SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 31
Baixar para ler offline
ACESSO VENOSO PERIFÉRICO
UBS BELENZINHO
ENFERMEIRO – GERSON DE SOUZA
ANATOMIA DO SISTEMA CIRCULATÓRIO
ACESSO VENOSO PERIFÉRICO
O acesso venoso periférico constitui-se em uma
alternativa rápida e segura, indispensável nas situações de
urgências. Através de dispositivos endovenosos, permite à
equipe uma via de acesso capaz de prover a infusão de
grandes volumes ao paciente, sendo também utilizada
para a infusão de drogas de efeitos diversos e de rápida
resposta.
ACESSO VENOSO PERIFÉRICO
As vias de acesso mais indicadas em casos de urgência são
as que respeitam os critérios de calibre e acessibilidade
dando-se, porém, preferência aos vasos distais, para
então, se necessário progredir nas tentativas proximais do
membro, sendo indicados as veias do dorso da mão e
antebraço, sendo as mais utilizadas as veias basílica,
cefálica e radial.
ACESSO VENOSO PERIFÉRICO
As veias da fossa antecubital tornam-se menos recomendadas pela
proximidade da articulação. A parte distal da veia safena pode ser
utilizada em pacientes pediátricos e neonatais, assim como as veias
da região cefálica, no casos dos neonatos.
A técnica para a realização do acesso venoso periférico pode ser
realizada, principalmente, com a utilização de dois tipos de
dispositivos endovenosos. O primeiro deles, o scalp ou “butterfly” é
indicado para a infusão de baixos volumes e realização de
medicações.
.
Possui calibres variados que vão do 19 (maior calibre) ao 27
G (menor calibre). Indica-se a utilização deste quando não
há a necessidade de manter-se o paciente com infusão
contínua, já que este tipo de dispositivo favorece a
transfixação da veia pelo cateter, bem como apresenta
maior risco de infiltração no espaço extra-vascular.
Comercialmente conhecidos como “abocath” ou
“Jelco” possuem um tempo de permanência maior,
permitindo também a infusão de grandes volumes
de forma rápida.
Outra vantagem destes dispositivos é a
possibilidade de retirada do mandril metálico,
permanecendo no espaço intra-lumial apenas o
dispositivo maleável, o que impede a perda do
cateter por transfixação e também favorece a
movimentação do membro. Existem no mercado
diversos tamanhos deste tipo de cateter, podendo
variar do 14 ao 24G, sendo que quanto maior a
numeração, menor será o calibre do cateter.
INDICAÇÕES DO ACESSO VENOSO
O acesso venoso periférico é indicado em situações que se
necessita de um acesso direto ao sistema circulatório para
administração de fluidos e drogas, sobretudo a pacientes
com intolerâncias ou contra-indicações a medicações orais,
além dos casos onde a ação imediata das drogas se faz
necessária.
As vantagens da infusão intravenosa sobre os acessos
orais, intramusculares e subcutâneos se dão, sobretudo,
diante da ação instantânea da droga ou fluidos em
situações de emergência, na suspensão imediata da
administração da droga frente a reações adversas e no
controle sobre a velocidade e a diluição em que as drogas
são administradas.
TÉCNICA
ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS
Todo medicamento deve ser prescrito pelo médico e a sua
administração não é um ato simples, tanto no que diz
respeito a preparar, quanto no que se refere a dar a
medicação ao cliente. Exigem-se responsabilidade,
conhecimentos básicos em farmacologia e de cuidados de
enfermagem específicos. Antes da administração deve-se
observar a regra dos sete certos: prescrição certa, leito
certo, cliente certo, medicamento certo, via certa, dose
certa e hora certa.
“SIMPLESMENTE
NÃO SOMOS
SUPERHERÓIS!!”
OBRIGADO!!!
enfermagembelenzinho@hotmail.com senha: belenzinho2012

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Paciente em fase terminal
Paciente em fase terminalPaciente em fase terminal
Paciente em fase terminalRodrigo Abreu
 
Manual de anotação de enfermagem hospital samaritano - 2005
Manual de anotação de enfermagem   hospital samaritano - 2005Manual de anotação de enfermagem   hospital samaritano - 2005
Manual de anotação de enfermagem hospital samaritano - 2005Rodrigo Abreu
 
Aula anotação de enfermagem
Aula anotação de enfermagem Aula anotação de enfermagem
Aula anotação de enfermagem Rafaela Amanso
 
Aula 2 __posicoes_para_exames
Aula 2 __posicoes_para_examesAula 2 __posicoes_para_exames
Aula 2 __posicoes_para_examesMarci Oliveira
 
Aula biossegurança
Aula biossegurançaAula biossegurança
Aula biossegurançaRenatbar
 
Anotação de enfermagem, admissão e preencimento de impresso
Anotação de enfermagem, admissão e preencimento de impressoAnotação de enfermagem, admissão e preencimento de impresso
Anotação de enfermagem, admissão e preencimento de impressoFabricio Marques Moreira
 
Aula de cuidados com drenos
Aula de cuidados com drenosAula de cuidados com drenos
Aula de cuidados com drenosLaiane Alves
 
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)Will Nunes
 
Unidade de Terapia Intensiva (parte 2)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 2)Unidade de Terapia Intensiva (parte 2)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 2)Will Nunes
 
Injetáveis com segurança
Injetáveis com segurançaInjetáveis com segurança
Injetáveis com segurançaIngrid Amanda
 
Anotação+de+enfermagem
Anotação+de+enfermagemAnotação+de+enfermagem
Anotação+de+enfermagemIvanete Dias
 
Aula prevenção de lesão por pressão (LP)
Aula prevenção de lesão por pressão (LP)Aula prevenção de lesão por pressão (LP)
Aula prevenção de lesão por pressão (LP)Proqualis
 
Período Intra Operatório e Tempos Cirúrgicos AULA 5
Período Intra Operatório e Tempos Cirúrgicos AULA 5Período Intra Operatório e Tempos Cirúrgicos AULA 5
Período Intra Operatório e Tempos Cirúrgicos AULA 5Aline Bandeira
 
Etapas do Processo de Enfermagem
Etapas do Processo de EnfermagemEtapas do Processo de Enfermagem
Etapas do Processo de EnfermagemPaulo Aragão
 
Carro de Emergência
Carro de EmergênciaCarro de Emergência
Carro de Emergênciaresenfe2013
 

Mais procurados (20)

Paciente em fase terminal
Paciente em fase terminalPaciente em fase terminal
Paciente em fase terminal
 
Manual de anotação de enfermagem hospital samaritano - 2005
Manual de anotação de enfermagem   hospital samaritano - 2005Manual de anotação de enfermagem   hospital samaritano - 2005
Manual de anotação de enfermagem hospital samaritano - 2005
 
Aula anotação de enfermagem
Aula anotação de enfermagem Aula anotação de enfermagem
Aula anotação de enfermagem
 
Transporte de pacientes
Transporte de pacientesTransporte de pacientes
Transporte de pacientes
 
Aula 2 __posicoes_para_exames
Aula 2 __posicoes_para_examesAula 2 __posicoes_para_exames
Aula 2 __posicoes_para_exames
 
Aula 1 o ..
Aula 1 o ..Aula 1 o ..
Aula 1 o ..
 
Aula biossegurança
Aula biossegurançaAula biossegurança
Aula biossegurança
 
Punção venosa
Punção venosaPunção venosa
Punção venosa
 
Anotação de enfermagem, admissão e preencimento de impresso
Anotação de enfermagem, admissão e preencimento de impressoAnotação de enfermagem, admissão e preencimento de impresso
Anotação de enfermagem, admissão e preencimento de impresso
 
Aula de cuidados com drenos
Aula de cuidados com drenosAula de cuidados com drenos
Aula de cuidados com drenos
 
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 1)
 
Aula sinais vitais
Aula sinais vitaisAula sinais vitais
Aula sinais vitais
 
Adm med via intramuscular
Adm med via intramuscularAdm med via intramuscular
Adm med via intramuscular
 
Unidade de Terapia Intensiva (parte 2)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 2)Unidade de Terapia Intensiva (parte 2)
Unidade de Terapia Intensiva (parte 2)
 
Injetáveis com segurança
Injetáveis com segurançaInjetáveis com segurança
Injetáveis com segurança
 
Anotação+de+enfermagem
Anotação+de+enfermagemAnotação+de+enfermagem
Anotação+de+enfermagem
 
Aula prevenção de lesão por pressão (LP)
Aula prevenção de lesão por pressão (LP)Aula prevenção de lesão por pressão (LP)
Aula prevenção de lesão por pressão (LP)
 
Período Intra Operatório e Tempos Cirúrgicos AULA 5
Período Intra Operatório e Tempos Cirúrgicos AULA 5Período Intra Operatório e Tempos Cirúrgicos AULA 5
Período Intra Operatório e Tempos Cirúrgicos AULA 5
 
Etapas do Processo de Enfermagem
Etapas do Processo de EnfermagemEtapas do Processo de Enfermagem
Etapas do Processo de Enfermagem
 
Carro de Emergência
Carro de EmergênciaCarro de Emergência
Carro de Emergência
 

Destaque

Acesso venoso enfermagem
Acesso venoso enfermagemAcesso venoso enfermagem
Acesso venoso enfermagemÉlcio Medeiros
 
Acesso Venosos Em CriançAs E Adultos
Acesso Venosos Em CriançAs E AdultosAcesso Venosos Em CriançAs E Adultos
Acesso Venosos Em CriançAs E AdultosRenato Bach
 
12 puncao venosa periferica
12 puncao venosa periferica12 puncao venosa periferica
12 puncao venosa perifericaRafael Tatajuba
 
Puncao venosa tecnicos
Puncao venosa tecnicosPuncao venosa tecnicos
Puncao venosa tecnicosshara cedraz
 
Administração de medicamentos por via endovenosa pdf
Administração de medicamentos por via endovenosa pdfAdministração de medicamentos por via endovenosa pdf
Administração de medicamentos por via endovenosa pdfjaddy xavier
 
Acesso venoso central
Acesso venoso centralAcesso venoso central
Acesso venoso centralLAEC UNIVAG
 
Administração de Medicamentos
Administração de MedicamentosAdministração de Medicamentos
Administração de MedicamentosFabricio Lopes
 
Cartilha COREN - Erros de Medicação
Cartilha COREN - Erros de MedicaçãoCartilha COREN - Erros de Medicação
Cartilha COREN - Erros de MedicaçãoLetícia Spina Tapia
 
VIAS VENOSAS. Prof. Dr. Luis del Rio Diez. PARTE II
VIAS VENOSAS. Prof. Dr. Luis del Rio Diez. PARTE IIVIAS VENOSAS. Prof. Dr. Luis del Rio Diez. PARTE II
VIAS VENOSAS. Prof. Dr. Luis del Rio Diez. PARTE IILUIS del Rio Diez
 
Hemodiálise e diálise peritoneal
Hemodiálise e diálise peritonealHemodiálise e diálise peritoneal
Hemodiálise e diálise peritonealSonara Pereira
 
38 manutenção de sondas e cuidados na administração
38   manutenção de sondas e cuidados na administração38   manutenção de sondas e cuidados na administração
38 manutenção de sondas e cuidados na administraçãoONCOcare
 

Destaque (20)

Acesso venoso enfermagem
Acesso venoso enfermagemAcesso venoso enfermagem
Acesso venoso enfermagem
 
2
22
2
 
Acesso Venosos Em CriançAs E Adultos
Acesso Venosos Em CriançAs E AdultosAcesso Venosos Em CriançAs E Adultos
Acesso Venosos Em CriançAs E Adultos
 
12 puncao venosa periferica
12 puncao venosa periferica12 puncao venosa periferica
12 puncao venosa periferica
 
Puncao venosa tecnicos
Puncao venosa tecnicosPuncao venosa tecnicos
Puncao venosa tecnicos
 
Administração de medicamentos por via endovenosa pdf
Administração de medicamentos por via endovenosa pdfAdministração de medicamentos por via endovenosa pdf
Administração de medicamentos por via endovenosa pdf
 
Acesso venoso central
Acesso venoso centralAcesso venoso central
Acesso venoso central
 
Aula acesso venoso no recém-nascido
Aula acesso venoso no recém-nascidoAula acesso venoso no recém-nascido
Aula acesso venoso no recém-nascido
 
Administração de Medicamentos
Administração de MedicamentosAdministração de Medicamentos
Administração de Medicamentos
 
Manual de anestésiologia
Manual de anestésiologiaManual de anestésiologia
Manual de anestésiologia
 
Acesso venoso
Acesso venosoAcesso venoso
Acesso venoso
 
Cartilha COREN - Erros de Medicação
Cartilha COREN - Erros de MedicaçãoCartilha COREN - Erros de Medicação
Cartilha COREN - Erros de Medicação
 
VIAS VENOSAS. Prof. Dr. Luis del Rio Diez. PARTE II
VIAS VENOSAS. Prof. Dr. Luis del Rio Diez. PARTE IIVIAS VENOSAS. Prof. Dr. Luis del Rio Diez. PARTE II
VIAS VENOSAS. Prof. Dr. Luis del Rio Diez. PARTE II
 
Coelhos
CoelhosCoelhos
Coelhos
 
Enf.
Enf.Enf.
Enf.
 
Drenos,acessos,sondas
Drenos,acessos,sondasDrenos,acessos,sondas
Drenos,acessos,sondas
 
Anotaçoes de enfermagem
Anotaçoes de enfermagemAnotaçoes de enfermagem
Anotaçoes de enfermagem
 
Hemodiálise e diálise peritoneal
Hemodiálise e diálise peritonealHemodiálise e diálise peritoneal
Hemodiálise e diálise peritoneal
 
38 manutenção de sondas e cuidados na administração
38   manutenção de sondas e cuidados na administração38   manutenção de sondas e cuidados na administração
38 manutenção de sondas e cuidados na administração
 
Manual sobre drenos
Manual sobre drenosManual sobre drenos
Manual sobre drenos
 

Semelhante a Punção venosa.

ACESSO_VENOSO_PERIFERICO_pront20190808-129308-1law2rc.pptx
ACESSO_VENOSO_PERIFERICO_pront20190808-129308-1law2rc.pptxACESSO_VENOSO_PERIFERICO_pront20190808-129308-1law2rc.pptx
ACESSO_VENOSO_PERIFERICO_pront20190808-129308-1law2rc.pptxPinheiroNeto2
 
acessovenosoperifericopront20190808-129308-1law2rc-220904192558-4e11a751 (1).pdf
acessovenosoperifericopront20190808-129308-1law2rc-220904192558-4e11a751 (1).pdfacessovenosoperifericopront20190808-129308-1law2rc-220904192558-4e11a751 (1).pdf
acessovenosoperifericopront20190808-129308-1law2rc-220904192558-4e11a751 (1).pdfTHIALYMARIASILVADACU
 
Simp5 acesso vascular
Simp5 acesso vascularSimp5 acesso vascular
Simp5 acesso vascularJoana Romão
 
dispositivo intravenoso
dispositivo intravenosodispositivo intravenoso
dispositivo intravenosoJosé Medeiros
 
Terapias de substituição renal
Terapias de substituição renalTerapias de substituição renal
Terapias de substituição renalJulio Cesar Matias
 
ECO no TTO percutâneo dos defeitos septais
ECO no TTO percutâneo dos defeitos septaisECO no TTO percutâneo dos defeitos septais
ECO no TTO percutâneo dos defeitos septaisgisa_legal
 

Semelhante a Punção venosa. (7)

ACESSO_VENOSO_PERIFERICO_pront20190808-129308-1law2rc.pptx
ACESSO_VENOSO_PERIFERICO_pront20190808-129308-1law2rc.pptxACESSO_VENOSO_PERIFERICO_pront20190808-129308-1law2rc.pptx
ACESSO_VENOSO_PERIFERICO_pront20190808-129308-1law2rc.pptx
 
acessovenosoperifericopront20190808-129308-1law2rc-220904192558-4e11a751 (1).pdf
acessovenosoperifericopront20190808-129308-1law2rc-220904192558-4e11a751 (1).pdfacessovenosoperifericopront20190808-129308-1law2rc-220904192558-4e11a751 (1).pdf
acessovenosoperifericopront20190808-129308-1law2rc-220904192558-4e11a751 (1).pdf
 
Simp5 acesso vascular
Simp5 acesso vascularSimp5 acesso vascular
Simp5 acesso vascular
 
Acesso apostila
Acesso apostilaAcesso apostila
Acesso apostila
 
dispositivo intravenoso
dispositivo intravenosodispositivo intravenoso
dispositivo intravenoso
 
Terapias de substituição renal
Terapias de substituição renalTerapias de substituição renal
Terapias de substituição renal
 
ECO no TTO percutâneo dos defeitos septais
ECO no TTO percutâneo dos defeitos septaisECO no TTO percutâneo dos defeitos septais
ECO no TTO percutâneo dos defeitos septais
 

Mais de Centro Universitário Ages

Epidemia do coronavírus como emergência de saúde pública no mundo
Epidemia do coronavírus como emergência de saúde pública no mundoEpidemia do coronavírus como emergência de saúde pública no mundo
Epidemia do coronavírus como emergência de saúde pública no mundoCentro Universitário Ages
 
Dengue - diagnóstico e manejo clínico adulto e criança
Dengue - diagnóstico e manejo clínico adulto e criançaDengue - diagnóstico e manejo clínico adulto e criança
Dengue - diagnóstico e manejo clínico adulto e criançaCentro Universitário Ages
 
Protocolo de Assistência aos Casos Crônicos de Chikungunya
Protocolo de Assistência aos Casos Crônicos de ChikungunyaProtocolo de Assistência aos Casos Crônicos de Chikungunya
Protocolo de Assistência aos Casos Crônicos de ChikungunyaCentro Universitário Ages
 
Alimentação do prematuro: necessidades especificas e fontes nutricionais
Alimentação do prematuro: necessidades especificas e fontes nutricionaisAlimentação do prematuro: necessidades especificas e fontes nutricionais
Alimentação do prematuro: necessidades especificas e fontes nutricionaisCentro Universitário Ages
 
O farmacêutico na assistência farmacêutica do SUS
O farmacêutico na assistência farmacêutica do SUSO farmacêutico na assistência farmacêutica do SUS
O farmacêutico na assistência farmacêutica do SUSCentro Universitário Ages
 
Determinantes sociais na saúde na doença e na intervenção
Determinantes sociais na saúde na doença e na intervençãoDeterminantes sociais na saúde na doença e na intervenção
Determinantes sociais na saúde na doença e na intervençãoCentro Universitário Ages
 
Desafios para a saúde coletiva no século XXI
Desafios para a saúde coletiva no século XXIDesafios para a saúde coletiva no século XXI
Desafios para a saúde coletiva no século XXICentro Universitário Ages
 

Mais de Centro Universitário Ages (20)

Sistema de Saúde no Brasil e no mundo.pdf
Sistema de Saúde no Brasil e no mundo.pdfSistema de Saúde no Brasil e no mundo.pdf
Sistema de Saúde no Brasil e no mundo.pdf
 
Epidemia do coronavírus como emergência de saúde pública no mundo
Epidemia do coronavírus como emergência de saúde pública no mundoEpidemia do coronavírus como emergência de saúde pública no mundo
Epidemia do coronavírus como emergência de saúde pública no mundo
 
Cuidado centrado na pessoa
Cuidado centrado na pessoaCuidado centrado na pessoa
Cuidado centrado na pessoa
 
Como fazer Genogramas
Como fazer GenogramasComo fazer Genogramas
Como fazer Genogramas
 
Estudos observacionais
Estudos observacionais Estudos observacionais
Estudos observacionais
 
A pele e seus anexos
A pele e seus anexosA pele e seus anexos
A pele e seus anexos
 
Protocolo Manejo-Coronavirus
Protocolo Manejo-CoronavirusProtocolo Manejo-Coronavirus
Protocolo Manejo-Coronavirus
 
Dengue - diagnóstico e manejo clínico adulto e criança
Dengue - diagnóstico e manejo clínico adulto e criançaDengue - diagnóstico e manejo clínico adulto e criança
Dengue - diagnóstico e manejo clínico adulto e criança
 
Protocolo de Assistência aos Casos Crônicos de Chikungunya
Protocolo de Assistência aos Casos Crônicos de ChikungunyaProtocolo de Assistência aos Casos Crônicos de Chikungunya
Protocolo de Assistência aos Casos Crônicos de Chikungunya
 
Recém-nascido de mãe diabética
Recém-nascido de mãe diabéticaRecém-nascido de mãe diabética
Recém-nascido de mãe diabética
 
Alojamento conjunto indicações e vantagens
Alojamento conjunto indicações e vantagensAlojamento conjunto indicações e vantagens
Alojamento conjunto indicações e vantagens
 
Alimentação do prematuro: necessidades especificas e fontes nutricionais
Alimentação do prematuro: necessidades especificas e fontes nutricionaisAlimentação do prematuro: necessidades especificas e fontes nutricionais
Alimentação do prematuro: necessidades especificas e fontes nutricionais
 
Aleitamento Materno
Aleitamento MaternoAleitamento Materno
Aleitamento Materno
 
Acesso venoso em recem nascidos
Acesso venoso em recem nascidosAcesso venoso em recem nascidos
Acesso venoso em recem nascidos
 
Alterações fisiológicas do envelhecimento
Alterações fisiológicas do envelhecimentoAlterações fisiológicas do envelhecimento
Alterações fisiológicas do envelhecimento
 
O farmacêutico na assistência farmacêutica do SUS
O farmacêutico na assistência farmacêutica do SUSO farmacêutico na assistência farmacêutica do SUS
O farmacêutico na assistência farmacêutica do SUS
 
Lei nº 8.080/90 Sistema Único de Saúde
Lei nº 8.080/90 Sistema Único de SaúdeLei nº 8.080/90 Sistema Único de Saúde
Lei nº 8.080/90 Sistema Único de Saúde
 
Determinantes sociais na saúde na doença e na intervenção
Determinantes sociais na saúde na doença e na intervençãoDeterminantes sociais na saúde na doença e na intervenção
Determinantes sociais na saúde na doença e na intervenção
 
Desafios para a saúde coletiva no século XXI
Desafios para a saúde coletiva no século XXIDesafios para a saúde coletiva no século XXI
Desafios para a saúde coletiva no século XXI
 
Caminhos para analise das politicas de saude
Caminhos para analise das politicas de saudeCaminhos para analise das politicas de saude
Caminhos para analise das politicas de saude
 

Punção venosa.

  • 1. ACESSO VENOSO PERIFÉRICO UBS BELENZINHO ENFERMEIRO – GERSON DE SOUZA
  • 2. ANATOMIA DO SISTEMA CIRCULATÓRIO
  • 3.
  • 4.
  • 5. ACESSO VENOSO PERIFÉRICO O acesso venoso periférico constitui-se em uma alternativa rápida e segura, indispensável nas situações de urgências. Através de dispositivos endovenosos, permite à equipe uma via de acesso capaz de prover a infusão de grandes volumes ao paciente, sendo também utilizada para a infusão de drogas de efeitos diversos e de rápida resposta.
  • 6. ACESSO VENOSO PERIFÉRICO As vias de acesso mais indicadas em casos de urgência são as que respeitam os critérios de calibre e acessibilidade dando-se, porém, preferência aos vasos distais, para então, se necessário progredir nas tentativas proximais do membro, sendo indicados as veias do dorso da mão e antebraço, sendo as mais utilizadas as veias basílica, cefálica e radial.
  • 7.
  • 8. ACESSO VENOSO PERIFÉRICO As veias da fossa antecubital tornam-se menos recomendadas pela proximidade da articulação. A parte distal da veia safena pode ser utilizada em pacientes pediátricos e neonatais, assim como as veias da região cefálica, no casos dos neonatos.
  • 9. A técnica para a realização do acesso venoso periférico pode ser realizada, principalmente, com a utilização de dois tipos de dispositivos endovenosos. O primeiro deles, o scalp ou “butterfly” é indicado para a infusão de baixos volumes e realização de medicações. .
  • 10. Possui calibres variados que vão do 19 (maior calibre) ao 27 G (menor calibre). Indica-se a utilização deste quando não há a necessidade de manter-se o paciente com infusão contínua, já que este tipo de dispositivo favorece a transfixação da veia pelo cateter, bem como apresenta maior risco de infiltração no espaço extra-vascular.
  • 11. Comercialmente conhecidos como “abocath” ou “Jelco” possuem um tempo de permanência maior, permitindo também a infusão de grandes volumes de forma rápida. Outra vantagem destes dispositivos é a possibilidade de retirada do mandril metálico, permanecendo no espaço intra-lumial apenas o dispositivo maleável, o que impede a perda do cateter por transfixação e também favorece a movimentação do membro. Existem no mercado diversos tamanhos deste tipo de cateter, podendo variar do 14 ao 24G, sendo que quanto maior a numeração, menor será o calibre do cateter.
  • 12.
  • 13.
  • 14. INDICAÇÕES DO ACESSO VENOSO O acesso venoso periférico é indicado em situações que se necessita de um acesso direto ao sistema circulatório para administração de fluidos e drogas, sobretudo a pacientes com intolerâncias ou contra-indicações a medicações orais, além dos casos onde a ação imediata das drogas se faz necessária.
  • 15. As vantagens da infusão intravenosa sobre os acessos orais, intramusculares e subcutâneos se dão, sobretudo, diante da ação instantânea da droga ou fluidos em situações de emergência, na suspensão imediata da administração da droga frente a reações adversas e no controle sobre a velocidade e a diluição em que as drogas são administradas.
  • 17.
  • 18.
  • 19. ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS Todo medicamento deve ser prescrito pelo médico e a sua administração não é um ato simples, tanto no que diz respeito a preparar, quanto no que se refere a dar a medicação ao cliente. Exigem-se responsabilidade, conhecimentos básicos em farmacologia e de cuidados de enfermagem específicos. Antes da administração deve-se observar a regra dos sete certos: prescrição certa, leito certo, cliente certo, medicamento certo, via certa, dose certa e hora certa.
  • 20.
  • 21.
  • 22.
  • 23.
  • 24.
  • 25.
  • 26.
  • 27.
  • 28.
  • 29.