Gerações de EaD

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Trabalho realizado no âmbito da unidade curricular de Educação a Distância

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Gerações de EaD

  1. 1. Gerações de Ensino a Distância Nome: Maria da Luz Simões Estudante nº: 1100390 UC: Educação Aberta e a Distância Docente: Professora Angelina Costa
  2. 2. Introdução Verificamos que existem diversas perspectivas no que diz respeito às gerações de Ensino a Distância. Penso que as diversas perspectivas evoluem em paralelo com a evolução das tecnologias, na forma de distribuição de conteúdos e no modo de comunicação. As NTIC “vêm colocar novas questões e exigir um reposicionamento de perspectivas”. Morgado (2001) A minha opção incide sobre a perspectiva defendida por Nipper (1989), ou seja, a existência de três gerações de Ensino a Distância. Esta perspectiva, na minha opinião é muito abrangente. Condensa em cada uma das gerações apresentadas as características fundamentais, sem ter necessidade de fazer uma diluição e prolongá-las no tempo.
  3. 3. Gerações de EaD/Perspectiva 1ª Ensino por correspondência 2ª Geração Multimédia 3ª Educação em Rede
  4. 4. Caracterização das ferramentas tecnológicas 1ª geração
  5. 5. Caracterização das ferramentas tecnológicas 2ª geração
  6. 6. Caracterização das ferramentas tecnológicas 3ª geração
  7. 7. Ambiente pedagógico Na 1ª e 2ª geração da perspectiva de Nipper (1989), o ambiente pedagógico é centrado no conhecimento. A grande preocupação e o objectivo principal é a “transmissão do conhecimento e a aquisição de rotinas.” Vermeersch (2006:47) Na 3ª geração da perspectiva de Nipper, o ambiente pedagógico é centrado na comunidade. Neste tipo de ambiente os aprendentes, em princípio, têm objectivos comuns e tentam colaborar para os poderem atingir. “As ferramentas assíncronas de comunicação, como os fóruns de discussão podem contribuir para o estabelecimento de ambientes centrados na comunidade.” Vermeersch (2006:48)
  8. 8. Interacção professor/aluno I Na 1ª geração a interação professor-aluno é muito escassa e caracteriza- se por um desfasamento espacial e temporal. Em relação à distância transacional (dialógica, emocional e psicológica) é muito dificultada. Podemos afirmar que a comunicação professor-aluno é unidirecional (One- Way) e assíncrona. Na 2ª geração a interação professor-aluno torna-se mais eficaz devido ao uso do telefone, ou seja, a comunicação é bidirecional (Two-Way) e síncrona.
  9. 9. Interacção professor/aluno II Na 3ª geração os suportes tecnológicos permitem um incremento da comunicação professor-aluno. A “distância pedagógica é facilitada pela utilização das TIC.” Vermeersch (2006:41) O diálogo (interação construtiva) entre professor-aluno é fundamental, porque o professor não conhece o grau de autonomia dos seus alunos. Vermeersch (2006:43), refere três tipos de diálogo: - Diálogo intrucional - o professor dá instruções aos alunos. - Diálogo indireto - elaboração de perguntas e atividades para o aprendente verificar os resultados da sua aprendizagem. - Diálogo direto - por exemplo: utilização de correio eletrónico, sala de aula virtual. É possível uma interação entre os estudantes com a finalidade de evitar o isolamento e para a construção de uma comunidade real de aprendizagem.
  10. 10. Papel do professor I Nipper (1989) citado por Morgado (2001), afirma que “ novos papéis esperam professores e alunos nos sistemas de ensino a distância.” Perante vários artigos que perspectivam o papel do professor no ensino online, parece haver um determinado “consenso quanto a considerar-se que a chave do sucesso do ensino online se centra na actuação do professor.” (Morgado, 2001) Na 1ª e 2ª geração da perspectiva de Nipper, podemos considerar que há uma abordagem instrucional. Na 3ª geração podemos considerar que há uma abordagem construtivista.
  11. 11. Papel do professor II O instrutivismo considera que a aprendizagem é “como uma progressão linear do conhecimento” , assim os aprendentes interagem com os materiais que lhes são fornecidos por unidades que se interligam. Deste modo os conteúdos a ensinar são a principal preocupação. O professor é o instrutor, treinador e avaliador. Na 3ª geração a abordagem é tipicamente construtivista, porque privilegia a discussão e a colaboração entre ao estudantes, considerando que a aprendizagem é um processo de construção, construído com os outros aprendentes. O professor é um moderador, um facilitador e um avaliador do processo de construção do conhecimento.
  12. 12. Papel do estudante O estudante não tem contacto visual com o professor, tal como no ensino presencial. Mas, o estudante é o principal sujeito da sua aprendizagem, e como tal, deve ser capaz de realizar trocas interpessoais e comunitárias, mesmo sem esse contacto. Esta falta de contacto visual e esta separação física está patente em todas as gerações de Ensino a Distância. “O estudante assume total responsabilidade pelo seu processo de estudo, pela escolha do ritmo […], pela seleção das estratégias de acordo com as suas características pessoais e pela gestão do tempo.” Vermeersch (2006:48) Na 1ª e 2ª geração de Nipper, o modelo de aprendizagem é o independente. Na 3ª geração coexistem dois modelos: aprendizagem independente e aprendizagem colaborativa.
  13. 13. Papel do estudante O estudante, na Educação em Rede, deve ter múltiplos papéis. Persistente Flexível Tenaz Iniciativa Autónomo Organizado
  14. 14. Conclusão A perspectiva a abordar neste trabalho poderia, com toda a certeza, ser qualquer uma das apresentadas na bibliografia disponível, nos recursos, da nossa sala de aula virtual de EaD. Não posso no entanto deixar de me congratular e também aos meus colegas, que perante os desafios das NTIC e perante um futuro recheado de desafios e incertezas em todos os campos, e o da Educação não é excepção, manifestam a persistência e a tenacidade de um estudante online. Não digam que é fácil! Não menosprezem nem a Educação a Distância, nem menosprezem quem fez a sua escolha. Sim! Porque todos nós fazemos escolhas. Escolhas que representam muitas expectativas e objetivos a atingir. Ser estudante é, provavelmente, das melhores profissões do mundo.
  15. 15. Bibliografia/Webgrafia Pereira, A. (2008). “Gerações de EaD”. Recurso disponibilizado na sala de aula virtual da UC de Educação Aberta e a Distância. Acedido a 17/10/2012. J. Vermeersch (coord.). (2006). “Iniciação ao Ensino a Distância, Brussel, Het Gemeenschasonderwijs”. Disponível em: http://www.moodle.univ- ab.pt/moodle/course/view.php?id=81381. Acedido a 17/10/2012. Morgado, L. (2001). “O papel do professor em contextos de ensino online: Problemas e virtualidades”, Discursos, III Série, nº especial, pp.125-138, Univ. Aberta. Disponível em: http://www.moodle.univ- ab.pt/moodle/mod/resource/view.php?inpopup=true&id=2864621. Acedido a 17/10/2012. Imagens Google. http://www.google.pt/. Acedidas a 27/11/2012, a 01/12/2012 e a 4/12/2012.

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