SlideShare uma empresa Scribd logo
FACULDADE DE TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO 
SUPERIOR PROFISSIONAL 
TECNOLOGIA EM SEGURANÇA NO TRABALHO 
DISC.:PSICOLOGIA APLICADA 
PROFª.:FLÁVIA PAIXÃO 
PERSONALIDADE 
COMPONENTES: 
ADELANA FERNANDES 
ANA MARIA LIMA 
DANIELE ALVES 
ELISFRAN 
JEANE LIMA 
LETÍCIA COSTA
CONCEITO 
DE 
PERSONALIDADE
FORMAÇÃO E 
MEDIDAS DE 
PERSONALIDADE
PERSONALIDADE 
É o conjunto de características psicológicas que determinam os 
padrões de pensar, sentir e agir, ou seja, a individualidade pessoal 
e social de alguém . 
 A formação da personalidade é processo gradual, complexo e 
único a cada indivíduo. 
O termo é usado em linguagem comum com o sentido de 
"conjunto das características marcantes de uma pessoa", de forma 
que se pode dizer que uma pessoa "não tem personalidade"; esse 
uso no entanto leva em conta um conceito do senso comum e não 
o conceito científico aqui tratado.
PERSONALIDADE 
Encontrar uma exata definição para termo personalidade não é 
uma tarefa simples. 
O termo é usado na linguagem comum - isto é, como parte da 
psicologia do senso comum - com diferentes significados, e 
esses significados costumam influenciar as definições científicas 
do termo. 
Na literatura psicológica alemã persönlichkeit costuma ser 
usado de maneira ampla, incluindo temas como inteligência;
CARVER E SCHEIE 
"Personalidade é uma organização interna e dinâmica dos sistemas psicofísicos 
que criam os padrões de comportar-se, de pensar e de sentir característicos de 
uma pessoa" 
Esta definição de trabalho salienta que personalidade : 
 é uma organização e não uma aglomerado de partes soltas; 
 é dinâmica e não estática, imutável; 
 é um conceito psicológico, mas intimamente relacionado com o corpo e seus 
processos; 
 é uma força ativa que ajuda a determinar o relacionamento da pessoa com o mundo 
que a cerca; 
 mostra-se em padrões, isto é, através de características recorrentes e consistentes 
 expressa-se de diferentes maneiras - comportamento, pensamento e emoções.
ASENDORPF 
Personalidade são as particularidades pessoais duradouras, não patológicas e 
relevantes para o comportamento de um indivíduo em uma determinada população. 
Esta definição acrescenta àquela de Carver e Scheier alguns pontos importantes: 
 Os traços de personalidade são relativamente estáveis no tempo; 
 As diferenças interpessoais são variações frequentes e normais - o estudo das 
variações anormais é objeto da psicologia 
 A personalidade é influenciada culturalmente. As observações da psicologia da 
personalidade são assim ligadas apenas à população em que foram feitas; para uma 
generalização de tais observações para outras populações é necessária uma 
verificação empírica.
TEORIAS DA PERSONALIDADE
TEORIA PSICANALÍTICA 
DE FREUD
SIGSMUND SCHLOMO FREUD ( 6 DE 
MAIO DE 1856 — 23 DE SETEMBRO DE 1939) 
Acredita que os conflitos fazem parte do 
desenvolvimento humano. 
Conceito de inconsciente em uma teoria da 
sexualidade. 
Estruturou o aparelho psíquico como um 
iceberg, onde o submerso – inconsciente – não é 
voluntariamente controlado.
A consciência do ser humano é descrita por 
Freud em três níveis: 
abarca todos os fenômenos que 
em determinado momento 
podem ser percebidos de 
maneira conscientes pelo 
indivíduo; 
CONSCIENTE: 
O PRÉ- 
refere-se aos fenômenos que 
não estão conscientes em 
determinado momento, mas 
podem tornar-se, se o indivíduo 
desejar se ocupar com eles; 
; 
conteúdos que não são 
conscientes e somente sob 
circunstâncias muito especiais 
CONSCIENTE: 
diz respeito aos fenômenos e 
INCONSCIENTE: 
podem tornar-se.
 Os sonhos são vistos como expressão simbólica dos conteúdos inconscientes. 
 O aparelho psíquico, na teoria freudiana, é composto por três níveis estruturais 
que compõe a personalidade: 
ID EGO SUPEREGO 
é a fonte da energia 
psíquica (libido). O id é 
formado pelas pulsões - 
instintos, impulsos 
orgânicos e desejos 
inconscientes. 
desenvolve-se a partir do 
id com o objetivo de 
permitir que seus 
impulsos sejam 
eficientes, ou seja, o ego 
permite o id levando em 
conta o mundo 
É a parte moral da mente 
humana e representa os 
valores
 A teoria psicanalítica defende 
que o desenvolvimento 
psicossocial do indivíduo 
inicia desde os primeiros 
anos de vida, em fases ou 
estágios psico-sexuais 
definidas por regiões do 
corpo, nos quais surgem 
necessidades que exigem ser 
satisfeitas.
FASES OU ESTÁGIOS PSICO-SEXUAIS 
4. PERÍODO DE LATÊNCIA (até a puberdade) 
Trata-se de uma fase mais tranquila, onde as fantasias 
e os impulsos sexuais são reprimidos, tornando-se 
secundários, e o desenvolvimento cognitivo e a 
assimilação de valores e normas sociais se tornam a 
atividade principal da criança, continuando o 
desenvolvimento do ego e do superego. 
5. FASE GENITAL (durante a adolescência, 
estendendo-se até a vida adulta) 
Nessa última fase as pulsões sexuais, acompanhando 
a maturação biológica, despertam-se novamente e são 
dirigidas a uma pessoa do sexo oposto.
TEORIA CONSTITUCIONAL DE 
SHELDON
 Levava em consideração as camadas 
embrionárias, afirmando que em cada 
indivíduo há a predominância de uma 
delas: Ectodérmica, Mesodérmica, 
Endodérmica. 
 Viscerotônico - Em seus valores 
ocupam lugar os prazeres da mesa. Sua 
vida gira em torno da comida. É muito 
sociável, cerimonioso, guarda o 
formalismo das regras sociais. Dorme bem, 
se relaciona facilmente com os demais, 
aberto e expressivo. Apreciador do 
conforto, bom temperamento. Afetuoso.
 Tipo do Corpo (Endomórfo): Mole, 
arredondado, vísceras digestivas 
superdesenvolvidas. 
 Somatotônico - Gosta do poder. É 
agressivo, competitivo, dominante, 
corajoso, resistente e duro. Ama o 
conforto e a comodidade, sua fonte de 
prazer é a atividade e o triunfo. 
Afirmativo, ativo, direto. Tem um instinto 
sexual vigoroso e sem inibições, mas não 
o coloca em primeiro plano. Dorme 
pouco e durante o sono mudam 
frequentemente de postura.
 Tipo do Corpo (Mesomorfo): Duro, retangular, forte, 
atlético, músculos desenvolvidos. 
 Cerebrotônico - Cronicamente fatigado, está dominado 
por uma inibição e ansiedade. Dificuldade para estabelecer 
relações pessoais, tende ao isolamento e solidão. Sua 
sexualidade é precoce e intensa, sua vida em grande parte 
gira em torno dela e sua difícil satisfação, devido a sua 
falta de contato afetivo, social e timidez. Intolerância aos 
estímulos dolorosos. Sono superficial, acorda com a 
sensação de não ter descansado bem. acorda cansado e vai 
se recuperando ao longo do dia. Temeroso, restrito. 
 Tipo do Corpo (Ectomórfo): Alto, magro, frágil, grande 
cérebro (cabeça grande), sistema nervoso sensível.
PERSONALIDADE
TEORIA HUMANISTA 
CARL ROGERS.
CARL ROGERS - 1902 
“O Pai da psicologia humanista 
e psicólogo pratico desde 1927,”.
CONCEITOS BÁSICOS 
O elemento central da teoria de 
Rogers é o conceito de “eu”[selfie] 
A importância do “eu” foi percebida 
por Rogers através de sua experiência 
pessoal com clientes em psicoterapia. 
O “eu” na teoria de Rogers é o padrão 
organizado de percepção sentimentos 
, atitudes e valores que o individuo 
acredita ser exclusivamente seu. É um 
conjunto de característica que 
definem “eu” e “a mim”. Assim, o 
“eu” e o componente central da 
experiência total do individuo
Os seres humanos tem uma tendência natural para desenvolver 
todas as suas capacidades. É o que chama de tendência para a 
realização 
Quando existe harmonia e consistência entre o “eu” e as 
experiência do individuo este se mantém “congruente” 
A medida que mais experiências deixam de ser conscientizada o 
“eu” perde contato com a realidade e o individuo torna-se cada 
vez mais desajustado. 
A necessidade de atenção aprovação amor simpatia respeito das 
outras pessoas é uma das necessidades mais importantes do ser 
humano e pode se tornar tão poderosa, segundo rogers chega a 
suplantar as necessidades biológicas mais fundamentais do 
organismo.
TERAPIA CENTRADA NO CLIENTE 
O individuo nesta terapia é considerado o melhor especialista em si 
mesmo e seus enunciados e depoimentos a seu respeito são a matéria 
prima da terapêutica; 
A principal função da terapeuta é refletir de forma acurada as 
emoções do cliente, para que este possa reconhecer e compreender 
melhor seus próprios sentimentos.
CONSIDERAÇÕES SOBRE A TEORIA HUMANISTA 
A teoria humanista recebe esta denominação justamente pelo valor 
emprestado a pessoa como o ser humano.enfatiza noções como as de 
livre arbítrio responsabilidade e escolha; 
Segundo Peck e witlow o principal mérito da abordagem de Rogers 
do conceito de “eu” foi ênfase na avaliação e pesquisa a teoria só é 
elaborada num ritmo compatível com o crescimento dos dados 
experimentais.
A PERSONALIDADE E A TEORIA DA APRENDIZAGEM 
Esta abordagem teórica supõem que o estudo da personalidade é uma 
parte do campo geral do estudo sobre a aprendizagem; 
Uma vez que a grande maioria dos comportamentos do homem é 
aprendida uma compreensão fundamental da personalidade decorre 
antes de tudo de nossas observações acerca de como e sob que 
condições esses comportamentos são adquiridos; 
Os tipos de particulares de comportamentos adquiridos durante o 
nosso desenvolvimento constituem o nosso comportamento peculiar e 
formam a nossa própria personalidade.
CONFLITOS, 
FRUSTRAÇÕES E 
AJUSTAMENTOS.
A personalidade, a medida que se desenvolve, enfrenta uma série 
de situações novas; 
Geram estados psicológicos como os conflitos, frustrações e 
ansiedades, que são: as barreiras a superar, escolhas a 
fazer,adiantamentos a tolerar objetos e situações a temer.
CONFLITO 
Nasce precisamente da necessidade de se fazer uma escolha,uma 
opção; 
 É o estado psicológico em que a pessoa é motivada,ao mesmo 
tempo,para dois comportamentos incompatíveis; 
 A satisfação de um motivo leva automaticamente ao bloqueio e 
frustração do outro.
CLASSIFICAÇÃO DOS CONFLITOS. 
CONFLITO APROXIMAÇÃO 
 Ocorre quando somos motivados ao mesmo tempo para duas metas positivas que se resolvem 
após determinado período de indecisão que podem ser mais ou menos dolorosa. 
CONFLITO AFASTAMENTO-AFASTAMENTO 
 Resulta da ocorrência de duas alternativas indesejáveis; 
 As circunstâncias obrigam a uma decisão, uma escolha,nascendo a tensão, ansiedade, 
frustração; 
CONFLITO APROXIMAÇÃO-AFASTAMENTO,É 
 Mais freqüente,envolve um mesmo objeto em que somos ao mesmo tempo atraídos e 
repelidos (objeto desejado e indesejado); 
 Situação com elementos negativos e positivos, onde nasce a ambivalência;
 Ambivalência 
Válvula de escape:adiar um pouco a decisão na esperança de que o tempo 
resolva; 
 A medida que o sujeito se aproxima do objeto, a força de atração passa a 
crescer num ritmo menos intenso e a força de repulsão cresce num ritmo mais 
forte; 
 Há situações que pela sua freqüência e gravidade merecem atenção especial: 
-Independência ou dependência; 
-Cooperação e competição; 
FRUSTAÇÃO 
 Estado emocional que acompanha a interrupção de um comportamento 
motivado; 
 A saúde mental depende da forma de como as enfrentamos; 
 Tanto a ausência de frustração como o excesso são desaconselhados;
OBSTÁCULOS INTERNOS E EXTERNOS; 
 Limitações provenientes de situações ambientais e pessoais; 
 Os meios de comunicação ajudam a criar frustrações na medida; 
 Os meios de comunicação ajudam a criar frustrações na medida; 
 Provém das limitações estritamente pessoais(reprovação num 
vestibular, perda de emprego etc.) 
 Provocam sentimentos de inadequação e inferioridade; 
 Podem ser provocadas por: Demora, Entrave e por Conflitos: 
Por Demora: quando o objetivo poderá ser atingido, decorrido 
por determinado tempo; 
Por Entrave: decorre de características pessoais de ordem física, 
intelectual ou psíquica, situações sociais (leis, regulamentos, 
normas sociais etc.)
ALGUMAS CARACTERÍSTICAS DA FRUSTRAÇÃO: 
 Inquietação 
 Agressão (quanto mais frustado, mais agressivo..) 
 A estereotipia(outra possível causa da frustração), movimento fixo e 
repetitivos (chupar o dedo, coçar a cabeça, roer a unha). 
 Outros exibem a regressão, comportamento mais primitivo.
uma característica biológica do 
ser humano, que antecede 
momentos de perigo real ou 
imaginário, marcada por 
sensações corporais 
desagradáveis, tais como uma 
sensação de vazio no estômago, 
coração batendo rápido, medo 
intenso, aperto no tórax, 
transpiração, e outras alterações 
associadas à disfunção do 
sistema nervoso autônomo.
• Unhas roídas, característica de ansiedade 
Ter ansiedade ou sofrer desse mal faz com 
que a pessoa perca uma boa parte da sua 
auto-estima, ou seja, ela deixa de fazer certas 
coisas porque se julga ser incapaz de realizá-las. 
Dessa forma, o termo ansiedade está de 
certa forma ligado à palavra medo, sendo 
assim a pessoa passa a ter medo de errar 
quando da realização de diferentes tarefas, 
sem mesmo chegar a tentar.
A ansiedade em níveis muito altos, ou quando apresentada com 
a timidez ou depressão, impede que a pessoa desenvolva seu 
potencial intelectual. 
MANIFESTAÇÕES 
 As pessoas ansiosas têm um vasto número de sintomas. Muitos resultam 
de um aumento da estimulação do sistema nervoso vegetativo ou 
autônomo, que controla o reflexo ataque-fuga. Outros são somatizações. 
 Cerca da metade das pessoas com ansiedade sofrem principalmente de 
sintomas físicos, normalmente localizados nos intestinos e no peito.
FADIGA – INSONIA - FALTA DE AR OU SENSAÇÃO DE SUFOCO - 
PICADAS NAS MÃOS E NOS PÉS - CONFUSÃO-INSTABILIDADE OU 
SENSAÇÃO DE DESMAIO - DIFICULDADE EM ENGOLIR - SENSAÇÃO 
DE TER UM "NÓ" NA GARGANTA - DIFICULDADES PARA RELAXAR - 
DIFICULDADES PARA DORMIR - LEVE TONTURA - VÔMITOS 
INCONTROLÁVEIS - SENSAÇÃO DE IMPOTÊNCIA
• O tratamento é feito com psicoterapia e medicamentos, dentre 
os quais ansiolíticos e antidepressivos . O tratamento é 
iniciado com ansiolíticos como, por exemplo, os 
bensodiazepínicos. Logo após a estabilização do paciente, o 
médico pode prescrever um antidepressivo para o controle da 
ansiedade. Outra classe de medicamentos também utilizada 
são a dos beta-bloqueadores. É sempre importante que o 
paciente consulte um médico, pois esses medicamentos são 
normalmente controlados.
MECANISMOS DE DEFESA
O QUE SÃO MECANISMOS DE DEFESA? 
 Mecanismo de defesa é uma denominação dada por Freud para as manifestações 
do Ego diante das exigências das outras instâncias psíquicas (Id e Superego), 
mas a psicanálise freudiana não é a única teoria a se utilizar desse conceito. 
Outras vertentes da psicologia também se utilizam dessa denominação. 
 São determinados pela forma como se dá a organização do ego: quando bem 
organizado, tende a ter reações mais conscientes e racionais. 
 São divididos em dois grupos: Mecanismos de defesa bem-sucedidos e aqueles 
ineficazes. Os bem-sucedidos são aqueles que conseguem diminuir a ansiedade 
diante de algo que é perigoso. Os ineficazes são aqueles que não conseguem 
diminuir a ansiedade e acabam por constituir um ciclo de repetições.
QUAIS SÃO OS MECANISMOS DE DEFESA? 
Existem pelo menos quinze tipos de mecanismos 
de defesa conhecidos e explicados pelas teorias 
da psicologia. Entre eles, podemos citar: 
compensação, expiação, fantasia, formação 
reativa, identificação, isolamento, negação, 
projeção e regressão. 
Cada mecanismo de defesa tem uma forma 
específica de funcionamento, vamos conhecer 
alguns deles brevemente: 
Esse mecanismo de defesa tem por característica a 
tentativa do indivíduo de equilibrar suas qualidades e 
deficiências, por exemplo, uma pessoa que não tem 
boas notas e se consola por ser bonita. 
COMPENSAÇÃO
PERSONALIDADE
COMPORTAMENTO 
ANORMAL
É O RAMO DA PSICOLOGIA QUE SE 
OCUPA DOS FENÔMENOS PSICO-PATOLÓGICOS 
E DA SUA 
PERSONALIDADE DESAJUSTADA
 Neuroses e psicoses se enquadram nesse conceito; 
 Não surgem e nem desaparecem de um momento para o outro; 
 Qualquer um de nós pode sofrer colapso de defesas e ceder à tensão; 
 Exemplos: 
Estupro; 
Perca de um filho em uma catástrofe. 
 Podem não resistir à tensão e sofrer um desequilíbrio; 
 Podem desaparecer por completo ou durar por muito tempo.
 Três circunstâncias que podem provocá-las: as guerras, as catásytrofes 
civis e os ambientes de tensão crônica. 
 Podem causar diversas reações: 
REAÇÕES TRAUMÁTICAS AO COMBATE 
 Excessiva fadiga, a permanente ameaça de morte, a distancia dos pais 
 Sintomas mais frequentes: desânimo, distração, supersensibilidade, 
perturbações do sono, temores e fobias.
REAÇÕES A CATÁSTROFES CIVIS 
 Ocorrem em acidentes automobilísticos, quedas de avião, explosões, 
etc. 
 Pode constituir uma situação traumática; 
 Principai sintomas:estado de choque, ansiedade, tensão muscular, 
irritabilidade, etc.
REAÇÕES À TENSÃO CRÔNICA DE SITUAÇÃO 
 Existe quando o individuo permanece por longo tempo num ambiente 
em que se sente inseguro, insatisfeito, hostilizado, ameaçado, 
inadequado. 
 EXEMPLOS: o marido que não se sente bem com seu casamento, o 
funcionário que odeia seu trabalho, etc.
NEUROSES 
 Características de um neurótico: 
- mostra perturbações cognitivas e emocionais menos severas; 
- raramente deixa de estar voltado ao seu ambiente; 
- continua mais ou menos em contato com a realidade; 
- tem alguma compreensão da natureza do seu comportamento;
NEUROSES 
 Sendo a neurose um fenômeno da vida humana o individuo pode 
apresentar diversas reações: 
REAÇÃO DE ANSIEDADE 
 O paciente é tomado por sentimentos 
generalizados e persistentes de 
intensa angustia sem causa objetiva; 
 Pode ser considerado um fracasso 
parcial de defesas do individuo; 
 Sintomas somáticos: palpitação do 
coração, tremores, falta de ar, suor, 
náuseas.
REAÇÃO FÓBICA 
 Medo, medo patológico; 
 Medo excessivo e infundado, específico e anormal em relãção a 
algum objeto,condição ou situação 
Exemplos de fobias: 
# Abissofobia - medo de abismos, precipícios. 
# Ablepsifobia - medo de ficar cego 
# Ablutofobia - medo de tomar banho. 
# Acarofobia - medo de ter a pele infestada por pequenos organismos (ácaros). 
# Batofobia - medo de profundidade 
# Botanofobia - medo de plantas 
# Cacorrafiofobia - medo de fracasso ou falhar 
# Caetofobia - medo de pêlos 
# Cainofobia ou cainotofobia - medo de novidades 
# Demonofobia - medo de demônios
REAÇÃO OBSESSIVO-COMPULSIVA 
 A obsessão é uma ideia que constantemente se infiltra nos 
pensamentos de uma pessoa ; 
 A compulsão é um ato que se introduz no comportamento.
PSICOSES 
 Comportamentos: 
- mostra perturbações cognitivas e emocionais muito graves; 
- pode sofrer alucinações e delírios; 
- tende a perdera compreensão de seu comportamento; 
- pode estar completamente desorientado em seu ambiente; 
- geralmente perde o contato com a realidade.
PSICOSES 
 A psicose é uma forma extrema de desorganização da personalidade 
 “ A psicose é uma grave alteração da função psicológica com 
deficiência na faculdade do indivíduo para distinguir, avaliar e 
apreciar a realidade.”(FRAZIER E CARR,1997, p. 143) 
PSICOSE 
NEUROSE 
A PERTURBAÇÃO É 
INSUFUICIENTE 
PARA ALTERAR 
HOSTENSIVAMENTE 
O FUNCIONAMENTO 
DA PERSONALIDADE 
A PRÓPRIA 
PERSONALIDADE É 
AFETADA, DE MANEIRA 
MANIFESTA, MAIS OU 
MENOS, 
PROFUNDAMENTE.
PSICOSES, SUAS CATEGORIAS 
 Grave; 
 A perturbação principal se 
reflete numa alteração do 
juízo e dos processos de 
pensamento; 
SIMPLES 
ESQUIZOFRENIA 
PSICOSES PSICOGÊNICAS OU FUNCIONAIS 
EPATIA 
EMOCIONAL;CARÊNCI 
A DE 
AMBIÇÕES;DESORGAN 
IZAÇÃO GERAL DA 
PERSONALIDADE;PER 
DA GRADUAL DE 
INTERESSE NA VIDA 
HEBEFRÊNICA 
AÇÕES E 
LINGUAGEM 
CAÓTICA;ENSAMEN 
TO 
DESORGANIZADO; 
DESORGANIZAÇÃO 
DO SENTIMENTO
PSICOSES, SUAS CATEGORIAS 
PANÓIDE CATATÔNICA 
COMPORTAMANTO 
INATIVO;O PACIENTE 
PODE ADOTAR 
POSIÇÕES CORPORAIS 
FIXAS POR LONGOS 
PERIÓDOS DE TEMPO; 
NOTÁVEIS 
DELÍRIOS DE 
PERSEGUIÇÃO OU 
DE GRANDEZA; 
PANOIA 
PSICOSE FORMADA POR 
ILUSÕES FIXAS; 
É PSIGOSO PARA A 
SOCIEDADE;É AGRESSIVO
PSICOPATIA 
O termo psicopata se aplica aos indivíduos habitualmente 
antissocial; 
Se mostram sempre inquietos. 
Traços mais significativos: notável inteligência, inexistência 
de alucinações, ausência de manifestações neuróticas, falta de 
confiança,etc.
PSICOSES ORGÂNICAS 
DEMÊNCIA SENIL 
Não está vinculada a nenhuma idade determinada; 
Inicia em alguns aos 40 ou 50 anos, em outros aos 80; 
Sintoma principal: diminuição da capacidade de fixação, 
desorientação em sua própria casa, etc.
PSICOSES ORGÂNICAS 
PSICOSE ALCOÓLICA 
Uso excessivo de entorpecentes. 
ANTERIOSCLEROSE CEREBRAL 
 Semelhante à demência; 
Tratamento psíquico com habilidade é muito necessário.
PSICOTERAPIA 
 “Terapia é o nome dado para qualquer tentativa de uma 
moléstia ou perturbação...” (MORGAN,1997, p.274) 
 “Psicoterapia é o conjunto de técnicas de tratamento de 
perturbações de caráter psicológico, como a psicanálise 
(Freud), a lerning therapy (comportamentistas), a reflexologia 
(pavloriana)” (DORIN,1972, p. 274)
ENFOQUES PRINCIPAIS 
TERAPIA PSICANALISTA FREUDIANA 
 Josef Breuer - O tratamento de falar – hipnose – verbalizar o 
emocional.(Técnica de ‘catarse’). 
A terapia freudiana é baseada em duas pressuposições: 
- Todo acontecimento mental tem uma causa;os pensamentos e 
sentimentos não ocorrem “por nenhuma razão’ 
- A maior parte da vida mental é antes inconsciente do que 
consciente
ENFOQUES PRINCIPAIS 
TERAPIA MÉDICA 
 Uso de medicamentos; 
 Somente por psiquiatras. 
TERAPIA OCUPACIONAL 
 Objetivo: liberar a pessoa do ambiente em que vive, 
reativando e reequilibrando suas atividades. 
TERAPIA EM GRUPO 
 Reuni um grupo de pacientes para que conversem entre si, 
sob a orientação de um terapeuta.
VÍDEO
DINÂMICA
MÚSICA

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Aula 1 introdução e conceitos
Aula 1 introdução e conceitosAula 1 introdução e conceitos
Aula 1 introdução e conceitos
Futuros Medicos
 
Desenvolvimento Humano
Desenvolvimento HumanoDesenvolvimento Humano
Desenvolvimento Humano
andressa bonn
 
Saúde mental e trabalho
Saúde mental e trabalhoSaúde mental e trabalho
Saúde mental e trabalho
Oficina Psicologia
 
Psicologia da Saude
Psicologia da Saude Psicologia da Saude
Psicologia da Saude
Paulo Pedro P. R. Costa
 
Psicologia do desenolvimento
Psicologia do desenolvimentoPsicologia do desenolvimento
Psicologia do desenolvimento
Ana Larissa Perissini
 
Intervenção em crises
Intervenção em crisesIntervenção em crises
Intervenção em crises
Aroldo Gavioli
 
Introdução à psicopatologia
Introdução à psicopatologiaIntrodução à psicopatologia
Introdução à psicopatologia
Caio Maximino
 
Psicologia do desenvolvimento
Psicologia do desenvolvimentoPsicologia do desenvolvimento
Psicologia do desenvolvimento
Thiago de Almeida
 
Diferentes abordagens da psicologia
Diferentes abordagens da psicologiaDiferentes abordagens da psicologia
Diferentes abordagens da psicologia
Rita Cristiane Pavan
 
Quem cuida do cuidador?
Quem cuida do cuidador?Quem cuida do cuidador?
Quem cuida do cuidador?
Juliana Calixto
 
Os mecanismos de defesa
Os mecanismos de defesa Os mecanismos de defesa
Os mecanismos de defesa
MandyNeres7
 
PSICOLOGIA ESCOLAR
PSICOLOGIA ESCOLARPSICOLOGIA ESCOLAR
PSICOLOGIA ESCOLAR
Cassia Dias
 
Introdução À Psicologia
Introdução À PsicologiaIntrodução À Psicologia
Introdução À Psicologia
psicologiaisecensa
 
O comportamento humano e a aprendizagem - v1
O comportamento humano e a aprendizagem - v1O comportamento humano e a aprendizagem - v1
O comportamento humano e a aprendizagem - v1
Nilson Dias Castelano
 
Saúde mental e trabalho
Saúde mental e trabalhoSaúde mental e trabalho
Saúde mental e trabalho
Aroldo Gavioli
 
Personalidade
PersonalidadePersonalidade
Teoria e Pratica - Abordagem Psicanalitica
Teoria e Pratica - Abordagem PsicanaliticaTeoria e Pratica - Abordagem Psicanalitica
Teoria e Pratica - Abordagem Psicanalitica
Deisiane Cazaroto
 
Psicologia introdução
Psicologia introduçãoPsicologia introdução
Psicologia introdução
Chrys Souza
 
Psicologia Fenomenológico-Existencial
Psicologia Fenomenológico-ExistencialPsicologia Fenomenológico-Existencial
Psicologia Fenomenológico-Existencial
Sara Campagnaro
 
Palestra Depressão e Ansiedade
Palestra Depressão e AnsiedadePalestra Depressão e Ansiedade
Palestra Depressão e Ansiedade
Renata Pimentel
 

Mais procurados (20)

Aula 1 introdução e conceitos
Aula 1 introdução e conceitosAula 1 introdução e conceitos
Aula 1 introdução e conceitos
 
Desenvolvimento Humano
Desenvolvimento HumanoDesenvolvimento Humano
Desenvolvimento Humano
 
Saúde mental e trabalho
Saúde mental e trabalhoSaúde mental e trabalho
Saúde mental e trabalho
 
Psicologia da Saude
Psicologia da Saude Psicologia da Saude
Psicologia da Saude
 
Psicologia do desenolvimento
Psicologia do desenolvimentoPsicologia do desenolvimento
Psicologia do desenolvimento
 
Intervenção em crises
Intervenção em crisesIntervenção em crises
Intervenção em crises
 
Introdução à psicopatologia
Introdução à psicopatologiaIntrodução à psicopatologia
Introdução à psicopatologia
 
Psicologia do desenvolvimento
Psicologia do desenvolvimentoPsicologia do desenvolvimento
Psicologia do desenvolvimento
 
Diferentes abordagens da psicologia
Diferentes abordagens da psicologiaDiferentes abordagens da psicologia
Diferentes abordagens da psicologia
 
Quem cuida do cuidador?
Quem cuida do cuidador?Quem cuida do cuidador?
Quem cuida do cuidador?
 
Os mecanismos de defesa
Os mecanismos de defesa Os mecanismos de defesa
Os mecanismos de defesa
 
PSICOLOGIA ESCOLAR
PSICOLOGIA ESCOLARPSICOLOGIA ESCOLAR
PSICOLOGIA ESCOLAR
 
Introdução À Psicologia
Introdução À PsicologiaIntrodução À Psicologia
Introdução À Psicologia
 
O comportamento humano e a aprendizagem - v1
O comportamento humano e a aprendizagem - v1O comportamento humano e a aprendizagem - v1
O comportamento humano e a aprendizagem - v1
 
Saúde mental e trabalho
Saúde mental e trabalhoSaúde mental e trabalho
Saúde mental e trabalho
 
Personalidade
PersonalidadePersonalidade
Personalidade
 
Teoria e Pratica - Abordagem Psicanalitica
Teoria e Pratica - Abordagem PsicanaliticaTeoria e Pratica - Abordagem Psicanalitica
Teoria e Pratica - Abordagem Psicanalitica
 
Psicologia introdução
Psicologia introduçãoPsicologia introdução
Psicologia introdução
 
Psicologia Fenomenológico-Existencial
Psicologia Fenomenológico-ExistencialPsicologia Fenomenológico-Existencial
Psicologia Fenomenológico-Existencial
 
Palestra Depressão e Ansiedade
Palestra Depressão e AnsiedadePalestra Depressão e Ansiedade
Palestra Depressão e Ansiedade
 

Semelhante a PERSONALIDADE

AULA 02 PERSONALIDADES.pptx
AULA 02 PERSONALIDADES.pptxAULA 02 PERSONALIDADES.pptx
AULA 02 PERSONALIDADES.pptx
MirnaKathary1
 
PERSONALIDADE 16 0UT.ppt
PERSONALIDADE 16 0UT.pptPERSONALIDADE 16 0UT.ppt
PERSONALIDADE 16 0UT.ppt
ssuser91c79f
 
Psicologia da personalidade AULA 2.pdf
Psicologia da personalidade  AULA 2.pdfPsicologia da personalidade  AULA 2.pdf
Psicologia da personalidade AULA 2.pdf
ElionayFigueiredo1
 
Início da Vida
Início da VidaInício da Vida
Início da Vida
cincodarazao
 
Psicologia aplicada a enfermagem
Psicologia aplicada a enfermagemPsicologia aplicada a enfermagem
Psicologia aplicada a enfermagem
Luiz Maciel
 
Psicologia aplicada a enfermagem
Psicologia aplicada a enfermagemPsicologia aplicada a enfermagem
Psicologia aplicada a enfermagem
Luiz Maciel
 
O OBJECTO DA PSICOLOGIA
O OBJECTO DA PSICOLOGIAO OBJECTO DA PSICOLOGIA
O OBJECTO DA PSICOLOGIA
Vitor Manuel de Carvalho
 
Apostila noções de psicologia
Apostila noções de psicologiaApostila noções de psicologia
Apostila noções de psicologia
mgmedeiros
 
Introdução Psicologia
Introdução Psicologia Introdução Psicologia
Introdução Psicologia
João Carlos Gomes
 
Apresentação personalidade e valores
Apresentação personalidade e valoresApresentação personalidade e valores
Apresentação personalidade e valores
Mariana Rezende
 
Tendencias
TendenciasTendencias
Resumo Psicologia Aplicada ao Direito
Resumo Psicologia Aplicada ao DireitoResumo Psicologia Aplicada ao Direito
Resumo Psicologia Aplicada ao Direito
Thaisremo
 
Identidade Pessoal Personalidade
Identidade Pessoal   PersonalidadeIdentidade Pessoal   Personalidade
Identidade Pessoal Personalidade
Carlos Pessoa
 
Psicologi a
Psicologi aPsicologi a
Psicologi a
Jamile Sena
 
Psicanalise freud
Psicanalise   freudPsicanalise   freud
Psicanalise freud
Dani Silva
 
6 teorias psicanalíticas
6 teorias psicanalíticas6 teorias psicanalíticas
6 teorias psicanalíticas
faculdadeteologica
 
Tl0197
Tl0197Tl0197
Tl0197
manuel felix
 
Artigo afetos na neuropsicanalise
Artigo   afetos na neuropsicanaliseArtigo   afetos na neuropsicanalise
Artigo afetos na neuropsicanalise
elainegcgy
 
Comportamento Humano
Comportamento HumanoComportamento Humano
Comportamento Humano
Adrianadiasbrito
 
Psic doc5 m1
Psic doc5 m1Psic doc5 m1
Psic doc5 m1
psicologiaazambuja
 

Semelhante a PERSONALIDADE (20)

AULA 02 PERSONALIDADES.pptx
AULA 02 PERSONALIDADES.pptxAULA 02 PERSONALIDADES.pptx
AULA 02 PERSONALIDADES.pptx
 
PERSONALIDADE 16 0UT.ppt
PERSONALIDADE 16 0UT.pptPERSONALIDADE 16 0UT.ppt
PERSONALIDADE 16 0UT.ppt
 
Psicologia da personalidade AULA 2.pdf
Psicologia da personalidade  AULA 2.pdfPsicologia da personalidade  AULA 2.pdf
Psicologia da personalidade AULA 2.pdf
 
Início da Vida
Início da VidaInício da Vida
Início da Vida
 
Psicologia aplicada a enfermagem
Psicologia aplicada a enfermagemPsicologia aplicada a enfermagem
Psicologia aplicada a enfermagem
 
Psicologia aplicada a enfermagem
Psicologia aplicada a enfermagemPsicologia aplicada a enfermagem
Psicologia aplicada a enfermagem
 
O OBJECTO DA PSICOLOGIA
O OBJECTO DA PSICOLOGIAO OBJECTO DA PSICOLOGIA
O OBJECTO DA PSICOLOGIA
 
Apostila noções de psicologia
Apostila noções de psicologiaApostila noções de psicologia
Apostila noções de psicologia
 
Introdução Psicologia
Introdução Psicologia Introdução Psicologia
Introdução Psicologia
 
Apresentação personalidade e valores
Apresentação personalidade e valoresApresentação personalidade e valores
Apresentação personalidade e valores
 
Tendencias
TendenciasTendencias
Tendencias
 
Resumo Psicologia Aplicada ao Direito
Resumo Psicologia Aplicada ao DireitoResumo Psicologia Aplicada ao Direito
Resumo Psicologia Aplicada ao Direito
 
Identidade Pessoal Personalidade
Identidade Pessoal   PersonalidadeIdentidade Pessoal   Personalidade
Identidade Pessoal Personalidade
 
Psicologi a
Psicologi aPsicologi a
Psicologi a
 
Psicanalise freud
Psicanalise   freudPsicanalise   freud
Psicanalise freud
 
6 teorias psicanalíticas
6 teorias psicanalíticas6 teorias psicanalíticas
6 teorias psicanalíticas
 
Tl0197
Tl0197Tl0197
Tl0197
 
Artigo afetos na neuropsicanalise
Artigo   afetos na neuropsicanaliseArtigo   afetos na neuropsicanalise
Artigo afetos na neuropsicanalise
 
Comportamento Humano
Comportamento HumanoComportamento Humano
Comportamento Humano
 
Psic doc5 m1
Psic doc5 m1Psic doc5 m1
Psic doc5 m1
 

Mais de Leticia Costa

Seminário prevenção contra incêndio
Seminário prevenção contra incêndioSeminário prevenção contra incêndio
Seminário prevenção contra incêndio
Leticia Costa
 
Toxicologia dos metais
Toxicologia dos metaisToxicologia dos metais
Toxicologia dos metais
Leticia Costa
 
Desenvolvimento e qualidade ambiental
Desenvolvimento e qualidade ambientalDesenvolvimento e qualidade ambiental
Desenvolvimento e qualidade ambiental
Leticia Costa
 
RESENHA CRÍTICA-12 ANOS DE ESCRAVIDÃO
RESENHA CRÍTICA-12 ANOS DE ESCRAVIDÃORESENHA CRÍTICA-12 ANOS DE ESCRAVIDÃO
RESENHA CRÍTICA-12 ANOS DE ESCRAVIDÃO
Leticia Costa
 
TRANSTORNO BIPOLAR
TRANSTORNO BIPOLARTRANSTORNO BIPOLAR
TRANSTORNO BIPOLAR
Leticia Costa
 
CLT-CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO
CLT-CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHOCLT-CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO
CLT-CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO
Leticia Costa
 

Mais de Leticia Costa (6)

Seminário prevenção contra incêndio
Seminário prevenção contra incêndioSeminário prevenção contra incêndio
Seminário prevenção contra incêndio
 
Toxicologia dos metais
Toxicologia dos metaisToxicologia dos metais
Toxicologia dos metais
 
Desenvolvimento e qualidade ambiental
Desenvolvimento e qualidade ambientalDesenvolvimento e qualidade ambiental
Desenvolvimento e qualidade ambiental
 
RESENHA CRÍTICA-12 ANOS DE ESCRAVIDÃO
RESENHA CRÍTICA-12 ANOS DE ESCRAVIDÃORESENHA CRÍTICA-12 ANOS DE ESCRAVIDÃO
RESENHA CRÍTICA-12 ANOS DE ESCRAVIDÃO
 
TRANSTORNO BIPOLAR
TRANSTORNO BIPOLARTRANSTORNO BIPOLAR
TRANSTORNO BIPOLAR
 
CLT-CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO
CLT-CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHOCLT-CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO
CLT-CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO
 

Último

Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1) educação infantil fu...
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1)  educação infantil fu...1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1)  educação infantil fu...
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1) educação infantil fu...
antonio carlos
 
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptxA perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
marcos oliveira
 
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdfOficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
beathrizalves131
 
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsxNoite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Luzia Gabriele
 
Slides Lição 2, CPAD, O Livro de Rute, 3Tr24.pptx
Slides Lição 2, CPAD, O Livro de Rute, 3Tr24.pptxSlides Lição 2, CPAD, O Livro de Rute, 3Tr24.pptx
Slides Lição 2, CPAD, O Livro de Rute, 3Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. WeaverAs Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
C4io99
 
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
Sandra Pratas
 
escrita criativa utilizada na arteterapia
escrita criativa   utilizada na arteterapiaescrita criativa   utilizada na arteterapia
escrita criativa utilizada na arteterapia
shirleisousa9166
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Colaborar Educacional
 
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
AngelicaCostaMeirele2
 
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Acróstico - Bullying é crime!
Acróstico - Bullying é crime!Acróstico - Bullying é crime!
Acróstico - Bullying é crime!
Mary Alvarenga
 

Último (20)

Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
 
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2019 CENSIPAM.pdf
 
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1) educação infantil fu...
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1)  educação infantil fu...1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1)  educação infantil fu...
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1) educação infantil fu...
 
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
 
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptxA perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
 
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
 
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdfOficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
 
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsxNoite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
 
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
 
Slides Lição 2, CPAD, O Livro de Rute, 3Tr24.pptx
Slides Lição 2, CPAD, O Livro de Rute, 3Tr24.pptxSlides Lição 2, CPAD, O Livro de Rute, 3Tr24.pptx
Slides Lição 2, CPAD, O Livro de Rute, 3Tr24.pptx
 
RECORDANDO BONS MOMENTOS! _
RECORDANDO BONS MOMENTOS!               _RECORDANDO BONS MOMENTOS!               _
RECORDANDO BONS MOMENTOS! _
 
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. WeaverAs Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
 
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
 
escrita criativa utilizada na arteterapia
escrita criativa   utilizada na arteterapiaescrita criativa   utilizada na arteterapia
escrita criativa utilizada na arteterapia
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
 
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
farmacologia-segura-em-mapas-mentais-reduzindo-os-riscos-da-terapeutica-24040...
 
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
 
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
 
Acróstico - Bullying é crime!
Acróstico - Bullying é crime!Acróstico - Bullying é crime!
Acróstico - Bullying é crime!
 

PERSONALIDADE

  • 1. FACULDADE DE TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR PROFISSIONAL TECNOLOGIA EM SEGURANÇA NO TRABALHO DISC.:PSICOLOGIA APLICADA PROFª.:FLÁVIA PAIXÃO PERSONALIDADE COMPONENTES: ADELANA FERNANDES ANA MARIA LIMA DANIELE ALVES ELISFRAN JEANE LIMA LETÍCIA COSTA
  • 3. FORMAÇÃO E MEDIDAS DE PERSONALIDADE
  • 4. PERSONALIDADE É o conjunto de características psicológicas que determinam os padrões de pensar, sentir e agir, ou seja, a individualidade pessoal e social de alguém .  A formação da personalidade é processo gradual, complexo e único a cada indivíduo. O termo é usado em linguagem comum com o sentido de "conjunto das características marcantes de uma pessoa", de forma que se pode dizer que uma pessoa "não tem personalidade"; esse uso no entanto leva em conta um conceito do senso comum e não o conceito científico aqui tratado.
  • 5. PERSONALIDADE Encontrar uma exata definição para termo personalidade não é uma tarefa simples. O termo é usado na linguagem comum - isto é, como parte da psicologia do senso comum - com diferentes significados, e esses significados costumam influenciar as definições científicas do termo. Na literatura psicológica alemã persönlichkeit costuma ser usado de maneira ampla, incluindo temas como inteligência;
  • 6. CARVER E SCHEIE "Personalidade é uma organização interna e dinâmica dos sistemas psicofísicos que criam os padrões de comportar-se, de pensar e de sentir característicos de uma pessoa" Esta definição de trabalho salienta que personalidade :  é uma organização e não uma aglomerado de partes soltas;  é dinâmica e não estática, imutável;  é um conceito psicológico, mas intimamente relacionado com o corpo e seus processos;  é uma força ativa que ajuda a determinar o relacionamento da pessoa com o mundo que a cerca;  mostra-se em padrões, isto é, através de características recorrentes e consistentes  expressa-se de diferentes maneiras - comportamento, pensamento e emoções.
  • 7. ASENDORPF Personalidade são as particularidades pessoais duradouras, não patológicas e relevantes para o comportamento de um indivíduo em uma determinada população. Esta definição acrescenta àquela de Carver e Scheier alguns pontos importantes:  Os traços de personalidade são relativamente estáveis no tempo;  As diferenças interpessoais são variações frequentes e normais - o estudo das variações anormais é objeto da psicologia  A personalidade é influenciada culturalmente. As observações da psicologia da personalidade são assim ligadas apenas à população em que foram feitas; para uma generalização de tais observações para outras populações é necessária uma verificação empírica.
  • 10. SIGSMUND SCHLOMO FREUD ( 6 DE MAIO DE 1856 — 23 DE SETEMBRO DE 1939) Acredita que os conflitos fazem parte do desenvolvimento humano. Conceito de inconsciente em uma teoria da sexualidade. Estruturou o aparelho psíquico como um iceberg, onde o submerso – inconsciente – não é voluntariamente controlado.
  • 11. A consciência do ser humano é descrita por Freud em três níveis: abarca todos os fenômenos que em determinado momento podem ser percebidos de maneira conscientes pelo indivíduo; CONSCIENTE: O PRÉ- refere-se aos fenômenos que não estão conscientes em determinado momento, mas podem tornar-se, se o indivíduo desejar se ocupar com eles; ; conteúdos que não são conscientes e somente sob circunstâncias muito especiais CONSCIENTE: diz respeito aos fenômenos e INCONSCIENTE: podem tornar-se.
  • 12.  Os sonhos são vistos como expressão simbólica dos conteúdos inconscientes.  O aparelho psíquico, na teoria freudiana, é composto por três níveis estruturais que compõe a personalidade: ID EGO SUPEREGO é a fonte da energia psíquica (libido). O id é formado pelas pulsões - instintos, impulsos orgânicos e desejos inconscientes. desenvolve-se a partir do id com o objetivo de permitir que seus impulsos sejam eficientes, ou seja, o ego permite o id levando em conta o mundo É a parte moral da mente humana e representa os valores
  • 13.  A teoria psicanalítica defende que o desenvolvimento psicossocial do indivíduo inicia desde os primeiros anos de vida, em fases ou estágios psico-sexuais definidas por regiões do corpo, nos quais surgem necessidades que exigem ser satisfeitas.
  • 14. FASES OU ESTÁGIOS PSICO-SEXUAIS 4. PERÍODO DE LATÊNCIA (até a puberdade) Trata-se de uma fase mais tranquila, onde as fantasias e os impulsos sexuais são reprimidos, tornando-se secundários, e o desenvolvimento cognitivo e a assimilação de valores e normas sociais se tornam a atividade principal da criança, continuando o desenvolvimento do ego e do superego. 5. FASE GENITAL (durante a adolescência, estendendo-se até a vida adulta) Nessa última fase as pulsões sexuais, acompanhando a maturação biológica, despertam-se novamente e são dirigidas a uma pessoa do sexo oposto.
  • 16.  Levava em consideração as camadas embrionárias, afirmando que em cada indivíduo há a predominância de uma delas: Ectodérmica, Mesodérmica, Endodérmica.  Viscerotônico - Em seus valores ocupam lugar os prazeres da mesa. Sua vida gira em torno da comida. É muito sociável, cerimonioso, guarda o formalismo das regras sociais. Dorme bem, se relaciona facilmente com os demais, aberto e expressivo. Apreciador do conforto, bom temperamento. Afetuoso.
  • 17.  Tipo do Corpo (Endomórfo): Mole, arredondado, vísceras digestivas superdesenvolvidas.  Somatotônico - Gosta do poder. É agressivo, competitivo, dominante, corajoso, resistente e duro. Ama o conforto e a comodidade, sua fonte de prazer é a atividade e o triunfo. Afirmativo, ativo, direto. Tem um instinto sexual vigoroso e sem inibições, mas não o coloca em primeiro plano. Dorme pouco e durante o sono mudam frequentemente de postura.
  • 18.  Tipo do Corpo (Mesomorfo): Duro, retangular, forte, atlético, músculos desenvolvidos.  Cerebrotônico - Cronicamente fatigado, está dominado por uma inibição e ansiedade. Dificuldade para estabelecer relações pessoais, tende ao isolamento e solidão. Sua sexualidade é precoce e intensa, sua vida em grande parte gira em torno dela e sua difícil satisfação, devido a sua falta de contato afetivo, social e timidez. Intolerância aos estímulos dolorosos. Sono superficial, acorda com a sensação de não ter descansado bem. acorda cansado e vai se recuperando ao longo do dia. Temeroso, restrito.  Tipo do Corpo (Ectomórfo): Alto, magro, frágil, grande cérebro (cabeça grande), sistema nervoso sensível.
  • 21. CARL ROGERS - 1902 “O Pai da psicologia humanista e psicólogo pratico desde 1927,”.
  • 22. CONCEITOS BÁSICOS O elemento central da teoria de Rogers é o conceito de “eu”[selfie] A importância do “eu” foi percebida por Rogers através de sua experiência pessoal com clientes em psicoterapia. O “eu” na teoria de Rogers é o padrão organizado de percepção sentimentos , atitudes e valores que o individuo acredita ser exclusivamente seu. É um conjunto de característica que definem “eu” e “a mim”. Assim, o “eu” e o componente central da experiência total do individuo
  • 23. Os seres humanos tem uma tendência natural para desenvolver todas as suas capacidades. É o que chama de tendência para a realização Quando existe harmonia e consistência entre o “eu” e as experiência do individuo este se mantém “congruente” A medida que mais experiências deixam de ser conscientizada o “eu” perde contato com a realidade e o individuo torna-se cada vez mais desajustado. A necessidade de atenção aprovação amor simpatia respeito das outras pessoas é uma das necessidades mais importantes do ser humano e pode se tornar tão poderosa, segundo rogers chega a suplantar as necessidades biológicas mais fundamentais do organismo.
  • 24. TERAPIA CENTRADA NO CLIENTE O individuo nesta terapia é considerado o melhor especialista em si mesmo e seus enunciados e depoimentos a seu respeito são a matéria prima da terapêutica; A principal função da terapeuta é refletir de forma acurada as emoções do cliente, para que este possa reconhecer e compreender melhor seus próprios sentimentos.
  • 25. CONSIDERAÇÕES SOBRE A TEORIA HUMANISTA A teoria humanista recebe esta denominação justamente pelo valor emprestado a pessoa como o ser humano.enfatiza noções como as de livre arbítrio responsabilidade e escolha; Segundo Peck e witlow o principal mérito da abordagem de Rogers do conceito de “eu” foi ênfase na avaliação e pesquisa a teoria só é elaborada num ritmo compatível com o crescimento dos dados experimentais.
  • 26. A PERSONALIDADE E A TEORIA DA APRENDIZAGEM Esta abordagem teórica supõem que o estudo da personalidade é uma parte do campo geral do estudo sobre a aprendizagem; Uma vez que a grande maioria dos comportamentos do homem é aprendida uma compreensão fundamental da personalidade decorre antes de tudo de nossas observações acerca de como e sob que condições esses comportamentos são adquiridos; Os tipos de particulares de comportamentos adquiridos durante o nosso desenvolvimento constituem o nosso comportamento peculiar e formam a nossa própria personalidade.
  • 27. CONFLITOS, FRUSTRAÇÕES E AJUSTAMENTOS.
  • 28. A personalidade, a medida que se desenvolve, enfrenta uma série de situações novas; Geram estados psicológicos como os conflitos, frustrações e ansiedades, que são: as barreiras a superar, escolhas a fazer,adiantamentos a tolerar objetos e situações a temer.
  • 29. CONFLITO Nasce precisamente da necessidade de se fazer uma escolha,uma opção;  É o estado psicológico em que a pessoa é motivada,ao mesmo tempo,para dois comportamentos incompatíveis;  A satisfação de um motivo leva automaticamente ao bloqueio e frustração do outro.
  • 30. CLASSIFICAÇÃO DOS CONFLITOS. CONFLITO APROXIMAÇÃO  Ocorre quando somos motivados ao mesmo tempo para duas metas positivas que se resolvem após determinado período de indecisão que podem ser mais ou menos dolorosa. CONFLITO AFASTAMENTO-AFASTAMENTO  Resulta da ocorrência de duas alternativas indesejáveis;  As circunstâncias obrigam a uma decisão, uma escolha,nascendo a tensão, ansiedade, frustração; CONFLITO APROXIMAÇÃO-AFASTAMENTO,É  Mais freqüente,envolve um mesmo objeto em que somos ao mesmo tempo atraídos e repelidos (objeto desejado e indesejado);  Situação com elementos negativos e positivos, onde nasce a ambivalência;
  • 31.  Ambivalência Válvula de escape:adiar um pouco a decisão na esperança de que o tempo resolva;  A medida que o sujeito se aproxima do objeto, a força de atração passa a crescer num ritmo menos intenso e a força de repulsão cresce num ritmo mais forte;  Há situações que pela sua freqüência e gravidade merecem atenção especial: -Independência ou dependência; -Cooperação e competição; FRUSTAÇÃO  Estado emocional que acompanha a interrupção de um comportamento motivado;  A saúde mental depende da forma de como as enfrentamos;  Tanto a ausência de frustração como o excesso são desaconselhados;
  • 32. OBSTÁCULOS INTERNOS E EXTERNOS;  Limitações provenientes de situações ambientais e pessoais;  Os meios de comunicação ajudam a criar frustrações na medida;  Os meios de comunicação ajudam a criar frustrações na medida;  Provém das limitações estritamente pessoais(reprovação num vestibular, perda de emprego etc.)  Provocam sentimentos de inadequação e inferioridade;  Podem ser provocadas por: Demora, Entrave e por Conflitos: Por Demora: quando o objetivo poderá ser atingido, decorrido por determinado tempo; Por Entrave: decorre de características pessoais de ordem física, intelectual ou psíquica, situações sociais (leis, regulamentos, normas sociais etc.)
  • 33. ALGUMAS CARACTERÍSTICAS DA FRUSTRAÇÃO:  Inquietação  Agressão (quanto mais frustado, mais agressivo..)  A estereotipia(outra possível causa da frustração), movimento fixo e repetitivos (chupar o dedo, coçar a cabeça, roer a unha).  Outros exibem a regressão, comportamento mais primitivo.
  • 34. uma característica biológica do ser humano, que antecede momentos de perigo real ou imaginário, marcada por sensações corporais desagradáveis, tais como uma sensação de vazio no estômago, coração batendo rápido, medo intenso, aperto no tórax, transpiração, e outras alterações associadas à disfunção do sistema nervoso autônomo.
  • 35. • Unhas roídas, característica de ansiedade Ter ansiedade ou sofrer desse mal faz com que a pessoa perca uma boa parte da sua auto-estima, ou seja, ela deixa de fazer certas coisas porque se julga ser incapaz de realizá-las. Dessa forma, o termo ansiedade está de certa forma ligado à palavra medo, sendo assim a pessoa passa a ter medo de errar quando da realização de diferentes tarefas, sem mesmo chegar a tentar.
  • 36. A ansiedade em níveis muito altos, ou quando apresentada com a timidez ou depressão, impede que a pessoa desenvolva seu potencial intelectual. MANIFESTAÇÕES  As pessoas ansiosas têm um vasto número de sintomas. Muitos resultam de um aumento da estimulação do sistema nervoso vegetativo ou autônomo, que controla o reflexo ataque-fuga. Outros são somatizações.  Cerca da metade das pessoas com ansiedade sofrem principalmente de sintomas físicos, normalmente localizados nos intestinos e no peito.
  • 37. FADIGA – INSONIA - FALTA DE AR OU SENSAÇÃO DE SUFOCO - PICADAS NAS MÃOS E NOS PÉS - CONFUSÃO-INSTABILIDADE OU SENSAÇÃO DE DESMAIO - DIFICULDADE EM ENGOLIR - SENSAÇÃO DE TER UM "NÓ" NA GARGANTA - DIFICULDADES PARA RELAXAR - DIFICULDADES PARA DORMIR - LEVE TONTURA - VÔMITOS INCONTROLÁVEIS - SENSAÇÃO DE IMPOTÊNCIA
  • 38. • O tratamento é feito com psicoterapia e medicamentos, dentre os quais ansiolíticos e antidepressivos . O tratamento é iniciado com ansiolíticos como, por exemplo, os bensodiazepínicos. Logo após a estabilização do paciente, o médico pode prescrever um antidepressivo para o controle da ansiedade. Outra classe de medicamentos também utilizada são a dos beta-bloqueadores. É sempre importante que o paciente consulte um médico, pois esses medicamentos são normalmente controlados.
  • 40. O QUE SÃO MECANISMOS DE DEFESA?  Mecanismo de defesa é uma denominação dada por Freud para as manifestações do Ego diante das exigências das outras instâncias psíquicas (Id e Superego), mas a psicanálise freudiana não é a única teoria a se utilizar desse conceito. Outras vertentes da psicologia também se utilizam dessa denominação.  São determinados pela forma como se dá a organização do ego: quando bem organizado, tende a ter reações mais conscientes e racionais.  São divididos em dois grupos: Mecanismos de defesa bem-sucedidos e aqueles ineficazes. Os bem-sucedidos são aqueles que conseguem diminuir a ansiedade diante de algo que é perigoso. Os ineficazes são aqueles que não conseguem diminuir a ansiedade e acabam por constituir um ciclo de repetições.
  • 41. QUAIS SÃO OS MECANISMOS DE DEFESA? Existem pelo menos quinze tipos de mecanismos de defesa conhecidos e explicados pelas teorias da psicologia. Entre eles, podemos citar: compensação, expiação, fantasia, formação reativa, identificação, isolamento, negação, projeção e regressão. Cada mecanismo de defesa tem uma forma específica de funcionamento, vamos conhecer alguns deles brevemente: Esse mecanismo de defesa tem por característica a tentativa do indivíduo de equilibrar suas qualidades e deficiências, por exemplo, uma pessoa que não tem boas notas e se consola por ser bonita. COMPENSAÇÃO
  • 44. É O RAMO DA PSICOLOGIA QUE SE OCUPA DOS FENÔMENOS PSICO-PATOLÓGICOS E DA SUA PERSONALIDADE DESAJUSTADA
  • 45.  Neuroses e psicoses se enquadram nesse conceito;  Não surgem e nem desaparecem de um momento para o outro;  Qualquer um de nós pode sofrer colapso de defesas e ceder à tensão;  Exemplos: Estupro; Perca de um filho em uma catástrofe.  Podem não resistir à tensão e sofrer um desequilíbrio;  Podem desaparecer por completo ou durar por muito tempo.
  • 46.  Três circunstâncias que podem provocá-las: as guerras, as catásytrofes civis e os ambientes de tensão crônica.  Podem causar diversas reações: REAÇÕES TRAUMÁTICAS AO COMBATE  Excessiva fadiga, a permanente ameaça de morte, a distancia dos pais  Sintomas mais frequentes: desânimo, distração, supersensibilidade, perturbações do sono, temores e fobias.
  • 47. REAÇÕES A CATÁSTROFES CIVIS  Ocorrem em acidentes automobilísticos, quedas de avião, explosões, etc.  Pode constituir uma situação traumática;  Principai sintomas:estado de choque, ansiedade, tensão muscular, irritabilidade, etc.
  • 48. REAÇÕES À TENSÃO CRÔNICA DE SITUAÇÃO  Existe quando o individuo permanece por longo tempo num ambiente em que se sente inseguro, insatisfeito, hostilizado, ameaçado, inadequado.  EXEMPLOS: o marido que não se sente bem com seu casamento, o funcionário que odeia seu trabalho, etc.
  • 49. NEUROSES  Características de um neurótico: - mostra perturbações cognitivas e emocionais menos severas; - raramente deixa de estar voltado ao seu ambiente; - continua mais ou menos em contato com a realidade; - tem alguma compreensão da natureza do seu comportamento;
  • 50. NEUROSES  Sendo a neurose um fenômeno da vida humana o individuo pode apresentar diversas reações: REAÇÃO DE ANSIEDADE  O paciente é tomado por sentimentos generalizados e persistentes de intensa angustia sem causa objetiva;  Pode ser considerado um fracasso parcial de defesas do individuo;  Sintomas somáticos: palpitação do coração, tremores, falta de ar, suor, náuseas.
  • 51. REAÇÃO FÓBICA  Medo, medo patológico;  Medo excessivo e infundado, específico e anormal em relãção a algum objeto,condição ou situação Exemplos de fobias: # Abissofobia - medo de abismos, precipícios. # Ablepsifobia - medo de ficar cego # Ablutofobia - medo de tomar banho. # Acarofobia - medo de ter a pele infestada por pequenos organismos (ácaros). # Batofobia - medo de profundidade # Botanofobia - medo de plantas # Cacorrafiofobia - medo de fracasso ou falhar # Caetofobia - medo de pêlos # Cainofobia ou cainotofobia - medo de novidades # Demonofobia - medo de demônios
  • 52. REAÇÃO OBSESSIVO-COMPULSIVA  A obsessão é uma ideia que constantemente se infiltra nos pensamentos de uma pessoa ;  A compulsão é um ato que se introduz no comportamento.
  • 53. PSICOSES  Comportamentos: - mostra perturbações cognitivas e emocionais muito graves; - pode sofrer alucinações e delírios; - tende a perdera compreensão de seu comportamento; - pode estar completamente desorientado em seu ambiente; - geralmente perde o contato com a realidade.
  • 54. PSICOSES  A psicose é uma forma extrema de desorganização da personalidade  “ A psicose é uma grave alteração da função psicológica com deficiência na faculdade do indivíduo para distinguir, avaliar e apreciar a realidade.”(FRAZIER E CARR,1997, p. 143) PSICOSE NEUROSE A PERTURBAÇÃO É INSUFUICIENTE PARA ALTERAR HOSTENSIVAMENTE O FUNCIONAMENTO DA PERSONALIDADE A PRÓPRIA PERSONALIDADE É AFETADA, DE MANEIRA MANIFESTA, MAIS OU MENOS, PROFUNDAMENTE.
  • 55. PSICOSES, SUAS CATEGORIAS  Grave;  A perturbação principal se reflete numa alteração do juízo e dos processos de pensamento; SIMPLES ESQUIZOFRENIA PSICOSES PSICOGÊNICAS OU FUNCIONAIS EPATIA EMOCIONAL;CARÊNCI A DE AMBIÇÕES;DESORGAN IZAÇÃO GERAL DA PERSONALIDADE;PER DA GRADUAL DE INTERESSE NA VIDA HEBEFRÊNICA AÇÕES E LINGUAGEM CAÓTICA;ENSAMEN TO DESORGANIZADO; DESORGANIZAÇÃO DO SENTIMENTO
  • 56. PSICOSES, SUAS CATEGORIAS PANÓIDE CATATÔNICA COMPORTAMANTO INATIVO;O PACIENTE PODE ADOTAR POSIÇÕES CORPORAIS FIXAS POR LONGOS PERIÓDOS DE TEMPO; NOTÁVEIS DELÍRIOS DE PERSEGUIÇÃO OU DE GRANDEZA; PANOIA PSICOSE FORMADA POR ILUSÕES FIXAS; É PSIGOSO PARA A SOCIEDADE;É AGRESSIVO
  • 57. PSICOPATIA O termo psicopata se aplica aos indivíduos habitualmente antissocial; Se mostram sempre inquietos. Traços mais significativos: notável inteligência, inexistência de alucinações, ausência de manifestações neuróticas, falta de confiança,etc.
  • 58. PSICOSES ORGÂNICAS DEMÊNCIA SENIL Não está vinculada a nenhuma idade determinada; Inicia em alguns aos 40 ou 50 anos, em outros aos 80; Sintoma principal: diminuição da capacidade de fixação, desorientação em sua própria casa, etc.
  • 59. PSICOSES ORGÂNICAS PSICOSE ALCOÓLICA Uso excessivo de entorpecentes. ANTERIOSCLEROSE CEREBRAL  Semelhante à demência; Tratamento psíquico com habilidade é muito necessário.
  • 60. PSICOTERAPIA  “Terapia é o nome dado para qualquer tentativa de uma moléstia ou perturbação...” (MORGAN,1997, p.274)  “Psicoterapia é o conjunto de técnicas de tratamento de perturbações de caráter psicológico, como a psicanálise (Freud), a lerning therapy (comportamentistas), a reflexologia (pavloriana)” (DORIN,1972, p. 274)
  • 61. ENFOQUES PRINCIPAIS TERAPIA PSICANALISTA FREUDIANA  Josef Breuer - O tratamento de falar – hipnose – verbalizar o emocional.(Técnica de ‘catarse’). A terapia freudiana é baseada em duas pressuposições: - Todo acontecimento mental tem uma causa;os pensamentos e sentimentos não ocorrem “por nenhuma razão’ - A maior parte da vida mental é antes inconsciente do que consciente
  • 62. ENFOQUES PRINCIPAIS TERAPIA MÉDICA  Uso de medicamentos;  Somente por psiquiatras. TERAPIA OCUPACIONAL  Objetivo: liberar a pessoa do ambiente em que vive, reativando e reequilibrando suas atividades. TERAPIA EM GRUPO  Reuni um grupo de pacientes para que conversem entre si, sob a orientação de um terapeuta.