SlideShare uma empresa Scribd logo
Enfermidades específicas:
JOELHO
O Joelho
   Estrutura óssea
    ◦ Formado por quatro ossos:
        Fêmur
        Tíbia
        Fíbula
        Patela
O Joelho
   Estrutura articular
    ◦ Do tipo sinovial em dobradiça, composta por
      três articulações:
      Femorotibial
      Patelofemoral
      Tibiofibular proximal
O Joelho
   Meniscos
    ◦   Cartilagens semilunares
    ◦   Espessos
    ◦   Responsáveis pela absorção dos choques
    ◦   Quase totalmente avasculares
O Joelho

   Ligamentos
    ◦   Ligamento cruzado anterior
    ◦   Ligamento cruzado posterior
    ◦   Ligamento colateral tibial
    ◦   Ligamento colateral fibular
O Joelho
   Cápsula articular
    ◦ Grande e frouxa
    ◦ Engloba todas as articulações

   Bolsas
    ◦ Inúmeras dentro e ao redor da cápsula
    ◦ Reduz atrito durante os movimentos
    ◦ A suprapatelar é a maior do corpo
Condromalácia Patelar
Condromalácia Patelar
 Termo usado para diagnosticar o
  amolecimento da cartilagem articular
 É caracterizada por dor, edema e
  crepitação retropatelar
 É produzida pela ação compressiva
  anormal repetida sobre a cartilagem
  articular
Condromalácia Patelar
   Classificação
    ◦   Grau 1
    ◦   Grau 2
    ◦   Grau 3
    ◦   Grau 4
Condromalácia Patelar
   Recomendações
    ◦ Excluir exercícios e esportes de alto impacto
    ◦ Reforçar os músculos fracos, fazendo
      exercícios leves e de baixo impacto
    ◦ Colocar gelo no joelho após os exercícios
    ◦ Evitar subir e descer escadas
    ◦ Manter boa postura e evitar cruzar as pernas
      por longos períodos
    ◦ Usar sapatos confortáveis...
Condromalácia Patelar
   Diagnóstico
    ◦ Ressonância Magnética
    ◦ História do paciente
    ◦ Sinal de Zohlen
Condromalácia Patelar
   Tratamento
    ◦   Depende do grau da lesão
    ◦   Analgésicos e antiinflamatórios
    ◦   Perda de peso
    ◦   Tratamento cirúrgico
    ◦   Tratamento conservador
         Fisioterapia
Condromalácia Patelar
   Tratamento cirúrgico
    ◦ Procedimentos combinados para tratamento do
      alinhamento patelar e tratamento da lesão da
      cartilagem podem ser realizados por via
      “aberta”, artroscópica (vídeo) ou mesmo
      combinada
Condromalácia Patelar
   Tratamento conservador
    ◦ Exercício físicos
      Fortalecimento
      Alongamento
Condromalácia Patelar
   Tratamento conservador
    ◦ Método Pilates
Condromalácia Patelar
   Tratamento conservador
    ◦ Exercícios na água
Osteocondrite Dissecante
Osteocondrite Dissecante
   O que é?
    ◦ Condição patológica relativamente rara que
      acomete tanto pacientes adolescentes quanto
      adultos jovens

    ◦ Efeitos secundários sobre a cartilagem
      articular como dor, edema, possível formação
      de corpos livres e sintomas
      mecânicos, inclusive bloqueio articular
Osteocondrite Dissecante
   Classificação
    ◦ Pode ser subdividida em duas formas:

      Osteocondrite dissecante juvenil
      Osteocondrite dissecante do adulto
      A distinção entre as duas formas é muito importante
       do ponto de vista de tratamento e de prognóstico
Osteocondrite Dissecante
   Diagnóstico
    ◦ Acomete indivíduos masculinos entre a
      segunda e quarta décadas
    ◦ O diagnóstico é feito em estudos radiológicos
    ◦ É mais bem observada nas incidências
      radiográficas de perfil e axial
Osteocondrite Dissecante
   Tratamento
    ◦ Pode se dividido em dois:
      Tratamento conservador
      Tratamento cirúrgico
    ◦ Os objetivos do tratamento são os de
      conservação da cartilagem ou a utilização de
      processos de restauração
Osteocondrite Dissecante
   Tratamento conservador
    ◦   Medicação analgésica e anti-inflamatória
    ◦   A redução da carga
    ◦   A utilização de imobilizador
    ◦   Restrição de atividades de impacto
    ◦   Não deve ser prolongada além de seis meses
    ◦   Não está indicado para lesões instáveis
Osteocondrite Dissecante
   Tratamento cirúrgico
    ◦ Indicada nos casos em que o tratamento
      conservador falhar e para os casos de lesões
      instáveis ou deslocadas
    ◦ A meta do tratamento cirúrgico é a de
      restabelecer a regularidade da superfície
      articular com técnicas reparativas
Osteocondrite Dissecante
   Tratamento cirúrgico
    ◦ Opções cirúrgicas:
      Remoção simples do fragmento ou eventual corpo
       livre
      Perfurações simples do osso subcondral
      Implante autólogo de condrócitos
      Fixação do fragmento
      Microfratura
      Autoenxerto osteocondral
      Aloenxerto
Instabilidade Patelofemoral
Instabilidade Patelofemoral
   Patologia mais comum em jovens aldutos
    e adolescentes, que pode acometer os dois
    joelhos.

   Afeta cerca de 25% da população, sendo
    maior incidência em meninas, porém as
    formas mais graves atingem os meninos.
Instabilidade Patelofemoral
   Causas
    ◦ A instabilidade patelofemural pode ser
      originada por vários fatores, entre eles:
      Comprometimento do mecanismo extensor
      (isquiotibiais), aterações do ângulo Q do
      joelho, entorses do tornozelo, valgo
      exagerado, enfraquecimento do vasto medial
      oblíquo, a patela alta, próteses sem mobilidade
      rotatória e traumatismo.
Instabilidade Patelofemoral
   Causas
    ◦ Encurtamento do mecanismo extensor
      O mecanismo extensor é composto pelos
       isquiostibiais, e o encurtamento desses músculos
       podem tracionar a patela posteriormente.
    ◦ Alterações do ângulo
      O ângulo Q é formado pelo tendão do quadríceps da
       coxa e o ligamento, o aumento desse ângulo causa
       um desvio medial da patela. O ângulo normal é de
       12 graus para homens e 15 graus para mulheres.
Instabilidade Patelofemoral
   Causas
    ◦ Entorse do tornozelo
      Um intorse de tornozelo por inversão pode
       anteriorizar o táluz, tíbia e a fíbula. Com isso o
       bíceps, femural será tensionado causando um
       reflexo de estiramento dos músculos anteriores da
       coxa, tracionando a patela superiormente.
Instabilidade Patelofemoral
   Causas
    ◦ Enfraquecimento do vasto medial oblíquo
      O vasto medial oblíquo é um estabilizador mediano
       da patela e uma falta de equilíbrio entre esse
       músculo e o vasto lateral pode contribuir para a sub-
       luxação.
Instabilidade Patelofemoral
   Exame físico
    ◦   Inspeção estática
    ◦   Inspeção dinâmica
    ◦   Inserções ósseas e ligamentos
    ◦   Femuro-patelar
Instabilidade Patelofemoral
   Exame físico
    ◦ Inspeção estática
      Olhar bem o alinhamento do joelho por todos os
       ângulos.Devemos analisar se existe alinhamento em
       valgo, varo, flexão da articulação ou recurvado. Ao
       nível do pé ou tornozelo devemos verificar o apoio
       plantar observando se existe fendência para pé clato
       ou cavo, retropé varo e o posicionamento do antepé.
Instabilidade Patelofemoral
   Exame físico
    ◦ Inspeção dinâmica
      Analisar a marcha é o ponto mais importante.
       Se tem uma marcha normal ou com alteração.
       O aumento do varismo significa
       comprometimento do joelho.
Instabilidade Patelofemoral
   Exame Físico
    ◦ Inserções ósseas e ligamentos
      Palpa todos os polos superiores e inferior da patela,
       suas bordas medial e lateral s procura de pontos
       dolorosos.
Instabilidade Patelofemoral
   Exame Físico
    ◦ Femuro-patelar
      O exame dessas articulações deve ser sempre
       dinâmico. Uma boa maneira de valiá-la é a partir da
       posição sentada solicitando ao paciente que realiza a
       extensão contra uma resistência manual e
       observando a trajetória da patela.
Instabilidade Patelofemoral
   Outros testes que podem ser realizados
    ◦ Crepitação- Flexo-extensão passiva do joelho
      com uma das mãos na interlinha e a outra no
      pé;
Instabilidade Patelofemoral
   Outros testes que podem ser realizados
    ◦ Lachman- Gaveta anterior em 15º de flexão
Instabilidade Patelofemoral
   Outros testes que podem ser realizados
    ◦ Mc Murray- Flexão total de coxofemoral,
      examinador fixa uma das mãos no joelho e a
      outra no tornozelo;
Instabilidade Patelofemoral
   Outros testes que podem ser realizados
    ◦ Apley- Realizada em DV com joelho em 90º
      de flexão, aplica-se a compressão axial à perna
      e realizando rotações variando o grau de
      flexão para buscar o local da lesão;
Instabilidade Patelofemoral
   Outros testes que podem ser realizados
    ◦ Compressão patelar- Paciente em DD,
      terapeuta inferioriza a patela do mesmo e
      solicita uma contração lenta do quadríceps
      enquanto realiza uma compressão da patela
      sob a maca.
Instabilidade Patelofemoral
   Tratamento
    ◦ Essa patologia é um grande desafio, porque
      não se sabe o qual melhor tratamento
Instabilidade Patelofemoral
   Tratamento
    ◦ Tratamento cirúrgico
      O tratamento cirúrgico demonstra não haver
       consenso em como abordar esta patologia. O alto
       índice de resultados insatisfatórios fazem do
       tratamento conservador uma alternativa
       compromissora. O tratamento cirúrgico apresenta
       um índice elevado de osteocondrite degenerativa
       que o tratamento conservador.
Instabilidade Patelofemoral
   Tratamento
    ◦ Tratamento conservador
      Os músculos da articulação patelofemural são
       amplamente responsabilizados pelo desequilíbrio,
       dos vetores de força incidente sobre o curso da
       patela, causando seu desalinhamento. Os exercícios
       de cadeia cinética fechada mostram-se bastante
       eficientes e admitem movimentos funcionais da
       extremidade inferior através da contração excêntrica
       e concêntrica do quadril, joelho e tornozelo. São
       considerados exercícios de cadeia cinética fechada:
       os realizadores em bicicleta, o ''leg press'', o ''step'' e
       os exercícios de ''cadeira imaginária''.
Instabilidade Patelofemoral
   Tratamento
    ◦ Tratamento conservador
      O tratamento com fisioterapia convencional, através
       de exercícios de cadeia cinética aberta, é eficiente a
       curto prazo. Dificilmente conseguimos manter o
       paciente no programa inicial apenas com os
       exercícios de cadeia aberta, pois os mesmos são
       repetitivos e desestimulantes.Esta contra indicado o
       tratamento conservador nos pacientes com luxação
       habitual de patela e pacientes com fraturas
       osteocondrais. A resposta ao tratamento conservador
       ocorre ao longo de 6 a 9 meses.
Instabilidade Patelofemoral
   Tratamento
    ◦ Tratamento conservador
    ◦ Pode ser dividido em três fases:
      Primeira fase- O paciente está com
       limitação dolorosa e femoral, então será
       orientado para um programa com uma
       duração de aproximadamente 3 semanas,
       onde serão feitos exclusivamente
       exercícios isométricos de quadríceps e
       alongamentos dos músculos isquiotíbiais,
       visando o reequilíbrio das forças
       musculares.
Instabilidade Patelofemoral
   Tratamento
    ◦ Segunda fase
      O paciente já com alívio importante dos
       sintomas, sem os sinais inflamatórios ou dor
       incapacitante no joelho afetado. Serão então
       estimulados a continuarem com os isométricos com
       carga progressiva, os alongamentos e também a
       iniciarem os exercícios básicos de cadeia cinética
       fechada.
Instabilidade Patelofemoral
   Tratamento
    ◦ Segunda fase
      Cadeira imaginária: Exercício
       isométrico com os joelhos em flexão.
       O paciente é orientado a fazer o
       exercício, que consiste em manter-se
       encostado na parede, com os joelhos
       fletidos a 90 graus, por um tempo
       determinado. A meta é conseguir
       permanecer na posição por 1 min.
       Quando atingir a meta da
       permancência na postura, poderá
       repeti-la 2 ou 3 vezes ao dia.
Instabilidade Patelofemoral
   Tratamento
    ◦ Segunda fase
    ◦ Degrau (''Step'')
      Iniciar de frente para o ''step'' com subida e descida
       simples, usando a perna afetada para subir: 3 séries
       de 10 repetições, 2 x por dia, durante 3 dias.
      De lado para o ''step'' com subida e descida simples:
       3 séries de 10 repetições, 2 x por dia, durante 2 dias.
      De lado para o ''step'': subida e descida com 1
       toque, 3 séries de 10 repetições, 2 x por dia, durante
       3 dias.
Instabilidade Patelofemoral
   Tratamento
    ◦ Segunda fase
      De lado para o ''step'': subida e descida com 2
       toques, 3 séries de 10 repetições, 2 x por dia,
       durante 3 dias.
      De lado para o ''step'': subida e descida com 3
       toques, 3 séries de 10 repetições, 2 x por dia,
       durante 3 dias.
Instabilidade Patelofemoral
   Tratamento
    ◦ Segunda fase
Instabilidade Patelofemoral
   Tratamento
    ◦ Terceira fase
      O paciente já está praticamente com seu envelope de
       função restaurado e pronto para ser integrado num
       programa de exercícios na academia de ginástica,
       para um ganho mais significativo de massa
       muscular, sempre acompanhado por alongamentos e
       também para iniciar sua atividade esportiva de
       preferência. A meta de um tratamento bem sucessido
       para pacientes com instabilidade fêmoropatelar é a
       restauração da função do joelho.
Osteonecrose dos côndilos
femorais
Osteonecrose dos côndilos
femorais
 Imagem de RM e RX mostrando a
    degeneração dos côndilos
   Etiologia
   Quadro clínico
   Diagnóstico diferencial
Osteoartrose dos côndilos
femorais
Osteoartrose dos côndilos
femorais
   Definição
    ◦ A artrose é uma doença de caráter inflamatório
      e degenerativo das articulações
      (juntas), marcada pelo desgaste das cartilagens
      que revestem as extremidades
      ósseas, causando dor e podendo levar a
      deformidades.
Osteoartrose dos côndilos
femorais
Osteoartrose dos côndilos
femorais
   Epidemiologia
    ◦ É responsável por aproximadamente 8% de
      todos os afastamentos do trabalho;
    ◦ É a 4ª doença a determinar aposentadoria por
      invalidez;
    ◦ Aos 75 anos, 85% dos indivíduos têm
      evidência radiológica ou clínica da doença.
Osteoartrose dos côndilos
femorais
   Prevalência
    ◦ Aumenta com a idade
    ◦ Pouco comum abaixo dos 40 anos
    ◦ Mais frequente após os 60 anos
    ◦ No conjunto tem preferência feminina
    ◦ É responsável por 40% das consultas em
      ambulatórios de reumatologia
    ◦ São fatores de risco: Idade/ Sexo/
      Predisposição genética/ Obesidade/Stress
      mecânico
Osteoartrose dos côndilos
femorais
   Manifestações clínicas
    ◦ Dor (Localizada ou irradiada)
    ◦ Rigidez pós-repouso não superior à 30
      minutos;
    ◦ Crepitação palpável ( às vezes audível);
    ◦ Espasmos e atrofias de musc. Periarticular;
    ◦ Limitação da ADM
    ◦ Mal alinhamento articular e defeitos posturais;
    ◦ Sinais discretos de inflamação (sinais
      flogísticos)
    ◦ Sensibilidade à mobilização/ palpação
Osteoartrose dos côndilos
femorais
   SINTOMAS- DOR- RIGIDEZ PÓS-
    REPOUSO
    ◦ Os sintomas variam em função da gravidade das
      lesões, a dor a princípio aparece quando a articulação
      é utilizada mais intensamente, à medida em que o
      processo se agrava ela surge após pequenos esforços.

    ◦ O exame físico pode detectar aumento de volume,
      hipotrofia do quadríceps, dor à palpação e à
      mobilização da patela, crepitação à flexo-extensão.

    ◦ As limitações funcionais e a bilateralidade do
      processo são causas significativas de incapacidade.
Osteoartrose dos côndilos
femorais
   Diagnóstico
    ◦ Sinais radiológicos clássicos:
      (GONARTROSE)
        Estreitamento articular
        Esclerose subcondral
        Osteófitos marginais
        Cistos
Osteoartrose dos côndilos
femorais
   Tratamento
    ◦ PREVENÇÃO: Controle dos fatores de risco
      (obesidade, stress mecãnico, trauma,
      inflamação articular...)

    ◦ REPOUSO-IMOBILIZAÇÃO-EXERCÍCIO;

    ◦ CINESIOTERAPIA

    ◦ ELETROTERMOFOTOTERAPIA
Osteoartrose dos côndilos
femorais
   MEDICAMENTOSO
    ◦ Analgésicos: paracetamol

    ◦ Anti-inflamatórios não hormonais (em caso de
      sinovites);

    ◦ Corticoesteróides
Osteoartrose dos côndilos
femorais
   Tratamento fisioterapêutico
    ◦ As aplicações da crioterapia
      Resultados:

        Diminuição do espasmo muscular
        Alivio da dor
        Eficaz nos traumatismos
        Previne o edema
        Diminui as reações inflamatórias
        Realização de alongamentos
        Fortalecimentos musculares
Osteoartrose dos côndilos
femorais
Osteoartrose dos côndilos
femorais
   Tratamento cirúrgico
    ◦ Artroscopia
      Limpeza cirúrgica de fragmentos articulares,
       meniscectomias parciais, sinovectomia, que
       podem contribuir para um alívio temporário da
       dor.
Osteoartrose dos côndilos
femorais
   Tratamento cirúrgico
    ◦ Osteotomias
      São cirurgias que promovem cortes ósseos para
       corrigir deformidades da tíbia ou do fêmur.
Osteoartrose dos côndilos
femorais
   Tratamento cirúrgico
    ◦ Artroplastias(próteses)
      As próteses parciais ou totais são utilizadas
       para substituir a articulação.
Enfermidades específicas do joelho

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

LesõEs Do Manguito Rotador (Mr)
LesõEs Do Manguito Rotador (Mr)LesõEs Do Manguito Rotador (Mr)
LesõEs Do Manguito Rotador (Mr)
Marcelo Benedet Tournier
 
Lesão medular
Lesão medularLesão medular
Lesão medular
Biancaglorinha
 
Luxação da Patela
Luxação da PatelaLuxação da Patela
Luxação da Patela
David Sadigursky
 
Exame fisico do quadril ac
Exame fisico do quadril   acExame fisico do quadril   ac
Exame fisico do quadril ac
André Cipriano
 
Manual de goniometria
Manual de goniometriaManual de goniometria
Manual de goniometria
Raíssa Moraes
 
Fraturas do Anel Pélvico
Fraturas do Anel Pélvico Fraturas do Anel Pélvico
Fraturas do Anel Pélvico
Omar Mohamad Abdallah
 
Complexo do ombro 2013 - 2
Complexo do ombro   2013 - 2Complexo do ombro   2013 - 2
Complexo do ombro 2013 - 2
paraiba1974
 
Coluna Lombar
Coluna LombarColuna Lombar
Coluna Lombar
Professor Robson
 
Coluna Vertebral
Coluna VertebralColuna Vertebral
Semiologia ortopédica tjmg
Semiologia ortopédica tjmgSemiologia ortopédica tjmg
Semiologia ortopédica tjmg
Otavio Melo
 
Coluna cervical
Coluna cervicalColuna cervical
Coluna cervical
Natha Fisioterapia
 
Coluna lombar
Coluna lombarColuna lombar
Coluna lombar
Natha Fisioterapia
 
Marcha normal e_patologica
Marcha normal e_patologicaMarcha normal e_patologica
Marcha normal e_patologica
Istefanie Carvalho
 
Princípios de Consolidação e Tratamento das Fraturas
Princípios de Consolidação e Tratamento das FraturasPrincípios de Consolidação e Tratamento das Fraturas
Princípios de Consolidação e Tratamento das Fraturas
Caio Gonçalves de Souza
 
Joelho
JoelhoJoelho
Dor ombro, cotovelo, punho e mã£o
Dor ombro, cotovelo, punho e mã£oDor ombro, cotovelo, punho e mã£o
Dor ombro, cotovelo, punho e mã£o
pauloalambert
 
Aula Coluna Cinesiologia
Aula Coluna CinesiologiaAula Coluna Cinesiologia
Reabilitação em amputados
Reabilitação em amputadosReabilitação em amputados
Reabilitação em amputados
Nay Ribeiro
 
Anatomia do joelho
Anatomia do joelhoAnatomia do joelho
Anatomia do joelho
Marcelo Madureira Montroni
 
Fraturas Femorais
Fraturas FemoraisFraturas Femorais
Fraturas Femorais
Danyllo Lucas
 

Mais procurados (20)

LesõEs Do Manguito Rotador (Mr)
LesõEs Do Manguito Rotador (Mr)LesõEs Do Manguito Rotador (Mr)
LesõEs Do Manguito Rotador (Mr)
 
Lesão medular
Lesão medularLesão medular
Lesão medular
 
Luxação da Patela
Luxação da PatelaLuxação da Patela
Luxação da Patela
 
Exame fisico do quadril ac
Exame fisico do quadril   acExame fisico do quadril   ac
Exame fisico do quadril ac
 
Manual de goniometria
Manual de goniometriaManual de goniometria
Manual de goniometria
 
Fraturas do Anel Pélvico
Fraturas do Anel Pélvico Fraturas do Anel Pélvico
Fraturas do Anel Pélvico
 
Complexo do ombro 2013 - 2
Complexo do ombro   2013 - 2Complexo do ombro   2013 - 2
Complexo do ombro 2013 - 2
 
Coluna Lombar
Coluna LombarColuna Lombar
Coluna Lombar
 
Coluna Vertebral
Coluna VertebralColuna Vertebral
Coluna Vertebral
 
Semiologia ortopédica tjmg
Semiologia ortopédica tjmgSemiologia ortopédica tjmg
Semiologia ortopédica tjmg
 
Coluna cervical
Coluna cervicalColuna cervical
Coluna cervical
 
Coluna lombar
Coluna lombarColuna lombar
Coluna lombar
 
Marcha normal e_patologica
Marcha normal e_patologicaMarcha normal e_patologica
Marcha normal e_patologica
 
Princípios de Consolidação e Tratamento das Fraturas
Princípios de Consolidação e Tratamento das FraturasPrincípios de Consolidação e Tratamento das Fraturas
Princípios de Consolidação e Tratamento das Fraturas
 
Joelho
JoelhoJoelho
Joelho
 
Dor ombro, cotovelo, punho e mã£o
Dor ombro, cotovelo, punho e mã£oDor ombro, cotovelo, punho e mã£o
Dor ombro, cotovelo, punho e mã£o
 
Aula Coluna Cinesiologia
Aula Coluna CinesiologiaAula Coluna Cinesiologia
Aula Coluna Cinesiologia
 
Reabilitação em amputados
Reabilitação em amputadosReabilitação em amputados
Reabilitação em amputados
 
Anatomia do joelho
Anatomia do joelhoAnatomia do joelho
Anatomia do joelho
 
Fraturas Femorais
Fraturas FemoraisFraturas Femorais
Fraturas Femorais
 

Semelhante a Enfermidades específicas do joelho

Treinamento no joelho patológico / Pathological knee training
Treinamento no joelho patológico / Pathological knee trainingTreinamento no joelho patológico / Pathological knee training
Treinamento no joelho patológico / Pathological knee training
Fabio Mazzola
 
Complexo articular do quadril
Complexo articular do quadrilComplexo articular do quadril
Complexo articular do quadril
RogrioRodriguesdeMen
 
Como tratar a condropatia patelo-femoral ?
Como tratar a condropatia patelo-femoral ?Como tratar a condropatia patelo-femoral ?
Como tratar a condropatia patelo-femoral ?
Lizandra Nunnes
 
Como tratar a condropatia patelo-femoral ?
Como tratar a condropatia  patelo-femoral ?Como tratar a condropatia  patelo-femoral ?
Como tratar a condropatia patelo-femoral ?
Fernando Farias
 
Escoliose
EscolioseEscoliose
Escoliose
Autómono
 
Gonartrose - revisão bibliográfica
Gonartrose - revisão bibliográficaGonartrose - revisão bibliográfica
Gonartrose - revisão bibliográfica
Nay Ribeiro
 
Osgood – schlatter e condromalácia patelar
Osgood – schlatter e condromalácia patelarOsgood – schlatter e condromalácia patelar
Osgood – schlatter e condromalácia patelar
nikkisilva
 
Ruptura distal do tendao do biceps
Ruptura distal do tendao do bicepsRuptura distal do tendao do biceps
Ruptura distal do tendao do biceps
Dr. Márcio Rogério Borges Silveira
 
FISIOTERAPIA NAS DISFUNÇÕES DO TORNOZELO E PÉ_FINAL2020.pdf
FISIOTERAPIA NAS DISFUNÇÕES DO TORNOZELO E PÉ_FINAL2020.pdfFISIOTERAPIA NAS DISFUNÇÕES DO TORNOZELO E PÉ_FINAL2020.pdf
FISIOTERAPIA NAS DISFUNÇÕES DO TORNOZELO E PÉ_FINAL2020.pdf
MisslenyHaruna
 
Pé equino
Pé equinoPé equino
Pé equino
Mariacris37
 
Alteração Biomecânica do Cotovelo
Alteração Biomecânica do CotoveloAlteração Biomecânica do Cotovelo
Alteração Biomecânica do Cotovelo
Welisson Porto
 
Avaliação Fisioterapêutica do Joelho - 2015.pdf
Avaliação Fisioterapêutica do Joelho - 2015.pdfAvaliação Fisioterapêutica do Joelho - 2015.pdf
Avaliação Fisioterapêutica do Joelho - 2015.pdf
GustavoArouche1
 
DESVIOS POSTURAIS DA COLUNA VERTEBRAL 0001.pptx
DESVIOS POSTURAIS DA COLUNA VERTEBRAL 0001.pptxDESVIOS POSTURAIS DA COLUNA VERTEBRAL 0001.pptx
DESVIOS POSTURAIS DA COLUNA VERTEBRAL 0001.pptx
Klaisn
 
Quadril
QuadrilQuadril
Articulação de quadril
Articulação de quadrilArticulação de quadril
Articulação de quadril
Adriane Cunha
 
Avaliação da coluna lombar
Avaliação da coluna lombarAvaliação da coluna lombar
Avaliação da coluna lombar
Junio Alves
 
Cotovelo
CotoveloCotovelo
67665124-Tendinite-Da-Pata-de-Ganso.pdf
67665124-Tendinite-Da-Pata-de-Ganso.pdf67665124-Tendinite-Da-Pata-de-Ganso.pdf
67665124-Tendinite-Da-Pata-de-Ganso.pdf
mennahen sylver
 
condromalácia.pptx
condromalácia.pptxcondromalácia.pptx
condromalácia.pptx
DaylanneBrando
 
Tornozelo e pe
Tornozelo e peTornozelo e pe
Tornozelo e pe
Natha Fisioterapia
 

Semelhante a Enfermidades específicas do joelho (20)

Treinamento no joelho patológico / Pathological knee training
Treinamento no joelho patológico / Pathological knee trainingTreinamento no joelho patológico / Pathological knee training
Treinamento no joelho patológico / Pathological knee training
 
Complexo articular do quadril
Complexo articular do quadrilComplexo articular do quadril
Complexo articular do quadril
 
Como tratar a condropatia patelo-femoral ?
Como tratar a condropatia patelo-femoral ?Como tratar a condropatia patelo-femoral ?
Como tratar a condropatia patelo-femoral ?
 
Como tratar a condropatia patelo-femoral ?
Como tratar a condropatia  patelo-femoral ?Como tratar a condropatia  patelo-femoral ?
Como tratar a condropatia patelo-femoral ?
 
Escoliose
EscolioseEscoliose
Escoliose
 
Gonartrose - revisão bibliográfica
Gonartrose - revisão bibliográficaGonartrose - revisão bibliográfica
Gonartrose - revisão bibliográfica
 
Osgood – schlatter e condromalácia patelar
Osgood – schlatter e condromalácia patelarOsgood – schlatter e condromalácia patelar
Osgood – schlatter e condromalácia patelar
 
Ruptura distal do tendao do biceps
Ruptura distal do tendao do bicepsRuptura distal do tendao do biceps
Ruptura distal do tendao do biceps
 
FISIOTERAPIA NAS DISFUNÇÕES DO TORNOZELO E PÉ_FINAL2020.pdf
FISIOTERAPIA NAS DISFUNÇÕES DO TORNOZELO E PÉ_FINAL2020.pdfFISIOTERAPIA NAS DISFUNÇÕES DO TORNOZELO E PÉ_FINAL2020.pdf
FISIOTERAPIA NAS DISFUNÇÕES DO TORNOZELO E PÉ_FINAL2020.pdf
 
Pé equino
Pé equinoPé equino
Pé equino
 
Alteração Biomecânica do Cotovelo
Alteração Biomecânica do CotoveloAlteração Biomecânica do Cotovelo
Alteração Biomecânica do Cotovelo
 
Avaliação Fisioterapêutica do Joelho - 2015.pdf
Avaliação Fisioterapêutica do Joelho - 2015.pdfAvaliação Fisioterapêutica do Joelho - 2015.pdf
Avaliação Fisioterapêutica do Joelho - 2015.pdf
 
DESVIOS POSTURAIS DA COLUNA VERTEBRAL 0001.pptx
DESVIOS POSTURAIS DA COLUNA VERTEBRAL 0001.pptxDESVIOS POSTURAIS DA COLUNA VERTEBRAL 0001.pptx
DESVIOS POSTURAIS DA COLUNA VERTEBRAL 0001.pptx
 
Quadril
QuadrilQuadril
Quadril
 
Articulação de quadril
Articulação de quadrilArticulação de quadril
Articulação de quadril
 
Avaliação da coluna lombar
Avaliação da coluna lombarAvaliação da coluna lombar
Avaliação da coluna lombar
 
Cotovelo
CotoveloCotovelo
Cotovelo
 
67665124-Tendinite-Da-Pata-de-Ganso.pdf
67665124-Tendinite-Da-Pata-de-Ganso.pdf67665124-Tendinite-Da-Pata-de-Ganso.pdf
67665124-Tendinite-Da-Pata-de-Ganso.pdf
 
condromalácia.pptx
condromalácia.pptxcondromalácia.pptx
condromalácia.pptx
 
Tornozelo e pe
Tornozelo e peTornozelo e pe
Tornozelo e pe
 

Mais de Thais Benicio

Diabetes mellitus gestacional
Diabetes mellitus gestacionalDiabetes mellitus gestacional
Diabetes mellitus gestacional
Thais Benicio
 
Slide síndrome de burnout e suas influências na vida pessoal desses profissi...
Slide  síndrome de burnout e suas influências na vida pessoal desses profissi...Slide  síndrome de burnout e suas influências na vida pessoal desses profissi...
Slide síndrome de burnout e suas influências na vida pessoal desses profissi...
Thais Benicio
 
Acessibilidade
AcessibilidadeAcessibilidade
Acessibilidade
Thais Benicio
 
Hidrostática
HidrostáticaHidrostática
Hidrostática
Thais Benicio
 
Princípios físicos da água
Princípios físicos da águaPrincípios físicos da água
Princípios físicos da água
Thais Benicio
 
Neuralgia do Trigêmeo
Neuralgia do TrigêmeoNeuralgia do Trigêmeo
Neuralgia do Trigêmeo
Thais Benicio
 
Reabilitação através da Hidroterapia em paciente com AVE Isquêmico: Relato de...
Reabilitação através da Hidroterapia em paciente com AVE Isquêmico: Relato de...Reabilitação através da Hidroterapia em paciente com AVE Isquêmico: Relato de...
Reabilitação através da Hidroterapia em paciente com AVE Isquêmico: Relato de...
Thais Benicio
 
Sinalizacoes cerebrais: apetite
Sinalizacoes cerebrais: apetiteSinalizacoes cerebrais: apetite
Sinalizacoes cerebrais: apetite
Thais Benicio
 
Febre reumática
Febre reumáticaFebre reumática
Febre reumática
Thais Benicio
 
Ciclo celular mitose e meiose
Ciclo celular mitose e meiose  Ciclo celular mitose e meiose
Ciclo celular mitose e meiose
Thais Benicio
 
Introdução á genética
Introdução á genéticaIntrodução á genética
Introdução á genética
Thais Benicio
 
Cinética
CinéticaCinética
Cinética
Thais Benicio
 
Ciclos da marcha
Ciclos da marchaCiclos da marcha
Ciclos da marcha
Thais Benicio
 
Reflexos
ReflexosReflexos
Reflexos
Thais Benicio
 
Bobath
BobathBobath
Anos escolares
Anos escolaresAnos escolares
Anos escolares
Thais Benicio
 
Histologia
HistologiaHistologia
Histologia
Thais Benicio
 
Introducao histologia
Introducao histologia Introducao histologia
Introducao histologia
Thais Benicio
 
Ciclo do ácido cítrico
Ciclo do ácido cítricoCiclo do ácido cítrico
Ciclo do ácido cítrico
Thais Benicio
 

Mais de Thais Benicio (19)

Diabetes mellitus gestacional
Diabetes mellitus gestacionalDiabetes mellitus gestacional
Diabetes mellitus gestacional
 
Slide síndrome de burnout e suas influências na vida pessoal desses profissi...
Slide  síndrome de burnout e suas influências na vida pessoal desses profissi...Slide  síndrome de burnout e suas influências na vida pessoal desses profissi...
Slide síndrome de burnout e suas influências na vida pessoal desses profissi...
 
Acessibilidade
AcessibilidadeAcessibilidade
Acessibilidade
 
Hidrostática
HidrostáticaHidrostática
Hidrostática
 
Princípios físicos da água
Princípios físicos da águaPrincípios físicos da água
Princípios físicos da água
 
Neuralgia do Trigêmeo
Neuralgia do TrigêmeoNeuralgia do Trigêmeo
Neuralgia do Trigêmeo
 
Reabilitação através da Hidroterapia em paciente com AVE Isquêmico: Relato de...
Reabilitação através da Hidroterapia em paciente com AVE Isquêmico: Relato de...Reabilitação através da Hidroterapia em paciente com AVE Isquêmico: Relato de...
Reabilitação através da Hidroterapia em paciente com AVE Isquêmico: Relato de...
 
Sinalizacoes cerebrais: apetite
Sinalizacoes cerebrais: apetiteSinalizacoes cerebrais: apetite
Sinalizacoes cerebrais: apetite
 
Febre reumática
Febre reumáticaFebre reumática
Febre reumática
 
Ciclo celular mitose e meiose
Ciclo celular mitose e meiose  Ciclo celular mitose e meiose
Ciclo celular mitose e meiose
 
Introdução á genética
Introdução á genéticaIntrodução á genética
Introdução á genética
 
Cinética
CinéticaCinética
Cinética
 
Ciclos da marcha
Ciclos da marchaCiclos da marcha
Ciclos da marcha
 
Reflexos
ReflexosReflexos
Reflexos
 
Bobath
BobathBobath
Bobath
 
Anos escolares
Anos escolaresAnos escolares
Anos escolares
 
Histologia
HistologiaHistologia
Histologia
 
Introducao histologia
Introducao histologia Introducao histologia
Introducao histologia
 
Ciclo do ácido cítrico
Ciclo do ácido cítricoCiclo do ácido cítrico
Ciclo do ácido cítrico
 

Último

Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Falcão Brasil
 
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
Manuais Formação
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
Mary Alvarenga
 
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdfA Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
Falcão Brasil
 
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Falcão Brasil
 
Plano Diretor da Tecnologia da Informação PDTIC 2020 a 2023.pdf
Plano Diretor da Tecnologia da Informação PDTIC 2020 a 2023.pdfPlano Diretor da Tecnologia da Informação PDTIC 2020 a 2023.pdf
Plano Diretor da Tecnologia da Informação PDTIC 2020 a 2023.pdf
Falcão Brasil
 
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
Falcão Brasil
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Luzia Gabriele
 
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Miguel Delamontagne
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
O que é o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
O que é  o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?O que é  o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
O que é o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
Marcelo Botura
 
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdfEscola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Falcão Brasil
 
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.pptAnálise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Falcão Brasil
 
28 - Agente de Endemias (40 mapas mentais) - Amostra.pdf
28 - Agente de Endemias (40 mapas mentais) - Amostra.pdf28 - Agente de Endemias (40 mapas mentais) - Amostra.pdf
28 - Agente de Endemias (40 mapas mentais) - Amostra.pdf
SheylaAlves6
 
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Falcão Brasil
 
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdfP0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
Ceiça Martins Vital
 
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Bibliotecas Escolares AEIDH
 
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIALA GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
ArapiracaNoticiasFat
 

Último (20)

Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
 
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
 
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdfA Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
 
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
 
Plano Diretor da Tecnologia da Informação PDTIC 2020 a 2023.pdf
Plano Diretor da Tecnologia da Informação PDTIC 2020 a 2023.pdfPlano Diretor da Tecnologia da Informação PDTIC 2020 a 2023.pdf
Plano Diretor da Tecnologia da Informação PDTIC 2020 a 2023.pdf
 
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
 
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
 
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
 
O que é o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
O que é  o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?O que é  o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
O que é o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
 
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdfEscola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
 
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
 
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.pptAnálise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
 
28 - Agente de Endemias (40 mapas mentais) - Amostra.pdf
28 - Agente de Endemias (40 mapas mentais) - Amostra.pdf28 - Agente de Endemias (40 mapas mentais) - Amostra.pdf
28 - Agente de Endemias (40 mapas mentais) - Amostra.pdf
 
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
 
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdfP0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
 
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
 
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIALA GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
 

Enfermidades específicas do joelho

  • 2. O Joelho  Estrutura óssea ◦ Formado por quatro ossos:  Fêmur  Tíbia  Fíbula  Patela
  • 3. O Joelho  Estrutura articular ◦ Do tipo sinovial em dobradiça, composta por três articulações:  Femorotibial  Patelofemoral  Tibiofibular proximal
  • 4. O Joelho  Meniscos ◦ Cartilagens semilunares ◦ Espessos ◦ Responsáveis pela absorção dos choques ◦ Quase totalmente avasculares
  • 5. O Joelho  Ligamentos ◦ Ligamento cruzado anterior ◦ Ligamento cruzado posterior ◦ Ligamento colateral tibial ◦ Ligamento colateral fibular
  • 6. O Joelho  Cápsula articular ◦ Grande e frouxa ◦ Engloba todas as articulações  Bolsas ◦ Inúmeras dentro e ao redor da cápsula ◦ Reduz atrito durante os movimentos ◦ A suprapatelar é a maior do corpo
  • 8. Condromalácia Patelar  Termo usado para diagnosticar o amolecimento da cartilagem articular  É caracterizada por dor, edema e crepitação retropatelar  É produzida pela ação compressiva anormal repetida sobre a cartilagem articular
  • 9. Condromalácia Patelar  Classificação ◦ Grau 1 ◦ Grau 2 ◦ Grau 3 ◦ Grau 4
  • 10. Condromalácia Patelar  Recomendações ◦ Excluir exercícios e esportes de alto impacto ◦ Reforçar os músculos fracos, fazendo exercícios leves e de baixo impacto ◦ Colocar gelo no joelho após os exercícios ◦ Evitar subir e descer escadas ◦ Manter boa postura e evitar cruzar as pernas por longos períodos ◦ Usar sapatos confortáveis...
  • 11. Condromalácia Patelar  Diagnóstico ◦ Ressonância Magnética ◦ História do paciente ◦ Sinal de Zohlen
  • 12. Condromalácia Patelar  Tratamento ◦ Depende do grau da lesão ◦ Analgésicos e antiinflamatórios ◦ Perda de peso ◦ Tratamento cirúrgico ◦ Tratamento conservador  Fisioterapia
  • 13. Condromalácia Patelar  Tratamento cirúrgico ◦ Procedimentos combinados para tratamento do alinhamento patelar e tratamento da lesão da cartilagem podem ser realizados por via “aberta”, artroscópica (vídeo) ou mesmo combinada
  • 14. Condromalácia Patelar  Tratamento conservador ◦ Exercício físicos  Fortalecimento  Alongamento
  • 15. Condromalácia Patelar  Tratamento conservador ◦ Método Pilates
  • 16. Condromalácia Patelar  Tratamento conservador ◦ Exercícios na água
  • 18. Osteocondrite Dissecante  O que é? ◦ Condição patológica relativamente rara que acomete tanto pacientes adolescentes quanto adultos jovens ◦ Efeitos secundários sobre a cartilagem articular como dor, edema, possível formação de corpos livres e sintomas mecânicos, inclusive bloqueio articular
  • 19. Osteocondrite Dissecante  Classificação ◦ Pode ser subdividida em duas formas:  Osteocondrite dissecante juvenil  Osteocondrite dissecante do adulto  A distinção entre as duas formas é muito importante do ponto de vista de tratamento e de prognóstico
  • 20. Osteocondrite Dissecante  Diagnóstico ◦ Acomete indivíduos masculinos entre a segunda e quarta décadas ◦ O diagnóstico é feito em estudos radiológicos ◦ É mais bem observada nas incidências radiográficas de perfil e axial
  • 21. Osteocondrite Dissecante  Tratamento ◦ Pode se dividido em dois:  Tratamento conservador  Tratamento cirúrgico ◦ Os objetivos do tratamento são os de conservação da cartilagem ou a utilização de processos de restauração
  • 22. Osteocondrite Dissecante  Tratamento conservador ◦ Medicação analgésica e anti-inflamatória ◦ A redução da carga ◦ A utilização de imobilizador ◦ Restrição de atividades de impacto ◦ Não deve ser prolongada além de seis meses ◦ Não está indicado para lesões instáveis
  • 23. Osteocondrite Dissecante  Tratamento cirúrgico ◦ Indicada nos casos em que o tratamento conservador falhar e para os casos de lesões instáveis ou deslocadas ◦ A meta do tratamento cirúrgico é a de restabelecer a regularidade da superfície articular com técnicas reparativas
  • 24. Osteocondrite Dissecante  Tratamento cirúrgico ◦ Opções cirúrgicas:  Remoção simples do fragmento ou eventual corpo livre  Perfurações simples do osso subcondral  Implante autólogo de condrócitos  Fixação do fragmento  Microfratura  Autoenxerto osteocondral  Aloenxerto
  • 26. Instabilidade Patelofemoral  Patologia mais comum em jovens aldutos e adolescentes, que pode acometer os dois joelhos.  Afeta cerca de 25% da população, sendo maior incidência em meninas, porém as formas mais graves atingem os meninos.
  • 27. Instabilidade Patelofemoral  Causas ◦ A instabilidade patelofemural pode ser originada por vários fatores, entre eles: Comprometimento do mecanismo extensor (isquiotibiais), aterações do ângulo Q do joelho, entorses do tornozelo, valgo exagerado, enfraquecimento do vasto medial oblíquo, a patela alta, próteses sem mobilidade rotatória e traumatismo.
  • 28. Instabilidade Patelofemoral  Causas ◦ Encurtamento do mecanismo extensor  O mecanismo extensor é composto pelos isquiostibiais, e o encurtamento desses músculos podem tracionar a patela posteriormente. ◦ Alterações do ângulo  O ângulo Q é formado pelo tendão do quadríceps da coxa e o ligamento, o aumento desse ângulo causa um desvio medial da patela. O ângulo normal é de 12 graus para homens e 15 graus para mulheres.
  • 29. Instabilidade Patelofemoral  Causas ◦ Entorse do tornozelo  Um intorse de tornozelo por inversão pode anteriorizar o táluz, tíbia e a fíbula. Com isso o bíceps, femural será tensionado causando um reflexo de estiramento dos músculos anteriores da coxa, tracionando a patela superiormente.
  • 30. Instabilidade Patelofemoral  Causas ◦ Enfraquecimento do vasto medial oblíquo  O vasto medial oblíquo é um estabilizador mediano da patela e uma falta de equilíbrio entre esse músculo e o vasto lateral pode contribuir para a sub- luxação.
  • 31. Instabilidade Patelofemoral  Exame físico ◦ Inspeção estática ◦ Inspeção dinâmica ◦ Inserções ósseas e ligamentos ◦ Femuro-patelar
  • 32. Instabilidade Patelofemoral  Exame físico ◦ Inspeção estática  Olhar bem o alinhamento do joelho por todos os ângulos.Devemos analisar se existe alinhamento em valgo, varo, flexão da articulação ou recurvado. Ao nível do pé ou tornozelo devemos verificar o apoio plantar observando se existe fendência para pé clato ou cavo, retropé varo e o posicionamento do antepé.
  • 33. Instabilidade Patelofemoral  Exame físico ◦ Inspeção dinâmica  Analisar a marcha é o ponto mais importante. Se tem uma marcha normal ou com alteração. O aumento do varismo significa comprometimento do joelho.
  • 34. Instabilidade Patelofemoral  Exame Físico ◦ Inserções ósseas e ligamentos  Palpa todos os polos superiores e inferior da patela, suas bordas medial e lateral s procura de pontos dolorosos.
  • 35. Instabilidade Patelofemoral  Exame Físico ◦ Femuro-patelar  O exame dessas articulações deve ser sempre dinâmico. Uma boa maneira de valiá-la é a partir da posição sentada solicitando ao paciente que realiza a extensão contra uma resistência manual e observando a trajetória da patela.
  • 36. Instabilidade Patelofemoral  Outros testes que podem ser realizados ◦ Crepitação- Flexo-extensão passiva do joelho com uma das mãos na interlinha e a outra no pé;
  • 37. Instabilidade Patelofemoral  Outros testes que podem ser realizados ◦ Lachman- Gaveta anterior em 15º de flexão
  • 38. Instabilidade Patelofemoral  Outros testes que podem ser realizados ◦ Mc Murray- Flexão total de coxofemoral, examinador fixa uma das mãos no joelho e a outra no tornozelo;
  • 39. Instabilidade Patelofemoral  Outros testes que podem ser realizados ◦ Apley- Realizada em DV com joelho em 90º de flexão, aplica-se a compressão axial à perna e realizando rotações variando o grau de flexão para buscar o local da lesão;
  • 40. Instabilidade Patelofemoral  Outros testes que podem ser realizados ◦ Compressão patelar- Paciente em DD, terapeuta inferioriza a patela do mesmo e solicita uma contração lenta do quadríceps enquanto realiza uma compressão da patela sob a maca.
  • 41. Instabilidade Patelofemoral  Tratamento ◦ Essa patologia é um grande desafio, porque não se sabe o qual melhor tratamento
  • 42. Instabilidade Patelofemoral  Tratamento ◦ Tratamento cirúrgico  O tratamento cirúrgico demonstra não haver consenso em como abordar esta patologia. O alto índice de resultados insatisfatórios fazem do tratamento conservador uma alternativa compromissora. O tratamento cirúrgico apresenta um índice elevado de osteocondrite degenerativa que o tratamento conservador.
  • 43. Instabilidade Patelofemoral  Tratamento ◦ Tratamento conservador  Os músculos da articulação patelofemural são amplamente responsabilizados pelo desequilíbrio, dos vetores de força incidente sobre o curso da patela, causando seu desalinhamento. Os exercícios de cadeia cinética fechada mostram-se bastante eficientes e admitem movimentos funcionais da extremidade inferior através da contração excêntrica e concêntrica do quadril, joelho e tornozelo. São considerados exercícios de cadeia cinética fechada: os realizadores em bicicleta, o ''leg press'', o ''step'' e os exercícios de ''cadeira imaginária''.
  • 44. Instabilidade Patelofemoral  Tratamento ◦ Tratamento conservador  O tratamento com fisioterapia convencional, através de exercícios de cadeia cinética aberta, é eficiente a curto prazo. Dificilmente conseguimos manter o paciente no programa inicial apenas com os exercícios de cadeia aberta, pois os mesmos são repetitivos e desestimulantes.Esta contra indicado o tratamento conservador nos pacientes com luxação habitual de patela e pacientes com fraturas osteocondrais. A resposta ao tratamento conservador ocorre ao longo de 6 a 9 meses.
  • 45. Instabilidade Patelofemoral  Tratamento ◦ Tratamento conservador ◦ Pode ser dividido em três fases:  Primeira fase- O paciente está com limitação dolorosa e femoral, então será orientado para um programa com uma duração de aproximadamente 3 semanas, onde serão feitos exclusivamente exercícios isométricos de quadríceps e alongamentos dos músculos isquiotíbiais, visando o reequilíbrio das forças musculares.
  • 46. Instabilidade Patelofemoral  Tratamento ◦ Segunda fase  O paciente já com alívio importante dos sintomas, sem os sinais inflamatórios ou dor incapacitante no joelho afetado. Serão então estimulados a continuarem com os isométricos com carga progressiva, os alongamentos e também a iniciarem os exercícios básicos de cadeia cinética fechada.
  • 47. Instabilidade Patelofemoral  Tratamento ◦ Segunda fase  Cadeira imaginária: Exercício isométrico com os joelhos em flexão. O paciente é orientado a fazer o exercício, que consiste em manter-se encostado na parede, com os joelhos fletidos a 90 graus, por um tempo determinado. A meta é conseguir permanecer na posição por 1 min. Quando atingir a meta da permancência na postura, poderá repeti-la 2 ou 3 vezes ao dia.
  • 48. Instabilidade Patelofemoral  Tratamento ◦ Segunda fase ◦ Degrau (''Step'')  Iniciar de frente para o ''step'' com subida e descida simples, usando a perna afetada para subir: 3 séries de 10 repetições, 2 x por dia, durante 3 dias.  De lado para o ''step'' com subida e descida simples: 3 séries de 10 repetições, 2 x por dia, durante 2 dias.  De lado para o ''step'': subida e descida com 1 toque, 3 séries de 10 repetições, 2 x por dia, durante 3 dias.
  • 49. Instabilidade Patelofemoral  Tratamento ◦ Segunda fase  De lado para o ''step'': subida e descida com 2 toques, 3 séries de 10 repetições, 2 x por dia, durante 3 dias.  De lado para o ''step'': subida e descida com 3 toques, 3 séries de 10 repetições, 2 x por dia, durante 3 dias.
  • 50. Instabilidade Patelofemoral  Tratamento ◦ Segunda fase
  • 51. Instabilidade Patelofemoral  Tratamento ◦ Terceira fase  O paciente já está praticamente com seu envelope de função restaurado e pronto para ser integrado num programa de exercícios na academia de ginástica, para um ganho mais significativo de massa muscular, sempre acompanhado por alongamentos e também para iniciar sua atividade esportiva de preferência. A meta de um tratamento bem sucessido para pacientes com instabilidade fêmoropatelar é a restauração da função do joelho.
  • 53. Osteonecrose dos côndilos femorais Imagem de RM e RX mostrando a degeneração dos côndilos
  • 54. Etiologia
  • 55. Quadro clínico
  • 56. Diagnóstico diferencial
  • 58. Osteoartrose dos côndilos femorais  Definição ◦ A artrose é uma doença de caráter inflamatório e degenerativo das articulações (juntas), marcada pelo desgaste das cartilagens que revestem as extremidades ósseas, causando dor e podendo levar a deformidades.
  • 60. Osteoartrose dos côndilos femorais  Epidemiologia ◦ É responsável por aproximadamente 8% de todos os afastamentos do trabalho; ◦ É a 4ª doença a determinar aposentadoria por invalidez; ◦ Aos 75 anos, 85% dos indivíduos têm evidência radiológica ou clínica da doença.
  • 61. Osteoartrose dos côndilos femorais  Prevalência ◦ Aumenta com a idade ◦ Pouco comum abaixo dos 40 anos ◦ Mais frequente após os 60 anos ◦ No conjunto tem preferência feminina ◦ É responsável por 40% das consultas em ambulatórios de reumatologia ◦ São fatores de risco: Idade/ Sexo/ Predisposição genética/ Obesidade/Stress mecânico
  • 62. Osteoartrose dos côndilos femorais  Manifestações clínicas ◦ Dor (Localizada ou irradiada) ◦ Rigidez pós-repouso não superior à 30 minutos; ◦ Crepitação palpável ( às vezes audível); ◦ Espasmos e atrofias de musc. Periarticular; ◦ Limitação da ADM ◦ Mal alinhamento articular e defeitos posturais; ◦ Sinais discretos de inflamação (sinais flogísticos) ◦ Sensibilidade à mobilização/ palpação
  • 63. Osteoartrose dos côndilos femorais  SINTOMAS- DOR- RIGIDEZ PÓS- REPOUSO ◦ Os sintomas variam em função da gravidade das lesões, a dor a princípio aparece quando a articulação é utilizada mais intensamente, à medida em que o processo se agrava ela surge após pequenos esforços. ◦ O exame físico pode detectar aumento de volume, hipotrofia do quadríceps, dor à palpação e à mobilização da patela, crepitação à flexo-extensão. ◦ As limitações funcionais e a bilateralidade do processo são causas significativas de incapacidade.
  • 64. Osteoartrose dos côndilos femorais  Diagnóstico ◦ Sinais radiológicos clássicos: (GONARTROSE)  Estreitamento articular  Esclerose subcondral  Osteófitos marginais  Cistos
  • 65. Osteoartrose dos côndilos femorais  Tratamento ◦ PREVENÇÃO: Controle dos fatores de risco (obesidade, stress mecãnico, trauma, inflamação articular...) ◦ REPOUSO-IMOBILIZAÇÃO-EXERCÍCIO; ◦ CINESIOTERAPIA ◦ ELETROTERMOFOTOTERAPIA
  • 66. Osteoartrose dos côndilos femorais  MEDICAMENTOSO ◦ Analgésicos: paracetamol ◦ Anti-inflamatórios não hormonais (em caso de sinovites); ◦ Corticoesteróides
  • 67. Osteoartrose dos côndilos femorais  Tratamento fisioterapêutico ◦ As aplicações da crioterapia Resultados:  Diminuição do espasmo muscular  Alivio da dor  Eficaz nos traumatismos  Previne o edema  Diminui as reações inflamatórias  Realização de alongamentos  Fortalecimentos musculares
  • 69. Osteoartrose dos côndilos femorais  Tratamento cirúrgico ◦ Artroscopia  Limpeza cirúrgica de fragmentos articulares, meniscectomias parciais, sinovectomia, que podem contribuir para um alívio temporário da dor.
  • 70. Osteoartrose dos côndilos femorais  Tratamento cirúrgico ◦ Osteotomias  São cirurgias que promovem cortes ósseos para corrigir deformidades da tíbia ou do fêmur.
  • 71. Osteoartrose dos côndilos femorais  Tratamento cirúrgico ◦ Artroplastias(próteses)  As próteses parciais ou totais são utilizadas para substituir a articulação.