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História A


         As Vanguardas:
Roturas com os cânones das artes
         e da Literatura
"A arte não reproduz o que vemos.
          Ela faz-nos ver.“
              Paul Klee
Vanguardas
• Vanguarda Cultural:
   – movimento inovador que rejeita os cânones estabelecidos
     e antecipa tendências posteriores.


• Primeiras décadas do século XX
   –   experiências inovadoras;
   –   convulsiona o mundo da arte.
   –   movimento cultural = modernismo;
   –   Paris - o centro artístico da Europa.
FAUVISMO
O fauvismo

• Fauvismo:
  – corrente vanguardista liderada pelo
    pintor Henri Matisse;
  – Defende
     • o primado da cor na pintura e utiliza-a com
       total liberdade, negligenciando a precisão
       da representação.


                                                     Henri Matisse
                                                      1869-1954
O fauvismo

• Fauvismo
  – a primeira vaga de assalto da arte moderna propriamente
    dita;
  – O escândalo fauve, provocado pelos impressionistas,
    rebentou em 1905, no Salon d'Automne;
  – As telas que se encontravam na sala eram chocantes;
  – Tinham um colorismo muito intenso, aplicado de forma
    aparentemente arbitrária, tornava-as, à primeira vista,
    obras estranhas, quase selvagens.
Fauvismo




     Henri Matisse, Le bonheur de vivre (The Joy of Life)
                                                               7
                          1905-1906
Óleo sobre tela, 175 x 241 cm, Barnes Foundation, Merion, PA
Fauvismo




     Henri Matisse ,Harmony in Red, 1908
                                                8
               Óleo sobre tela
180 x 220 cm, Museu Hermitage, S. Petersburgo
Fauvismo




        Henri Matisse , Dance (II), 1910
                                                9
               Óleo sobre tela
260 x 391 cm, Museu Hermitage, S. Petersburgo
Fauvismo




Henri Matisse, Auto-retrato
                       s/d.
Museu Real de Belas Artes.
   Copenhaga. Dinamarca.




                                    10
EXPRESSIONISMO
Expressionismo

• Expressionismo
   – Designa as formas artísticas que
     tendem para a expressão subjectiva e
     emotiva.

• Origem
   – Surge quase ao mesmo tempo em
     diversas cidades alemãs;
   – Tentativa de abalar o conservadorismo
     em que vegetava a arte oficial.


• Duas Correntes
   – Die Brucke;
   – Der Blaue Reiter                        Edvard Munch, O grito, 1893
Expressionismo

• Die Brucke;
   – liderados por Ernst Ludwig
     Kirchner;
   – defendiam uma arte
     impulsiva, fortemente
     individual, que representasse
     “directamente e sem
     falsificações” o impulso artístico
     criador.
Expressionismo

• Temáticas abordadas:
   – Angústia – Desespero
   – Morte -Sexo -Miséria social


• Para obterem maior expressividade, os pintores:
   – distorciam e acentuavam o desenho de forma caricatural;
   – Uma forte tensão emocional apossa-se dos
     quadros, transmitindo ao espectador sensações de
     desconforto, repulsa e mesmo angústia.
Expressionismo




        Ernst Ludwig Kirchner
Girl Under a Japanese Parasol,
                        c. 1909
               Óleo sobre tela
                92.5 x 80.5 cm
   Kunstsammlung Nordrhein-
        Westfalen, Dusseldorf
                                            15
Expressionismo




        Ernst Ludwig Kirchner
 Self-portrait as soldier, 1915
               Óleo sobre tela
                  69.2 x 61 cm
Allen Memorial Art Museum,
        Oberlin College, Ohio


                                             16
Expressionismo




    Ernst Ludwig Kirchner
Self-Portrait with Model,
               1910/1926
           Óleo sobre tela
           150.4 x 100 cm
    Kunsthalle, Hamburg
                             17
Otto Dix, Metropolis (Os Noctívagos)
            1927-1928
Otto Dix,
Memory of the Halls of Mirrors in Brussels
                                     1920
                          Óleo sobre tela
                       Coleção particular
Expressionismo

• Der Blaue Reiter;
   – liderados por Kandinsky e Franc
     Marc;
   – O desenho passa a ser menos
     pesado;
   – Intelectualização maior
     comparada com a corrente
     anterior
Wassily Kandinsky, Murnau Street with Women
Wassily Kandinsky, Autumn in Bavaria ,
          1908, 33 x 45 cm
Franc Marc, Lenggries Horse Painting
Franc Marc, Cavalos vermelhos
Franc Marc,
Cavalo azul I
CUBISMO
Cubismo
• Cubismo
   – Movimento artístico que rejeita a representação do
     objecto em função da percepção óptica e a substitui por
     uma visão intelectualizada de tipo geométrico.


• Pablo Picasso
   – Em 1907, decide pintar um óleo de grandes
     proporções;
   – Tema: cinco mulheres nuas, provavelmente uma
     cena de bordel.


• Correntes Cubistas
   – Cubismo analítico
   – Cubismo sintético
Cubismo




          Pablo Picasso
 As meninas de Avignon,
                  1907.
        Óleo sobre tela.
      243,9 x 233,7 cm.
                                     28
Museu de Arte Moderno.
     Nova Yorque. USA.
Georges Braque
Casas em Estaque
             1918
       73 x 60 cm
  Coleção Privada
Cubismo
• Cubismo analítico:
   – Novidade
      • destruição completa das leis da perspetiva;
   – Desenvolvimento
      • Braque e Picasso continuam o percurso que já tinham iniciado:
          – os motivos são cada vez mais decompostos em facetas geométricas
            que se intercetam e se sucedem;
          – Ao volume fechado e circunscrito, os cubistas opõem assim um
            volume aberto, que ocupa todo o espaço do quadro;
          – as cores restringem-se a uma paleta monocromática de
            azuis, cinzentos e castanhos, de forma a não perturbar o rigor
            geométrico da representação.
Cubismo




                Georges Braque
          Le Sacré-Coeur, 1910.
                Óleo sobre tela.
                   55.5 x 41 cm.
                                      31
Museu d´ Art Moderne du Nord.
              Villeneuve d´ Asq.
Cubismo




                 Georges Braque
            The Emigrant, 1912.
                 Óleo sobre tela
                                    32
                   117 x 81 cm.
Museu de Arte de Basileia. Suíça.
Cubismo




                            Pablo Picasso
El Aficionado Sorgues, (El torero), 1912.
                        Óleo sobre tela.
                                            33
                             135 x 82 cm.
      Museu de Arte de Basileia. Suíça.
Cubismo




          Pablo Picasso
Souvenir de Havre 1912.
        Óleo sobre tela.
                           34
            92 x 65 cm.
     Colecção Privada.
Cubismo
• Cubismo sintético:
   – processo de reconstrução/recriação;
   – Elementos fundamentais que resultam do desmantelamento analítico
     do motivo foram reagrupados de uma maneira mais coerente e mais
     lógica;
   – Regresso da cor às telas.
   – Novos materiais
       • papéis, cartão, tecidos, madeira, corda…
       • Criou-se com o relevo, novos planos no quadro, enriquecia as tonalidades
         do colorido confinadas até então, ao uso da tinta, acentuando sobretudo
         a essência e a verdade das representações.
Cubismo




                            Juan Gris
              Maisons à Paris, 1911.
                     Óleo sobre tela.
                     52.4 x 34.3 cm.    36

Museu Guggenheim. Nova Iorque. EUA.
Cubismo




              Juan Gris
La Table de café, 1912.
       Óleo sobre tela.
           46 x 38 cm.
     The Art Institute.             37

        Chicago . EUA.
Juan Gris
          O Jardim
              1916
Óleo sobre Madeira
        65 x 54 cm
Pablo Picasso
                    Natureza morta
                      66.4 x 49.6 cm
                                1913
Museum of Modern Art, New York, USA
Pablo Picasso
    Arlequim
        1918
Georges Braque
                        O Musico
                             1918
                 220.8 x 113 cm
Kunstmuseum Basel, Basileia, Suiça
Cubismo
• Conclusão
  – Destruição das leis tradicionais da perspectiva e da
    representação, conduzindo à arte abstracta, verdadeiro
    emblema da arte do século XX;
  – Alargamento dos horizontes plásticos introduzindo neles
    materiais comuns;
  – Proporcionou meios de expressão a outras correntes.
ABSTRACCIONISMO
Abstraccionismo
• Abstraccionismo
  – Movimento artístico que rejeita o tema ligado à realidade
    concreta, à descrição do visível.
  – Já se fazia sentir desde do final do s século XIX


• Correntes
  – Abstraccionismo sensível ou lírico;
  – Abstraccionismo geométrico.
Abstraccionismo
• Abstraccionismo sensível ou lírico:
   – Principal impulsionador – Kandinsky;
   – Defende que:
      • as formas e as cores, ao reproduzirem imagens figurativas perdem
        muita da força expressiva que, por si mesmas, possuem, pois
        somos incapazes de as dissociar do significado do objecto;
      • as formas que despertam em cada pessoa reacções e sugestões
        diferentes, numa variedade e multiplicidade muito superiores às
        da figuração.
Kandinsky, Sem titulo, 1910
47
Kandinsky, Composição IV, 1911.
Abstraccionismo Lírico




             Kandinsky, Composição VI, 1913.
                    Óleo sobre tela.                       48
  195 x 300 cm, Museu Hermitage, S. Petersburgo. Rússia.
Abstraccionismo Lírico




                Kandinsky, Mancha Vermelha II, 1921.
                           Óleo sobre tela.                           49
131 x 181 cm, Städtische Galerie im Lenbachhaus. Munique. Alemanha.
Abstraccionismo Lírico




               Kandinsky
         Kleine Welten IV
                     1922.
        Litografia a cores
          27,5 x 25,1 cm.
Museu de Belas Artes de S.
          Francisco. EUA.

                                      50
Abstraccionismo
• Abstraccionismo geométrico ou
  neoplasticismo
   – outra via;
   – pintor holandês Piet Mondrian:
      • Seduzido por Paris e pelo
        cubismo, procurou fazer da pintura um
        meio de expressar a verdade essencial e
        inalterável das coisas;
      • supressão de toda a emotividade pessoal
        e também de tudo o que é efémero ou
        acessório;
      • Pretendeu atingir uma pintura
        depurada, liberta de tudo o que não é
        essencial, circunscrita aos elementos
        básicos:
          – a linha, a cor, a composição e o espaço
            bidimensional.
Piet Mondrian
          Quadro 1
             1921.
   Óleo sobre tela
   96.5 x 60.5 cm.
  Museum Ludwig
Colónia, Alemanha
Abstraccionismo geométrico




     Piet Mondrian
     Composição 2
              1922.
    Óleo sobre tela
        55 x 53 cm.
Museu Guggenheim.
                                  53
  Nova Iorque EUA.
Abstraccionismo geométrico




            Piet Mondrian
                   Quadro II
                    1921-25
           Óleo sobre tela
                  90 x 60 cm   54
Coleção Max Bill. Alemanha.
Abstraccionismo geométrico




         Piet Mondrian
Composição com duas linhas, 1931.
         112 x 112 cm.
Museu Stedelijk de Arte Moderno.
     Amesterdão. Holanda.
                                         55
Abstraccionismo
• Conclusão:
  – A “necessidade interior” de Kandinsky e a “realidade pura”
    de Mondrian correspondem a duas teorias opostas sobre a
    razão de ser da arte abstracta:
     • a teoria subjectiva
     • a teoria objectiva;
  – Juntos protagonizam a corrente mais duradoura de todas
    quantas se iniciaram no século XX.
FUTURISMO
Futurismo
• Futurismo
   – Movimento artístico que se caracteriza pela rejeição total da estética
     do passado e pela exaltação da sociedade industrial.
•
• Origem
   – Itália;
   – Em 1909, Filippo Marinetti proclamava, a partir de Milão, o
      nascimento de uma nova estética.
   – O Manifesto de Marinetti rejeita o passado e glorifica
   o futuro que antevê prodigioso graças ao processo da
   técnica.
   – A máquina assume o lugar central de ídolo dos futuristas e, com ela, a
      velocidade, a que devotam um verdadeiro culto.
Futurismo
• Fonte de inspiração
   – a estética futurista centra-se na representação do mundo
     industrial:
      • a cidade, a máquina, a velocidade, o ruído;
      • procura igualmente fazer-se eco do tempo que rege o dinamismo
        universal:
          – a obra de arte não pode ser estática porque nada o é;
          – na Natureza tudo se transforma incessantemente.
Futurismo
• Características das obras
   – A busca de uma solução formal que representasse o
     dinamismo conduziu:
      • à diluição das formas;
      • à justaposição das imagens fugazes;
      • à decomposição da realidade em segmentos representando
        pontos de vista simultâneos (esta última solução, os futuristas
        aproximam-se dos cubistas e com eles partilham o simultaneísmo
        e a decomposição fragmentada.)
Futurismo




                     Bocccioni, Dynamism of a Cyclist, 1913
                          Tempera e tinta sobre papel
  21,1 x 30,8 cm, Civico Gabinetto dei Disegni, Castello Sforzesco. Milão. Itália.
Bocccioni, Charge of the Lancers, 1915
             Tempera e colagem sobre cartão
32 x 50 cm, Colecção Ricardo e Magda Jucker. Milão. Itália.
Futurismo




                 Bocccioni ,The City Rises
                  1910, Óleo sobre Tela
                     200 cm x 301 cm
        Museu de Arte Moderna de Nova Iorque, EUA
Balla, G,
    Menina a correr na Varanda
                           1912.
                  Óleo sobre tela
                   125 x 125 cm.
Civica Galleria d'Arte Moderna.
                    Milão. Itália.
Futurismo




                  Balla, G., Dinamismo de cão com trela, 1912.
  Óleo sobre tela, Galería de Arte Albright-Knox de Buffalo. Nova Iorque. EUA.
Bocccioni, Dinamismo do jogador de futebol
DADAÍSMO
Dadaísmo
• Dadaísmo
  – Movimento de contestação artística que recusa todos os
    modelos plásticos e a própria ideia de arte.


• Origem
  – Zurique, na Suíça;
  – Grupo de jovens de várias nacionalidades que procuravam
    refúgio da guerra.
Dadaísmo
• Características
   – absurdo;
   – pela necessidade compulsiva de destruir os fundamentos
     da Arte;
   – As obras reflectem os elementos mais díspares:
      • os assemblages de Kurt Schwitters;
      • as composições ao acaso de Max Ernst e Hans Arp;
      • os ready – made de Duchamp



          tudo servia para negar a arte e o seu valor.
Kurt Schwitters
  1887-1948


                         Hans Arp
                        1886-1966




                                    Marcel Duchamp
                  Max Ernest          1882-1968
                  1891-1976
Dadaísmo




                     Marcel Duchamp
    A Roda de Bicicleta, 1913 (cópia)
Roda de bicicleta e banco de madeira
                       Diâmetro, 64.8
                      Altura: 60.2 cm
      Colecção Artur Schwarz, Milão



                                         72
                                         72
Dadaísmo




            Marcel Duchamp
A Fonte, 1917 (desaparecido)
          Urinol de porcelana
                    Alt. 60 cm
Museu de Arte Filadélfia, EUA               73
                                            73
Dadaísmo




        Marcel Duchamp,
“O belo ar de Paris ,”1919.
                              74
Dadaísmo




Marcel Duchamp,
 O porta garrafas
                     75
Dadaísmo




                           Marcel Duchamp
                           Tortura da morte
                                         1959.
Gesso pintado e moscas sobre papel montado
                                em madeira.
                        29.5 x 13.5 x 5.5 cm.
         Colecção Robert Lebel. Paris. França.   76
                                                 76
Dadaísmo




                   Marcel Duchamp
                          L.H.O.O.Q.
                               1919.
            Ready-made rectificado:
lápis sobre reprodução da Gioconda
                     19.5 x 12.4 cm.
                  Coleção particular
                       Paris França.   77
                                       77
Dadaísmo




                      Marcel Duchamp
                 Por favor, toca , 1947.
Peito de espuma de borracha e veludo
         preto, montado sobre cartão.
                        23.5 x 20.5 cm.
     Colecção particular. Paris. França.
                                                 78
                                                 78
Marcel Duchamp
       Nú a descer a escada
                       1912
                89 x 146 cm
Philadelphia Museum of Art,
       Philadelphia, PA, USA
Otto Dix
                  O jogo de cartas
                              1920
                       87 x 110 cm
                   Óleo sobre tela
Nationalgalerie, Berlim, Alemanha
Otto Dix
      Rua de Praga (em Dresden)
                               1920
                       101 x 81 cm
                    Óleo sobre tela
Staatsgalerie, Stuttgart, Alemanha
Man Ray
       Le Violon d'Ingres
                    1924
               Fotografia
Paul Getty Museum, EUA
Dadaísmo
• Objectivo
  – Criação da antiarte
  – Provocam;
     • grande agitação nos meios artísticos com panfletos e artigos
       obscenos.
  – Acaba por:
     • não passar de uma manifestação mais extrema e publicitária do
       enorme movimento de subversão intelectual e artística das
       primeiras décadas do século.
SURREALISMO
Surrealismo
• Surrealismo
  – fez a apologia da arte como mecanismo de projecção do
    inconsciente, procurando variados meios para expressar a
    realidade interior do artista;
  – Assim tornou-se necessária uma reorientação, por André
    Breton, ex – dadaísta;
  – Ao surrealismo aderiram homens de letras como Louis
    Aragon e Paul Éluard; artistas plásticos e realizadores de
    cinema.
Surrealismo
• Influências
   – Freud e da psicanálise;
   – o “modelo” da arte deslocava-se para o mundo da
     interioridade, era procurado no inconsciente do artista;
   – Aqui reside o carácter revolucionário do surrealismo cujas
     obras devem realizar-se sem a intervenção do pensamento
     racional.
Salvador Domingo Felipe Jacinto
       Dali i Domènech
          1904-1989
Surrealismo
• Características
   – importância conferida no inconsciente;
   – Não se prende com querelas formais, cada um, exprime-se
     à sua própria maneira, cada um encontra a sua via pessoal
     de acesso ao inconsciente.


   – Foi esta vanguarda que encerrou o período das primeiras
     vanguardas que revolucionaram a arte europeia.
Surrealismo




                       Salvador Dali
     Ruína com cabeça de Medusa e
                    paisagem, 1941.
                     Óleo sobre tela
                        36 x 25.4 cm   89
Colecção Juan Abelló Gallo. Espanha.
Surrealismo




                 Salvador Dali
      Aranha de noite... Esperança, 1940.
                Óleo sobre tela                 90
40.5 x 50.8 cm, The Salvador Dalí Museum. EUA
Surrealismo




              Salvador Dali
Premonição da Guerra Civil,
                     1936.
            Óleo sobre tela
               100 x 99 cm
 The Philadelphia Museum.                   91
                       EUA
Surrealismo




 Salvador Dali, O Sonho, 1937
       Óleo sobre tela
          51 x 78 cm            92
       Coleção privada
Surrealismo




                Salvador Dali
Cristo de San Juan de la Cruz
                        1951
             Óleo sobre tela
                205 x 116 cm
     The Glasgow Art Gallery    93
                      Escócia
Surrealismo




          Salvador Dali
O Cristo de Gala, 1978.
        Óleo sobre tela
         100 x 100 cm.                  94
    Coleção particular.
Surrealismo




               Salvador Dali
    Auto-retrato macio com
              toucinho frito
                       1941
            Óleo sobre tela.
             61.3 x 50.8 cm.
Fundação Gala-Salvador Dalí.
                   Figueras.             95
                    Espanha
Surrealismo




               Salvador Dali
   Retrato de Picasso, 1947.
            Óleo sobre tela.
             64.1 x 54.7 cm.
Fundação Gala-Salvador Dalí.
          Figueras. Espanha            96
Surrealismo




       Salvador Dali, Persistências da memória, 1931
                       Óleo sobre tela                     97
24 cm × 33 cm, Museu de Arte Moderna de Nova Iorque, EUA
ASSIM…
Conclusão
• Até ao século XX
   – a pintura permaneceu fiel ao “princípio da realidade”;
   – representando um mundo de aparência lógica e objectos
     reconhecíveis.

   As vanguardas vieram romper este universo plástico,
     destruindo, os seus fundamentos.
Conclusão
• Assim:
  – Libertaram a figuração da sujeição ao modelo, distorcendo
    as formas e utilizando arbitrariamente as cores;
  – Desconstruíram o espaço pictórico:
     • os esbatimentos dos volumes e da profundidade nas telas
       fauvistas anunciam o regresso na pintura da bidimensionalidade.
  – Adoptaram novos objectos temáticos de índole abstracta:
     • pintura desliga totalmente os seus temas da realidade sensível.
  – Alargaram o universo da pintura ao introduzirem aspectos
    como o movimento e o tempo (4ª dimensão);
  – Introduziram um conjunto vasto de novos materiais
    artísticos, aumentando o potencial plástico e expressivo da
    pintura.
LITERATURA
Os caminhos da literatura
• Início do século XX
   – Correspondeu a uma verdadeira revolução que pôs em
     causa, por vezes de forma radical, os valores e as tradições
     literárias;
   – Nas primeiras décadas, os esforços concentravam-
     se, sobretudo, na libertação da obra literária face à
     realidade concreta;
   – Porém foi abandonada a descrição ordenada e realista da
     sociedade e dos acontecimentos.
Os caminhos da literatura
• Características
   – As obras voltam-se para a vida psicológica e interior das
     personagens mais do que para a narrativa de uma acção;
   – Há obras que se destacam pela introdução de novas
     formas de expressão, ao nível da linguagem e da
     construção frásica como por exemplo:
      • os poemas caligramados de Apollinaire, que fundem a palavra e a
        forma;
      • Os dadaístas, como Hugo Ball, que transformam o nonsense em
        poesia;
      • James Joyce, obra cheia de simbolismo e alusões obscuras de
        dificil descodificação;
      • …
Guillaume Apollinaire
     1880 – 1918




                        A Gravata, 1917.
Guillaume Apollinaire – Poema Caligrafico 1917.
Le Pont Mirabeau
Hugo Ball
1886- 1927




             Hugo Ball's, poema "Karawane”
                           1916
James Joyce
1882 - 1941
Os caminhos da literatura
• Estas correntes
   – são efémeras;
   – pouco produtivas em termos de qualidade literária;
   – Porém:
      • romperam convenções e abriram portas a obras de grande valor,
        verdadeiramente inovadoras.

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Vanguardas Europeias - I Modernismo

  • 1. História A As Vanguardas: Roturas com os cânones das artes e da Literatura
  • 2. "A arte não reproduz o que vemos. Ela faz-nos ver.“ Paul Klee
  • 3. Vanguardas • Vanguarda Cultural: – movimento inovador que rejeita os cânones estabelecidos e antecipa tendências posteriores. • Primeiras décadas do século XX – experiências inovadoras; – convulsiona o mundo da arte. – movimento cultural = modernismo; – Paris - o centro artístico da Europa.
  • 5. O fauvismo • Fauvismo: – corrente vanguardista liderada pelo pintor Henri Matisse; – Defende • o primado da cor na pintura e utiliza-a com total liberdade, negligenciando a precisão da representação. Henri Matisse 1869-1954
  • 6. O fauvismo • Fauvismo – a primeira vaga de assalto da arte moderna propriamente dita; – O escândalo fauve, provocado pelos impressionistas, rebentou em 1905, no Salon d'Automne; – As telas que se encontravam na sala eram chocantes; – Tinham um colorismo muito intenso, aplicado de forma aparentemente arbitrária, tornava-as, à primeira vista, obras estranhas, quase selvagens.
  • 7. Fauvismo Henri Matisse, Le bonheur de vivre (The Joy of Life) 7 1905-1906 Óleo sobre tela, 175 x 241 cm, Barnes Foundation, Merion, PA
  • 8. Fauvismo Henri Matisse ,Harmony in Red, 1908 8 Óleo sobre tela 180 x 220 cm, Museu Hermitage, S. Petersburgo
  • 9. Fauvismo Henri Matisse , Dance (II), 1910 9 Óleo sobre tela 260 x 391 cm, Museu Hermitage, S. Petersburgo
  • 10. Fauvismo Henri Matisse, Auto-retrato s/d. Museu Real de Belas Artes. Copenhaga. Dinamarca. 10
  • 12. Expressionismo • Expressionismo – Designa as formas artísticas que tendem para a expressão subjectiva e emotiva. • Origem – Surge quase ao mesmo tempo em diversas cidades alemãs; – Tentativa de abalar o conservadorismo em que vegetava a arte oficial. • Duas Correntes – Die Brucke; – Der Blaue Reiter Edvard Munch, O grito, 1893
  • 13. Expressionismo • Die Brucke; – liderados por Ernst Ludwig Kirchner; – defendiam uma arte impulsiva, fortemente individual, que representasse “directamente e sem falsificações” o impulso artístico criador.
  • 14. Expressionismo • Temáticas abordadas: – Angústia – Desespero – Morte -Sexo -Miséria social • Para obterem maior expressividade, os pintores: – distorciam e acentuavam o desenho de forma caricatural; – Uma forte tensão emocional apossa-se dos quadros, transmitindo ao espectador sensações de desconforto, repulsa e mesmo angústia.
  • 15. Expressionismo Ernst Ludwig Kirchner Girl Under a Japanese Parasol, c. 1909 Óleo sobre tela 92.5 x 80.5 cm Kunstsammlung Nordrhein- Westfalen, Dusseldorf 15
  • 16. Expressionismo Ernst Ludwig Kirchner Self-portrait as soldier, 1915 Óleo sobre tela 69.2 x 61 cm Allen Memorial Art Museum, Oberlin College, Ohio 16
  • 17. Expressionismo Ernst Ludwig Kirchner Self-Portrait with Model, 1910/1926 Óleo sobre tela 150.4 x 100 cm Kunsthalle, Hamburg 17
  • 18. Otto Dix, Metropolis (Os Noctívagos) 1927-1928
  • 19. Otto Dix, Memory of the Halls of Mirrors in Brussels 1920 Óleo sobre tela Coleção particular
  • 20. Expressionismo • Der Blaue Reiter; – liderados por Kandinsky e Franc Marc; – O desenho passa a ser menos pesado; – Intelectualização maior comparada com a corrente anterior
  • 21. Wassily Kandinsky, Murnau Street with Women
  • 22. Wassily Kandinsky, Autumn in Bavaria , 1908, 33 x 45 cm
  • 23. Franc Marc, Lenggries Horse Painting
  • 24. Franc Marc, Cavalos vermelhos
  • 27. Cubismo • Cubismo – Movimento artístico que rejeita a representação do objecto em função da percepção óptica e a substitui por uma visão intelectualizada de tipo geométrico. • Pablo Picasso – Em 1907, decide pintar um óleo de grandes proporções; – Tema: cinco mulheres nuas, provavelmente uma cena de bordel. • Correntes Cubistas – Cubismo analítico – Cubismo sintético
  • 28. Cubismo Pablo Picasso As meninas de Avignon, 1907. Óleo sobre tela. 243,9 x 233,7 cm. 28 Museu de Arte Moderno. Nova Yorque. USA.
  • 29. Georges Braque Casas em Estaque 1918 73 x 60 cm Coleção Privada
  • 30. Cubismo • Cubismo analítico: – Novidade • destruição completa das leis da perspetiva; – Desenvolvimento • Braque e Picasso continuam o percurso que já tinham iniciado: – os motivos são cada vez mais decompostos em facetas geométricas que se intercetam e se sucedem; – Ao volume fechado e circunscrito, os cubistas opõem assim um volume aberto, que ocupa todo o espaço do quadro; – as cores restringem-se a uma paleta monocromática de azuis, cinzentos e castanhos, de forma a não perturbar o rigor geométrico da representação.
  • 31. Cubismo Georges Braque Le Sacré-Coeur, 1910. Óleo sobre tela. 55.5 x 41 cm. 31 Museu d´ Art Moderne du Nord. Villeneuve d´ Asq.
  • 32. Cubismo Georges Braque The Emigrant, 1912. Óleo sobre tela 32 117 x 81 cm. Museu de Arte de Basileia. Suíça.
  • 33. Cubismo Pablo Picasso El Aficionado Sorgues, (El torero), 1912. Óleo sobre tela. 33 135 x 82 cm. Museu de Arte de Basileia. Suíça.
  • 34. Cubismo Pablo Picasso Souvenir de Havre 1912. Óleo sobre tela. 34 92 x 65 cm. Colecção Privada.
  • 35. Cubismo • Cubismo sintético: – processo de reconstrução/recriação; – Elementos fundamentais que resultam do desmantelamento analítico do motivo foram reagrupados de uma maneira mais coerente e mais lógica; – Regresso da cor às telas. – Novos materiais • papéis, cartão, tecidos, madeira, corda… • Criou-se com o relevo, novos planos no quadro, enriquecia as tonalidades do colorido confinadas até então, ao uso da tinta, acentuando sobretudo a essência e a verdade das representações.
  • 36. Cubismo Juan Gris Maisons à Paris, 1911. Óleo sobre tela. 52.4 x 34.3 cm. 36 Museu Guggenheim. Nova Iorque. EUA.
  • 37. Cubismo Juan Gris La Table de café, 1912. Óleo sobre tela. 46 x 38 cm. The Art Institute. 37 Chicago . EUA.
  • 38. Juan Gris O Jardim 1916 Óleo sobre Madeira 65 x 54 cm
  • 39. Pablo Picasso Natureza morta 66.4 x 49.6 cm 1913 Museum of Modern Art, New York, USA
  • 40. Pablo Picasso Arlequim 1918
  • 41. Georges Braque O Musico 1918 220.8 x 113 cm Kunstmuseum Basel, Basileia, Suiça
  • 42. Cubismo • Conclusão – Destruição das leis tradicionais da perspectiva e da representação, conduzindo à arte abstracta, verdadeiro emblema da arte do século XX; – Alargamento dos horizontes plásticos introduzindo neles materiais comuns; – Proporcionou meios de expressão a outras correntes.
  • 44. Abstraccionismo • Abstraccionismo – Movimento artístico que rejeita o tema ligado à realidade concreta, à descrição do visível. – Já se fazia sentir desde do final do s século XIX • Correntes – Abstraccionismo sensível ou lírico; – Abstraccionismo geométrico.
  • 45. Abstraccionismo • Abstraccionismo sensível ou lírico: – Principal impulsionador – Kandinsky; – Defende que: • as formas e as cores, ao reproduzirem imagens figurativas perdem muita da força expressiva que, por si mesmas, possuem, pois somos incapazes de as dissociar do significado do objecto; • as formas que despertam em cada pessoa reacções e sugestões diferentes, numa variedade e multiplicidade muito superiores às da figuração.
  • 48. Abstraccionismo Lírico Kandinsky, Composição VI, 1913. Óleo sobre tela. 48 195 x 300 cm, Museu Hermitage, S. Petersburgo. Rússia.
  • 49. Abstraccionismo Lírico Kandinsky, Mancha Vermelha II, 1921. Óleo sobre tela. 49 131 x 181 cm, Städtische Galerie im Lenbachhaus. Munique. Alemanha.
  • 50. Abstraccionismo Lírico Kandinsky Kleine Welten IV 1922. Litografia a cores 27,5 x 25,1 cm. Museu de Belas Artes de S. Francisco. EUA. 50
  • 51. Abstraccionismo • Abstraccionismo geométrico ou neoplasticismo – outra via; – pintor holandês Piet Mondrian: • Seduzido por Paris e pelo cubismo, procurou fazer da pintura um meio de expressar a verdade essencial e inalterável das coisas; • supressão de toda a emotividade pessoal e também de tudo o que é efémero ou acessório; • Pretendeu atingir uma pintura depurada, liberta de tudo o que não é essencial, circunscrita aos elementos básicos: – a linha, a cor, a composição e o espaço bidimensional.
  • 52. Piet Mondrian Quadro 1 1921. Óleo sobre tela 96.5 x 60.5 cm. Museum Ludwig Colónia, Alemanha
  • 53. Abstraccionismo geométrico Piet Mondrian Composição 2 1922. Óleo sobre tela 55 x 53 cm. Museu Guggenheim. 53 Nova Iorque EUA.
  • 54. Abstraccionismo geométrico Piet Mondrian Quadro II 1921-25 Óleo sobre tela 90 x 60 cm 54 Coleção Max Bill. Alemanha.
  • 55. Abstraccionismo geométrico Piet Mondrian Composição com duas linhas, 1931. 112 x 112 cm. Museu Stedelijk de Arte Moderno. Amesterdão. Holanda. 55
  • 56. Abstraccionismo • Conclusão: – A “necessidade interior” de Kandinsky e a “realidade pura” de Mondrian correspondem a duas teorias opostas sobre a razão de ser da arte abstracta: • a teoria subjectiva • a teoria objectiva; – Juntos protagonizam a corrente mais duradoura de todas quantas se iniciaram no século XX.
  • 58. Futurismo • Futurismo – Movimento artístico que se caracteriza pela rejeição total da estética do passado e pela exaltação da sociedade industrial. • • Origem – Itália; – Em 1909, Filippo Marinetti proclamava, a partir de Milão, o nascimento de uma nova estética. – O Manifesto de Marinetti rejeita o passado e glorifica o futuro que antevê prodigioso graças ao processo da técnica. – A máquina assume o lugar central de ídolo dos futuristas e, com ela, a velocidade, a que devotam um verdadeiro culto.
  • 59. Futurismo • Fonte de inspiração – a estética futurista centra-se na representação do mundo industrial: • a cidade, a máquina, a velocidade, o ruído; • procura igualmente fazer-se eco do tempo que rege o dinamismo universal: – a obra de arte não pode ser estática porque nada o é; – na Natureza tudo se transforma incessantemente.
  • 60.
  • 61. Futurismo • Características das obras – A busca de uma solução formal que representasse o dinamismo conduziu: • à diluição das formas; • à justaposição das imagens fugazes; • à decomposição da realidade em segmentos representando pontos de vista simultâneos (esta última solução, os futuristas aproximam-se dos cubistas e com eles partilham o simultaneísmo e a decomposição fragmentada.)
  • 62. Futurismo Bocccioni, Dynamism of a Cyclist, 1913 Tempera e tinta sobre papel 21,1 x 30,8 cm, Civico Gabinetto dei Disegni, Castello Sforzesco. Milão. Itália.
  • 63. Bocccioni, Charge of the Lancers, 1915 Tempera e colagem sobre cartão 32 x 50 cm, Colecção Ricardo e Magda Jucker. Milão. Itália.
  • 64. Futurismo Bocccioni ,The City Rises 1910, Óleo sobre Tela 200 cm x 301 cm Museu de Arte Moderna de Nova Iorque, EUA
  • 65. Balla, G, Menina a correr na Varanda 1912. Óleo sobre tela 125 x 125 cm. Civica Galleria d'Arte Moderna. Milão. Itália.
  • 66. Futurismo Balla, G., Dinamismo de cão com trela, 1912. Óleo sobre tela, Galería de Arte Albright-Knox de Buffalo. Nova Iorque. EUA.
  • 67. Bocccioni, Dinamismo do jogador de futebol
  • 69. Dadaísmo • Dadaísmo – Movimento de contestação artística que recusa todos os modelos plásticos e a própria ideia de arte. • Origem – Zurique, na Suíça; – Grupo de jovens de várias nacionalidades que procuravam refúgio da guerra.
  • 70. Dadaísmo • Características – absurdo; – pela necessidade compulsiva de destruir os fundamentos da Arte; – As obras reflectem os elementos mais díspares: • os assemblages de Kurt Schwitters; • as composições ao acaso de Max Ernst e Hans Arp; • os ready – made de Duchamp tudo servia para negar a arte e o seu valor.
  • 71. Kurt Schwitters 1887-1948 Hans Arp 1886-1966 Marcel Duchamp Max Ernest 1882-1968 1891-1976
  • 72. Dadaísmo Marcel Duchamp A Roda de Bicicleta, 1913 (cópia) Roda de bicicleta e banco de madeira Diâmetro, 64.8 Altura: 60.2 cm Colecção Artur Schwarz, Milão 72 72
  • 73. Dadaísmo Marcel Duchamp A Fonte, 1917 (desaparecido) Urinol de porcelana Alt. 60 cm Museu de Arte Filadélfia, EUA 73 73
  • 74. Dadaísmo Marcel Duchamp, “O belo ar de Paris ,”1919. 74
  • 75. Dadaísmo Marcel Duchamp, O porta garrafas 75
  • 76. Dadaísmo Marcel Duchamp Tortura da morte 1959. Gesso pintado e moscas sobre papel montado em madeira. 29.5 x 13.5 x 5.5 cm. Colecção Robert Lebel. Paris. França. 76 76
  • 77. Dadaísmo Marcel Duchamp L.H.O.O.Q. 1919. Ready-made rectificado: lápis sobre reprodução da Gioconda 19.5 x 12.4 cm. Coleção particular Paris França. 77 77
  • 78. Dadaísmo Marcel Duchamp Por favor, toca , 1947. Peito de espuma de borracha e veludo preto, montado sobre cartão. 23.5 x 20.5 cm. Colecção particular. Paris. França. 78 78
  • 79. Marcel Duchamp Nú a descer a escada 1912 89 x 146 cm Philadelphia Museum of Art, Philadelphia, PA, USA
  • 80. Otto Dix O jogo de cartas 1920 87 x 110 cm Óleo sobre tela Nationalgalerie, Berlim, Alemanha
  • 81. Otto Dix Rua de Praga (em Dresden) 1920 101 x 81 cm Óleo sobre tela Staatsgalerie, Stuttgart, Alemanha
  • 82. Man Ray Le Violon d'Ingres 1924 Fotografia Paul Getty Museum, EUA
  • 83. Dadaísmo • Objectivo – Criação da antiarte – Provocam; • grande agitação nos meios artísticos com panfletos e artigos obscenos. – Acaba por: • não passar de uma manifestação mais extrema e publicitária do enorme movimento de subversão intelectual e artística das primeiras décadas do século.
  • 85. Surrealismo • Surrealismo – fez a apologia da arte como mecanismo de projecção do inconsciente, procurando variados meios para expressar a realidade interior do artista; – Assim tornou-se necessária uma reorientação, por André Breton, ex – dadaísta; – Ao surrealismo aderiram homens de letras como Louis Aragon e Paul Éluard; artistas plásticos e realizadores de cinema.
  • 86. Surrealismo • Influências – Freud e da psicanálise; – o “modelo” da arte deslocava-se para o mundo da interioridade, era procurado no inconsciente do artista; – Aqui reside o carácter revolucionário do surrealismo cujas obras devem realizar-se sem a intervenção do pensamento racional.
  • 87. Salvador Domingo Felipe Jacinto Dali i Domènech 1904-1989
  • 88. Surrealismo • Características – importância conferida no inconsciente; – Não se prende com querelas formais, cada um, exprime-se à sua própria maneira, cada um encontra a sua via pessoal de acesso ao inconsciente. – Foi esta vanguarda que encerrou o período das primeiras vanguardas que revolucionaram a arte europeia.
  • 89. Surrealismo Salvador Dali Ruína com cabeça de Medusa e paisagem, 1941. Óleo sobre tela 36 x 25.4 cm 89 Colecção Juan Abelló Gallo. Espanha.
  • 90. Surrealismo Salvador Dali Aranha de noite... Esperança, 1940. Óleo sobre tela 90 40.5 x 50.8 cm, The Salvador Dalí Museum. EUA
  • 91. Surrealismo Salvador Dali Premonição da Guerra Civil, 1936. Óleo sobre tela 100 x 99 cm The Philadelphia Museum. 91 EUA
  • 92. Surrealismo Salvador Dali, O Sonho, 1937 Óleo sobre tela 51 x 78 cm 92 Coleção privada
  • 93. Surrealismo Salvador Dali Cristo de San Juan de la Cruz 1951 Óleo sobre tela 205 x 116 cm The Glasgow Art Gallery 93 Escócia
  • 94. Surrealismo Salvador Dali O Cristo de Gala, 1978. Óleo sobre tela 100 x 100 cm. 94 Coleção particular.
  • 95. Surrealismo Salvador Dali Auto-retrato macio com toucinho frito 1941 Óleo sobre tela. 61.3 x 50.8 cm. Fundação Gala-Salvador Dalí. Figueras. 95 Espanha
  • 96. Surrealismo Salvador Dali Retrato de Picasso, 1947. Óleo sobre tela. 64.1 x 54.7 cm. Fundação Gala-Salvador Dalí. Figueras. Espanha 96
  • 97. Surrealismo Salvador Dali, Persistências da memória, 1931 Óleo sobre tela 97 24 cm × 33 cm, Museu de Arte Moderna de Nova Iorque, EUA
  • 99. Conclusão • Até ao século XX – a pintura permaneceu fiel ao “princípio da realidade”; – representando um mundo de aparência lógica e objectos reconhecíveis. As vanguardas vieram romper este universo plástico, destruindo, os seus fundamentos.
  • 100. Conclusão • Assim: – Libertaram a figuração da sujeição ao modelo, distorcendo as formas e utilizando arbitrariamente as cores; – Desconstruíram o espaço pictórico: • os esbatimentos dos volumes e da profundidade nas telas fauvistas anunciam o regresso na pintura da bidimensionalidade. – Adoptaram novos objectos temáticos de índole abstracta: • pintura desliga totalmente os seus temas da realidade sensível. – Alargaram o universo da pintura ao introduzirem aspectos como o movimento e o tempo (4ª dimensão); – Introduziram um conjunto vasto de novos materiais artísticos, aumentando o potencial plástico e expressivo da pintura.
  • 102. Os caminhos da literatura • Início do século XX – Correspondeu a uma verdadeira revolução que pôs em causa, por vezes de forma radical, os valores e as tradições literárias; – Nas primeiras décadas, os esforços concentravam- se, sobretudo, na libertação da obra literária face à realidade concreta; – Porém foi abandonada a descrição ordenada e realista da sociedade e dos acontecimentos.
  • 103. Os caminhos da literatura • Características – As obras voltam-se para a vida psicológica e interior das personagens mais do que para a narrativa de uma acção; – Há obras que se destacam pela introdução de novas formas de expressão, ao nível da linguagem e da construção frásica como por exemplo: • os poemas caligramados de Apollinaire, que fundem a palavra e a forma; • Os dadaístas, como Hugo Ball, que transformam o nonsense em poesia; • James Joyce, obra cheia de simbolismo e alusões obscuras de dificil descodificação; • …
  • 104. Guillaume Apollinaire 1880 – 1918 A Gravata, 1917.
  • 105. Guillaume Apollinaire – Poema Caligrafico 1917.
  • 107. Hugo Ball 1886- 1927 Hugo Ball's, poema "Karawane” 1916
  • 109.
  • 110. Os caminhos da literatura • Estas correntes – são efémeras; – pouco produtivas em termos de qualidade literária; – Porém: • romperam convenções e abriram portas a obras de grande valor, verdadeiramente inovadoras.