Vida Adulta Intermediária 
Desenvolvimento Psicossocial 
Curso Superior de Licenciatura em Ciências da Natureza com habilitação em Química 
Instituto Federal de Santa Catarina – Campus São José 
Disciplina de Desenvolvimento Humano e Aprendizagem 
Professor Doutor Alexandro Andrade 
Graduando Murilo Augusto Galdino de Souza
Quarenta anos é a velhice dos jovens; cinquenta anos é a juventude dos 
velhos. (Victor Hugo)
A palavra convence, 
O exemplo arrasta. 
11 anos: 
Refugiada de Guerra, fugida 
da Tchecoslováquia 
Adolescência: 
De uma posição confortável 
como filha de um diplomata 
à bolsista em uma escola 
particular em Denver 
Casou-se com um dos 
jornalistas mais importantes 
dos Estados Unidos 
Após uma década alcançou os 
status de: 
• Professora em 
Georgetown(até hoje) 
• Embaixadora das Nações 
Unidas 
• Departamento de Estado 
(ultima reinvenção drástica) 
A Reinvenção não parou por aí, 
visto que nem seu divórcio a 
abalou. Com 45 anos ainda 
ansiava por uma nova vida. 
Mãe de 3 filhas e esposa 
dedicada, buscou ainda 
mais alcançando seu Ph.D.
Abordagem da ciência do desenvolvimento 
Subjetivo 
 As pessoas constroem ativamente a 
percepção de si, e da estrutura de 
suas vidas. 
 Promovem a construção de um 
script de suas vidas, planejando 
assim alcançar seus objetivos de 
vida. 
 Como as pessoas descrevem a si 
própria. 
Objetivo 
 Analise das trajetórias e caminhos 
tomados, notando assim as 
evoluções conquistadas.
Fatores determinantes 
para alteração do 
curso de vida 
 Gênero 
o Identidade de Gênero; 
o Orientação sexual; 
o Sexo; 
o Papel sexual. 
 Capital; 
o Cultural; 
o Financeiro; 
o Social; 
o Intelectual. 
 Geração; 
 Etnia. 
Madeleine Albright teve uma carreira de 
sucesso, bem como sua vida. Mas não 
podemos afirmar que tudo em sua vida deu 
absolutamente certo. Embora possamos dizer 
que tiveram Fatores que determinaram seu 
sucesso.
Consciência da morte 
A meia idade já foi considerada estável. 
Com o aumento da expectativa de vida, e 
a diferenciação dos prazos para os 
eventos sociais veio o estranhamento aos 
sinais de mortalidade. O termo “meia 
idade” vem da consciência da 
mortalidade. 
Esses sinais de mortalidade vêm sendo o 
maior indicador para a meia idade, bem 
como determinante para identificação dos 
termos abordados pelos Teóricos clássicos 
a seguir:
Teóricos Clássicos 
Carl G. Jung 
 Individualização – A emergência do 
EU verdadeiro*. 
 Considere a igualdade entre os 
sexos. Visto que socialmente temos 
papéis diferentes, acaba por existir 
uma falta daquilo que lhe é 
negligenciado. 
 Essa passagem ao antes fora 
relaxado é abordada como 
“Transcendência”. 
Erik Erikson 
 Oposto ao Carl G. Jung, Erikson trás 
a ideia de que o comportamento é 
exteriorizar na meia idade. 
 Generatividade – Com a morte mais 
evidente, desperta-se uma vontade 
de participar de uma outra geração 
para que uma parte de si se torne 
eterna. 
 Biológica, Parental, Técnica, 
Cultural 
 (Kotre) Comunitária, Atuante.
Teóricos Clássicos 
(O legado de Jung e Erikson) 
George Vaillant Daniel Levinson 
 Analisa a releitura de Jung feita 
por Neugarten, a qual denomina a 
introspecção feita nessa transição 
como interioridade, onde Levinson 
vê como “Crise”. 
 Chamada de amostragem. 
 Compartilha ideias com Levinson, 
de que é comum uma transição 
comportamental dos 30 aos 40: da 
luta ocupacional à reavaliação; e 
dos 40 aos 50: da reestruturação à 
suavização. 
 Atenuação do sexo na meia idade.
Cronologia dos Eventos Sociais 
O comportamento humano se altera 
devido a sua capacidade cognitiva. 
Mas sem convivência social não há 
objeto para seu cognitivo trabalhar. 
 Casamento; 
 Aposentadoria; 
 Filhos e Netos; 
 Trocar de carreira.
Existe crise da meia idade? 
 Por um lado é tido como um 
momento estressante devido as 
alterações no estilo de vida e 
mudanças na personalidade. 
“O tumulto é inevitável quando a 
pessoa luta com a necessidade de 
reestruturar sua vida.” Levinson D. 
 Já para Aldwin, Levenson, 
Heckhausen, Lachman e Bertrand o 
que chamamos de crise é algo 
relativamente incomum. Enquanto 
uma parcela da população está 
vivendo a crise, a outra está em 
seu pleno auge das suas 
capacidades.
Momentos decisivos 
60 
50 
40 
30 
20 
10 
0 
Figura 16.1 
Mulheres Homens 
Um ponto decisivo pode tornar-se uma 
crise dependendo das condições em que 
a pessoa vive, por exemplo, uma pessoa 
com neurose tende muito mais a ter uma 
crise de meia idade que uma pessoa 
resiliente. 
 Revisão da meia idade 
o Revisão introspectiva; 
(individualização por Jung) 
(interiorização para Levinson) 
o Reavaliação dos valores. 
 Formação da identidade – Não parou 
na adolescência.
Processo de identidade 
 Susan Kraus whitbourne vê a identidade como um processo. E o Modelo desse 
processo se dá com a razão entre assimilação e acomodação da identidade. 
 Ainda define a identidade como um esquema de organização por meio do qual 
as experiências são interpretadas. 
Assimilação de identidade 
Acomodação da identidade 
Estilo Acomodativo de ID < < Estilo assimilativo de ID
Identidade dos Gêneros 
 Basicamente determinada pelos 
papéis e compromissos sociais. 
 Determinadas pela expectativa 
exposta pela sociedade o 
individuo acaba se limitando ao 
que se espera de seu gênero. 
 Ao chegar na meia idade o 
individuo passa a considerar as 
ações como um todo. 
 Troca de Gêneros(Guttman) 
Rotuladas 
≠ 
Femininas 
Cuidadora) Gerais 
Rotuladas 
Como 
Masculinas 
(Pai Provedor) 
como 
(Mãe 
Identidade de Gêneros
Bem-estar Psicológico e Saude Mental Positiva 
 Percepção saudável de si mesmo- sensação subjetiva de bem estar 
 Passados os primeiros momentos da transição à meia idade, as emoções voltam a 
crescer 
Emoções 
negativas: 
Raiva, Medo, 
Ansiedade... 
Emoções 
Positivas, 
tais como 
alegria 
Emoções 
negativas: 
Raiva, Medo, 
Ansiedade... 
Emoções 
Positivas, tais 
como alegria
Bem-estar Psicológico e Saúde Mental Positiva 
 O alto índice de satisfação com a vida nos leva a conclusão de que a memória 
relativa a experiência ruim é facilmente esquecida, enquanto uma 
experiência boa é lembrada com maior facilidade. 
 Estudos do MIDUS Comprovam a relação da saúde mental com a saúde física.
Múltiplas Dimensões do Bem Estar 
(Carol Ryff, et al 1995) 
Relações 
Positiva 
com outros 
Auto 
aceitação 
Autonomia 
Habilidades e 
Competência 
Objetivo 
de vida 
Crescimento 
Pessoal 
Auto aceitação 
Pontuações mais altas: 
atitude positiva em 
relação a si mesmo, e 
reconhecimento dos 
seus defeitos. 
Ainda considera um 
histórico de vida 
positivo. 
Pontuações mais 
baixas: insatisfação 
consigo mesmo, 
constantes memórias 
ruins, DESEJO DE SER 
DIFERENTE.
Múltiplas Dimensões do Bem Estar 
(Carol Ryff, et al 1995) 
Relações 
Positiva 
com outros 
Auto 
aceitação 
Autonomia 
Habilidades e 
Competência 
Objetivo 
de vida 
Crescimento 
Pessoal 
Autonomia 
Pontuações mais 
altas: 
Determinado, 
independente, e 
resistente às 
pressões sociais. 
Pontuações mais 
baixas: preocupa-se 
com avaliação 
de outrem, 
necessita de 
aprovação.
Múltiplas Dimensões do Bem Estar 
(Carol Ryff, et al 1995) 
Relações 
Positiva 
com outros 
Auto 
aceitação 
Autonomia 
Habilidades e 
Competência 
Objetivo 
de vida 
Crescimento 
Pessoal 
Habilidades e Competência 
Pontuações mais 
altas: Domínio do 
contexto. É capaz de 
gerenciar o seu 
entorno. 
Pontuações mais 
baixas: sente 
dificuldade em 
organizar-se, sem 
senso de controle 
sobre o mundo 
externo.
Múltiplas Dimensões do Bem Estar 
(Carol Ryff, et al 1995) 
Relações 
Positiva 
com outros 
Auto 
aceitação 
Autonomia 
Habilidades e 
Competencia 
Objetivo 
de vida 
Crescimento 
Pessoal 
Objetivo de Vida 
Pontuações mais altas: 
Destaca-se por um 
sentido de orientação, 
direcionando sua vida, 
assim facilitando o 
crescimento pessoal. 
Pontuações mais 
baixas: Sem 
perspectivas ou 
crenças, falta-lhe um 
objetivo.
Múltiplas Dimensões do Bem Estar 
(Carol Ryff, et al 1995) 
Relações 
Positiva 
com outros 
Auto 
aceitação 
Autonomia 
Habilidades e 
Competencia 
Objetivo 
de vida 
Crescimento 
Pessoal 
Crescimento pessoal 
Pontuações mais altas: 
Tem um senso de 
desenvolvimento 
continuo, se vê sempre 
em crescimento, busca 
a mudança. 
Pontuações mais baixas: 
Sem a 
capacidade/sentimento 
de melhora, sente-se 
estagnado.
Múltiplas Dimensões do Bem Estar 
(Carol Ryff, et al 1995) 
Relações 
Positiva 
com outros 
Auto 
aceitação 
Autonomia 
Habilidades e 
Competencia 
Objetivo 
de vida 
Crescimento 
Pessoal 
Relação interpessoal 
Pontuações mais altas: 
Possui uma grande 
capacidade de 
interagir, passa 
confiança e entende 
que a relação é uma 
via de mão dupla 
Pontuações mais 
baixas: Sente-se 
incapaz de criar laços 
de relacionamentos 
duradouros, isola-se e 
é frustrado em 
relacionamentos.
Múltiplas Dimensões do Bem Estar 
(Carol Ryff, et al 1995) 
Relações 
Positiva 
com outros 
Auto 
aceitação 
Autonomia 
Habilidades e 
Competencia 
Objetivo 
de vida 
Crescimento 
Pessoal 
Conclusão? 
• O conservadorismo étnico 
trás todos esses fatores 
para os imigrantes 
hispânicos e asiáticos com 
menos de duas gerações no 
ambiente diferenciado.
Bem estar Social 
(Keyes & Shapiro, 2004) 
Conclusão? 
• O conservadorismo étnico 
trás todos esses fatores 
para os imigrantes 
hispânicos e asiáticos com 
menos de duas gerações no 
ambiente diferenciado. 
Realização 
Social 
Crença no potencial 
da sociedade para 
evoluir na direção 
positiva 
Coerência 
social 
Ver o mundo como 
inteligível, lógico e 
previsível. 
Integração 
social 
Sentir-se parte de 
uma comunidade de 
apoio 
Aceitação 
Social 
Ter atitudes positivas, 
de aceitação em 
relação as outras 
pessoas 
Contribuição 
sociais. 
Acreditar que cada um 
tem algo valioso a 
contribuir para com a 
sociedade.
Relacionamentos, Gênero e Qualidade 
de Vida! 
 Teorias do contato social 
o Escudo Social; 
o Seletividade socioemocional. (informação, consciência e prazer) 
 Relacionamento & Saúde 
o Estado Civil e Bem estar; 
o Satisfação Conjugal (concubinato).
Divórcio na Meia idade 
 Construção e Divisão do Patrimônio Conjugal. 
 A revisão introspectiva a dois 
 Motivo? 
Educação, hábitos, promessa 
devido à pressão social.
Relacionamento Homoafetivo na 
meia idade 
 Crescimento e a consequente comparação com 
doença mental. 
 Conflito nas amizades e no ambiente familiar. 
 Um individuo Homossexual tem maior 
probabilidade de procurar ajuda em amizades 
do que em familiares.
Filhos e reflexos no desenvolvimento dos 
Pais 
 Crise de identidade & Troca de gênero ~ Crise da meia idade 
o Física; 
o Emocional; 
o Social. 
 A criação da identidade é uma “reação natural” onde os reagentes são 
tumultos e rebeliões, e o produto é um ego com um certo poder sobre 
alguém. Muito necessário na idade adolescente para instigar o crescimento a 
uma vida adulta de sucesso. 
“Uma tarefa importante para os pais é aceitar seus filhos maduros como eles 
são, não como esperavam que eles fossem.”
Filhos e reflexos no desenvolvimento dos 
Pais 
 Traumas no ninho: 
o Ninho vazio – Sensações de abandono e perda por ver seu ultimo filho partir, já 
mulheres como Madeleine Albright podem ver essa situação como libertadora. (vide 
casamento prolongado, e segunda lua-de-mel) 
o Ninho atravancado – A demora de um filho sair de casa pode trazer o mesmo 
estresse, se não for um estresse ainda maior se levantada a hipótese de 
solidariedade familiar. O sucesso de um filho pode ser a satisfação e bem estar 
para um pai durante o restante da sua vida.
Meia idade na posição de filho 
 Contato e Apoio Mutuo; 
o Maturidade filial 
o Crise filial 
 Tornar-se um Cuidador de Pais idosos; 
 Tensões provocadas pelo cuidar; 
o Esgotamento do cuidador 
o Geração sanduíche
Entrada no Status de Avós 
 Papel dos Avós 
 Os avós depois do divórcio e do novo casamento dos filhos 
 Criar netos

Vida adulta intermediária

  • 1.
    Vida Adulta Intermediária Desenvolvimento Psicossocial Curso Superior de Licenciatura em Ciências da Natureza com habilitação em Química Instituto Federal de Santa Catarina – Campus São José Disciplina de Desenvolvimento Humano e Aprendizagem Professor Doutor Alexandro Andrade Graduando Murilo Augusto Galdino de Souza
  • 2.
    Quarenta anos éa velhice dos jovens; cinquenta anos é a juventude dos velhos. (Victor Hugo)
  • 3.
    A palavra convence, O exemplo arrasta. 11 anos: Refugiada de Guerra, fugida da Tchecoslováquia Adolescência: De uma posição confortável como filha de um diplomata à bolsista em uma escola particular em Denver Casou-se com um dos jornalistas mais importantes dos Estados Unidos Após uma década alcançou os status de: • Professora em Georgetown(até hoje) • Embaixadora das Nações Unidas • Departamento de Estado (ultima reinvenção drástica) A Reinvenção não parou por aí, visto que nem seu divórcio a abalou. Com 45 anos ainda ansiava por uma nova vida. Mãe de 3 filhas e esposa dedicada, buscou ainda mais alcançando seu Ph.D.
  • 4.
    Abordagem da ciênciado desenvolvimento Subjetivo  As pessoas constroem ativamente a percepção de si, e da estrutura de suas vidas.  Promovem a construção de um script de suas vidas, planejando assim alcançar seus objetivos de vida.  Como as pessoas descrevem a si própria. Objetivo  Analise das trajetórias e caminhos tomados, notando assim as evoluções conquistadas.
  • 5.
    Fatores determinantes paraalteração do curso de vida  Gênero o Identidade de Gênero; o Orientação sexual; o Sexo; o Papel sexual.  Capital; o Cultural; o Financeiro; o Social; o Intelectual.  Geração;  Etnia. Madeleine Albright teve uma carreira de sucesso, bem como sua vida. Mas não podemos afirmar que tudo em sua vida deu absolutamente certo. Embora possamos dizer que tiveram Fatores que determinaram seu sucesso.
  • 6.
    Consciência da morte A meia idade já foi considerada estável. Com o aumento da expectativa de vida, e a diferenciação dos prazos para os eventos sociais veio o estranhamento aos sinais de mortalidade. O termo “meia idade” vem da consciência da mortalidade. Esses sinais de mortalidade vêm sendo o maior indicador para a meia idade, bem como determinante para identificação dos termos abordados pelos Teóricos clássicos a seguir:
  • 7.
    Teóricos Clássicos CarlG. Jung  Individualização – A emergência do EU verdadeiro*.  Considere a igualdade entre os sexos. Visto que socialmente temos papéis diferentes, acaba por existir uma falta daquilo que lhe é negligenciado.  Essa passagem ao antes fora relaxado é abordada como “Transcendência”. Erik Erikson  Oposto ao Carl G. Jung, Erikson trás a ideia de que o comportamento é exteriorizar na meia idade.  Generatividade – Com a morte mais evidente, desperta-se uma vontade de participar de uma outra geração para que uma parte de si se torne eterna.  Biológica, Parental, Técnica, Cultural  (Kotre) Comunitária, Atuante.
  • 8.
    Teóricos Clássicos (Olegado de Jung e Erikson) George Vaillant Daniel Levinson  Analisa a releitura de Jung feita por Neugarten, a qual denomina a introspecção feita nessa transição como interioridade, onde Levinson vê como “Crise”.  Chamada de amostragem.  Compartilha ideias com Levinson, de que é comum uma transição comportamental dos 30 aos 40: da luta ocupacional à reavaliação; e dos 40 aos 50: da reestruturação à suavização.  Atenuação do sexo na meia idade.
  • 9.
    Cronologia dos EventosSociais O comportamento humano se altera devido a sua capacidade cognitiva. Mas sem convivência social não há objeto para seu cognitivo trabalhar.  Casamento;  Aposentadoria;  Filhos e Netos;  Trocar de carreira.
  • 10.
    Existe crise dameia idade?  Por um lado é tido como um momento estressante devido as alterações no estilo de vida e mudanças na personalidade. “O tumulto é inevitável quando a pessoa luta com a necessidade de reestruturar sua vida.” Levinson D.  Já para Aldwin, Levenson, Heckhausen, Lachman e Bertrand o que chamamos de crise é algo relativamente incomum. Enquanto uma parcela da população está vivendo a crise, a outra está em seu pleno auge das suas capacidades.
  • 11.
    Momentos decisivos 60 50 40 30 20 10 0 Figura 16.1 Mulheres Homens Um ponto decisivo pode tornar-se uma crise dependendo das condições em que a pessoa vive, por exemplo, uma pessoa com neurose tende muito mais a ter uma crise de meia idade que uma pessoa resiliente.  Revisão da meia idade o Revisão introspectiva; (individualização por Jung) (interiorização para Levinson) o Reavaliação dos valores.  Formação da identidade – Não parou na adolescência.
  • 12.
    Processo de identidade  Susan Kraus whitbourne vê a identidade como um processo. E o Modelo desse processo se dá com a razão entre assimilação e acomodação da identidade.  Ainda define a identidade como um esquema de organização por meio do qual as experiências são interpretadas. Assimilação de identidade Acomodação da identidade Estilo Acomodativo de ID < < Estilo assimilativo de ID
  • 13.
    Identidade dos Gêneros  Basicamente determinada pelos papéis e compromissos sociais.  Determinadas pela expectativa exposta pela sociedade o individuo acaba se limitando ao que se espera de seu gênero.  Ao chegar na meia idade o individuo passa a considerar as ações como um todo.  Troca de Gêneros(Guttman) Rotuladas ≠ Femininas Cuidadora) Gerais Rotuladas Como Masculinas (Pai Provedor) como (Mãe Identidade de Gêneros
  • 14.
    Bem-estar Psicológico eSaude Mental Positiva  Percepção saudável de si mesmo- sensação subjetiva de bem estar  Passados os primeiros momentos da transição à meia idade, as emoções voltam a crescer Emoções negativas: Raiva, Medo, Ansiedade... Emoções Positivas, tais como alegria Emoções negativas: Raiva, Medo, Ansiedade... Emoções Positivas, tais como alegria
  • 15.
    Bem-estar Psicológico eSaúde Mental Positiva  O alto índice de satisfação com a vida nos leva a conclusão de que a memória relativa a experiência ruim é facilmente esquecida, enquanto uma experiência boa é lembrada com maior facilidade.  Estudos do MIDUS Comprovam a relação da saúde mental com a saúde física.
  • 16.
    Múltiplas Dimensões doBem Estar (Carol Ryff, et al 1995) Relações Positiva com outros Auto aceitação Autonomia Habilidades e Competência Objetivo de vida Crescimento Pessoal Auto aceitação Pontuações mais altas: atitude positiva em relação a si mesmo, e reconhecimento dos seus defeitos. Ainda considera um histórico de vida positivo. Pontuações mais baixas: insatisfação consigo mesmo, constantes memórias ruins, DESEJO DE SER DIFERENTE.
  • 17.
    Múltiplas Dimensões doBem Estar (Carol Ryff, et al 1995) Relações Positiva com outros Auto aceitação Autonomia Habilidades e Competência Objetivo de vida Crescimento Pessoal Autonomia Pontuações mais altas: Determinado, independente, e resistente às pressões sociais. Pontuações mais baixas: preocupa-se com avaliação de outrem, necessita de aprovação.
  • 18.
    Múltiplas Dimensões doBem Estar (Carol Ryff, et al 1995) Relações Positiva com outros Auto aceitação Autonomia Habilidades e Competência Objetivo de vida Crescimento Pessoal Habilidades e Competência Pontuações mais altas: Domínio do contexto. É capaz de gerenciar o seu entorno. Pontuações mais baixas: sente dificuldade em organizar-se, sem senso de controle sobre o mundo externo.
  • 19.
    Múltiplas Dimensões doBem Estar (Carol Ryff, et al 1995) Relações Positiva com outros Auto aceitação Autonomia Habilidades e Competencia Objetivo de vida Crescimento Pessoal Objetivo de Vida Pontuações mais altas: Destaca-se por um sentido de orientação, direcionando sua vida, assim facilitando o crescimento pessoal. Pontuações mais baixas: Sem perspectivas ou crenças, falta-lhe um objetivo.
  • 20.
    Múltiplas Dimensões doBem Estar (Carol Ryff, et al 1995) Relações Positiva com outros Auto aceitação Autonomia Habilidades e Competencia Objetivo de vida Crescimento Pessoal Crescimento pessoal Pontuações mais altas: Tem um senso de desenvolvimento continuo, se vê sempre em crescimento, busca a mudança. Pontuações mais baixas: Sem a capacidade/sentimento de melhora, sente-se estagnado.
  • 21.
    Múltiplas Dimensões doBem Estar (Carol Ryff, et al 1995) Relações Positiva com outros Auto aceitação Autonomia Habilidades e Competencia Objetivo de vida Crescimento Pessoal Relação interpessoal Pontuações mais altas: Possui uma grande capacidade de interagir, passa confiança e entende que a relação é uma via de mão dupla Pontuações mais baixas: Sente-se incapaz de criar laços de relacionamentos duradouros, isola-se e é frustrado em relacionamentos.
  • 22.
    Múltiplas Dimensões doBem Estar (Carol Ryff, et al 1995) Relações Positiva com outros Auto aceitação Autonomia Habilidades e Competencia Objetivo de vida Crescimento Pessoal Conclusão? • O conservadorismo étnico trás todos esses fatores para os imigrantes hispânicos e asiáticos com menos de duas gerações no ambiente diferenciado.
  • 23.
    Bem estar Social (Keyes & Shapiro, 2004) Conclusão? • O conservadorismo étnico trás todos esses fatores para os imigrantes hispânicos e asiáticos com menos de duas gerações no ambiente diferenciado. Realização Social Crença no potencial da sociedade para evoluir na direção positiva Coerência social Ver o mundo como inteligível, lógico e previsível. Integração social Sentir-se parte de uma comunidade de apoio Aceitação Social Ter atitudes positivas, de aceitação em relação as outras pessoas Contribuição sociais. Acreditar que cada um tem algo valioso a contribuir para com a sociedade.
  • 24.
    Relacionamentos, Gênero eQualidade de Vida!  Teorias do contato social o Escudo Social; o Seletividade socioemocional. (informação, consciência e prazer)  Relacionamento & Saúde o Estado Civil e Bem estar; o Satisfação Conjugal (concubinato).
  • 25.
    Divórcio na Meiaidade  Construção e Divisão do Patrimônio Conjugal.  A revisão introspectiva a dois  Motivo? Educação, hábitos, promessa devido à pressão social.
  • 26.
    Relacionamento Homoafetivo na meia idade  Crescimento e a consequente comparação com doença mental.  Conflito nas amizades e no ambiente familiar.  Um individuo Homossexual tem maior probabilidade de procurar ajuda em amizades do que em familiares.
  • 27.
    Filhos e reflexosno desenvolvimento dos Pais  Crise de identidade & Troca de gênero ~ Crise da meia idade o Física; o Emocional; o Social.  A criação da identidade é uma “reação natural” onde os reagentes são tumultos e rebeliões, e o produto é um ego com um certo poder sobre alguém. Muito necessário na idade adolescente para instigar o crescimento a uma vida adulta de sucesso. “Uma tarefa importante para os pais é aceitar seus filhos maduros como eles são, não como esperavam que eles fossem.”
  • 28.
    Filhos e reflexosno desenvolvimento dos Pais  Traumas no ninho: o Ninho vazio – Sensações de abandono e perda por ver seu ultimo filho partir, já mulheres como Madeleine Albright podem ver essa situação como libertadora. (vide casamento prolongado, e segunda lua-de-mel) o Ninho atravancado – A demora de um filho sair de casa pode trazer o mesmo estresse, se não for um estresse ainda maior se levantada a hipótese de solidariedade familiar. O sucesso de um filho pode ser a satisfação e bem estar para um pai durante o restante da sua vida.
  • 29.
    Meia idade naposição de filho  Contato e Apoio Mutuo; o Maturidade filial o Crise filial  Tornar-se um Cuidador de Pais idosos;  Tensões provocadas pelo cuidar; o Esgotamento do cuidador o Geração sanduíche
  • 30.
    Entrada no Statusde Avós  Papel dos Avós  Os avós depois do divórcio e do novo casamento dos filhos  Criar netos