SEMIOLOGIA DO COTOVELO
Prof. Me. Emmanuel Alves
Considerações Gerais
 Articulação sinovial gínglima monoaxial
 Alcance de objetos
 1 eixo de movimento
 Flexão/extensão
História Clínica
 Qual a ocupação?
 Se trauma esteve envolvido, qual foi o
mecanismo da lesão?
 Há dor? Onde? Que Tipo? É difusa?
Contínua? Há irradiação da dor?
 Existem posturas ou ações que aumentam
ou diminuam a dor?
 Há movimentos que o paciente sinta que
são fracos ou anormais?
 Qual a atividade usual ou de lazer do
paciente?
INSPEÇÃO
 Cor e textura da pele, cicatrizes, fístulas...
 Observar anormalidades dos contornos
ósseos e dos tecidos moles;
 Olécrano, epicôndilo medial e epicôndilo
lateral
 Em extensão: alinhados
 Em flexão de 90º: formam um triângulo
INSPEÇÃO
 Ângulo de
carregamento
 Normal: 10 a 15º
 Cúbito valgo excessivo
 Cúbito varo
PALPAÇÃO
 Dor, alteração de temperatura, edema
 Estruturas ósseas
 Epicôndilo medial
 Epicôndilo lateral
 Olécrano
 Processo estilóide da ulna
 Processo estilóide do rádio
 Cabeça do rádio
 Cabeça da ulna
 Sulco do nervo ulnar
 Fossa cubital
Sinais e Sintomas
 Dor
 Parestesias
 Fraqueza muscular
 Contratura e rigidez
 Edema
LESÕES DO COTOVELO
 Epicondilite medial
 Epicondilite lateral (cotovelo de tenista)
 Fratura distal do úmero
 Fratura proximal de rádio e/ou ulna
 Luxações
 Encarceramento do nervo ulnar
 Paralisias ou neuropatias dos nervos
periféricos
Cotovelo de golfista Cotovelo de tenista
GONIOMETRIA
Goniometria Flexão de cotovelo
ADM: 0 a 145 graus
Plano Sagital
Precauções:
• Evitar flexão do ombro;
• Antebraço na posição
anatômica;
• Paciente em DD ou de
pé;
• MS paralelo ao tronco;
• Eixo: sobre o epicôndilo
lateral;
• Braço fixo: lateral do
braço em direção ao
acrômio;
• Braço móvel: lateral do
antebraço em direção ao
processo estilóide do rádio;
Goniometria Extensão de cotovelo
ADM: 145 a 0 graus
Plano Sagital
Precauções:
• Evitar flexão do ombro;
• Antebraço na posição
anatômica;
• Paciente em DD ou de
pé;
• MS paralelo ao tronco;
• Eixo: sobre o epicôndilo
lateral;
• Braço fixo: lateral do
braço em direção ao
acrômio;
• Braço móvel: lateral do
antebraço em direção ao
processo estilóide do rádio;
Testes Especiais
Teste de Estresse em valgo
 Indicação
- Instabilidade do
ligamento colateral
medial;
 Método
- Supinação + ligeira
flexão de cotovelo;
terapeuta com uma mão
na lateral do cotovelo e a
outra medialmente na
parte média ou distal do
antebraço, faz força em
valgo e puxa antebraço
para longe do corpo;
 Resultados
- Positivo: dor ou
abertura medial do
cotovelo;
Teste de Estresse em varo
 Indicação
- Instabilidade do ligamento
colateral lateral;
 Método
- Supinação + ligeira flexão
de cotovelo; terapeuta com
uma mão medialmente no
cotovelo e a outra na parte
radial média ou distal do
antebraço, faz força em varo
e puxa antebraço para perto
do corpo;
 Resultados
- Positivo: dor ou abertura
lateral do cotovelo;
Sinal de Tinel
 Indicação
- Determinar integridade
do nervo ulnar;
(Aprisionamento)
 Método
- O examinador golpeia o
nervo ulnar no sulco do
nervo ulnar;
 Resultados
- Positivo: sensação de
formigamento no trajeto do
nervo ulnar no antebraço e
mão medialmente
(neuroma ou neurite)
Teste de Preensão em Pinça
 Indicação
- Aprisionamento ou
encarceramento do nervo
mediano;
 Método
- Encostar a ponta do
polegar na ponta do
indicador;
 Resultados
- Positivo: não
conseguir encostar as
pontas dos dedos,
mesmo que encoste as
polpas dos dedos;
Testes para Epicondilite lateral
 Indicação
- Inflamação na
musculatura extensora com
origem no epicôndilo lateral
ou ao seu redor;
 Métodos
- Ligeira flexão de cotovelo
+ supinação; Teste contrátil
resistindo (extensão do
punho + desvio radial),
(extensão do punho +
desvio ulnar) e extensão
dos dedos;
 Resultados
- Positivo: dor na origem
dos músculos contraídos;
Testes para Epicondilite lateral
Testes para Epicondilite lateral
 Indicação
- Inflamação na
musculatura extensora
com origem no epicôndilo
lateral ou ao seu redor;
 Método
- Pronação + extensão
de cotovelo + flexão de
punho + desvio ulnar;
Teste de flexibilidade
alongando os extensores;
 Resultados
- Positivo: dor na
origem dos músculos
alongados;
Testes para Epicondilite medial
 Indicação
- Inflamação na
musculatura flexora de
punho;
 Método
- Supinação + ligeira
flexão de cotovelo;
Examinador resiste à
flexão de punho;
 Resultados
- Positivo: dor na
região do epicôndilo
medial;
Testes para Epicondilite medial
 Indicação
- Inflamação na
musculatura flexora de
punho;
 Método
- Alongamento dos
flexores com supinação +
extensão de cotovelo e
punho;
 Resultados
- Positivo: dor na
região do epicôndilo
medial;

4. Semiologia do Cotovelo.pdf

  • 1.
    SEMIOLOGIA DO COTOVELO Prof.Me. Emmanuel Alves
  • 2.
    Considerações Gerais  Articulaçãosinovial gínglima monoaxial  Alcance de objetos  1 eixo de movimento  Flexão/extensão
  • 4.
    História Clínica  Quala ocupação?  Se trauma esteve envolvido, qual foi o mecanismo da lesão?  Há dor? Onde? Que Tipo? É difusa? Contínua? Há irradiação da dor?  Existem posturas ou ações que aumentam ou diminuam a dor?  Há movimentos que o paciente sinta que são fracos ou anormais?  Qual a atividade usual ou de lazer do paciente?
  • 5.
    INSPEÇÃO  Cor etextura da pele, cicatrizes, fístulas...  Observar anormalidades dos contornos ósseos e dos tecidos moles;  Olécrano, epicôndilo medial e epicôndilo lateral  Em extensão: alinhados  Em flexão de 90º: formam um triângulo
  • 6.
    INSPEÇÃO  Ângulo de carregamento Normal: 10 a 15º  Cúbito valgo excessivo  Cúbito varo
  • 7.
    PALPAÇÃO  Dor, alteraçãode temperatura, edema  Estruturas ósseas  Epicôndilo medial  Epicôndilo lateral  Olécrano  Processo estilóide da ulna  Processo estilóide do rádio  Cabeça do rádio  Cabeça da ulna  Sulco do nervo ulnar  Fossa cubital
  • 8.
    Sinais e Sintomas Dor  Parestesias  Fraqueza muscular  Contratura e rigidez  Edema
  • 9.
    LESÕES DO COTOVELO Epicondilite medial  Epicondilite lateral (cotovelo de tenista)  Fratura distal do úmero  Fratura proximal de rádio e/ou ulna  Luxações  Encarceramento do nervo ulnar  Paralisias ou neuropatias dos nervos periféricos
  • 11.
    Cotovelo de golfistaCotovelo de tenista
  • 12.
  • 13.
    Goniometria Flexão decotovelo ADM: 0 a 145 graus Plano Sagital Precauções: • Evitar flexão do ombro; • Antebraço na posição anatômica; • Paciente em DD ou de pé; • MS paralelo ao tronco; • Eixo: sobre o epicôndilo lateral; • Braço fixo: lateral do braço em direção ao acrômio; • Braço móvel: lateral do antebraço em direção ao processo estilóide do rádio;
  • 14.
    Goniometria Extensão decotovelo ADM: 145 a 0 graus Plano Sagital Precauções: • Evitar flexão do ombro; • Antebraço na posição anatômica; • Paciente em DD ou de pé; • MS paralelo ao tronco; • Eixo: sobre o epicôndilo lateral; • Braço fixo: lateral do braço em direção ao acrômio; • Braço móvel: lateral do antebraço em direção ao processo estilóide do rádio;
  • 15.
  • 16.
    Teste de Estresseem valgo  Indicação - Instabilidade do ligamento colateral medial;  Método - Supinação + ligeira flexão de cotovelo; terapeuta com uma mão na lateral do cotovelo e a outra medialmente na parte média ou distal do antebraço, faz força em valgo e puxa antebraço para longe do corpo;  Resultados - Positivo: dor ou abertura medial do cotovelo;
  • 17.
    Teste de Estresseem varo  Indicação - Instabilidade do ligamento colateral lateral;  Método - Supinação + ligeira flexão de cotovelo; terapeuta com uma mão medialmente no cotovelo e a outra na parte radial média ou distal do antebraço, faz força em varo e puxa antebraço para perto do corpo;  Resultados - Positivo: dor ou abertura lateral do cotovelo;
  • 18.
    Sinal de Tinel Indicação - Determinar integridade do nervo ulnar; (Aprisionamento)  Método - O examinador golpeia o nervo ulnar no sulco do nervo ulnar;  Resultados - Positivo: sensação de formigamento no trajeto do nervo ulnar no antebraço e mão medialmente (neuroma ou neurite)
  • 19.
    Teste de Preensãoem Pinça  Indicação - Aprisionamento ou encarceramento do nervo mediano;  Método - Encostar a ponta do polegar na ponta do indicador;  Resultados - Positivo: não conseguir encostar as pontas dos dedos, mesmo que encoste as polpas dos dedos;
  • 20.
    Testes para Epicondilitelateral  Indicação - Inflamação na musculatura extensora com origem no epicôndilo lateral ou ao seu redor;  Métodos - Ligeira flexão de cotovelo + supinação; Teste contrátil resistindo (extensão do punho + desvio radial), (extensão do punho + desvio ulnar) e extensão dos dedos;  Resultados - Positivo: dor na origem dos músculos contraídos;
  • 21.
  • 22.
    Testes para Epicondilitelateral  Indicação - Inflamação na musculatura extensora com origem no epicôndilo lateral ou ao seu redor;  Método - Pronação + extensão de cotovelo + flexão de punho + desvio ulnar; Teste de flexibilidade alongando os extensores;  Resultados - Positivo: dor na origem dos músculos alongados;
  • 23.
    Testes para Epicondilitemedial  Indicação - Inflamação na musculatura flexora de punho;  Método - Supinação + ligeira flexão de cotovelo; Examinador resiste à flexão de punho;  Resultados - Positivo: dor na região do epicôndilo medial;
  • 24.
    Testes para Epicondilitemedial  Indicação - Inflamação na musculatura flexora de punho;  Método - Alongamento dos flexores com supinação + extensão de cotovelo e punho;  Resultados - Positivo: dor na região do epicôndilo medial;