Mecânica dos Fluidos para
  Engenharia Química
       Segunda aula
        17/02/2009
O sonho ao planejar
    cada semestre é
viabilizar a FORMAÇÃO
     SUSTENTÁVEL
Pratica-se a
pedagogia da curiosidade


                                                                                       Educar é ensinar
                                                                                       a pensar sozinho




                                   A FORMAÇÃO SUSTENTÁVEL
                               está alicerçada nos seguintes princípios:
                                               16/02/2009 - v8




                                                                               Qualquer pessoa deseja
                                                                                 ser mais do que é.

           Sabe-se que palavras e
        idéias podem mudar o mundo




                                                          Aplica-se a pedagogia da
                                                          pergunta e não da resposta
Porém só os princípios anteriores
  são incapazes de propiciar uma
     formação sustentável na
engenharia, para tal, é necessário
 se ter a conscientização do valor
   da engenharia para o mundo
contemporâneo, afinal o que seria
   do mundo sem a engenharia?
Mas a engenharia necessita dos engenheiros e estes devem ter a responsabilidade de construir uma formação contínu




          Portanto há a necessidade da engenharia, mas a
        engenharia necessita dos engenheiros e estes devem
         ter a responsabilidade de construir uma formação
         contínua e de excelência, onde passam a assumir o
                     “volante” da sua formação.
Os vídeos recomendados a seguir
     procuram motivar a conscientização
     da necessidade de se ter a formação
                 sustentável.

http://www.youtube.com/watch?v=CAqf0Cw9r9o




http://www.youtube.com/watch?v=VN-70HQdUM0
Mesmo a pessoa
 estando motivada só
  poderá encontrar o
caminho se souber para
       onde ir.
Inicialmente o caminho que se
     pretende trilhar objetiva
construir conhecimentos para se
 desenvolver um projeto básico
      de bombeamento, que
       apresenta as etapas
 apresentadas no slide a seguir.
 fluido e sua
                                                                temperatura
                                                               condições de
                                           Dados iniciais         captação
                                                               condições de
                                                                  descarga
                                                              vazão desejada



            Cálculo do                                  Dimensionamento
          custo de operação                                 da tubulação



        Verificação do
         fenômeno de                                           Esboço da
          cavitação              Etapas do
                                                                instalação
                                 projeto de
                               uma instalação
                              de bombeamento
                                 15/11/2004 - v14


      Especificação                                         Equação
    do ponto de trabalho                                      da CCI




      Escolha preliminar
         da bomba                                    Vazão de projeto
Este certamente é um novo caminho
e para poder trilhá-lo é necessário se
    ampliar os antigos, daí se ter
planejado também os complementos
      de mecânica dos fluidos,
   complementos mostrados pelo
       mindmapping a seguir.
regime variado                           cáculo da carga total   Hx

            tempo de esvaziamento
               de reservatórios



               série
                                                                                                              energia

                          associação de bombas
                                                                                       aplicação do balanço

             paralelo
                                                                                                              potências




                                                        Complemento de
                                                       mecânica dos fluidos
                                                             22/6/2008 - v2


determinação da CCI
                                                                                                                        distribuídas


                        inversor de freqüência                                           determinação das perdas

                                                                                                                        singular
economia de energia




                                     correção da CCB                                                   f
                                                                                      determinação
                                                                                                       Leq
                 devido a variação
                    da rotação
Neste segundo encontro vamos nos deter
          nos seguintes tópicos:
        1. cálculo da carga total;
  2. balanços de energias e potências;
 3. determinação das perdas de carga;
   4. determinação do “f” e do “Leq”.
Cálculo da carga total em uma seção de um escoamento
        incompressível e em regime permanente.

x  seção qualquer do escoamentoincompressível e em regime permanente
Hx  carga totalna seção x
z x  carga potencialna seção x
px
    carga de pressãona seção x
 
v2
 x
    carga cinética na seção x
2g
  coeficiente de energia cinética
  1,0  nos escoamento turbulentos
                       s
  2,0  nos escoamento laminares
                        s
  não definido para seçõesde reservatór e jatos livres
                                        ios
           p x  x  v2
Hx  z x            x
                         cargas térmicas
                 2g
Nos escoamento incompressíveis, pelo fato dos mesmos seremisotérmicos
             s
as cargas térmicas permanecemconstantes
                                      .
Exemplo de aplicação: considerando a seção
representada abaixo, pede-se determinar a carga total
          na mesma para a vazão máxima.




                                                 seção x
Para o referido cálculo o primeiro passo é adotar um plano
  horizontal de referência (PHR), no caso se o mesmo for
      adotado no eixo da tubulação resulta em zx = 0

                           Determinação da vazão  Q
                              volume V h  A tan que
                           Q            
                               tempo    t       t
                           A tan que  0,546 m2
                                                            v2
                           Determin ação da carga cinética  x
                                                            2g
                                         h  A tan que
                                 Q            t
                           vx         
                                A tubo      A tubo
                                                                 m
                           No caso A tubo  5,57 cm2 e g  9,8
                                                                 s2
Já para a determinação da carga de pressão na seção x há a
  necessidade de se recorrer a equação manométrica e ao
                    teorema de Stevin.
                                                   leitura pm na
                                                     secão (1)
    y
                                            seção x

                                              leitura do desnível
                                                   do HG - hm

                                                         
                                         px  p1  hm   Hg   H2O   
                                         p1  pm   H2O  y
                                                                     px
                                         c arg a de pressão
                                                                     H2O
Balanço de energia entre duas seções do escoamento
 incompressível e em regime permanente, que só pode ser
aplicado quando se tem uma entrada e uma saída, ou seja,
opera-se para uma dada posição da válvula controladora de
               vazão com uma única vazão.


Hinicial  Hmáquina  Hfinal  Hpreal
Para as instalaçõe de bombeament :
                       s       o
Hi HB  Hf  Hptotais
      pi i  vi2              p f  f  v2
 zi              HB  z f            f
                                             Hptotais
          2g                        2g
Considerando as seções (x) e (1), tem-se que:
     Hx  H1  Hpx 1
          p x  x  v2                 2
                              p1 1  v1
     zx            x
                        z1             Hpx 1
                2g               2g

                                                    leitura pm na
                                                      secão (1)
 y
                                             seção x
                                                   leitura do
                                                desnível do HG -
                                                       hm
Balanço de potência deve ser usado quando existe mais
do que uma entrada e/ou mais do que uma saída, veja
               a representação abaixo.
Esquematicamente seria:
O balanço de potências resultaria:
  Q1  H1    Q2  H2    Q1  HB7    Q2  HB8    Q3  H3    Q4  H4
   Q1   HpQ1    Q2   HpQ2    (Q1  Q2 )   Hp(Q1 Q2 )    Q3   HpQ3    Q4   HpQ4




                 É fundamental
              praticar a aplicação
              da equação anterior
             para que ocorra o seu
                  aprendizado!
Determinação de perda de carga
Perdas localizadas ou singular                    Existem dois tipos de
                                                 perda, a perda de carga
                                                  distribuída e a perda
                                                 de carga localizada (ou
                                                         singular).



                                 PERDA DISTRIBUÍDA
Perda distribuída – hf - este tipo de perda ocorre em
tubulação de área da seção transversal constante e
onde o seu comprimento é diferente de zero. O seu
 cálculo geralmente é feito pela equação universal.


         L   v2
hf  f         onde :
         DH 2g
f  coeficiente de perda de carga distribuída
L  comprimento da tubulação
DH  diâmetro hidráulico
v  velocidade média do escoamento
g  aceleraçãoda gravidade
Determinação do f pode ser feita pelo diagrama
 de Moody ou de Rouse, porém acaba sendo
mais prática a sua determinação pelas equações
de Haaland, ou Swamee e Jain, ou Churchill ou
 por uma planilha desenvolvida no Microsoft
            Excel, para acessá-las vá:
http://www.escoladavida.eng.br/mecfluquimica/planejamento_12009/consultas.htm
Perda de carga localizada (ou
      singular) – hs – calculada pela
            equação a seguir:
           v2
hS  K S      onde :
           2g
K S  coeficiente de perda de carga singular ou localizada
v  velocidade média do escoamento
g  aceleraçãoda gravidade.

Importante: tratando- se de uma redução,ou ampliação, a
             velocidade considerad será sempre a referente
                                  a
             ao menor diâmetro, ou seja,a velocidade média maior.
Utilização do comprimento equivalente (Leq), que é um
 comprimento fictício que ao substituir a singularidade
  propicia uma perda distribuída igual a perda singular
                     em questão.

                        Ks  DH
                  Leq 
                           f

                                                        2
                                Leq v
                  hf  hs  f     
                                DH 2g
Valores de Leq podem ser obtidos consultando o sítio:
http://www.escoladavida.eng.br/mecfluquimica/planejamento_12009/consultas.htm

Segunda aula 12009

  • 1.
    Mecânica dos Fluidospara Engenharia Química Segunda aula 17/02/2009
  • 2.
    O sonho aoplanejar cada semestre é viabilizar a FORMAÇÃO SUSTENTÁVEL
  • 3.
    Pratica-se a pedagogia dacuriosidade Educar é ensinar a pensar sozinho A FORMAÇÃO SUSTENTÁVEL está alicerçada nos seguintes princípios: 16/02/2009 - v8 Qualquer pessoa deseja ser mais do que é. Sabe-se que palavras e idéias podem mudar o mundo Aplica-se a pedagogia da pergunta e não da resposta
  • 4.
    Porém só osprincípios anteriores são incapazes de propiciar uma formação sustentável na engenharia, para tal, é necessário se ter a conscientização do valor da engenharia para o mundo contemporâneo, afinal o que seria do mundo sem a engenharia?
  • 6.
    Mas a engenharianecessita dos engenheiros e estes devem ter a responsabilidade de construir uma formação contínu Portanto há a necessidade da engenharia, mas a engenharia necessita dos engenheiros e estes devem ter a responsabilidade de construir uma formação contínua e de excelência, onde passam a assumir o “volante” da sua formação.
  • 7.
    Os vídeos recomendadosa seguir procuram motivar a conscientização da necessidade de se ter a formação sustentável. http://www.youtube.com/watch?v=CAqf0Cw9r9o http://www.youtube.com/watch?v=VN-70HQdUM0
  • 8.
    Mesmo a pessoa estando motivada só poderá encontrar o caminho se souber para onde ir.
  • 9.
    Inicialmente o caminhoque se pretende trilhar objetiva construir conhecimentos para se desenvolver um projeto básico de bombeamento, que apresenta as etapas apresentadas no slide a seguir.
  • 10.
     fluido esua temperatura  condições de Dados iniciais captação  condições de descarga vazão desejada  Cálculo do  Dimensionamento custo de operação da tubulação  Verificação do fenômeno de  Esboço da cavitação Etapas do instalação projeto de uma instalação de bombeamento 15/11/2004 - v14  Especificação  Equação do ponto de trabalho da CCI  Escolha preliminar da bomba  Vazão de projeto
  • 11.
    Este certamente éum novo caminho e para poder trilhá-lo é necessário se ampliar os antigos, daí se ter planejado também os complementos de mecânica dos fluidos, complementos mostrados pelo mindmapping a seguir.
  • 12.
    regime variado cáculo da carga total Hx tempo de esvaziamento de reservatórios série energia associação de bombas aplicação do balanço paralelo potências Complemento de mecânica dos fluidos 22/6/2008 - v2 determinação da CCI distribuídas inversor de freqüência determinação das perdas singular economia de energia correção da CCB f determinação Leq devido a variação da rotação
  • 13.
    Neste segundo encontrovamos nos deter nos seguintes tópicos: 1. cálculo da carga total; 2. balanços de energias e potências; 3. determinação das perdas de carga; 4. determinação do “f” e do “Leq”.
  • 14.
    Cálculo da cargatotal em uma seção de um escoamento incompressível e em regime permanente. x  seção qualquer do escoamentoincompressível e em regime permanente Hx  carga totalna seção x z x  carga potencialna seção x px  carga de pressãona seção x  v2 x  carga cinética na seção x 2g   coeficiente de energia cinética   1,0  nos escoamento turbulentos s   2,0  nos escoamento laminares s   não definido para seçõesde reservatór e jatos livres ios p x  x  v2 Hx  z x   x  cargas térmicas  2g Nos escoamento incompressíveis, pelo fato dos mesmos seremisotérmicos s as cargas térmicas permanecemconstantes .
  • 15.
    Exemplo de aplicação:considerando a seção representada abaixo, pede-se determinar a carga total na mesma para a vazão máxima. seção x
  • 16.
    Para o referidocálculo o primeiro passo é adotar um plano horizontal de referência (PHR), no caso se o mesmo for adotado no eixo da tubulação resulta em zx = 0 Determinação da vazão  Q volume V h  A tan que Q   tempo t t A tan que  0,546 m2 v2 Determin ação da carga cinética  x 2g h  A tan que Q t vx   A tubo A tubo m No caso A tubo  5,57 cm2 e g  9,8 s2
  • 17.
    Já para adeterminação da carga de pressão na seção x há a necessidade de se recorrer a equação manométrica e ao teorema de Stevin. leitura pm na secão (1) y seção x leitura do desnível do HG - hm  px  p1  hm   Hg   H2O  p1  pm   H2O  y px c arg a de pressão  H2O
  • 18.
    Balanço de energiaentre duas seções do escoamento incompressível e em regime permanente, que só pode ser aplicado quando se tem uma entrada e uma saída, ou seja, opera-se para uma dada posição da válvula controladora de vazão com uma única vazão. Hinicial  Hmáquina  Hfinal  Hpreal Para as instalaçõe de bombeament : s o Hi HB  Hf  Hptotais pi i  vi2 p f  f  v2 zi    HB  z f   f  Hptotais  2g  2g
  • 19.
    Considerando as seções(x) e (1), tem-se que: Hx  H1  Hpx 1 p x  x  v2 2 p1 1  v1 zx   x  z1    Hpx 1  2g  2g leitura pm na secão (1) y seção x leitura do desnível do HG - hm
  • 20.
    Balanço de potênciadeve ser usado quando existe mais do que uma entrada e/ou mais do que uma saída, veja a representação abaixo.
  • 21.
  • 22.
    O balanço depotências resultaria:   Q1  H1    Q2  H2    Q1  HB7    Q2  HB8    Q3  H3    Q4  H4    Q1   HpQ1    Q2   HpQ2    (Q1  Q2 )   Hp(Q1 Q2 )    Q3   HpQ3    Q4   HpQ4 É fundamental praticar a aplicação da equação anterior para que ocorra o seu aprendizado!
  • 23.
    Determinação de perdade carga Perdas localizadas ou singular Existem dois tipos de perda, a perda de carga distribuída e a perda de carga localizada (ou singular). PERDA DISTRIBUÍDA
  • 24.
    Perda distribuída –hf - este tipo de perda ocorre em tubulação de área da seção transversal constante e onde o seu comprimento é diferente de zero. O seu cálculo geralmente é feito pela equação universal. L v2 hf  f    onde : DH 2g f  coeficiente de perda de carga distribuída L  comprimento da tubulação DH  diâmetro hidráulico v  velocidade média do escoamento g  aceleraçãoda gravidade
  • 25.
    Determinação do fpode ser feita pelo diagrama de Moody ou de Rouse, porém acaba sendo mais prática a sua determinação pelas equações de Haaland, ou Swamee e Jain, ou Churchill ou por uma planilha desenvolvida no Microsoft Excel, para acessá-las vá: http://www.escoladavida.eng.br/mecfluquimica/planejamento_12009/consultas.htm
  • 26.
    Perda de cargalocalizada (ou singular) – hs – calculada pela equação a seguir: v2 hS  K S   onde : 2g K S  coeficiente de perda de carga singular ou localizada v  velocidade média do escoamento g  aceleraçãoda gravidade. Importante: tratando- se de uma redução,ou ampliação, a velocidade considerad será sempre a referente a ao menor diâmetro, ou seja,a velocidade média maior.
  • 27.
    Utilização do comprimentoequivalente (Leq), que é um comprimento fictício que ao substituir a singularidade propicia uma perda distribuída igual a perda singular em questão. Ks  DH Leq  f 2 Leq v hf  hs  f   DH 2g Valores de Leq podem ser obtidos consultando o sítio: http://www.escoladavida.eng.br/mecfluquimica/planejamento_12009/consultas.htm