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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE

        ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM CIÊNCIAS.
               ENSINO FUNDAMENTAL




Profªs Orientadoras: Paula Ribeiro, Raquel Quadrado, Suzana, Silvia.




                        UNIDADE DIDÁTICA




      ACADÊMICO: MARCELO GOMES DE OLIVEIRA, 37905, marcelobiosul@hotmail.com,
                                                    http://biosul.blogspot.com

                  ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL PORTO SEGURO

                                                        PROFª.: SÍLVIA CORRÊA

                                                      SÉRIE/ANO : 6º ANO/ 6ºB

                        Rio Grande, junho de 2011.


                                                                            1
“há que se cuidar do broto,

pra que a vida nos dê flor

          ... e frutos”
Trecho da música: Coração de estudante




                                         2
I DADOS DO ESTÁGIAO:               4


II TÍTULO DA UNIDADE DIDÁTICA:     5


III ENTREVISTA COM A PROFESSORA:   6


IV ANÁLISE DA AULA                 7


V DEPENDÊNCIAS DA ESCOLA           8


VI INTRODUÇÃO                      9


VII OBJETIVOS GERAIS               11


VIII OBJETIVOS ESPECÍFICOS         12


IX CRONOGRAMA                      13


X PLANOS DE AULAS                  14


XI REFLEXÕES                       52


XII CONTEÚDOS:                     62

XII a. CONCEITUAIS:                62

XII b. ATITUDINAIS:                63

XII c. PROCEDIMENTAIS:             63


XIII AUTO AVALIAÇÃO:               64


XIV CONSIDERAÇÕES FINAIS:          64


XVI REFERÊNCIAS:                   65




                                    3
I DADOS DO ESTÁGIAO:


          Escola Municipal de Ensino Fundamental Porto Seguro.

                           Bairro: Parque Marinha.

                         Cidade do Rio Grande –RS.

                          Turno do estágio: tarde.

               Quintas-feiras (1 período), Sexta-feira (2 periodos)

                            Séria/ano: 6ºano, 6B.

                             Total de alun@s: 26

  PROFESSORA TITULAR: Sílvia Correa, formada em Ciências biológicas
  Licenciatura pela Universidade Federal do Rio Grande.




                         DISCIPLINA CIÊNCIAS




                                                                      4
II TÍTULO DA UNIDADE DIDÁTICA:




Um planeta melhor para as gerações futuras!

      Solos Saudáveis e a água limpa.




                                              5
III ENTREVISTA COM A PROFESSORA:


1)Em que curso a professora é formada?
Licenciatura em Ciências – Habilitação em Biologia.

2) Onde fez sua formação? FURG.

3)Há quantos anos leciona? Em abril vou completar
11 anos.

4)Quantas horas tem em sala de aula? Em que
séries? Quantas turmas? Qual a média de alunos
por turma? 40 horas semanais em sala de aula + 10
horas no projeto quero-quero, onde dou acessoria
em educação ambiental à professores da escola.
Leciono de 5ª a 8ª séries, num total de 10 turmas. A média de alunos por turma é de 25.

5)Trabalha em outro lugar? Qual e quantas horas? 20 no estado (escola Almirante
Tamandaré) e 30 no município (escola Porto Seguro)

6)Quais são os objetivos que espera alcançar com sua proposta de trabalho? Que os alunos
aprendam a raciocinar e não simplesmente decorar os conteúdos.

7)Adota o livro didático? Qual? Baseado em que faz a escolha do mesmo? É comprado pelos
alunos ou distribuem na escola? As aulas são exclusivamente nesse livro? Os livros são
cedidos pelo Governo, utilizo o livro do Carlos Barros – Ciências e meio ambiente, mas não o
uso com muita freqüência, até porque não tem livros para todos os alunos.

8) Se não adota o livro, em que se baseia para preparar as aulas? Como os alunos dispõem
dos assuntos abordados na aula? Utilizo livros, reportagens de jornais e revistas, internet.
Costumo passar textos no quadro ou levar Xerox dos mesmos.

9) Qual a metodologia habitual de trabalho? Bastante variada ( aulas práticas, leitura e
interpretação de textos, jogos, etc)

10)Como organiza o trabalho dos alunos (individual, em grupo)? O que motiva essa
organização? Turmas agitadas é difícil fazer trabalhos em grupo. Mesmo assim, durante o
bimestre costumo fazer um trabalho em grupo, pois acredito que eles (os alunos se ajudam
quando há dificuldade).

11) Faz aulas práticas? Sim ou não por quê?
Ás vezes. É difícil organizar as aulas (por falta de tempo) e também é difícil manter os
alunos motivados.

12)Qual sua opinião a respeito da avaliação? Como avalia? Faço avaliação qualitativa, prova,
trabalhos (pode ser jogo, pesquisa, organização de panfletos, livros, enfim, depende do
assunto). A maioria dos pais e em alguns casos, a própria direção, não estão interessados na
aprendizagem , mas sim se o aluno aprovou. Atualmente a avaliação não mede o progresso do
aluno, mas sim a capacidade que ele tem em reter ou não informações.

                                                                                          6
IV ANÁLISE DA AULA


     Cheguei alguns minutos antes para conhecer as dependências da
  escola. Chamou-me muita atenção de que no lado de fora da escola havia
  uma pista de skate e um campinho de futebol, logo percebi que ali havia
  uma comunidade bem entrosada e participativa. Já ouvira histórias que o
  Parque Marinha não era um bairro bom para se viver. Mas através do
  contato que tive com a escola e com as crianças que lá estudam, estes
  boatos foram derrubados.

     Esperei a professora Sílvia chegar. @s educand@s esperam o sinal
  para entrarem na escola. Logo cumprimentaram a professora e foram se
  acomodando em seus lugares. Até então eu era um elemento externo na
  sala, mas com o passar da aula percebi que foram se soltando e
  começaram a me enxergar como um estudante, assim como eles.

     Silvia iniciou a aula recapitulando o assunto trabalhado na semana
  anterior. Percebi que estavam estudando ecologia, pois a turma já
  parecia familiarizada aos conceitos ecológicos de: consumidores,
  decompositores e produtores.

     Percebi que a turma era bem participativa e questionadora. Logo que a
  professora entregou o exercício el@s buscaram fazer o mais rápido para
  que iniciasse a correção. Notei que conversas paralelas poderiam ser o
  grande obstáculo para mim, pois como são crianças e adolescentes, os
  assuntos são diversos e gostam muito de brincar. Minhas aulas deveriam
  ser atrativas o bastante para que eu pudesse instigá-l@s a estudar de
  forma crítica.

     No final do período a professora comunicou a toda turma que eu
  seria o profº de Ciências nas próximas aulas. Logo me apresentei,
  conversamos um pouquinho assim senti um pouco da energia da turma.
  Gostei muito da aula da profª Silvia, achei que é competente e
  proporciona em suas aulas momentos de leitura, e isso é realmente
  importante. ―É a forma que avaliarei suas aprendizagens...‖




                                                                         7
V DEPENDÊNCIAS DA ESCOLA


     A escola é muito bem cuidada. Fiquei surpreso ao entrar na sala, pois
  não havia vidros quebrados, nem classes mal cuidadas, muito menos
  paredes riscadas. O Pátio da escola Porto Seguro é rico em verde o que
  me pareceu que @s professor@s tem uma consciência ecológica bem
  desenvolvida. Muitas flores e espaços de gramíneas. As paredes das
  salas estão bem conservadas. Há ventiladores e cortinas em sala. Quadro
  negro e lixinhos bem higiênicos.

     Há um refeitório bem estruturado, onde a turminha faz seu lanche.
  Notei que nas tardes há suco, vitamina, bolachinha e frutas, muito bem
  aceito por tod@s. Na hora da merenda eles são avisados em sala.

     Há laboratório de informática com cerca de 20 computadores novos
  adquiridos pelo projeto Escuna. Projetor de Islides e um notebook para
  uso dos professores.

     Há um laboratório de Ciências que foi montado pela profª Silvia. Há
  alguns modelos biológicos, contudo não há microscópios e lupas.

     A biblioteca é rica com inúmeras obras, cuja turminha troca livros
  semanalmente. Este hábito é bem difundido.

     Na escola há um ginásio poliesportivo e uma quadra para a prática de
  esportes.




                                                                         8
VI INTRODUÇÃO


      A teoria e a práxis no Ensino de Ciências são aliadas para que @s
Educador@s possam compreender o processo ensino-aprendizagem e assim
fazerem uma leitura de mundo adequada e a partir disso aplicar no contexto
de sala de aula. A reflexão e a ação no trabalho pedagógico são
instrumentos de transformação e formação. Pois a reflexão transforma o
sujeito através do dialogo com sigo mediado pela escrita com interação das
orientadoras que conosco caminharam durante este semestre. A ação
pedagógica é nosso meio de tocarmos de forma elegante e educada aquelas
30 crianças que vivenciaram 2 ou 3 períodos de ensino de Ciências, e que
através de uma recíproca verdadeira nos ensinaram tanto quanto
aprenderam nossos conceitos e conteúdos.

      É nesse sentido que encontramos no ensino de Ciência uma Filosofia
de Vida, Por um lado um corpo de conhecimento, uma matéria
acadêmica/escolar onde sustenta verdades as inúmeras perguntas sobre a
Natureza das coisas e que estão subordinadas a respostas dos livros
didáticos. Por outro lado em uma contraconcepção a isto pensamos que o
ensino de Ciência é um filosofar onde o mais importante são as perguntas
que noss@s fantástic@s Alun@s fazem-nos,
que as respostas mornas que muitas vezes
desaguamos nel@s.

      O que poderia eu responder quando
um aluno me perguntou:

―- Professor! As nuvens são de algodão?‖

       Será que seremos nós os responsáveis
por podar todo o imaginário criativo e lúdico
d@s noss@s pquenin@s para ensinar uma
ciência muitas vezes fria que está às vezes
serviço das forças hegemônicas.

      Vivenciar o ensino de Ciências neste novo milênio para todos aqueles
que criticam seus modos de vidas, como eu, antes de perceber @s outr@s, é
parar nossa atividade do dia-a-dia e pensar:

- para onde vai esta garrafa pet que acabo de colocar no lixo do centro da
cidade?




                                                                         9
- por que a bateria do meu celular dura apenas um ano, e devo no final
trocar meu aparelho? O que os recursos hídricos tem haver com esse
celular? Há algo de tóxico aqui? A terra absorve estes elementos?

-Será que a água do mundo vai acabar? O que a descarga do meu banheiro
tem haver com o consumo de água da casa de meu pai e quanto custa isso no
final das conta?

- Por que os rios estão morrendo? E por que tanta hidroelétrica, Prof@?

- Por que dizem que a cada minuto desaparece uma espécie de
animal/vegetal mesmo antes de ser descrita? O que é ecologia?

       Das inúmeras vezes que estas perguntas pairaram sobre nossos
pensamentos e até nas nossas aulas, foram raras vezes que fomos realmente
fazer a pesquisa. Apenas escutamos algo ou ouvimos no noticiário e na
televisão. Percebemos que @s educador@s em formação devem estar em
constante estudo e pesquisa, devido ao fluxo de informação na rede e as
entrelinhas dos comercias televisivos. Assim concordamos com Steimberg
que as pedagogias culturais funcionam de modo eficaz:



                  ―Pedagogia cultural supõe que a educação ocorra ―numa variedade de
                  áreas sociais, incluindo mas não se limitando à escolar. Áreas
                  pedagógicas são aqueles lugares onde o poder é organizado e
                  difundido, incluindo-se bibliotecas, TV, cinemas, jornais, revistas,
                  brinquedos, propagandas, videogames, livros, esportes, etc‖.




       Noss@s jovens estão conectados a internet, ligados a redes sociais.
Assistem seus programas favoritos na
televisão e levam toda estas informações para
o espaço escolar.

      Penso que o ensino de ciência vem ao
encontro dessas questões atuais. Como: a
informática, os seres vivos, a saúde, o homem,
o sistema como um todo. Micro e
Macrocosmos.

      Nestes planos de aula seguintes que desenvolvemos na escola Porto
Seguro, no Parque Marinha da Cidade do Rio Grande, há um tanto de mim...
Do sujeito questionador. Do cidadão insatisfeito com a democracia. Do
aluno/estudante/professor/pesquisador mutante e ator nesse cenário. Do


                                                                                   10
menino/adulto e do jovem/Educador, do sonhador... Há nestes planos um
movimento de tentar buscar um melhor tom a fim de seduzir e atenção
dequel@s para quem foram destinatários destas aulas. Para a garotada da
turma 6B. Nestes planos e reflexões há um tanto de Bianca, Endrel, Lázaro,
Pâmela, Patrick, Luis, Ingrid, Carol, Eduarda, Geovana, Izabel, Andrey entre
outr@s... Nestas reflexãos há uma poção mágica que se chama Paula. Há
diálogos de Raquel. Há dicas de Suzana. Nestes planos há pitadas de
Esperança, há temperos de Utopias, há kilogramas de trabalho, há horas de
Reflexão e há um perfume todo especial que dá vida ao prazer de fazer bem
ao próximo.




VII OBJETIVOS GERAIS


      Trabalhar os assuntos de forma clara e objetiva, partindo do simples
para o complexo, dentro da realidade d@s educando@s através de exemplos
cotidianos, noticiários, jornais, temas geradores e realidade local dos
ecossistemas e ambiente.

      As aulas desenvolvidas durante a disciplina de Estágio supervisionado
em Ciências tiveram por objetivo gerais relacionar os aspectos de formação
de solos, composição dos solos, tipos de solos e recursos naturais neles
existentes. Entender práticas agrícolas amigáveis da terra.

      Desenvolver n@s alun@s uma consciência ecológica e evolutiva,
trabalhando sua capacidade de refletir, argumentar e concluir, bem como



                                                                          11
explorar a capacidade de expressão verbal e escrita, combinando os temas
trabalhados, assuntos atuais de forma a resgatar estes valores.

      Promover um conhecimento sistêmico ecológico e integrado a um todo
condizendo com as bases teóricas e práticas da Educação Ambiental.

       Proporcionar um ensino de ciências dialógico com as outras disciplinas
do conhecimento e facilitar que @s educandos compreendam inteiramente
os fatos físicos, sociais, políticos, artísticos etc. no contexto social, ou seja,
os ―estudos do meio‖ indicados por KRASILCHIK.



VIII OBJETIVOS ESPECÍFICOS


      Desenvolver as primeiras noções sobre solo e reconhecer diferentes
tipos de solos. Compreender a importância de cuidar dos solos. Capacidade
de distinguir diferentes tipos de adubação assim como a importância
Irrigação adequada. Conhecer drenagem e entender acidez dos solos e as
conseqüências da erosão – Deslizamentos e soterramentos.
      Tivemos como objetivo a construção de um pequeno herbário e de uma
composteira para que em casa @s educand@s reciclem e separem o lixo
orgânico do lixo inorgânico, os seja, apreendo a fazer o composto orgânico
para agregar nutrientes ao solo.
      Demonstrar a importância do consumo consciente na atualidade
frente ao esgotamento dos recursos naturais não renováveis. Distinguir
recursos naturais renováveis dos não renováveis. Entender qual é o motivo
que leva o mundo moderno globalizado se direciona para as tecnologias
limpas e a importância das mudanças radicais nas atitudes/comportamentos
básicos como:

      Sacolas renováveis - Reutilização das garrafas pets – consumo
consciente - Papéis recicláveis – utilização – reutilização – descarte
adequado para reciclagem.

      Nossas aulas tiveram como atenção específica o estudo da água como
elemento fundamental para a vida. Também procuramos entender a poluição
e seus efeitos nocivos para as futuras gerações. Buscamos através de
nossos exemplos e exercícios faze-l@s refletir a respeito do esgotamento
dos recursos hídricos.




                                                                               12
IX CRONOGRAMA




AULA            DATA          TEMA
PLANO 1         14/15 ABRIL   SOLOS E SUAS
                              CARACTERÍSTICAS
PLANO 2         28/29 ABRIL   TIPOS DE SOLOS E
                              FERTILIDADE DOS
                              SOLOS
PLANO 3         5/6 MAIO      PRESERVANDO
                              SOLOS
PLANO 4         12/13 MAIO    RENOVÁVEIS OU
                              NÃO
PLANO 5         19/20 MAIO    COMBUSTIVEIS
                              FÓSSEIS
PLANO 6         26/27 MAIO    AGUA E VIDA
PLANO 7         2/3 JUNHO     PLANETA AZUL
PLANO 8         9/10 JUNHO    ESTADOS FÍSICOS
                              DA ÁGUA
PLANO 9         16/17 JUNHO   GELO DE ÁGUA
PLANO 10        23/24 JUNHO   DISTRIBUIÇÃO DE
                              ÁGUA NO PLANETA




                                                 13
X PLANOS DE AULAS


                O solo e as suas características

Objetivos
- Desenvolver as primeiras noções sobre solo.
- Reconhecer diferentes tipos de solo.
- Compreender a importância de cuidar do solo.
- Estimular escrita, leitura e interpretação dos educandos.



Conteúdos
- Características de alguns componentes do solo
- Camadas do solo e Rocha matriz




Tempo estimado
2 aulas.



Material necessário
Lousa, giz colorido.
Levar folhas



PROCEDIMENTOS:
1º MOMENTO: diálogos e provocações com a turma:
Qual é a importância do solo?
O solo que visualizamos sempre foi assim?
Existem solos diferentes?

2° MOMENTO:
Explicação através de desenhos e esquemas no quadro. (camadas do solo,
composição do solo, diferenças de composição
ARENOSO/ARGILOSO/HUMÍFERO.

3º MOMENTO:
Leitura reflexiva do Livro, pág 126, 126, 127
PRÁTICA: observação de solos

                                                                         14
Preparação da prática:

Será previamente preparado 3 recipientes com tipos de solos distintos:
1 - ARENOSO: grande concentração de Areia
2- Argiloso: argila e componentes
3 - Solo fértil: terra escura e material em decomposição (húmus):

A Turma será dividida em duplas/trios e entregue lupas-de-mão para
observação das partículas que constituem o solo. Solicitar aos educandos
que façam o registro do que visualizaram, no final da aula este trabalho será
recolhido.




        O solo tem uma história: o solo em que pisamos e construímos o prédio da
escola nem sempre foi assim. O aspecto atual do solo é resultado de milhões de
anos de transformações. Assas transformações continuam acontecendo.
Acompanhando o seguinte raciocínio: durante do dia as rochas são aquecidas pela
luz do sul se dilatam ligeiramente; à noite, elas ficam frias e se contraem,
lentamente, ao longo do tempo, esse processo vai fragmentando as rochas. O Vento
e a água também causam uma vagarosa modificação nas rochas. Essas
modificações nas rochas originam partículas menores e mais alteradas. Parte
mineral do solo:

        Os seres vivos, plantas rasteiras e líquens, podem se instalar na superfície alterada de
rochas – suas raízes liberam substâncias que contribuem para a alteração das rochas.

       Os organismo em decomposição, e restos de seres vivos como fezes e
restos de folhas aos poucos são incorporados ao solo em formação. Esse material
vai constituir a parte ORGÂNICA do solo e será decomposto por bactérias e
fungos.



                                                                                              15
Intemperismo = é o conjunto de todas as modificações que desagregam e
decompõem uma rocha. O calor, a chuva, o frio, o vento são exemplos de agentes do
intemperismo

         A PARTE MINERAL + PARTE ORGÂNICA + ÁGUA + AR = SOLO.

       A camada superficial do solo é chamado também de solo agrícola, essa
camada é geralmente mais escura, fofa, úmida, rica em matéria orgânica, sais
minerais e microorganismos. Abaixo dela há uma de rocha parcialmente
fragmentada, com minerais, pouca ou nenhuma matéria orgânica, e poucos
microorganismos. Logo abaixo existe uma camada de rochas fragmentadas. Mais
abaixo é encontrado um bloco de rocha sólida a ROCHA MATRIZ. Ela é chamada
assim porque sua parte, que um dia aflorou na superfície da terra, FOI
ALTERADA PELO INTEMPERISMO E ORIGINOU O SOLO.




                            FERTILIDADE DO SOLO:
            O QUE PODEMOS PENSAR QUE É UM SOLO FÉRTIL?
                 50% do solo é composto por partículas sólidas,
 Desses 50% apenas 5% é matéria orgânica, o restante ou seja __ é de matéria
                                    mineral.
A outra metade, isto é, os outros 50% é constituído de 25% de água e 25% de ar.




                                                                               16
Fertilidade do solo; tipos de adubação


Objetivos
- Desenvolver noções sobre cuidados com solo.
- Reconhecer diferentes tipos de adubação.
- Compreender a importância Irrigação, drenagem e acidez.
- Estimular escrita, leitura e interpretação dos educandos.



Conteúdos
- Adubação Orgânica
- Adubação Verde
- Adubação Inorgânica



Tempo estimado
1 aulas.



Material necessário
Lousa, giz colorido.
Levar folhas

Curiosidade:
No dia 03 de maio é o DIA MUNDIAL DO SOLO.



Texto de apoio:
 No Livro da turma (pág. 130 a 133)
Ciências e Meio Ambiente – Carlos Barros




                                                              17
PROCEDIMENTOS:

1º MOMENTO: diálogos e provocações com a turma:
Você já viu alguém adubando a terra?
Como você acha que o adubo beneficia as plantas?

2° MOMENTO:
Texto explicativo no quadro sobre Adubação orgânica, adubação verde,
adubação inorgânica. Explicação da matéria. (pag 130, 131, 132)

3º MOMENTO: Análise do terrário e entrega dos exercício para ksa.

Preparação do terráreo:

      "É possível acompanhar a germinação de diferentes sementes e ver
como se comportam pequenos animais, como as joaninhas e os grilos, nesse
espaço".

      Os terrários devem ser construídos de maneira que possam imitar o
habitat natural das espécies, com plantas, rochas, etc.

       Em um terrário devemos controlar a temperatura, umidade,
iluminação e ventilação, além dos cuidados próprios com a parte aquática,
quando esta existir.




                                                                       18
Ciências, cotidiano e Meio Ambiente
As Engenheir@s da vida:

       Besouros, Formigas, cupins, minhocas, bactérias e Fungos... A maioria
das pessoas não se lembram dos pequeninos seres vivos que vivem no
interior do solo, a não ser naqueles momentos que eles causam algum
prejuízo. Sem esses organismos a agricultura não existiria. As minhocas são
antigas aliadas dos seres humanos no trabalho com a terra, elas atuam como
verdadeiros arados naturais, constroem galerias subterrâneas que torna o
solo mais arável e permeável, permitindo que as raízes das plantas recebam
oxigênio e água, empregado na fotossíntese. Ao removerem o solo as
minhocas depositam suas fezes na terra o que contribui para a fertilidade
do solo, com isso as minhocas reciclam a cada ano toneladas de solo.




Exercícios para casa:
A partir do texto, faça um desenho ou recorte de revista que venha ao
encontro do que estudamos em aula. Consulte o caderno!




                                                                          19
PRESERVANDO O SOLO

Objetivos
- Desenvolver noções SOBRE EROSÕES no solo.
- Reconhecer diferentes tipos de erosões.
- Compreender a importância Irrigação, práticas agrícolas adequadas.
- Estimular escrita, leitura e interpretação dos educandos.



Conteúdos
- Erosão
- Erosão pela água
- Erosão pelo vento
- praticas agrícolas adequadas



Tempo estimado
2 aulas.



Material necessário
Lousa, giz colorido.
Levar folhas
Cartaz com tipos de erosão




Curiosidade:
Programa nacional contra a desertificação. (comentar sobre o plano)




Texto de apoio:
Livro da turma (pág. 137 a 145)




                                                                       20
PROCEDIMENTOS:

1º MOMENTO: diálogos e provocações com a turma:
De que forma as queimadas degradar o solo?
De que forma as chuva pode degradar o solo?

2° MOMENTO:
Texto explicativo no quadro sobre Adubação orgânica, adubação verde,
adubação inorgânica. Explicação da matéria na lousa. (pag 138, 139, 142)

3º MOMENTO: Montagem da composteira.




Como fazer
1) recipiente de madeira (caixa de frutas de madeira, levadas pelo facilitador) ou tijolos, coloque os resíduos na
proporção de 25% de restos de comida e 75% de materiais secos - papéis, papelão e palha. É preciso respeitar
essas quantidades para que os alimentos não se tornem uma massa compacta e mal cheirosa. Pequenos espaços
entre a comida e os materiais secos garantem o ar necessário para o processo de decomposição acontecer.
2) Ponha mais material seco em cima da pilha, umedeça bastante com água e depois cubra a composteira.
3) Deixe descansar por cerca de 15 dias. Depois disso, revire o material com a ajuda da pá, mais ou menos uma vez
por semana e acrescente água sempre que a mistura estiver seca demais.
4) A duração do processo pode variar em função da quantidade de resíduos e da umidade disponível, entre outros
fatores. Por isso, é importante estar atento à transformação que passa a acontecer - o lixo começa a ganhar o
aspecto de solo fértil. Quando isso acontecer, o novo solo pode ser usado para cultivo de hortaliças, plantas e
flores. Se a muda for muito pequena e a aparência do solo estiver ruim, recomenda-se peneirá-lo antes do uso




                                                                                                               21
Ciências, cotidiano e Meio Ambiente
Fazendo uma Composteira no Lar :

1) recipiente de madeira (caixa de frutas de madeira, e ou balde FURADO
ou tijolos, coloque os resíduos (casca de FRUTAS, restos de LEGUMES na
proporção de 25% de restos de comida e 75% de materiais secos
(GRAMA/folha SECA) - papéis, papelão e palha. É preciso respeitar essas
quantidades para que os alimentos não se tornem uma massa compacta e mal
cheirosa. Pequenos espaços entre a comida e os materiais secos garantem o
ar necessário para o processo de decomposição acontecer.

2) Ponha mais material seco em cima da restos de legumes, frutas, pão,
embolorado, umedeça bastante com água e depois cubra a composteira.

3) Deixe descansar por cerca de 15 dias. Depois disso, revire o material com
a ajuda da pá, mais ou menos uma vez por semana e acrescente água sempre
que a mistura estiver seca demais.


4) A duração do processo pode variar em função da quantidade de resíduos
e da umidade disponível, entre outros fatores. Por isso, é importante estar
atento à transformação que passa a acontecer - o lixo começa a ganhar o
aspecto de solo fértil. Quando isso acontecer, o novo solo pode ser usado
para cultivo de hortaliças, plantas e flores. Se a muda for muito pequena e a
aparência do solo estiver ruim, recomenda-se peneirá-lo antes de usá-lo. O
processo pode durar meses, para que vc tenha um COMPOSTO ORGÂNICO
RICO EM NUTRIENTES PARA SUAS PLANTINHAS.

IMPORTANTE SABER: Não colocar absolutamente nada de origem animal
(ex.: Restos de carne, frango, peixe) isso pode estragar o processo de
decomposição.
Deve haver uma grande concentração de material seco e geralmente a
composteira deve estar úmida e Tampada,
Escolha um lugar estratégico, permanente, sombreado.
Bom Trabalho amiguinh@!




                                                                           22
EXISTEM MUITAS BOAS RAZÕES PARA VOCÊ FAZER UM COMPOSTO:

DESSA FORMA VOCÊ DEVOLVE OS NUTRIENTES PARA A TERRA!

A MATÉRIA ORGGÂNICA NÃO PRECISA OCUPAR ESPAÇOES NOS LIXÕES
E ATERROS SANITÁRIOS. ELA É ÚTIL.

O COMPOSTO AUMENTA A QUALIDADE DA TERRA, COM ISSO AUMENTA
O NÚMERO DE MINHOCAS E PREVINE A EROSÃO.

ALIMENTAR OS ORGANISMPOS DO SOLO AJUDA NA RECUPERAÇÃO DA
TERRA DO SEU JARDIM OU HORTINHA.

MELHORANDO A TERRA, O COMPOSTO AUMENTA A PRODUÇÃO DE
FRUTAS E VERDURAS, QUE ALIMENTAM A SUA FAMÍLIA OU ESCOLA.

QUE OUTRAS RAZÕES VOCÊ PODE PENSAR?

_____________________________________________________________
_____________________________________________________________
_____________________________________________________________
_____________________________________________________________
____________________________

DESENHE ou LISTE OS RESÍDUOS ORGÂNICOS QUE FORAM
ADICIONADOS NA COMPOSTEIRA CASEIRA LEMBRANDO DE USAR AS
CORES QUE DE CADA RESÍDUO. (FONTE: LIVRO CRIANDO HABITATS NA ESCOLA SUSTENTÁVEL
– LUCIA LEGAN)




                                                                            23
Renovável ou não?

Objetivos
- Desenvolver noções sobre recursos RENOVÁVEIS E NÃO
RENOVÁVEIS.
- Reconhecer e classificar produtos como renováveis ou não.
- Compreender a importância da reciclagem para o equilíbrio ecológico.
- Exercitar escrita, leitura e interpretação dos educandos.



Conteúdos
- significado de recursos naturais renováveis
- significado de recursos naturais não-renovável
- Reciclagem para desenvolvimento sustentável.




Tempo estimado
1 aulas.



Material necessário
Lousa, giz colorido.
Levar folhas




Curiosidade:
Coleta seletiva de lixo




Texto de apoio:
 Livro da turma (pág. 118 a 121)




                                                                     24
PROCEDIMENTOS:
1º MOMENTO: diálogos e provocações com a turma:
Qual é o siguinificado da palavra renovar?
Você acha sobre o petróleo, um recurso renovável, ou não?
...e a água, é renovável ou não?

2° MOMENTO:
Texto explicativo no quadro sobre consumo dos recursos naturais
renováveis. Explicação da matéria na lousa. (pág 118, 119, 120)

3º MOMENTO: assistir o filme a história das coisas.

Questão sobre o Filme: ―A história das coisas.‖ (21 min.)



De que forma o consumo está afetando o planeta Terra?




Três exemplos de coisas que são “criadas para ir para o lixo”:




                                                                  25
Escola M E. F Porto Seguro. Turma 6ºB
      Marcelo Gomes, Acadêmico do Curso Ciências Biolígicas Licenciatura – 4º ano
Renovável ou não?

Entendemos renovar como substituir por coisa nova, corrigir, restabelecer,
reaparecer, e portanto renovável é aquilo que se pode renovar. Observe as
imagens e classifique os produtos como renováveis ou não renováveis:




          Gado ___________________________                     Laranjas __________________________




          Gado latas de alumínio
                                                               Petróleo ___________________________




         Peixe (atividade pesqueira)                          Carvão Mineral
         ___________________________                          ___________________________


Questões para pensar e escrever: Qual é a importância de reconhecermos se os
produtos que consumimos são de origem renováveis e não renováveis:




      Renovável ou não:


                                                                                       26
Se colhermos vegetais para nos alimentar, depois podemos plantar
outro para substituí-los. Mesmo que agente pesque peixes e camarões, por
exemplo, em geral ainda restam indivíduos dessa espécie no ambiente; esses
animais se reproduzem e geram novos indivíduos. O gás oxigênio que a
maioria dos seres vivos retiram do ambiente e usa na respiração, é reposto
por meio da fotossíntese. Plantas, animais e gás oxigênio são exemplos de
recursos naturais que podem ser repostos no meio ambiente à medida que
são consumidos, por isso são chamados de recursos naturais renováveis.
      O consumo desses recursos, entretanto, não deve superar a sua
reposição no ambiente. Do contrário, eles podem se esgotar e gerar
desequilíbrio ecológico. A pesca predatória, por exemplo, pode provocar a
extinção de espécies de um ambiente.
      O petróleo, o gás natural, o carvão mineral, os minérios metálicos e as
pedras preciosas são recursos naturais que demoraram milhões de anos para
se formar. Eles são considerados recursos naturais não renováveis. Por
serem extraídos do ambiente e não poderem ser repostos, esses recursos
podem vir a esgotar-se na natureza.
      Existem medidas que devem ser adotadas para evitar o rápido
esgotamento dos recursos naturais não renováveis. Dentre as quais
destacamos:

    - Planejar CUIDADOSAMENTE E FISCALIZAR COM RIGOR SUA
EXTRAÇÃO E UTILIZAÇÃO, EVITANDO ASSIM O DESPERDÍCIO E O
CONSUMO EXSSÍVO.




      - SUBSTITUIR PRODUTOS QUE POSSAM SUBSTITUÍ-LOS.




     - PROMOVER SEMPRE QUE POSSÍVEL, A RECICLAGEM DESSES
RECURSOS.




                                                                           27
Os combustíveis fósseis

Objetivos

- Desenvolver as primeiras noções sobre combustíveis fósseis.
- Reconhecer os diferentes tipos de combustíveis fósseis.
- Compreender a importância do consumo consciente.
- Exercitar escrita, leitura e interpretação dos educandos



Conteúdos
- Significado da palavra petróleo.
- formação do petróleo.
- gás natural
- carvão mineral

Tempo estimado
2 aulas.

Material necessário
Lousa, giz colorido.
Folhas para anotação

Texto Apoio: Livro utilizado pela Escola.
(Pág. 109 à 113)

Curiosidade:




                                                                28
Procedimento:
1º momento: Diálogos e provocações com a turma:
De onde vem o combustível que é utilizado nos veículos?
De onde vem o Carvão que é utilizado nas usinas Termoelétricas?
Como o elevado consumo de combustíveis fósseis poderá estar colaborando
com o efeito estufa?

 2º momento: Explicação através de desenhos e esquemas no quadro.
Petróleo.
Gás natural.
Carvão Mineral

3º Momento: Leitura do livro e exercícios




Imagem de apoio:




                                                                      29
Texto de apoio:

       O petróleo é uma substância oleosa, inflamável, menos densa que a água,
com cheiro característico e de cor variando entre o negro e o castanho escuro.
Embora objeto de muitas discussões no passado, hoje tem-se como certa a sua
origem orgânica, sendo uma combinação de moléculas de carbono e hidrogênio.
Admite-se que esta origem esteja ligada à decomposição dos seres que compõem o
plâncton, causada pela pouca oxigenação e pela ação de bactérias.

Estes seres decompostos foram, ao longo de milhões de anos, se acumul ando no
fundo dos mares e dos lagos, sendo pressionados pelos movimentos da crosta
terrestre e transformaram-se na substância oleosa que é o petróleo.Ao contrário do
que se pensa, o petróleo não permanece na rocha que foi gerado - a rocha matriz -
mas desloca-se até encontrar um terreno apropriado para se concentrar.

Estes terrenos são denominados bacias sedimentares, formadas por camadas ou
lençóis porosos de areia, arenitos ou calcários. O petróleo aloja-se ali, ocupando os
poros rochosos como forma "lagos". Ele acumula-se, formando jazidas. Ali são
encontrados o gás natural, na parte mais alta, e petróleo e água nas mais baixas.




                               Exercícios:
1 - O que significa o a palavra petróleo? E por que é um combustível
fóssil?
2 – 5 Exemplos de produtos derivados do petróleo.
3 – Por que se que o gás natural é uma energia limpa?
4 – Por que o carvão mineral é mais poluente?
5 – Como nossas escolhas enquanto consumidor poderá diminuir o
consumo de petróleo?
6 – Um dos produtos derivados do petróleo é o polietileno, que
é transformado em sacolas plásticas e embalagens.
Segundo o que você estudou em sala, por que as Sacolas retornáveis é
uma atitude ecológica?




 Reutilizar papel também é uma forma de consumo
 consciente – Bons estudos galera!

                                                                                  30
Água e vida


Objetivos:


      - Definir o que é água
      - Definir as importâncias da água
      - Entender a importância de preservar a água
      - Expressar-se oralmente frente aos colegas




Conteúdos abordados:


      - O que é água
      - As importâncias da água
      - Como e porque preservar a água


Tempo estimado:

      2 aula


Material Necessário

      Lousa, giz colorido
      Folhas para anotação


Texto de apoio: Livro utilizado pela Escola. (Pág 150 à 155)



Procedimentos:

      1º Momento: Diálogos e provocações com a turma.
      Aplicação da proposta didática- A água e o homem, que promove um
questionamento direcionado aos alunos e provoca o pensamento a respeito
das questões centrais do tema.
      (Unidade 1 – conhecendo as idéias dos alunos)
      Podemos sobreviver sem água?



                                                                          31
Quanta água uma pessoa precisa ingerir diariamente para
sobreviver?
      Quanto tempo uma pessoa sobrevive sem água?
      Todos seres vivos sobrevivem sem água?
      Onde existe água?
      Usamos qualquer tipo de água?
      Que água podemos beber.
      Podemos usar a água sem nos preocuparmos com a quantidade que
estamos gastando?
      A agricultura seria possível sem água?




      2º MOMENTO, Explicação através de desenhos e esquemas no
quadro:
      Molécula da água,
      Água e seres vivos

     3º momento leitura do livro e exercícios do livro.




                                                                  32
O que é água? É uma substância química composta de dois
hidrogênios e um oxigênio, é um composto que é essencial para todas
as formas de vida.




       Ela é importante para a sobrevivência de árvores e plantas, pois
é a partir da água que elas conseguem se alimentar e realizar sua
fotossíntese; é importante para animais que habitam esses
ambientes; a higiene das pessoas também depende da água; todos
precisamos beber água, nosso corpo é constituído basicamente de
água (75% do cérebro é água, 86% dos pulmões, 86% do fígado, 75%
dos músculos, 75% do coração, 83% dos rins 81% do sangue), e nosso
corpo não agüenta mais de três dias sem beber água, já sem comer
podemos ficar cerca de 28 dias.
       A água potável é um recurso natural muito utilizado por todos,
porém devemos preservá-la para ela não terminar. Convém recordar
que, para entender as múltiplas necessidades de água nos seres
humanos, dispomos de uma quantidade muito pequena em relação ao
total existente no planeta pois somente 3% dessa água é doce.
       O consumo de água se divide, aproximadamente, da seguinte
maneira: água na agricultura representa 69%, a indústria consome
23% e o uso doméstico requer 8%. Todo esse uso, e forma como ela é
usada, implica na perda de quantidade de água disponível.

Exrecícios:

1) DE QUE SUBSTÂNCIA QUÍMICA É COMPOSTA A MOLÉCULA
   DA ÁGUA?

2) Faça um desenho ilustrando que a água é uma substância fundamental
   no nosso cotidiano:




                                                                     33
Planeta azul


Objetivos:


      - Estudar a quantidade de água no planeta
      - definir água doce e salgada
      - Expressar-se oralmente frente aos colegas




Conteúdos abordados:


      - O planeta azul
      - quantidade de água Doce
      - Águas subterrâneas e calotas polares


Tempo estimado:

      1 aula


Material Necessário

      Lousa, giz colorido
      Folhas para anotação


Texto de apoio: Texto apoio Unidade 2 – Proposta didática de Teresa
Nunes, (pág 5 e 6) que será entregue para os educandos.



Procedimentos:

      1º Momento: mostra de imagens do nosso planeta visto da lua .
      Diálogos e reflexões
      Por que é chamado de planeta azul?
      Toda essa água pode ser utilizada pelos homens?
      As águas de rios e lagos representam quanto aproximadamente desse
planeta azul?




                                                                      34
2º MOMENTO, Explicação através de desenhos e esquemas no
quadro:
      Os astronautas que chegaram à Lua, ao ver a Terra daquela
      perspectiva, chamaram-no de O PLANETA AZUL, o elemento que mais
      se destaca no planeta é a água, cobre 70% da superfície




     3º momento leitura do texto de apoio em fotocópia . As respostas
     das reflexões do primeiro momento serão esclarecidas ao decorrer
     da leitura dos educandos. Faremos uma leitura dos parágrafos e
     discussão dos principais tópicos

     4º momento assistir o vídeo-clip da gotinha da água
     (http://www.youtube.com/watch?v=g41TJlvNq6U)




                                                                   35
Água vem e água vai...




                            Ciclo da água

1. Objetivos:

  - Entender o ciclo da água na natureza
  - Compreender o papel da chuva no ciclo.
  - Entender a filtragem natural do solo
  - Expressar-se oralmente frente aos colegas



2. Conteúdos abordados:

  - O ciclo da água
  - Precipitação da chuva
  - Infiltração




                                                36
3. Tempo estimado:
   2 aula

   Material Necessário
   Lousa, giz colorido
   Folhas para anotação

4. Texto de apoio:

    A água evapora das superfícies aquáticas e também do solo. Na
atmosfera encontrando camadas frias, o vapor de água se condensa
e compõe nuvens. A água das nuvens precipita=se na superfície da
Terra na forma de chuva, neve ou granizo. Ao atingir um solo a água
escorre e chega a um rio, lago ou oceano. Pode também infiltrar-se
no solo, atingir um lençol freático e daí originar um fonte e, depois,
um rio, por exemplo. A água do solo também é absorvida pelas
raízes das plantas. Por meio da transpiração as plantas eliminam a
água em estado de vapor para o ambiente externo, pela folhas,
frutos, sementes e outras partes de seu corpo, as plantas
transferem água para seus consumidores.
    O ser humano e outros animais obtêm água bebendo-a
diretamente ou ingerindo-a como parte dos alimentos. Devolvem a
água ao ambiente de diversas maneiras, como pela urina, pelo suor,
pelas fezes e pela respiração. Essa água evapora e retorna a
atmosfera. Esse vaivém da água na natureza passando ou não pelos
seres vivos é o que se chama de ciclo da água.
No ciclo da água a chuva tem papel fundamental não só pelo retorno
da água na superfície terrestre, mas também pela sua distribuição
das diversas regiões do planeta Terra. Ao infiltrar-se no solo – e
depois de ultrapassar a camada de terra e encontrar rochas abaixo
do solo, a água vai sendo purificada, livrando-se de partículas
sólidas e microorganismos: eles ficam retidos no solo. Assim a
infiltração da água líquida no solo ocorre como uma filtragem
natural.




                                                                    37
Procedimentos:
      1º Momento: Diálogos e provocações com a turma.

       Você sabia que as águas dos oceanos também evaporam?
       Que papel a chuva desempenha nas nossas vidas?
       Você sabia que a água ao infiltrar-se no solo é uma forma de
filtragem natural?
       Os córregos desembocam nos rios. Os rios, para onde levam suas
águas?
       Você sabia que a ação nociva do homem está atrapalhando cada
vez mais esse ciclo vital? A água é a maior riqueza do planeta, e está
ficando mais escassa a cada dia, com a poluição e as alterações no meio
ambiente?



      2º MOMENTO, Explicação através de desenhos e esquemas no
quadro:
      O ciclo da água na natureza através de um desenho ilustrativo que
      será melhor demonstrado de forma mais interativa no labor
      informática.

      3º momento laboratório de informática para ver               o     ciclo
      interativamente.
      http://www.cricketdesign.com.br/abril/ciclodaagua/



      EXPERIMENTO:
      Material necessário: lamparina, anteparo Béquer, placa-de-petri,
fósforo.
                                Água pré-aquecida, gelo.
      Objetivo: mostrar de forma prática a mudança dos estados físicos da
      água, vaporização, liquefação, fusão. Relacionar essas alterações no
      recipiente linkando com os fenômenos que ocorrem na Natureza, ou
      seja, o ciclo da água.

      Atenção: Essa prática exige atenção, pois há chama na lamparina.




                                                                           38
GELO DE ÁGUA.

Objetivos:

        - Definir água e organização das moléculas
        - compreender as mudanças dos estados físicos
        - Entender solidificação, fusão e vaporização.
        - Expressar-se oralmente frente aos colegas



    5. Conteúdos abordados:
       - Mudança de estados Físicos
       - Solidificação
       - Fusão
       - Vaporização
       - Liquefação e sublimação



    6. Tempo estimado:
       1 aula

        Material Necessário
        Lousa, giz colorido
        Folhas para anotação

    7. Texto de apoio:


     A água está em quase toda parte: nas nuvens, nos oceanos, nos icebergs, nos rios, nos
lagos, nos lençóis subterrâneos, no ar, nos seres vivos. Ela é encontrada na Natureza em
três estados físicos: líquido, sólido, gasoso.
     A água líquida está nos oceanos, nos rios, nos lagos, nas represas, fontes, numa torneira
aberta, no corpo dos seres vivos. A água sólida pode ser encontrada na neve, no granizo, nos
icebergs, nas geleiras e em algumas nuvens. No estado gasoso (vapor de água) a água é
invisível e mistura-se à atmosfera. A água pode mudar de um estado físico para o outro.
         As moléculas que constituem a água são formadas por um átomo de oxigênio (O) e
dois átomos de hidrogênio (H). O estado físico da água depende da organização de suas
moléculas A água pode mudar de estado físico como, por exemplo, ir do estado sólido para o
líquido. Um exemplo disso é quando deixamos o gelo (estado sólido da água) fora da
geladeira             e            ele           derrete             virando           líquido.




                                                                                            39
Existem nomes que representam cada uma destas mudanças de estados físicos,
vejamos abaixo quais são:




       Para que aconteçam a fusão e a vaporização é necessário fornecer
energia – aquecer – a água. Para que aconteçam a solidificação (mudança de
estado liquido para o estado sólido – resfria-se a água), A água se solidifica
a temperatura de 0ºC quando a pressão atmosférica é igual ao nível do mar.
Em geral, o volume do líquido diminui quando eles são congelados. Com a água
é diferente, ao se congelar seu volume costuma aumentar, isso pode trazer
transtornos, pois em regiões muito frias um cano pode estourar quando a
água em seu interior congela e aumenta de volume. A liquefação (do estado
gasoso para o liquido) é preciso retirar energia – o calor – da água. A
vaporação da água no seu ciclo natural ocorre à temperatura ambiente e é
lenta. A água ferve, do liquido para o gasoso, de forma muito mais rápida,
por que ocorre a ebulição. O ponto de ebulição da água depende também do
nível de pressão do ambiente. Ebulição e vaporação são, na realidade, tipos
de vaporização. A água de um recipiente é colocado sobre a chama de fogo
e logo ferve, forma bolhas e transforma-se em vapor. Esse é um exemplo de
evaporação por ebulição. Ao nível do mar a água entra em ebulição quando
sua temperatura chega a 100 ºC. Depois de alguns minutos de ebulição
microorganismos e ovos de vermes que possam estar contidos na água
morrem. É por isso que não havendo filtro em casa, só devemos beber água
que tenha sido fervida e guardado em recipiente limpo e fechado.




                                                                             40
Procedimentos:
     1º Momento: Diálogos e provocações com a turma.



     Como a temperatura influencia no estado físico da água?
     A água que bebemos, como pode se congelar
     Por que não podemos ver o vapor de água do varal de secar roupas?
     E por que vemos o vapor da chaleira fervendo?



      2º MOMENTO, Explicação através de desenhos e esquemas no
quadro:
      1.. desenho das moléculas juntinhas. (sólido)
      2.. desenho das moléculas vibrando pouco (liquido)
      3.. desenho das moléculas vibrando livremente (estado gasoso)

     Desenho da mudança dos estados físicos.

     3º momento leitura do livro e exercícios do livro.

                                   EXERCÍCIOS
                 Complete as lacunas conforme o que aprendeu em aula:



                         Os estados físicos da água




     A água pode ser encontrada em       estados físicos
     A      pode mudar de estado físico como, por exemplo, ir do
     estado sólido para o líquido.
     Um exemplo disso é quando deixamos o gelo (estado sólido
     da água) fora da geladeira e ele derrete virando                   .

     A passagem do estado sólido para o líquido chama-se    .
              é passagem do estado líquido para o sólido.
     Liquefação ou        é passagem do estado gasoso para o

                                                                            41
A evaporação da água no seu ciclo natural ocorre à
        temperatura ambiente e é lenta. A água ferve, e passa do
        estado liquido para o       , de forma muito mais     , por
        que ocorre a ebulição.
        O ponto de ebulição da água depende também do nível de
        pressão do ambiente. Ebulição e vaporação são, na
        realidade, tipos de vaporização.

        Curiosidade:

Iceberg ou Icebergue (do inglês ice= "gelo" + sueco e alemão berg= "montanha") é um enorme bloco ou
massa de gelo que se desprende das geleiras existentes nas calotas polares, originárias da era glacial, há
mais de cinco mil anos.

Icebergs são constituídos primordialmente de água doce, conquanto não puramente, dado que podem
trazer em seu interior outros corpos (animais, fósseis ou não). Não se devem confundir com banquisas
(plataformas de água do mar congelada no inverno), que raramente resistem ao verão.

De cada iceberg, apenas cerca de 10% da sua massa (ou volume, dado que a massa específica da água,
mesmo no estado sólido, é significantemente próxima de 1 g.cm−3) emerge à superfície. A rigor, a massa
específica do gelo em condições polares vale 0,917 g.cm−3, e permanece essencialmente constante durante
toda a "vida" útil do bloco como tal, embora lenta, mas progressivamente crescente com o decurso do
tempo e o contato com o meio por onde flutua. Os demais cerca de 90% permanecem submersos, donde o
enorme perigo que conferem especialmente à navegação. Em se tratando de dimensões lineares,
notadamente a altura, tem-se que, em média, cerca de 1/7 do iceberg aflora, emerso, à superfície,
enquanto os demais 6/7 constituem a porção oculta, o lastro submerso da massa polar flutuante.

A flutuação do iceberg decorre do fato físico de apresentar o gelo polar (de água doce) massa específica
(ou densidade absoluta) de cerca de 0,917 g.cm−3, enquanto a água do mar, por ser solução salina,
apresenta massa específica necessariamente maior do que 1 g.cm−3 (em média, 1,025 g.cm−3). Assim, pelo
Princípio de Arquimedes, o iceberg necessariamente flutua na água do mar. As dimensões lineares
(alturas) e as massas e os volumes emerso e imerso (submerso) calculam-se pelas leis hidrostáticas.

Desse fato concreto da natureza decorre o dito popular (conotativo) de que "isto ou aquilo é apenas a
ponta do iceberg", para se referir algo (empreendimento, problema, concreto ou abstrato, ou situação) que
aparenta ser de simples enfrentamento ou solução, quando, na verdade, é de complexidade ou
envergadura consideravelmente maior, a inspirar, pois, por cuidados maiores que os apenas evidentes.




                                                                                                       42
Distribuição de água no Planeta



   1. Objetivos:

      - Entender a distribuição da água no planeta.
      - Compreender nosso papel de preservar água.
      - Educação Ambiental para esse recurso natural essencial para vida.
      - Expressar-se oralmente frente aos colegas



   2. Conteúdos abordados:

      - Universa água.
      - % Água Salgada, % Água doce
      - Relação seres humanos x Consumo de água.

   3. Tempo estimado:
      2 aula

      Material Necessário
      Lousa, giz colorido
      Folhas para anotação

   4. Texto de apoio:

   Água no universo

    Grande parte da água do universo pode ser um subproduto de formação
estelar. O nascimento das estrelas é acompanhado por um forte vento de
gás e poeira. Quando esse fluxo de material impacta o gás circundante, as
ondas de choque que são criadas comprimem e aquecem o gás, produzindo
água. A água tem sido detectada em nebulosas na nossa galáxia, a Via
Láctea. Provavelmente existe água em abundância em outras galáxias porque
os seus elementos, hidrogênio e oxigênio, estão entre os mais abundantes no
universo. Por vezes, nuvens interestelares condensam em nébulas solares e
sistema solares como o nosso.




                                                                         43
Distribuição de água na Terra.




A água cobre 71% da superfície da Terra, os oceanos contêm 97,2% da água
da Terra. A camada de gelo da Antártida, que contém 90% de toda água
doce da Terra, é visível na parte inferior. A água condensada na atmosfera
pode ser observada como nuvens.

A hidrologia é o estudo do movimento, distribuição e qualidade da água em
toda a Terra. O estudo da distribuição de água é a hidrografia. O estudo da
distribuição e circulação de águas subterrâneas é hidrogeologia, das
geleiras é glaciologia, das águas interiores é limnologia e da distribuição dos
oceanos é a oceanografia.

       O coletivo de massa de água encontrado sobre e abaixo da superfície
de um planeta é chamado de hidrosfera. A água subterrânea e doce são
úteis ou potencialmente úteis para os seres humanos como recursos
hídricos. A água líquida é encontrada em corpos de água, como oceanos,
mares, lagos, rios, riachos, canais, lagoas ou poças. A maioria da água na
Terra é do mar. A água também está presente na atmosfera no estado
sólido, líquido e gasoso. Também existem águas subterrâneas nos aquíferos.

      A água é importante em muitos processos geológicos. As águas
subterrâneas são onipresentes nas rochas e a pressão da água subterrânea
afeta os padrões de falhas geológicas. A água, tanto no estado líquido,
como, em menor escala, no estado sólido (gelo), é também responsável pelo
transporte de uma grande quantidade de sedimentos que ocorre na
superfície da terra. A deposição de sedimentos transportados formam


                                                                             44
muitos tipos de rochas sedimentares, que compõem o registro geológico da
história da Terra.

      Todas as formas conhecidas de vida precisam de água. Os humanos
consomem "água de beber" (água potável, ou seja, água compatível com as
características de nosso corpo).No corpo humano a água é o principal
constituinte (entre 70% a 75%) e sua quantidade depende de vários fatores
estabelecidos durante a vida do indivíduo, entre eles a idade, o sexo, a
massa muscular, o aumento ou perda de peso, o tecido adiposo, e até mesmo
a gravidez ou lactação. A água é um componente essencial para o bom
funcionamento geral do organismo, ajudando em algumas funções vitais, tais
como o controle de temperatura do corpo, por exemplo.

       A água é considerada como purificadora na maioria das religiões,
incluindo o Hinduísmo, Cristianismo, Judaísmo. O exemplo do batismo nas
igrejas cristãs é praticado com água, simbolizando o nascimento de um novo
ser, purificado com remissão dos pecados. Verifica-se que, nas mitologias
politeístas, os deuses vinculados à água — Yemanjá e Poseidon (Netuno),
para citar alguns exemplos —, em regra, possuem mais seguidores, gozam de
maior prestígio ou ocupam graduação mais elevada em relação às demais
divindades representantes de outros fenômenos naturais.




                                                                        45
46
A poluição da água prejudica o seu uso, podendo atingir o homem de
forma direta, pois ela é usada por este para ser bebida, higiene pessoal,
lavagem de roupas e utensílios e, principalmente, para sua alimentação e dos
animais domésticos. Além disso, abastece nossas cidades, sendo também
utilizada nas indústrias e na irrigação agrícola. Por isso, a água deve ter
aspecto limpo, pureza de gosto e estar isenta de micro-organismos
patogênicos, o que é conseguido através do seu tratamento, desde da
recolha nos rios até à chegada nas residências urbanas ou rurais. A água é
considerada de boa qualidade quando apresenta menos de mil coliformes
fecais e menos de dez micro-organismos patogênicos por litro (como aqueles
causadores de verminoses, cólera, esquistossomose, febre tifoide, hepatite,
leptospirose, poliomielite). Portanto, para a água se manter nessas
condições, deve evitar-se sua contaminação por resíduos, sejam eles
agrícolas (de natureza química ou orgânica), esgotos, resíduos industriais ou
sedimentos provenientes da erosão.

      Sobre a contaminação agrícola há a considerar os resíduos do uso de
agrotóxicos (comum na agropecuária), que provêm de uma prática muitas
vezes desnecessária ou intensiva nos campos, que envia grandes quantidades
de substâncias tóxicas para os rios através das chuvas, o mesmo ocorrendo
com a eliminação do esterco de animais criados em pastagens. No primeiro
caso, há o uso de adubos, muitas vezes exagerado, que acabam por ser
carregados pelas chuvas aos rios, acarretando o aumento de nutrientes
nestes pontos; isso propicia a ocorrência de uma explosão de bactérias
decompositoras que consomem oxigênio, contribuindo para diminuir a
concentração do mesmo na água, produzindo sulfeto de hidrogênio, um gás
de cheiro muito forte que é tóxico quando a concetração é elevada. Isso
também afeta as formas superiores de vida animal e vegetal, que utilizam o
oxigênio na respiração, além das bactérias aeróbicas, que são impedidas de
decompor a matéria orgânica sem deixar odores nocivos através do consumo
de oxigênio.

       Os resíduos gerados pelas indústrias, cidades e atividades agrícolas
podem ser sólidos ou líquidos, tendo um potencial de poluição muito grande.
As impurezas geradas pelas cidades, como resíduos, entulhos e produtos
tóxicos são carregados para os rios com a ajuda das chuvas. Os resíduos
líquidos podem carregar poluentes orgânicos que, em pequena quantidade,
são mais fáceis de ser controlados do que os inorgânicos. As indústrias
produzem grande quantidade de resíduos em seus processos, sendo uma
parte retida pelas instalações de tratamento da própria indústria, que
retêm tanto resíduos sólidos quanto líquidos, e a outra parte despejada no
ambiente. No processo de tratamento dos resíduos também é produzido

                                                                           47
outro resíduo chamado chorume, um líquido que requer segundo tratamento
e controle. As cidades podem ser ainda poluídas pelas enxurradas, pelo
resíduos e pelo esgoto.

       A poluição das águas pode aparecer de vários modos, incluindo a
poluição térmica (descarga de efluentes as altas temperaturas), poluição
física (descarga de material em suspensão), poluição biológica (descarga de
bactérias patogênicas e vírus), e poluição química, que pode ocorrer por
deficiência de oxigênio, toxidez e também eutrofização.

       A eutrofização é causada por alguns processos de decomposição que
fazem aumentar o conteúdo de nutrientes, aumentando a produtividade
biológica, permitindo proliferações periódicas de algas, que tornam a água
turva e com isso podem causar deficiência de oxigênio pelo seu
apodrecimento, aumentando sua toxicidade para os organismos que nela
vivem (como os peixes, que aparecem mortos junto a espumas tóxicas).

       A poluição de águas nos países ricos é resultado da forma como a
sociedade consumista está organizada para produzir e desfrutar de sua
riqueza, progresso material e bem-estar. Já nos países pobres, a poluição é
resultado da pobreza e da ausência de educação de seus habitantes, que,
assim, não têm base para exigir os seus direitos de cidadãos, o que só tende
a prejudicá-los, pois esta omissão na reivindicação de seus direitos leva à
impunidade às indústrias, que poluem cada vez mais, e aos governantes, que
também se aproveitam da ausência da educação do povo e, em geral, fecham
os olhos para a questão, como se tal poluição não atingisse também a eles.

       A Educação Ambiental vem justamente resgatar a cidadania para que
o povo tome consciência da necessidade da preservação do meio ambiente,
que influi diretamente na manutenção da sua qualidade de vida.

      Quanto maior é a qualidade da água de um rio, ou seja, quanto mais
esforços forem feitos no sentido de que ela seja preservada (tendo como
instrumento principal de conscientização da população a Educação
Ambiental), melhor e mais barato será o tratamento desta e, com isso, a
população só terá a ganhar. Novas técnicas vem sendo desenvolvidas para
permitir a reutilização da água no abastecimento público.

      Em muitos casos os contaminantes podem estar presentes mesmo em
águas minerais engarrafadas — as fontes de água mineral podem encontrar-
se em regiões sujeitas à presença de poluentes que se infiltram no lençol



                                                                          48
freático e, mesmo após a filtração das rochas, podem ainda estar presentes
no ponto de coleta.

       Entre os contaminantes, podem ser encontradas bactérias,
protozoárioss e fungos patogênicos, toxinas produzidas por algas ou por
decomposição de animais ou resíduos (chorume) como os nitratos. Além
disso, toda a espécie de compostos químicos que são agressivos à vida,
decorrentes de despejos industriais, podem ocorrer, tais como fenóis,
compostos clorados utilizado na indústria papeleira, hidrocarbonetos
presentes em solventes e tintas e muitos outros. Enfim também podem ser
encontrados Metais pesados dissolvidos na água, formando íons como
crômio(VI), que são altamente cancerígenos e compostos de chumbo e de
mercúrio, que podem provocar diversos tipos de doenças.

      Procedimentos:

      1º Momento: Diálogos e provocações com a turma.

      A água que há no planeta é ilimitada?
      Toda água podemos beber?
      Há uma grande festa que ocorre na praia do Cassino no mês de
Fevereiro. Iemanjá. O que isso tem haver com o que estamos estudando?
      De que forma o homem pode contaminar esse recursos tão importante
para nossa sobrevivência.



      2º MOMENTO, Explicação através de desenhos e esquemas no
quadro:




                                                                        49
3º MOMENTO: Experimento distribuição de água no planeta:


Material:
       - 9 potes de 1 litro
       - Caneta hidrocor
       - Colher de sopa e medidas de xícaras
       - Água

O que fazer?
        Marcar 8 potes com as fontes de água do planeta (ver tabela)
        Encher o vidro restante com água, para demonstrar toda água do mundo
        Com a tabela, medir as quantidades respectivas de água e colocar em casa vidro de
acordo com o rótulo (usar o conta-gotas para as medidas pequenas)
        Nessa etapa, o vidro que estava cheio deve estar vazio
        Discutir as quantidades em cada pote.

        Agora colocar todo a água não salina para o pote inicial (incluindo toda a água do
subsolo, dos lagos não salinos, da umidade de solo, da atmosfera e dos rios). Aqui os alunos
podem notar que este é apenas um pequeno percentual da água total do planeta.



Tabela:

             Fonte                    Quantidade equivalente                 % do total

Oceanos                                        4 xícaras                          97

Calotas polares e geleiras                5 colheres de sopa                      2,1

Subsolo                                  1,5 colheres de sopa                     0,6

Lagos Salgados                                  2 gotas                           0,1

Lagos não salgados                              2 gotas                           0,1

Umidade do solo                                 1 gota                           0,05

Atmosfera                                  1/5 de uma gota                       0,01

Rios                                      1/50 de uma gota                      0,001




                                                                                               50
TEXTO DE APOIO PARA OS EDUCANDOS:

       Se pudéssemos olhar a Terra de cima, veríamos uma grande esfera
azul: é porque o mar toma conta de quase todo o planeta. Os oceanos
compõem cerca de 70% da superfície da Terra, e os continentes ocupam o
restante. Ou seja: quase 2/3 do planeta são cobertos de água.

      Mas a maior parte desse montão de água é imprópria para consumo. Do
      total, 97% é água do mar, muito salgada para beber e para ser usada
      em processos industriais; 1,75% está congelada na Antártica, na região
      do pólo Norte e em outras geleiras; 1,243% fica escondida no interior da
      Terra. Sobram apenas 0,007% de água boa para ser usada.

      O planeta Terra possui mais água do que qualquer outra substância em
      sua estrutura. A camada externa da Terra é dura e rochosa e tem até 60
      quilômetros de espessura. Embaixo dos oceanos essa crosta não é tão
      grossa, e chega a 8 quilômetros.

A água é também muito importante para a vida dos animais, pois eles
dependem dela para a respiração, a digestão e a reprodução, e o mesmo
acontece com o homem. Grande parte do corpo humano é feita de água, assim
como em todos os outros seres vivos: é o elemento em maior quantidade nas
células e no sangue dos animais e também na seiva das plantas.

            Sem água, o planeta seria uma imensidão sem vida!




      IMÁGEM DE APOIO:




                                                                           51
XI REFLEXÕES
Observação dos dias 14 e 15 de abril.
- 1ª aula


          Plano de aula pronto! Orientação com a Orientadora feita! Agora era a hora esperada, ir á
Escola e materializar todas estes planejamentos que estavam no plano das idéias. Pela manhã liguei
para a profª Sílvia para confirmar a minha presença. Disse a ela que estava tudo OK. À tarde lá
estava eu, cheguei bem antes del@s em sala. Abri as janelas, arrumei meus matérias, dei uma mexida
ali, acolá... A menina que abre as salas me avisou que o profº deveria ir até o portão para chamar os
alunos, contudo quando fui buscá-los, eles já estavam nos corredores da Escola.
          Bom! - Boa tarde, galera!
          A resposta foi calorosa...
          Minha primeira ação foi no sentido de me apresentar. Disse quem eu era. De onde vinha. Da
importância dos estudos para mim, e principalmente... o que eu estava fazendo ali. Falei um pouco
sobre a universidade pública, também. Depois foi a vez del@s, escutei cada um, olhei no olho de cada
um... alguns riam. Alguns mais tímidos. Outro sério, perguntei se gostavam de estudar ciências... notei
que muitas respostas vieram no sentido de estudar o corpo humano... essa é um curiosidade dessa
fase, né?
          Depois da conversa, iniciamos a aula. Comecei na lousa, o que eles entendiam sobre solos... o
que constitui os solos? Eu sempre me surpreendo... pois como gosto de dizer... El@s voam, pois tem um
potencial enorme, e as boas repostas sempre me surpreendem.
          Fiz alguns desenhos... me perguntaram se eu gostava de desenhar. Disse que sim. Fiz algum
esquema. O primeiro momento correu tranqüilamente. Digo, muitas questões, conversas, diálogos,
troca de idéias...Ali me firmei com a turma.
          No segundo momento a leitura do texto de apoio... Muitos queriam ler, alguns não.
Terceiro momento. Observando com a lupa os diferentes solos. A turma ficou dividida em 5 grupos.
Lupas nas mão. Todos queriam ver. Três amostra de solo... Uma com muita matéria orgânica. Outra
com pouca. A última sem matéria orgânica. Tiveram cerca de 20min para observar. Tive que ensiná-
l@s a usar a lupa. Nesse momento minha voz se elevou.... a turma estava agitada. Refletia a
importância do planejamento para que tudo corra em um metodologia melhor. Pensei no método
Ciêntífico. Pensei em Alfabetização Ciêntífica e nos textos que líamos nas aulas da Lavínia.
          Depois pergutei-@s se gostaram. A resposta foi afirmativa.
          Fui embora dormir com o kaike na rede.
          Agora (20h) atravesso o canal da Laguna dos Patos para ir para o pré-enem em São José do
Norte. Mais trabalho lá. Muita água debaixo dessa lancha. Algumas luzes.. umidade no ar, acho que vai
dar chuva. Cabelos ao vento. Liberdade também é estado de espírito. Me sinto bem



                                                  ―Ninguém pode educar alguém.
                                                  Alguém pode educar a si mesmo
                                                  A verdadeira educação é intransitiva, ou
                                          reflexiva, subjetiva. Nem o próprio Cristo consegui
                                          alo-educar seus discípulos. O que o Mestre fez, foi
                                          mostrar o Caminho‖ (O PROBLEMA PARADOXAL NA
                                          EDUCAÇÃO)




                                                                                                    52
Dias 5 e 06 de maio.
- Recursos naturais não renováveis



        Pensar e aplicar uma aula de recursos naturais renováveis foi muito interessante.
Realmente demandou de pesquisa da minha parte. Principalmente de planejamento prévio,
diálogos e provocações com a orientadora do estágio. Os planejamentos das aulas estão me
tomando um tempo elevado, tento fazer o melhor possível para que tenha significado para a
turma. Ao mesmo tempo busco fazer um exercício de imaginar-me no lugar deles e pensar
que tipo de aula eu acharia mais interessante. Quinta feira foi a primeira observação. A profª
Paula presente em sala, é um desafio para qualquer acadêmico. Mesmo que pensemos que
seremos naturais ou que imaginemos que faremos tudo conforme foi planejado. Entretanto
me senti a vontade, e creio que a aula fluiu naturalmente, e até melhor do que tinha em
mente.

        Iniciamos as aulas com um pequeno flashback dos conteúdos estudados nas semanas
interiores. No 1º momento colocamos os três recursos naturais não renováveis mais utilizados
atualmente na lousa. Começamos a estudar suas origens, suas aplicações na indústria. Falamos
no contexto mundial de utilização destes e como tem sido utilizado na tecnologia atual.

        Carvão mineral, gás natural e petróleo. Acredito que muitas pessoas da turma não
sabiam que a garrafa pet é um derivado do petróleo. Falamos do derramamento de petróleo
no golfo do México e a orientadora participou dos diálogos provocando as reflexões da turma.

        Num 2º momento fizemos a leitura do texto. Destaco esta parte como uma das mais
importantes em minhas atividades quanto educador, pois se os educando não lêem nas suas
casas, é no colégio que eles devem ser familiarizados com a leitura. Aprendi este método com
a profª Sílvia.

        Já na sexta-feira não consegui aplicar o início do próximo conteúdo, tendo em vista
que era fechamento de notas e restavam ainda trabalhos a serem entregues. Participei da
avalição de cada um da classe. Dialogamos sobre os trabalhos que foram entregues e notas
qualitativas. Dois educandos iriam ficar em exame, contudo a profº Sílvia solicitou que els
fizessem um trabalho em sala. Então decidi não avançar no conteúdo devido estes ajustes de
final de bimestre. Propus a turma que em uma folha, colocassem seus nomes e fizessem um
pequeno texto de sua avaliação das aulas de ciências, o que desejavam estudar nas próximas
aulas e fizessem uma auto avaliação de sua própria nota do bimestre:

        O resultado foi fantástico. (busquei expressá-los em gráficos), com base nos textos que
eles próprios escreveram. EM ANEXO.

        Finalmente concluímos os estudos de solos. Creio ter cumprido com a proposta de
mostrar para a turma que a fertilidade dos solos é fundamental para o desenvolvimento da
humanidade. Tentei mostrar para turma que um solo fértil é aquele que sustenta a diversidade
da vida. E que nós podemos estar colaborando com o esgotamento dessa fertilidade.




                                                                                            53
o que mais gostamos de estudar nas aulas de ciências
    aula prática solos     recursos naturais           composteira    filmes



                                14%

                          14%                   43%



                                29%




             o que desejamos estudar
estudar o mundo    corpo humano          animais e florestas   pesquisas   agua



                                10% 10%
                          10%
                                                20%




                               50%




                         Auto avaliação
      conversa em sala         atenção       leitura      positivamente



                                          17%
                         33%

                                                17%



                                   33%




                                                                                  54
Dias 12 e 13 de maio.
- planeta água



        Pensar em água é pensar na vida...

       Falar sobre água em nossas aulas de ciências ao mesmo tempo é falar sobre um futuro
próximo e incerto para esse recurso finito.

        Esse recurso natural que iniciamos os estudos e minhas próximas reflexões com a 6ºB
da Escola Porto Seguro, é a substância essencial que constitui todos os organismo biológico.

       Planejar esta aula sobre água foi difícil pra mim. Não queria simplesmente reproduzir
aquela frase que estamos acostumados a escutar: “água límpida, inodora e incolor”.
Entretanto, para sair desse paradigma e dessas idéias já enraizadas nos espaços educacionais,
nas escolas, nos cursos, ir para um estudo contextualizado e que mantenha a atenção dos
pequenos nas explicações e que desperte a curiosidade é o meu maior desafio.

       O meu medo a cair nas armadilhas do comodismo e de me conformar com o formato
que está aí.

        No dia 12, iniciamos refletindo a importância da água. Percebi que muitos del@s têm a
consciência da sua importância no dia-dia das pessoas. Relataram: “água para beber” “água
para escovar os dentes e tomar banho”. “Água é importante para cozinhar e fazer sucos.”

       Então trouxe a questão que havíamos conversado sobre as garrafinhas de H2Oh! Por
que este nome? As respostas foram: - Por que é água professor!” Momento este que linkamos
a fórmula química, a molécula da água. Percebi também dificuldades na questão de entender
átomos e elementos a níveis químicos. Falei pouco sobre e não quis adentrar mais.

         Percebo também que devemos medir as coisas para uma 5ª série. Tem coisas que eles
não estudaram ainda. Posteriormente fizemos a leitura do material impresso. Fiz a chamada
por nomes para eles fazerem as leituras. Alguns ainda apresentam resistência em ler. Acabo
dizendo a El@s: “pessoal, aqui todos estamos apreendendo, inclusive eu!” Este momento da
leitura continua a pensar ser fundamental.

        Estavam bem agitados neste dia. Em determinado momento perdi a concentração de
forma a dizer que a molécula é formada de 2 oxigênio e 1 hidrogênio. Humildemente relato
isso, mas realmente a turma neste dia, me fez eu dizer este absurdo, pois havia conversas
paralelas por todos os lados.

        Deixei para casa que eles fizessem um desenho de como a água está inserida em
nossos cotidianos.

       Trouxeram trabalhos maravilhosos! Fazendo o link com fotossíntese e raiz das árvores.
Link com a pesca também.

        No nosso próximo encontro iniciei com a história do primeiro astronauta que olhou
para o Planeta, visualizando toda aquela imensidão azul. Por que não Planeta água?


                                                                                          55
Não ficamos em sala. Fomos ao laboratório, pois desejava passar o vídeo sobre a
gotinha. A turma gostou muito. Uma música legal + desenho animado = acho que acertei nesta
aula! A partir do vídeo falamos nos estados físicos, pois a gotinha passa pelos três estados tão
bem mostradas naquela animação. Solicitei que fizessem ali mesmo um pequeno relato sobre
o vídeo. Ainda não corrigi. Todos entregaram.

        Tenho avaliado a turma pelos trabalhos feitos em sala. Todas as aulas realizamos
exercícios e trabalhos. A maioria entrega. A avaliação é permanente. Quando há tempo vejo os
cadernos também. Coloco um visto. Estou conectado a El@s.




Estados físicos da água e Ciclo da água
―- Professor! As nuvens são de algodão?‖



         Depois do contratempo da quinta-feira, tivemos que fazer algumas alterações no plano. Pois a
experiência das mudanças dos estados físicos iriam passar para a segunda feira. Na sexta ao chegar
em sala percebi que todos não estavam em seus lugares como costumava ver. Percebi que a mudança
foi meio radical, pois até os alunos educados não estavam sentados nos lugares de costume, ou seja...
devido a conversa trocaram ―as duplinhas‖ de seus lócus!
         Sexta a aula ocorreu de forma expositiva e explicativa. Conversamos sobre os estados
físicos e a organização das moléculas. Busquei mostrar para el@s que no estado sólido a força de
ligação entre as moléculas de água é intensa, e as moléculas vibram pouco. Por isso a dureza o cubinho
de gelo. Já no estado líquido a força de ligação entre as moléculas é mais fraca que no estado sólido e
as moléculas vibram e deslizam uma sobre as outras, por isso entendemos a fluidez da água.
Entretanto no estado gasoso a força de ligação entre as moléculas de água é muito reduzida, as
moléculas movem-se livre e desordenadamente.
         Terminamos como a leitura do livro. Percebo que mesmo com as dificuldades, alguns que não
faziam a leitura antes, agora já estão perdendo o medo e lendo para os colegas.
         Eles entregaram-me um trabalho que solicitei: um desenho representando o quanto a água é
fundamental para nossa vida; No mesmo dia fiz um comentário no trabalhinho deles. Procuro sempre
comentar e colocar um visto e um comentário na folhinha de cada um. É um dos poucos momentos que
posso escrever e me comunicar com aquel@ em específico.
         Na segunda feira cheguei bem antes da aula. Precisei de um pouco de tempo para organizar o
experimento e ir para sala de informática ligar os PCs do Projeto Escuna, e colocar no site (ciclo da
água). Às 16h fui na turma e combinei previamente com todos atenção para aquela aula pois
trabalharíamos com água quente e fogo da lamparina. Eles responderam positivamente. Fomos ao
laboratório. Arrumei uma mesa central onde estava o experimento montado ao redor dispus bancos
para que todos sentassem.
         Creio ter conseguido os objetivos, a turma se manteve em silêncio, atentos e questionadores
o tempo todo. Discutimos as principais mudanças de estado físico, também ponto de fusão e ebulição
e suas respectivas temperaturas. Muitos queriam tocar na placa-de-petri para ver a temperatura.
Relacionamos algumas coisas com o ciclo, por ex.: a placa com gelo (frente fria chegando) cobrindo o
recipiente e ocasionando a condensação, a chuva. Vinícius percebeu que dentro do recipiente o vapor
fazia um circulo, ele achou fantástico.



                                                                                                    56
As merendeiras pediram que na próxima experiência convide elas para observar. Elas
forneceram o gelo e a água quente.
        No laboratório dispus um computador por dupla: expliquei previamente o objetivo da aula e o
trabalhinho no final. Visualizamos o ciclo completo da água, de modo interativo e animado. As duplas
trabalharam bastante. Muitas coisas que não havia falado em sala foram explicadas pelo programa.
Realmente a informática vem a colaborar com a educação nesse sentido. E tenho que salientar que
este programa é realmente ótimo para se estudar... bem interativo e dinâmico. Acredito que eles
gostaram.
        Depois do laboratório retornamos a sala e perguntei quantas vezes el@s foram no
laboratório de informática este ano. A resposta foi: Esta é a 1ª vez professor!




                                                                                                 57
Distribuição da água

―- Experimento dos potes representativos‖


        Segunda-feira       estudamos a distribuição da água no planeta. Quando
cheguei na escola a coordenadora da manhã veio avisar-me que a supervisora já
estava a minha espera. As professoras e d+ trabalhadores da escola têm me
tratado muito bem e com um carinho especial, estou feliz em estar fazendo meu
estágio na Escola. Quando fui escolher o local, que foi uma orientação do meu
colega Paulo, o que atraiu minha atenção naquela escola foi justamente o nome:
Porto Seguro! Logo pensei:‖é aqui.‖




_____________________________________________________________



        Iniciamos a aula com as classes dispostas em ―U‖. Notei que ficou mais
dinâmico o dialogo com esse formato de disposição das cadeiras em sala.
Começamos com a reflexão da distribuição da água no universo. Foi difícil
iniciarmos a aula, pois a turma estava realmente agitada. Na medida do possível fui
escrevendo alguns tópicos na lousa, solicitei que escrevessem no caderno pois foi
uma forma que encontrei para que el@s ficassem em silêncio.

        No primeiro momento fizemos uma rodada de reflexão e questionamentos,
onde procurei fazer os educandos pensarem a qualidade da água no planeta, assim
como sua distribuição nos seus 3 estados físicos. Busquei trazer um link com o
ciclo da água, no sentido de que se estamos poluindo um rio, também estamos
poluindo a atmosfera e os oceanos. Minha intenção foi fazê-l@s compreender o
nosso papel de preservar água. Isso posteriormente veio nos relatos dos
trabalhinhos que me entregaram ao final da aula.



                                                                                58
Percebo que ficou claro essas idéias em nossa aula prática, através do
experimento dos potes que representavam locais onde encontramos água: oceano,
calotas polares, subsolos, lagos, atmosfera, rios.

        ―- Mas é só uma gotinha professor?‖ sim, essa é a proporção que representa
a água doce!‖

         Depois colocamos um pinguinho de corante em cada pote representando a
poluição, então podemos perceber que poluindo um local estaremos afetando o ciclo
todo. Acredito que esta prática é muito interessante para percebemos a relação
entre o homem e seus efeitos nocivos. Pretendo multiplicar esta prática diversas
vezes em ocasiões diversas.

        Tenho notado que os últimos períodos da tarde é mais difícil de
desenvolvermos a prática educativa, tendo em vista que os educand@s estão mais
agitados e ―cansados‖... A Profª Suzana fez sua observação, me senti muito
tranqüilo, e participou das atividades com a turma. Estou contente por estar
concluindo meu Estágio III, ainda resta alguns dias... Estou planejando algo para o
último dia.




16 e 17 de junho.
- Revisão e exercícios.


        Na quinta feira percebi que tinha um aluno novo em sala. Primeiramente
apresentei-me a ele e boas vindas. Nesse dia fizemos a revisão dos conteúdos em
duplas, assim ele já se enturmou com um coleguinha e levou o caderno para casa.
Coloquei os tópicos no quadro para que soubessem quais as matérias que deverão ser
estudadas para a nossa avaliação neste bimestre. Depois discutimos os pontos da nota
qualitativa.



                                                                                 59
Iniciamos a aula dialogando os conteúdos que estudamos neste 2º bim. A
molécula da água, importância, conservação e uso do recurso natural. Fizemos um
pequeno esquema dos estados físicos e as mudanças. Terminamos o primeiro período
estudando o ciclo da água. Fizemos a reflexão das aulas práticas e aquele experimento
com os potes que representavam a quantidade de água no Planeta Terra.

       No final dediquei a minha fala em parabenizar a equipe que participou da
Gincana. De um total de 26 alun@s, participaram da gincana apenas 15 ou 16. Falei da
importância de trabalharmos em equipe e termos um propósito em comum. Iniciei esta
aula com a seguinte frase mo quadro:

                                    ―Um sonho que se sonha só, é só um sonho
                             que se sonha só, mas sonho que se sonha junto é
                             realidade‖ - Raul Seixas.

        Na Sexta Feira entreguei as folhinhas de exercícios, no inicio el@s
questionaram-me a quantidade de folhas. “ - quatro folhas (sor!)... será assim na prova!
Tranqüilizei a turma, disse para não pensar na avaliação, e sim fazer aqueles exercícios
com atenção que era a nossa meta naquele momento. Sentamos em círculos, solicitei
que a turma colocasse as classes em círculos, como essa aula é na sexta feira, nos dois
últimos períodos, el@s já estão cansados e suados da brincadeira recreio, então é
importante fazer um método mais dinâmico e interativo para centrar um pouco da
atenção que resta d@s alun@s. Na correção dos exercícios percerbi e venho
constantemente notando que o grande problema dos alunos é a leitura e compreensão
dos textos e enunciados. Muit@s apresentam uma certa preguiça de fazer as leitura e
desmotivação para fazer o encadeamento dos pensamentos e formular um raciocínio
lógico.

       Percebo que a leitura é a grande demanda da educação atual, não adiantará
grandes avanços e políticas progressistas se não afinarmos a leitura desses jovens e
adultos que educamos.




                                                                                     60
9 e 10 de junho.
- 4ª Gincana ECOLÓGICA DA ESCOLA.


       Sabe... me senti lisonjeado, pois a turma escolheu-me como professor
responsável na Gincana da Escola. A equipe denominou-se de PLANETA
SUSTENTÁVEL, e reconheci um pouco do trabalho que realizamos com @s
pequen@s. Neste momento notei que ao mesmo tempo el@s são grandes, como eu
pouco imaginava. Quinta feira cheguei em sala e estavam ansiosos aguardando-me para
mostrar os instrumentos feitos de recicláveis. “ – Quanta criatividade, querida leitora!”
Me surpreendo com o potencial del@s, e isso realmente me fascina.

        Depois veio o momento de ensaiarmos a música. Composição própria de uma
educanda Maria Izabel. A música falava de qualidade de água. Falava de poluição. A
música falava do Chico Mendes. Lembro que certo dia dialoguei com a turma sobre
aquele acontecimento dramático que aconteceu há poucos dias com o casal que foi
assassinado recentemente (O casal José Cláudio Ribeiro e Maria do Espírito Santo) , por
estarem denunciando o corte de castanheiras ilegal no Pará.

       Neste dia comentei sobre a história de Chico Mendes contextualizando a
importância de estudarmos o Meio Ambiente e conservação dos recursos naturais... e
percebo agora que isso foi muito importante para a turma.



             (fotos registrada por José e Maria – PA, fonte: terramagazine)




                                                                                      61
No dia da Gincana, vi o quanto é bonito o trabalho do coletivo todo. A
integração do grupo. Todos com o propósito de ter um bom resultada. Destaco aqui o
excelente trabalho da profª Sílvia, pois organizou a 4ª gincana com outras profªs.

       Quanto isso é importante! Me vejo em um futuro próximo também organizando
esse mesmo tipo de evento nas escolas que for trabalhar.

       Percebo que nestes momento a troca entre os alunos e o profº é mais efetiva, sem
os horários e os conteúdos a serem cumpridos. Essa forma de pensar o ensino mais
dinâmico com jogos, brincadeiras, música.. é por aí que deveremos caminhar no futuro
querid@s leitor@s, já estamos cansados de permanecer calados e sentados nestas
classes desconfortáveis. As coisas estão acontecendo, o tempo está passando, as
castanheiras do Pará estão caindo... E pessoas que amam e tem seus corações e ações na
Natureza acabam sendo queimadas com próprio carvão que é feito da árvore milenar
cuja centelha do fogo é a hipocrisia e ignorância deste homem capitalista pós moderno
globalizado irracional!

       Nesta altura da madrugada só me resta o desabafo e minha consciência verde,
pois emanei o melhor possível de mim para 6B da Escola Porto Seguro. Foram planos
de aula bem planejados, discutidos e dialogados com uma pessoa muito rica e especial
que também tive a oportunidade de vivenciar e fazermos algumas trocas.




XII CONTEÚDOS:

XII a. CONCEITUAIS:


Características de alguns componentes do solo.
Camadas do solo e Rocha matriz.
Adubação Orgânica
Adubação Verde
Adubação Inorgânica
Irrigação, drenagem e acidez.
EROSÕES no solo.
Tipos de erosões: Erosão pela água, Erosão pelo vento.
Praticam agrícolas ecológicas e amigas da terra.
Recursos RENOVÁVEIS E NÃO RENOVÁVEIS.
Produtos Renováveis e Não Renováveis.
Reciclagem para desenvolvimento sustentável.
Combustíveis fósseis.
Consumo consciente de combustíveis fósseis.




                                                                                    62
Significado da palavra petróleo.
Formação do petróleo.
Gás natural.
Carvão mineral
O que é água.
As importâncias da água.
Como e por que preservar a água.
Ciclo da água na natureza.
Precipitação da chuva.
Infiltração.
Quantidade de água no planeta.
Definir água doce e salgada.
Quantidade de água Doce.
O planeta azul.
Águas subterrâneas e calotas polares
Universo e água.
Relação seres humanos x Consumo de água.


XII b. ATITUDINAIS:
•     Expressar-se oralmente frente aos colegas;
•     Respeito pelos colegas;
•     Capacidade de realizar atividades em grupo;
•     Entrega dos trabalhos nas datas marcadas.



XII c. PROCEDIMENTAIS:
•     Desenvolver trabalho de leitura e escrita;
•     Realização de exercícios escritos;
•     Realização de trabalhos em grupo;
•    Questionamentos que dirijam o aluno a uma reflexão do assunto em
questão;
•     Realização de aulas com experimentos;
•     Apresentação de vídeos no multimídia;
•     Utilização de mapas e de banners;
•     Participação na Gincana Ecológica.




                                                                        63
XIII AUTO AVALIAÇÃO:


      Fizemos o possível para planejar e desenvolver aulas de qualidade.
Mesmo assim notei que alguns educandos carregam deficiências na leitura e
compreensão de textos e/ou exercícios. Nesse sentido gostaria de ter mais
tempo e atenção para meus educandos. É o mesmo problema que evidencio
nos cursos pré universitários para adultos.

       Conseguimos desenvolver algumas aulas no laboratório de informática
da escola, e percebi que isto foi uma conquista pois os educadores não
costumam realizar aulas no laboratório de informática, e acabam não
fazendo o movimento de inclusão digital nas escolas como é previsto nas
políticas públicas.




XIV CONSIDERAÇÕES FINAIS:


       Fiquei feliz em concluir o estágio na escola Porto Seguro e ter feito
muit@s amig@s. Senti-me muito a vontade com a professora titular da
disciplina para propor atividades, e neste sentido tenho muito a agrader a
Silvinha.

      Gostaria que a turma 6B depois da vivência que compartilhamos
levasse a sério os livros e os estudos. Notei que muit@s del@s tem um
potencial fantástico. E acredito nisso.

       Na primeira vez que entrei em sala de aula para desenvolver uma
atividade, na função de professor. Venho-me um sussurro no ouvido!

                    - Você achou a fonte de juventude!

      Vamos em frente...




                                                                          64
XVI Referências:

       STEINBERG, Shirley ; KINCHELOE, Joe (Orgs.) Cultura infantil: a
construção corporativa da infância. Rio de Janeiro: Ed. Civilização
Brasileira, 2001.

      GADOTTI, M. Histórias das idéias pedagógicas. Ed. Ática, SP 2008.
BRASIL – Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares
nacionais – Meio ambiente e Saúde. Brasília, 1997.

       PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS: Introdução aos
Parâmetros curriculares Nacionais/ Secretaria da Educação Fundamental –
Brasília: MEC/SEF, 1997. 126p;

     PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS:. Parte III Ciências da
Natureza, Matemática e suas Tecnologias.

      SOUSA SANTOS, BOAVENTURA (1987) – Um discurso sobre as
Ciências; Edição Afrontamentos; Porto; 1988.

      BORBA, MARCELO C. e PENTEADO, Miriam Godoy - Informática e
Educação Matemática
- coleção tendências em Educação Matemática - Autêntica, Belo Horizonte -
2001

      BLOCH, E. O princípio esperança . v.1 Rio de Janeiro: EdUERJ:
Contraponto, 2005.

      EDGAR MORIN, Os sete saberes necessários a educação do Futuro.

      LÉVY, Pierre - A inteligência Coletiva - por uma antropologia do
ciberespaço - Edições
Loyola, São Paulo , 1998.

      FREIRE, P, Pedagogia da indignação; Editora Unesp, São Paulo, 2000.

      KRASILCHICK, Myriam. Prática Ensino em Biologia . São Paulo: Ed.
USP. 2008.




                                                                          65
XVII ANEXOS:




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69
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http://biosul.blogspot.com

      Neste blog busquei colocar algumas reflexões, exercícios e fotos da
turma, As ferramentas da web estão a disposição dos futuros profissionais
em educação. Vamos utilizá-las.




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Unidade Didática

  • 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM CIÊNCIAS. ENSINO FUNDAMENTAL Profªs Orientadoras: Paula Ribeiro, Raquel Quadrado, Suzana, Silvia. UNIDADE DIDÁTICA ACADÊMICO: MARCELO GOMES DE OLIVEIRA, 37905, marcelobiosul@hotmail.com, http://biosul.blogspot.com ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL PORTO SEGURO PROFª.: SÍLVIA CORRÊA SÉRIE/ANO : 6º ANO/ 6ºB Rio Grande, junho de 2011. 1
  • 2. “há que se cuidar do broto, pra que a vida nos dê flor ... e frutos” Trecho da música: Coração de estudante 2
  • 3. I DADOS DO ESTÁGIAO: 4 II TÍTULO DA UNIDADE DIDÁTICA: 5 III ENTREVISTA COM A PROFESSORA: 6 IV ANÁLISE DA AULA 7 V DEPENDÊNCIAS DA ESCOLA 8 VI INTRODUÇÃO 9 VII OBJETIVOS GERAIS 11 VIII OBJETIVOS ESPECÍFICOS 12 IX CRONOGRAMA 13 X PLANOS DE AULAS 14 XI REFLEXÕES 52 XII CONTEÚDOS: 62 XII a. CONCEITUAIS: 62 XII b. ATITUDINAIS: 63 XII c. PROCEDIMENTAIS: 63 XIII AUTO AVALIAÇÃO: 64 XIV CONSIDERAÇÕES FINAIS: 64 XVI REFERÊNCIAS: 65 3
  • 4. I DADOS DO ESTÁGIAO: Escola Municipal de Ensino Fundamental Porto Seguro. Bairro: Parque Marinha. Cidade do Rio Grande –RS. Turno do estágio: tarde. Quintas-feiras (1 período), Sexta-feira (2 periodos) Séria/ano: 6ºano, 6B. Total de alun@s: 26 PROFESSORA TITULAR: Sílvia Correa, formada em Ciências biológicas Licenciatura pela Universidade Federal do Rio Grande. DISCIPLINA CIÊNCIAS 4
  • 5. II TÍTULO DA UNIDADE DIDÁTICA: Um planeta melhor para as gerações futuras! Solos Saudáveis e a água limpa. 5
  • 6. III ENTREVISTA COM A PROFESSORA: 1)Em que curso a professora é formada? Licenciatura em Ciências – Habilitação em Biologia. 2) Onde fez sua formação? FURG. 3)Há quantos anos leciona? Em abril vou completar 11 anos. 4)Quantas horas tem em sala de aula? Em que séries? Quantas turmas? Qual a média de alunos por turma? 40 horas semanais em sala de aula + 10 horas no projeto quero-quero, onde dou acessoria em educação ambiental à professores da escola. Leciono de 5ª a 8ª séries, num total de 10 turmas. A média de alunos por turma é de 25. 5)Trabalha em outro lugar? Qual e quantas horas? 20 no estado (escola Almirante Tamandaré) e 30 no município (escola Porto Seguro) 6)Quais são os objetivos que espera alcançar com sua proposta de trabalho? Que os alunos aprendam a raciocinar e não simplesmente decorar os conteúdos. 7)Adota o livro didático? Qual? Baseado em que faz a escolha do mesmo? É comprado pelos alunos ou distribuem na escola? As aulas são exclusivamente nesse livro? Os livros são cedidos pelo Governo, utilizo o livro do Carlos Barros – Ciências e meio ambiente, mas não o uso com muita freqüência, até porque não tem livros para todos os alunos. 8) Se não adota o livro, em que se baseia para preparar as aulas? Como os alunos dispõem dos assuntos abordados na aula? Utilizo livros, reportagens de jornais e revistas, internet. Costumo passar textos no quadro ou levar Xerox dos mesmos. 9) Qual a metodologia habitual de trabalho? Bastante variada ( aulas práticas, leitura e interpretação de textos, jogos, etc) 10)Como organiza o trabalho dos alunos (individual, em grupo)? O que motiva essa organização? Turmas agitadas é difícil fazer trabalhos em grupo. Mesmo assim, durante o bimestre costumo fazer um trabalho em grupo, pois acredito que eles (os alunos se ajudam quando há dificuldade). 11) Faz aulas práticas? Sim ou não por quê? Ás vezes. É difícil organizar as aulas (por falta de tempo) e também é difícil manter os alunos motivados. 12)Qual sua opinião a respeito da avaliação? Como avalia? Faço avaliação qualitativa, prova, trabalhos (pode ser jogo, pesquisa, organização de panfletos, livros, enfim, depende do assunto). A maioria dos pais e em alguns casos, a própria direção, não estão interessados na aprendizagem , mas sim se o aluno aprovou. Atualmente a avaliação não mede o progresso do aluno, mas sim a capacidade que ele tem em reter ou não informações. 6
  • 7. IV ANÁLISE DA AULA Cheguei alguns minutos antes para conhecer as dependências da escola. Chamou-me muita atenção de que no lado de fora da escola havia uma pista de skate e um campinho de futebol, logo percebi que ali havia uma comunidade bem entrosada e participativa. Já ouvira histórias que o Parque Marinha não era um bairro bom para se viver. Mas através do contato que tive com a escola e com as crianças que lá estudam, estes boatos foram derrubados. Esperei a professora Sílvia chegar. @s educand@s esperam o sinal para entrarem na escola. Logo cumprimentaram a professora e foram se acomodando em seus lugares. Até então eu era um elemento externo na sala, mas com o passar da aula percebi que foram se soltando e começaram a me enxergar como um estudante, assim como eles. Silvia iniciou a aula recapitulando o assunto trabalhado na semana anterior. Percebi que estavam estudando ecologia, pois a turma já parecia familiarizada aos conceitos ecológicos de: consumidores, decompositores e produtores. Percebi que a turma era bem participativa e questionadora. Logo que a professora entregou o exercício el@s buscaram fazer o mais rápido para que iniciasse a correção. Notei que conversas paralelas poderiam ser o grande obstáculo para mim, pois como são crianças e adolescentes, os assuntos são diversos e gostam muito de brincar. Minhas aulas deveriam ser atrativas o bastante para que eu pudesse instigá-l@s a estudar de forma crítica. No final do período a professora comunicou a toda turma que eu seria o profº de Ciências nas próximas aulas. Logo me apresentei, conversamos um pouquinho assim senti um pouco da energia da turma. Gostei muito da aula da profª Silvia, achei que é competente e proporciona em suas aulas momentos de leitura, e isso é realmente importante. ―É a forma que avaliarei suas aprendizagens...‖ 7
  • 8. V DEPENDÊNCIAS DA ESCOLA A escola é muito bem cuidada. Fiquei surpreso ao entrar na sala, pois não havia vidros quebrados, nem classes mal cuidadas, muito menos paredes riscadas. O Pátio da escola Porto Seguro é rico em verde o que me pareceu que @s professor@s tem uma consciência ecológica bem desenvolvida. Muitas flores e espaços de gramíneas. As paredes das salas estão bem conservadas. Há ventiladores e cortinas em sala. Quadro negro e lixinhos bem higiênicos. Há um refeitório bem estruturado, onde a turminha faz seu lanche. Notei que nas tardes há suco, vitamina, bolachinha e frutas, muito bem aceito por tod@s. Na hora da merenda eles são avisados em sala. Há laboratório de informática com cerca de 20 computadores novos adquiridos pelo projeto Escuna. Projetor de Islides e um notebook para uso dos professores. Há um laboratório de Ciências que foi montado pela profª Silvia. Há alguns modelos biológicos, contudo não há microscópios e lupas. A biblioteca é rica com inúmeras obras, cuja turminha troca livros semanalmente. Este hábito é bem difundido. Na escola há um ginásio poliesportivo e uma quadra para a prática de esportes. 8
  • 9. VI INTRODUÇÃO A teoria e a práxis no Ensino de Ciências são aliadas para que @s Educador@s possam compreender o processo ensino-aprendizagem e assim fazerem uma leitura de mundo adequada e a partir disso aplicar no contexto de sala de aula. A reflexão e a ação no trabalho pedagógico são instrumentos de transformação e formação. Pois a reflexão transforma o sujeito através do dialogo com sigo mediado pela escrita com interação das orientadoras que conosco caminharam durante este semestre. A ação pedagógica é nosso meio de tocarmos de forma elegante e educada aquelas 30 crianças que vivenciaram 2 ou 3 períodos de ensino de Ciências, e que através de uma recíproca verdadeira nos ensinaram tanto quanto aprenderam nossos conceitos e conteúdos. É nesse sentido que encontramos no ensino de Ciência uma Filosofia de Vida, Por um lado um corpo de conhecimento, uma matéria acadêmica/escolar onde sustenta verdades as inúmeras perguntas sobre a Natureza das coisas e que estão subordinadas a respostas dos livros didáticos. Por outro lado em uma contraconcepção a isto pensamos que o ensino de Ciência é um filosofar onde o mais importante são as perguntas que noss@s fantástic@s Alun@s fazem-nos, que as respostas mornas que muitas vezes desaguamos nel@s. O que poderia eu responder quando um aluno me perguntou: ―- Professor! As nuvens são de algodão?‖ Será que seremos nós os responsáveis por podar todo o imaginário criativo e lúdico d@s noss@s pquenin@s para ensinar uma ciência muitas vezes fria que está às vezes serviço das forças hegemônicas. Vivenciar o ensino de Ciências neste novo milênio para todos aqueles que criticam seus modos de vidas, como eu, antes de perceber @s outr@s, é parar nossa atividade do dia-a-dia e pensar: - para onde vai esta garrafa pet que acabo de colocar no lixo do centro da cidade? 9
  • 10. - por que a bateria do meu celular dura apenas um ano, e devo no final trocar meu aparelho? O que os recursos hídricos tem haver com esse celular? Há algo de tóxico aqui? A terra absorve estes elementos? -Será que a água do mundo vai acabar? O que a descarga do meu banheiro tem haver com o consumo de água da casa de meu pai e quanto custa isso no final das conta? - Por que os rios estão morrendo? E por que tanta hidroelétrica, Prof@? - Por que dizem que a cada minuto desaparece uma espécie de animal/vegetal mesmo antes de ser descrita? O que é ecologia? Das inúmeras vezes que estas perguntas pairaram sobre nossos pensamentos e até nas nossas aulas, foram raras vezes que fomos realmente fazer a pesquisa. Apenas escutamos algo ou ouvimos no noticiário e na televisão. Percebemos que @s educador@s em formação devem estar em constante estudo e pesquisa, devido ao fluxo de informação na rede e as entrelinhas dos comercias televisivos. Assim concordamos com Steimberg que as pedagogias culturais funcionam de modo eficaz: ―Pedagogia cultural supõe que a educação ocorra ―numa variedade de áreas sociais, incluindo mas não se limitando à escolar. Áreas pedagógicas são aqueles lugares onde o poder é organizado e difundido, incluindo-se bibliotecas, TV, cinemas, jornais, revistas, brinquedos, propagandas, videogames, livros, esportes, etc‖. Noss@s jovens estão conectados a internet, ligados a redes sociais. Assistem seus programas favoritos na televisão e levam toda estas informações para o espaço escolar. Penso que o ensino de ciência vem ao encontro dessas questões atuais. Como: a informática, os seres vivos, a saúde, o homem, o sistema como um todo. Micro e Macrocosmos. Nestes planos de aula seguintes que desenvolvemos na escola Porto Seguro, no Parque Marinha da Cidade do Rio Grande, há um tanto de mim... Do sujeito questionador. Do cidadão insatisfeito com a democracia. Do aluno/estudante/professor/pesquisador mutante e ator nesse cenário. Do 10
  • 11. menino/adulto e do jovem/Educador, do sonhador... Há nestes planos um movimento de tentar buscar um melhor tom a fim de seduzir e atenção dequel@s para quem foram destinatários destas aulas. Para a garotada da turma 6B. Nestes planos e reflexões há um tanto de Bianca, Endrel, Lázaro, Pâmela, Patrick, Luis, Ingrid, Carol, Eduarda, Geovana, Izabel, Andrey entre outr@s... Nestas reflexãos há uma poção mágica que se chama Paula. Há diálogos de Raquel. Há dicas de Suzana. Nestes planos há pitadas de Esperança, há temperos de Utopias, há kilogramas de trabalho, há horas de Reflexão e há um perfume todo especial que dá vida ao prazer de fazer bem ao próximo. VII OBJETIVOS GERAIS Trabalhar os assuntos de forma clara e objetiva, partindo do simples para o complexo, dentro da realidade d@s educando@s através de exemplos cotidianos, noticiários, jornais, temas geradores e realidade local dos ecossistemas e ambiente. As aulas desenvolvidas durante a disciplina de Estágio supervisionado em Ciências tiveram por objetivo gerais relacionar os aspectos de formação de solos, composição dos solos, tipos de solos e recursos naturais neles existentes. Entender práticas agrícolas amigáveis da terra. Desenvolver n@s alun@s uma consciência ecológica e evolutiva, trabalhando sua capacidade de refletir, argumentar e concluir, bem como 11
  • 12. explorar a capacidade de expressão verbal e escrita, combinando os temas trabalhados, assuntos atuais de forma a resgatar estes valores. Promover um conhecimento sistêmico ecológico e integrado a um todo condizendo com as bases teóricas e práticas da Educação Ambiental. Proporcionar um ensino de ciências dialógico com as outras disciplinas do conhecimento e facilitar que @s educandos compreendam inteiramente os fatos físicos, sociais, políticos, artísticos etc. no contexto social, ou seja, os ―estudos do meio‖ indicados por KRASILCHIK. VIII OBJETIVOS ESPECÍFICOS Desenvolver as primeiras noções sobre solo e reconhecer diferentes tipos de solos. Compreender a importância de cuidar dos solos. Capacidade de distinguir diferentes tipos de adubação assim como a importância Irrigação adequada. Conhecer drenagem e entender acidez dos solos e as conseqüências da erosão – Deslizamentos e soterramentos. Tivemos como objetivo a construção de um pequeno herbário e de uma composteira para que em casa @s educand@s reciclem e separem o lixo orgânico do lixo inorgânico, os seja, apreendo a fazer o composto orgânico para agregar nutrientes ao solo. Demonstrar a importância do consumo consciente na atualidade frente ao esgotamento dos recursos naturais não renováveis. Distinguir recursos naturais renováveis dos não renováveis. Entender qual é o motivo que leva o mundo moderno globalizado se direciona para as tecnologias limpas e a importância das mudanças radicais nas atitudes/comportamentos básicos como: Sacolas renováveis - Reutilização das garrafas pets – consumo consciente - Papéis recicláveis – utilização – reutilização – descarte adequado para reciclagem. Nossas aulas tiveram como atenção específica o estudo da água como elemento fundamental para a vida. Também procuramos entender a poluição e seus efeitos nocivos para as futuras gerações. Buscamos através de nossos exemplos e exercícios faze-l@s refletir a respeito do esgotamento dos recursos hídricos. 12
  • 13. IX CRONOGRAMA AULA DATA TEMA PLANO 1 14/15 ABRIL SOLOS E SUAS CARACTERÍSTICAS PLANO 2 28/29 ABRIL TIPOS DE SOLOS E FERTILIDADE DOS SOLOS PLANO 3 5/6 MAIO PRESERVANDO SOLOS PLANO 4 12/13 MAIO RENOVÁVEIS OU NÃO PLANO 5 19/20 MAIO COMBUSTIVEIS FÓSSEIS PLANO 6 26/27 MAIO AGUA E VIDA PLANO 7 2/3 JUNHO PLANETA AZUL PLANO 8 9/10 JUNHO ESTADOS FÍSICOS DA ÁGUA PLANO 9 16/17 JUNHO GELO DE ÁGUA PLANO 10 23/24 JUNHO DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA NO PLANETA 13
  • 14. X PLANOS DE AULAS O solo e as suas características Objetivos - Desenvolver as primeiras noções sobre solo. - Reconhecer diferentes tipos de solo. - Compreender a importância de cuidar do solo. - Estimular escrita, leitura e interpretação dos educandos. Conteúdos - Características de alguns componentes do solo - Camadas do solo e Rocha matriz Tempo estimado 2 aulas. Material necessário Lousa, giz colorido. Levar folhas PROCEDIMENTOS: 1º MOMENTO: diálogos e provocações com a turma: Qual é a importância do solo? O solo que visualizamos sempre foi assim? Existem solos diferentes? 2° MOMENTO: Explicação através de desenhos e esquemas no quadro. (camadas do solo, composição do solo, diferenças de composição ARENOSO/ARGILOSO/HUMÍFERO. 3º MOMENTO: Leitura reflexiva do Livro, pág 126, 126, 127 PRÁTICA: observação de solos 14
  • 15. Preparação da prática: Será previamente preparado 3 recipientes com tipos de solos distintos: 1 - ARENOSO: grande concentração de Areia 2- Argiloso: argila e componentes 3 - Solo fértil: terra escura e material em decomposição (húmus): A Turma será dividida em duplas/trios e entregue lupas-de-mão para observação das partículas que constituem o solo. Solicitar aos educandos que façam o registro do que visualizaram, no final da aula este trabalho será recolhido. O solo tem uma história: o solo em que pisamos e construímos o prédio da escola nem sempre foi assim. O aspecto atual do solo é resultado de milhões de anos de transformações. Assas transformações continuam acontecendo. Acompanhando o seguinte raciocínio: durante do dia as rochas são aquecidas pela luz do sul se dilatam ligeiramente; à noite, elas ficam frias e se contraem, lentamente, ao longo do tempo, esse processo vai fragmentando as rochas. O Vento e a água também causam uma vagarosa modificação nas rochas. Essas modificações nas rochas originam partículas menores e mais alteradas. Parte mineral do solo: Os seres vivos, plantas rasteiras e líquens, podem se instalar na superfície alterada de rochas – suas raízes liberam substâncias que contribuem para a alteração das rochas. Os organismo em decomposição, e restos de seres vivos como fezes e restos de folhas aos poucos são incorporados ao solo em formação. Esse material vai constituir a parte ORGÂNICA do solo e será decomposto por bactérias e fungos. 15
  • 16. Intemperismo = é o conjunto de todas as modificações que desagregam e decompõem uma rocha. O calor, a chuva, o frio, o vento são exemplos de agentes do intemperismo A PARTE MINERAL + PARTE ORGÂNICA + ÁGUA + AR = SOLO. A camada superficial do solo é chamado também de solo agrícola, essa camada é geralmente mais escura, fofa, úmida, rica em matéria orgânica, sais minerais e microorganismos. Abaixo dela há uma de rocha parcialmente fragmentada, com minerais, pouca ou nenhuma matéria orgânica, e poucos microorganismos. Logo abaixo existe uma camada de rochas fragmentadas. Mais abaixo é encontrado um bloco de rocha sólida a ROCHA MATRIZ. Ela é chamada assim porque sua parte, que um dia aflorou na superfície da terra, FOI ALTERADA PELO INTEMPERISMO E ORIGINOU O SOLO. FERTILIDADE DO SOLO: O QUE PODEMOS PENSAR QUE É UM SOLO FÉRTIL? 50% do solo é composto por partículas sólidas, Desses 50% apenas 5% é matéria orgânica, o restante ou seja __ é de matéria mineral. A outra metade, isto é, os outros 50% é constituído de 25% de água e 25% de ar. 16
  • 17. Fertilidade do solo; tipos de adubação Objetivos - Desenvolver noções sobre cuidados com solo. - Reconhecer diferentes tipos de adubação. - Compreender a importância Irrigação, drenagem e acidez. - Estimular escrita, leitura e interpretação dos educandos. Conteúdos - Adubação Orgânica - Adubação Verde - Adubação Inorgânica Tempo estimado 1 aulas. Material necessário Lousa, giz colorido. Levar folhas Curiosidade: No dia 03 de maio é o DIA MUNDIAL DO SOLO. Texto de apoio: No Livro da turma (pág. 130 a 133) Ciências e Meio Ambiente – Carlos Barros 17
  • 18. PROCEDIMENTOS: 1º MOMENTO: diálogos e provocações com a turma: Você já viu alguém adubando a terra? Como você acha que o adubo beneficia as plantas? 2° MOMENTO: Texto explicativo no quadro sobre Adubação orgânica, adubação verde, adubação inorgânica. Explicação da matéria. (pag 130, 131, 132) 3º MOMENTO: Análise do terrário e entrega dos exercício para ksa. Preparação do terráreo: "É possível acompanhar a germinação de diferentes sementes e ver como se comportam pequenos animais, como as joaninhas e os grilos, nesse espaço". Os terrários devem ser construídos de maneira que possam imitar o habitat natural das espécies, com plantas, rochas, etc. Em um terrário devemos controlar a temperatura, umidade, iluminação e ventilação, além dos cuidados próprios com a parte aquática, quando esta existir. 18
  • 19. Ciências, cotidiano e Meio Ambiente As Engenheir@s da vida: Besouros, Formigas, cupins, minhocas, bactérias e Fungos... A maioria das pessoas não se lembram dos pequeninos seres vivos que vivem no interior do solo, a não ser naqueles momentos que eles causam algum prejuízo. Sem esses organismos a agricultura não existiria. As minhocas são antigas aliadas dos seres humanos no trabalho com a terra, elas atuam como verdadeiros arados naturais, constroem galerias subterrâneas que torna o solo mais arável e permeável, permitindo que as raízes das plantas recebam oxigênio e água, empregado na fotossíntese. Ao removerem o solo as minhocas depositam suas fezes na terra o que contribui para a fertilidade do solo, com isso as minhocas reciclam a cada ano toneladas de solo. Exercícios para casa: A partir do texto, faça um desenho ou recorte de revista que venha ao encontro do que estudamos em aula. Consulte o caderno! 19
  • 20. PRESERVANDO O SOLO Objetivos - Desenvolver noções SOBRE EROSÕES no solo. - Reconhecer diferentes tipos de erosões. - Compreender a importância Irrigação, práticas agrícolas adequadas. - Estimular escrita, leitura e interpretação dos educandos. Conteúdos - Erosão - Erosão pela água - Erosão pelo vento - praticas agrícolas adequadas Tempo estimado 2 aulas. Material necessário Lousa, giz colorido. Levar folhas Cartaz com tipos de erosão Curiosidade: Programa nacional contra a desertificação. (comentar sobre o plano) Texto de apoio: Livro da turma (pág. 137 a 145) 20
  • 21. PROCEDIMENTOS: 1º MOMENTO: diálogos e provocações com a turma: De que forma as queimadas degradar o solo? De que forma as chuva pode degradar o solo? 2° MOMENTO: Texto explicativo no quadro sobre Adubação orgânica, adubação verde, adubação inorgânica. Explicação da matéria na lousa. (pag 138, 139, 142) 3º MOMENTO: Montagem da composteira. Como fazer 1) recipiente de madeira (caixa de frutas de madeira, levadas pelo facilitador) ou tijolos, coloque os resíduos na proporção de 25% de restos de comida e 75% de materiais secos - papéis, papelão e palha. É preciso respeitar essas quantidades para que os alimentos não se tornem uma massa compacta e mal cheirosa. Pequenos espaços entre a comida e os materiais secos garantem o ar necessário para o processo de decomposição acontecer. 2) Ponha mais material seco em cima da pilha, umedeça bastante com água e depois cubra a composteira. 3) Deixe descansar por cerca de 15 dias. Depois disso, revire o material com a ajuda da pá, mais ou menos uma vez por semana e acrescente água sempre que a mistura estiver seca demais. 4) A duração do processo pode variar em função da quantidade de resíduos e da umidade disponível, entre outros fatores. Por isso, é importante estar atento à transformação que passa a acontecer - o lixo começa a ganhar o aspecto de solo fértil. Quando isso acontecer, o novo solo pode ser usado para cultivo de hortaliças, plantas e flores. Se a muda for muito pequena e a aparência do solo estiver ruim, recomenda-se peneirá-lo antes do uso 21
  • 22. Ciências, cotidiano e Meio Ambiente Fazendo uma Composteira no Lar : 1) recipiente de madeira (caixa de frutas de madeira, e ou balde FURADO ou tijolos, coloque os resíduos (casca de FRUTAS, restos de LEGUMES na proporção de 25% de restos de comida e 75% de materiais secos (GRAMA/folha SECA) - papéis, papelão e palha. É preciso respeitar essas quantidades para que os alimentos não se tornem uma massa compacta e mal cheirosa. Pequenos espaços entre a comida e os materiais secos garantem o ar necessário para o processo de decomposição acontecer. 2) Ponha mais material seco em cima da restos de legumes, frutas, pão, embolorado, umedeça bastante com água e depois cubra a composteira. 3) Deixe descansar por cerca de 15 dias. Depois disso, revire o material com a ajuda da pá, mais ou menos uma vez por semana e acrescente água sempre que a mistura estiver seca demais. 4) A duração do processo pode variar em função da quantidade de resíduos e da umidade disponível, entre outros fatores. Por isso, é importante estar atento à transformação que passa a acontecer - o lixo começa a ganhar o aspecto de solo fértil. Quando isso acontecer, o novo solo pode ser usado para cultivo de hortaliças, plantas e flores. Se a muda for muito pequena e a aparência do solo estiver ruim, recomenda-se peneirá-lo antes de usá-lo. O processo pode durar meses, para que vc tenha um COMPOSTO ORGÂNICO RICO EM NUTRIENTES PARA SUAS PLANTINHAS. IMPORTANTE SABER: Não colocar absolutamente nada de origem animal (ex.: Restos de carne, frango, peixe) isso pode estragar o processo de decomposição. Deve haver uma grande concentração de material seco e geralmente a composteira deve estar úmida e Tampada, Escolha um lugar estratégico, permanente, sombreado. Bom Trabalho amiguinh@! 22
  • 23. EXISTEM MUITAS BOAS RAZÕES PARA VOCÊ FAZER UM COMPOSTO: DESSA FORMA VOCÊ DEVOLVE OS NUTRIENTES PARA A TERRA! A MATÉRIA ORGGÂNICA NÃO PRECISA OCUPAR ESPAÇOES NOS LIXÕES E ATERROS SANITÁRIOS. ELA É ÚTIL. O COMPOSTO AUMENTA A QUALIDADE DA TERRA, COM ISSO AUMENTA O NÚMERO DE MINHOCAS E PREVINE A EROSÃO. ALIMENTAR OS ORGANISMPOS DO SOLO AJUDA NA RECUPERAÇÃO DA TERRA DO SEU JARDIM OU HORTINHA. MELHORANDO A TERRA, O COMPOSTO AUMENTA A PRODUÇÃO DE FRUTAS E VERDURAS, QUE ALIMENTAM A SUA FAMÍLIA OU ESCOLA. QUE OUTRAS RAZÕES VOCÊ PODE PENSAR? _____________________________________________________________ _____________________________________________________________ _____________________________________________________________ _____________________________________________________________ ____________________________ DESENHE ou LISTE OS RESÍDUOS ORGÂNICOS QUE FORAM ADICIONADOS NA COMPOSTEIRA CASEIRA LEMBRANDO DE USAR AS CORES QUE DE CADA RESÍDUO. (FONTE: LIVRO CRIANDO HABITATS NA ESCOLA SUSTENTÁVEL – LUCIA LEGAN) 23
  • 24. Renovável ou não? Objetivos - Desenvolver noções sobre recursos RENOVÁVEIS E NÃO RENOVÁVEIS. - Reconhecer e classificar produtos como renováveis ou não. - Compreender a importância da reciclagem para o equilíbrio ecológico. - Exercitar escrita, leitura e interpretação dos educandos. Conteúdos - significado de recursos naturais renováveis - significado de recursos naturais não-renovável - Reciclagem para desenvolvimento sustentável. Tempo estimado 1 aulas. Material necessário Lousa, giz colorido. Levar folhas Curiosidade: Coleta seletiva de lixo Texto de apoio: Livro da turma (pág. 118 a 121) 24
  • 25. PROCEDIMENTOS: 1º MOMENTO: diálogos e provocações com a turma: Qual é o siguinificado da palavra renovar? Você acha sobre o petróleo, um recurso renovável, ou não? ...e a água, é renovável ou não? 2° MOMENTO: Texto explicativo no quadro sobre consumo dos recursos naturais renováveis. Explicação da matéria na lousa. (pág 118, 119, 120) 3º MOMENTO: assistir o filme a história das coisas. Questão sobre o Filme: ―A história das coisas.‖ (21 min.) De que forma o consumo está afetando o planeta Terra? Três exemplos de coisas que são “criadas para ir para o lixo”: 25
  • 26. Escola M E. F Porto Seguro. Turma 6ºB Marcelo Gomes, Acadêmico do Curso Ciências Biolígicas Licenciatura – 4º ano Renovável ou não? Entendemos renovar como substituir por coisa nova, corrigir, restabelecer, reaparecer, e portanto renovável é aquilo que se pode renovar. Observe as imagens e classifique os produtos como renováveis ou não renováveis: Gado ___________________________ Laranjas __________________________ Gado latas de alumínio Petróleo ___________________________ Peixe (atividade pesqueira) Carvão Mineral ___________________________ ___________________________ Questões para pensar e escrever: Qual é a importância de reconhecermos se os produtos que consumimos são de origem renováveis e não renováveis: Renovável ou não: 26
  • 27. Se colhermos vegetais para nos alimentar, depois podemos plantar outro para substituí-los. Mesmo que agente pesque peixes e camarões, por exemplo, em geral ainda restam indivíduos dessa espécie no ambiente; esses animais se reproduzem e geram novos indivíduos. O gás oxigênio que a maioria dos seres vivos retiram do ambiente e usa na respiração, é reposto por meio da fotossíntese. Plantas, animais e gás oxigênio são exemplos de recursos naturais que podem ser repostos no meio ambiente à medida que são consumidos, por isso são chamados de recursos naturais renováveis. O consumo desses recursos, entretanto, não deve superar a sua reposição no ambiente. Do contrário, eles podem se esgotar e gerar desequilíbrio ecológico. A pesca predatória, por exemplo, pode provocar a extinção de espécies de um ambiente. O petróleo, o gás natural, o carvão mineral, os minérios metálicos e as pedras preciosas são recursos naturais que demoraram milhões de anos para se formar. Eles são considerados recursos naturais não renováveis. Por serem extraídos do ambiente e não poderem ser repostos, esses recursos podem vir a esgotar-se na natureza. Existem medidas que devem ser adotadas para evitar o rápido esgotamento dos recursos naturais não renováveis. Dentre as quais destacamos: - Planejar CUIDADOSAMENTE E FISCALIZAR COM RIGOR SUA EXTRAÇÃO E UTILIZAÇÃO, EVITANDO ASSIM O DESPERDÍCIO E O CONSUMO EXSSÍVO. - SUBSTITUIR PRODUTOS QUE POSSAM SUBSTITUÍ-LOS. - PROMOVER SEMPRE QUE POSSÍVEL, A RECICLAGEM DESSES RECURSOS. 27
  • 28. Os combustíveis fósseis Objetivos - Desenvolver as primeiras noções sobre combustíveis fósseis. - Reconhecer os diferentes tipos de combustíveis fósseis. - Compreender a importância do consumo consciente. - Exercitar escrita, leitura e interpretação dos educandos Conteúdos - Significado da palavra petróleo. - formação do petróleo. - gás natural - carvão mineral Tempo estimado 2 aulas. Material necessário Lousa, giz colorido. Folhas para anotação Texto Apoio: Livro utilizado pela Escola. (Pág. 109 à 113) Curiosidade: 28
  • 29. Procedimento: 1º momento: Diálogos e provocações com a turma: De onde vem o combustível que é utilizado nos veículos? De onde vem o Carvão que é utilizado nas usinas Termoelétricas? Como o elevado consumo de combustíveis fósseis poderá estar colaborando com o efeito estufa? 2º momento: Explicação através de desenhos e esquemas no quadro. Petróleo. Gás natural. Carvão Mineral 3º Momento: Leitura do livro e exercícios Imagem de apoio: 29
  • 30. Texto de apoio: O petróleo é uma substância oleosa, inflamável, menos densa que a água, com cheiro característico e de cor variando entre o negro e o castanho escuro. Embora objeto de muitas discussões no passado, hoje tem-se como certa a sua origem orgânica, sendo uma combinação de moléculas de carbono e hidrogênio. Admite-se que esta origem esteja ligada à decomposição dos seres que compõem o plâncton, causada pela pouca oxigenação e pela ação de bactérias. Estes seres decompostos foram, ao longo de milhões de anos, se acumul ando no fundo dos mares e dos lagos, sendo pressionados pelos movimentos da crosta terrestre e transformaram-se na substância oleosa que é o petróleo.Ao contrário do que se pensa, o petróleo não permanece na rocha que foi gerado - a rocha matriz - mas desloca-se até encontrar um terreno apropriado para se concentrar. Estes terrenos são denominados bacias sedimentares, formadas por camadas ou lençóis porosos de areia, arenitos ou calcários. O petróleo aloja-se ali, ocupando os poros rochosos como forma "lagos". Ele acumula-se, formando jazidas. Ali são encontrados o gás natural, na parte mais alta, e petróleo e água nas mais baixas. Exercícios: 1 - O que significa o a palavra petróleo? E por que é um combustível fóssil? 2 – 5 Exemplos de produtos derivados do petróleo. 3 – Por que se que o gás natural é uma energia limpa? 4 – Por que o carvão mineral é mais poluente? 5 – Como nossas escolhas enquanto consumidor poderá diminuir o consumo de petróleo? 6 – Um dos produtos derivados do petróleo é o polietileno, que é transformado em sacolas plásticas e embalagens. Segundo o que você estudou em sala, por que as Sacolas retornáveis é uma atitude ecológica? Reutilizar papel também é uma forma de consumo consciente – Bons estudos galera! 30
  • 31. Água e vida Objetivos: - Definir o que é água - Definir as importâncias da água - Entender a importância de preservar a água - Expressar-se oralmente frente aos colegas Conteúdos abordados: - O que é água - As importâncias da água - Como e porque preservar a água Tempo estimado: 2 aula Material Necessário Lousa, giz colorido Folhas para anotação Texto de apoio: Livro utilizado pela Escola. (Pág 150 à 155) Procedimentos: 1º Momento: Diálogos e provocações com a turma. Aplicação da proposta didática- A água e o homem, que promove um questionamento direcionado aos alunos e provoca o pensamento a respeito das questões centrais do tema. (Unidade 1 – conhecendo as idéias dos alunos) Podemos sobreviver sem água? 31
  • 32. Quanta água uma pessoa precisa ingerir diariamente para sobreviver? Quanto tempo uma pessoa sobrevive sem água? Todos seres vivos sobrevivem sem água? Onde existe água? Usamos qualquer tipo de água? Que água podemos beber. Podemos usar a água sem nos preocuparmos com a quantidade que estamos gastando? A agricultura seria possível sem água? 2º MOMENTO, Explicação através de desenhos e esquemas no quadro: Molécula da água, Água e seres vivos 3º momento leitura do livro e exercícios do livro. 32
  • 33. O que é água? É uma substância química composta de dois hidrogênios e um oxigênio, é um composto que é essencial para todas as formas de vida. Ela é importante para a sobrevivência de árvores e plantas, pois é a partir da água que elas conseguem se alimentar e realizar sua fotossíntese; é importante para animais que habitam esses ambientes; a higiene das pessoas também depende da água; todos precisamos beber água, nosso corpo é constituído basicamente de água (75% do cérebro é água, 86% dos pulmões, 86% do fígado, 75% dos músculos, 75% do coração, 83% dos rins 81% do sangue), e nosso corpo não agüenta mais de três dias sem beber água, já sem comer podemos ficar cerca de 28 dias. A água potável é um recurso natural muito utilizado por todos, porém devemos preservá-la para ela não terminar. Convém recordar que, para entender as múltiplas necessidades de água nos seres humanos, dispomos de uma quantidade muito pequena em relação ao total existente no planeta pois somente 3% dessa água é doce. O consumo de água se divide, aproximadamente, da seguinte maneira: água na agricultura representa 69%, a indústria consome 23% e o uso doméstico requer 8%. Todo esse uso, e forma como ela é usada, implica na perda de quantidade de água disponível. Exrecícios: 1) DE QUE SUBSTÂNCIA QUÍMICA É COMPOSTA A MOLÉCULA DA ÁGUA? 2) Faça um desenho ilustrando que a água é uma substância fundamental no nosso cotidiano: 33
  • 34. Planeta azul Objetivos: - Estudar a quantidade de água no planeta - definir água doce e salgada - Expressar-se oralmente frente aos colegas Conteúdos abordados: - O planeta azul - quantidade de água Doce - Águas subterrâneas e calotas polares Tempo estimado: 1 aula Material Necessário Lousa, giz colorido Folhas para anotação Texto de apoio: Texto apoio Unidade 2 – Proposta didática de Teresa Nunes, (pág 5 e 6) que será entregue para os educandos. Procedimentos: 1º Momento: mostra de imagens do nosso planeta visto da lua . Diálogos e reflexões Por que é chamado de planeta azul? Toda essa água pode ser utilizada pelos homens? As águas de rios e lagos representam quanto aproximadamente desse planeta azul? 34
  • 35. 2º MOMENTO, Explicação através de desenhos e esquemas no quadro: Os astronautas que chegaram à Lua, ao ver a Terra daquela perspectiva, chamaram-no de O PLANETA AZUL, o elemento que mais se destaca no planeta é a água, cobre 70% da superfície 3º momento leitura do texto de apoio em fotocópia . As respostas das reflexões do primeiro momento serão esclarecidas ao decorrer da leitura dos educandos. Faremos uma leitura dos parágrafos e discussão dos principais tópicos 4º momento assistir o vídeo-clip da gotinha da água (http://www.youtube.com/watch?v=g41TJlvNq6U) 35
  • 36. Água vem e água vai... Ciclo da água 1. Objetivos: - Entender o ciclo da água na natureza - Compreender o papel da chuva no ciclo. - Entender a filtragem natural do solo - Expressar-se oralmente frente aos colegas 2. Conteúdos abordados: - O ciclo da água - Precipitação da chuva - Infiltração 36
  • 37. 3. Tempo estimado: 2 aula Material Necessário Lousa, giz colorido Folhas para anotação 4. Texto de apoio: A água evapora das superfícies aquáticas e também do solo. Na atmosfera encontrando camadas frias, o vapor de água se condensa e compõe nuvens. A água das nuvens precipita=se na superfície da Terra na forma de chuva, neve ou granizo. Ao atingir um solo a água escorre e chega a um rio, lago ou oceano. Pode também infiltrar-se no solo, atingir um lençol freático e daí originar um fonte e, depois, um rio, por exemplo. A água do solo também é absorvida pelas raízes das plantas. Por meio da transpiração as plantas eliminam a água em estado de vapor para o ambiente externo, pela folhas, frutos, sementes e outras partes de seu corpo, as plantas transferem água para seus consumidores. O ser humano e outros animais obtêm água bebendo-a diretamente ou ingerindo-a como parte dos alimentos. Devolvem a água ao ambiente de diversas maneiras, como pela urina, pelo suor, pelas fezes e pela respiração. Essa água evapora e retorna a atmosfera. Esse vaivém da água na natureza passando ou não pelos seres vivos é o que se chama de ciclo da água. No ciclo da água a chuva tem papel fundamental não só pelo retorno da água na superfície terrestre, mas também pela sua distribuição das diversas regiões do planeta Terra. Ao infiltrar-se no solo – e depois de ultrapassar a camada de terra e encontrar rochas abaixo do solo, a água vai sendo purificada, livrando-se de partículas sólidas e microorganismos: eles ficam retidos no solo. Assim a infiltração da água líquida no solo ocorre como uma filtragem natural. 37
  • 38. Procedimentos: 1º Momento: Diálogos e provocações com a turma. Você sabia que as águas dos oceanos também evaporam? Que papel a chuva desempenha nas nossas vidas? Você sabia que a água ao infiltrar-se no solo é uma forma de filtragem natural? Os córregos desembocam nos rios. Os rios, para onde levam suas águas? Você sabia que a ação nociva do homem está atrapalhando cada vez mais esse ciclo vital? A água é a maior riqueza do planeta, e está ficando mais escassa a cada dia, com a poluição e as alterações no meio ambiente? 2º MOMENTO, Explicação através de desenhos e esquemas no quadro: O ciclo da água na natureza através de um desenho ilustrativo que será melhor demonstrado de forma mais interativa no labor informática. 3º momento laboratório de informática para ver o ciclo interativamente. http://www.cricketdesign.com.br/abril/ciclodaagua/ EXPERIMENTO: Material necessário: lamparina, anteparo Béquer, placa-de-petri, fósforo. Água pré-aquecida, gelo. Objetivo: mostrar de forma prática a mudança dos estados físicos da água, vaporização, liquefação, fusão. Relacionar essas alterações no recipiente linkando com os fenômenos que ocorrem na Natureza, ou seja, o ciclo da água. Atenção: Essa prática exige atenção, pois há chama na lamparina. 38
  • 39. GELO DE ÁGUA. Objetivos: - Definir água e organização das moléculas - compreender as mudanças dos estados físicos - Entender solidificação, fusão e vaporização. - Expressar-se oralmente frente aos colegas 5. Conteúdos abordados: - Mudança de estados Físicos - Solidificação - Fusão - Vaporização - Liquefação e sublimação 6. Tempo estimado: 1 aula Material Necessário Lousa, giz colorido Folhas para anotação 7. Texto de apoio: A água está em quase toda parte: nas nuvens, nos oceanos, nos icebergs, nos rios, nos lagos, nos lençóis subterrâneos, no ar, nos seres vivos. Ela é encontrada na Natureza em três estados físicos: líquido, sólido, gasoso. A água líquida está nos oceanos, nos rios, nos lagos, nas represas, fontes, numa torneira aberta, no corpo dos seres vivos. A água sólida pode ser encontrada na neve, no granizo, nos icebergs, nas geleiras e em algumas nuvens. No estado gasoso (vapor de água) a água é invisível e mistura-se à atmosfera. A água pode mudar de um estado físico para o outro. As moléculas que constituem a água são formadas por um átomo de oxigênio (O) e dois átomos de hidrogênio (H). O estado físico da água depende da organização de suas moléculas A água pode mudar de estado físico como, por exemplo, ir do estado sólido para o líquido. Um exemplo disso é quando deixamos o gelo (estado sólido da água) fora da geladeira e ele derrete virando líquido. 39
  • 40. Existem nomes que representam cada uma destas mudanças de estados físicos, vejamos abaixo quais são: Para que aconteçam a fusão e a vaporização é necessário fornecer energia – aquecer – a água. Para que aconteçam a solidificação (mudança de estado liquido para o estado sólido – resfria-se a água), A água se solidifica a temperatura de 0ºC quando a pressão atmosférica é igual ao nível do mar. Em geral, o volume do líquido diminui quando eles são congelados. Com a água é diferente, ao se congelar seu volume costuma aumentar, isso pode trazer transtornos, pois em regiões muito frias um cano pode estourar quando a água em seu interior congela e aumenta de volume. A liquefação (do estado gasoso para o liquido) é preciso retirar energia – o calor – da água. A vaporação da água no seu ciclo natural ocorre à temperatura ambiente e é lenta. A água ferve, do liquido para o gasoso, de forma muito mais rápida, por que ocorre a ebulição. O ponto de ebulição da água depende também do nível de pressão do ambiente. Ebulição e vaporação são, na realidade, tipos de vaporização. A água de um recipiente é colocado sobre a chama de fogo e logo ferve, forma bolhas e transforma-se em vapor. Esse é um exemplo de evaporação por ebulição. Ao nível do mar a água entra em ebulição quando sua temperatura chega a 100 ºC. Depois de alguns minutos de ebulição microorganismos e ovos de vermes que possam estar contidos na água morrem. É por isso que não havendo filtro em casa, só devemos beber água que tenha sido fervida e guardado em recipiente limpo e fechado. 40
  • 41. Procedimentos: 1º Momento: Diálogos e provocações com a turma. Como a temperatura influencia no estado físico da água? A água que bebemos, como pode se congelar Por que não podemos ver o vapor de água do varal de secar roupas? E por que vemos o vapor da chaleira fervendo? 2º MOMENTO, Explicação através de desenhos e esquemas no quadro: 1.. desenho das moléculas juntinhas. (sólido) 2.. desenho das moléculas vibrando pouco (liquido) 3.. desenho das moléculas vibrando livremente (estado gasoso) Desenho da mudança dos estados físicos. 3º momento leitura do livro e exercícios do livro. EXERCÍCIOS Complete as lacunas conforme o que aprendeu em aula: Os estados físicos da água A água pode ser encontrada em estados físicos A pode mudar de estado físico como, por exemplo, ir do estado sólido para o líquido. Um exemplo disso é quando deixamos o gelo (estado sólido da água) fora da geladeira e ele derrete virando . A passagem do estado sólido para o líquido chama-se . é passagem do estado líquido para o sólido. Liquefação ou é passagem do estado gasoso para o 41
  • 42. A evaporação da água no seu ciclo natural ocorre à temperatura ambiente e é lenta. A água ferve, e passa do estado liquido para o , de forma muito mais , por que ocorre a ebulição. O ponto de ebulição da água depende também do nível de pressão do ambiente. Ebulição e vaporação são, na realidade, tipos de vaporização. Curiosidade: Iceberg ou Icebergue (do inglês ice= "gelo" + sueco e alemão berg= "montanha") é um enorme bloco ou massa de gelo que se desprende das geleiras existentes nas calotas polares, originárias da era glacial, há mais de cinco mil anos. Icebergs são constituídos primordialmente de água doce, conquanto não puramente, dado que podem trazer em seu interior outros corpos (animais, fósseis ou não). Não se devem confundir com banquisas (plataformas de água do mar congelada no inverno), que raramente resistem ao verão. De cada iceberg, apenas cerca de 10% da sua massa (ou volume, dado que a massa específica da água, mesmo no estado sólido, é significantemente próxima de 1 g.cm−3) emerge à superfície. A rigor, a massa específica do gelo em condições polares vale 0,917 g.cm−3, e permanece essencialmente constante durante toda a "vida" útil do bloco como tal, embora lenta, mas progressivamente crescente com o decurso do tempo e o contato com o meio por onde flutua. Os demais cerca de 90% permanecem submersos, donde o enorme perigo que conferem especialmente à navegação. Em se tratando de dimensões lineares, notadamente a altura, tem-se que, em média, cerca de 1/7 do iceberg aflora, emerso, à superfície, enquanto os demais 6/7 constituem a porção oculta, o lastro submerso da massa polar flutuante. A flutuação do iceberg decorre do fato físico de apresentar o gelo polar (de água doce) massa específica (ou densidade absoluta) de cerca de 0,917 g.cm−3, enquanto a água do mar, por ser solução salina, apresenta massa específica necessariamente maior do que 1 g.cm−3 (em média, 1,025 g.cm−3). Assim, pelo Princípio de Arquimedes, o iceberg necessariamente flutua na água do mar. As dimensões lineares (alturas) e as massas e os volumes emerso e imerso (submerso) calculam-se pelas leis hidrostáticas. Desse fato concreto da natureza decorre o dito popular (conotativo) de que "isto ou aquilo é apenas a ponta do iceberg", para se referir algo (empreendimento, problema, concreto ou abstrato, ou situação) que aparenta ser de simples enfrentamento ou solução, quando, na verdade, é de complexidade ou envergadura consideravelmente maior, a inspirar, pois, por cuidados maiores que os apenas evidentes. 42
  • 43. Distribuição de água no Planeta 1. Objetivos: - Entender a distribuição da água no planeta. - Compreender nosso papel de preservar água. - Educação Ambiental para esse recurso natural essencial para vida. - Expressar-se oralmente frente aos colegas 2. Conteúdos abordados: - Universa água. - % Água Salgada, % Água doce - Relação seres humanos x Consumo de água. 3. Tempo estimado: 2 aula Material Necessário Lousa, giz colorido Folhas para anotação 4. Texto de apoio: Água no universo Grande parte da água do universo pode ser um subproduto de formação estelar. O nascimento das estrelas é acompanhado por um forte vento de gás e poeira. Quando esse fluxo de material impacta o gás circundante, as ondas de choque que são criadas comprimem e aquecem o gás, produzindo água. A água tem sido detectada em nebulosas na nossa galáxia, a Via Láctea. Provavelmente existe água em abundância em outras galáxias porque os seus elementos, hidrogênio e oxigênio, estão entre os mais abundantes no universo. Por vezes, nuvens interestelares condensam em nébulas solares e sistema solares como o nosso. 43
  • 44. Distribuição de água na Terra. A água cobre 71% da superfície da Terra, os oceanos contêm 97,2% da água da Terra. A camada de gelo da Antártida, que contém 90% de toda água doce da Terra, é visível na parte inferior. A água condensada na atmosfera pode ser observada como nuvens. A hidrologia é o estudo do movimento, distribuição e qualidade da água em toda a Terra. O estudo da distribuição de água é a hidrografia. O estudo da distribuição e circulação de águas subterrâneas é hidrogeologia, das geleiras é glaciologia, das águas interiores é limnologia e da distribuição dos oceanos é a oceanografia. O coletivo de massa de água encontrado sobre e abaixo da superfície de um planeta é chamado de hidrosfera. A água subterrânea e doce são úteis ou potencialmente úteis para os seres humanos como recursos hídricos. A água líquida é encontrada em corpos de água, como oceanos, mares, lagos, rios, riachos, canais, lagoas ou poças. A maioria da água na Terra é do mar. A água também está presente na atmosfera no estado sólido, líquido e gasoso. Também existem águas subterrâneas nos aquíferos. A água é importante em muitos processos geológicos. As águas subterrâneas são onipresentes nas rochas e a pressão da água subterrânea afeta os padrões de falhas geológicas. A água, tanto no estado líquido, como, em menor escala, no estado sólido (gelo), é também responsável pelo transporte de uma grande quantidade de sedimentos que ocorre na superfície da terra. A deposição de sedimentos transportados formam 44
  • 45. muitos tipos de rochas sedimentares, que compõem o registro geológico da história da Terra. Todas as formas conhecidas de vida precisam de água. Os humanos consomem "água de beber" (água potável, ou seja, água compatível com as características de nosso corpo).No corpo humano a água é o principal constituinte (entre 70% a 75%) e sua quantidade depende de vários fatores estabelecidos durante a vida do indivíduo, entre eles a idade, o sexo, a massa muscular, o aumento ou perda de peso, o tecido adiposo, e até mesmo a gravidez ou lactação. A água é um componente essencial para o bom funcionamento geral do organismo, ajudando em algumas funções vitais, tais como o controle de temperatura do corpo, por exemplo. A água é considerada como purificadora na maioria das religiões, incluindo o Hinduísmo, Cristianismo, Judaísmo. O exemplo do batismo nas igrejas cristãs é praticado com água, simbolizando o nascimento de um novo ser, purificado com remissão dos pecados. Verifica-se que, nas mitologias politeístas, os deuses vinculados à água — Yemanjá e Poseidon (Netuno), para citar alguns exemplos —, em regra, possuem mais seguidores, gozam de maior prestígio ou ocupam graduação mais elevada em relação às demais divindades representantes de outros fenômenos naturais. 45
  • 46. 46
  • 47. A poluição da água prejudica o seu uso, podendo atingir o homem de forma direta, pois ela é usada por este para ser bebida, higiene pessoal, lavagem de roupas e utensílios e, principalmente, para sua alimentação e dos animais domésticos. Além disso, abastece nossas cidades, sendo também utilizada nas indústrias e na irrigação agrícola. Por isso, a água deve ter aspecto limpo, pureza de gosto e estar isenta de micro-organismos patogênicos, o que é conseguido através do seu tratamento, desde da recolha nos rios até à chegada nas residências urbanas ou rurais. A água é considerada de boa qualidade quando apresenta menos de mil coliformes fecais e menos de dez micro-organismos patogênicos por litro (como aqueles causadores de verminoses, cólera, esquistossomose, febre tifoide, hepatite, leptospirose, poliomielite). Portanto, para a água se manter nessas condições, deve evitar-se sua contaminação por resíduos, sejam eles agrícolas (de natureza química ou orgânica), esgotos, resíduos industriais ou sedimentos provenientes da erosão. Sobre a contaminação agrícola há a considerar os resíduos do uso de agrotóxicos (comum na agropecuária), que provêm de uma prática muitas vezes desnecessária ou intensiva nos campos, que envia grandes quantidades de substâncias tóxicas para os rios através das chuvas, o mesmo ocorrendo com a eliminação do esterco de animais criados em pastagens. No primeiro caso, há o uso de adubos, muitas vezes exagerado, que acabam por ser carregados pelas chuvas aos rios, acarretando o aumento de nutrientes nestes pontos; isso propicia a ocorrência de uma explosão de bactérias decompositoras que consomem oxigênio, contribuindo para diminuir a concentração do mesmo na água, produzindo sulfeto de hidrogênio, um gás de cheiro muito forte que é tóxico quando a concetração é elevada. Isso também afeta as formas superiores de vida animal e vegetal, que utilizam o oxigênio na respiração, além das bactérias aeróbicas, que são impedidas de decompor a matéria orgânica sem deixar odores nocivos através do consumo de oxigênio. Os resíduos gerados pelas indústrias, cidades e atividades agrícolas podem ser sólidos ou líquidos, tendo um potencial de poluição muito grande. As impurezas geradas pelas cidades, como resíduos, entulhos e produtos tóxicos são carregados para os rios com a ajuda das chuvas. Os resíduos líquidos podem carregar poluentes orgânicos que, em pequena quantidade, são mais fáceis de ser controlados do que os inorgânicos. As indústrias produzem grande quantidade de resíduos em seus processos, sendo uma parte retida pelas instalações de tratamento da própria indústria, que retêm tanto resíduos sólidos quanto líquidos, e a outra parte despejada no ambiente. No processo de tratamento dos resíduos também é produzido 47
  • 48. outro resíduo chamado chorume, um líquido que requer segundo tratamento e controle. As cidades podem ser ainda poluídas pelas enxurradas, pelo resíduos e pelo esgoto. A poluição das águas pode aparecer de vários modos, incluindo a poluição térmica (descarga de efluentes as altas temperaturas), poluição física (descarga de material em suspensão), poluição biológica (descarga de bactérias patogênicas e vírus), e poluição química, que pode ocorrer por deficiência de oxigênio, toxidez e também eutrofização. A eutrofização é causada por alguns processos de decomposição que fazem aumentar o conteúdo de nutrientes, aumentando a produtividade biológica, permitindo proliferações periódicas de algas, que tornam a água turva e com isso podem causar deficiência de oxigênio pelo seu apodrecimento, aumentando sua toxicidade para os organismos que nela vivem (como os peixes, que aparecem mortos junto a espumas tóxicas). A poluição de águas nos países ricos é resultado da forma como a sociedade consumista está organizada para produzir e desfrutar de sua riqueza, progresso material e bem-estar. Já nos países pobres, a poluição é resultado da pobreza e da ausência de educação de seus habitantes, que, assim, não têm base para exigir os seus direitos de cidadãos, o que só tende a prejudicá-los, pois esta omissão na reivindicação de seus direitos leva à impunidade às indústrias, que poluem cada vez mais, e aos governantes, que também se aproveitam da ausência da educação do povo e, em geral, fecham os olhos para a questão, como se tal poluição não atingisse também a eles. A Educação Ambiental vem justamente resgatar a cidadania para que o povo tome consciência da necessidade da preservação do meio ambiente, que influi diretamente na manutenção da sua qualidade de vida. Quanto maior é a qualidade da água de um rio, ou seja, quanto mais esforços forem feitos no sentido de que ela seja preservada (tendo como instrumento principal de conscientização da população a Educação Ambiental), melhor e mais barato será o tratamento desta e, com isso, a população só terá a ganhar. Novas técnicas vem sendo desenvolvidas para permitir a reutilização da água no abastecimento público. Em muitos casos os contaminantes podem estar presentes mesmo em águas minerais engarrafadas — as fontes de água mineral podem encontrar- se em regiões sujeitas à presença de poluentes que se infiltram no lençol 48
  • 49. freático e, mesmo após a filtração das rochas, podem ainda estar presentes no ponto de coleta. Entre os contaminantes, podem ser encontradas bactérias, protozoárioss e fungos patogênicos, toxinas produzidas por algas ou por decomposição de animais ou resíduos (chorume) como os nitratos. Além disso, toda a espécie de compostos químicos que são agressivos à vida, decorrentes de despejos industriais, podem ocorrer, tais como fenóis, compostos clorados utilizado na indústria papeleira, hidrocarbonetos presentes em solventes e tintas e muitos outros. Enfim também podem ser encontrados Metais pesados dissolvidos na água, formando íons como crômio(VI), que são altamente cancerígenos e compostos de chumbo e de mercúrio, que podem provocar diversos tipos de doenças. Procedimentos: 1º Momento: Diálogos e provocações com a turma. A água que há no planeta é ilimitada? Toda água podemos beber? Há uma grande festa que ocorre na praia do Cassino no mês de Fevereiro. Iemanjá. O que isso tem haver com o que estamos estudando? De que forma o homem pode contaminar esse recursos tão importante para nossa sobrevivência. 2º MOMENTO, Explicação através de desenhos e esquemas no quadro: 49
  • 50. 3º MOMENTO: Experimento distribuição de água no planeta: Material: - 9 potes de 1 litro - Caneta hidrocor - Colher de sopa e medidas de xícaras - Água O que fazer? Marcar 8 potes com as fontes de água do planeta (ver tabela) Encher o vidro restante com água, para demonstrar toda água do mundo Com a tabela, medir as quantidades respectivas de água e colocar em casa vidro de acordo com o rótulo (usar o conta-gotas para as medidas pequenas) Nessa etapa, o vidro que estava cheio deve estar vazio Discutir as quantidades em cada pote. Agora colocar todo a água não salina para o pote inicial (incluindo toda a água do subsolo, dos lagos não salinos, da umidade de solo, da atmosfera e dos rios). Aqui os alunos podem notar que este é apenas um pequeno percentual da água total do planeta. Tabela: Fonte Quantidade equivalente % do total Oceanos 4 xícaras 97 Calotas polares e geleiras 5 colheres de sopa 2,1 Subsolo 1,5 colheres de sopa 0,6 Lagos Salgados 2 gotas 0,1 Lagos não salgados 2 gotas 0,1 Umidade do solo 1 gota 0,05 Atmosfera 1/5 de uma gota 0,01 Rios 1/50 de uma gota 0,001 50
  • 51. TEXTO DE APOIO PARA OS EDUCANDOS: Se pudéssemos olhar a Terra de cima, veríamos uma grande esfera azul: é porque o mar toma conta de quase todo o planeta. Os oceanos compõem cerca de 70% da superfície da Terra, e os continentes ocupam o restante. Ou seja: quase 2/3 do planeta são cobertos de água. Mas a maior parte desse montão de água é imprópria para consumo. Do total, 97% é água do mar, muito salgada para beber e para ser usada em processos industriais; 1,75% está congelada na Antártica, na região do pólo Norte e em outras geleiras; 1,243% fica escondida no interior da Terra. Sobram apenas 0,007% de água boa para ser usada. O planeta Terra possui mais água do que qualquer outra substância em sua estrutura. A camada externa da Terra é dura e rochosa e tem até 60 quilômetros de espessura. Embaixo dos oceanos essa crosta não é tão grossa, e chega a 8 quilômetros. A água é também muito importante para a vida dos animais, pois eles dependem dela para a respiração, a digestão e a reprodução, e o mesmo acontece com o homem. Grande parte do corpo humano é feita de água, assim como em todos os outros seres vivos: é o elemento em maior quantidade nas células e no sangue dos animais e também na seiva das plantas. Sem água, o planeta seria uma imensidão sem vida! IMÁGEM DE APOIO: 51
  • 52. XI REFLEXÕES Observação dos dias 14 e 15 de abril. - 1ª aula Plano de aula pronto! Orientação com a Orientadora feita! Agora era a hora esperada, ir á Escola e materializar todas estes planejamentos que estavam no plano das idéias. Pela manhã liguei para a profª Sílvia para confirmar a minha presença. Disse a ela que estava tudo OK. À tarde lá estava eu, cheguei bem antes del@s em sala. Abri as janelas, arrumei meus matérias, dei uma mexida ali, acolá... A menina que abre as salas me avisou que o profº deveria ir até o portão para chamar os alunos, contudo quando fui buscá-los, eles já estavam nos corredores da Escola. Bom! - Boa tarde, galera! A resposta foi calorosa... Minha primeira ação foi no sentido de me apresentar. Disse quem eu era. De onde vinha. Da importância dos estudos para mim, e principalmente... o que eu estava fazendo ali. Falei um pouco sobre a universidade pública, também. Depois foi a vez del@s, escutei cada um, olhei no olho de cada um... alguns riam. Alguns mais tímidos. Outro sério, perguntei se gostavam de estudar ciências... notei que muitas respostas vieram no sentido de estudar o corpo humano... essa é um curiosidade dessa fase, né? Depois da conversa, iniciamos a aula. Comecei na lousa, o que eles entendiam sobre solos... o que constitui os solos? Eu sempre me surpreendo... pois como gosto de dizer... El@s voam, pois tem um potencial enorme, e as boas repostas sempre me surpreendem. Fiz alguns desenhos... me perguntaram se eu gostava de desenhar. Disse que sim. Fiz algum esquema. O primeiro momento correu tranqüilamente. Digo, muitas questões, conversas, diálogos, troca de idéias...Ali me firmei com a turma. No segundo momento a leitura do texto de apoio... Muitos queriam ler, alguns não. Terceiro momento. Observando com a lupa os diferentes solos. A turma ficou dividida em 5 grupos. Lupas nas mão. Todos queriam ver. Três amostra de solo... Uma com muita matéria orgânica. Outra com pouca. A última sem matéria orgânica. Tiveram cerca de 20min para observar. Tive que ensiná- l@s a usar a lupa. Nesse momento minha voz se elevou.... a turma estava agitada. Refletia a importância do planejamento para que tudo corra em um metodologia melhor. Pensei no método Ciêntífico. Pensei em Alfabetização Ciêntífica e nos textos que líamos nas aulas da Lavínia. Depois pergutei-@s se gostaram. A resposta foi afirmativa. Fui embora dormir com o kaike na rede. Agora (20h) atravesso o canal da Laguna dos Patos para ir para o pré-enem em São José do Norte. Mais trabalho lá. Muita água debaixo dessa lancha. Algumas luzes.. umidade no ar, acho que vai dar chuva. Cabelos ao vento. Liberdade também é estado de espírito. Me sinto bem ―Ninguém pode educar alguém. Alguém pode educar a si mesmo A verdadeira educação é intransitiva, ou reflexiva, subjetiva. Nem o próprio Cristo consegui alo-educar seus discípulos. O que o Mestre fez, foi mostrar o Caminho‖ (O PROBLEMA PARADOXAL NA EDUCAÇÃO) 52
  • 53. Dias 5 e 06 de maio. - Recursos naturais não renováveis Pensar e aplicar uma aula de recursos naturais renováveis foi muito interessante. Realmente demandou de pesquisa da minha parte. Principalmente de planejamento prévio, diálogos e provocações com a orientadora do estágio. Os planejamentos das aulas estão me tomando um tempo elevado, tento fazer o melhor possível para que tenha significado para a turma. Ao mesmo tempo busco fazer um exercício de imaginar-me no lugar deles e pensar que tipo de aula eu acharia mais interessante. Quinta feira foi a primeira observação. A profª Paula presente em sala, é um desafio para qualquer acadêmico. Mesmo que pensemos que seremos naturais ou que imaginemos que faremos tudo conforme foi planejado. Entretanto me senti a vontade, e creio que a aula fluiu naturalmente, e até melhor do que tinha em mente. Iniciamos as aulas com um pequeno flashback dos conteúdos estudados nas semanas interiores. No 1º momento colocamos os três recursos naturais não renováveis mais utilizados atualmente na lousa. Começamos a estudar suas origens, suas aplicações na indústria. Falamos no contexto mundial de utilização destes e como tem sido utilizado na tecnologia atual. Carvão mineral, gás natural e petróleo. Acredito que muitas pessoas da turma não sabiam que a garrafa pet é um derivado do petróleo. Falamos do derramamento de petróleo no golfo do México e a orientadora participou dos diálogos provocando as reflexões da turma. Num 2º momento fizemos a leitura do texto. Destaco esta parte como uma das mais importantes em minhas atividades quanto educador, pois se os educando não lêem nas suas casas, é no colégio que eles devem ser familiarizados com a leitura. Aprendi este método com a profª Sílvia. Já na sexta-feira não consegui aplicar o início do próximo conteúdo, tendo em vista que era fechamento de notas e restavam ainda trabalhos a serem entregues. Participei da avalição de cada um da classe. Dialogamos sobre os trabalhos que foram entregues e notas qualitativas. Dois educandos iriam ficar em exame, contudo a profº Sílvia solicitou que els fizessem um trabalho em sala. Então decidi não avançar no conteúdo devido estes ajustes de final de bimestre. Propus a turma que em uma folha, colocassem seus nomes e fizessem um pequeno texto de sua avaliação das aulas de ciências, o que desejavam estudar nas próximas aulas e fizessem uma auto avaliação de sua própria nota do bimestre: O resultado foi fantástico. (busquei expressá-los em gráficos), com base nos textos que eles próprios escreveram. EM ANEXO. Finalmente concluímos os estudos de solos. Creio ter cumprido com a proposta de mostrar para a turma que a fertilidade dos solos é fundamental para o desenvolvimento da humanidade. Tentei mostrar para turma que um solo fértil é aquele que sustenta a diversidade da vida. E que nós podemos estar colaborando com o esgotamento dessa fertilidade. 53
  • 54. o que mais gostamos de estudar nas aulas de ciências aula prática solos recursos naturais composteira filmes 14% 14% 43% 29% o que desejamos estudar estudar o mundo corpo humano animais e florestas pesquisas agua 10% 10% 10% 20% 50% Auto avaliação conversa em sala atenção leitura positivamente 17% 33% 17% 33% 54
  • 55. Dias 12 e 13 de maio. - planeta água Pensar em água é pensar na vida... Falar sobre água em nossas aulas de ciências ao mesmo tempo é falar sobre um futuro próximo e incerto para esse recurso finito. Esse recurso natural que iniciamos os estudos e minhas próximas reflexões com a 6ºB da Escola Porto Seguro, é a substância essencial que constitui todos os organismo biológico. Planejar esta aula sobre água foi difícil pra mim. Não queria simplesmente reproduzir aquela frase que estamos acostumados a escutar: “água límpida, inodora e incolor”. Entretanto, para sair desse paradigma e dessas idéias já enraizadas nos espaços educacionais, nas escolas, nos cursos, ir para um estudo contextualizado e que mantenha a atenção dos pequenos nas explicações e que desperte a curiosidade é o meu maior desafio. O meu medo a cair nas armadilhas do comodismo e de me conformar com o formato que está aí. No dia 12, iniciamos refletindo a importância da água. Percebi que muitos del@s têm a consciência da sua importância no dia-dia das pessoas. Relataram: “água para beber” “água para escovar os dentes e tomar banho”. “Água é importante para cozinhar e fazer sucos.” Então trouxe a questão que havíamos conversado sobre as garrafinhas de H2Oh! Por que este nome? As respostas foram: - Por que é água professor!” Momento este que linkamos a fórmula química, a molécula da água. Percebi também dificuldades na questão de entender átomos e elementos a níveis químicos. Falei pouco sobre e não quis adentrar mais. Percebo também que devemos medir as coisas para uma 5ª série. Tem coisas que eles não estudaram ainda. Posteriormente fizemos a leitura do material impresso. Fiz a chamada por nomes para eles fazerem as leituras. Alguns ainda apresentam resistência em ler. Acabo dizendo a El@s: “pessoal, aqui todos estamos apreendendo, inclusive eu!” Este momento da leitura continua a pensar ser fundamental. Estavam bem agitados neste dia. Em determinado momento perdi a concentração de forma a dizer que a molécula é formada de 2 oxigênio e 1 hidrogênio. Humildemente relato isso, mas realmente a turma neste dia, me fez eu dizer este absurdo, pois havia conversas paralelas por todos os lados. Deixei para casa que eles fizessem um desenho de como a água está inserida em nossos cotidianos. Trouxeram trabalhos maravilhosos! Fazendo o link com fotossíntese e raiz das árvores. Link com a pesca também. No nosso próximo encontro iniciei com a história do primeiro astronauta que olhou para o Planeta, visualizando toda aquela imensidão azul. Por que não Planeta água? 55
  • 56. Não ficamos em sala. Fomos ao laboratório, pois desejava passar o vídeo sobre a gotinha. A turma gostou muito. Uma música legal + desenho animado = acho que acertei nesta aula! A partir do vídeo falamos nos estados físicos, pois a gotinha passa pelos três estados tão bem mostradas naquela animação. Solicitei que fizessem ali mesmo um pequeno relato sobre o vídeo. Ainda não corrigi. Todos entregaram. Tenho avaliado a turma pelos trabalhos feitos em sala. Todas as aulas realizamos exercícios e trabalhos. A maioria entrega. A avaliação é permanente. Quando há tempo vejo os cadernos também. Coloco um visto. Estou conectado a El@s. Estados físicos da água e Ciclo da água ―- Professor! As nuvens são de algodão?‖ Depois do contratempo da quinta-feira, tivemos que fazer algumas alterações no plano. Pois a experiência das mudanças dos estados físicos iriam passar para a segunda feira. Na sexta ao chegar em sala percebi que todos não estavam em seus lugares como costumava ver. Percebi que a mudança foi meio radical, pois até os alunos educados não estavam sentados nos lugares de costume, ou seja... devido a conversa trocaram ―as duplinhas‖ de seus lócus! Sexta a aula ocorreu de forma expositiva e explicativa. Conversamos sobre os estados físicos e a organização das moléculas. Busquei mostrar para el@s que no estado sólido a força de ligação entre as moléculas de água é intensa, e as moléculas vibram pouco. Por isso a dureza o cubinho de gelo. Já no estado líquido a força de ligação entre as moléculas é mais fraca que no estado sólido e as moléculas vibram e deslizam uma sobre as outras, por isso entendemos a fluidez da água. Entretanto no estado gasoso a força de ligação entre as moléculas de água é muito reduzida, as moléculas movem-se livre e desordenadamente. Terminamos como a leitura do livro. Percebo que mesmo com as dificuldades, alguns que não faziam a leitura antes, agora já estão perdendo o medo e lendo para os colegas. Eles entregaram-me um trabalho que solicitei: um desenho representando o quanto a água é fundamental para nossa vida; No mesmo dia fiz um comentário no trabalhinho deles. Procuro sempre comentar e colocar um visto e um comentário na folhinha de cada um. É um dos poucos momentos que posso escrever e me comunicar com aquel@ em específico. Na segunda feira cheguei bem antes da aula. Precisei de um pouco de tempo para organizar o experimento e ir para sala de informática ligar os PCs do Projeto Escuna, e colocar no site (ciclo da água). Às 16h fui na turma e combinei previamente com todos atenção para aquela aula pois trabalharíamos com água quente e fogo da lamparina. Eles responderam positivamente. Fomos ao laboratório. Arrumei uma mesa central onde estava o experimento montado ao redor dispus bancos para que todos sentassem. Creio ter conseguido os objetivos, a turma se manteve em silêncio, atentos e questionadores o tempo todo. Discutimos as principais mudanças de estado físico, também ponto de fusão e ebulição e suas respectivas temperaturas. Muitos queriam tocar na placa-de-petri para ver a temperatura. Relacionamos algumas coisas com o ciclo, por ex.: a placa com gelo (frente fria chegando) cobrindo o recipiente e ocasionando a condensação, a chuva. Vinícius percebeu que dentro do recipiente o vapor fazia um circulo, ele achou fantástico. 56
  • 57. As merendeiras pediram que na próxima experiência convide elas para observar. Elas forneceram o gelo e a água quente. No laboratório dispus um computador por dupla: expliquei previamente o objetivo da aula e o trabalhinho no final. Visualizamos o ciclo completo da água, de modo interativo e animado. As duplas trabalharam bastante. Muitas coisas que não havia falado em sala foram explicadas pelo programa. Realmente a informática vem a colaborar com a educação nesse sentido. E tenho que salientar que este programa é realmente ótimo para se estudar... bem interativo e dinâmico. Acredito que eles gostaram. Depois do laboratório retornamos a sala e perguntei quantas vezes el@s foram no laboratório de informática este ano. A resposta foi: Esta é a 1ª vez professor! 57
  • 58. Distribuição da água ―- Experimento dos potes representativos‖ Segunda-feira estudamos a distribuição da água no planeta. Quando cheguei na escola a coordenadora da manhã veio avisar-me que a supervisora já estava a minha espera. As professoras e d+ trabalhadores da escola têm me tratado muito bem e com um carinho especial, estou feliz em estar fazendo meu estágio na Escola. Quando fui escolher o local, que foi uma orientação do meu colega Paulo, o que atraiu minha atenção naquela escola foi justamente o nome: Porto Seguro! Logo pensei:‖é aqui.‖ _____________________________________________________________ Iniciamos a aula com as classes dispostas em ―U‖. Notei que ficou mais dinâmico o dialogo com esse formato de disposição das cadeiras em sala. Começamos com a reflexão da distribuição da água no universo. Foi difícil iniciarmos a aula, pois a turma estava realmente agitada. Na medida do possível fui escrevendo alguns tópicos na lousa, solicitei que escrevessem no caderno pois foi uma forma que encontrei para que el@s ficassem em silêncio. No primeiro momento fizemos uma rodada de reflexão e questionamentos, onde procurei fazer os educandos pensarem a qualidade da água no planeta, assim como sua distribuição nos seus 3 estados físicos. Busquei trazer um link com o ciclo da água, no sentido de que se estamos poluindo um rio, também estamos poluindo a atmosfera e os oceanos. Minha intenção foi fazê-l@s compreender o nosso papel de preservar água. Isso posteriormente veio nos relatos dos trabalhinhos que me entregaram ao final da aula. 58
  • 59. Percebo que ficou claro essas idéias em nossa aula prática, através do experimento dos potes que representavam locais onde encontramos água: oceano, calotas polares, subsolos, lagos, atmosfera, rios. ―- Mas é só uma gotinha professor?‖ sim, essa é a proporção que representa a água doce!‖ Depois colocamos um pinguinho de corante em cada pote representando a poluição, então podemos perceber que poluindo um local estaremos afetando o ciclo todo. Acredito que esta prática é muito interessante para percebemos a relação entre o homem e seus efeitos nocivos. Pretendo multiplicar esta prática diversas vezes em ocasiões diversas. Tenho notado que os últimos períodos da tarde é mais difícil de desenvolvermos a prática educativa, tendo em vista que os educand@s estão mais agitados e ―cansados‖... A Profª Suzana fez sua observação, me senti muito tranqüilo, e participou das atividades com a turma. Estou contente por estar concluindo meu Estágio III, ainda resta alguns dias... Estou planejando algo para o último dia. 16 e 17 de junho. - Revisão e exercícios. Na quinta feira percebi que tinha um aluno novo em sala. Primeiramente apresentei-me a ele e boas vindas. Nesse dia fizemos a revisão dos conteúdos em duplas, assim ele já se enturmou com um coleguinha e levou o caderno para casa. Coloquei os tópicos no quadro para que soubessem quais as matérias que deverão ser estudadas para a nossa avaliação neste bimestre. Depois discutimos os pontos da nota qualitativa. 59
  • 60. Iniciamos a aula dialogando os conteúdos que estudamos neste 2º bim. A molécula da água, importância, conservação e uso do recurso natural. Fizemos um pequeno esquema dos estados físicos e as mudanças. Terminamos o primeiro período estudando o ciclo da água. Fizemos a reflexão das aulas práticas e aquele experimento com os potes que representavam a quantidade de água no Planeta Terra. No final dediquei a minha fala em parabenizar a equipe que participou da Gincana. De um total de 26 alun@s, participaram da gincana apenas 15 ou 16. Falei da importância de trabalharmos em equipe e termos um propósito em comum. Iniciei esta aula com a seguinte frase mo quadro: ―Um sonho que se sonha só, é só um sonho que se sonha só, mas sonho que se sonha junto é realidade‖ - Raul Seixas. Na Sexta Feira entreguei as folhinhas de exercícios, no inicio el@s questionaram-me a quantidade de folhas. “ - quatro folhas (sor!)... será assim na prova! Tranqüilizei a turma, disse para não pensar na avaliação, e sim fazer aqueles exercícios com atenção que era a nossa meta naquele momento. Sentamos em círculos, solicitei que a turma colocasse as classes em círculos, como essa aula é na sexta feira, nos dois últimos períodos, el@s já estão cansados e suados da brincadeira recreio, então é importante fazer um método mais dinâmico e interativo para centrar um pouco da atenção que resta d@s alun@s. Na correção dos exercícios percerbi e venho constantemente notando que o grande problema dos alunos é a leitura e compreensão dos textos e enunciados. Muit@s apresentam uma certa preguiça de fazer as leitura e desmotivação para fazer o encadeamento dos pensamentos e formular um raciocínio lógico. Percebo que a leitura é a grande demanda da educação atual, não adiantará grandes avanços e políticas progressistas se não afinarmos a leitura desses jovens e adultos que educamos. 60
  • 61. 9 e 10 de junho. - 4ª Gincana ECOLÓGICA DA ESCOLA. Sabe... me senti lisonjeado, pois a turma escolheu-me como professor responsável na Gincana da Escola. A equipe denominou-se de PLANETA SUSTENTÁVEL, e reconheci um pouco do trabalho que realizamos com @s pequen@s. Neste momento notei que ao mesmo tempo el@s são grandes, como eu pouco imaginava. Quinta feira cheguei em sala e estavam ansiosos aguardando-me para mostrar os instrumentos feitos de recicláveis. “ – Quanta criatividade, querida leitora!” Me surpreendo com o potencial del@s, e isso realmente me fascina. Depois veio o momento de ensaiarmos a música. Composição própria de uma educanda Maria Izabel. A música falava de qualidade de água. Falava de poluição. A música falava do Chico Mendes. Lembro que certo dia dialoguei com a turma sobre aquele acontecimento dramático que aconteceu há poucos dias com o casal que foi assassinado recentemente (O casal José Cláudio Ribeiro e Maria do Espírito Santo) , por estarem denunciando o corte de castanheiras ilegal no Pará. Neste dia comentei sobre a história de Chico Mendes contextualizando a importância de estudarmos o Meio Ambiente e conservação dos recursos naturais... e percebo agora que isso foi muito importante para a turma. (fotos registrada por José e Maria – PA, fonte: terramagazine) 61
  • 62. No dia da Gincana, vi o quanto é bonito o trabalho do coletivo todo. A integração do grupo. Todos com o propósito de ter um bom resultada. Destaco aqui o excelente trabalho da profª Sílvia, pois organizou a 4ª gincana com outras profªs. Quanto isso é importante! Me vejo em um futuro próximo também organizando esse mesmo tipo de evento nas escolas que for trabalhar. Percebo que nestes momento a troca entre os alunos e o profº é mais efetiva, sem os horários e os conteúdos a serem cumpridos. Essa forma de pensar o ensino mais dinâmico com jogos, brincadeiras, música.. é por aí que deveremos caminhar no futuro querid@s leitor@s, já estamos cansados de permanecer calados e sentados nestas classes desconfortáveis. As coisas estão acontecendo, o tempo está passando, as castanheiras do Pará estão caindo... E pessoas que amam e tem seus corações e ações na Natureza acabam sendo queimadas com próprio carvão que é feito da árvore milenar cuja centelha do fogo é a hipocrisia e ignorância deste homem capitalista pós moderno globalizado irracional! Nesta altura da madrugada só me resta o desabafo e minha consciência verde, pois emanei o melhor possível de mim para 6B da Escola Porto Seguro. Foram planos de aula bem planejados, discutidos e dialogados com uma pessoa muito rica e especial que também tive a oportunidade de vivenciar e fazermos algumas trocas. XII CONTEÚDOS: XII a. CONCEITUAIS: Características de alguns componentes do solo. Camadas do solo e Rocha matriz. Adubação Orgânica Adubação Verde Adubação Inorgânica Irrigação, drenagem e acidez. EROSÕES no solo. Tipos de erosões: Erosão pela água, Erosão pelo vento. Praticam agrícolas ecológicas e amigas da terra. Recursos RENOVÁVEIS E NÃO RENOVÁVEIS. Produtos Renováveis e Não Renováveis. Reciclagem para desenvolvimento sustentável. Combustíveis fósseis. Consumo consciente de combustíveis fósseis. 62
  • 63. Significado da palavra petróleo. Formação do petróleo. Gás natural. Carvão mineral O que é água. As importâncias da água. Como e por que preservar a água. Ciclo da água na natureza. Precipitação da chuva. Infiltração. Quantidade de água no planeta. Definir água doce e salgada. Quantidade de água Doce. O planeta azul. Águas subterrâneas e calotas polares Universo e água. Relação seres humanos x Consumo de água. XII b. ATITUDINAIS: • Expressar-se oralmente frente aos colegas; • Respeito pelos colegas; • Capacidade de realizar atividades em grupo; • Entrega dos trabalhos nas datas marcadas. XII c. PROCEDIMENTAIS: • Desenvolver trabalho de leitura e escrita; • Realização de exercícios escritos; • Realização de trabalhos em grupo; • Questionamentos que dirijam o aluno a uma reflexão do assunto em questão; • Realização de aulas com experimentos; • Apresentação de vídeos no multimídia; • Utilização de mapas e de banners; • Participação na Gincana Ecológica. 63
  • 64. XIII AUTO AVALIAÇÃO: Fizemos o possível para planejar e desenvolver aulas de qualidade. Mesmo assim notei que alguns educandos carregam deficiências na leitura e compreensão de textos e/ou exercícios. Nesse sentido gostaria de ter mais tempo e atenção para meus educandos. É o mesmo problema que evidencio nos cursos pré universitários para adultos. Conseguimos desenvolver algumas aulas no laboratório de informática da escola, e percebi que isto foi uma conquista pois os educadores não costumam realizar aulas no laboratório de informática, e acabam não fazendo o movimento de inclusão digital nas escolas como é previsto nas políticas públicas. XIV CONSIDERAÇÕES FINAIS: Fiquei feliz em concluir o estágio na escola Porto Seguro e ter feito muit@s amig@s. Senti-me muito a vontade com a professora titular da disciplina para propor atividades, e neste sentido tenho muito a agrader a Silvinha. Gostaria que a turma 6B depois da vivência que compartilhamos levasse a sério os livros e os estudos. Notei que muit@s del@s tem um potencial fantástico. E acredito nisso. Na primeira vez que entrei em sala de aula para desenvolver uma atividade, na função de professor. Venho-me um sussurro no ouvido! - Você achou a fonte de juventude! Vamos em frente... 64
  • 65. XVI Referências: STEINBERG, Shirley ; KINCHELOE, Joe (Orgs.) Cultura infantil: a construção corporativa da infância. Rio de Janeiro: Ed. Civilização Brasileira, 2001. GADOTTI, M. Histórias das idéias pedagógicas. Ed. Ática, SP 2008. BRASIL – Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais – Meio ambiente e Saúde. Brasília, 1997. PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS: Introdução aos Parâmetros curriculares Nacionais/ Secretaria da Educação Fundamental – Brasília: MEC/SEF, 1997. 126p; PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS:. Parte III Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias. SOUSA SANTOS, BOAVENTURA (1987) – Um discurso sobre as Ciências; Edição Afrontamentos; Porto; 1988. BORBA, MARCELO C. e PENTEADO, Miriam Godoy - Informática e Educação Matemática - coleção tendências em Educação Matemática - Autêntica, Belo Horizonte - 2001 BLOCH, E. O princípio esperança . v.1 Rio de Janeiro: EdUERJ: Contraponto, 2005. EDGAR MORIN, Os sete saberes necessários a educação do Futuro. LÉVY, Pierre - A inteligência Coletiva - por uma antropologia do ciberespaço - Edições Loyola, São Paulo , 1998. FREIRE, P, Pedagogia da indignação; Editora Unesp, São Paulo, 2000. KRASILCHICK, Myriam. Prática Ensino em Biologia . São Paulo: Ed. USP. 2008. 65
  • 67. 67
  • 68. 68
  • 69. 69
  • 70. 70
  • 71. http://biosul.blogspot.com Neste blog busquei colocar algumas reflexões, exercícios e fotos da turma, As ferramentas da web estão a disposição dos futuros profissionais em educação. Vamos utilizá-las. 71