O documento discute as terapias alvo em pediatria, destacando três pontos: 1) as terapias alvo afetam vias de sinalização específicas de células tumorais, causando menos efeitos colaterais que a quimioterapia convencional; 2) exemplos de terapias alvo incluem anticorpos monoclonais, inibidores de tirosina quinase e medicamentos que inibem fatores de crescimento; 3) ensaios clínicos em crianças estão avaliando o potencial das terapias