Mecânica dos Fluidos para
  Engenharia Química
 Segunda aula de complemento
         17/02/2009
Para construir a qualidade profissional denominada de
 empregabilidade é fundamental que se construa uma
formação alicerçada na excelência e na conscientização
              que ela deve ser contínua.




        Para se refletir e conhecer a qualidade
     observada nos estudos propostos, proponho
                 as questões a seguir:
Como acontece a transformação                     No momento qual a
do estudante em engenheiro(a)?                      sua profissão?




                            Refletindo sobre a
                           qualidade nos estudos
                                 17/2/2009 - v3




    O que possibilitará o                                        O que deve ser feito para
 sucesso na minha profissão?                                       se ter sucesso nela?
Após as reflexões
       anteriores, lembrem que
          não dá para fazer
      engenharia com truques e
            ilusões, já que:




                       Resolver
     A (o)
                      problemas
  engenheira
      (o)
 basicamente
se forma para            Criar
                     oportunidades
Já que a(o) engenheira(o)
deve resolver problemas,
    vamos praticar ...
diagrama de Rouse
                                   determinação da vazão



                                                                                   peso específico
                                                                                         x
                             conceito de Leq                                       massa específica
                                                                         relação
                                                                                   viscosidade absoluta
                                                                                          x
                                                                                   viscosidade cinemática




          distribuída
                         cálculo da perda
localizada ou singular                                                         equação manométrica




                                               Através dos exercícios
                                               objetiva-se recordar:
                                                       17/02/2009 - v2
                                                                              equação da energia
            tipos de perda de carga




                      determinação da pressão
                    em uma seção do escoamento                                  determinação do
                 incompressível e em reg. permanente                         semtido do escoamento
G1
   O dispositivo mostrado na figura abaixo mede o
 diferencial de pressão entre os pontos A e B de uma
            tubulação por onde escoa água.

                                        L A B  1m
 Sabendo-se que:




Com base nos dados apresentados na figura, sabendo
que o tubo é de cobre de 25 mm de diâmetro interno e
que a viscosidade da água pode ser considerada igual
a 10-6 m2/s, pede-se estimar a vazão de escoamento
d’água.
G1 = Mauro, Patrícia, Bruno Bellini e
            Felipe Luz
G2
     A camisa de resfriamento de um reator experimental está
        sendo alimentada por uma salmoura alcoólica a 20%
       através de um tubo isolado de cobre com 20,6 mm de
       diâmetro interno. Num trecho reto e sem válvulas ou
        qualquer outro acessório a salmoura circula a –1oC e
     pressão pouco acima da atmosférica. Um manômetro em
     U ligado em tomadas de pressão distantes 4,5 m uma da
     outra indica uma perda de carga que é representada pelo
     desnível de 5,9 cm do fluido manométrico, que no caso é
         o mercúrio. Nestas condições determine a vazão da
                             salmoura.


 Dados:

 Massa específica da salmoura igual a 977,6 kg/m3
 e sua viscosidade igual a 5,5x10-3 (Pa x s)
G2 = Larissa, Isadora, Marília e Eder
G3
    A camisa de resfriamento de um reator experimental está
       sendo alimentada por uma salmoura alcoólica a 20%
      através de um tubo isolado de cobre com 20,6 mm de
       diâmetro interno. Num trecho reto e sem válvulas ou
       qualquer outro acessório a salmoura circula a –1oC e
    pressão pouco acima da atmosférica. Um manômetro em
    U ligado em tomadas de pressão distantes 4,5 m uma da
 outra que origina uma variação de pressão entre as duas seções
    consideras de 5,9 cm de coluna d’água. Nestas condições
                      determine a vazão da
                            salmoura.


 Dados:

 Massa específica da salmoura igual a 977,6 kg/m3
 e sua viscosidade igual a 5,5x10-3 (Pa x s)
G3 = Felipe Rossi, Renato, Nicholas e
              Ivander.
G4
  Para a instalação esquematizada pela figura pede-se
   determinar a vazão de escoamento e a rugosidade
  equivalente da tubulação, sabendo-se que a bomba
    fornece 20 m de energia por unidade de peso ao
fluido e que a perda de carga singular na válvula é 3m.

     Dados: f = 0,03; Dint = 10 cm;  = 2   x   10 -6 m2/s
G4 = Ana Carolina, Érica, Bruno Lanças
             e Jennifer.
G5
 Na instalação esquematizada pela figura a bomba fornece
     ao fluido 37,5 m de energia por unidade de peso.
   Sabendo-se que o comprimento total da tubulação é
 35 m; que a somatória dos comprimentos equivalentes é
   9,17 m; que o diâmetro interno da tubulação de aço é
  0,0158 m e que as características da água à 20º C são:
     = 10 4 N/m3 e  = 10 -6 m2/s, pede-se determinar
       a vazão nesta situação, supondo escoamento
                  em regime permanente.
G5 = Karen, Ana Raquel, Eduardo e
             Juliane
G6
              Para a instalação esquematizada pela figura onde são dados :
          interno do tubo = 10 cm ; Q = 10 l/s ; pA = 2 x 10 4 N/m2 ; p3 = 0
     KS1 = K S4 = 1,0 ; p0 = 3x10 4 N/m 3 ;  H2O = 10 4 N/m 3 ; g = 10 m/s      2

                   e sentido de escoamento de (A) para (3), determinar:
                         a) o coeficiente de perda de carga distribuída;
                           b) a pressão de escoamento na seção (5);
        c) a energia por unidade de peso fornecida pela bomba ao fluido ( HB )
G6 = Rafael, Lina, Gabriel e Ariane
G7
Na tubulação de ferro fundido da figura escoa um fluido de peso
específico  = 7840 N/m 3 e  = 3x10 - 5 m2/s . Nessas condições a
pressão na tubulação a 400 m do reservatório (seção x) é 0,49 bar.
Pede-se:
a) qual a vazão;
b) qual a pressão p0 que provoca o dobro da vazão;
c) qual o comprimento equivalente da singularidade (referente ao
ítem b).
G7 = Allan, Maira, Felipe Okada, Thales
              e Pamela.
A seguir os
gabaritos desta
    segunda
 atividade dos
    grupos.
G1 = Mauro, Patrícia, Bruno Bellini e Felipe Luz.
                     Observando a figura ao lado, pode-se concluir que pB
                     é maior que pA, como as cotas e as velocidades
y
                     médias netas seções são iguais, pode-se afirmar que
                     o escoamento é de B para A.


    pB  par  0,1  H2O  y  H2O
    p A  par  y  H2O
     pB  p A  0,1  H2O  0,1  1000  9,8  980 Pa
    Aplicando - se a equaçãoda energia de B a A :
                      2
          pB    B  vB         pA     A  v2
                                             A h
    zB                 zA                   fB  A
         H2O     2g           H2O      2g
             p  pA      980
    hfB  A  B                  0,1 m
              H2O    9,8  1000
G1 = Mauro, Patrícia, Bruno Bellini e Felipe Luz
                    (cont.)

           DH   hf  DH  2g
    Re f     
                     L
             0,025 0,1  0,025  19,6
    Re f                            5534
              6            1
            10



  Como a material do tubo é cobre
  trata-se de um tubo considerado
  liso, como mostra o diagrama de
           Rouse a seguir.
G1 = Mauro, Patrícia, Bruno Bellini e Felipe Luz
                    (cont.)
G1 = Mauro, Patrícia, Bruno Bellini e Felipe Luz
                    (cont.)

 Pelo diagrama de Rouse, obtemos:
 f  0,023
             L   v2                   1    v2
  hf  f          0,1  0,023       
            DH 2g                   0,025 19,6
      0,1  0,025  19,6        m
 v                       1,46
           0,023  1            s
              0,0252           4 m3        L
 Q  1,46              7,2  10       0,72
                 4                   s        s
G2 = Larissa, Isadora, Marília e Eder.
     p 0,059  9,8  13600  977,6 
hf                                    0,762 m
                977,6  9,8
         DH   hf  DH  2g
Re f       
                   L
   5,5  103           6 m
                              2
             5,6  10
     977,6                  s
            0,0206          0,762  0,0206  19,6
 Re f                                           961,9
           5,6  106                4,5

 Como a material do tubo é cobre trata-se de
  um tubo considerado liso, como mostra o
        diagrama de Rouse a seguir.
G2 = Larissa, Isadora, Marília e Eder. (cont.)
G2 = Larissa, Isadora, Marília e Eder. (cont.)

Pelo diagrama de Rouse, obtemos:
f  0,038
            L   v2                     4,5   v2
 hf  f          0,762  0,038        
           DH 2g                     0,0206 19,6
     0,762  0,0206  19,6        m
v                          1,34
         0,038  4,5              s
                       2                 3
             0,0206           4 m         L
Q  1,34              4,5  10       0,45
                 4                  s        s
G3 = Felipe Rossi, Renato, Nicholas e Ivander.

                           N
p  0,059  10000  590
                           m2
     p      590
hf                   0,0616 m
         977,6  9,8
       DH   hf  DH  2g
Re f     
                 L
   5,5  103              m2
             5,6  106
     977,6                  s
          0,0206      0,0616  0,0206  19,6
 Re f                                      273,5
                 6             4,5
         5,6  10
G3 = Felipe Rossi, Renato, Nicholas e Ivander.
                    (cont.)
G3 = Felipe Rossi, Renato, Nicholas e Ivander.
                      (cont.)

Pelo diagrama de Rouse, obtemos:
f  0,055
            L   v2                      4,5   v2
 hf  f          0,0616  0,055        
           DH 2g                      0,0206 19,6
     0,0616  0,0206  19,6        m
v                           0,32
          0,055  4,5              s
             0,02062           4 m3        L
Q  0,32               1,1  10       0,11
                 4                   s        s
G4 = Ana Carolina, Érica, Bruno Lanças e
                      Jennifer.
Adotando- se o PHR no eixo da bomba :
H0  HB  H5  Hp totais

          v2           45   v2
5  20        0,03          3
         19,6          0,1 19,6
           2           m
22  0,74v  v  5,5
                       s
            0,12            2 m
                                   3
                                            L
Q  5,5            4,32  10        43,2
              4                   s         s
     5,5  0,1
Re              275000 e f  0,03
            6
     2  10

                                                       DH
Com os valores anterioresno diagrama de Rouse se obtém
                                                       K
G4 = Ana Carolina, Érica, Bruno Lanças e
           Jennifer. (cont.)
G4 = Ana Carolina, Érica, Bruno Lanças e
           Jennifer. (cont.)


   DH
        200
    K
   0,1             0,1
        200  k       0,0005 m
    K              200
G5 = Karen, Ana Raquel, Eduardo e Juliane.

Adotando- se oi PHR no nivel (0), tem - se :
H0  HB  H7  Hp totais
0  37,5  10  Hp totais  Hp totais  27,5 m
         0,0158       27,5  0,0158  19,6
Re f             
         106              35  9,17
Re f  6937,7
DH    0.0158
                343,5
 K           5
     4,6  10
Com os valores anterioresno diagrama de Rouse :
G5 = Karen, Ana Raquel, Eduardo e Juliane.
                 (cont.)
G5 = Karen, Ana Raquel, Eduardo e Juliane.
                 (cont.)
 f  0,031


 27,5  0,031 
                35  9,17     v2
                  0,0158        19,6
      27,5  0,0158  19,6       m
 v                         2,5
         0,031  44,17           s
             0,01582           4 m
                                      3
                                               L
 Q  2,5               4,9  10        0,49
                 4                   s         s
G6 = Rafael, Lina, Gabriel e Ariane.

a) o coeficiente de perda de carga distribuída;

Escolhemos as seções onde mais temos dados, neste caso a seção A e a seção 3.
Assim podemos escrever a equação de energia como:

                             2                 2
                pA  A  v A          p3 3  v3
          zA                  z3             Hp A 3
                        2g               2g
          p A p3
                    Hp A 3
                 
                               p A  p3 2  104  0
          Hp A 3  hfA 3                         2m
                                             4
                                            10
                         D2      10  103  4        m
          Q  vA  v        v                 1,27
                          4            0,12           s
               100 1,272      2  0,1  20
          2f          f                0,0248
               0,1   20                  2
                              100  1,27
G6 = Rafael, Lina, Gabriel e Ariane. (cont.)
  b) a pressão de escoamento na seção (5);


Aplica - se a equaçãoda energia de 5 a A :
H5  HA  Hp5 A
           2                 2
     p5 v5          pA a  v A
z5          zA              hf5 A  hs5 A
         2g            2g
Adotando- se PHR em A :
        p5            2  104     1  1,272             8 1,272     1,272
3,1          00                         0,0248          1
          4
        10              104           20               0,1   20       20
                N
 p5  7780
                 2
                     ou Pa
                m
G6 = Rafael, Lina, Gabriel e Ariane. (cont.)
c) a energia por unidade de peso fornecida pela bomba ao fluido (HB).


      Aplicando - se a equaçãoda energia de 5 a 0,
      com PHR no eixo da bomba :

     H5  HB  H0  Hp total

               7780                        3  104
      3,1              0  HB  5,6                 0
                  4                               4
               10                             10
        
        0,0248 
                   8  100  32  2   1,272
                                      
                        0,1               20


     HB  9,24 m
G7 = Allan, Maira, Felipe Okada, Thales e
                  Pamela.
a) Aplica - se a equaçãoda energia de x a saída:
Hx  Hs  hfx s
Adotando- se o PHR no eixo da tubulação:
     0,49  105   v2         v2
0                    00         hfx s
       7840       2g           2g
hfx s  6,25 m
         0,05      6,25  0,05  19,6
Re f                                 184,5
              5          500
        3  10
Como encontra- se na região do escoamentolaminar
                    D
o f não dependede H .
                    K
G7 = Allan, Maira, Felipe Okada, Thales e
             Pamela. (cont)
G7 = Allan, Maira, Felipe Okada, Thales e
               Pamela. (cont.)

f  0,12
                500   v2
 6,25  0,12      
                0,05 19,6
     6,25  0,05  19,6        m
v                       0,32
        0,12  500             s


             0,052           4 m3        L
Q  0,32             6,3  10       0,63
               4                   s        s
G7 = Allan, Maira, Felipe Okada, Thales e
             Pamela. (cont.)
                          L
Qnova  2  0,63  1,26
                          s
     4  1,26  103            m
v                      0,64
           0,052              s
       0,64  0,05
Re                   1070  escoamentolaminar
              5
       3  10
    64     64
f             0,06
    Re 1070
Aplicando a equaçãoda energia com o PHR no eixo da tubulação:
H0  Hsaída  Hp0s aída

     p0       0,642            900         0,642
2       0           0,06        0,5  
    7840       19,6            0,05        19,6
                 N
 p0  162622,2     (ou Pa)
                  2
                m
        K  DH 0,5  0,05
c) Leq  S                    0,42 m
           f         0,06

Segunda aula complemento_12009

  • 1.
    Mecânica dos Fluidospara Engenharia Química Segunda aula de complemento 17/02/2009
  • 2.
    Para construir aqualidade profissional denominada de empregabilidade é fundamental que se construa uma formação alicerçada na excelência e na conscientização que ela deve ser contínua. Para se refletir e conhecer a qualidade observada nos estudos propostos, proponho as questões a seguir:
  • 3.
    Como acontece atransformação No momento qual a do estudante em engenheiro(a)? sua profissão? Refletindo sobre a qualidade nos estudos 17/2/2009 - v3 O que possibilitará o O que deve ser feito para sucesso na minha profissão? se ter sucesso nela?
  • 4.
    Após as reflexões anteriores, lembrem que não dá para fazer engenharia com truques e ilusões, já que: Resolver A (o) problemas engenheira (o) basicamente se forma para Criar oportunidades
  • 5.
    Já que a(o)engenheira(o) deve resolver problemas, vamos praticar ...
  • 6.
    diagrama de Rouse determinação da vazão peso específico x conceito de Leq massa específica relação viscosidade absoluta x viscosidade cinemática distribuída cálculo da perda localizada ou singular equação manométrica Através dos exercícios objetiva-se recordar: 17/02/2009 - v2 equação da energia tipos de perda de carga determinação da pressão em uma seção do escoamento determinação do incompressível e em reg. permanente semtido do escoamento
  • 7.
    G1 O dispositivo mostrado na figura abaixo mede o diferencial de pressão entre os pontos A e B de uma tubulação por onde escoa água. L A B  1m Sabendo-se que: Com base nos dados apresentados na figura, sabendo que o tubo é de cobre de 25 mm de diâmetro interno e que a viscosidade da água pode ser considerada igual a 10-6 m2/s, pede-se estimar a vazão de escoamento d’água.
  • 8.
    G1 = Mauro,Patrícia, Bruno Bellini e Felipe Luz
  • 9.
    G2 A camisa de resfriamento de um reator experimental está sendo alimentada por uma salmoura alcoólica a 20% através de um tubo isolado de cobre com 20,6 mm de diâmetro interno. Num trecho reto e sem válvulas ou qualquer outro acessório a salmoura circula a –1oC e pressão pouco acima da atmosférica. Um manômetro em U ligado em tomadas de pressão distantes 4,5 m uma da outra indica uma perda de carga que é representada pelo desnível de 5,9 cm do fluido manométrico, que no caso é o mercúrio. Nestas condições determine a vazão da salmoura. Dados: Massa específica da salmoura igual a 977,6 kg/m3 e sua viscosidade igual a 5,5x10-3 (Pa x s)
  • 10.
    G2 = Larissa,Isadora, Marília e Eder
  • 11.
    G3 A camisa de resfriamento de um reator experimental está sendo alimentada por uma salmoura alcoólica a 20% através de um tubo isolado de cobre com 20,6 mm de diâmetro interno. Num trecho reto e sem válvulas ou qualquer outro acessório a salmoura circula a –1oC e pressão pouco acima da atmosférica. Um manômetro em U ligado em tomadas de pressão distantes 4,5 m uma da outra que origina uma variação de pressão entre as duas seções consideras de 5,9 cm de coluna d’água. Nestas condições determine a vazão da salmoura. Dados: Massa específica da salmoura igual a 977,6 kg/m3 e sua viscosidade igual a 5,5x10-3 (Pa x s)
  • 12.
    G3 = FelipeRossi, Renato, Nicholas e Ivander.
  • 13.
    G4 Paraa instalação esquematizada pela figura pede-se determinar a vazão de escoamento e a rugosidade equivalente da tubulação, sabendo-se que a bomba fornece 20 m de energia por unidade de peso ao fluido e que a perda de carga singular na válvula é 3m. Dados: f = 0,03; Dint = 10 cm;  = 2 x 10 -6 m2/s
  • 14.
    G4 = AnaCarolina, Érica, Bruno Lanças e Jennifer.
  • 15.
    G5 Na instalaçãoesquematizada pela figura a bomba fornece ao fluido 37,5 m de energia por unidade de peso. Sabendo-se que o comprimento total da tubulação é 35 m; que a somatória dos comprimentos equivalentes é 9,17 m; que o diâmetro interno da tubulação de aço é 0,0158 m e que as características da água à 20º C são:  = 10 4 N/m3 e  = 10 -6 m2/s, pede-se determinar a vazão nesta situação, supondo escoamento em regime permanente.
  • 16.
    G5 = Karen,Ana Raquel, Eduardo e Juliane
  • 17.
    G6 Para a instalação esquematizada pela figura onde são dados : interno do tubo = 10 cm ; Q = 10 l/s ; pA = 2 x 10 4 N/m2 ; p3 = 0 KS1 = K S4 = 1,0 ; p0 = 3x10 4 N/m 3 ;  H2O = 10 4 N/m 3 ; g = 10 m/s 2 e sentido de escoamento de (A) para (3), determinar: a) o coeficiente de perda de carga distribuída; b) a pressão de escoamento na seção (5); c) a energia por unidade de peso fornecida pela bomba ao fluido ( HB )
  • 18.
    G6 = Rafael,Lina, Gabriel e Ariane
  • 19.
    G7 Na tubulação deferro fundido da figura escoa um fluido de peso específico  = 7840 N/m 3 e  = 3x10 - 5 m2/s . Nessas condições a pressão na tubulação a 400 m do reservatório (seção x) é 0,49 bar. Pede-se: a) qual a vazão; b) qual a pressão p0 que provoca o dobro da vazão; c) qual o comprimento equivalente da singularidade (referente ao ítem b).
  • 20.
    G7 = Allan,Maira, Felipe Okada, Thales e Pamela.
  • 21.
    A seguir os gabaritosdesta segunda atividade dos grupos.
  • 22.
    G1 = Mauro,Patrícia, Bruno Bellini e Felipe Luz. Observando a figura ao lado, pode-se concluir que pB é maior que pA, como as cotas e as velocidades y médias netas seções são iguais, pode-se afirmar que o escoamento é de B para A. pB  par  0,1  H2O  y  H2O p A  par  y  H2O  pB  p A  0,1  H2O  0,1  1000  9,8  980 Pa Aplicando - se a equaçãoda energia de B a A : 2 pB B  vB pA  A  v2 A h zB    zA   fB  A H2O 2g H2O 2g p  pA 980 hfB  A  B   0,1 m H2O 9,8  1000
  • 23.
    G1 = Mauro,Patrícia, Bruno Bellini e Felipe Luz (cont.) DH hf  DH  2g Re f    L 0,025 0,1  0,025  19,6  Re f    5534 6 1 10 Como a material do tubo é cobre trata-se de um tubo considerado liso, como mostra o diagrama de Rouse a seguir.
  • 24.
    G1 = Mauro,Patrícia, Bruno Bellini e Felipe Luz (cont.)
  • 25.
    G1 = Mauro,Patrícia, Bruno Bellini e Felipe Luz (cont.) Pelo diagrama de Rouse, obtemos: f  0,023 L v2 1 v2  hf  f    0,1  0,023   DH 2g 0,025 19,6 0,1  0,025  19,6 m v  1,46 0,023  1 s   0,0252 4 m3 L Q  1,46   7,2  10  0,72 4 s s
  • 26.
    G2 = Larissa,Isadora, Marília e Eder. p 0,059  9,8  13600  977,6  hf    0,762 m  977,6  9,8 DH hf  DH  2g Re f    L  5,5  103 6 m 2    5,6  10  977,6 s 0,0206 0,762  0,0206  19,6  Re f    961,9 5,6  106 4,5 Como a material do tubo é cobre trata-se de um tubo considerado liso, como mostra o diagrama de Rouse a seguir.
  • 27.
    G2 = Larissa,Isadora, Marília e Eder. (cont.)
  • 28.
    G2 = Larissa,Isadora, Marília e Eder. (cont.) Pelo diagrama de Rouse, obtemos: f  0,038 L v2 4,5 v2  hf  f    0,762  0,038   DH 2g 0,0206 19,6 0,762  0,0206  19,6 m v  1,34 0,038  4,5 s 2 3   0,0206 4 m L Q  1,34   4,5  10  0,45 4 s s
  • 29.
    G3 = FelipeRossi, Renato, Nicholas e Ivander. N p  0,059  10000  590 m2 p 590 hf    0,0616 m  977,6  9,8 DH hf  DH  2g Re f    L  5,5  103 m2    5,6  106  977,6 s 0,0206 0,0616  0,0206  19,6  Re f    273,5 6 4,5 5,6  10
  • 30.
    G3 = FelipeRossi, Renato, Nicholas e Ivander. (cont.)
  • 31.
    G3 = FelipeRossi, Renato, Nicholas e Ivander. (cont.) Pelo diagrama de Rouse, obtemos: f  0,055 L v2 4,5 v2  hf  f    0,0616  0,055   DH 2g 0,0206 19,6 0,0616  0,0206  19,6 m v  0,32 0,055  4,5 s   0,02062 4 m3 L Q  0,32   1,1  10  0,11 4 s s
  • 32.
    G4 = AnaCarolina, Érica, Bruno Lanças e Jennifer. Adotando- se o PHR no eixo da bomba : H0  HB  H5  Hp totais v2 45 v2 5  20   0,03   3 19,6 0,1 19,6 2 m 22  0,74v  v  5,5 s   0,12 2 m 3 L Q  5,5   4,32  10  43,2 4 s s 5,5  0,1 Re   275000 e f  0,03 6 2  10 DH Com os valores anterioresno diagrama de Rouse se obtém K
  • 33.
    G4 = AnaCarolina, Érica, Bruno Lanças e Jennifer. (cont.)
  • 34.
    G4 = AnaCarolina, Érica, Bruno Lanças e Jennifer. (cont.) DH  200 K 0,1 0,1  200  k   0,0005 m K 200
  • 35.
    G5 = Karen,Ana Raquel, Eduardo e Juliane. Adotando- se oi PHR no nivel (0), tem - se : H0  HB  H7  Hp totais 0  37,5  10  Hp totais  Hp totais  27,5 m 0,0158 27,5  0,0158  19,6 Re f   106 35  9,17 Re f  6937,7 DH 0.0158   343,5 K 5 4,6  10 Com os valores anterioresno diagrama de Rouse :
  • 36.
    G5 = Karen,Ana Raquel, Eduardo e Juliane. (cont.)
  • 37.
    G5 = Karen,Ana Raquel, Eduardo e Juliane. (cont.) f  0,031 27,5  0,031  35  9,17  v2 0,0158 19,6 27,5  0,0158  19,6 m v  2,5 0,031  44,17 s   0,01582 4 m 3 L Q  2,5   4,9  10  0,49 4 s s
  • 38.
    G6 = Rafael,Lina, Gabriel e Ariane. a) o coeficiente de perda de carga distribuída; Escolhemos as seções onde mais temos dados, neste caso a seção A e a seção 3. Assim podemos escrever a equação de energia como: 2 2 pA  A  v A p3 3  v3 zA    z3    Hp A 3  2g  2g p A p3   Hp A 3   p A  p3 2  104  0 Hp A 3  hfA 3    2m  4 10   D2 10  103  4 m Q  vA  v v   1,27 4   0,12 s 100 1,272 2  0,1  20 2f  f   0,0248 0,1 20 2 100  1,27
  • 39.
    G6 = Rafael,Lina, Gabriel e Ariane. (cont.) b) a pressão de escoamento na seção (5); Aplica - se a equaçãoda energia de 5 a A : H5  HA  Hp5 A 2 2 p5 v5 pA a  v A z5    zA    hf5 A  hs5 A  2g  2g Adotando- se PHR em A : p5 2  104 1  1,272 8 1,272 1,272 3,1  00   0,0248   1 4 10 104 20 0,1 20 20 N  p5  7780 2 ou Pa m
  • 40.
    G6 = Rafael,Lina, Gabriel e Ariane. (cont.) c) a energia por unidade de peso fornecida pela bomba ao fluido (HB). Aplicando - se a equaçãoda energia de 5 a 0, com PHR no eixo da bomba : H5  HB  H0  Hp total  7780 3  104 3,1   0  HB  5,6  0 4 4 10 10    0,0248  8  100  32  2   1,272   0,1  20 HB  9,24 m
  • 41.
    G7 = Allan,Maira, Felipe Okada, Thales e Pamela. a) Aplica - se a equaçãoda energia de x a saída: Hx  Hs  hfx s Adotando- se o PHR no eixo da tubulação: 0,49  105   v2   v2 0  00  hfx s 7840 2g 2g hfx s  6,25 m 0,05 6,25  0,05  19,6 Re f    184,5 5 500 3  10 Como encontra- se na região do escoamentolaminar D o f não dependede H . K
  • 42.
    G7 = Allan,Maira, Felipe Okada, Thales e Pamela. (cont)
  • 43.
    G7 = Allan,Maira, Felipe Okada, Thales e Pamela. (cont.) f  0,12 500 v2  6,25  0,12   0,05 19,6 6,25  0,05  19,6 m v  0,32 0,12  500 s   0,052 4 m3 L Q  0,32   6,3  10  0,63 4 s s
  • 44.
    G7 = Allan,Maira, Felipe Okada, Thales e Pamela. (cont.) L Qnova  2  0,63  1,26 s 4  1,26  103 m v  0,64   0,052 s 0,64  0,05 Re   1070  escoamentolaminar 5 3  10 64 64 f    0,06 Re 1070 Aplicando a equaçãoda energia com o PHR no eixo da tubulação: H0  Hsaída  Hp0s aída p0 0,642  900  0,642 2 0   0,06   0,5   7840 19,6  0,05  19,6 N  p0  162622,2 (ou Pa) 2 m K  DH 0,5  0,05 c) Leq  S   0,42 m f 0,06