LOMBALGIA
• DR OMAR MOHAMAD M. ABDALLAH
• ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA
• CIRURGIA DA COLUNA VERTEBRAL
• CIRURGIA MINIMAMENTE INVASIVA DA COLUNA VERTEBRAL
• MEMBRO DA SOC. BRAS. DE ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA
• MEMBRO DA SOC. BRAS. DE COLUNA – SBC
• MEMBRO DA AOSPINE
• dr_omar_coluna
• www.dromarcoluna.com.br
Lombalgia
● Dor entre os segmentos de T12 à crista ilíaca, podendo
ter irradiação para quadril e faces lateral e anterior da
coxa;
- Lombalgia: dor em região lombar
- Lombociatalgia: dor em região lombar e no trajeto
do nervo ciático
- Cervicobraquialgia: dor em região cervical e nos
braços (plexo braquial)
Lombalgia
● 85% da população
● EUA – 15-20% de prevalência
● 2º motivo de falta ao trabalho
● 2ª causa de visita ao médico
● Principal motivo de incapacidade em menores de 45
anos
Lombalgia
Epidemiologia
● 35-55 anos
● Tabagismo
● Hérnia discal – Deg. Discal
● Sedentário
● Indivíduos atléticos
 Menor risco de lombalgia crônica
Fatores de risco
● Trabalho com carga elevada
● Postura estática prolongada
● Inclinação e rotação do tronco
● Vibração
● Mal relacionamento com colegas
● Fatores psíquicos
História natural
● 86% - Resolução em duas semanas
●
● 92% - Melhora em dois meses
● 5% - Tratamento cirúrgico
● ***Ganho secundário
● Se não retornou em 6 meses trabalho , 50% chance de
retornar.
● 1 ano, afastado somente 25% retornam.
Anamnese e Exame físico
● Levantar hipóteses
● Aumento da probabilidade no exame físico
● Não fecha diagnóstico
Anamnese
● Queixa
● Idade
● Sexo
● Trabalho
● Antecedentes familiares
● Antecedentes pessoais
● Interrogatório sobre outros sistemas
● Fatores psicológicos e sociais
Anamnese
● Queixa
- Tempo (aguda, crônica, crônica-agudizada)
- Fator desencadeante (movimento, trauma)
- Localização (dor referida, irradiada)
- Padrão (típico ou atípico)
- Fatores de melhora e piora (posição do corpo, quadros patológicos
viscerais, repouso)
- Período do dia (manhã, tarde ou noite)
- Tipo (facada, queimação, cólica, pressão)
Anamnese
● Idade
- Crianças (raro): deformidades são indolores;
investigar – probabilidade de doença grave
- Adolescente: espondilólise, hérnia discal
- 30-40 anos: espondiloartrites, tumores
benignos, causas mecânicas
- > 60 anos: osteoporose, tumores malignos,
infecção – probabilidade de doença grave
Anamnese
● Sexo
- Homens: lombalgias mecânicas, espondiloartrites,
tumores
- Mulheres: osteoporose, doenças endócrinas, quadros
musculares (fibromialgia, dor miofascial)
Anamnese
● Antecedentes familiares – Escoliose – Dor
- Doenças reumatológicas (epondiloartrites, HLA-B27)
- Osteoporose
Anamnese
● Fatores psicológicos e sociais – fortes preditores dos
desfechos relacionados à dor lombar
- Sintomas depressivos
- Insatisfação no trabalho
- Disputa trabalhistas
- Somatização
Indicadores Psicossociais
de mau prognóstico
● Relacionados ao paciente
- Níveis desproporcionais de dor
- Atitudes de evitação, catastrofismo
- Emoções alteradas
- Dificuldades em relacionamentos familiares
● Relacionadas ao trabalho
- Local de trabalho inadequado
- Relações no trabalho gerando insatisfação
- Questões pessoais para retorno ao trabalho
● Relacionadas a questões trabalhistas
- Disputas jurídicas
- Acidentes de trabalho
- Desentendimentos com patrão
Etiologia
Classificação
Etiológica
● Dor lombar de origem radicular: pacientes que
apresentam o quadro típico de lombalgia com
irradiação para membro inferior.
● Dor lombar associada à doença específica
espinhal: corresponde aos pacientes sem história
típica de lombalgia com irradiação, porém com sinais
de alarme para outras doenças medulares (tumores,
infecções, fraturas e síndromes específicas).
● Dor lombar inespecífica: corresponde a 90% dos
casos de dores lombares. Atribui-se os sintomas a dor
musculoesquelética, que tende a desaparecer em
poucas semanas (em geral em menos de 4 semanas)
Sinais de alerta - Infecção
● Discite, osteomielite, abscesso epidural
● Febre
● Consumo de drogas de abuso
● Infecção urinária, de pele ou pulmonar
● Imunodeprimidos (diabéticos)
● Tuberculose
● Dor em repouso
Sinais de alerta - fratura
● Trauma
● Uso de CTC
● > 50 anos
● Osteoporose
Sinais de alerta - tumor
● Hx de câncer
● Idade > 55 anos ou < 20 anos
● Febre / perda de peso
● Dor > 4-6 semanas
● Dor em repouso  sem melhora
● Dor noturna
● Falha no tratamento conservador por 1 mês
● História de tabagismo
Diagnostico
Exame físico
Dermátomos
● T4 – MAMILO
● T10 – UMBIGO
● T12 / L1 – INGUINAL
● L4 – MALEOLO MEDIAL
● L5 – HALUX
● S1 – MALEOLO LATERAL
Dermátomos
● REGIÃO PERIANAL
● S2, S3 E S4
TESTE DE HOOVER
TESTE DE PATRICK FABERE
TESTE DE MILGRAM
MANOBRA DE VALSALVA
TESTE DE THOMAS
TESTE DE NACHLAS
● Teste para avaliar a disfunção lombossacral ou inflamação
de raízes nervosas lombares (L2,L3), paciente em D.V., com
os MMII estendidos, o ortopedista irá flexionar
passivamente o joelho sintomático, aproximando o
calcanhar do glúteo, positivo se sentir dor lombossacral ou
dor irradiada para perna. ESTIRAMENTO N. FEMORAL
TESTE DE SCHOBER
● Teste para avaliar a mobilidade da coluna lombar, paciente
em pé com os MMII estendidos, fisio fará uma marca no
processo espinhoso da quinta vértebra lombar e outra
marca 10 centímetros acima, pede-se para o paciente fazer
uma flexão do tronco, com os joelhos estendidos, e mede-
se a distância entre as duas marcas, positivo se não ocorrer
um aumento maior que 5 centímetros, indicando rigidez da
coluna lombar (por exemplo; EA).
Ciatalgia
● Nervo ciático - se dão
nas raízes nervosas de L4,
L5, S1, S2 e S3, portanto ele é
muito calibroso por ter
muitas origens, e isso irá
facilitar a ocorrência de
compressões em sua origem
ou em seu trajeto.
● Lásegue +
Sinais de alarme
● Trauma
● Paresia e parestesias graves de MMII, associada a anestesia
perianal e perda de controle esfincteriano (Causa equina)
● Perda de peso
● Hx prévia CA e HIV+
● Febre
● Uso de drogas de abuso e esteróides
● Piora da dor no período noturno (tumor e infecção)
● Dor torácica sem causa prévia
● < 20 anos e > 55 anos
Sinais de alerta - Neurológico
● Cauda equina
● Radiculopatia progressiva
● Mielopatia
Exames complementares
● Rx
● TC
● RNM
● Mielografia
● Cintilografia
● Exames laboratoriais
Indicações de radiografia na lombalgia
● Idade > 50 anos
● Trauma importante
● Déficit neuromuscular
● Perda de peso inexplicada ( + 4,5 kg em 6 meses )
● Suspeita de espondilite anquilosante
● Abuso de drogas ou alcool
● História de câncer
● Uso de CTC
● T > 37,8º
● Consulta recente pelo mesmo motivo e nenhuma melhora
em menos de 1 mês
● Paciente buscando indenização por lombalgia
RX
● RX normal em paciente com lombalgia
● 46% achados acidentais
● Baixa correlação entre dor lombar e os achados de
exame
TC
● Auxilia no diagnóstico
● Avalia melhor parte óssea
60
Rnm
● Melhor avaliação do disco e estruturas neurais;
● 100% de alt acima de 50 anos (lombar)
● 60% de alt acima de 60 anos (cervical)
● Correlacionar os achados com clínica
● Avalia: estabilidade, compressão e deformidades
61
Tratamento
● Individualizado
- Repouso relativo
- Analgesia
- FST
- Cirurgia... Casos refratários
Tratamento
● REPOUSO - o uso é eficaz tanto nas lombalgias, como
nas lombociatalgias e ciáticas. Ele não pode ser muito
prolongado, pois a inatividade tem também a sua ação
deletéria sobre o aparelho locomotor.
Tratamento
● Dipirona é utilizada com freqüência no nosso meio, na dose de 500 mg,
até 4 vezes ao dia. Outros analgésicos disponíveis no mercado.
● Os opióides não são recomendados na lombalgia crônica, pelo risco da
dependência química;
● Antiinflamatórios não-hormonais (AINHs), na prática clínica, são os
medicamentos mais empregados.
● Corticoesteróides. Os resultados dos estudos controlados e
randomizados sobre a eficácia dos corticoesteróides na lombalgia
aguda mecânica ou nas não-mecânicas, seja por via parenteral ou
epidural, tem boa eficácia .
● Neuromoduladores
Tratamento
● Fisioterapia
● Acupuntura
● O s exercícios aeróbicos e de fortalecimento da
musculatura paravertebral são comprovadamente
eficazes.
● Órteses?
Tratamento
● A infiltração epidural com glicocorticóides, anestésicos
e opióides é uma opção no manejo da dor radicular
aguda após falha com o tratamento conservador.
● Bloqueios
● Rizotomia
Tratamento
● O tratamento cirúrgico está indicado nos casos com
déficit neurológico grave agudo (menos de 3 semanas),
com ou sem dor; na lombociatalgia hiperálgica e, nas
outras de menor intensidade, apenas para os pacientes
que não melhoram após 90 dias de adequado
tratamento clínico .
● N a síndrome da cauda eqüina (alteração de esfíncter,
potência sexual e paresia dos membros inferiores) a
cirurgia está indicada em caráter emergencial, como
também, nas lombalgias infecciosas (espondiodiscites.
Tratamento
● Discectomia percutânea
● Discectomia endoscópica
Tratamento
● Artrodese
Lombalgia - Lombociatalgia

Lombalgia - Lombociatalgia

  • 1.
    LOMBALGIA • DR OMARMOHAMAD M. ABDALLAH • ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA • CIRURGIA DA COLUNA VERTEBRAL • CIRURGIA MINIMAMENTE INVASIVA DA COLUNA VERTEBRAL • MEMBRO DA SOC. BRAS. DE ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA • MEMBRO DA SOC. BRAS. DE COLUNA – SBC • MEMBRO DA AOSPINE • dr_omar_coluna • www.dromarcoluna.com.br
  • 2.
    Lombalgia ● Dor entreos segmentos de T12 à crista ilíaca, podendo ter irradiação para quadril e faces lateral e anterior da coxa; - Lombalgia: dor em região lombar - Lombociatalgia: dor em região lombar e no trajeto do nervo ciático - Cervicobraquialgia: dor em região cervical e nos braços (plexo braquial)
  • 3.
    Lombalgia ● 85% dapopulação ● EUA – 15-20% de prevalência ● 2º motivo de falta ao trabalho ● 2ª causa de visita ao médico ● Principal motivo de incapacidade em menores de 45 anos
  • 4.
  • 5.
    Epidemiologia ● 35-55 anos ●Tabagismo ● Hérnia discal – Deg. Discal ● Sedentário ● Indivíduos atléticos  Menor risco de lombalgia crônica
  • 10.
    Fatores de risco ●Trabalho com carga elevada ● Postura estática prolongada ● Inclinação e rotação do tronco ● Vibração ● Mal relacionamento com colegas ● Fatores psíquicos
  • 11.
    História natural ● 86%- Resolução em duas semanas ● ● 92% - Melhora em dois meses ● 5% - Tratamento cirúrgico ● ***Ganho secundário ● Se não retornou em 6 meses trabalho , 50% chance de retornar. ● 1 ano, afastado somente 25% retornam.
  • 12.
    Anamnese e Examefísico ● Levantar hipóteses ● Aumento da probabilidade no exame físico ● Não fecha diagnóstico
  • 14.
    Anamnese ● Queixa ● Idade ●Sexo ● Trabalho ● Antecedentes familiares ● Antecedentes pessoais ● Interrogatório sobre outros sistemas ● Fatores psicológicos e sociais
  • 15.
    Anamnese ● Queixa - Tempo(aguda, crônica, crônica-agudizada) - Fator desencadeante (movimento, trauma) - Localização (dor referida, irradiada) - Padrão (típico ou atípico) - Fatores de melhora e piora (posição do corpo, quadros patológicos viscerais, repouso) - Período do dia (manhã, tarde ou noite) - Tipo (facada, queimação, cólica, pressão)
  • 16.
    Anamnese ● Idade - Crianças(raro): deformidades são indolores; investigar – probabilidade de doença grave - Adolescente: espondilólise, hérnia discal - 30-40 anos: espondiloartrites, tumores benignos, causas mecânicas - > 60 anos: osteoporose, tumores malignos, infecção – probabilidade de doença grave
  • 17.
    Anamnese ● Sexo - Homens:lombalgias mecânicas, espondiloartrites, tumores - Mulheres: osteoporose, doenças endócrinas, quadros musculares (fibromialgia, dor miofascial)
  • 18.
    Anamnese ● Antecedentes familiares– Escoliose – Dor - Doenças reumatológicas (epondiloartrites, HLA-B27) - Osteoporose
  • 19.
    Anamnese ● Fatores psicológicose sociais – fortes preditores dos desfechos relacionados à dor lombar - Sintomas depressivos - Insatisfação no trabalho - Disputa trabalhistas - Somatização
  • 20.
    Indicadores Psicossociais de mauprognóstico ● Relacionados ao paciente - Níveis desproporcionais de dor - Atitudes de evitação, catastrofismo - Emoções alteradas - Dificuldades em relacionamentos familiares ● Relacionadas ao trabalho - Local de trabalho inadequado - Relações no trabalho gerando insatisfação - Questões pessoais para retorno ao trabalho ● Relacionadas a questões trabalhistas - Disputas jurídicas - Acidentes de trabalho - Desentendimentos com patrão
  • 21.
  • 22.
    Classificação Etiológica ● Dor lombarde origem radicular: pacientes que apresentam o quadro típico de lombalgia com irradiação para membro inferior. ● Dor lombar associada à doença específica espinhal: corresponde aos pacientes sem história típica de lombalgia com irradiação, porém com sinais de alarme para outras doenças medulares (tumores, infecções, fraturas e síndromes específicas). ● Dor lombar inespecífica: corresponde a 90% dos casos de dores lombares. Atribui-se os sintomas a dor musculoesquelética, que tende a desaparecer em poucas semanas (em geral em menos de 4 semanas)
  • 26.
    Sinais de alerta- Infecção ● Discite, osteomielite, abscesso epidural ● Febre ● Consumo de drogas de abuso ● Infecção urinária, de pele ou pulmonar ● Imunodeprimidos (diabéticos) ● Tuberculose ● Dor em repouso
  • 28.
    Sinais de alerta- fratura ● Trauma ● Uso de CTC ● > 50 anos ● Osteoporose
  • 30.
    Sinais de alerta- tumor ● Hx de câncer ● Idade > 55 anos ou < 20 anos ● Febre / perda de peso ● Dor > 4-6 semanas ● Dor em repouso sem melhora ● Dor noturna ● Falha no tratamento conservador por 1 mês ● História de tabagismo
  • 34.
  • 35.
  • 38.
    Dermátomos ● T4 –MAMILO ● T10 – UMBIGO ● T12 / L1 – INGUINAL ● L4 – MALEOLO MEDIAL ● L5 – HALUX ● S1 – MALEOLO LATERAL
  • 39.
  • 45.
  • 46.
  • 47.
  • 48.
  • 49.
  • 50.
    TESTE DE NACHLAS ●Teste para avaliar a disfunção lombossacral ou inflamação de raízes nervosas lombares (L2,L3), paciente em D.V., com os MMII estendidos, o ortopedista irá flexionar passivamente o joelho sintomático, aproximando o calcanhar do glúteo, positivo se sentir dor lombossacral ou dor irradiada para perna. ESTIRAMENTO N. FEMORAL
  • 51.
    TESTE DE SCHOBER ●Teste para avaliar a mobilidade da coluna lombar, paciente em pé com os MMII estendidos, fisio fará uma marca no processo espinhoso da quinta vértebra lombar e outra marca 10 centímetros acima, pede-se para o paciente fazer uma flexão do tronco, com os joelhos estendidos, e mede- se a distância entre as duas marcas, positivo se não ocorrer um aumento maior que 5 centímetros, indicando rigidez da coluna lombar (por exemplo; EA).
  • 53.
    Ciatalgia ● Nervo ciático- se dão nas raízes nervosas de L4, L5, S1, S2 e S3, portanto ele é muito calibroso por ter muitas origens, e isso irá facilitar a ocorrência de compressões em sua origem ou em seu trajeto. ● Lásegue +
  • 54.
    Sinais de alarme ●Trauma ● Paresia e parestesias graves de MMII, associada a anestesia perianal e perda de controle esfincteriano (Causa equina) ● Perda de peso ● Hx prévia CA e HIV+ ● Febre ● Uso de drogas de abuso e esteróides ● Piora da dor no período noturno (tumor e infecção) ● Dor torácica sem causa prévia ● < 20 anos e > 55 anos
  • 55.
    Sinais de alerta- Neurológico ● Cauda equina ● Radiculopatia progressiva ● Mielopatia
  • 56.
    Exames complementares ● Rx ●TC ● RNM ● Mielografia ● Cintilografia ● Exames laboratoriais
  • 57.
    Indicações de radiografiana lombalgia ● Idade > 50 anos ● Trauma importante ● Déficit neuromuscular ● Perda de peso inexplicada ( + 4,5 kg em 6 meses ) ● Suspeita de espondilite anquilosante ● Abuso de drogas ou alcool ● História de câncer ● Uso de CTC ● T > 37,8º ● Consulta recente pelo mesmo motivo e nenhuma melhora em menos de 1 mês ● Paciente buscando indenização por lombalgia
  • 58.
    RX ● RX normalem paciente com lombalgia ● 46% achados acidentais ● Baixa correlação entre dor lombar e os achados de exame
  • 60.
    TC ● Auxilia nodiagnóstico ● Avalia melhor parte óssea 60
  • 61.
    Rnm ● Melhor avaliaçãodo disco e estruturas neurais; ● 100% de alt acima de 50 anos (lombar) ● 60% de alt acima de 60 anos (cervical) ● Correlacionar os achados com clínica ● Avalia: estabilidade, compressão e deformidades 61
  • 69.
    Tratamento ● Individualizado - Repousorelativo - Analgesia - FST - Cirurgia... Casos refratários
  • 70.
    Tratamento ● REPOUSO -o uso é eficaz tanto nas lombalgias, como nas lombociatalgias e ciáticas. Ele não pode ser muito prolongado, pois a inatividade tem também a sua ação deletéria sobre o aparelho locomotor.
  • 71.
    Tratamento ● Dipirona éutilizada com freqüência no nosso meio, na dose de 500 mg, até 4 vezes ao dia. Outros analgésicos disponíveis no mercado. ● Os opióides não são recomendados na lombalgia crônica, pelo risco da dependência química; ● Antiinflamatórios não-hormonais (AINHs), na prática clínica, são os medicamentos mais empregados. ● Corticoesteróides. Os resultados dos estudos controlados e randomizados sobre a eficácia dos corticoesteróides na lombalgia aguda mecânica ou nas não-mecânicas, seja por via parenteral ou epidural, tem boa eficácia . ● Neuromoduladores
  • 72.
    Tratamento ● Fisioterapia ● Acupuntura ●O s exercícios aeróbicos e de fortalecimento da musculatura paravertebral são comprovadamente eficazes. ● Órteses?
  • 73.
    Tratamento ● A infiltraçãoepidural com glicocorticóides, anestésicos e opióides é uma opção no manejo da dor radicular aguda após falha com o tratamento conservador. ● Bloqueios ● Rizotomia
  • 74.
    Tratamento ● O tratamentocirúrgico está indicado nos casos com déficit neurológico grave agudo (menos de 3 semanas), com ou sem dor; na lombociatalgia hiperálgica e, nas outras de menor intensidade, apenas para os pacientes que não melhoram após 90 dias de adequado tratamento clínico . ● N a síndrome da cauda eqüina (alteração de esfíncter, potência sexual e paresia dos membros inferiores) a cirurgia está indicada em caráter emergencial, como também, nas lombalgias infecciosas (espondiodiscites.
  • 75.
  • 76.

Notas do Editor

  • #2 Trocar Insta pessoal dr_omar_ortop
  • #7 Falar da fisiopato degeneração