Síndrome do
Manguito
Rotador
• Dr. OMAR MOHAMAD M. ABDALLAH
• ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA
• CIRURGIA DA COLUNA VERTEBRAL
• CIRURGIA MINIMAMENTE INVASIVA DA COLUNA VERTEBRAL
• www.dromarcoluna.com.br
• DR OMAR MOHAMAD M. ABDALLAH
• ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA
• CIRURGIA DA COLUNA VERTEBRAL
• CIRURGIA MINIMAMENTE INVASIVA DA COLUNA VERTEBRAL
• MEMBRO DA SOC. BRAS. DE ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA
• MEMBRO DA SOC. BRAS. DE COLUNA – SBC
• MEMBRO DA AOSPINE
• dr_omar_coluna
• www.dromarcoluna.com.br
Temas
• Anatomia
• Exame Físico
• Biomecânica
• Síndrome do Manguito Rotador
ANATOMIA
• O ombro é a articulação de maior
mobilidade do corpo humano e, como
consequência, uma das mais
vulneráveis.
• Diartrose
Anatomia – Biomecânica
• M.deltoide
• Ação: Abdução do braço, auxilia nos movimentos de flexão,
extensão, rotação lateral e medial, flexão e extensão
horizontal do braço.
• Estabilização da articulação do ombro
• M. Supra –Espinhal
• Ação: Abdução do braço
• M. Infra –Espinhal
• Ação: Rotação lateral do braço
• M. Redondo Menor
• Ação: Rotação lateral e adução do braço
• medial, adução e extensão da articulação do ombro
• M. Subscápular
• Ação: Rotação medial e adução do braço
• M. Redondo Maior
• Ação: Rotação
Anatomia - Biomecânica
• Estabilidade é assegurada pelos ligamentos, cápsula e músculos.
• Labrum
• Lig. Glenoumeral
• Lig. Coracoacromial Passivos
• Lig. Coracoumeral
• Manguito Rotador
• Cabeça Longa do bíceps
• Deltoide Ativos
• Peitoral maior
• Trapézio
Anatomia
• O ombro possui uma amplitude quase global de
movimentação.
Anamnese
“Surda”, contínua ou não, com exacerbação noturna: lesão crônica do
manguito rotador
Aguda, latejante ou em “agulhada”: tendinites agudas, capsulite adesiva
DOR (tipo)
Insidiosa: doenças inflamatórias e degenerativas
Repentina: traumas, doenças inflamatória agudas, agravamento de quadro
prévio
DOR (início)
Inspeção
• – Atitude postural
• – Vestígios de lesões
traumáticas
• Edema
• Equimose
• – Deformidades
características
Sinal da Tecla
Sinal da Dragona
Sinal do Popeye
Testes especiais
• Teste do impacto de Neer
• MS em extensão e rotação neutra é elevado
passivamente e rapidamente no plano da
escápula, onde o tubéculo maior projeta-se
contra o acrômio, gerando dor caso haja
impacto.
Irritação da bolsa serosa e do tendão do
supra-espinhal.
Testes especiais
• Teste do impacto de Hawkins-Kennedy:
• MS em 90° de elevação, rotação neutra e
cotovelo a 90° é passivamente rodado para
dentro, onde o tubérculo maior é jogado
contra o lig. coracoacromial e o tubérculo
menor contra o processo coracóide, gerando
dor se houver impacto.
• Lesão do Supra Epinhal
• Bursite
Testes especiais
• Teste do impacto de Yokum
• O paciente coloca a mão sobre o
ombro oposto e procura fletir o braço,
elevando o cotovelo ativamente, nesse
teste o tubérculo maior desloca-se sob
o lig. coracoacromial e sob a articulação
acromioclavicular, gerando dor se
houver osteófitos nesta articulação.
Testes especiais
• Teste do supra-espinhal
• Elevação ativa do MS no plano da
escápula em extensão e rotação neutra
contra a resistência, pode apresentar dor,
diminuição de força ou incapacidade de
elevar o membro, indica desde tendinites
até roturas completas do tendão.
• Lesão do Supra espinhoso
Testes especiais
• Teste de Jobe
• Ombro em rotação interna, abdução de 45° e
cotovelos extendidos, faz-se uma elevação
contra a resistência, testa-se os 2 lados ao
mesmo tempo, também usado para avaliar o
tendão do supra espinhoso.
Testes especiais
• Teste do infra-espinhal
• MS ao lado do tórax e cotovelo a 90°, o paciente
faz rotação externa, sem mover o cotovelo, contra
a resistência, também pode apresentar dor
associada ou não a diminuição de força e indicar
tendinites, lesões parciais ou totais do tensão.
• Teste de Patte
• MS em abdução de 90°, cotovelo a 90° e o
paciente deve forçar a rotação externa contra a
resistência, também avalia o infra espinhal.
Testes especiais
• Teste de Gerber
• O paciente coloca o dorso da mão ao
nível de L5, e procura ativamente
afastar a mão das costas, rodando
internamente o ombro, a incapacidade
de afastar a mão sugere lesão tendínea
do subescapular.
Testes especiais
• Abdominal Press test
• O paciente coloca a mão no
abdome, mantendo o braço em
alinhamento no plano coronal, ao
forçar a mão contra o abdome, o
cotovelo irá se deslocar
posteriormente se houver lesão do
subescapular.
Testes especiais
• Teste da apreensão
• O examinador faz abdução, rotação externa e
extensão forçada do ombro do paciente e, ao
mesmo tempo pressiona a face posterior da
cabeça do úmero, se houver instabilidade
anterior, a sensação de luxação iminente gera
temor e apreensão do paciente.
• Instabilidade Gleno-umeral
Testes especiais
• Teste de Fukuda
• Testa instabilidade posterior, o examinador
faz adução e flexão do ombro, procurando
deslocar posteriormente a cabeça do úmero,
se houver instabilidade a cabeça resvala na
glenóide e subluxa.
Testes especiais
• Teste da gaveta
• O examinador coloca uma das mãos sobre a escápula e
clavícula do paciente e com a outra mão procura deslocar a
cabeça do úmero em sentido anterior e posterior,
comparando com o lado contra-lateral, se houver diferença
ou dor indica instabilidade ou frouxidão capsulo-ligamentar.
Testes especiais
• Teste do Sulco
• Ombro em posição neutra e cotovelo a 90°, o
examinador puxa o braço do paciente em
sentido caudal, o aparecimento de um sulco
de 1cm ou mais entre o acrômio e a cabeça do
úmero indica frouxidão capsulo-ligamentar.
Síndrome do Manguito Rotador
Compressão dos tendões do
MR no espaço subacromial.
Lesões totais 5-39% 
Degenerativo  Idosos
Lesões parciais 3-13% 
Jovens
Etiopatogenia
Neer
3 fases-
Impacto
I: Edema e hemorragia
• Pct típico; < 25 anos
• Surge de P. inflamatório e edema local
• Processo pode ser Reversível  TTO conservador
II: Fibrose e tendinite
• Pct típico: entre 25 a 40 anos
• Ocorre devido micro traumas de repetição
• Supra-espinhal, o CLB e a Bursa ficam espessado
• Clínica: dor recorrente com atividade
III: Ruptura dos tendões
• Pct: > 40 anos
• Caracterizado pela rotura do tendão
• Rotura do S. Espinhal na área crítica, podendo progredir
p/ outros tendões
• TTO cirúrgico
Etiopatogenia
Degeneração
Tendinosa
Fatores
Vasculares
Impacto
Subacromial
Trauma
Instabilidade
Gleno-umeral
Má formação
Fatores intrínsecos
• Força muscular :
 MR pode levar a uma elevação da cabeça umeral
Levando ao impacto.
• Uso excessivo:
 Movimentos repetitivos acima da cabeça.
 Ocorre fricção devido do espaço subacromial
gerado pelo processo inflamatório.
• Hipovascularização tendínea:
 Hipovascularização na inserção muscular devido
pressão continua entre a tubérculo maior e a porção
ântero - inferior do acrômio.
Fatores
Extrínsecos 
impacto
mecânico
Instabilidade glenoumeral:
Para compensar a
instabilidade ocorre um ajuste
na biomecânica muscular
durante o movimento sobre a
cabeça, levando a um
impacto.
Impacto subacromial :
Acrômio Bigliani  Tipo I:
reto; Tipo II: curvo; Tipo III:
ganchoso
Levando a uma degeneração
do MR causada pelo
impacto contra acrômio.
Tipos de Acrômio
Classificação de Bigliani
• I – RETO
• II – CURVO
• III – GANCHOSO
Clínica
A incapacidade funcional
do ombro para
atividades acima da
cabeça, indicando uma
lesão extensa no MR.
Dor no ombro com
irradiação para escapula
ou cotovelo
Piora noturna; podendo
irradiar para face dorsal
do braço;
Dor maior enquanto o
músculo está integro ou
com uma ruptura
parcial;
Quando há a ruptura
ocorre relaxamento das
fibras levando uma
redução do quadro
álgico
Crepitação:
Devido a ruptura da
bursa subacromial
Fase II e III de Neer
Exames complementares –
Imagem
• Rx
• Us
• Rmn – Padrão Ouro
Classificação
das Lesões
Classificação
• Quanto pior a
degeneração gordurosa,
pior o resultado da
Cirurgia! Irreversível a
degeneração gordurosa.
• Classifica – RMN -
SAGITAL!
Tratamento
Depende :
Estágio da lesão ;
Qualidade do tendão;
Extensão da lesão ;
Idade do paciente;
Atividade cotidiana;
Psiquismo .
Tratamento
Conservador
• Indicado nas lesões
parciais
• Medicação
• Retirar fatores de risco
• Fisioterapia
 Fortalecer /
Restabelecer a ADM
• Tratamento
EMINENTEMENTE
conservador.
TRATAMENTO
CIRÚRGICO
• Indicação:
• Imediata = Ruptura do manguito rotador
• Evita retração, degeneração, perda de ADM e
força, evita Artropatia do MR
• Acromioplastia:
• Objetivo = obter um acrômio tipo I
• Artroscopia de ombro – Ouro – Âncora
• Pontos:
• Transósseos no TM ( padrão-ouro )
• Mason-Allen
• São os mais fortes e melhores
Obrigado
• Perguntas ?

Síndrome do Manguito Rotador

  • 1.
    Síndrome do Manguito Rotador • Dr.OMAR MOHAMAD M. ABDALLAH • ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA • CIRURGIA DA COLUNA VERTEBRAL • CIRURGIA MINIMAMENTE INVASIVA DA COLUNA VERTEBRAL • www.dromarcoluna.com.br
  • 2.
    • DR OMARMOHAMAD M. ABDALLAH • ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA • CIRURGIA DA COLUNA VERTEBRAL • CIRURGIA MINIMAMENTE INVASIVA DA COLUNA VERTEBRAL • MEMBRO DA SOC. BRAS. DE ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA • MEMBRO DA SOC. BRAS. DE COLUNA – SBC • MEMBRO DA AOSPINE • dr_omar_coluna • www.dromarcoluna.com.br
  • 3.
    Temas • Anatomia • ExameFísico • Biomecânica • Síndrome do Manguito Rotador
  • 4.
    ANATOMIA • O ombroé a articulação de maior mobilidade do corpo humano e, como consequência, uma das mais vulneráveis. • Diartrose
  • 5.
    Anatomia – Biomecânica •M.deltoide • Ação: Abdução do braço, auxilia nos movimentos de flexão, extensão, rotação lateral e medial, flexão e extensão horizontal do braço. • Estabilização da articulação do ombro • M. Supra –Espinhal • Ação: Abdução do braço • M. Infra –Espinhal • Ação: Rotação lateral do braço • M. Redondo Menor • Ação: Rotação lateral e adução do braço • medial, adução e extensão da articulação do ombro • M. Subscápular • Ação: Rotação medial e adução do braço • M. Redondo Maior • Ação: Rotação
  • 6.
    Anatomia - Biomecânica •Estabilidade é assegurada pelos ligamentos, cápsula e músculos. • Labrum • Lig. Glenoumeral • Lig. Coracoacromial Passivos • Lig. Coracoumeral • Manguito Rotador • Cabeça Longa do bíceps • Deltoide Ativos • Peitoral maior • Trapézio
  • 7.
    Anatomia • O ombropossui uma amplitude quase global de movimentação.
  • 8.
    Anamnese “Surda”, contínua ounão, com exacerbação noturna: lesão crônica do manguito rotador Aguda, latejante ou em “agulhada”: tendinites agudas, capsulite adesiva DOR (tipo) Insidiosa: doenças inflamatórias e degenerativas Repentina: traumas, doenças inflamatória agudas, agravamento de quadro prévio DOR (início)
  • 9.
    Inspeção • – Atitudepostural • – Vestígios de lesões traumáticas • Edema • Equimose • – Deformidades características Sinal da Tecla Sinal da Dragona Sinal do Popeye
  • 10.
    Testes especiais • Testedo impacto de Neer • MS em extensão e rotação neutra é elevado passivamente e rapidamente no plano da escápula, onde o tubéculo maior projeta-se contra o acrômio, gerando dor caso haja impacto. Irritação da bolsa serosa e do tendão do supra-espinhal.
  • 11.
    Testes especiais • Testedo impacto de Hawkins-Kennedy: • MS em 90° de elevação, rotação neutra e cotovelo a 90° é passivamente rodado para dentro, onde o tubérculo maior é jogado contra o lig. coracoacromial e o tubérculo menor contra o processo coracóide, gerando dor se houver impacto. • Lesão do Supra Epinhal • Bursite
  • 12.
    Testes especiais • Testedo impacto de Yokum • O paciente coloca a mão sobre o ombro oposto e procura fletir o braço, elevando o cotovelo ativamente, nesse teste o tubérculo maior desloca-se sob o lig. coracoacromial e sob a articulação acromioclavicular, gerando dor se houver osteófitos nesta articulação.
  • 13.
    Testes especiais • Testedo supra-espinhal • Elevação ativa do MS no plano da escápula em extensão e rotação neutra contra a resistência, pode apresentar dor, diminuição de força ou incapacidade de elevar o membro, indica desde tendinites até roturas completas do tendão. • Lesão do Supra espinhoso
  • 14.
    Testes especiais • Testede Jobe • Ombro em rotação interna, abdução de 45° e cotovelos extendidos, faz-se uma elevação contra a resistência, testa-se os 2 lados ao mesmo tempo, também usado para avaliar o tendão do supra espinhoso.
  • 15.
    Testes especiais • Testedo infra-espinhal • MS ao lado do tórax e cotovelo a 90°, o paciente faz rotação externa, sem mover o cotovelo, contra a resistência, também pode apresentar dor associada ou não a diminuição de força e indicar tendinites, lesões parciais ou totais do tensão. • Teste de Patte • MS em abdução de 90°, cotovelo a 90° e o paciente deve forçar a rotação externa contra a resistência, também avalia o infra espinhal.
  • 16.
    Testes especiais • Testede Gerber • O paciente coloca o dorso da mão ao nível de L5, e procura ativamente afastar a mão das costas, rodando internamente o ombro, a incapacidade de afastar a mão sugere lesão tendínea do subescapular.
  • 17.
    Testes especiais • AbdominalPress test • O paciente coloca a mão no abdome, mantendo o braço em alinhamento no plano coronal, ao forçar a mão contra o abdome, o cotovelo irá se deslocar posteriormente se houver lesão do subescapular.
  • 18.
    Testes especiais • Testeda apreensão • O examinador faz abdução, rotação externa e extensão forçada do ombro do paciente e, ao mesmo tempo pressiona a face posterior da cabeça do úmero, se houver instabilidade anterior, a sensação de luxação iminente gera temor e apreensão do paciente. • Instabilidade Gleno-umeral
  • 19.
    Testes especiais • Testede Fukuda • Testa instabilidade posterior, o examinador faz adução e flexão do ombro, procurando deslocar posteriormente a cabeça do úmero, se houver instabilidade a cabeça resvala na glenóide e subluxa.
  • 20.
    Testes especiais • Testeda gaveta • O examinador coloca uma das mãos sobre a escápula e clavícula do paciente e com a outra mão procura deslocar a cabeça do úmero em sentido anterior e posterior, comparando com o lado contra-lateral, se houver diferença ou dor indica instabilidade ou frouxidão capsulo-ligamentar.
  • 21.
    Testes especiais • Testedo Sulco • Ombro em posição neutra e cotovelo a 90°, o examinador puxa o braço do paciente em sentido caudal, o aparecimento de um sulco de 1cm ou mais entre o acrômio e a cabeça do úmero indica frouxidão capsulo-ligamentar.
  • 22.
    Síndrome do ManguitoRotador Compressão dos tendões do MR no espaço subacromial. Lesões totais 5-39%  Degenerativo  Idosos Lesões parciais 3-13%  Jovens
  • 23.
    Etiopatogenia Neer 3 fases- Impacto I: Edemae hemorragia • Pct típico; < 25 anos • Surge de P. inflamatório e edema local • Processo pode ser Reversível  TTO conservador II: Fibrose e tendinite • Pct típico: entre 25 a 40 anos • Ocorre devido micro traumas de repetição • Supra-espinhal, o CLB e a Bursa ficam espessado • Clínica: dor recorrente com atividade III: Ruptura dos tendões • Pct: > 40 anos • Caracterizado pela rotura do tendão • Rotura do S. Espinhal na área crítica, podendo progredir p/ outros tendões • TTO cirúrgico
  • 24.
  • 25.
    Fatores intrínsecos • Forçamuscular :  MR pode levar a uma elevação da cabeça umeral Levando ao impacto. • Uso excessivo:  Movimentos repetitivos acima da cabeça.  Ocorre fricção devido do espaço subacromial gerado pelo processo inflamatório. • Hipovascularização tendínea:  Hipovascularização na inserção muscular devido pressão continua entre a tubérculo maior e a porção ântero - inferior do acrômio.
  • 26.
    Fatores Extrínsecos  impacto mecânico Instabilidade glenoumeral: Paracompensar a instabilidade ocorre um ajuste na biomecânica muscular durante o movimento sobre a cabeça, levando a um impacto. Impacto subacromial : Acrômio Bigliani  Tipo I: reto; Tipo II: curvo; Tipo III: ganchoso Levando a uma degeneração do MR causada pelo impacto contra acrômio.
  • 27.
    Tipos de Acrômio Classificaçãode Bigliani • I – RETO • II – CURVO • III – GANCHOSO
  • 28.
    Clínica A incapacidade funcional doombro para atividades acima da cabeça, indicando uma lesão extensa no MR. Dor no ombro com irradiação para escapula ou cotovelo Piora noturna; podendo irradiar para face dorsal do braço; Dor maior enquanto o músculo está integro ou com uma ruptura parcial; Quando há a ruptura ocorre relaxamento das fibras levando uma redução do quadro álgico Crepitação: Devido a ruptura da bursa subacromial Fase II e III de Neer
  • 29.
    Exames complementares – Imagem •Rx • Us • Rmn – Padrão Ouro
  • 30.
  • 31.
    Classificação • Quanto piora degeneração gordurosa, pior o resultado da Cirurgia! Irreversível a degeneração gordurosa. • Classifica – RMN - SAGITAL!
  • 32.
    Tratamento Depende : Estágio dalesão ; Qualidade do tendão; Extensão da lesão ; Idade do paciente; Atividade cotidiana; Psiquismo .
  • 33.
    Tratamento Conservador • Indicado naslesões parciais • Medicação • Retirar fatores de risco • Fisioterapia  Fortalecer / Restabelecer a ADM • Tratamento EMINENTEMENTE conservador.
  • 34.
    TRATAMENTO CIRÚRGICO • Indicação: • Imediata= Ruptura do manguito rotador • Evita retração, degeneração, perda de ADM e força, evita Artropatia do MR • Acromioplastia: • Objetivo = obter um acrômio tipo I • Artroscopia de ombro – Ouro – Âncora • Pontos: • Transósseos no TM ( padrão-ouro ) • Mason-Allen • São os mais fortes e melhores
  • 35.

Notas do Editor

  • #26 vascular – o braço em abdução t do SE /IE e CLB cheio de sangue , em aducao e tracionados ocorre hipovascul na área critica de codman 1cm do tubérculo maior -- aquecimento