Seu ponto de vista muda tudo
Vivemos tempos líquidos
Os conceitos mudaram?
O que é felicidade pra você?
O que te fazia feliz quando criança?
O que te faz feliz hoje?
Calr Gustav Jung
Desenvolveu os conceitos de:
• Personalidade extrovertida;
• Personalidade introvertida;
• Arquétipos;
• Inconsciente coletivo.
A mente divida em 3 pontos
Consciente
Inconsciente
Pessoal
Inconsciente
Coletivo
A coisificação do homem e das
relações humanas
Autoconhecimento
É criar um tempo/ uma
prática para olhar para si
mesmo
A pessoa que não tem
autoconhecimento é
incapaz de produzir
empatia em suas relações
interpessoais.
Pelo que buscamos?
Qual a probabilidade encontrar o que
buscamos sem ter autoconhecimento?
Somos formados por
arquétipos
Que ajudam a compor
o nosso inconsciente
coletivo
O Centro de bem estar
Nós temos um “centro de bem estar”, que nos
sinaliza quando uma experiência é considerada
boa ou ruim
Muitas vezes somos
surdos a esse “centro
de bem estar”
porque não estamos
conectados com nós
mesmo.
Autoconhecimento significa conexão
Conecte-se
com você
mesmo!

Treinamento: Autoconhecimento (parte 2)

Notas do Editor

  • #3 Tempos Líquidos são tempos onde nós não temos mais certeza de nada. Nós estamos diretamente ligados a esse mundo, envolvidos nesse processo de se sentir, de alguma forma, inseguros e encantados pra infinidade de possibilidades que temos.
  • #5 Calr Gustav Jung era um psiquiatra e psicoterapeuta suíço, e fundou a psicologia analítica. Jung desenvolveu os conceitos de personalidade extrovertida e introvertida, arquétipo e inconsciente coletivo. A base para o que falaremos hoje está em suas teorias e explicações sobre os arquétipos e inconsciente coletivo.
  • #6 O inconsciente coletivo é uma “rede social interna”, que quando bem conectada, com seus arquétipos, se comunica com a “rede social interna” das outras pessoas. Ou seja, inconscientemente, quando estamos bem conectados com nós mesmos, temos mais facilidade de compreender as outras pessoas.
  • #7 Estamos acostumado a viver em uma sociedade consumista, e não de consumo. Estamos acostumados a olha só para fora de nós mesmos, como se “o que eu tenho ou deixo de ter” (material) fosse unicamente responsável por me fazer ou não feliz.
  • #8 Num mundo onde as pessoas não sabem o que as fazem realmente felizes, é necessário separar um tempo, criar o hábito, de olhar para si mesmo, se se investigar. Quando o ponto de partida (no caso o “eu”) é obscuro, ficamos impossibilitados de conseguir compreender o outro. Como se colocar no lugar de outra pessoa se não sei nem mesmo onde eu deveria estar? Relembra o significado do inconsciente coletivo, e a relação com os arquétipos e facilidade de compreender o outro.
  • #9 É necessário que as pessoas busquem conhecer-se cada vez mais, para compreender qual é realmente seu objetivo. Nós temos diversos “personagens” dentro de nós, que Calr Gustav Jung chama de “arquétipos”. Que são registros passados de geração para geração, relativos a experiências vividas pela humanidade e que compõe o nosso inconsciente coletivo. A medida que nos permitimos fazer “viagens internas”, e que nos permitimos olhar para dentro de nós mesmos começamos a questionar “quem sou de verdade?”, ou “o que eu quero verdadeiramente?”.
  • #10 Estudos mostram que temos um “centro de controle e bem estar” que também é de natureza arquetípica e que nos sinaliza se uma determinada experiência é considerada boa ou ruim, por meio de sensações. Por exemplos: As sensações que temos ao sentir um cheiro, quais lembranças isso nos trás, etc. A partir dessas sensações é esse centro de controle de bem estar que nos sinaliza se uma escolha será a certa ou a errada. Quando estamos desconectados de nós mesmos, não tendo o autoconhecimento, muitas vezes ficamos “surdos” para essas sensações.