enf.____________________________________
  37. 37. População AlvoDoentes internados em Unidade de CuidadosIntensivos, aderentes ao estudo, que cumpramtodos os critérios de inclusão e nenhum deexclusão.
  38. 38. CRITÉRIOS DE INCLUSÃO•Estar submetido a ventilação mecânica;•Incapacidade para comunicar, de formaverbal e/ou motora.
  39. 39. CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO•Doentes com capacidade para efectuar auto-avaliaçãoda dor;• Ventilação espontânea;•Tetraplegia;•Tratamento com bloqueantes neuromusculares (ouestar sobre o seu efeito);•Coma profundo por afectação metabólica ouneurológica, ou induzido por barbitúricos, compontuação de Glasgow Coma Score igual a 3 sobre 15;•Polineuropatía do doente crítico;•Morte cerebral.
  40. 40. “AVALIAR”Intervenção simples e de baixo custoJ Am Med.2001;284:2578-85
  41. 41. AVALIAÇÃO DA DOR“BEHAVIORAL PAIN SCALE” Payen et al, 2001
  42. 42. BEHAVIORAL PAIN SCALE (Payen et al, 2001) Doente Crítico Ventilado Sedado Artif.ORIGEM Unidade de Cuidados Intensivos e Anestesiologia do Hospital de Saint Eloi(França)
  43. 43. ESCALA COMPORTAMENTAL DE DOR Adaptada da Behavioral Pain Scale de Payen et al 2001OBJECTIVO Avaliar comportamentos considerados indicadores de dor, napessoa em situação crítica.AVALIAÇÃO DE 3 INDICADORES: Expressão Facial Tónus dos Membros Superiores Adaptação à VentilaçãoCada indicador é dividido em 4 descrições, reflectindo umaumento gradual da intensidade da dor
  44. 44. ESCALA COMPORTAMENTAL DE DORPONTUAÇÃO : Selecção de um item de cada indicador, ao qual corresponderáuma cotação entre 1 (sem resposta) e 4 (maior resposta) O resultado da intensidade da dor corresponderá à soma obtidaem cada indicador e pode oscilar entre 3 (sem dor) e 12 (dorintensa) Com score de BPS ≥ 4, doente apresenta dor => Intervenção de AlívioAVALIAÇÃO NA PRÁTICA: Simples Rápida Implica conhecimento prévio do doente (Individualizada)
  45. 45. BEHAVIORAL PAIN SCALE Payen et al , 2001, p. 2258-2263
  46. 46. Payen et al , 2001, p. 2258-2263
  47. 47. OBJECTIVO: Score <4 Oscilação da Pontuação Score total ausência da dor = 3 dor intensa = 12NOTA:Scores > 4 significa que há necessidade deintervenção de alívio
  48. 48. ESCALA DE COMPORTAMENTOS INDICADORES DE DOR ESCID
  49. 49. A ESCID TEM ORIGEM NA ESCALA UNIDIMENSIONAL DE CAMPBELL ( INDICADORES COMPORTAMENTAIS), ELABORADA POR M. CAMPBELL: Pela necessidade de avaliar a dor nos doentes críticos impossibilitados de qualquer tipo de comunicação da sua dor ( auto-avaliação).Na tentativa de elaborar um instrumento de colheita de dados neste âmbito quecontemple o maior número possível de indicadores comportamentais sugestivos depresença de dor.Em termos de pontuação de intensidade de dor pudesse ter correspondência numéricacom as escalas validadas para doentes com capacidade de comunicar ( ex: EVA; EVN) – 0 a10 (em que 0 = sem dor e 10 = dor severa incontrolável).
  50. 50. Contempla os seguintes itenscomportamentais: - Musculatura facial; - Tranquilidade; - Tónus muscular; - Vocalizações; - Conforto.
  51. 51. Nacho Latorre modifica esta escala substituindo o itemVOCALIZAÇÕES por ADAPTAÇÃO Á VENTILAÇÃOMECÂNICA, passando-se a chamar-se de Escala deCampbell modificada. Posteriormente e para validar a construção desta escala, denomina-a de ESCID (Escala de Comportamentos Indicadores de Dor), 2011: “(…) para valoración del dolor en pacientes críticos, no comunicativos y sometidos a ventilación mecánica.”
  52. 52. ESCALA DE COMPORTAMENTOS INDICADORES DE DOR (ESCID) Nacho Latorre Marco, 2011
  53. 53. Musculatura facial:INTERPRETAÇÃO DA ESCID 0 pontos – “Relaxada” - o doente apresenta expressão relaxada ou tranquila, não franze a testa nem cerra os dentes e/ou os olhos; 1 ponto – “Em tensão, franze a testa e/ou fácies de dor” - o doente franze a testa, tensão ou gesto de cerrar os olhos, de forma intermitente, que alterna com fácies relaxada; 2 pontos – “Testa franzida de forma habitual e/ou dentes cerrados” - o doente apresenta na maioria do tempo ou sempre, fácies de dor, mantendo testa franzida, cerrando os olhos e/ou os dentes. Tranquilidade: 0 pontos – “Tranquilo, relaxado, movimentos normais” - o doente apresenta-se relaxado, não se move e, quando o faz, os movimentos são normais e coordenados; 1 ponto – “Movimentos ocasionais de inquietude e/ou mudança de posição” - o doente, ocasionalmente, mostra-se inquieto, com movimentos de mudança frequente de postura ou da cabeça, ou, movimentos dirigidos a pontos dolorosos. São movimentos ocasionais com duração entre eles superior a 10 – 15 segundos;
  54. 54. INTERPRETAÇÃO DA ESCID: Tranquilidade: 2 pontos – “ Movimentos frequentes, incluindo cabeça e/ou extremidades” - o doente apresenta-se muito inquieto, efectuando movimentos anteriormente descritos, de maneira frequente, num espaço de tempo inferior a 10 – 15 segundos (entre cada movimento). Tónus muscular: 0 pontos – “Normal” - o doente está relaxado, não apresenta tensão nem resistência aos movimentos passivos; 1 ponto – “Aumentado. Flexão dos dedos das mãos e/ou pés” - o doente apresenta tensão muscular e/ou contracção das extremidades, flexão dos dedos das mãos e/ou pés. Resistência a movimentos passivos; 2 pontos – “Rígido” - doente com contracção forte e permanente das extremidades e dedos, resistência a movimentos passivos.
  55. 55. INTERPRETAÇÃO DA Adaptação à ventilação mecânica: ESCID: 0 pontos – “Tolera a ventilação mecânica (VM)” - o doente está adaptado à VM, não disparam alarmes; 1 ponto – “Tosse, mas tolera a VM” - doente com episódios auto limitados de tosse ou de activação de outros alarmes que se resolvem se actuar directamente sobre ele, e que permite prosseguir com a VM sem modificações; 2 pontos – “Luta com o ventilador” - o doente tem intolerância à VM, alarmes que não param e precisam de intervenção. Conforto: 0 pontos – “Confortável e/ou tranquilo” - o doente apresenta-se tranquilo relaxado; 1 ponto – “Tranquiliza-se à voz e/ou toque. Fácil de distrair - o doente mostra-se pouco confortável, move-se e/ou agita-se mas tranquiliza-se à voz e/ou ao toque; 2 pontos – “Difícil de confortar à voz e/ou toque” - o doente mostra-se agitado e pouco confortável e não se tranquiliza à voz e/ou toque.
  56. 56. Procedimento• A avaliação da dor deverá ser realizada todos os turnos (MTN);• A avaliação da dor deve ser realizada por um profissional com formação nesta área;• A avaliação deve coincidir com a aplicação de procedimentos comuns da prática clínica habitual, e que estejam documentados como dolorosos: a mobilização, o posicionamento e a aspiração endotraqueal.
  57. 57. Agradecemos a atenção! Em nome de todos osEnfermeiros do GAD-SPCI

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